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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Eis o “democrata humanista”. Ou: Os nazistas de ontem e de hoje. Ou: Somos os judeus deles!

REINALDO AZEVEDO
25/01/2012 às 18:20



Um repórter do Estadão flagrou um dos “humanistas democratas” convocados pelo Coletivo Desentorpecendo a Razão murchando o pneu do carro do prefeito Gilberto Kassab. Vejam o vídeo. Notem a reação do rapaz. Volto em seguida.


Segundo os ministros petistas Gilberto Carvalho e Maria do Rosário; o candidato petista à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, e Rui Falcão, presidente do PT, violenta é a PM.
Esse rapaz é um dos convocados pelo Coletivo Desentorpecendo a Razão, aquele que publicou uma montagem caracterizando Geraldo Alckmin como Hitler. Em sua convocatória, lê-se:
“Estão em jogo a capacidade de resolvermos nossos problemas através do diálogo, a implementação verdadeira da democracia, o direito à cidade e à políticas públicas efetivas, o respeito aos direitos humanos e à Constituição (…)”
Ele tem razão. Por isso mesmo, o lugar daquele coroa disfarçado de moleque, com um soco inglês na mão, ameaçado o trabalho da imprensa, garantido pela Constituição, é a cadeia, não as ruas.  O crime está filmado e documentado.
Alias, a referência ao nazismo vem bem a calhar. No dia 25 de outubro de 2010, publiquei aqui um post sobre a primeira grande manifestação convocada por Goebbels depois que Hitler chegou ao poder, no dia 19 de fevereiro de 1933. Referindo-se à imprensa, ele afirmava:
“Um dia nossa paciência vai acabar e calaremos esses judeus insolentes, bocas mentirosas! E se outros jornais judeus acham que podem, agora, mudar para o nosso lado com as suas bandeiras, então só podemos dar uma resposta: “Por favor, não se dêem ao trabalho!”
Nós, da imprensa livre, somos os “judeus” desses que decidiram partir para a pancadaria. É um ironia que a violência tenha atingido um repórter do Estadão, justamente o jornal que hoje mais ataca a correta política de intervenção do governo do Estado e da Prefeitura na cracolância e que mais dá voz a esses “coletivos” que tratam a imprensa livre como inimiga.
Como lembrou Goebbels, os nazistas não aceitam quem “muda de lado” — lição que o próprio Kassab deveria levar em consideração.
Ah, sim: devemos todos dar os parabéns ao valente repórter, que não se deixou intimidar, honrando a sua profissão.
Por Reinaldo Azevedo

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".