Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Momento piada

Sordidez criminosa


Leiam o último artigo da Graça Salgueiro do NOTALATINA e percebam do que são capazes sociopatas assassinos (caso Honduras). Clique aqui.

Os artigos da Graça são fruto do trabalho de pesquisa dela. É uma gigante!!! Mas nasceu em um país onde mérito é coisa de ficção.

Trecho: "Segundo relatou um amigo seu que presenciou os fatos, quando Canales saiu da igreja para pegar o carro dois sujeitos numa moto, da chamada “resistência”, ao vê-lo disseram: “Matemos este” e lhe dispararam dois tiros no estômago."

Ministro da Educação é comunista/socialista

Fonte: COLÉGIO MILITAR DE PORTO ALEGRE

Cavaleiro do Templo: preparem-se para saber porque as "nóças êzcolaz" são fábricas de dementes e transformadoras de crianças em monstros que destruirão um pouco mais daquilo que, evidentemente, sequer conhecem, pois lhes é negado saber, como por exemplo: somente nos países onde DE FATO (e o Brasil não é um destes países) o SISTEMA ECONÔMICO CHAMADO CAPITALISMO foi implantado é que tornou-se possível retirar os seres humanos da miséria. Mais: nenhum sistema ECONÔMICO é "rival" de nenhum sistema POLÍTICO. Uma coisa é água, outra é azeite, como prova a China de hoje, com seu "capimunismo" como nos fala sempre o Arlindo Montenegro. Agora uma do artigo abaixo negritado nesta cor: "responder" a uma questão do tipo "Hitler é um bom sujeito?" com "Olha, o Champinha matou algumas pessoas..." é prova de tudo, menos de algo que preste. É de novo pegar água e azeite e dizer que por serem duas coisas que não podem coexistir é preciso acabar com o azeite pois ele não se mistura com a água ou vice-versa.

Haddad defende socialismo em livros

SÃO PAULO. Ministro da Educação do governo Lula desde julho de 2005, o professor Fernando Haddad é um estudioso do marxismo. Graduado em direito pela Universidade de São Paulo (USP), fez mestrado em economia pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP com a dissertação "O caráter socioeconômico do sistema soviético", em 1990. Para escrevê-la, foi aluno visitante da McGill University, no Canadá, em 1989. O doutorado em filosofia foi obtido na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, com a tese "De Marx a Habermas - O materialismo histórico e seu paradigma adequado", em 1996.

A dissertação foi motivada, segundo Haddad, pelos acontecimentos do bloco comunista no começo dos anos 90, que "recolocaram a questão de qual seria (ou teria sido) o caráter social do sistema soviético". Haddad afirma que decidiu apresentar "interpretação alternativa do fenômeno soviético". "Não só pode-se considerar progressista o sistema soviético em relação ao estágio precedente, qual seja, o modo asiático de produção desfigurado pelo imperialismo, como deve-se considerar progressista o modo capitalista em relação ao sistema soviético", resume a dissertação. (Cavaleiro do Templo: como se o capitalismo fosse uma evolução do "sistema soviético". Que beleza, não??? Tem como ser mais idiota?.)

Professor licenciado do Departamento de Ciência Política da USP, onde ensina teoria política, Haddad publicou quatro livros: "O sistema soviético - Relato de uma polêmica" (Scritta Editoral), em 1992; "Desorganizando o consenso" (Vozes), em 1998; "Em defesa do socialismo" (Vozes), em 1998; e "Sindicalismo, cooperativismo e socialismo" (Fundação Perseu Abramo), em 2003.

No volume "Em defesa do socialismo - Por ocasião dos 150 anos do Manifesto", Haddad propõe, segundo o professor Paul Singer, que assina a orelha do livro, "um diagnóstico do capitalismo atual, que chama de 'superindustrial'; desenvolve nova teoria das classes (...), distinguindo a classe proprietária e três não-proprietárias; analisa inter-relacionamentos das classes para propor uma estratégia de luta pelo socialismo que possa unir as classes não-proprietárias". (Cavaleiro do Templo: como sempre, um dos motes comunistas é a não existência de seres humanos, mas sim e apenas de classes sociais. O notável é que estas classes são de fato constituídas por... seres humanos. Mas estes jamais são analisados como indivíduos e também como sempre "esquece-se" de dizer que em um sistema meritocrático (ou seja, não-comunista/socialista) não existe a eternização do ser humano em nenhuma classe social. Se for bom, se dá bem. Se não for, dança. Como todo comunista dançaria em sistemas meritocráticos, estes precisam ser combatidos e destruídos. É simples assim.)

"O projeto socialista, nos dias que correm, aparece como algo mesquinho, fruto do ressentimento, que pretende tirar a liberdade dos mais capazes. Um exame mais atento da sociedade capitalista revela, entretanto, uma realidade oposta da apregoada", afirma Haddad na página 38 do livro, que está esgotado.

Ter escrito em defesa do socialismo não impediu o ministro de ter sido analista do Unibanco, atividade listada no seu currículo. Ele foi consultor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e chefe de gabinete da Secretaria de Finanças e Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de São Paulo. Antes de assumir o Ministério da Educação, era secretário-executivo da pasta. De perfil acadêmico, Haddad é visto no PT, ao qual é filiado, como "de esquerda demais nas idéias, tucano demais nas ações".

Cavaleiro do Templo: comunistas/socialistas são parasitas. Eles dizem que é ruim ter gente com mais dinheiro que outros mas nunca negam a si mesmos a possibilidade de melhorar de vida e, portanto, de ficar MAIS LONGE dos miseráveis. Faz parte da "ética" comunista/socialista encher o bolso sem muito esforço, sem produção de fato. Marx ensinou-os direitinho com seu exemplo de vida.

Olhemos algumas pérolas de nosso ministro (aqui):

"...O socialismo é o desentrave definitivo do processo de individuação, obstruído pela sociedade de classes..."

Ora, mas é no SOCIALISMO que temos a "reativação" da classe social dos Césares!!! Os super-poderosos que impõe goela abaixo da sociedade suas vontades e sua deturpada visão de mundo!!! Olhemos Hugo Chávez, só para começar, não vou nem falar na Dinastia Castro. Hugo é o cara do SOCIALISMO DO SÉCULO XXI, meu Deus do céu!!! Como poderia ser "o socialismo o desentrave definitivo do processo de individuação, obstruído pela sociedade de classes" se é justamente no SOCIALISMO/COMUNISMO que reaparece a classe social dos imperadores-deuses???

"...O socialismo é o reino da justiça onde se exerce a liberdade..."

O que se pode dizer de alguém que toma a LIBERDADE como um princípio ou como um fim? Precisamos definir PRIMEIRO do que é que estamos falando. Perguntem-se: é possível que a liberdade seja a mesma coisa para, digamos, mil pessoas? Assim é também com esta outra palavra, JUSTIÇA.


Entenderam agora porque comunista/socialista pode fazer o que quiser que sempre será, na cabeça sociopata deles, uma coisa boa, uma obra de santos, um louvor ao que existe de melhor no universo???

Comunista/Socialista JAMAIS definirá os conceitos que ele utiliza em seus devaneios. Assim ele está livre para agir pois além da definição nunca aparecer, sempre que alguém vier lhe cobrar a desgraça produzida ele vai dizer algo do tipo "você não entendeu", "não é bem assim" ou "isto ainda não é o comunismo/socialismo".

Comunista/Socialista JAMAIS dirá a data em que o "processo" estará concluído pois este lixo não é o fim, é só um INSTRUMENTO PARA A TOMADA DE TODOS OS PODERES com o estabelecimento de dinastias de sociopatas.

Por fim, uma reflexão que já postei inúmeras vezes acrescida de uma informação sobre o Lula que em 2003, portanto já PRESIDENTE DO BRASIL, afirma que o Foro de São Paulo interferiu na política da Venezuela "sem ninguém saber" para entregá-la de novo ao Hugo Chávez:


Mas o psicopata não é um doente mental da forma como nós o entendemos. O doente mental é o psicótico, que sofre com delírios, alucinações e não tem ciência do que faz. Vive uma realidade paralela. Se matar, terá atenuantes. O psicopata sabe exatamente o que está fazendo. Ele tem um transtorno de personalidade. É um estado de ser no qual existe um excesso de razão e ausência de emoção. Ele sabe o que faz, com quem e por quê. Mas não tem empatia, a capacidade de se pôr no lugar do outro.”

Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva

Psiquiatra e escritora, diretora das clínicas Medicina do Comportamento, no Rio e em São Paulo, onde atende pacientes e supervisiona tratamentos.

“...E só foi possível graças a uma ação política de companheiros. Não era uma ação política de um Estado com outro Estado, ou de um presidente com outro presidente...”

“...Foi assim que nós pudemos atuar junto a outros países com os nossos companheiros do movimento social, dos partidos daqueles países, do movimento sindical, sempre utilizando a relação construída no Foro de São Paulo para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política...”

Discurso do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no ato político de celebração aos 15 anos do Foro de São Paulo

Fonte: site do Palácio do Planalto

A PRÓPRIA LEI 1.079 ESPECIFICA A RAZÃO PARA O IMPEACHMENT DE AMORIM

Fonte: BLOG REINALDO AZEVEDO
terça-feira, 29 de setembro de 2009

Um amigo, especialista em leis, me telefona para fazer uma observação absolutamente pertinente. O impeachment de Celso Amorim — e, por que não?, do chefe dele — nem precisa do concurso do artigo 4º da Constituição; sempre deixando claro que Amorim está jogando no lixo o referido artigo.


A própria Lei 1.079, a chamada Lei do Impeachment, já especifica o caso em que incorrem os dois valentes. No capítulo “Dos Crimes Contra a Existência da União”, temos lá claramente expresso o Inciso 3 (que deveria estar em algarismo romano…) do Artigo 5º. Leiam:


Art. 5º São crimes de responsabilidade contra a existência política da União:
(…)
3 - cometer ato de hostilidade contra nação estrangeira, expondo a República ao perigo da guerra, ou comprometendo-lhe a neutralidade;


Fim de papo. O ato do Brasil em Honduras é hostil e comprometeu a neutralidade do Brasil.


Impeachment já para Celso Amorim!


PS: Vou alterar o meu post original para que possa constar em arquivo com o devido complemento.

Totalitarismos mortos e vivos: O que a Veja não disse...

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA
LEONARDO BRUNO | 29 SETEMBRO 2009
MEDIA WATCH - OUTROS

Os jornalistas ainda chegam a presumir que a ligação do movimento revolucionário com o narcotráfico na América Latina seria uma espécie de aberração, não uma parte essencialmente criminosa da militância comunista. Ou seja, os jornalistas santificam a esquerda e dão o aval de afirmar, categoricamente, que ela é partidária da democracia.

Stalin_Hitler

Quando um grupo de delinqüentes skinheads é preso por apregoar idéias nazistas ou espancar gays nas ruas, alguns setores da imprensa dão uma intensa cobertura sobre o assunto e fazem alarde histérico sobre o suposto crescimento do nazismo. A coisa se torna até caricatural: alguns programas de TV convidam membros da comunidade judaica a falarem das experiências dos campos de concentração na Europa, como se a ameaça nazista fosse onipresente, como se o espantalho de Hitler ressurgisse das cinzas do bunker de Berlim, para restaurar o poder, na figura de alguns marginais da baixada. Na cabeça dessas criaturas midiáticas mentecaptas, o espectro do nazifascismo ameaça assolar o mundo!

Entretanto, o mesmo tratamento não é dado ao comunismo. Se não bastasse a atenção desproporcional a um totalitarismo morto e enterrado há pelo menos quase 70 anos, os mesmos comentaristas e formadores de opinião ridicularizam àqueles que afirmam sobre a força que os movimentos revolucionários comunistas possuem em nossas democracias. Esses jornalistas dizem que o "socialismo morreu", que o alerta anticomunista é "coisa da guerra fria", que não existe nenhuma ameaça da volta de um regime totalitário similar ao que ocorreu na União Soviética e que ainda vigora na China e na Coréia do Norte. O comunismo mata até hoje. Mas ninguém liga. É um caso estranho de histeria rasteira com amnésia retardada!


Há de se conjecturar: a histeria antinazista foi de grande valia para o movimento comunista. Ela colaborou para transformar os inimigos do comunismo como meros reflexos do cadáver fascista, quando na verdade serviu de ocultações de crimes e genocídios muito mais assombrosos das ditaduras marxistas. Isso acobertou, inclusive, o envolvimento do Estado nazista com a União Soviética, em particular, o rearmamento da Alemanha pelo exército vermelho e a criação dos campos de extermínio alemães, estruturada com sólida logística da NKVD, a polícia política soviética. Essa desproporção doentia teve sólido apoio dos intelectuais de esquerda ocidentais, que inventaram o mito do ressurgimento nazista e ocultavam a ameaça real dos comunistas. Foram as idiossincrasias da tal "esquerda moderada" que tantos conclamam como "democrática". Daí a patetice ridícula de censurar suásticas e prender meia dúzia marginais nazistas sem expressividade alguma, quando o Partido Comunista e seus sequazes similares da esquerda disputam democraticamente o poder, no intento de implantar seu sistema de opressão. E até hoje eles têm sólido apoio de uma intelectualidade universitária poderosa, dominadora, apta a disseminar "ativistas sociais" inúteis propagando as maravilhas da burocracia estatal voluntariosa, do Arquipélago Gulag e do milagre do Estado onipotente.


Essa esquizofrenia mental se torna mais visível quando a imprensa nacional registra os acontecimentos na América Latina e no mundo como se fossem expedientes acidentais, ocasionais, sem relações com um projeto de poder de um grupo. Pode-se incluir, como um exemplo clássico disso, a crença, disseminada até por liberais estúpidos, da famigerada morte do socialismo. Inclusive, algumas revistas falam da chamada "esquerda responsável", que acolhe o livre mercado e abandona a concepção totalitária na economia e na sociedade civil. A burrice do liberal médio é achar que a liberdade se resume à sua visão economicista de livre mercado, ainda que a esquerda controle de forma totalitária todo o resto. Os liberais não estão empolgadinhos com os progressos do livre mercado na China comunista? Se a nossa realidade chegou ao estado de coisas alienantes dos dias de hoje, os liberais e paladinos do livre mercado têm grande cumplicidade com o crime. Acovardados, pusilânimes, complacentes, aceitaram perfeitamente o domínio das esquerdas em troca de migalhas. E foram eles que alimentaram a farsa da falsa defunta comunista.


A cobertura dada pela Revista Veja a respeito da crise em Honduras, causada por obséquio do ditador Hugo Chavez e do Presidente Lula, retrata essa cegueira sobre a "morte do socialismo". A América Latina inteira caminha para o modelo socialista. E, mesmo assim, os idiotas ainda acreditam que o socialismo morreu. Morreu onde? Venezuela, Equador, Nicarágua, Bolívia, Paraguai, Argentina, El Salvador e agora Honduras, sofrem com o bolivarianismo, com o "socialismo do século XXI". E o Brasil é o elemento estratégico de promoção de ditaduras esquerdistas na América Latina, com a ajuda do "moderado" governo Lula.


Os jornalistas de Veja e os liberais podem afirmar à vontade que o socialismo morreu, ainda que nossas escolas preguem literatura marxista a granel, ainda que nossas universidades sejam dominadas pelas esquerdas revolucionárias, ainda que a revolução russa e as ditaduras comunistas sejam glamourizadas como uma contrapartida viável ao capitalismo. Ademais, na mesma edição da revista há uma matéria a respeito dos partidos radicais de esquerda, nanicos, supostamente sem expressividade política nos pleitos eleitorais. Todavia, não é estranho que esses grupelhos tenham um controle desproporcional sobre os meios culturais de nosso país? Não é assustador que eles formem quadros justamente em universidades e escolas? Que mesmo o governo federal libere dinheiro público para organizações estudantis comunistas como a UNE? Ou que a indústria de invasão de terras praticada pelos radicais maoístas fanáticos MST tenha um aval milionário do governo petista?


Mas a Revista Veja dá ao leitor a idéia falsa de que o PT é diferente dos partidos radicais de esquerda que ela tanto deprecia. Os jornalistas ainda chegam a presumir que a ligação do movimento revolucionário com o narcotráfico na América Latina seria uma espécie de aberração, não uma parte essencialmente criminosa da militância comunista. Ou seja, os jornalistas santificam a esquerda e dão o aval de afirmar, categoricamente, que ela é partidária da democracia. Será que os jornalistas crêem que gente como Lênin ou Stálin eram figuras angelicais? Que o Partido Bolchevique se sustentava através de ofertas e dízimos? Qualquer pessoa minimamente informada saberia responder essa pergunta: os movimentos de esquerda guardam através de si um histórico tradicional de banditismo e criminalidade. O que ocorre na América Latina não é diferente do que Lênin fazia quando mandava Stálin assaltar um banco ou extorquir gente rica. A aliança de Lula, Chavez, Zelaya, com o narcotráfico das Farc não é mera coincidência. E o que é a criminalidade do Estado comunista senão o banditismo, o terrorismo e o genocídio transformados em lei? Ah sim, Veja nunca se refere ao socialismo "bolivariano". No linguajar da revista, Chavez e Zelaya são apenas "populistas"!


O jornalismo da Revista Veja ainda colabora para outro rol de falácias. Fala do "golpe de Estado" inexistente em Honduras, quando na verdade, essa idéia mitológica é criação fictícia das próprias esquerdas que querem destruir a democracia naquele país. O Congresso Nacional, o Judiciário, o Ministério Público e o exército tiveram plena legitimidade para derrubar o governo Zelaya, que violou a Constituição hondurenha. Por que um periódico, que supostamente tem fama de ser anti-petista, alimenta as mesmas mentiras do inimigo? O mais grave, contudo, é a omissão da reportagem a respeito da entidade mais influente da América Latina, o Foro de São Paulo, presidido, nada mais, nada menos do que pelo próprio Presidente do Brasil, Luis Ignácio Lula da Silva. Na Declaração Final do XV Encontro do Foro de São Paulo, ocorrido no México, entre os dias 20 e 23 de agosto de 2009, foi redigida uma declaração final nos seguintes dizeres:


"Décimo quinto. O XV Encontro do Foro de São Paulo aprovou mn plano de trabalho para o próximo ano que se propõe:

1. Acompanhar os governos progressistas e de esquerda, organizando um debate e intercâmbio permanente de informação entre os dirigentes dos partidos do FSP sobre a evolução da situação em América Latina e dos governos da região criando para eles um Observatório de Governos de esquerda e Progressistas.

2. 2. Apoiar decididamente a esquerda hondurenha nos términos de resolução particular aprovada por este XV Encontro".


Em outras palavras, o movimento comunista está organizado em escala continental, impondo diretrizes a quase todos os governos do continente e decidindo, à revelia do povo de Honduras e demais outros países, pela destruição de seus sistemas democráticos. O Foro de SP pode rasgar a Constituição de Honduras e destruir a democracia e a soberania daquele país, tudo em nome da democracia!


Basta analisar a política petista em todos os seus ângulos para perceber que o governo Lula não é nada diferente de um partido revolucionário. O PT segue todos os passos da esquerda mundial, quando usa uma dupla face no sistema democrático. Por um lado, finge aceitar as regras do Estado de Direito; por outro lado, alimenta a sanha da revolta revolucionária. O PT é o partido que aceita o livre mercado, ao mesmo tempo em que expande uma gigantesca burocracia estatal e aparelha o Estado e a sociedade civil; é o partido que diz defender a democracia, da mesma forma que aprova as brutais tiranias islâmicas, reconhece a legitimidade da China comunista como economia de mercado e, ainda, dá franco apoio à ditadura da Coréia do Norte, no sentido de hostilizar o Japão e subjugar a democrática Coréia do Sul.


A política do PT, de fazer da embaixada do Brasil em Honduras um palanque do capataz de Hugo Chavez, o ex-presidente Zelaya, faz parte do mesmo processo revolucionário que contamina a América Latina. É o reflexo mesmo da futura ditadura do partido-Estado. O Ministro das Relações Exteriores, o mentiroso farsante Celso Amorim, e seu comparsa, o lunático Marco Aurélio Garcia, usam a diplomacia brasileira para atender aos interesses ideológicos do Partido e das esquerdas latino-americanas. Todos eles querem arruinar a democracia em Honduras; querem expandir a influência da Venezuela no país, implantando uma nova ditadura socialista. Ou pior, querem expandir o domínio do Foro de São Paulo, o braço armado do comunismo latino-americano, tal como em outras épocas fora o Comintern, sobre os países democráticos que ainda resistem no continente. O PT, ao estreitar laços com os regimes totalitários ou mesmo expandi-los, quer isolar o Brasil das relações com as nações democráticas e criar um aparato de poder ditatorial dentro do país. A questão é mais que óbvia. O mal mesmo é a desinformação.


No Brasil atual, a mídia pode fazer alardes tenebrosos sobre o crescimento inexistente do nazismo ou de qualquer outra aberração fascista. A comunidade judaica pode ser até convidada a participar da farsa, ignorando que os anti-semitas atuais não são nazistas, mas comunistas, aliados do Irã e do islamismo terrorista. Contudo, a despeito de todas as evidências notórias da expansão comunista na América Latina, o grosso da imprensa se aliena, fecha os olhos, dissemina que tudo é teoria da conspiração. Ou na pior das hipóteses mente ao público. A Veja participa desse tipo de mistificação, negando os fatos. O totalitarismo morto assusta mais do que o totalitarismo vivo. O cadáver do nazifascismo oculta o ogro filantrópico comunista, vivíssimo no mundo! A desproporção entre fantasia e realidade mostra a esquizofrenia sintomática das mentalidades atuais.

UnoAmérica pede ao Congresso e à Corte Suprema do Brasil para parar as ações de Lula em Honduras


Martes, 29 de Setiembre de 2009


Zelaya en la embajada de Brasil




















Politica
Carta ao senhores Deputados e Senadores do Congresso Nacional, e Magistrados da Corte Suprema de Justiça da República Federativa do Brasil.


Senhores,
Deputados e Senadores do Congresso Nacional Magistrados da Corte Suprema de Justiça
República Federativa do Brasil.

Tenho a honra de dirigir-me aos senhores na oportunidade de expor-lhes o seguinte:


O aval de Lula à operação que permitiu o regresso clandestino de Zelaya a Honduras –assim como o apoio logístico que a Embaixada do Brasil lhe presta, para que desde lá coordene ações destinadas a provocar uma guerra civil– afeta a estabilidade da região centro-americana e prejudica gravemente os interesses nacionais de vossa nação.


Aparentemente, as ações internacionais de Lula procuram defender a democracia e incrementar a presença do Brasil na América Latina. Entretanto, isso é só na aparência.


Na realidade, as manobras de Lula no exterior estão desenhadas para favorecer única e exclusivamente seus aliados do Foro de São Paulo [1], organização que pretende destruir as instituições de nossas nações e colocar o Poder Executivo acima dos demais poderes públicos, como ocorre na Bolívia, Equador e Venezuela, e como Zelaya pretendia fazer em Honduras.


Até agora Lula se comportou como um socialista “moderado”, porque as sólidas instituições brasileiras o impedem de atuar de outra forma. Todavia, a estratégia de Lula consiste em apoiar os radicais na periferia, para facilitar o avanço do socialismo radical dentro do vosso próprio país. Sem dúvida, Lula tem favorecido a Chávez de maneira inaceitável [2].


Para entender a relação tão estreita que existe entre Lula, Chávez e Zelaya, assim como o pano de fundo das manobras do governo brasileiro em Honduras, é de vital importância que vossas instituições tenham acesso às informações contidas nos computadores de Raúl Reyes.


Faço um respeitoso chamado a investigar seriamente por que o Congresso e a Corte Suprema de Honduras se viram obrigados – por mandato constitucional – a destituir Zelaya. Também me atrevo a sugerir-lhes que impeçam que o presidente Lula continue provocando conflitos em Honduras.


Sem outro particular a que fazer referência, aproveito para fazer-lhes chegar meus mais sinceros desejos pelo bem-estar e o progresso de vossa grande nação.


Muito atenciosamente,


Alejandro Peña Esclusa
Presidente de UnoAmérica


(1) Ver artigo - El Foro de Sao Paulo a los 16 años de fundado. Disponível em:


(2) Ver artigo - La verdad sobre Lula. Disponível em:


Tradução: Graça Salgueiro





PT réu

Fonte: INSTITUTO TEOTÔNIO VILELA
03/9/2007

Denis Lerrer Rosenfield

Cavaleiro do Templo: não há de novo sendo dito abaixo, quem acompanha este site de DIVULGAÇÃO sabe disto. Olavo de Carvalho, Graça Salgueiro, Heitor de Paula e tantos outros mostram faz alguns anos o que está escrito agora na grande mídia nacional. Vamos imaginar um outro cenário, um país onde os pesquisadores sérios com retaguarda histórica e muito estudo como os citados pudessem aparecer no Jornal Nacional ou no Jô Soares (desde que o Jô fossse amordaçado, claro) e onde as palavras COMUNISMO e SOCIALISMO fossem associados ao que de fato significam, ou seja, MISÉRIA, DESTRUIÇÃO, ASSASSINATOS EM MASSA e PODER ABSOLUTO PARA A CASTA MAIS IMUNDA QUE JÁ NASCEU SOBRE A FACE DA TERRA, OS REVOLUCIONÁRIOS. Não teríamos, muito provavelmente, chegado a conceder a Lula o direito de fazer o cafezinho para o time de futebol de mesa do bairro onde nasceu.


Acabou a pantomima: o PT foi para o banco dos réus. E, de banco em banco, o dinheiro foi circulando por diferentes mãos, dos petistas aos partidos aliados, numa movimentação "financeira" que deixou os cidadãos brasileiros perplexos. Triste fim para um partido que se defrontou com práticas suas que dizia, antanho, condenar.

O recebimento pelo Supremo da denúncia do procurador-geral da República, com votação majoritária dos juízes presentes, beirando a unanimidade, mostra um vigor dessa instituição que a credencia na defesa dos valores republicanos. Sua atuação foi ainda exponenciada pelo fato de muitos dos ministros serem de indicação do atual presidente da República, que não deixa, também, de ser atingido por essa decisão. À parte a demagogia de plantão, três ministros foram declarados culpados, dois de seu partido, e um deles, José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil, segundo homem na hierarquia governamental. No dizer do próprio presidente, o "capitão do time" foi indiciado como comandante de uma quadrilha. Qual quadrilha? A do PT, que, vorazmente, procurou tomar conta do aparelho do Estado em proveito próprio.

Não se trata de um fato banal. Os 40 inculpados são pessoas, em sua maioria, da base aliada e alguns faziam parte da direção partidária. Toda uma cúpula comparece ao banco dos réus, mostrando a íntima imbricação entre o partido e o governo, ou melhor, o seu governo, espécie de patrimônio seu. O discurso de que o partido não tem nada que ver com o que foi feito por sua cúpula não se sustenta minimamente. Se fosse verdade, a Comissão de Ética do partido deveria ter-se reunido, deveria tê-los julgado e expulsado, exibindo a sua isenção e a sua não-conivência. O partido teria saído engrandecido. Ao acobertar os fatos e, pior, não reconhecê-los, ele se mostrou conivente, e se tornou moralmente pequeno. Afinal, quem paga os advogados dos que foram indiciados? De onde vem o silêncio dos artífices do "mensalão"?

Um sinal dos mais eloqüentes da responsabilidade petista é a sua insistência em não realizar averiguação alguma do que aconteceu. Ao contrário, seus dirigentes não cessam de proclamar a inocência dos seus quadros. Alguns mais afoitos dizem tratar-se de uma obra de ficção, como se vivessem em Marte. O cinismo parece não ter limites, ao arrepio de qualquer confrontação com os fatos. A Comissão de Ética não chegou a se reunir. Primeiro, foi alegado que as investigações se fariam posteriormente. Depois, foram mandadas para as calendas gregas. Os dirigentes dizem que foram absolvidos pelas urnas, como se eleições fossem tribunais. A Comissão de Ética, na verdade, está abandonada às traças.

Pode-se, neste sentido, dizer que o PT morreu simbolicamente, embora não esteja morto eleitoralmente. Ele morreu simbolicamente por ter perdido bandeiras partidárias importantes, como a da ética na política. Ele sempre se colocou como um partido diferente dos outros por práticas assentadas na moralidade. No poder, mostrou ser todo o contrário do que apregoava. Inclusive, no vocabulário corrente, ser petista deixou de ter uma conotação positiva para ganhar uma negativa. O procurador-geral e os ministros falam, agora, de "quadrilha" e "bando", chegando mesmo a declarar que uma "organização criminosa" assaltou o Estado. Quando a língua em seu uso exibe tal mudança de significado, é porque algo se está produzindo também no falar dos cidadãos, na opinião pública. O PT tornou-se um partido que nivela por baixo a tradição de corrupção brasileira.

Não se pode identificar, sem mais, a corrupção do atual governo com a corrupção tradicional do Estado brasileiro.

Embora elas se possam confundir em várias práticas, não são da mesma natureza. A primeira é de cunho patrimonialista, restrita a algumas figuras e setores que se apropriam dos recursos públicos para o enriquecimento pessoal. Ela não atravessa organicamente todo o Estado. A segunda, apesar de poder também ser utilizada para finalidades privadas, é

basicamente partidária, voltada para enriquecer o partido e favorecer o seu projeto de poder e/ou de transformação da sociedade brasileira.

Ela é orgânica, sistemática. Sua manifestação mais clara é o loteamento do Estado por partidos e, em particular no primeiro mandato, para o PT predominantemente. Os cofres públicos foram, por assim dizer, tomados de assalto por esse partido e por seus aliados. Movimentos ditos sociais, dentre os quais se destacam a CUT e o MST, têm também se aproveitado - e muito - dessa situação. A proliferação de ONGs é uma outra exibição do desvio de recursos públicos.

O PT, em sua prática de governo, não empreendeu nenhuma revisão doutrinária, mantendo suas posições anticapitalistas e propugnando por um regime socialista no País. O "mensalão", na verdade, está fortalecendo essa sua posição. O argumento que a maior parte do partido está utilizando é o de que se trata de uma grande conspiração das "elites", da "direita" e dos "conservadores", orquestrada pela "mídia". Tal justificativa só tende a manter o PT em suas posições tradicionais, propiciando uma radicalização de sua postura e transmitindo-a aos "movimentos sociais".

A perda petista da virtude tem, porém, um profundo significado para a democracia brasileira. Enquanto o partido detinha o monopólio da virtude, os outros não se podiam contrapor eficazmente a ele nesse quesito, pois estavam, desde sempre, maculados. Era uma cruzada dos santos contra os infiéis. Agora, com a morte simbólica do PT, a ética se tornou independente dos critérios partidários e pode estruturar a cena pública e concretizar-se em instituições. A denúncia do procurador-geral e o seu recebimento pelo STF entram nesta linha de consideração ao privilegiar decisões jurídicas que coincidem com uma agenda moral. Eis a sua repercussão política propriamente dita.

Fonte: O Estadao de S. Paulo

Honduras - “Lula sería culpable de un baño de sangre” / Lula seria culpado pelo derramamento de sangue

Fonte: LA TRIBUNA
29 Septiembre, 2009

Tradução para o português aqui.

TEGUCIGALPA.- El Comisionado Nacional de los Derechos Humanos, Ramón Custodio, pidió a la Organización de Estados Americanos (OEA), a la Organización de las Naciones Unidas y al gobierno de Estados Unidos, que sean más respetuosos de la dignidad del pueblo hondureño.


Ramón Custodio López

Ramón Custodio López

“Esto sí lo quiero dejar bien claro, Honduras sigue siendo un Estado, sigue siendo un pueblo y nos debe respetar tanto la OEA como la ONU y cualquier otro gobierno”, dijo el funcionario.


“El gobernante brasileño tiene que responder ante un foro internacional, en algún momento, y si llega haber algún baño de sangre, en este país, por la culpa del señor Lula, será responsable y podemos ir a los tribunales penales internacionales para acusarlo de cualquier acto y derramamiento de sangre hondureña, de cualquier bando que sea”.


“No, entiendo que esto es una forma de reacción, no creo que tenga una política y lo voy a decir con toda la palabra, yo no sería la persona que me prestaría a convertir a Honduras en una Venezuela y lo digo así claramente, estoy en contra de las restricciones a la libertad de expresión en Venezuela como lo estoy en Tegucigalpa y en Honduras”.


“Esa es mi diferencia con otros que ven los derechos humanos de manera parcial y tergiversada. O se está por la libertad de expresión o se está en contra de ella”.


Consultado si habría algún interés del gobierno de cerrar algunos medios de comunicación, el ombudsman hondureño no dudó en responder que está en contra de las restricciones a la libertad de expresión y que nunca se va a prestar para convertir a Honduras en una Venezuela.


“Yo no sería la persona que me prestaría a convertir a Honduras en una Venezuela y lo digo así claramente, estoy en contra de las restricciones a la libertad de expresión en Venezuela como lo estoy en Tegucigalpa y en Honduras”, afirmó.


Agregó que esa es la diferencia entre él y otros que ven los derechos humanos de manera parcial y tergiversada y que en este país o se está por la libertad de expresión o se está en contra de ella.

Pantomima

Fonte: ESTADÃO
Segunda-Feira, 28 de Setembro de 2009

“Mas o psicopata não é um doente mental da forma como nós o entendemos. O doente mental é o psicótico, que sofre com delírios, alucinações e não tem ciência do que faz. Vive uma realidade paralela. Se matar, terá atenuantes. O psicopata sabe exatamente o que está fazendo. Ele tem um transtorno de personalidade. É um estado de ser no qual existe um excesso de razão e ausência de emoção. Ele sabe o que faz, com quem e por quê. Mas não tem empatia, a capacidade de se pôr no lugar do outro.”

Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva

Psiquiatra e escritora, diretora das clínicas Medicina do Comportamento, no Rio e em São Paulo, onde atende pacientes e supervisiona tratamentos.


A pantomima parece não ter limites. A política exterior brasileira está enveredando, perigosamente, pelos caminhos bolivarianos, ditatoriais, que rompem com décadas de neutralidade e não-ingerência em assuntos de outros países. O caso de Honduras é particularmente aterrador, pois, em nome da democracia totalitária, estão assentando as bases de supressão da liberdade.

Façamos, primeiro, um breve retrospecto. Lula e Celso Amorim realizaram, nos últimos anos, périplos por países africanos que têm em comum o menosprezo pela democracia e pelas liberdades em geral. Trata-se de países ditatoriais que foram considerados pelo nosso governo dignos parceiros de reconhecimento internacional. O ex-terrorista e ditador líbio, Muamar Kadafi, chegou a ser considerado como um irmão. Irmão de quê? De empreitadas ditatoriais, de uma pessoa há décadas no poder e exercendo uma dominação inflexível sobre o seu próprio povo.

Seguindo a mesma linha, a diplomacia brasileira permaneceu silenciosa sobre o genocídio do Sudão, onde mais de 200 mil pessoas foram assassinadas, não contabilizando as pessoas esquartejadas, mutiladas e estupradas. Em nome de quê? Da não-ingerência nos assuntos de outros Estados. Qual foi, então, o recado? Assassinar seu próprio povo pode, em nome da soberania interna.

O caso do Irã do "presidente" Mahmoud Ahmadinejad foi - e continua - escandaloso. As eleições foram fraudadas, o povo iraniano foi às ruas, até alguns aiatolás já não suportam o despotismo em vigor no país, pessoas foram torturadas e assassinadas em prisões. E o governo brasileiro contentou-se em dizer que se tratava de um mero jogo de futebol, em que os perdedores tinham ficado insatisfeitos. Na ONU, Lula, agora, reiterou a mesma posição de menosprezo aos direitos humanos. Temos uma prova tangível da podridão dessa esquerda que traiu inclusive os ideais de Marx. Fechou questão com o islamismo totalitário. Como se não bastasse, um "presidente" que se caracteriza pelo antissemitismo militante, propugnando pela eliminação do Estado de Israel, é convidado a visitar o Brasil. Provavelmente, em nome de uma qualquer "solidariedade" internacional, a dos déspotas.

Diante desse quadro, que é um quadro de horror, a "nossa" diplomacia, ou melhor, a "deles", dos bolivarianos com afinidades totalitárias, patrocina e é conivente com a volta de Manuel Zelaya a Honduras. Só um tolo acreditaria nas palavras de "diplomatas" (sic!) segundo os quais o Brasil só soube do ingresso do ex-presidente bolivariano, de tendências golpistas "democráticas", quando já tinha ingressado naquele país. Ainda, conforme nosso "chefe" do Itamaraty, deu-lhe "boas-vindas", oferecendo-lhe a hospitalidade brasileira. Pelo menos Zelaya e sua mulher foram "honestos" ao agradecerem ao chanceler Amorim e ao presidente Lula o seu apoio.

Para acreditar na versão oficial é necessário acreditar em duendes. Os cidadãos brasileiros são tidos por crédulos, mal informados, ou melhor, tolos. Nada bate com nada nas versões oferecidas, salvo o seu objetivo de dar o máximo de sustentação ao projeto bolivariano do golpista fracassado Zelaya. O que é para eles insuportável é que ações inconstitucionais tenham sido abortadas pela Corte Suprema daquele país, pelo Legislativo e pelos militares. Querem encobrir tudo isso dizendo que se tratou de um "golpe militar", que a América Latina não pode mais suportar.

O que pode a América Latina suportar?

Deve suportar a subversão da democracia por meios democráticos, com destaque para eleições e assembleias constituintes. Deve suportar a eliminação da divisão de Poderes, com "líderes máximos" solapando progressivamente todas as instituições representativas. Deve suportar a eliminação da liberdade de imprensa, num cenário liberticida que relembra a vereda totalitária de uma esquerda que nem mais sabe o significado de valores universais. As palavras começam a perder seu sentido, ganhando um novo, que guarda uma remota ligação com seu significado originário.

A diplomacia brasileira fala que concedeu refúgio a Zelaya. Como assim? Ele estava sendo perseguido dentro de seu próprio país? Precisa de asilo? Ora, trata-se de uma pessoa que foi obrigada a deixar o poder por conspirar contra a Constituição. Por isso foi conduzido para fora de seu próprio país, sem que tivesse sofrido dano físico nem tenha estado sua vida em perigo. O que a diplomacia brasileira fez foi patrocinar sua volta a Honduras, em aliança com Hugo Chávez, que reconheceu ter organizado toda a operação. O Brasil atrelou-se à Venezuela. A diplomacia brasileira está ingerindo nos assuntos internos de outro país, numa escancarada violação da Constituição brasileira, das Cartas da OEA e da ONU.

Numa completa tergiversação, o chanceler Amorim pede que o governo de Honduras não pratique nenhuma violência contra o bolivariano Zelaya. Ora, é a diplomacia brasileira que está suscitando violência e tumulto naquele país. Os mortos já se contam. Os bolivarianos estão entrincheirados na embaixada, a partir da qual fazem manifestações públicas e organizam os seus partidários para levar a cabo o seu projeto de subversão da democracia. Como são politicamente corretos, dizem estar defendendo a democracia.

Na subversão do sentido das palavras, clamam que não reconhecerão as eleições em curso. Como assim? Porque elas estavam previstas na Constituição, antes mesmo da deposição de Zelaya? Não faz o menor sentido! As eleições seguem um cronograma constitucional, num regime de plenas liberdades, em particular de imprensa e partidária. É precisamente isso que se torna insuportável para esses socialistas autoritários.

Os países que parecem encantados com os cantos bolivarianos, como os EUA e os países europeus, estão cortando as fontes de financiamento desse pequeno país resistente. Enquanto isso, Lula negocia com Obama o fim do embargo comercial a Cuba. Deve estar fazendo isso em nome da democracia!

Denis Lerrer Rosenfield é professor de Filosofia na UFRGS.

Novas enquetes no BLOG DO CLAUSEWITZ

Pessoal, vamos lá responder/votar?


A deposição de Zelaya foi um golpe de estado? O governo petista apoiou a entrada de Zelaya em Honduras? Você concorda com o homizio (esconderijo) de Zelaya na embaixada brasileira em Tegucicalpa? Lula da Silva merece o impeachment por seu comprometimento com a causa de Zelaya? Por todas as ações já tornadas a efeito no foro de São Paulo, quem você acha que é o chefão? eis as perguntas que compõem o novo jogo de enquetes do Blog do Clausewitz... vote e participe do jogo democrático que dá a verdadeira desaprovação às ratazanas palacianas que não param de gargalhar de nós, contribuintes dizimistas cansados de bancar a desordem e o descompromisso para com nosso povo e nossa nação... mas vote logo e divulgue se achar interessante...

Olavo de Carvalho: O Brasil perante os Conflitos da Nova Ordem Mundial

Olavo de Carvalho.

O Brasil perante os Conflitos da Nova Ordem Mundial: Oportunidades e Desafios.

Palestra proferida pelo filósofo, jornalista,escritor e professor Olavo de Carvalho no dia 6 de agosto de 2004, no Salão Nobre da OAB SP.

Aqui entende-se porque comunista "pré-revolucão" está sempre cheio de dinheiro. Ele vem dos que o professor chama de "metacapitalistas", multi-milionários que enriqueceram no capitalismo mas que não querem mais correr o risco que existe de perder seu capital. Deixaram, portanto, de ser capitalistas (não aceitam mais as leis de mercado), e agora querem ser dinásticos. E o comunismo, por ser uma armadilha para enganar a todos para se tomar o PODER eliminando as estruturas da sociedade e instalando um grupo dinástico no comando do Estado, é uma ótima ferramenta para os "metacapitalistas" atingirem seus objetivos.

Esta aliança entre sociopatas de direita e de esquerda de diversos matizes é um dos processos de onde nasce a NOVA ORDEM MUNDIAL. A China já é assim. Metacapitalistas são os donos do poder, dos chineses e do capital. Além disto, nos sistemas ditos comunistas não existe as leis de mercado mas nunca deixou de existir um capitalismo disfarçado feito na base do chicote no lombo dos escravos, o que também é perfeito para os "metacapitalistas". A União Soviética era assim e como diz Olavo é fácil perceber isto. Diz ele que "no dia seguinte ao fim da URSS apareceram milionários russos fazendo negócios pelo mundo afora. Ora, como pode-se ter gente rica onde EM TESE não existia propriedade privada dos bens de produção?".

É uma bela aula, assistam.

JOSÉ MARIA NEVES RIDES AGAIN!

Fonte: HEITOR DE PAOLA



O Líder da informação em Cabo Verde


A Coluna de Casimiro de Pina



JOSÉ MARIA NEVES RIDES AGAIN!


O mandato do chefe do Governo está a chegar ao fim.

Com que resultados? Uma taxa de desemprego muito elevada e uma incapacidade de reformar quase mítica, que impressiona qualquer cidadão minimamente vigilante.

Os nossos antepassados já inventaram a fórmula que melhor define a inépcia do actual Governo: “Muita parra, pouca uva”. Faz-se muito teatro, mas governa-se mal.

Nenhuma “grande reforma” saiu do papel. A Justiça é um caso paradigmático. Com a sra. Marisa Morais à testa, a coisa afundou-se num “legalês” sem presente nem futuro, protegendo o inadmissível e ocultando crimes e vilanias. Ninguém acredita nessa fachada imoral.

Qual é o País do mundo em que um Primeiro-Ministro comete, num só dia, meia dúzia de crimes e a “justiça” mantém-se quietinha e inactiva perante o facto? Somália? Patagónia?

Não, a República de Cabo Verde, modelo, vejam só, de “transparência” e “boa governação” e um dos países “mais democráticos” do mundo (José Maria Pereira Neves dixit)!

Com as cores da mistificação, o poder constrói, assim, o seu castelo de cartas. O segredo é você não questionar nada, manter-se crédulo, confiar nos sicofantas e absorver as “maravilhas” que o discurso oficial vende diariamente na imprensa, com o seu “marketing” vibrante e enganador!

A impostura não resiste, porém, ao mais leve confronto com os factos. Em nenhuma área de governação. O edifício é imponente, mas podre e insustentável, curiosamente...

Uma suave melancolia percorre, pois, os corredores da Neveslândia e atormenta a consciência dos seus “homens de mão”! Sabe-se que o País continua a braços com dificuldades típicas do Terceiro Mundo. A água e a energia eléctrica faltam até na capital do País. Vende-se gato por lebre. Escondem-se trapalhadas e desacertos.

O Governo oferece o litoral aos amigos e “autoriza” a Câmara Municipal da Praia a carimbar o lindo negócio!

Não é só a corrupção e a “economia pirata” (sic) denunciada, numa entrevista notável, pelo economista Paulo Monteiro Jr..

É o espírito mesmo da Neveslândia que está irremediavelmente perdido. Recuperam-se, inclusive, velhas ideias da época estalinista.

Di-lo José Maria Neves em tom magistral, ao apresentar a sua “nova” plataforma programática: o PAICV é o “portador do futuro”. Ou seja, o detentor da “chave da História”, tendo recebido – talvez por testamento divino! - o privilégio único de “guiar” o povo nas brumas de um tempo conturbado…

O “sistema”, tão bem montado pelos compadres e camaradas, tão bem cerzido pelos escritórios de propaganda, chega, deste modo, ao fim. Nada deterá a sua marcha.

Os violinos, como no célebre naufrágio do Titanic, soltam melodias sem cessar. O ambiente é de festa. O barco, esse, afunda-se…



CASIMIRO DE PINA
é Jurista, natural da República de Cabo Verde, colaborador de vários jornais do seu País - Terra Nova, Expresso das Ilhas e Liberal - das revistas jurídicas Direito e Cidadania e Boletim da Ordem dos Advogados. No momento faz curso de pós-graduação em ciências jurídicas em Macau

terça-feira, 29 de setembro de 2009

PARECIA PATO, ANDAVA COMO PATO, GRASNAVA COMO PATO…

Fonte: BLOG REINALDO AZEVEDO
terça-feira, 29 de setembro de 2009

É, meninos, vejam vocês como são as coisas. O jornalismo precisa tomar uma cinco doses de democracia a mais para reagir no tempo certo. Leiam o que segue.


Clóvis Rossi na Folha:
Se eu fosse do governo brasileiro, chamaria o capitão Nascimento, o personagem desse excelente ator que é Wagner Moura em “Tropa de Elite”, para dizer “pede para sair, Zelaya”. É a única solução para acabar com o esculacho na missão em Tegucigalpa.

Tudo bem condenar o golpe contra Manuel Zelaya em Honduras. Tudo bem também com a concessão pela embaixada brasileira de abrigo, hospedagem ou como se queira chamar, ao presidente vítima de um golpe mal disfarçado em ato constitucional.

Mas é demais deixar que o hóspede vire dono da casa, como está demonstrado nos textos desse brilhante repórter chamado Fabiano Maisonnave. Pior ainda é deixar que Zelaya faça, de território brasileiro, convocações para a resistência, o que não viola apenas as normas que caracterizam o asilo (pode não ser tecnicamente asilo o status de Zelaya, mas equivale a ele e o seu comportamento, por extensão, também tem que ser equivalente). Aqui


Editorial da Folha
O ENVOLVIMENTO do Brasil na crise hondurenha foi além do razoável, e provavelmente o Itamaraty já perdeu a capacidade de mediar o impasse. É preciso dar um passo atrás e recuperar a equidistância em relação seja à intransigência de um governo ilegítimo, seja a uma plataforma, dita bolivariana, descompromissada com a democracia.

O Brasil perdeu o mando sobre sua embaixada em Tegucigalpa. A casa está ocupada por cerca de 60 militantes, que acompanham o presidente deposto, Manuel Zelaya. Devido à omissão do governo brasileiro, Zelaya e seu séquito transformaram uma representação diplomática estrangeira numa tribuna e num escritório político privilegiados.

O salvo-conduto para o proselitismo chegou ao ápice no sábado. De dentro da embaixada brasileira, Zelaya conclamou a população do país à revolta. Se o Brasil considera o presidente deposto seu “hóspede”, deve impor-lhe a regra fundamental da hospitalidade diplomática: calar-se sobre temas políticos internos. Do contrário, caracteriza-se intromissão de um país estrangeiro em assuntos domésticos hondurenhos. Aqui


ABAIXO, O PRIMEIRO TEXTO ESCRITO AQUI SOBRE A OCUPAÇÃO DA EMBAIXADA BRASILEIRA, NO DIA EM QUE ELA SE DEU. VOLTO AO FIM DE TUDO.


Política externa asquerosa - Brasil investe na guerra civil em Honduras
segunda-feira, 21 de setembro de 2009 | 17:11


Lula está em Nova York e vai falar na Assembléia Geral da ONU. Em seu discurso, vai cobrar o fim do embargo americano a Cuba, uma ditadura odienta, sem pedir qualquer contrapartida aos irmãos Castro. O princípio geral em que se sustenta a tese brasileira é o da autodeterminação dos povos. Pois bem: o país acaba de dar um passo que Celso Amorim certamente classificará de “corajoso”, “ousado” e adjetivos afins: Manuel Zelaya, ex-presidente de Honduras, está abrigado na embaixada do Brasil em Tegucigalpa.


Isso quer dizer que Brasília decidiu entrar para valer na história. O Brasil mergulha de cabeça na política interna de outro país sem ouvir nem mesmo seus parceiros em entidades multilaterais - ONU, OEA ou aquela patética Unasul. Chávez e Daniel Ortega certamente sabiam de tudo e deram o suporte material para o bandoleiro golpista cruzar a fronteira da Nicarágua com Honduras. O Brasil se torna protagonista do conflito. Desta vez, Lula e Amorim foram longe demais.


Uma embaixada receber um político refugiado em decorrência de disputas políticas é coisa bem diferente de patrocinar o seu retorno ao país, quando a conseqüência dessa volta pode ser a guerra civil. Ao chamado “governo de fato” de Honduras, Amorim e Lula querem impor a “volta de fato” de Zelaya. Só que há aí uma pequena diferença: o ex-presidente foi deposto por hondurenhos, mas quem quer reinstalá-lo à força no poder é o governo do Brasil -em consonância com os bolivarianos, é claro.


Notem que o fato coincide com a presença de Lula e Amorim em Nova York. É um momento de “protagonismo” do Brasil. O nosso protagonismo consiste em insuflar a guerra civil num país, tomando uma decisão de notável irresponsabilidade. Tanto pior se descobrirmos que se tratou de uma ação concertada seja lá com quem for, incluindo-se aí o governo americano. Nesse caso, o Brasil teria se oferecido para fazer o serviço sujo. Pesem bem: qual seria o passo seguinte? Uma intervenção armada?


Trata-se de mais um passo da asquerosa política externa brasileira, levada a efeito por Celso Amorim. Não é por acaso que seus subordinados, no Itamaraty, só se referem a ele, reservadamente, como “Megalonanico”.


Encerro

Por que eu jamais tive dúvida sobre a estupidez do Brasil? Ora, pensei assim: “Se anda como pato, se tem bico de pato, se grasna como pato, se tem pena de pato, então é Celso Amorim”.


Aí acertei em cheio! É simples.

IMPEACHMENT PARA CELSO AMORIM. JÁ! O DE LULA, A GENTE PODE DEBATER

Fonte: BLOG REINALDO AZEVEDO
terça-feira, 29 de setembro de 2009

Com segurança absoluta, desde o primeiro dia da deposição do golpista Manuel Zelaya, afirmei que se cumpria a Constituição em Honduras. Meu post desta madrugada aguarda contestação competente. Até agora, nada! É bobagem me xingar. Tentem provar que o que está lá não está lá. Agora, demonstro por A + B, de maneira lógica, fundamentada apenas em textos legais, que o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, tem de ser alvo de um processo de impeachment. Agora! Não depois! E dá, é claro, para debater o impedimento de Lula também.

A Constituição de Honduras está em vigência. A do Brasil também. Não só ela. A Lei 1079, que deu origem ao processo que resultou na renúncia de Fernando Collor, continua a valer. Ela trata justamente do impedimento do presidente da República e de ministros de estado. A íntegra está aqui. Combinando o que dispõe o artigo 4º desta lei com o também artigo 4º da Constituição, Amorim tem de ser alvo de um processo de impeachment.


Basta que alguém se disponha a tomar as devidas providências. Vamos ver? Leiam trecho da Lei 1079:

Do Presidente da República e Ministros de Estado

Art. 1º São crimes de responsabilidade os que esta lei especifica.

Art. 2º Os crimes definidos nesta lei, ainda quando simplesmente tentados, são passíveis da pena de perda do cargo, com inabilitação, até cinco anos, para o exercício de qualquer função pública, imposta pelo Senado Federal nos processos contra o Presidente da República ou Ministros de Estado, contra os Ministros do Supremo Tribunal Federal ou contra o Procurador Geral da República.

Art. 3º A imposição da pena referida no artigo anterior não exclui o processo e julgamento do acusado por crime comum, na justiça ordinária, nos termos das leis de processo penal.

Art. 4º São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentarem contra a Constituição Federal, e, especialmente (…)


Viram? Presidente ou ministro de Estado que atentem - ou que simplesmente tente.m fazê-lo.. - contra a Constituição perde o cargo (ver post seguinte). Agora vamos ler o que dispõe o Artigo 4º da Constituição:


Art. 4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios:
I - independência nacional;
II - prevalência dos direitos humanos;
III - autodeterminação dos povos;
IV - não-intervenção;
V - igualdade entre os Estados;
VI - defesa da paz;
VII - solução pacífica dos conflitos;
VIII - repúdio ao terrorismo e ao racismo;
IX - cooperação entre os povos para o progresso da humanidade;
X - concessão de asilo político.

Parágrafo único. A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações.


Como se nota, a postura do Brasil em Honduras, além de violar a Convenção de Viena e o Acordo da OEA de maneira escancarada, também viola os incisos IV, V, VI, VII e o Parágrafo Único do artigo 4º da Constituição. E isso, segundo a Lei 1079, torna Amorim e Lula passíveis de processo de impeachment.


Duvido que haja algum jurista no país que possa provar que estou errado. Aliás, a OAB - Ordem dos Advogados do Brasil - poderia cuidar já dessa questão, não é? Alô, doutor Cezar Britto, chegou a hora de agir.


Em defesa da Constituição do Brasil!


Passem adiante este post. Estamos falando de Constituição e leis. Elas têm de valer em Honduras. Elas têm de valer no Brasil.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".