Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Sordidez criminosa

Ministro da Educação é comunista/socialista
“Mas o psicopata não é um doente mental da forma como nós o entendemos. O doente mental é o psicótico, que sofre com delírios, alucinações e não tem ciência do que faz. Vive uma realidade paralela. Se matar, terá atenuantes. O psicopata sabe exatamente o que está fazendo. Ele tem um transtorno de personalidade. É um estado de ser no qual existe um excesso de razão e ausência de emoção. Ele sabe o que faz, com quem e por quê. Mas não tem empatia, a capacidade de se pôr no lugar do outro.”
Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva
Psiquiatra e escritora, diretora das clínicas Medicina do Comportamento, no Rio e em São Paulo, onde atende pacientes e supervisiona tratamentos.
“...E só foi possível graças a uma ação política de companheiros. Não era uma ação política de um Estado com outro Estado, ou de um presidente com outro presidente...”
“...Foi assim que nós pudemos atuar junto a outros países com os nossos companheiros do movimento social, dos partidos daqueles países, do movimento sindical, sempre utilizando a relação construída no Foro de São Paulo para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política...”
Discurso do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no ato político de celebração aos 15 anos do Foro de São Paulo
Fonte: site do Palácio do Planalto
A PRÓPRIA LEI 1.079 ESPECIFICA A RAZÃO PARA O IMPEACHMENT DE AMORIM
Um amigo, especialista em leis, me telefona para fazer uma observação absolutamente pertinente. O impeachment de Celso Amorim — e, por que não?, do chefe dele — nem precisa do concurso do artigo 4º da Constituição; sempre deixando claro que Amorim está jogando no lixo o referido artigo.
A própria Lei 1.079, a chamada Lei do Impeachment, já especifica o caso em que incorrem os dois valentes. No capítulo “Dos Crimes Contra a Existência da União”, temos lá claramente expresso o Inciso 3 (que deveria estar em algarismo romano…) do Artigo 5º. Leiam:
Art. 5º São crimes de responsabilidade contra a existência política da União:
(…)
3 - cometer ato de hostilidade contra nação estrangeira, expondo a República ao perigo da guerra, ou comprometendo-lhe a neutralidade;
Fim de papo. O ato do Brasil em Honduras é hostil e comprometeu a neutralidade do Brasil.
Impeachment já para Celso Amorim!
PS: Vou alterar o meu post original para que possa constar em arquivo com o devido complemento.
Totalitarismos mortos e vivos: O que a Veja não disse...
MEDIA WATCH - OUTROS
Os jornalistas ainda chegam a presumir que a ligação do movimento revolucionário com o narcotráfico na América Latina seria uma espécie de aberração, não uma parte essencialmente criminosa da militância comunista. Ou seja, os jornalistas santificam a esquerda e dão o aval de afirmar, categoricamente, que ela é partidária da democracia.

UnoAmérica pede ao Congresso e à Corte Suprema do Brasil para parar as ações de Lula em Honduras


| Zelaya en la embajada de Brasil |
Politica Carta ao senhores Deputados e Senadores do Congresso Nacional, e Magistrados da Corte Suprema de Justiça da República Federativa do Brasil.
Senhores,
Deputados e Senadores do Congresso Nacional Magistrados da Corte Suprema de Justiça
República Federativa do Brasil.
Tenho a honra de dirigir-me aos senhores na oportunidade de expor-lhes o seguinte:
PT réu
Honduras - “Lula sería culpable de un baño de sangre” / Lula seria culpado pelo derramamento de sangue

Ramón Custodio López
“Esto sí lo quiero dejar bien claro, Honduras sigue siendo un Estado, sigue siendo un pueblo y nos debe respetar tanto la OEA como la ONU y cualquier otro gobierno”, dijo el funcionario.
“El gobernante brasileño tiene que responder ante un foro internacional, en algún momento, y si llega haber algún baño de sangre, en este país, por la culpa del señor Lula, será responsable y podemos ir a los tribunales penales internacionales para acusarlo de cualquier acto y derramamiento de sangre hondureña, de cualquier bando que sea”.
“No, entiendo que esto es una forma de reacción, no creo que tenga una política y lo voy a decir con toda la palabra, yo no sería la persona que me prestaría a convertir a Honduras en una Venezuela y lo digo así claramente, estoy en contra de las restricciones a la libertad de expresión en Venezuela como lo estoy en Tegucigalpa y en Honduras”.
“Esa es mi diferencia con otros que ven los derechos humanos de manera parcial y tergiversada. O se está por la libertad de expresión o se está en contra de ella”.
Consultado si habría algún interés del gobierno de cerrar algunos medios de comunicación, el ombudsman hondureño no dudó en responder que está en contra de las restricciones a la libertad de expresión y que nunca se va a prestar para convertir a Honduras en una Venezuela.
“Yo no sería la persona que me prestaría a convertir a Honduras en una Venezuela y lo digo así claramente, estoy en contra de las restricciones a la libertad de expresión en Venezuela como lo estoy en Tegucigalpa y en Honduras”, afirmó.
Agregó que esa es la diferencia entre él y otros que ven los derechos humanos de manera parcial y tergiversada y que en este país o se está por la libertad de expresión o se está en contra de ella.
Pantomima
Segunda-Feira, 28 de Setembro de 2009
“Mas o psicopata não é um doente mental da forma como nós o entendemos. O doente mental é o psicótico, que sofre com delírios, alucinações e não tem ciência do que faz. Vive uma realidade paralela. Se matar, terá atenuantes. O psicopata sabe exatamente o que está fazendo. Ele tem um transtorno de personalidade. É um estado de ser no qual existe um excesso de razão e ausência de emoção. Ele sabe o que faz, com quem e por quê. Mas não tem empatia, a capacidade de se pôr no lugar do outro.”
Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva
Psiquiatra e escritora, diretora das clínicas Medicina do Comportamento, no Rio e em São Paulo, onde atende pacientes e supervisiona tratamentos.
Novas enquetes no BLOG DO CLAUSEWITZ
A deposição de Zelaya foi um golpe de estado? O governo petista apoiou a entrada de Zelaya em Honduras? Você concorda com o homizio (esconderijo) de Zelaya na embaixada brasileira em Tegucicalpa? Lula da Silva merece o impeachment por seu comprometimento com a causa de Zelaya? Por todas as ações já tornadas a efeito no foro de São Paulo, quem você acha que é o chefão? eis as perguntas que compõem o novo jogo de enquetes do Blog do Clausewitz... vote e participe do jogo democrático que dá a verdadeira desaprovação às ratazanas palacianas que não param de gargalhar de nós, contribuintes dizimistas cansados de bancar a desordem e o descompromisso para com nosso povo e nossa nação... mas vote logo e divulgue se achar interessante...
Olavo de Carvalho: O Brasil perante os Conflitos da Nova Ordem Mundial
JOSÉ MARIA NEVES RIDES AGAIN!

O Líder da informação em Cabo Verde
A Coluna de Casimiro de Pina
O mandato do chefe do Governo está a chegar ao fim.
Com que resultados? Uma taxa de desemprego muito elevada e uma incapacidade de reformar quase mítica, que impressiona qualquer cidadão minimamente vigilante.
Os nossos antepassados já inventaram a fórmula que melhor define a inépcia do actual Governo: “Muita parra, pouca uva”. Faz-se muito teatro, mas governa-se mal.
Nenhuma “grande reforma” saiu do papel. A Justiça é um caso paradigmático. Com a sra. Marisa Morais à testa, a coisa afundou-se num “legalês” sem presente nem futuro, protegendo o inadmissível e ocultando crimes e vilanias. Ninguém acredita nessa fachada imoral.
Qual é o País do mundo em que um Primeiro-Ministro comete, num só dia, meia dúzia de crimes e a “justiça” mantém-se quietinha e inactiva perante o facto? Somália? Patagónia?
Não, a República de Cabo Verde, modelo, vejam só, de “transparência” e “boa governação” e um dos países “mais democráticos” do mundo (José Maria Pereira Neves dixit)!
Com as cores da mistificação, o poder constrói, assim, o seu castelo de cartas. O segredo é você não questionar nada, manter-se crédulo, confiar nos sicofantas e absorver as “maravilhas” que o discurso oficial vende diariamente na imprensa, com o seu “marketing” vibrante e enganador!
A impostura não resiste, porém, ao mais leve confronto com os factos. Em nenhuma área de governação. O edifício é imponente, mas podre e insustentável, curiosamente...
Uma suave melancolia percorre, pois, os corredores da Neveslândia e atormenta a consciência dos seus “homens de mão”! Sabe-se que o País continua a braços com dificuldades típicas do Terceiro Mundo. A água e a energia eléctrica faltam até na capital do País. Vende-se gato por lebre. Escondem-se trapalhadas e desacertos.
O Governo oferece o litoral aos amigos e “autoriza” a Câmara Municipal da Praia a carimbar o lindo negócio!
Não é só a corrupção e a “economia pirata” (sic) denunciada, numa entrevista notável, pelo economista Paulo Monteiro Jr..
É o espírito mesmo da Neveslândia que está irremediavelmente perdido. Recuperam-se, inclusive, velhas ideias da época estalinista.
Di-lo José Maria Neves em tom magistral, ao apresentar a sua “nova” plataforma programática: o PAICV é o “portador do futuro”. Ou seja, o detentor da “chave da História”, tendo recebido – talvez por testamento divino! - o privilégio único de “guiar” o povo nas brumas de um tempo conturbado…
O “sistema”, tão bem montado pelos compadres e camaradas, tão bem cerzido pelos escritórios de propaganda, chega, deste modo, ao fim. Nada deterá a sua marcha.
Os violinos, como no célebre naufrágio do Titanic, soltam melodias sem cessar. O ambiente é de festa. O barco, esse, afunda-se…
CASIMIRO DE PINA é Jurista, natural da República de Cabo Verde, colaborador de vários jornais do seu País - Terra Nova, Expresso das Ilhas e Liberal - das revistas jurídicas Direito e Cidadania e Boletim da Ordem dos Advogados. No momento faz curso de pós-graduação em ciências jurídicas em Macau
terça-feira, 29 de setembro de 2009
PARECIA PATO, ANDAVA COMO PATO, GRASNAVA COMO PATO…
É, meninos, vejam vocês como são as coisas. O jornalismo precisa tomar uma cinco doses de democracia a mais para reagir no tempo certo. Leiam o que segue.
Clóvis Rossi na Folha:
Se eu fosse do governo brasileiro, chamaria o capitão Nascimento, o personagem desse excelente ator que é Wagner Moura em “Tropa de Elite”, para dizer “pede para sair, Zelaya”. É a única solução para acabar com o esculacho na missão em Tegucigalpa.
Tudo bem condenar o golpe contra Manuel Zelaya em Honduras. Tudo bem também com a concessão pela embaixada brasileira de abrigo, hospedagem ou como se queira chamar, ao presidente vítima de um golpe mal disfarçado em ato constitucional.
Mas é demais deixar que o hóspede vire dono da casa, como está demonstrado nos textos desse brilhante repórter chamado Fabiano Maisonnave. Pior ainda é deixar que Zelaya faça, de território brasileiro, convocações para a resistência, o que não viola apenas as normas que caracterizam o asilo (pode não ser tecnicamente asilo o status de Zelaya, mas equivale a ele e o seu comportamento, por extensão, também tem que ser equivalente). Aqui
Editorial da Folha
O ENVOLVIMENTO do Brasil na crise hondurenha foi além do razoável, e provavelmente o Itamaraty já perdeu a capacidade de mediar o impasse. É preciso dar um passo atrás e recuperar a equidistância em relação seja à intransigência de um governo ilegítimo, seja a uma plataforma, dita bolivariana, descompromissada com a democracia.
O Brasil perdeu o mando sobre sua embaixada em Tegucigalpa. A casa está ocupada por cerca de 60 militantes, que acompanham o presidente deposto, Manuel Zelaya. Devido à omissão do governo brasileiro, Zelaya e seu séquito transformaram uma representação diplomática estrangeira numa tribuna e num escritório político privilegiados.
O salvo-conduto para o proselitismo chegou ao ápice no sábado. De dentro da embaixada brasileira, Zelaya conclamou a população do país à revolta. Se o Brasil considera o presidente deposto seu “hóspede”, deve impor-lhe a regra fundamental da hospitalidade diplomática: calar-se sobre temas políticos internos. Do contrário, caracteriza-se intromissão de um país estrangeiro em assuntos domésticos hondurenhos. Aqui
ABAIXO, O PRIMEIRO TEXTO ESCRITO AQUI SOBRE A OCUPAÇÃO DA EMBAIXADA BRASILEIRA, NO DIA EM QUE ELA SE DEU. VOLTO AO FIM DE TUDO.
Política externa asquerosa - Brasil investe na guerra civil em Honduras
segunda-feira, 21 de setembro de 2009 | 17:11
Lula está em Nova York e vai falar na Assembléia Geral da ONU. Em seu discurso, vai cobrar o fim do embargo americano a Cuba, uma ditadura odienta, sem pedir qualquer contrapartida aos irmãos Castro. O princípio geral em que se sustenta a tese brasileira é o da autodeterminação dos povos. Pois bem: o país acaba de dar um passo que Celso Amorim certamente classificará de “corajoso”, “ousado” e adjetivos afins: Manuel Zelaya, ex-presidente de Honduras, está abrigado na embaixada do Brasil em Tegucigalpa.
Isso quer dizer que Brasília decidiu entrar para valer na história. O Brasil mergulha de cabeça na política interna de outro país sem ouvir nem mesmo seus parceiros em entidades multilaterais - ONU, OEA ou aquela patética Unasul. Chávez e Daniel Ortega certamente sabiam de tudo e deram o suporte material para o bandoleiro golpista cruzar a fronteira da Nicarágua com Honduras. O Brasil se torna protagonista do conflito. Desta vez, Lula e Amorim foram longe demais.
Uma embaixada receber um político refugiado em decorrência de disputas políticas é coisa bem diferente de patrocinar o seu retorno ao país, quando a conseqüência dessa volta pode ser a guerra civil. Ao chamado “governo de fato” de Honduras, Amorim e Lula querem impor a “volta de fato” de Zelaya. Só que há aí uma pequena diferença: o ex-presidente foi deposto por hondurenhos, mas quem quer reinstalá-lo à força no poder é o governo do Brasil -em consonância com os bolivarianos, é claro.
Notem que o fato coincide com a presença de Lula e Amorim em Nova York. É um momento de “protagonismo” do Brasil. O nosso protagonismo consiste em insuflar a guerra civil num país, tomando uma decisão de notável irresponsabilidade. Tanto pior se descobrirmos que se tratou de uma ação concertada seja lá com quem for, incluindo-se aí o governo americano. Nesse caso, o Brasil teria se oferecido para fazer o serviço sujo. Pesem bem: qual seria o passo seguinte? Uma intervenção armada?
Trata-se de mais um passo da asquerosa política externa brasileira, levada a efeito por Celso Amorim. Não é por acaso que seus subordinados, no Itamaraty, só se referem a ele, reservadamente, como “Megalonanico”.
Encerro
Por que eu jamais tive dúvida sobre a estupidez do Brasil? Ora, pensei assim: “Se anda como pato, se tem bico de pato, se grasna como pato, se tem pena de pato, então é Celso Amorim”.
Aí acertei em cheio! É simples.
IMPEACHMENT PARA CELSO AMORIM. JÁ! O DE LULA, A GENTE PODE DEBATER
Com segurança absoluta, desde o primeiro dia da deposição do golpista Manuel Zelaya, afirmei que se cumpria a Constituição em Honduras. Meu post desta madrugada aguarda contestação competente. Até agora, nada! É bobagem me xingar. Tentem provar que o que está lá não está lá. Agora, demonstro por A + B, de maneira lógica, fundamentada apenas em textos legais, que o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, tem de ser alvo de um processo de impeachment. Agora! Não depois! E dá, é claro, para debater o impedimento de Lula também.
A Constituição de Honduras está em vigência. A do Brasil também. Não só ela. A Lei 1079, que deu origem ao processo que resultou na renúncia de Fernando Collor, continua a valer. Ela trata justamente do impedimento do presidente da República e de ministros de estado. A íntegra está aqui. Combinando o que dispõe o artigo 4º desta lei com o também artigo 4º da Constituição, Amorim tem de ser alvo de um processo de impeachment.
Basta que alguém se disponha a tomar as devidas providências. Vamos ver? Leiam trecho da Lei 1079:
Do Presidente da República e Ministros de Estado
Art. 1º São crimes de responsabilidade os que esta lei especifica.
Art. 2º Os crimes definidos nesta lei, ainda quando simplesmente tentados, são passíveis da pena de perda do cargo, com inabilitação, até cinco anos, para o exercício de qualquer função pública, imposta pelo Senado Federal nos processos contra o Presidente da República ou Ministros de Estado, contra os Ministros do Supremo Tribunal Federal ou contra o Procurador Geral da República.
Art. 3º A imposição da pena referida no artigo anterior não exclui o processo e julgamento do acusado por crime comum, na justiça ordinária, nos termos das leis de processo penal.
Art. 4º São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentarem contra a Constituição Federal, e, especialmente (…)
Viram? Presidente ou ministro de Estado que atentem - ou que simplesmente tente.m fazê-lo.. - contra a Constituição perde o cargo (ver post seguinte). Agora vamos ler o que dispõe o Artigo 4º da Constituição:
Art. 4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios:
I - independência nacional;
II - prevalência dos direitos humanos;
III - autodeterminação dos povos;
IV - não-intervenção;
V - igualdade entre os Estados;
VI - defesa da paz;
VII - solução pacífica dos conflitos;
VIII - repúdio ao terrorismo e ao racismo;
IX - cooperação entre os povos para o progresso da humanidade;
X - concessão de asilo político.
Parágrafo único. A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações.
Como se nota, a postura do Brasil em Honduras, além de violar a Convenção de Viena e o Acordo da OEA de maneira escancarada, também viola os incisos IV, V, VI, VII e o Parágrafo Único do artigo 4º da Constituição. E isso, segundo a Lei 1079, torna Amorim e Lula passíveis de processo de impeachment.
Duvido que haja algum jurista no país que possa provar que estou errado. Aliás, a OAB - Ordem dos Advogados do Brasil - poderia cuidar já dessa questão, não é? Alô, doutor Cezar Britto, chegou a hora de agir.
Em defesa da Constituição do Brasil!
Passem adiante este post. Estamos falando de Constituição e leis. Elas têm de valer em Honduras. Elas têm de valer no Brasil.
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Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
