Tramitação
O projeto foi rejeitado pela Comissão de Desenvolvimento Urbano em maio deste ano e ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de seguir para o Plenário.
Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.



O ex-ministro das Relações Exteriores do México Jorge Castañeda, que se tornou um importante articulista de temas latino-americanos, escreveu um texto para a revista americana Newsweek afirmando que o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, esteve envolvido em uma tentativa de golpe para derrubar Raúl Castro da Presidência de Cuba. O plano teria sido frustrado pelo expurgo realizado no início do mês por Raúl, que afastou do poder Carlos Lage e Felipe Pérez Roque, duas figuras muito próximas a seu irmão mais velho, Fidel.
Segundo Castañeda, Cuba passa por um momento semelhante ao vivido pela União Soviética em 1953, quando o ditador Joseph Stalin morreu – ninguém sabe o que está ocorrendo na disputa pelo poder da ilha. Ainda assim, escreve Castañeda, “há sólidas razões para acreditar que Lage e Pérez Roque e os outros dez expurgados estavam envolvidos em uma conspiração para tirar Raúl Castro do poder, e que, na empreitada, recrutaram – ou foram recrutados – pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez”. O mexicano afirma ainda que Chávez tentou atrair para o plano outros líderes latino-americanos, como o presidente da República Dominicana, Leonel Fernández, que se recusou a participar do golpe.
O objetivo de Lage, Pérez Roque e outros conspiradores era impedir o que consideram “a traição da revolução” que está sendo promovida por Raúl. Para eles, diz Castañeda, o irmão mais jovem de Fidel está se sentindo ameaçado pela reação do povo cubano às “privações sociais e econômicas excessivas” e vê como único caminho para manter o controle do país a realização de reformas políticas e econômicas que ajudem a normalizar a relação com os Estados Unidos. Se Raúl fizer isso, pensam os revolucionários de acordo com Castañeda, será o “começo do fim da revolução”.
A história contada na Newsweek ganha ares de filme de ação quando Raúl descobre, por meio do serviço de inteligência militar cubano, o golpe para tirá-lo do poder. Com as evidências em mãos, Raúl vai a Fidel e pede para o irmão escolher de qual lado ficará. Decepcionado com Lage e Felipe Pérez Roque, Fidel ficou com o irmão, e convocou Hugo Chávez a Havana. Na ilha, Chávez recebeu duas opções: desistir do golpe e manter o apoio econômico a Cuba, ou perder o apoio do aparato de inteligência cubano, que ajuda o venezuelano a se proteger de golpes e tentativas de assassinato. Ele escolheu ficar com a família Castro.
Castañeda encerra o texto lembrando que líderes como os soviéticos Lenin, Stálin e o chinês Mao Tse-Tung não conseguiram guiar suas sucessões antes da morte, o que Fidel pode fazer. Para isso, no entanto, Raúl Castro terá que agir rápido para reaproximar a ilha dos Estados Unidos, aliviando a precária situação do povo cubano. Caso contrário, quando Fidel morrer, o humilde, jovem e popular Pérez Roque pode reclamar o título de “herdeiro natural” de Fidel e tentar assumir o poder na ilha.
Há lições que são difíceis de aprender
Ternuma Regional Brasília
Gen Bda Paulo Chagas
Caros amigos
Por ocasião do lançamento do intempestivo livro “Direito à Memória e à Verdade”, relato de uma versão facciosa de fatos que ainda estão efervescentes na memória e no julgamento da sociedade, lhes escrevi um texto que chamei de “Uma lição para todos”.
Naquela oportunidade, reagindo ao julgamento antecipado da história, o Alto Comando do Exército, em nota oficial, manifestou com precisão e elegância seu repúdio à atitude demagógica do governo, comprometido com a falsidade e com a desinformação.
No mesmo evento, o Sr Ministro Nelson Jobim, recentemente empossado no cargo, manifestou sua completa ignorância a respeito dos princípios milenares que orientam a prática da liderança militar e revelou, mais uma vez, as principais características de sua personalidade: a arrogância e a vaidade, imaginando que o volume do porte e a impostação da voz pudessem ser substitutos para predicados que ainda não praticara.
Disse e repito: “O desconhecimento da ética profissional militar, por parte do Sr Ministro Nelson Jobim, levou-o a imaginar que aos soldados cabe suportar até a afronta de seus superiores hierárquicos. Ao contrário do que ele possa pensar, erra quem afronta e muito mais quem a suporta ‘acordeiradamente’”.
Agora, passados os muitos meses de sua administração à frente da Pasta da Defesa, tendo convivido intensamente com marinheiros, soldados e aviadores, o Sr Ministro nos deixa em dúvida quanto ao que possa ter aprendido ou entendido a respeito da qualidade que define o líder que ele gostaria de ser: a humildade.
Uma simples e rápida leitura de sua recente entrevista ao JB mostra com clareza sua dificuldade para aprender o que deve para superar os imperativos dos vícios que adornam sua personalidade. O que é, sem dúvida, lamentável!
Tenho relatos precisos de que Sua Excelência reconhece o valor e que até se esforçou para copiar o comportamento dos soldados. Imaginou que se vestindo como um deles lhe seria mais fácil entender, apreciar e absorver sua cultura. Ledo engano! A cultura militar não se aprende por retórica ou simples observação, mas por vocação, honestidade de sentimento e pureza de coração.
Da entrevista, pode-se concluir que o Sr Ministro ainda não entendeu que Defesa é um problema de Estado e não de governo. Confunde o afastamento progressivo dos militares das decisões políticas com seu completo alijamento do processo decisório, o que é um absurdo, já que, como especialistas da Defesa, os militares têm obrigação constitucional de marcar posições em todos os assuntos que lhes são afetos, mesmo que estas não sejam, necessariamente as do governo!
Parece-me que confunde o Sr Ministro “não ter poder de veto sobre decisões políticas” com estar alheio ao processo que conduz à tomada das decisões. Parece não entender que os militares são um segmento importante da sociedade, com destinação constitucional, sendo, portanto, parte a ser ouvida e considerada no processo político, sempre que este interferir em seu compromisso com a Nação.
Revela o Sr Ministro que, juntamente com toda classe política, até bem pouco tempo confundia Defesa da Pátria com perseguição política e repressão, só agora, depois de Ministro, é que descobriu que o poder civil tem responsabilidades nesta área e, de uma hora para outra, como em um toque de mágica, passou a achar que os civis estão mais preparados que os militares para pensar a Defesa!
Imagina o Sr Ministro que o processo de consolidação da transição democrática implica em redução da autonomia militar. Outro equivoco! Os militares sempre estiveram subordinados à constituição, exercendo o papel que lhes cabia na conjuntura vigente, nunca tiveram autonomia além do direito, limite somente ultrapassado para atender ao clamor popular, em defesa da liberdade, pressuposto básico de vida e convivência da Nação brasileira!
Diz o Sr Ministro na entrevista que passou a fazer alguns gestos para deixar claro que os civis, aqueles que nunca se interessaram pela defesa, começavam a ocupar espaços que eles, militares, não tinham ocupado. Devo dizer que os gestos do Sr Ministro revelam apenas a incoerência e a arrogância que se julgava sepultada em seu arquivo do arrependimento! Como pode um seguimento ostensivamente alheio aos problemas da defesa da Pátria, de repente estar identificando e ocupando espaços vazios? Com que competência?
Revela, ainda, o Sr Ministro que a classe política não acessava o problema da defesa porque a ela faltava “dinheiro”. Aí há uma confissão importante que se identifica com o perfil do político brasileiro: se não havia dinheiro não havia o que “administrar”! Ao mesmo tempo é mais uma revelação incoerente em face das declarações anteriores, pois, se os militares tinham autonomia excessiva, interferência no processo decisório, veto e tanto excesso de poder a ser retirado, então por que não havia dinheiro? Por que não se davam ou exigiam dinheiro? É bem provável que o Sr Ministro, tanto quanto eu, esteja a condenar e lamentar o longo período de vigência da estratégia do “Grande Mudo”.
Mais adiante, referindo-se à aquisição de equipamento militar, o Sr Ministro nos diz que o que deve ser comprado não é o que querem os militares, mas o que é entendido como necessário pelo poder civil! O mesmo poder que há pouco não tinha interesse por assuntos de defesa! Só mesmo alguém com muito desprezo pelos militares poderia pensar tamanha estultícia! Seria este o verdadeiro pensamento do Sr Ministro, ou foi traído pela grandiloqüência?
Depõe contra a sua sensibilidade e inteligência a manifestação de felicidade por livrar-se de Generais que, no exercício de seus direitos, colocaram restrições às suas idéias e atitudes. Desconhece, ainda, a índole dos soldados e recebeu justa, contundente e merecida resposta!
Demonstra o Sr Ministro conhecer o prestígio conquistado pelos militares junto à sociedade a que servem, mas não deixa claro se sabe que este é um privilégio conquistado pelas Forças e não por seu Ministério. Seria distração, vaidade, presunção ou a velha arrogância recidiva?
Se, na oportunidade da fanfarronada do lançamento do livro falacioso, o Sr Ministro pôde apreciar a verdadeira dimensão de seu poder e aprender que a liderança militar é algo consentido e não imposto, neste episódio, por outro lado, demonstra, basicamente, dubiedade e incoerência.
Continua a valer, no entanto, a afirmação de que a sociedade sabe que pode confiar no bom senso e nas atitudes dos homens a quem confia o último recurso da razão e o Governo, por sua vez, continua sabendo que o Exército é “disciplinado, mas não está morto”.
Padre Pio nasceu no pequeno comune de Pietrelcina, muito próximo à cidade de Benevento, em 25 de maio de 1887, um dos sete filhos de Grazio Forgione e Maria Giuseppa De Nunzio. Foi batizado no dia seguinte.
Ainda criança era muito assíduo com as coisas de Deus, tendo uma inigualável admiração por Nossa Senhora e o seu Filho Jesus, que os via constantemente devido a tanta familiaridade. Ainda pequenino havia se tornado amigo do seu anjo da Guarda a quem recorria muitas vezes para auxiliá-lo no seu trajeto nos caminhos do Evangelho. Conta a história que ele recomendava muitas vezes as pessoas a recorrerem ao seu anjo da guarda estreitando assim a intimidade dos fiés para com aquele que viria a ser o primeiro sacerdote da história da igreja a receber os estigmas do Cristo do Calvário.
Com quinze anos de idade entrou no noviciado em Morcone adotando o nome de "frei Pio"; concluído o ano de noviciado, formulou os votos simples em 1904; em 1907 formulou a profissão dos votos solenes. Freqüentou estudos clássicos e filosofia. Foi ordenado padre em 10 de agosto de 1910 no Duomo de Benevento.
Aos casos mais urgentes e complicados o frade de Pitrelcina dizia: "Estes só Nossa Senhora", tamanha era a sua confiança na sua maezinha do céu a quem ele tanto amava e queria obter suas virtudes.
Percebendo que a sua missão era de acolher em si o sofrimento do povo, recebe como confirmação do Cristo os sinais da Paixão em seu próprio corpo. Estava aí marcado em si mesmo a sua missão. Deus o queria para aliviar o sofrimento do seu povo. Entregando-se inteiramente ao Ministério da Confissão, buscava por este sacramento aliviar os sofrimentos atrozes do coração de seus fiés e libertá-los das garras do Demônio que era conhecido por ele como "barba azul". Torturado, tentado e testado muitas vezes por este, sabia muito da sua astúcia no seu afã em desviar os filhos de Deus do caminho da fé.
Percebendo que não somente deveria aliviar o sofrimento espiritual, recebeu de Deus a inspiração de Construir um grande hospital, o tão conhecido "Casa Alívio do Sofrimento", que viria a ser o referência em toda aEuropa. Mesmo com o seu ministério sacerdotal vitimado por calúnias injustificáveis, não se arrefeceu o coração para com a Igreja por quem tinha grande apreço e admiração. Sabia muito bem distinguir de onde provinham as calúnias, sendo estas vindas por parte de alguns da Igreja, e não da Igreja mãe e mestra a quem ele tanto amava.
A pedido do Santo Padre, devido aos horrores provocados pela Segunda Guerra Mundial, cria os grupos de Oração, verdadeiras células catalizadoras do amor e da paz de Deus para serem dispenseiros de tais virtudes no mundo que sofria e angustiáva-se no vale tenebroso de lágrimas e sofrimentos.
Na ocasião do aniversário de 50 anos dos grupos de oração celebra-se uma Missa nesta intenção. Seria esta Missa o caminho do seu Calvário definitivo, onde entregaria a alma e o corpo ao seu grande apaixonado; a última vez que os seus filhos espirituais veriam o padre a quem tanto amavam. Era madrugada do dia 23 de setembro de 1968, no seu quarto conventual com o terço entre os dedos repetindo o nome de Jesus e Maria, descansa em paz aquele que tinha abraçado a cruz do Cristo, fazendo desta a ponte de ligação entre a terra e o céu. Morte suave de quem havia completado a missão, de quem agora retornaria ao seio do Pai em quem tanto confiou. Hoje são muitas as pessoas que se juntaram a fileira dos seus devotos e filhos espirituais em vários grupos de oração que se espalharam pelo mundo. É o próprio padre Pio que diz: "Ficarei na porta do Paraíso até o último dos meus filhos entrar".

Mais uma vez o site Farol da Democracia Representativa (www.faroldademocracia.org), por intermédio do seu presidente, o Sr. Jorge Roberto Pereira, brinda-nos com uma iniciativa ímpar no cenário intelectual e político do Brasil.
A partir de agora, está lançado o IDEAL UNIVERSITÁRIO. Trata-se de uma iniciativa de agregação, voltada especialmente para o público universitário, onde jovens conservadores de todo o país, e até estrangeiros, poderão se encontrar, lançar debates, inserir idéias, organizar eventos, constituir ações concretas para organização política, tudo em prol da unidade do conservadorismo nacional.
É disso realmente que estamos precisando. Não podemos continuar esparsos, ou mesmo esfaqueando-nos uns aos outros em grupos dispersos sem unidade, enquanto o pensamento de esquerda e a sua conseqüente ação política, seja ela mais revolucionária ou aparentemente maislight, ocupam todo o espectro social tornando-se hegemônicas e onipresentes. Pervagando todos os meandros sociais e familiares, desde a mais alta cultura até as expressões populares autênticas e tradicionais, as esquerdas possuem uma inacreditável coesão de objetivos revolucionários (mais ou menos reconhecíveis e/ou conscientemente anunciados pelos próprios esquerdistas) que nos atacam violentamente por todos os lados e ângulos, em escala avassaladora, mormente para quem freqüenta uma universidade brasileira. É o pensamento revolucionário em ação que atormenta o mundo desde alguns séculos como adverte o filósofo Olavo de Carvalho.
No estado em que se encontra a cultura e a sociedade brasileira atualmente, com uma taxa elevadíssima de mais de quarenta mil homicídios anuais; tráfico de drogas destruindo lares e inúmeras vidas, principalmente de jovens, com a conivência do Poder Público; predomínio do ensino marxista nas escolas, desde o ensino fundamental até as universidades e seus cursos de pós-graduação criando novas hordas de “idiotas úteis” para a causa revolucionária. Estamos, inexoravelmente, caminhando para um totalitarismo socialista disfarçado de “democracia”.
Para combater isso precisamos entre outras coisas de uma educação universitária clássica e verdadeiramente edificante. Isto é imprescindível para modificar o atual cenário, mas precisamos também, dada a situação de penúria da sociedade, fazer algo mais e com urgência.
Precisamos partir para a ação concreta também, como constantemente adverte Olavo de Carvalho. O luxo de apenas desenvolvermos belíssimas teorias, ou de discutirmos a doutrina econômica liberal, só é compatível com um país onde existam receptores qualificados e dispostos, onde a democracia impera, as instituições sejam sólidas e as informações possam circular através de uma mídia livre e autêntica.
Ao contrário, encontramos no conjunto da sociedade nacional as seguintes condições:
a) tributos escorchantes;
b) educação marxista;
c) significação arbitrária das palavras;
d) unicidade de ideologia e pensamento único (senso comum modificado);
e) falta de identidade partidária: os partidos não se distinguem uns dos outros;
f) censura descarada e, principalmente, velada;
g) acanhamento de muitas pessoas de bons ideais diante do avanço dos mal-intencionados;
h) silêncio obediente daqueles que possuem poder econômico;
i) aumento constante do controle estatal da economia de moldes socialistas;
j) impregnação das idéias totalitárias e violentas do gramscismo.
l) destino político do continente determinado pela hegemonia do Foro de São Paulo;
m) fomentação forçada e manipuladora dos preconceitos “de classes” e raças por meio da ação de “intelectuais” marxistas;
n) inexistência de verdadeira oposição política articulada;
o) ataques sistemáticos e constantes aos valores Judaico-Cristãos;
p) crescimento de organizações criminosas como o MST, Via Campesina, quilombolas, indigenistas, entre outros, estimulados e financiados pelo governo federal com verbas públicas, que se somam às milionárias doações de ONGs internacionais ligadas à ONU;
q) palpiteiros e “formadores de opinião” ocupando o lugar de filósofos e intelectuais sérios e decentes;
r) o preconceito em relação às atividades intelectuais clássicas, em prol de inúmeras “vanguardas modernistas” que se dedicam a desconstruir a cultura clássica da civilização ocidental;
s) o avanço do tráfico e consumo de drogas e propostas de legalização da venda através do subterfúgio denominado “Redução de Risco”;
t) o avanço e o estímulo contínuo da promiscuidade sexual e sua precocidade;
u) a proteção dos bandidos, agora chamados “excluídos do sistema”, subentendido como capitalista, por meio de “direitos alternativos”;
v) o sucesso da excrescência chamada “teologia da libertação” e de outras falsas “igrejas”;
x) o sucateamento contínuo e o desrespeito e a difamação proposital das Forças Armadas com a finalidade de torná-las submissas aos projetos do Foro de São Paulo, do Diálogo Interamericano e da ONU;
z) falta de opções eleitorais conservadoras, consoantes com a tradição do povo brasileiro, que resigna-se a votar contra as suas mais arraigadas convicções em revolucionários irresponsáveis;
Quando a situação chega a esse nível de putrefação, então não vemos outra saída senão a discussão de estratégias democráticas de aquisição do poder e a denúncia incessante dos inimigos da democracia.
O IDEAL UNIVERSITÁRIO é uma iniciativa para expressarmos e debatermos nossas inquietudes intelectuais, do que não abrimos mão, mas também temos a intenção de tocar o coração de outros jovens como nós, assim como o do povo em geral, e convencê-los de que, até agora, por pura e simples inércia e apatia nossa, estamos entregando a vida e a liberdade da nossa e das próximas gerações aos cuidados de homens mal-intencionados, cujo único objetivo é conseguir conquistar a hegemonia do poder pelo próprio poder, sem nenhum compromisso verdadeiro com o povo brasileiro que dizem defender e representar.
Aqui, neste sítio eletrônico, procuraremos reunir pessoas com ideais em comum, para encorajar a nossa união e organização em prol de objetivos conservadores autênticos. Não é lugar para irresponsáveis, revolucionários, esquerdistas de “miolo mole”, de pessoas que são cúmplices morais do genocídio de etnias e o democídio de nações. Que matam seus semelhantes se estes não se adequam às promessas de um futuro utópico e irrealizável, projetado por suas cabeças revolucionárias “iluminadas”. Aqui não se venderá fumaça e nem se fará espuma. Aqui, a natureza humana será compreendida como é, como Deus nos fez. Deus sabe o que nos espera, e Nele confiamos.
Deus é nosso único guia e a Ele tememos somente. Sobre a Sua Verdade deve repousar a consciência dos políticos. Demonstraremos que a esmagadora maioria dos cidadãos brasileiros são conservadores, e que existem pessoas que têm os mesmos anseios conservadores e que querem trazê-los para a dimensão política.
Se somos contra o aborto, não podemos votar em quem é a favor, porque é dele que virão as decisões que devemos cumprir. Não é uma situação política normal políticos que levantam bandeiras criminosas chegarem ao poder para comandar um povo que conserva seus princípios morais cristãos. Sabemos o que está errado e queremos expor a verdade dos fatos.
O povo brasileiro precisa saber que a linguagem dos políticos que eles mesmos põem no poder é falsa e mentirosa. Falam em distribuição de renda, e quando chegam ao poder logo dão um jeitinho de realmente distribuí-la, só que para eles mesmos, como comprova o caso do “mensalão”. Falam de defesa dos direitos humanos, e logo lançam campanhas fazendo apologia do aborto e da eutanásia, defendem e abrigam terroristas indenizando-os com quantias milionárias; votam a favor do desarmamento para privar o cidadão comum do direito à autodefesa; incitam o ódio racial e entre as classes econômicas; mantém relações íntimas com Cuba, Venezuela, Bolívia e Equador, países todos com presidentes totalitários até a medula. Falam em defesa do território nacional, de “entreguismo da direita”, e a primeira coisa que fazem ao ascender ao poder é retalhar a Amazônia, entregando-a para ONG’s estrangeiras e proibindo o exército de fiscalizá-las. Dizem proteger os interesses internos, mas suas decisões tomam por base as resoluções do Foro de São Paulo, uma excrescência internacionalista juridicamente ainda não catalogada e que fere a constituição brasileira ao interferir nos assuntos internos do país.
De uma coisa estamos convencidos: é através dos atos políticos que conquistamos, ou não, nossa liberdade. A inação e a acomodação não nos levarão longe, apenas mais perto do cadafalso. Mas sem conhecimento também não conseguimos reconhecer os perigos. Neste momento, cremos que o mais sensato é unir o conhecimento (que nos capacitará a diagnosticar), e ação (que nos permitirá efetivar).
Vale repetir: este espaço quer agrupar conservadores, fazê-los sair das catacumbas, para que contribuam com a difusão dos fundamentos do conservadorismo, que denunciem permanentemente os inimigos da democracia e dos valores cristãos, e que, ao mesmo tempo, discutam e ponham em prática formas de alcançar os órgãos de decisão deste país, a fim de que tenhamos uma melhor inserção no meio político nacional, de uma vez por todas.
Em resumo: combater as mentiras, no campo espiritual e cultural; combater o totalitarismo, no campo político. E para isso é necessário um trabalho constante de denúncia e esclarecimento.
Aos cidadãos brasileiros, homens e mulheres de coragem e determinação, que querem construir a dignidade deste país, as portas estão abertíssimas.
Que Deus sempre nos abençoe e nos livre de todos os males!


The purpose of the Foundation for the Investigation of Communist Crimes is to diffuse knowledge and increase international understanding of the crimes against humanity committed by violent communist regimes across the globe in different times. The goal of the Foundation is to dismiss once and for all a shockingly common and ubiquitous illusion that any ‘semi-good’ violent regimes – yet based on the violation of human rights, torture and constant threat on life – ever existed or could exist.
Communist crimes need to be understood globally, and they must be condemned the same way Nazi crimes were. In pursuing its mission, the Foundation gathers data regarding Communist crimes and Red terror across the world, provides grants for scholarly research, disseminates information globally via modern communication channels, and supports experts advising the last remaining communist regimes in their transformation to democracies.
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Teria o governo o direito do monopólio do uso dos "super-seres"? E os governos reais teriam o direito de tirar o direito do cidadão de reagir contra os crimes que são cometidos contra ele? O super-herói, afinal, nada mais é que um cidadão que, dotado de armas fantasiosas ou poderes que as substituem, assume a tarefa de auto-defesa da sociedade. O próprio fato de serem forçados a se mascararem de alguma forma já demonstra que no século 20 este direito era cobiçado maliciosamente pelos governos centralistas, já que para simplesmente defenderem-se eles precisavam agir no anonimato.
Há um evento ofuscante no mundo nerd no momento e seu nome é Watchmen. Embora tenha saído no cinema após o sombrio Batman de Christopher Nolan, quem acompanha os quadrinhos sabe que a transição do gênero super-herói de um passatempo de crianças para um modelo arquétipo literário completo só foi possível graças ao Watchmen de Alan Moore, ao Cavaleiro das Trevas de Miller e o Sandman de Neil Gaiman. Com Watchmen traduzido fielmente para as telas, e a presença "espiritual" de Miller nos dois últimos filmes do Batman, fica faltando apenas uma adaptação da obra de Gaiman para o cinema. Considerando que a indústria se abriu para séries de vários capítulos como em Harry Potter, não é de todo absurdo pensar em uma série de filmes que narre a saga de Sandman.
Watchmen marca a nona-arte porque nele os atos fantásticos dos super-heróis não são o assunto final do trabalho. Não se trata de apenas mostrar pessoas extraordinárias fazendo coisas extraordinárias para que o espectador projete-se neles. Ali, temos uma história com super-heróis, mas não sobre eles.
E qual seria, então, o assunto de Watchmen? A história, que se passa na década de 80, começa com um assassinato misterioso. Logo um dos super-heróis, o direitista conservador Rorschach, surge para investigá-lo. Sua primeira descoberta é que a vítima era a identidade secreta de um super-herói da velha guarda, o Comediante. Rorschach parte então para avisar sobre o fato seus ex-colegas do grupo Watchmen, uma espécie de "Liga da Justiça", dado que estão todos agora involutariamente aposentados por uma lei de 1977 que proibia a atividade de vigilantes mascarados. Esta foi a primeira vez nos quadrinhos que se utilizou o argumento da proibição da atividade super-heróica que veríamos ainda em "Cavaleiro das Trevas" e mais tarde na animação "Os Incríveis" e na série da Marvel "Guerra Civil". Já aí vemos uma das inúmeras questões levantadas pelo filme, já que a máscara do super-herói pode ser vista como uma metáfora do porte de armas, já que uma e outra representam o direito do cidadão comum de defender-se dos "vilões". Teria o governo o direito do monopólio do uso dos "super-seres"? E os governos reais teriam o direito de tirar o direito do cidadão de reagir contra os crimes que são cometidos contra ele? O super-herói, afinal, nada mais é que um cidadão que, dotado de armas fantasiosas ou poderes que as substituem, assume a tarefa de auto-defesa da sociedade. O próprio fato de serem forçados a se mascararem de alguma forma já demonstra que no século 20 este direito era cobiçado maliciosamente pelos governos centralistas, já que para simplesmente defenderem-se eles precisavam agir no anonimato.
As questões levantadas por Watchmen, entretanto, não param aí. Na medida em que o direitista noir Rorschach vai avisando seus ex-companheiros, vamos enquadrando-os também. O primeiro é o Coruja, visivelmente inspirado no Batman (ainda que indiretamente pelo Besouro Azul): filho de pais milionários, utilizou sua fortuna para construir aparatos tecnológicos de combate ao crime e utiliza um uniforme que faz referência a uma criatura da noite. Longe de seus dias de glória, o Coruja atualmente vive uma vida insossa e frustrada de classe média, falido pelos seus gastos, barrigudo pela falta de exercícios e acovardada pela lei de 77, pela Guerra Fria e pela sua atitude de desistência frente aos seus sonhos e vocação. A seguir, conhecemos Ozymandias, também um ex-herói, que se aposentou dois anos antes da lei de 77 e criou em cima de sua antiga imagem um império comercial e industrial que permite que ele possa comprar todo o patrimônio de Lee Iacocca e outros bilionários juntos "três vezes". Ozymandias é considerado o homem mais inteligente do mundo e participou de inúmeras experiências de expansão de consciência, além de ter incomparáveis habilidades marciais. Por fim, ele visita o único ser com super-poderes, que é o Dr. Manhantan e sua esposa e heroína também, a Espectral. O Dr. Manhantan é o gancho para as questões religiosas da história. Desintegrado em um teste de física nuclear, conseguiu reagrupar-se. Porém, voltou com uma visão dos "bastidores" da criação, podendo manipular a matéria quase como um deus, possuindo consciência plena de todos os momentos presentes, passados e futuros de sua vida e podendo estar em mais de um lugar ao mesmo tempo. Essa verdadeira "ascese materialista" não o torna uma pessoa melhor, porém cada vez mais frio e maquinal, como o próprio universo materialista sem Deus ao qual ele se uniu e que ele mesmo define como um "relógio sem relojoeiro". Sua esposa, a Espectral, tornara-se heroína apenas para satisfazer sua mãe, uma heroína da geração anterior, e anteriormente atraída pelo exotismo do Dr. Manhantan, hoje vive em perene frustração dada a indiferença dele. Também deve conviver com sua exótica mãe que ainda hoje é apaixonada pelo homem que a estuprou. Enquanto isso, ao mesmo tempo, as relações entre a União Soviética e os Estados Unidos vão se acirrando, trazendo a sombra da guerra nuclear total bem próxima.
O vilão do filme, como vemos no final, manipula todos os super-heróis e mata dezenas de milhões com o objetivo de trazer o ideal da paz mundial. Seu "socialismo caviar" elitista é evidente para qualquer um que saiba que o socialismo é gerado e movido nas altas elites e não no proletariado. Sua atitude de colocar-se como salvador do mundo, planejador global de direito pelo simples fato de ter o poder de fazê-lo denuncia que afinal, o tema do filme, é nada mais nada menos que a mentalidade revolucionária ainda que o autor não conheça o termo. Para quem ainda não está familiarizado com o conceito, vale uma lida nos artigos seminais de Olavo de Carvalho sobre o assunto: (http://www.olavodecarvalho.org/semana/070813dc.html e http://www.olavodecarvalho.org/semana/071010dce.html).
De fato, a questão última que o filme coloca é: mesmo supondo que uma revolução global, que matasse milhões, pudesse atingir seu objetivo declarado de uma "sociedade mais justa", seria espiritual, moral e eticamente correto obtê-la a este custo? Seria correto que esse "mundo melhor possível" fosse baseado na manipulação geral das consciências como faz o vilão? Aliás, seria correta a afirmação final do vilão para os super-heróis de que eles é que estariam errados em tentar detê-lo e ele é o herói? Sob tal contexto, o único que se mantém coerente o filme todo é o conservador Rorschach, que não aceita contemporizar com os sutis argumentos revolucionários do vilão, e através de um pequeno jornal conservador de direita inspirado exatamente nos "mediawatch" americanos e é tido como "paranóico" e "fanático" é que coloca a dúvida sobre se o vilão realmente teria tido sucesso ou não, denunciando-o.
O autor, Alan Moore, porém, nada tem de conservador. Praticante de paganismos exóticos, seu mérito maior é exatamente não ter sido panfletário ao criar a história e, assim, ao refletir as ideologias e crenças dos personagens, acabar dando a vitória moral ao direitista Rorschach em face da mentalidade revolucionária do vilão, à qual subjuga todos os demais. Na verdade a atitude dos outros personagens lembra bem a do personagem central de 1984 que morre tecendo louvores ao Grande Irmão. Eles concordam em participar da mentira em face dos "benefícios" que ela traz. Foram derrotados e subjugados pelo tamanho estonteante da revolução global trazida pelo vilão.
Watchmen é uma obra com super-heróis, mas é sobre política, religião, psicologia, sociologia e filosofia. É uma pena que o diretor tenha optado pelo excesso de sexo e violência que não estão presentes nos quadrinhos originais. Uma das super-heroínas da primeira geração era apenas brevemente mencionada como lésbica e, no filme, não apenas vemos sua parceira, como um beijo "caliente" entre as duas. A cena de sexo do Coruja e a Espectral em sua nave, também meramente insinuada no graphic novel, beira o soft porn. A quantidade de fraturas expostas e sangue também excedem em muito o original. Talvez por apelo, talvez por achar que isso seja um avanço, o diretor optou por tais inserções e temos apenas a lamentar por isso. No mais, entretanto, é um filme com muito o que se discutir e recomendável para todos os que se interessam por tais assuntos. Três vivas para Zack Snyder por tê-lo realizado e aguardemos para ver quem terá brio para transpor Sandman para o cinema.