Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Tercho do artigo "A síndrome do presidente"
Direito Alternativo e luta de classes
Resumo: É assim que se constrói o Estado Democrático de Direito: com gente que precisa de aplausos, pois são doutrinária, técnica e teoricamente fracos e despreparados. © 2008 MidiaSemMascara.org “... a mais comum e durável causa de divisões da sociedade tem sido a distribuição variável e desigual da propriedade. Os que possuem bens e os que não os possuem sempre tiveram interesses divergentes na sociedade. As duas frases do “Pai da Constituição Americana” e autor das dez primeiras emendas (Bill of Rights) indicam que os framers da mais duradoura Constituição Democrática e Republicana de todos os tempos não desconheciam a ameaça permanente do confronto entre os que têm e os que não têm. Pelo contrário, e nisto reside a sabedoria que norteou suas decisões, tais divisões foram claramente admitidas. É ainda Madison quem diz, nas discussões que se seguiram à proclamação e durante o processo de referendo pelas colônias, que “... as causas das divisões não podem ser removidas, e para o alívio (das tensões) devem ser procurados os meios de controlar seus efeitos” (Federalist Papers #10, as ênfases são de Madison). É uma demonstração cabal não apenas de lucidez, mas de perfeita sintonia com a tradição judaico-cristã: o Deus de Israel é o Deus de todo o povo eleito, sem distinções; e Jesus Cristo pregou a solidariedade entre todos os homens estabelecendo, através do amai-vos uns aos outros as bases da solidariedade cristã. À tese de Marx de que a “história dos homens é a história das lutas de classes”, Lenin completou com a recomendação de “acirrar todas as contradições, e aonde não existirem, criá-las”. Como já demonstrei anteriormente em A essência do comunismo, o comunismo é uma máquina ininterrupta de produção de mentiras e a maior de todas é a de que através de engenharia social – comandada obviamente por eles mesmos – é possível chegar a uma sociedade onde as diferenças entre os homens serão abolidas e a paz eterna reinará. Esta falsa utopia serve na medida para conquistar idiotas úteis para a luta pela hegemonia e, em última análise, pelo poder total e irrestrito dos doutrinadores, uma vez tornados hegemônicos. Estes sabem que não existe utopia alguma, é puro engodo. A expressão cabal do jus naturalismo – a série de pressupostos gerais que antecede o direito positivo - é o preâmbulo da Declaração de Independência americana: “Acreditamos que estas verdade são evidentes por si mesmas, que todos os homens nascem iguais e são dotados pelo Criador com certos direitos inalienáveis; entre eles, a vida, a liberdade e a busca da felicidade”. A base do uso alternativo do direito é fruto direto da concepção marxista da luta de classes: a noção do justo natural é uma invenção da classe dominante para, através da justiça, manter a opressão sobre a classe proletária e é preciso solapar cada vez mais as bases de sustentação da ordem e da justiça, e refutar o jus naturalismo clássico e suas verdades metafísicas por não atenderem mais ao estágio atual do desenvolvimento social. Seguindo ainda outra máxima de Lenin – “acuse o outro de fazer o que você faz ou pretende fazer” – usou-se o “conhecimento” do homem comum - que não é totalmente errado - de que “a justiça é para os ricos que se livram fácil enquanto os pobres não têm vez”. Conseqüentemente, o uso alternativo do direito leva em conta o pertencer a pessoa à classe burguesa (opressora) ou à classe proletária (oprimida) para ditar a sentença. O que antes era uma deficiência da aplicação da lei ou mesmo uma malversação da lei devida à corrupção de alguns juízes – nunca um erro essencial do conceito de justo – transforma-se em axioma central de uma nova construção jurídica. Sua base ideológica é que “toda desigualdade (incluindo os planos metafísico e religioso) é uma injustiça, um mal em si mesma; toda autoridade um perigo e a liberdade absoluta um bem supremo”. A base econômica está no que Ubiratan Iorio [1] denomina “os dois ‘teoremas do atraso’: (1º) ‘João é pobre porque Pedro é rico’ e (2º) ‘O somatório das pobrezas é igual à riqueza’”. (*) O autor é escritor e comentarista político, membro da International Psychoanalytical Association e ex-Clinical Consultant, Boyer House Foundation, Berkeley, Califórnia, Membro do Board of Directors da Drug Watch International, e Diretor Cultural do Farol da Democracia Representativa - http://www.faroldademocracia.org. Possui trabalhos nas áreas de psicanálise e comentários políticos publicados no Brasil e exterior. E é ex-militante da organização comunista clandestina, Ação Popular (AP). É autor do livro "O Eixo do Mal Latino-Americano e a Nova Ordem Mundial" . Site: www.heitordepaola.com . Fonte: http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=6693&language=pt Notas 1. As ameaças à Liberdade no Brasil, Palestra proferida em 13/06/08, no Rio de Janeiro no Seminário A Realidade Política Brasileira: uma Proposta Liberal-Democrática para a Reversão da Crise, organizado pelo Farol da Democracia Representativa (http://www.faroldademocracia.org/). 2. A Verdadeira Face do Direito Alternativo, do Doutor Gilberto Callado de Oliveira, ed. Juruá, Curitiba, PR, 4ª Edição revista e ampliada com estudo da influência do gramcismo no direito alternativo. Todas as citações em itálico sem ressalvas, são deste livro. 3. Enquanto a Zé-Lite Dorme, Diário do Comércio, SP, 04/12/06. 4. O conceito é de Marco Aurélio Dutra Aydos, citado no livro do Dr. Callado. |
Fórum Social dos Juizes, encontro ideológico de magistrados em Belém
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A propósito das mensagens recebidas sobre o IX Fórum Social Mundial, metamorfose do Movimento Comunista Internacional liderado pela falida ex-URSS, realizado nos últimos dias de janeiro em Belém do Pará, onde, na surdina, aconteceu o Fórum Mundial dos Juízes, destacamos a seguinte:
Diga-me com quem andas...
Que a Cidade de Belém sediou o Fórum Social Mundial (FSM), realizado em janeiro próximo, todos sabem. Poucos sabem, porém, que, paralelamente ao FSM, desenvolvia-se o Fórum Mundial dos Juízes (FMJ), na mesma cidade, na mesma data. Posto que fosse difícil imaginar magistrados confraternizando com sem-terra, sem-teto, sem-trabalho, sem-terra-indigena-demarcada e demais espécimes sem-par do gênero sem-vergonha, o certo é que eles estavam lá, inaugurando talvez uma nova espécie do mesmo gênero: os sem-juízo.
Tratou-se de evento que reunia a fina flor do comunismo jurídico, pelo menos é o que pude depreender da Carta de Belém, moção na qual se enumeraram as conclusões do encontro. Não sou especialista em bolchevista, mas farejo facilmente um "vermelhinho" pela toada do palavrório. Na tal Carta, defendem, por exemplo, que o juiz tenha um "perfil humanista" e saiba conciliar razão e sentimento para construir uma "sociedade mais justa"; e expressam compromisso com uma "sociedade livre, fraterna, igualitária, pluralista", construída em ambiente sadio e comprometida com a "defesa efetiva dos direitos fundamentais", reconhecidos na Constituição e Tratados internacionais.
As expressões que destaquei podem ser encontradas em discursos dos mais variados matizes, mas é na fala de um esquerdistas que elas ganham corpo e virulência. Chego a crer que eles seriam incapazes de discorrer sobre qualquer tema, caso fossem privados de pronunciar tais expressões, além de outras como: "elite dominante", "capital espoliativo", "interesses imperialistas", "minorias oprimidas", e tantas outras cantilenas bem ao gosto das viúvas do Muro de Berlim.
Chamaram-me a atenção, todavia, os dois últimos itens da Carta de Belém (itens 17 e 18): "Afirmam a necessidade da interpretação técnico-jurídica da lei de anistia para que se apurem efetivamente os crimes contra a humanidade, perpetrados pelos agentes do estado durante o período da Ditadura Militar"; e "Afirmam a necessidade de que o Ministério Público promova a persecução criminal necessária para a responsabilização dos autores de crimes contra a humanidade praticados durante a Ditadura Militar no Brasil, com a criação de força tarefa para este fim".
Deveras, já tive oportunidade de afirmar alhures que "há cinco lustros a esquerda empenha-se em convencer o povo brasileiro de que seus terroristas foram verdadeiros heróis, de que lutaram pela liberdade democrática do país. Cuida-se da mais absurda mentira, pois qualquer pessoa com um mínimo de honestidade intelectual sabe que a esquerda preparava-se para levantar-se em armas contra o regime democrático, com o objetivo de implantar o comunismo no Brasil, regime que desdenha os mais elementares princípios de liberdade. No entanto, semelhantes aleivosias vicejaram feito erva daninha, em detrimento da verdade" (http://www.puggina.org/).
Eu já sabia da eficiência da esquerda em dar verossimilhança aos seus embustes. Não imaginava, todavia, que os membros da magistratura, que supostamente seriam dotados de discernimento superior, viessem a fazer coro com as teorias dos nossos terroristas (Cavaleiro do Templo: depois de aberta a porta das instituições de ensino para estes canalhas esquerdopatas fiquem sabendo que NADA MAIS SERÁ COMO ANTES. Tudo ficará MUITO PIOR! Afastem seus filhos destes discursos de ordem das escolas de todos os níveis, ninguém jamais conseguirá a "justiça" enquanto a busca for utópica, enquanto as palavras de ordem levem as pessoas a entenderem que É POSSÍVEL O PARAÍSO NA TERRA!!!). Mas não só por isso. Ao afirmarem a necessidade de rever a interpretação técnico-jurídica da lei de anistia, findam por encampar a tese do golpe; golpe "jurídico", no caso. O malsinado Fórum revela que uma quota da magistratura sucumbiu ao discurso da Hidra Vermelha de Lerna.
Não pude deixar de observar, outrossim, que, na página oficial do encontro, defendem seus participantes o seguinte: "Quanto à concessão de refúgio concedida pelo ministro da Justiça Tarso Genro ao ESCRITOR italiano Cesare Battisti, condenado por vários crimes na Itália, Capaldo disse não acreditar que a relação entre os dois países será abalada". (Destaquei)
Ou seja, quando se trata de terrorista (escritor!!!) internacional, ligados aos movimentos comunistas, a questão é "política". Certamente porque Cesare Battisiti, a exemplos de excrescências como os famigerados terroristas Carlos Lamarca, Carlos Marighella, Che Guevara (vulgo "porco fedorento"), e Fidel Castro (um psicopata boquirroto), são figuras idolatradas por nossa intelectualidade. Mas, quando a questão é processar os militares que, com coragem e denodo, impediram que este país se transformasse numa China, o problema passa a ser de "interpretação técnico-jurídica".
Certamente os magistrados não ignoram que a Nação segue governada por uma camarilha de subversivos, cujo "glorioso" passado de crimes atesta de assalto a bancos a sequestro de diplomatas, passando por assassinatos covardes o mais possível. Certamente os magistrados não ignoram que o FSM, do qual o FMJ parecer ter sido uma de suas oficinas, contou com a honrosa participação das Farc, grupo de terroristas narco-traficantes.
Portanto, senhores magistrados do FMJ, digam-me com quem andam e...
Márcio Luís Chila Freyesleben
Procurador de Justiça do Ministério Público do Estado de Minas Gerais
Ofensiva contra as Forças Armadas Latino-Americanas

Dentro do marco do Fórum Social Mundial, que foi realizado no Brasil em janeiro de 2009, levou-se a cabo o V Fórum Mundial de Juízes, cujo objetivo foi discutir os “crimes contra a humanidade” cometidos durante as ditaduras na Argentina, Brasil, Chile e Uruguai. Paralelamente, advogados vinculados ao Partido dos Trabalhadores anunciaram que tratarão de derrogar a Lei de Anistia brasileira de 1979, para assim poder julgar os militares que combateram os grupos esquerdistas.
Certamente alguns militares cometeram excessos e, inclusive, crimes; porém, o objetivo destas ações não é fazer justiça senão cobrar vingança e acabar com as instituições castrenses porque, se buscassem justiça, também julgariam os terroristas de esquerda que cometeram delitos de lesa-humanidade ao colocar bombas, realizar atentados e assassinar vítimas inocentes.
Os guerrilheiros dos anos 60, 70 e 80, que foram derrotados militarmente, ostentam atualmente altos cargos de governo em quatorze países latino-americanos, cujos presidentes pertencem ao Foro de São Paulo, e desde o governo, estão perseguindo injustamente seus inimigos de então.
O Foro de São Paulo aplica métodos distintos para destruir as instituições militares: na Bolívia, Equador e Venezuela as transformam, mudando-lhes a identidade, substituindo a doutrina tradicional por novos conceitos emanados do Socialismo do Século XXI. O caso mais emblemático é o da Venezuela, onde obrigam os militares a gritar “Pátria, Socialismo ou Morte!”. O objetivo final é converter estas Forças Armadas em guardas pretorianas a serviço dos regimes socialistas.
Na Argentina, Brasil, Chile e Uruguai, processam os militares que combateram a subversão armada, derrogando as leis de anistia e obediência devida, e aplicando retroativamente os efeitos de tal derrogação. Na maioria dos casos, trata-se de julgamentos políticos precedidos de uma propaganda feroz, onde não se apresentam provas nem argumentos válidos.
Na Colômbia e em El Salvador, onde os mandatários não pertencem ao Foro de São Paulo, as ONGs de esquerda, financiadas desde o exterior fazem das suas, acusando injustamente os heróis militares para minar a moral da Instituição. A teoria dos “falsos positivos”, inventada pela esquerda, está fazendo estragos na Colômbia ao converter muitos terroristas e narcotraficantes em vítimas indefesas do setor castrense.
A destruição ou transformação das Forças Armadas Latino-Americanas tem dois objetivos: primeiro, fazer do nosso continente uma região onde a guerrilha, o terrorismo, o narcotráfico e o fundamentalismo islâmico possam avançar e se fortalecer sem resistência alguma; e segundo, assegurar que indivíduos como Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correa e Daniel Ortega possam acabar com a democracia e permanecer no poder indefinidamente.
Tradução: Graça Salgueiro
Canibalismo no Brasil em 2009 - Índios comem jovem em ritual canibal E O GOVERNO PASSA A MÃO NA CABEÇA DOS CANIBAIS
EDITORIAL“Canibalismo pode ter ocorrido para chamar a atenção do governo”
A FUNAI, em nota divulgada ontem na imprensa, negou veementemente que possa ter ocorrido o canibalismo nesse crime bárbaro, em Envira.
Você verá na notícia abaixo, da Folha, que a Instituição tenta justificar o crime dando um teor “passional” para essa brutalidade, além de tentar impingir um teor “político” na selvageria, ao considerar a possibilidade de que o canibalismo tenha ocorrido, numa tentativa de “chamar a atenção do governo”.
Ai se essa moda pega! Imaginem se o MST, além de invadir e depredar as propriedades, também começar a fazer churrasco com o corpo do dono da fazenda, no meio do pasto, para chamar a atenção do Lula?
Na matéria do jornal Zero Hora, uma indigenista culpa o crack e o álcool.
O fato é: O GOVERNO e a FUNAI são os maiores culpados por esse crime hediondo. A FUNAI foi omissa e cúmplice desse assassinato medonho, segundo uma matéria que publicamos no dia 10.02, do Portal G1:
“O tio da vítima, Francisco Eudo, é guarda municipal na cidade e disse ao G1 que o crime havia sido denunciado por um outro índio da aldeia dos kulinas, mas o relato não teria sido recebido com seriedade pela Funai.”
Quanto aos índios, já passou da hora de rever esse capítulo estúpido da Constituição de 88, que equipara os índios às pessoas irresponsáveis ou que não têm condições de assumir integralmente suas responsabilidades, que precisam ser tutelados pelo Estado. Vejam a “ironia” nesse caso de Elvira: a vítima era o deficiente mental da história.
Já está mais do que provado que os índios são capazes de qualquer coisa - e com um agravante: são cooptados e usados pelos ditos movimentos sociais, pelo tráfico, ongs etc, e ainda contam com o beneplácito da lei que os acoberta. Por Gaúcho/Gabriela
Um testemunho do crime: os índios disseram que o jovem levou no mínimo 80 facadas. Depois, os culinas partiram o corpo em dois e comeram o fígado, o coração e parte da coxa: "Dois índios que se recusaram a matar disseram que os órgãos foram comidos com uma espécie de farofa.
FUNAI PEDE À PF QUE INVESTIGUE CANIBALISMO
A Funai vai pedir à Polícia Federal que assuma as investigações sobre o assassinato de um jovem não-índio de 21 anos em uma aldeia da etnia culina, em Envira (AM). O procurador da Funai em Manaus já está elaborando o pedido à PF.
A polícia afirma que ao menos cinco índios culinas são suspeitos de matar o jovem e de comer seus órgãos. Outros dois índios disseram à polícia que testemunharam o crime. O delegado de Envira disse que pedirá a prisão preventiva dos suspeitos até o final da semana.
No último dia 3, a vítima, Océlio de Carvalho, conduzia um boi quando foi convidado pelos índios para ir até a aldeia Cacau, a 5 km do centro de Envira, de acordo com relato de testemunhas ao sargento da PM José Carlos da Silva, que exerce a função de delegado.
Segundo Silva, os índios disseram que o jovem levou no mínimo 80 facadas. Depois, os culinas partiram o corpo em dois e comeram o fígado, o coração e parte da coxa: "Dois índios que se recusaram a matar disseram que os órgãos foram comidos com uma espécie de farofa. Um desses índios pediu para que não matassem o rapaz, e está sendo ameaçado de morte".
O relatório do chefe do posto da Funai de Eirunepé (150 km de Envira), Paulo Rodrigues Hayden, que afirma ter ido à aldeia no dia seguinte ao crime, diz que no local "foram encontrados restos mortais da vítima". Segundo o relato de Hayden, "o cacique estava muito triste com o acontecimento e que todos falaram os nomes dos envolvidos no assassinato".
De acordo com o relatório, os índios e a vítima "estavam embriagados, e a vítima costumava estar sempre junto a eles em tragos de bebida". Sobre o possível motivo do crime, Hayden diz que uns "falam que a vítima mexeu com um garota e falaram de vingança": "Também levantaram a hipótese de que estariam fazendo isso para chamar a atenção do governo federal para o descaso e abandono".
Segundo a Funai, não existe a prática de antropofagia entre os povos indígenas no Brasil contemporâneo: as únicas referências datam da era colonial. Os culinas não são considerados isolados e têm contato com não-índios desde o século 19. Ontem, o sargento pediu reforços à Secretaria da Segurança: o município, de 16,4 mil habitantes, só tem cinco policiais. Silva alega que há um clima de revolta após o crime. Desde outubro a cidade não tem juiz. Por Cíntia Acayara da Agência Folha, em Manaus
ESPECIALISTA CULPA P CRACK POR SUPOSTO CANIBALISMO
Com a experiência de quem conviveu com a tribo kulina por 15 anos, a indigenista Rosa Maria Monteira, 59 anos, suspeita de que o consumo de crack, associado ao uso de bebidas alcoólicas, esteja por trás do suposto ato de canibalismo que ganhou repercussão internacional nesta semana.
Segundo a Polícia Civil, pelo menos quatro índios teriam assassinado, esquartejado e comido parte das vísceras de Océlio Alves de Carvalho, de 21 anos, no município de Envira, a 1.215 quilômetros de Manaus. O grupo foi indiciado.
– A brutalidade desse caso é assustadora. Isso nunca foi registrado em aldeias de índios kulinas. Se for confirmado o canibalismo, só mesmo o álcool aliado a alguma droga, como o crack, que poderia provocar uma violência como essa – disse a indigenista, integrante da organização não-governamental (ONG) Operação Amazônia Nativa (Opan).
Em entrevista ao site de notícias G1, ela contou que presenciou a entrada gradativa de drogas na aldeia kulina, em Envira. Na década de 90, segundo Rosa, o álcool já era consumido em escala crescente. Ela ainda afirma que viu o cultivo de maconha ser introduzido na comunidade, mas a aldeia desistiu da idéia depois de perceber os riscos de prisão. No começo dos anos 2000, conforme a indigenista, o crack chegou à aldeia.
– Trabalhei muito para conseguir fazer com que os kulinas deixassem de usar a droga. Inicialmente, acredito que eles tenham associado o crack à semelhança da pedra com a resina usada pelos pajés nos rituais de cura. Depois foi o vício mesmo – afirmou Rosa.
A Polícia Civil relata que Océlio foi encontrado por parentes, sem órgãos e vísceras, perto da aldeia. A polícia informou ter ouvido uma testemunha, que afirmou ter visto os índios comerem os órgãos do rapaz. A Fundação Nacional do Índio (Funai) descarta a possibilidade de canibalismo em tribos brasileiras.
Manaus - A repercussão
Canibalismo no Brasil em 2009 - Índios comem jovem em ritual canibal
Corpo de rapaz de 21 anos (deficiente mental) foi esquartejado e encontrado em aldeia kulina. A Polícia de Envira (AM) diz que órgãos teriam sido ingeridos pelos indígenas. Ah sim, a etnia Kulina é composta por “índios” civilizados e BÊBADOS.
Descaso: O tio da vítima, Francisco Eudo, é guarda municipal na cidade e disse ao G1 que o crime havia sido denunciado por um outro índio da aldeia dos kulinas, mas o relato não teria sido recebido com seriedade pela Funai.
Seis índios são suspeitos de canibalismo em uma aldeia da tribo kulina, na cidade de Envira (AM). A vítima é Océlio Alves de Carvalho, 21 anos, deficiente intelectual, que desapareceu na tarde de 1º de fevereiro. O corpo dele foi esquartejado e encontrado por familiares, sem órgãos e vísceras, perto da aldeia, na terça-feira (3). A polícia informou ter ouvido uma testemunha, que afirmou ter visto os índios comerem órgãos da vítima.
O rapaz foi sepultado na quarta-feira (4), em um cemitério da cidade. Os representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai) chegaram ao local no dia seguinte ao sepultamento. A Funai foi procurada pelo G1 para comentar o caso, mas ainda não se pronunciou.
Segundo o laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) de Envira, a morte foi provocada pela quantidade de facadas no corpo da vítima, que tinha cerca de 60 marcas, seguida de esquartejamento. "Os órgãos foram assados em uma espécie de ritual na aldeia. Não foram encontrados o coração, cérebro, fígado e outros pedaços do corpo", disse o sargento José Carlos Correia da Silva, da Polícia Militar, e que também responde pela delegacia da cidade.
Ainda de acordo com ele, os índios suspeitos foram identificados apenas pelos nomes civis que usam no convívio social. "São índios civilizados. Não sabemos os nomes indígenas, apenas como são chamados na cidade", disse o sargento.
Investigação
Um inquérito policial foi instaurado para apurar o caso, mas Correia da Silva informou que enfrenta dificuldades por conta da legislação que impede as polícias Civil e Militar de fazer investigações em tribos indígenas. "Essa legislação limita o nosso trabalho. O caso seria de atribuição da Polícia Federal. Chegamos a ouvir um dos suspeitos, mas a Funai nos obrigou a liberá-lo. Também não podemos entrar na aldeia para procurar pelos suspeitos, que estão foragidos", disse Correia da Silva.
De acordo com Maronilton da Silva Clementino, chefe de gabinete da Prefeitura de Envira, o alcoolismo pode ser um dos fatores que provocou o crime. "Há um índice muito grande de alcoolismo entre os índios da região. A Funai é ausente e não ajuda neste sentido. O representante da fundação só chegou aqui 72 horas depois de ser avisado sobre o homicídio e até agora não se posicionou sobre o caso."
Descaso
O tio da vítima, Francisco Eudo, é guarda municipal na cidade e disse ao G1 que o crime havia sido denunciado por um outro índio da aldeia dos kulinas, mas o relato não teria sido recebido com seriedade pela Funai. "Só quando demos conta do desaparecimento de meu sobrinho é que resolvemos entrar na aldeia para buscar o que restou do corpo."
O sargento afirmou que Eudo está sofrendo ameaças de morte. "Um dos suspeitos apareceu na cidade e mandou um recado, dizendo que mataria o tio da vítima, que é guarda municipal, e o índio que denunciou o ocorrido. Este índio está escondido com medo de ser morto também", disse Correia Silva.
Clementino informou que a cidade de Envira tem cerca de 17 mil habitantes e parte deles está preocupada com o caso. "Muitos estão com medo de circular pela estrada que passa perto da aldeia kulina. Os moradores estão preocupados, aflitos com a violência do caso."
Canibalismo
Segundo a Organização Não-Governamental (ONG) Operação Amazônia Nativa (Opan), o canibalismo não é característica da cultura dos índios da tribo kulina, ou madija, como os próprios integrantes costumam se auto-denominar. "Isso seria um fato inédito. Nunca ouvimos um caso como esse. Os kulinas não são antropofágicos. Só temos referências de antropofagia em índios tupinambás e aruaques, mas que já entrou em desuso há muitos anos", disse Ivar Luiz Busatto, 58 anos, indigenista e coordenador da Opan.
A indigenista Rosa Maria Monteiro, 59 anos, disse que conviveu 15 anos com os índios da tribo kulina, em Envira, e também desconhece algum caso de canibalismo na região. "Isso é um absurdo. Não acredito que isso tenha ocorrido. Não tenho informações sobre o caso ainda, mas praticamente posso assegurar que não houve canibalismo." (Cavaleiro do Templo: como esta pessoa pode afirmar algo assim? Ela estava presente durante a morte do rapaz? Ele tem vídeos mostrando que o rapaz morreu, digamos, em uma queda? Queda esta que fez seus órgãos desaparecidos pularem fora do corpo, talvez? Ela viu estes órgãos se desmaterializando, sumindo no ar depois de "desprendidos" do corpo? ? Ou viu o enterro dos mesmos? Só pode ter sido algo assim para ela ter tanta convicção em sua afirmação irresponsável. Quem é esta mulher? Só por esta declaração já deveria ser investigada!!!)
Rosa disse ainda que o alcoolismo na tribo é grande e pode ter provocado alguma alteração na conduta dos índios suspeitos da morte e esquartejamento. "Fiz pesquisas com eles por 15 anos. Eles bebem, ficam violentos, mas não há nada que justifique o canibalismo. Isso só poderia ocorrer em algum tipo de ritual muito estranho e macabro. Se isso realmente se confirmar, a própria tribo vai estipular alguma punição, que pode ser até a expulsão da tribo." (Cavaleiro do Templo: que beleza de punição!!! Expulso(s) da tribo!!! Realmente é exemplar a justiça indígena. Matar um doente mental e comê-lo leva à expulsão da tribo!!! Quem sabe a moda pega, né? E se pegar e alguém matar o vizinho ou o presidente, seria expulso para aquele lugar horroroso onde você consegue viver a vida com dignidade infinitamente maior do que no Brasil chamado Estados Unidos? Falando em comida, outro dia comi arroz de lula, conhecem? É uma delícia. Mas estava estragado, não recomendo comerem lula estragada, faz um mal danado!!!)
A indigenista disse que conhece alguns dos suspeitos do crime e considera que todos sejam calmos. "Pelo menos durante o tempo em que fiz pesquisas e atuei na tribo deles, todos me pareceram calmos e sem características violentas. Realmente, acho estranho esse caso de canibalismo." (Cavaleiro do Templo: percebam os grifos em vermelho acima. Viram como a pessoa entra em contradição? Acho que merece uma investigaçãozinha aí. Aquelas coisas do tipo "onde a senhora estava no dia tal...?". No mínimo isto.) Portal G1
Governo faz propaganda da terrorista guerrilheira que roubou o governador em revista americana
| Autor(es): Cláudia Trevisan, |
| O Estado de S. Paulo - 06/02/2009 |
A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, é uma das estrelas de um encarte publicitário de 10 páginas da revista norte-americana Foreign Affairs dos meses de janeiro e fevereiro. Ela é apresentada como provável candidata a presidente da República em 2010. Em um trecho do texto, diz: "Não acho que nenhum outro presidente brasileiro tenha dado tanta importância ao etanol quanto o presidente Lula". Não foram mostradas fotos da ministra. Financiado por Embratur, Petrobrás, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e empresas privadas nacionais e estrangeiras, o encarte tem fotos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e da presidente da Embratur, Jeanine Pires. O texto fala ainda muito bem da administração do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. "Os bancos brasileiros são sólidos e lucrativos graças à estabilidade criada pelo antecessor de Lula, Fernando Henrique Cardoso. De maio de 1993 a abril de 1994, FHC (como ele é conhecido) foi ministro da Fazenda do Brasil e introduziu o Plano Real para acabar com a hiperinflação. Embalado pelo sucesso de seu plano, ele foi eleito presidente em 1994 e reeleito quatro anos mais tarde. Cardoso foi sucedido em 2003 por Lula, que também foi reeleito; o mandato atual de Lula vai terminar em 2011", diz a o texto, apresentado em formato de reportagens sobre distintos temas com o título Brasil, um gigante acorda. A Meirelles foi dedicada uma página. Ele defende as políticas fiscal e monetária "conservadoras" que deram ao País recursos para enfrentar a atual crise econômica. A Embratur informou que o "publieditorial" custou R$ 123 mil, apenas à empresa. E que recebeu a proposta da revista Foreign Affairs para anunciar, numa reportagem especial sobre o Brasil, os aspectos econômicos, culturais e turísticos do País para o público específico da revista - formado por integrantes de governos estrangeiros, organismos internacionais, grandes conglomerados privados de atuação global e formadores de opinião, de acordo com a empresa. Nesse contexto, informou ainda a Embratur, foram publicadas duas páginas sobre turismo: uma sobre o Rio de Janeiro e São Paulo e uma entrevista com Jeanine Pires, que apresentou as ações de promoção turística do Brasil no exterior. Quanto ao preceito constitucional que proíbe a exaltação de autoridades, a Embratur respondeu que não acredita tê-lo ferido, visto que a entrevista de Jeanine visou ao público norte-americano e não brasileiro. (Cavaleiro do Templo: mais uma vez a inversão revolucionária em ação. Será que a lei fala que PODE exaltar autoridades SE a propaganda não for para um público específico apenas, os brasileitros no caso? Será que eles estão falando que PODE exaltar autoridades se a EXALTAÇÃO estiver em inglês, japonês, hebraico, aramaico e/ou francês, por exemplo? Chame a todos de burro se quiser mas não a mim, seu %#&^%*@#$$#&^%) A Petrobrás informou que optou pelo anúncio porque a revista é uma referência mundial no mercado editorial. A empresa não informou quanto pagou. O Palácio do Planalto informou que as páginas publicadas pela Foreign Affairs são muito semelhantes às do diário britânico The Guardian, que no ano passado fez reportagem especial sobre o Brasil. |
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