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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Presidente de UnoAmérica na RCN: “Em 15 de fevereiro haverá fraude”

UNOAMERICA
2009-02-02


Bogotá, 2 de fevereiro (UnoAmérica) – Por motivo de completar dez anos do governo de Hugo Chávez, a cadeia colombiana de televisão RCN convidou hoje o ex-candidato presidencial venezuelano e presidente de UnoAmérica, Alejandro Peña Esclusa, para participar em um programa especial sobre o tema.

 

Peña Esclusa opinou que “estes dez anos serão lembrados no futuro como uma época escura, na qual se destruíram as liberdades e a democracia; fizeram-se alianças com grupos terroristas e governos foragidos, e se dilapidou a maior fortuna da história da Venezuela”.

 

O dirigente venezuelano denunciou que em 15 de fevereiro, data em que se realizará a consulta sobre a emenda constitucional que permite a reeleição permanente,“Chávez perderá, porém a imporá ilegalmente, com medo de uma fraude massiva”. Segundo Peña Esclusa, o mandatário venezuelano sabe que vem uma grave crise econômica na Venezuela e necessita impor a emenda agora, porque depois se verá debilitado pela crise.

 

“Todavia” – explicou – “essa suposta vitória será pírrica, porque será interpretada pelos venezuelanos e pelo mundo inteiro como um golpe de Estado, que acabará definitivamente com sua legitimidade”.

 

O dirigente venezuelano aproveitou sua presença em Bogotá para oferecer desculpas ao povo colombiano pelo apoio que Chávez tem dado às FARC, pela ruptura de relações e envio de tropas à fronteira, e pelos insultos proferidos contra Pastrana e Uribe.

 

Peña Esclusa é presidente da associação civil Fuerza Solidaria, e no ano passado foi eleito presidente de UnoAmérica, uma confederação de organizações não-governamentais (ONGs) com presença na Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, El Salvador, Peru, Uruguai e Venezuela. A Secretaria Executiva de UnoAmérica está situada em Bogotá, representada pela Federación Verdad Colombia.

 

Tradução: Graça Salgueiro

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".