Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

CONVITE - O GRANDE ORIENTE DE SÃO PAULO CONVIDA PARA SESSÃO MAGNA PÚBLICA DE HOMENAGEM ÀS FORÇAS ARMADAS DO BRASIL E COMEMORATIVA DO DIA DA BANDEIRA

Por e-mail (sic)

O GRANDE ORIENTE DE SÃO PAULO CONVIDA OS MAÇONS DE SUA OBEDIÊNCIA, DA SERENÍSSIMA GRANDE LOJA E DO GRANDE ORIENTE PAULISTA, BEM COMO SUAS FAMÍLIAS E TODA A SOCIEDADE DE SÃO PAULO PARA PARTICIPAR DA

SESSÃO MAGNA PÚBLICA DE HOMENAGEM 
ÀS FORÇAS ARMADAS DO BRASIL
E COMEMORATIVA DO DIA DA BANDEIRA

A par de externar nosso reconhecimento à Marinha, Exército e Força Aérea por sua tradição de guardiões da Soberania Nacional e dos princípios institucionais do país, a solenidade comemorará o CENTENÁRIO DA PRIMEIRA FESTA DA BANDEIRA ocorrida em 19.11.1908. Estarão presentes à sessão o Grão Mestre Benedito Marques Ballouk Filho e os Comandantes das Grandes Unidades Locais das três Armas.

DIA 18 DE NOVEMBRO DE 2008 – 3ª. FEIRA
ÀS 20 HORAS − RUA SÃO JOAQUIM, n°. 457 

Pela importância cívico-social do evento, aberto à participação de não-maçons, senhoras e jovens, permitimo-nos contar com o prestígio de sua presença, e da divulgação deste convite.


João Baptista de Oliveira
Assessor Especial do Grão-Mestre

Fone: (11) 3315-0055 – jboliveira@jbo.com.br

(Maçons: traje maçônico e paramentos).

Os maus católicos sentem-se atingidos pela mensagem de La Salette

Quarta-feira, 12 de Novembro de 2008


Revolução Francesa, execução de Luís XVIRapidamente cresceu o interesse nacional pela aparição, sob o bafejo da graça. Mas tinha também explicações naturais.

A França estava dividida do ponto de vista religioso e político. Havia católicos que se diziam liberais ou sociais. Eram os precursores do movimento que hoje semeia a desordem na Igreja, conhecido também como progressismo. Estavam conluiados com os propagandistas do igualitarismo libertino, laicista e anticatólico da Revolução Francesa de 1789.

Eles exploravam e favoreciam atritos sociais e queriam subverter a Igreja por dentro. Tornavam relativa sua moral e insistiam nas questões sociais que eles distorciam bastante.

Neste ponto ecoavam os argumentos dos socialistas, comunistas ou marxistas, dizendo por vezes se opor a eles. E outras vezes nem isso. Em política faziam uma convergência com uma democracia revolucionária, laicista, igualitária, imoral e visceralmente anticristã. Era a democracia filha da Revolução Francesa.

São Pio X condenou depois os erros desses maus católicos na Encíclica Pascendi Dominici Gregis, e especialmente na Carta Apostólica Notre Charge Apostolique.

Tais católicos liberais sentiram-se apanhados e denunciados pela mensagem de La Salette, no que eles tinham de mais oculto e revolucionário.

De outro lado, havia os católicos piedosos e autênticos, defensores de todas as formas de legitimidade. Estes, ao saberem da mensagem de La Salette, tiveram uma confirmação de tudo o que a fé e a fidelidade à Igreja lhes inspirava.

Napoleão IIIOs governos da época – monarquia ilegítima de Luís Felipe, segunda e terceira repúblicas, bem como o império de Napoleão III – eram considerados com horror pelos melhores representantes do catolicismo francês. Tais governos não ocultaram seu ódio contra La Salette. Sobretudo Napoleão III, cujo jogo falso ficara desvendado na aparição.

Assim a mensagem de Nossa Senhora incidiu na carne viva dos problemas religiosos, políticos e ideológicos da França. Mutatis mutandi, esses problemas eram análogos aos do mundo católico ocidental daquela época.

Quero receber atualizações gratuitas e instantâneas, sem compromiso, de "A Aparição de La Salette e suas Profecias" no meu e-mail

Perdão para todos

CONSULTOR JURÍDICO
16 de novembro de 2008

Leia parecer da OAB de 1979 a favor da anistia ampla

por Daniel Roncaglia

No dia 24 de julho de 1979, o Conselho Federal da OAB se reuniu para votar parecer do então advogado Sepúlveda Pertence sobre a proposta do governo João Figueiredo para a Lei da Anistia. Os conselheiros votaram a favor do parecer que considerou a proposta fraca. Para os advogados, a anistia deveria ser mais ampla. Hoje, a OAB defende justamente o contrário: anistia restrita e a punição dos torturadores.


Em seu parecer em 1979, Sepúlveda Pertence, então futuro ministro do Supremo Tribunal Federal, criticou três pontos. Para ele, o parágrafo 2º do artigo 1º era uma “odiosa e arbitrária discriminação” ao excluir da anistia aqueles que já tinham sido condenados pelos crimes de terrorismo, assalto, seqüestro e atentado pessoal.


O artigo 3º também mereceu critica por condicionar o retorno de servidores públicos à existência de vaga e ao interesse da administração pública. O terceiro problema, segundo Pertence, era excluir da volta ao trabalho aqueles que foram afastados por improbidade (parágrafo 4º do artigo 3º).


Segundo Pertence, o projeto tinha um pecado mortal: “É a sua frontal incompatibilidade com um dado elementar do próprio conceito de anistia, ou seja, o seu caráter objetivo. Em outras palavras, o que o governo está propondo, com o nome de anistia, tem antes o espírito de um indulto coletivo do que uma verdadeira anistia”.


Pertence dizia que o governo queria apenas excluir da anistia os membros da oposição. “A grande maioria dos condenados pelas ações políticas armadas ocorridas há cerca de uma década foi recrutada nos estratos mais jovens do movimento estudantil e levada à prática de tais fatos sobre o clima de terror repressivo do Ato Institucional 5, da empolgação ostensiva do poder pela Junta Militar e de tantos outros episódios de arbítrio e de violência estatal”, afirmou na época.


Para Pertence, a exclusão desses condenados não tinha nada a ver com a apelação universal contra o terrorismo. Ele questionou se essa exclusão dos condenados era uma preocupação de não se ter a anistia das violências do regime militar. “Não há duvida, como acentua a justificação do projeto, que, se tivessem continuidade, os processos contra os não condenados iriam ‘traumatizar a sociedade com o conhecimento de eventos que devem ser sepultados em nome da paz’: entre eles, em primeiro lugar, os relativos à institucionalização da tortura aos presos políticos”, afirmou Pertence.


Segundo o advogado, “nem a repulsa que nos merece a tortura impede reconhecer que toda a amplitude que for emprestada ao esquecimento penal desse período negro de nossa história poderá contribuir para o desarmamento geral, desejável como passo adiante no caminho da democracia”.


A despeito das críticas da OAB, a lei entrou em vigor no mês seguinte. Esse documento de 1979 reveste-se de importância no momento em que a OAB começa campanha pela revisão da lei da anistia, defendendo, por exemplo, a punição dos torturadores.


A Ordem entregou Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental no Supremo Tribunal Federal para saber se crimes praticados por militares e policiais — como a tortura e desaparecimento — durante a ditadura estão cobertos pela lei de anistia. A ação questiona o parágrafo 1º do artigo 1º. Agora, a OAB avalia que a lei de 1979 não isenta militares envolvidos em crimes e deixa em aberto a possibilidade de nova interpretação que permita ao Brasil rever ações praticadas por agentes do Estado.


“A OAB entende que a lei tem por objeto, exclusivamente, anistiar os crimes comuns cometidos pelos mesmos atores de crimes políticos. Ela não abrange os agentes públicos que praticaram, durante o regime militar, crimes comuns contra opositores políticos, presos ou não”, sustenta a ação. A entidade entende que há uma notória controvérsia constitucional nessa lei.


O atual presidente da OAB, Cezar Britto, negou contradição. "O parecer atacava a Lei de Anistia porque ela excluía aqueles acusados de subversão e dava a entender que os torturadores estavam beneficiados”, respondeu.


Clique aqui para ler o parecer de Sepúlveda Pertence.


Revista Consultor Jurídico, 16 de novembro de 2008

O padre, Obama e a hóstia

REINALDO AZEVEDO
Da AP. Volto em seguida:

Um padre americano disse aos fiéis de sua igreja em Greenville, na Carolina do Sul, que eles não poderiam tomar a hóstia se tivessem votado em Barack Obama porque o presidente eleito dos Estados Unidos apóia o aborto. Para o sacerdote, votar nele foi "cooperação material com a maldade intrínseca". Jay Scott Newman afirmou em um jornal distribuído na igreja católica de St. Mary no domingo que eles estariam colocando suas almas em risco se recebessem a comunhão antes de fazer penitência pelo voto.

"Nossa nação escolheu para seu Executivo o político mais radical pró-aborto que já serviu no Senado americano ou concorreu para presidente", escreveu o padre, referindo-se a Obama por seu nome completo, incluindo o sobrenome Hussein. "Votar em um político pró-aborto quando existe uma alternativa pró-vida plausível constitui cooperação material com a maldade intrínseca", continuou. "Pessoas nessas condições não devem receber comunhão até se reconciliarem com Deus no Sacramento da Penitência, ou então estariam comendo e bebendo de sua própria condenação." Obama venceu o republicano John McCain nas eleições de 4 de novembro, tornando-se o primeiro presidente negro dos EUA. Na Carolina do Sul, parte conservadora do país, a disputa foi vencida por McCain. Durante a campanha, muitos religiosos falaram contra o aborto mais abertamente do que no pleito anterior, dizendo aos políticos e eleitores católicos que a questão deveria ser a mais importante a ser considerada na formação política e na escolha de candidatos.

Alguns líderes da igreja disseram que os fiéis arriscaram suas almas ao votarem em candidatos que apóiam o direito ao aborto. Mas as lideranças diferem quanto a legisladores e eleitores católicos não receberem a comunhão se divergirem do ensinamento da igreja sobre o aborto. Cada dirigente aplica suas normas em cada diocese.

Em um encontro anual, bispos católicos americanos prometeram na quinta-feira confrontar a administração Obama por apoiar o aborto. De acordo com pesquisas de opinião, 54% dos católicos votaram no democrata, que é protestante. Na Carolina do Sul, 61% dos eleitores no condado de Greenville votaram em McCain, enquanto 37% optaram por Obama.

Comento
É um daqueles despachos que ganham o mundo e estão prontos para gerar escarcéu e espanto: "Vejam que absurdo! Olhem que gente reacionária e atrasada! Veja que padre antediluviano!!!" Pois é...

Representantes de outras religiões, em nome dos seus princípios, podem pedir o que for a seus fiéis, e ninguém soltará um pio. Afinal, vocês sabem, devemos ser tolerantes, claro. Menos com os católicos. Vejam esse padre aí: onde já se viu pedir aos católicos uma pequena penitência — um exame de consciência basta — por eventualmente terem votado num candidato pró-aborto? É uma recomendação ao povo americano? Não! Só aos católicos. E ainda daquela localidade.

Ademais, não custa lembrar, ninguém é obrigado a ser católico. Obama é mesmo favorável ao aborto e não se opões nem mesmo ao chamado aborto com nascimento parcial, realizado no último trimestre da gravidez. Pesquisem pra saber o que é. Quem conseguir distinguir aquilo de homicídio ganha um prêmio de retórica por ser exímio nos sofismas. A questão teria sido debatida com mais vagar nos EUA se a imprensa já não tivesse feito a sua escolha, conforme vêm admitido agora os veículos de comunicação.

Reitero: ninguém é obrigado a ser católico. Às vezes, a penitência é mesmo uma necessidade. Ou que se escolha outra religião, não é?

domingo, 16 de novembro de 2008

A ameaça das leis anti-homofobia

Julio Severo

Muitos líderes evangélicos estão preocupados com perseguição, por causa de novas leis que estão sendo defendidas. Essa preocupação tem fundamento, ou é histeria?


Recentemente, a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (ANPOCS) declarou: “Ao invés de apoiar a ‘legitimação’ e ‘naturalização da homossexualidade’, grupos religiosos distintos defendem que autoridades públicas deveriam incentivar medidas que promovessem ‘a moral e os bons costumes’”. E então, se referindo ao blog Julio Severo, a ANPOCS comentou: “Esses discursos conservadores se alternam entre a mobilização de argumentos homofóbicos na defesa de um ideal de família cristã e recomendações de cuidado pastoral que endossam a crença na possibilidade de mudança da orientação sexual de pessoas não-heterossexuais”. [1]

Tempos atrás, visitei um fórum do Orkut onde os integrantes perguntavam: “O Julio Severo tem direito constitucional de fazer declarações contra o homossexualismo?”

Em julho de 2007, quatro dias antes de o meu blog ser censurado por pressão dos ativistas homossexuais, o escritor homossexual Fabrício Viana, respondendo a outro ativista que perguntava se dava para me calar agora, disse:

Por enquanto não. Se a lei anti discriminação for aprovada, isso é, homofobia tornar-se crime, aí sim poderemos fazer algo. Por isso todo esse povo ai, religioso, esta fazendo uma muvuca para que a lei anti discriminação não seja aprovada (pois todos eles poderão ser repreendidos).

Por enquanto, não há no Brasil nenhuma lei federal contra a homofobia, mas vimos o Pr. Ademir Kreutzfeld, de Santa Catarina, sendo perseguido por homofobia. Estamos vendo as pressões sobre Silas Malafaia, por causa de suas declarações cristãs contra o homossexualismo. Há também o caso do Dep. Henrique Afonso, que se encontra sob pressões e ameaças do PT. O deputado evangélico vem se destacando por defender a visão bíblica a respeito do pecado homossexual.

Há alguma dúvida então de que a valorização legal do homossexualismo trará como conseqüência a desvalorização do Cristianismo, seus valores e a Bíblia? Essa desvalorização significará ações legais para silenciar os que defenderem valores que a ideologia gayzista rejeita

Propaganda noveleira global

Não somente os cristãos serão afetados.

E se um pai pegar em flagrante o filho fazendo sexo com outro homem dentro do próprio lar? No passado, os pais podiam livremente resolver esses problemas. Hoje, já não é tão fácil.

É função dos profetas diagnosticar os sinais dos tempos. Vamos olhar, por necessidade, para a Rede Globo, que já está nos mostrando o que vai acontecer se não nos opusermos à valorização da sodomia. O jornal online G1, da própria Globo, diz sobre novela da Globo onde o pai encontra o filho na cama com outro homem:

Bernardo, o personagem interpretado pelo ator Nuno Leal Maia na novela “Duas Caras”, vive um drama desde que flagrou o filho — Bernardinho (Thiago Mendonça) — com um homem na cama. De um lado, ele se depara com sua formação machista, que o impede de aceitar um filho gay; do outro, com seu amor de pai.

Nessa matéria do G1, são apresentados casos reais de pais que aprenderam a aceitar a atividade homossexual dos filhos com outros homens. A interpretação do jornal da Globo para a novela da Globo é que a atividade homossexual dos filhos não pode ser jamais rejeitada. Fico imaginando: Daqui a pouco os Conselhos Tutelares começarão a perseguir pais e mães que não aceitam a atividade homossexual dos filhos?

Nada é anormal quando a Globo sumariamente condena de “machistas” os pais que sentem vergonha quando descobrem que seus filhos estão enfiando o sexo na traseira de outros homens ou quando descobrem que seus filhos estão recebendo o sexo de outros homens na própria traseira. A ideologia feminazista, aliada da ideologia gayzista, faz parte da alma global. Essa ideologia condena como machista também o homem casado e pai que desempenha a função de cabeça da família. Essa função, que é claramente definida pela Palavra de Deus como o padrão de normalidade conjugal, é rejeitada no planeta global.

De acordo com o padrão da mídia liberal, quando impõem suas idéias e aberrações sobre todos, os gayzistas e as feminazistas estão apenas exercendo seus próprios direitos. Eles até são elogiados como defensores dos direitos humanos — principalmente quando impõem o homossexualismo como normal. Mas quando exercem a função de líder de suas famílias, os maridos e pais são automaticamente (e impiedosamente) pintados como retrógrados, fanáticos religiosos e até mesmo potenciais assassinos de homossexuais quando estabelecem em suas famílias que o homossexualismo (assim como a prostituição, o crime e as drogas) não é aceito como normal. Quem nunca viu tal deturpação da realidade jamais assistiu às novelas globais!

O artigo do G1, seguindo o velho estilo global, não aceita neutralidade. O texto, nem de longe, insinua que os pais têm o direito e a responsabilidade de procurar uma saída e cura para os filhos. A proposta da Globo é exclusivamente a aceitação da atividade homossexual dos filhos, prestando uma assistência valiosa às ambições do movimento homossexual.

Luiz Mott: fonte ideal para a propaganda homossexual da Globo

Nenhum líder pró-família foi ouvido pelo G1 da Globo, que escolheu dar vez e voz apenas para Luiz Mott, o líder máximo do movimento gayzista do Brasil. Recentemente, Mott esteve envolvido em escândalo de defesa da pedofilia, segundo texto de Jael Savelli.

No artigo global, Mott alega que os homossexuais perfazem 10% da população do Brasil, dando a entender que a condição homossexual é imutável e deve sempre ser aceita como normal. Se essa condição fosse realmente normal, seria um crime não aceitá-la, e teríamos a obrigação moral de apoiar Lula, a Globo e as paradas gays. Teríamos a obrigação moral de permitir que nossos filhos se envolvam em sexo homossexual com outros homens. Contudo, se Deus está certo quando diz que a conduta homossexual é abominável, nojenta e repugnante, então seria um crime promovê-la ou defendê-la.

Quem primeiro espalhou o boato “científico” de que 10% da população são homossexuais foi Alfred Kinsey, cuja pesquisa foi comprovada como fraudulenta por vários livros científicos recentes. Além disso, os gayzistas e seus amigos têm o notório hábito de manipular dados e estatísticas.

Quem deveria então estranhar quando a Globo convida um homossexual acusado de defender a pedofilia para legitimar a novela da Globo que literalmente ensina os pais a aceitar a atividade homossexual na vida dos filhos? A Globo assim se une a Lula em seus esforços de promover a agenda homossexual no Brasil.

Por enquanto, a Globo está apenas dando dicas de como valorizar a atividade homossexual de filhos problemáticos dentro das famílias. Se essa visão for aceita de modo geral, logo serão fabricadas leis para consagrá-la. Depois, virão o sofrimento, a tristeza, as ameaças, as intimidações e até prisões para os pais “machistas” que não aceitarem a atividade homossexual dos filhos dentro de casa.

O “PLC 122” do Estado de São Paulo

Esse cenário poderá, cedo ou tarde, se tornar realidade se os projetos anti-homofobia forem aprovados. Aliás, esse cenário será o mínimo, diante de outras ameaças igualmente desagradáveis, como pretensões de serem pastores, professores e funcionários de escolinhas, etc.

Há dois importantes projetos hoje no Congresso que representam perigo: o PLC 122/2006 e o PL 6418/2005.

Os cristãos estão muito preocupados com esses dois projetos — e com muita razão. Contudo, os homens que vivem no homossexualismo não precisam aguardar até a aprovação dessas leis para poderem denunciar até mesmo anonimamente pastores e outras pessoas de bem que não aceitam o homossexualismo — pelo menos, não no Estado de São Paulo. Segundo a lei anti-homofobia do Estado de São Paulo:

“Artigo 5º - O cidadão homossexual, bissexual ou transgênero que for vítima dos atos discriminatórios poderá apresentar sua denúncia pessoalmente ou por carta, telegrama, telex, via Internet ou fac-símile ao órgão estadual competente e/ou a organizações não-governamentais de defesa da cidadania e direitos humanos.

§ 1º - A denúncia deverá ser fundamentada por meio da descrição do fato ou ato discriminatório, seguida da identificação de quem faz a denúncia, garantindo-se, na forma da lei, o sigilo do denunciante”.

Que tipo de denúncia o homossexual poderá fazer? Segundo a lei de São Paulo:

Será punida, nos termos desta lei, toda manifestação atentatória ou discriminatória praticada contra cidadão homossexual, bissexual ou transgênero.

Artigo 2º — Consideram-se atos atentatórios e discriminatórios dos direitos individuais e coletivos dos cidadãos homossexuais, bissexuais ou transgêneros, para os efeitos desta lei:

I – praticar qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica.

Essa lei deixa bem claro que toda manifestação atentatória ou discriminatória praticada contra cidadão homossexual, bissexual ou transgênero de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica será punida.

Tente interpretar o que essa lei diz. Agora, deixe um militante gayzista ou ativista pró-homossexualismo interpretá-la, e o resultado, obviamente, não será favorável aos que manifestam opinião contrária às práticas homossexuais. Aliás, a lei menciona que tais manifestações — até mesmo com base religiosa — serão punidas, isto é, serão punidas manifestações contra o homossexualismo com base na Bíblia.

Essa lei foi aprovada em São Paulo em 2001 e se chama Lei Estadual 10.948/01. O autor é o deputado Renato Simões, do PT. Atualmente, o governo do Estado de São Paulo está trabalhando para implementá-la.

No caso de homossexuais de mãos dadas em igrejas ou mostrando outros gestos de “afetividade”, essa lei diz:

“Artigo 2º — Consideram-se atos atentatórios e discriminatórios dos direitos individuais e coletivos dos cidadãos homossexuais, bissexuais ou transgêneros, para os efeitos desta lei: VIII – proibir a livre expressão e manifestação de afetividade, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos”.

Assim, se marido e esposa podem andar de mãos dadas dentro da igreja, homossexuais também podem — e poderão até aproveitar o espírito da lei para dizer que se os heterossexuais têm direito a esses privilégios por causa do casamento, os homossexuais também têm direito de casar-se na igreja e usufruir os direitos conjugais.

Com o PLC 122/2006 e o PL 6.418/2005, corremos o risco de ver o mesmo tipo de lei do Estado de São Paulo ameaçando o Brasil inteiro, da mesma forma que a própria Europa já se encontra sob gravíssima ameaça.

Ditadura anti-homofobia na Europa

Na Europa, foi aprovada em 2006 a “Resolução do Parlamento Europeu sobre a homofobia na Europa”. Essa resolução proíbe a discriminação direta ou indireta em razão da raça ou da origem étnica, religião ou crença, deficiência, idade ou orientação sexual.

Recentemente, várias famílias evangélicas alemãs foram perseguidas, inclusive com perda da custódia dos filhos, porque estão envolvidas no movimento de educação escolar em casa. Essas famílias tentaram, em vão, invocar as leis que proíbem discriminação em razão de religião.

Portanto, as crianças alemãs não têm direito à educação em casa. Mas segundo o governo alemão, por causa das leis anti-discriminação, elas têm o direito de trocar de sexo, mesmo contrariando a vontade dos pais.

A União Européia não dá às igrejas cristãs nenhuma proteção contra as investidas gayzistas, que querem ordenar pastores gays e a realização de casamentos gays nas igrejas. Pelo contrário, a resolução européia protege os homossexuais contra as igrejas. Essa resolução diz: “Considerando que a homofobia se manifesta nos domínios público e privado através de diferentes formas como, por exemplo, discursos de ódio e incitamento à discriminação, ridicularização, violência verbal, psicológica e física, perseguições e assassínios, discriminação em violação do princípio da igualdade e restrições injustificadas e não razoáveis de direitos, invocando, freqüentemente, razões de ordem pública, de liberdade religiosa e de direito à objeção de consciência”.

A resposta da população cristã da Europa ao cerceamento de suas liberdades religiosas por causa dos favorecimentos à sodomia é a apatia e a indiferença. Os cristãos da Europa arranjaram um meio de não serem perseguidos por essa lei. Se o problema é citar versículos da Bíblia que condenam o homossexualismo, a solução é parar de citá-los!

Liberdade para a sodomia e suas libertinagens e censura para o Cristianismo e seus valores

Está se tornando impossível criticar a sodomia, pois essa relação sexual anormal está cada vez mais sendo classificada como aspecto importante da dignidade humana dos que vivem no homossexualismo. Sendo assim, entre dignidade humana e direito de expressão o legislador e o político preferem ficar do lado da dignidade humana. Mas essa dignidade humana é nada mais do que uma roupagem técnica artificial para encobrir um comportamento que pela Bíblia e pela ciência é prejudicial e totalmente antinatural.

Em Levítico 18:22 Deus diz que é abominação um homem se deitar com outro homem. Fora da Bíblia, o que podemos ver sobre o homossexualismo?

Antes de aprovadas as leis que querem nos proibir de manifestar nossa contrariedade aos gestos de “afetividade” dos homossexuais, a sociedade já está enfrentando grandes problemas. Os homossexuais estão usando e abusando de suas novas liberdades e privilégios.

No dia 23 de outubro de 2007, o jornal O Flumenense, do Rio de Janeiro, publicou artigo sobre cartilha do Grupo Diversidade Niterói (GDN). O título dessa cartilha é “1º Roteiro GLBTS”, cujo propósito é dar à população homossexual dicas de bares e boates, chegando ao ponto de apontar locais públicos, até mesmo shopping centers, onde é possível manter namoros mais “ousados” e até mesmo praticar sexo.

A cartilha também informa sobre a lei de Niterói que protege os homossexuais contra discriminação.

Eu já tive o desprazer de entrar no banheiro de shopping de uma grande cidade. O shopping não era um lugar desagradável. Mas dentro do banheiro masculino, vi alguns homens encostados na parede, aguardando evidentemente um sinal de alguém para o começo de alguma atividade sexual.

Senti-me constrangido de entrar num ambiente onde há o risco de assédio ou coisas piores.

A cartilha homossexual diz ainda:

“Além de atravessar a Baía de Guanabara, você ainda pode fazer uma pegação no banheiro das barcas. É o mais antigo point de pegação gay da cidade”.

Sexo entre homens homossexuais e meninos

Contudo, essas manifestações de homoafetividade não são o problema maior. Um dos problemas mais sérios é a pederastia. Pedofilia significa sexo entre adultos e crianças. Pederastia é um termo mais restrito, significando sexo entre homens e meninos. Assim, a palavra pedófilo é o termo geral que se aplica a homens que estupram meninas e a homens homossexuais que estupram meninos. Mas pederastia é usada apenas para homens homossexuais que estupram meninos.

Meu blog tem um artigo intitulado: “Estudo revela que professores homossexuais têm a probabilidade mais elevada de abusar sexualmente de estudantes”. Esse artigo, de 22 de outubro de 2007, diz:

Professores homossexuais do sexo masculino são os mais capazes de ter sexo com seus alunos, de acordo com um estudo abrangendo 7 países. De modo geral, 43% dos professores que acabaram nos noticiários por terem sexo com seus alunos nos últimos 27 anos estavam envolvidos no homossexualismo. Professores homossexuais violentaram 1.925 (56%) das 3.457 vítimas. As vítimas, por medo e vergonha, freqüentemente guardam segredo dos incidentes de abuso sexual, de modo que o número real de tais professores abusadores provavelmente é maior.

Lexis-Nexis foi investigada de 1980 até 2006, revelando 902 professores que se sabia terem tido sexo com alunos. Os professores emvolvidos no homossexualismo constituíam 63% dos estupradores na Irlanda, 62% na Nova Zelândia, 60% no Canadá, 54% na Escócia, 48% na Austrália, 47% na Inglaterra e 35% nos EUA. As estatísticas são de modo particular importantes considerando que os homossexuais perfazem apenas 3%-5% da população.

Outro artigo no meu blog tem o título: “O Estado a serviço da pedofilia? Conselho tutelar da Inglaterra entrega meninos para ‘casal’ homossexual pedófilo”. O tal “casal” gay havia conseguido adotar 18 meninos num período curtíssimo de 15 meses, depois de receberem aprovação do conselho tutelar. Mas hoje eles estão presos por crime de pedofilia. Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/2007/09/o-estado-servio-da-pedofilia-conselho.html

Eu poderia citar inúmeros outros exemplos de homossexuais defendendo a pedofilia, mas ocuparia muito do nosso tempo. Se quiser ver todos esses exemplos, visite meu blog, que contém um grande arquivo virtual sobre questões da agenda gayzista.

Até recentemente, a sociedade compreendia a ligação entre sodomia e pederastia. Tanto assim é que os dicionários de português apontavam pederastia como sinônimo de homossexualismo. Aliás, a compreensão desse perigo era natural.

Os ativistas gayzistas têm uma agenda. Eles não vão revelar para a sociedade tudo o que pretendem, a fim de não assustar. Mas quem tem olhos para ver, verá muito mais do que apenas as reivindicações homossexuais convencionais. Verá a NAMBLA, a Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos, que é a maior organização pedófila do mundo. Por pura coincidência, essa organização é constituída apenas por homossexuais.

Por pura coincidência, o líder máximo do movimento homossexual do Brasil, o sr. Luiz Mott, tem sido desmascarado em horrendas declarações defendendo a pedofilia. Ele também é ardoroso defensor das políticas governamentais de favorecimentos raciais aos negros, inclusive cotas, porque ele sabe que essas políticas inevitavelmente, fatalmente favorecerão as pretensões do movimento gayzista.

A Holanda, país que legalizou as drogas e a prostituição, foi o primeiro país do mundo a legalizar o casamento homossexual. Hoje, por pura coincidência, a Holanda tem o primeiro partido político a favor da pedofilia. Esse partido é exclusivamente homossexual. Por pura coincidência também, foram os ativistas homossexuais que conseguiram abaixar a idade de consentimento sexual de 16 anos para 12 anos na Holanda.

Embora a população heterossexual seja muito maior do que a população homossexual, quem são os grupos que estão lutando para abaixar a idade de consentimento sexual? Quem são os grupos que estão lutando pelos direitos sexuais das crianças? Por pura coincidência, são exatamente os grupos homossexuais.

Vamos esperar mais coincidências para acordar?

Agenda do reino das trevas X agenda do Reino de Deus

O movimento homossexual tem uma agenda. Sua agenda é moldar a sociedade conforme sua própria imagem e semelhança: nas leis, nos costumes, na sociedade, etc. Sua agenda é moldar a sociedade conforme sua própria imagem e semelhança, em tudo o que os olhos da sociedade podem ver e não ver.

E nós, temos uma agenda? Temos uma agenda para avançar na sociedade? Se não tivermos, os militantes do homossexualismo, do aborto e da bruxaria, usando os habituais argumentos de vítimas, passarão seu rolo compressor em cima de nós em sua ambição de impor suas agendas individuais na sociedade. O aborto será promovido sob o argumento de proteção aos direitos das mulheres. A bruxaria será promovida sob o pretexto de proteção à cultura das minorias. E o homossexualismo será promovido nas escolas e em toda a sociedade sob a desculpa de proteção às vítimas homossexuais.

Se não conseguirmos derrotar hoje as pretensões gayzistas, e as políticas governamentais que estão privilegiando o pecado em suas diversas formas, veremos os efeitos colaterais em seu rastro, inclusive reivindicações em favor da descriminalização do sexo entre homens e meninos e a aceitação desse comportamento como orientação sexual.

Esses efeitos colaterais não são novidade alguma. A pedofilia já foi normal entre antigos gregos, índios e outros povos. E, se não fizermos a nossa parte agora, a agenda homossexual fará a sua.

Contudo, a ameaça mais iminente neste momento são os projetos que criminalizam a não aceitação do homossexualismo. Se esses projetos se transformarem em leis, veremos um Estado policial contra os bons cidadãos. Entenda: é louvável um Estado policial contra assassinos, estupradores, pedófilos e seqüestradores. Mas não é louvável um Estado policial ocupado contra os bons cidadãos que não concordam com a perversão das práticas homossexuais.

É louvável um Estado policial que pune assassinatos, estupros, pedofilia e seqüestros. Mas não é louvável um Estado policial que pune a não aceitação do homossexualismo. Não é louvável um Estado policial que pune o pai que ensina seus filhos que homossexualismo é errado. Não é louvável um Estado policial que pune um pai, pastor ou padre que ensina as crianças a evitar todo tipo de comportamento, atitude e ambiente homossexual. Não é louvável um Estado policial que pune o pai que não aceita a atividade homossexual de um filho problemático.

Dizemos sim ao Estado policial que é contra os criminosos, mas dizemos não ao Estado policial que é contra os bons cidadãos.

Gente, já passou da hora de mostrarmos para a sociedade que nós seguidores de Jesus Cristo também temos uma agenda: a agenda do Reino de Deus. Já passou da hora de mostramos ao Estado seu papel legítimo dentro da sociedade como protetor dos bons cidadãos e como castigador apenas dos criminosos, não dos inocentes.

Fonte: www.juliosevero.com

Notas:

1. http://200.152.208.135/anpocs/trab/adm/resumo_trabalho.tpl.php?id_trabalho=2062&PHPSESSID=f6f5b82605f343e50ba9a9d04b541773

Leia também:

PLC 122: propaganda, fantasia e farsa na promoção do homossexualismo

Homem que viveu na Alemanha nazista dá aviso aos EUA

JÚLIO SEVERO
15 Novembro 2008

“Todo dia os EUA se aproximam mais do abismo totalitário no estilo nazista”


© 2008 WorldNetDaily


WASHINGTON, EUA – Pelo fato de que abandonaram os absolutos morais e sua fé cristã histórica, os EUA estão se aproximando mais de um totalitarismo de estilo nazista, avisa um ex-membro alemão da Juventude Hitlerista num livro recém publicado.


“Todo dia os EUA se aproximam mais do abismo totalitário no estilo nazista”, escreve Hilmar von Campe, hoje um cidadão americano e autor do livro “Defeating the Totalitarian Lie: A Former Hitler Youth Warns America”.


Von Campe fundou o Instituto Nacional em prol da Verdade e da Liberdade para lutar por um retorno ao governo constitucional nos EUA – que é a chave, crê ele, para se manter a liberdade nos EUA.


“Vivi no pesadelo nazista e, como diz o velho ditado, ‘Um homem com experiência nunca fica à mercê de um homem com um argumento’”, escreve von Campe. “Tudo o que escrevo se baseia em minha experiência pessoal na Alemanha nazista. Não há nada de teórico acerca da minha descrição do que acontece quando uma nação joga Deus para fora do governo e da sociedade, e os cristãos se tornam espectadores religiosos. Não quero ver uma reprise. O papel de Deus na sociedade humana é uma questão decisiva para esta geração. Meu livro é parte da minha vida de restituição pelos crimes de um governo ímpio, do mal do qual fiz parte”.


Von Campe cresceu durante o nazismo, serviu na Juventude Hitlerista e lutou contra o Exército Vermelho na Iugoslávia como artilheiro de tanque no exército alemão. Ele foi capturado no fim da guerra e escapou cinco meses depois de um campo de prisioneiros de guerra na Iugoslávia comunista.


”Levou-me muito tempo para entender e definir a natureza do nacional socialismo”, diz von Campe. “E, infelizmente, a filosofia deles continua a florescer sob diferentes rótulos que permanecem uma ameaça para os EUA e para a sociedade humana livre”.


Ele escreve: “A parte mais dolorosa de definir o nacional socialismo era reconhecer minha própria responsabilidade moral pelo desastre nazista e seus crimes contra a humanidade. A conclusão é que aceitando a verdade de que ‘assim como sou, assim é minha nação’, e percebendo que se todo alemão era como eu, não era de maravilhar que a Alemanha se tornou um esgoto de gângsteres. Essa compreensão é tão válida hoje para qualquer pessoa em qualquer nação como foi então, e é verdade para os EUA e todo americano agora”.


A mensagem de Von Campe é que apenas liberdade política e leis democráticas não são o suficiente para governar a humanidade com justiça.


“Os processos democráticos podem ser subvertidos e políticos desonestos são abundantes, estão em toda parte e são destrutivos”, escreve ele. “O que vejo nos EUA hoje são pessoas pintando suas cabines enquanto o navio afunda. Hoje nos EUA estamos testemunhando uma reprise da tragédia que aconteceu em 1933 quando uma nação inteira se deixou ser conduzida como cordeiro para o matadouro socialista. Desta vez, se os EUA não se levantarem para defender sua missão e destino, o fim de sua liberdade é inevitável”.


Von Campe diz que ele vê o paralelo espiritual entre os americanos e sua infância na Alemanha.


“O silêncio de nossos púlpitos com relação ao colapso moral da sociedade americana provocado por corrosão interna não é muito diferente do silêncio que ecoou dos púlpitos na Alemanha para com as políticas nazistas”, explica ele. “Nossa família viveu durante os anos nazistas na Alemanha, uma experiência típica de milhões de europeus independente de qual lado estavam. Pagamos um preço elevado pelas perversões morais de um governo alemão que excluía Deus e seus mandamentos de suas políticas. Os EUA não devem continuar seguindo o mesmo caminho de destruição, mas em vez disso dar atenção às lições da história e ao aviso que estou dando”.


Especificamente, von Campe avisa os americanos que seus líderes políticos estão no fundamento errado, “negando nossas raízes culturais e tradicionais baseadas em nossa constituição exclusiva e orientação cristã como nação. Os cristãos não entendem sua missão”.


Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com


Fonte: WND



sábado, 15 de novembro de 2008

Palestina, a farsa

USINA DE LETRAS

Uma interessante visão japonesa 

Os japoneses têm olhos oblíquos, mas vêem as coisas com muita direção. Um cidadão japonês de Tóquio enviou esta carta a um jornal local: 

Se vocês estão tão seguros de que a Palestina, o país, foi fundado há muitos séculos, ou gerações, e está registrada através da História escrita, espero que estejam capacitados a responder às perguntas abaixo: 

- Quando foi fundada e por quem? 

- Quais eram as suas fronteiras? 

- Qual a sua capital? 

- Quais eram as suas grandes cidades? 

- Qual era a base de sua economia? 

- Qual a sua forma de governo? 

- Você pode citar pelo menos um líder palestino antes de Arafat? 

- A Palestina foi reconhecida por algum país cuja existência, naquele tempo ou agora, não deixa margem a interpretações? 

- Qual era a língua falada no país Palestina? 

- Qual a religião que prevalecia no país Palestina? 

- Qual o nome de sua moeda? 

- Escolha uma data no passado e responda qual era a taxa de câmbio da moeda palestina frente ao dólar, yen, franco, marco, etc. 

- Desde que tal país não existe hoje, explique porque deixou de existir? 

- Se você lamenta o destino da pobre Palestina, responda em que época este país foi orgulhoso e independente? 

- Se o povo que você, por engano, chama de palestino é algo mais do que uma coleção de gente saída de países árabes e se eles têm realmente uma identidade étnica definida que lhes assegure o direito da autodeterminação, por que eles não trataram de ser um país árabe independente até a devastadora derrota na Guerra dos Seis Dias? 

- Espero que você não venha a confundir Palestinos com filisteus. Trocar etimologia por história não funciona. 

Esta selecionada pérola merece ser remetida para todos os nossos amigos, simpatizantes, meio amigos, falsos primos e até para alguns intelectuais que por burrice ou falsas informações falam contra ISRAEL." 

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Senado abre rombo na Previdência

LINEAR CLIPPING

Data: 14/11/2008
Veículo: O ESTADO DE S. PAULO - SP
Editoria: ECONOMIA E NEGÓCIOS 
Jornalista(s): Isabel Sobral e Rosa Costa
Assunto principal:PREVIDENCIA 
Propostas do senador Paulo Paim (PT-RS) podem custar até 25% do Produto Interno Bruto até o ano de 2050

Isabel Sobral e Rosa Costa, BRASÍLIA

A equipe econômica está perdendo o sono com as idéias de um único senador. E ele é da base aliada e do partido do presidente da República. Três propostas do senador Paulo Paim (PT-RS), que ele chama de "pacote de valorização dos aposentados", são vistos no Planalto e no Ministério da Fazenda como a "tragédia das contas públicas". Os projetos já passaram em definitivo pelo Senado e estão liberados para votação na Câmara - um deles, porém, ainda pode ser submetido ao plenário do Senado.

Paim quer o fim do fator previdenciário e que todos os benefícios pagos pela Previdência sejam corrigidos e os aposentados recuperem a quantidade original de salários mínimos com que se aposentaram. Por último, ele propõe a criação do Índice de Correção Previdenciária (ICP), um mecanismo para manter o poder de compra das aposentadorias e pensões.

Pelos cálculos da Previdência, segundo o ministro José Pimentel, a entrada em vigor das propostas de Paim, a partir de 2009, faria a despesa previdenciária pular dos atuais 7% do Produto Interno Bruto (PIB) para algo em torno de 25% do PIB em 2050.

O fator previdenciário foi criado em 1998, no governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), para desestimular e penalizar as aposentadorias precoces - quanto mais cedo o trabalhador passar à inatividade, menor o benefício. Segundo o ministério, o fator previdenciário representou uma poupança de R$ 10 bilhões, considerando as aposentadorias por tempo de contribuição concedidas entre janeiro de 2000 e dezembro de 2007.

No caso das correções acima da inflação para os benefícios superiores ao salário mínimo, haveria um gasto anual a mais estimado em R$ 9 bilhões. E para 2009, há uma preocupação adicional para as contas previdenciárias: o reajuste do salário mínimo poderá girar um pouco acima de 10% (soma de 5,4% de crescimento econômico de 2007 mais a inflação acumulada em 2008) e ainda terá que ser concedido (antecipadamente) em 1º de fevereiro, com impacto na folha de março.

No caso do ICP, Pimentel disse ontem que o impacto do índice na folha de outubro seria de R$ 5,8 bilhões. Ao longo de um ano, contabilizando também o 13º salário-benefício, o ICP custaria aos cofres da Previdência R$ 76,6 bilhões.

O ministro Pimentel tem feito verdadeiras romarias pelos gabinetes da Câmara e do Senado, falando com deputados e senadores até nos corredores, para tentar derrubar as propostas de Paim - no Senado ele perdeu todas as batalhas. Pimentel, que também é deputado federal, pelo PT do Ceará, tem alertado os colegas parlamentares para o fato de que não há previsão orçamentária nem para arcar com os custos do fim do fator previdenciário.

Paim rebate os números do governo com uma pergunta: "De onde os técnicos tiram esses cálculos?". "A correção dos benefícios superiores ao mínimo custaria por ano muito menos", afirmou o senador gaúcho, mas sem detalhar seus números. "Se há dinheiro para bancos, montadoras, construção civil e ruralistas, por que só os aposentados é que ficam sobrando?", questiona Paim, referindo-se à ajuda financeira que o governo Lula está dando a esses setores da economia.

Paim lembra, ainda, da MP do reajuste de servidores públicos que, segundo ele, implica gastos de "algo em torno de R$ 50 bilhões". E volta a rebater: "Se tem tudo isso para os servidores, por que não tem para nossos idosos?".

Na quarta-feira, passou na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado o projeto que estabelece um novo parâmetro de atualização do poder de compra dos benefícios pagos a aposentados. Pelo Índice de Correção Previdenciária , Paim espera atualizar em cinco anos o valor dos benefícios.

Pela proposta, na data da aposentadoria cada segurado passará a ter um ICP individual, a ser usado para cálculo dos reajustes por toda a vida. "E quem se aposentou com, por exemplo, três salários mínimos mantém o valor anos depois", explica. "Ou seja, é preciso manter uma República só para os projetos do Paim", disse a líder do governo, a senadora Ideli Salvatti (PT-SC).

O recurso final para barrar as propostas de Paim é o veto do presidente Lula.

Código de Defesa do Consumidor faz disparar julgamento de casos de erro médico

ÚLTIMO SEGUNDO
Maurício Stycer

Uma revolução silenciosa, que teve início em meados da década de 90 numa área antes protegida pela força do corporativismo, começa finalmente a mostrar a sua cara no início do século 21. Trata-se do julgamento de casos de erros médicos.

Um levantamento inédito, divulgado pelo Superior Tribunal de Justiça no início desta semana, revelou a ponta do iceberg: entre 2002 e 2008, o número de recursos judiciais recebidos pelo órgão tendo como tema erros médicos saltou de 120 para 306 – um aumento de 200%.

(*dados até outubro de 2008)/ Fonte: STJ

(*dados até outubro de 2008)/ Fonte: STJ

Os dados do STJ são ainda mais impressionantes quando se compara o número de processos recebidos em 2001 – apenas 23 – com o número de 2008. Mas esse número não é considerado confiável, pois houve uma mudança na maneira de autuação de palavras-chave dos processos neste período, o que pode ter gerado uma distorção. Não há nada na lei de processo que explique o aumento de 2001 (23) para 2002 (120), explica o STJ.

Tema quase tabu no Brasil em função da notória falta de transparência dos órgãos de auto-regulamentação profissionais, o julgamento de casos de erros médicos encontrou uma brecha para sair da toca com a promulgação do Código de Defesa do Consumidor (CDC), em 1990

O STJ entende que o Código de Defesa do Consumidor deve ser aplicado aos serviços prestados por profissionais liberais, incluindo médicos. Mas ressalta uma peculiaridade neles: “a responsabilidade do médico, ao contrário do que ocorre no restante das leis consumeristas, continua sendo subjetiva, ou seja, depende da prova da culpa do médico”, diz a ministra Nancy Andrighi, presidente da Segunda Seção do STJ.

Ato e prejuízo

Por esse motivo, advogados como Célia Destri tem optado por outra abordagem: “com o Código, você não precisa mais provar a culpa do médico. Basta provar que houve o ato (uma cirurgia, por exemplo), o dano e o nexo de causalidade entre uma coisa e outra”, diz

Pioneira da causa, Destri é presidente da Associação das Vítimas de Erros Médicos, baseada no Rio de Janeiro. Ela cita o exemplo de um jovem, filho de uma faxineira, que entrou em um hospital do SUS para fazer uma operação de apendicite e saiu de lá em estado vegetativo, em função de problemas ocorridos na anestesia.

Em vez de acionar o médico na Justiça, Destri acionou o Estado, responsável pela manutenção do hospital onde ocorreu a cirurgia. “Usei o Código de Defesa do Consumidor. Não aleguei que houve erro médico, mas uma má prestação de serviço”, explica a advogada, vitoriosa nesta ação, que resultou numa indenização para a família do jovem.

A aplicação do Código facilita muito a defesa dos direitos do consumidor. “Com ele, o juiz dispõe de meios mais eficazes para detectar práticas comerciais e cláusulas contratuais abusivas. Isso certamente é um avanço em relação à legislação comum”, disse a ministra Nancy Andrighi ao site do próprio STJ.

Graças a esta interpretação, “o número de processos tem aumentado assustadoramente”, diz Celia Destri. “Tenho entrado com ações contra planos de saúde, contra hospitais, contra os mantenedores dos hospitais”, relata.

Cerca de 5 mil pessoas já foram atendidas pela Associação de Vítimas de Erros Médicos desde a sua criação, em 1991. “Hoje, tenho 1.200 ações na Justiça”, diz Destri. “Mais de 500 ações já foram julgadas, com 70% de vitórias”, estima.

Como outros ativistas da causa do erro médico, Celia Destri envolveu-se com o assunto por conta de um problema pessoal. Uma cirurgia no ovário mal feita resultou na perda de um rim da advogada. Acionado, o Conselho Regional de Medicina, depois de um longo processo, deu uma “censura reservada” à médica. “O que quer dizer isso?”, pergunta Destri. “Acionar o conselho só dá cansaço, estresse”, diz ela.

A advogada, então, entrou com quatro ações na Justiça, todas vitoriosas. Uma delas, contra o plano de saúde, que teve como resultado o descredenciamento da médica.

A advogada informa que há inúmeras associações de apoio a vítimas de erros médicos, em diferentes cidades do país. Também se pode recorrer, sempre, em ações indenizatórias, às defensorias públicas. “As pessoas estão mais conscientes dos seus direitos”, acredita.

Leia mais sobre erros médicos

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".