Mais das mentiras do Hugo Chávez. Resposta ao documentário pro-Chávez, mostrando que o suposto golpe de estado contra Chávez foi uma TREMENDA FARSA.
No final do vídeo, uma "bela" surpresa. Chávez, o amigo do LULA, CONFESA com todas as letras, não indiretamente, mas falando abertamente e sem medo, que a crise de 2002 foi causada por ele e que, portanto, estava preparado para lidar com seus desdobramentos como vemos ao longo do vídeo, quando por exemplo, os canais de TV que transmitiam o ataque de Chávez, amigo do LULA, à população desarmada, ataque este que matou 21 pessoas, a maioria com tiros na cabeça dados por franco-atiradores, foram simplesmente retirados do ar.
Até quando a América Latina vai se prestar de palco a assassinos e salafrários?
Vejam abaixo.
Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
quarta-feira, 19 de março de 2008
Plano de trabalho 2005/2007 da Secretaria de Relações Internacionais do PT (versão não definitiva)
Do site do PTDireto da fonte primária da mãe do monstro, a "justificativa" petista para o relacionamento com as FARC e tudo que é bvando socialista no FORO DE SÃO PAULO. Notem que o próprio PT afirma em documento oficial dentro de seu site que o FORO DE SÃO PAULO (criação do LULA) existe desde 1990.
...
8. Se isto já era verdade quando o PT foi criado, em 1980, tornou-se ainda mais verdadeiro nos dias de hoje. O que impõe ao nosso Partido um duplo movimento. Por um lado, aprofundar seu conhecimento e sua análise teórica acerca do capitalismo moderno, tanto no sentido econômico quanto político-social. Por outro lado, aprofundar a prática internacionalista do Partido, nos vários sentidos desta palavra: a solidariedade, as relações com organizações comprometidas com o socialismo e com outra ordem internacional, a mobilização interna e externa em torno de temas de nosso interesse, a ação parlamentar e de governos no plano internacional.
...
28. Este é o motivo principal pelo qual o PT seguirá investindo suas energias na existência e consolidação do Foro de São Paulo, organização criada em 1990 (C.T. - criada pelo LULA, diga-se de passagem...).Como a mente esquerdopata legitima os piores crimes que eles mesmos cometem - especial OSCAR NIEMEYER
Oscar Niemeyer é comunista. Fidel mantém uma foto dele e Oscar com certeza faz o mesmo. O texto abaixo é um exemplo de como a mente revolucionário-sociopata atua "nos bastidores" das nossas mentes para nos fazerem crer no que eles querem que acreditemos. Aliás, antes disto, a mente revolucionário-sociopata traz para o debate aquilo que é "indebatível (se é que esta palavra existe)" e assim nos coloca dentro da boca do leão esquerdopata. O antídoto? Entender o que eles estão falando não do prisma da verborragia própria do "perfeito idiota latino-americano". Vou tentar mostrar um pouco sobre o assunto. Vamos lá, com os comentários deste que vos escreve:
Artigo: Quando não devemos calar. Fonte: Folha de São Paulo
Publicado em 17/03/2008
Quando ocorreu a invasão do Equador pela Colômbia, no dia 1º do mês corrente, que resultou na morte de 20 combatentes e de um dos principais líderes das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), Raúl Reyes, escrevi um texto, revoltado com o que havia acontecido (C.T. - ou seja, com o ataque às FARC que resultaram nas mortes citadas). Infelizmente, o texto que redigi não chegou aos jornais antes da solução adotada graças à pronta e corajosa intervenção dos governos latino-americanos, que deram ao mundo uma demonstração de unidade e força em defesa de sua soberania nacional.
Como eu não me limitava a comentar as notícias sobre as Farc que surgiam nos jornais, mas mencionava fatos ou contatos que tive com aquele grupo, tomei a decisão de divulgar o artigo que havia elaborado e agora transcrevo:
"É bom, quando nos vemos diante da necessidade de escrever sobre qualquer assunto, verificarmos que a seu respeito já nos tínhamos manifestado anteriormente, que a nossa reação não surge de um fato novo ocorrido, mas de qualquer coisa que já nos tinha ocupado e sobre ela havíamos assumido uma posição definida.
Refiro-me ao que vem se passando com as Farc, um grupo de revolucionários que, instalados no território da Colômbia, vem-se opondo há décadas ao governo reacionário ainda existente naquele país. (C.T. - um governo eleito que tem apoio de 84% da população e segundo Oscar ainda existe. Ou seja, se ainda existe, é porque para a situação contrária (deixar de existir) é melhor, mesmo a população em peso aplaudindo-o. E Oscar nem mesmo é colombiano, hein!)
É importante aqui registrar, aos que insistem em falar da violência dos revoltosos das Farc, a opinião do historiador britânico Eric Hobsbawm - "Globalização, democracia e terrorismo", Companhia das Letras (C.T. - historiador marxista que acha que alguma coisa de Marx ainda presta mas muitas devem ser jogadas no lixo. Leia aqui algumas reflexões sobre este autor sociopata que o Oscar citou e suas omissões criminosas para entender porque Oscar o escolheu): o combate ao terrorismo, ao longo dos últimos anos, por parte das autoridades colombianas, tem superado, em muito, a violência política desses guerrilheiros. (C.T. - Oscar aceita que eles são guerrilheiros. Mas tenta nos levar a crer que a ação contrária ao grupo guerrilheiro posta em prática por um governo eleito que tem 84% de aceitação seja inaceitável porque um estudo feito demonstraria em tese que a violência do Estado é maior que a violência contra o grupo (FARC). Será mesmo? Alguém viu Uribe plantando bomba para matar guerrilheiro, bomba esta que, colocada em determinado lugar, venha a matar inocentes DELIBERADAMENTE? Alguém viu Uribe manter prisioneiros "FARCistas" amarrados a uma árvore com correntes no meio do mato por anos? Alguém viu Uribe executar algum prisioneiro "FARCista" porque ele, como Presidente da Colômbia, achou que assim deveria ser? Portanto, aqui o Oscar tenta defender o indefensável mas na verdade o que ele quer é nos trazer para este "debate indebatível". É como o Olavo de Carvalho falou: se alguém quiser debater se sua mãe é prostituta ou não, você não deve entrar em discussão com ele para provar que sua mãe não faz sexo em troca de dinheiro. Se você aceita este debate, você já afirmou a possibilidade da proposta. Você simplesmente desmarcara o debatedor.)
Lembro-me do emissário desse grupo que, muitos anos atrás, me procurou em meu escritório de Copacabana, (C.T. - portanto, Oscar não só aceita conversar com guerrilheiros armados que sequestram e matam pessoas, além de serem traficantes de drogas como aceita-os em seu escritório no Brasil. Oscar prova, portanto, que FARCistas entram sim no Brasil e têm encontros com pessoas "de peso" em nosso país) e pedindo-me que desenhasse um cartaz contra o Plano Colômbia, que, organizado pelo governo norte-americano, visava intervir nas Farc, ferindo a soberania do país. (C.T. - aqui podemos inferir que as FARC, segundo Oscar, não ferem a soberania da Colômbia. O que fere a soberania da Colômbia é o Plano Colômbia que, organizado pelos EEUU, pela China, pela própria Colômbia ou pelos marcianos e posto em prática pelo governo que tem 84% de aceitação. Ou será que ele queria dizer que os EEUU é que ferem a soberannia da Colômbia? Se assim for, onde estão as provas de que os EEUU organizaram o Plano Colômbia?).
Recordo a maneira emocionada como aquele emissário me falava do assunto, da revolta que exibia ao comentar a violência com que o governo colombiano tentava destruí-los. (C.T. - os FARCistas são traficantes, guerrilheiros, sequestradores e, pelo jeito, segundo o Oscar, deveriam esperar que o Uribe lhes enviassem flores e bombons. Me digam: o governo do Uribe tem adesão maciça de seu povo, daqueles que mais sofrem com a existência das FARC. Porque Oscar acha que isto acontece? Porque ele acha que a popularidade do Uribe cresceu depois que Raúl Reyes foi morto? Qualquer grupo que pegue em armas contra o Estado merece balas, não beijos. Mas é assim mesmo, a mente revolucionário-sociopata quer se revoltar, quer destruir o que existe para implantar o que está dentro de suas cabeças. Mentirosos ao extremo, os revolucionários são capazes de utilizar slogans como "liberdade, igualdade e fraternidade" e no momento seguinte mandar um monte de gente para a guilhotina, contradizendo imediatamente os seus objetivos "abertos ao público", mas sem JAMAIS contradizer o objativo oculto, que é a tomada do poder e a ocupação das cadeiras que antes eram dos "guilhotinados". É só briga por poder travestida de idealismo. Nada mais, nada menos. E os idiotas úteis são guilhotinados juntos com os ex-mandatários. O que Oscar disse extamente foi o seguinte: O POVO COLOMBIANO AO APOIAR URIBE ESTÁ CONTRA O PROJETO DE TODA A ESQUERDOPATIA LATINO-AMERICANA). Em poucos dias, desenhei o cartaz que ele havia me pedido -um protesto contra aquele plano odioso (C.T. - que é de acabar com as FARC). Uma colaboração política que muito me agradou, ao saber ter sido aquele cartaz utilizado até na Europa (C.T. - portanto, de alguma forma as FARC estão na Europa também, mesmo que apenas fazendo propaganda de si mesmas. Mas pode ser muito mais do que isto...).
O tempo correu e, sem possuir a força para eliminar o movimento político já instalado no país, o governo reacionário de Bogotá passou a acusar a direção das Farc de ser conivente com o narcotráfico em crescente expansão na Colômbia. (C.T. - vejamo que diz o juiz Federal de Mato Grosso do Sul Odilon de Olveira sobre FARC e tráfico de drogas: "... a cocaína representa outros 45% da receita das Farc, que produzem 39% da droga colombiana...." íntegra aqui. Mas Oscar acha que as FARC não são traficantes. Parece piada, não? Mas me digam: quem é Oscar em matéria de investigação criminal? Ele não é apenas um arquiteto famoso? Ou teria ele provas de que as FARC não são traficantes? Se tem, porque não apresenta para nós em uma entrevista à imprensa, por exemplo? Quem sabe assim o juiz federal citado venha a entender que as investigações dele foram uma imensa farsa criada pelos "malditos americanos".)
Agora, no momento em que toda a América Latina se une contra as ameaças do imperialismo norte-americano (C.T. - em plena dinastia Castro, onde um irmão passou o trono para o outro, Oscar vem nos falar em imperialismo americano...), é que, numa atitude de violência e desrespeito inexplicável, o governo da Colômbia resolve invadir o território do Equador, comprometendo a unidade com que a América Latina tão bem vem se organizando contra todas essas pressões vindas dos Estados Unidos (C.T. - veja isto aqui, o FORO DE SÃO PAULO, e aqui, no BRASIL, o SOCIALISMO PETISTA, que vai extinguir o capitalismo, como está neste vídeo feito pelo PT com todas estas letras, e colocar no lugar o que nem mesmo eles sabem o que será nem como.)
Com sensatez e firmeza, o governo brasileiro, por meio de seu ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, reclamou uma palavra de desculpa por parte do presidente colombiano, Álvaro Uribe. E de Hugo Chávez, presidente da Venezuela, veio a resposta direta e corajosa que a esquerda latino-americana esperava (C.T. - aqui Oscar teve a coragem de assumir o que a esquerdopatia revolucionária latinoamericana quer para o continente, ou seja, destruir qualquer coisa que seja contrária às suas convicções, visto que Oscar, ao se referir ao que fez o Chávez, está falando evidentemente das movimentações das tropas venezuelanas em direção à Colômbia em um evento que não teve absolutamente nada a ver com a Venezuela, exceto o projeto do FORO DE SÃO PAULO de nome URSAL).
Sabemos muito bem que os Estados Unidos têm a ambição de se apossar das riquezas existentes na Amazônia e que o governo da Colômbia se presta a servir de ponta-de-lança para essa finalidade.
Mas agrada-nos, principalmente, constatar a maneira altiva e vigorosa com que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem atuando frente aos problemas desta América Latina tão vulnerável e ofendida". (C.T. - é um primor de ser humano este Oscar, não? Jamais fica sequer sentido com os SEQUESTRADOS, por exemplo.)
Artigo: Quando não devemos calar. Fonte: Folha de São Paulo
Publicado em 17/03/2008
Quando ocorreu a invasão do Equador pela Colômbia, no dia 1º do mês corrente, que resultou na morte de 20 combatentes e de um dos principais líderes das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), Raúl Reyes, escrevi um texto, revoltado com o que havia acontecido (C.T. - ou seja, com o ataque às FARC que resultaram nas mortes citadas). Infelizmente, o texto que redigi não chegou aos jornais antes da solução adotada graças à pronta e corajosa intervenção dos governos latino-americanos, que deram ao mundo uma demonstração de unidade e força em defesa de sua soberania nacional.
Como eu não me limitava a comentar as notícias sobre as Farc que surgiam nos jornais, mas mencionava fatos ou contatos que tive com aquele grupo, tomei a decisão de divulgar o artigo que havia elaborado e agora transcrevo:
"É bom, quando nos vemos diante da necessidade de escrever sobre qualquer assunto, verificarmos que a seu respeito já nos tínhamos manifestado anteriormente, que a nossa reação não surge de um fato novo ocorrido, mas de qualquer coisa que já nos tinha ocupado e sobre ela havíamos assumido uma posição definida.
Refiro-me ao que vem se passando com as Farc, um grupo de revolucionários que, instalados no território da Colômbia, vem-se opondo há décadas ao governo reacionário ainda existente naquele país. (C.T. - um governo eleito que tem apoio de 84% da população e segundo Oscar ainda existe. Ou seja, se ainda existe, é porque para a situação contrária (deixar de existir) é melhor, mesmo a população em peso aplaudindo-o. E Oscar nem mesmo é colombiano, hein!)
É importante aqui registrar, aos que insistem em falar da violência dos revoltosos das Farc, a opinião do historiador britânico Eric Hobsbawm - "Globalização, democracia e terrorismo", Companhia das Letras (C.T. - historiador marxista que acha que alguma coisa de Marx ainda presta mas muitas devem ser jogadas no lixo. Leia aqui algumas reflexões sobre este autor sociopata que o Oscar citou e suas omissões criminosas para entender porque Oscar o escolheu): o combate ao terrorismo, ao longo dos últimos anos, por parte das autoridades colombianas, tem superado, em muito, a violência política desses guerrilheiros. (C.T. - Oscar aceita que eles são guerrilheiros. Mas tenta nos levar a crer que a ação contrária ao grupo guerrilheiro posta em prática por um governo eleito que tem 84% de aceitação seja inaceitável porque um estudo feito demonstraria em tese que a violência do Estado é maior que a violência contra o grupo (FARC). Será mesmo? Alguém viu Uribe plantando bomba para matar guerrilheiro, bomba esta que, colocada em determinado lugar, venha a matar inocentes DELIBERADAMENTE? Alguém viu Uribe manter prisioneiros "FARCistas" amarrados a uma árvore com correntes no meio do mato por anos? Alguém viu Uribe executar algum prisioneiro "FARCista" porque ele, como Presidente da Colômbia, achou que assim deveria ser? Portanto, aqui o Oscar tenta defender o indefensável mas na verdade o que ele quer é nos trazer para este "debate indebatível". É como o Olavo de Carvalho falou: se alguém quiser debater se sua mãe é prostituta ou não, você não deve entrar em discussão com ele para provar que sua mãe não faz sexo em troca de dinheiro. Se você aceita este debate, você já afirmou a possibilidade da proposta. Você simplesmente desmarcara o debatedor.)
Lembro-me do emissário desse grupo que, muitos anos atrás, me procurou em meu escritório de Copacabana, (C.T. - portanto, Oscar não só aceita conversar com guerrilheiros armados que sequestram e matam pessoas, além de serem traficantes de drogas como aceita-os em seu escritório no Brasil. Oscar prova, portanto, que FARCistas entram sim no Brasil e têm encontros com pessoas "de peso" em nosso país) e pedindo-me que desenhasse um cartaz contra o Plano Colômbia, que, organizado pelo governo norte-americano, visava intervir nas Farc, ferindo a soberania do país. (C.T. - aqui podemos inferir que as FARC, segundo Oscar, não ferem a soberania da Colômbia. O que fere a soberania da Colômbia é o Plano Colômbia que, organizado pelos EEUU, pela China, pela própria Colômbia ou pelos marcianos e posto em prática pelo governo que tem 84% de aceitação. Ou será que ele queria dizer que os EEUU é que ferem a soberannia da Colômbia? Se assim for, onde estão as provas de que os EEUU organizaram o Plano Colômbia?).
Recordo a maneira emocionada como aquele emissário me falava do assunto, da revolta que exibia ao comentar a violência com que o governo colombiano tentava destruí-los. (C.T. - os FARCistas são traficantes, guerrilheiros, sequestradores e, pelo jeito, segundo o Oscar, deveriam esperar que o Uribe lhes enviassem flores e bombons. Me digam: o governo do Uribe tem adesão maciça de seu povo, daqueles que mais sofrem com a existência das FARC. Porque Oscar acha que isto acontece? Porque ele acha que a popularidade do Uribe cresceu depois que Raúl Reyes foi morto? Qualquer grupo que pegue em armas contra o Estado merece balas, não beijos. Mas é assim mesmo, a mente revolucionário-sociopata quer se revoltar, quer destruir o que existe para implantar o que está dentro de suas cabeças. Mentirosos ao extremo, os revolucionários são capazes de utilizar slogans como "liberdade, igualdade e fraternidade" e no momento seguinte mandar um monte de gente para a guilhotina, contradizendo imediatamente os seus objetivos "abertos ao público", mas sem JAMAIS contradizer o objativo oculto, que é a tomada do poder e a ocupação das cadeiras que antes eram dos "guilhotinados". É só briga por poder travestida de idealismo. Nada mais, nada menos. E os idiotas úteis são guilhotinados juntos com os ex-mandatários. O que Oscar disse extamente foi o seguinte: O POVO COLOMBIANO AO APOIAR URIBE ESTÁ CONTRA O PROJETO DE TODA A ESQUERDOPATIA LATINO-AMERICANA). Em poucos dias, desenhei o cartaz que ele havia me pedido -um protesto contra aquele plano odioso (C.T. - que é de acabar com as FARC). Uma colaboração política que muito me agradou, ao saber ter sido aquele cartaz utilizado até na Europa (C.T. - portanto, de alguma forma as FARC estão na Europa também, mesmo que apenas fazendo propaganda de si mesmas. Mas pode ser muito mais do que isto...).
O tempo correu e, sem possuir a força para eliminar o movimento político já instalado no país, o governo reacionário de Bogotá passou a acusar a direção das Farc de ser conivente com o narcotráfico em crescente expansão na Colômbia. (C.T. - vejamo que diz o juiz Federal de Mato Grosso do Sul Odilon de Olveira sobre FARC e tráfico de drogas: "... a cocaína representa outros 45% da receita das Farc, que produzem 39% da droga colombiana...." íntegra aqui. Mas Oscar acha que as FARC não são traficantes. Parece piada, não? Mas me digam: quem é Oscar em matéria de investigação criminal? Ele não é apenas um arquiteto famoso? Ou teria ele provas de que as FARC não são traficantes? Se tem, porque não apresenta para nós em uma entrevista à imprensa, por exemplo? Quem sabe assim o juiz federal citado venha a entender que as investigações dele foram uma imensa farsa criada pelos "malditos americanos".)
Agora, no momento em que toda a América Latina se une contra as ameaças do imperialismo norte-americano (C.T. - em plena dinastia Castro, onde um irmão passou o trono para o outro, Oscar vem nos falar em imperialismo americano...), é que, numa atitude de violência e desrespeito inexplicável, o governo da Colômbia resolve invadir o território do Equador, comprometendo a unidade com que a América Latina tão bem vem se organizando contra todas essas pressões vindas dos Estados Unidos (C.T. - veja isto aqui, o FORO DE SÃO PAULO, e aqui, no BRASIL, o SOCIALISMO PETISTA, que vai extinguir o capitalismo, como está neste vídeo feito pelo PT com todas estas letras, e colocar no lugar o que nem mesmo eles sabem o que será nem como.)
Com sensatez e firmeza, o governo brasileiro, por meio de seu ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, reclamou uma palavra de desculpa por parte do presidente colombiano, Álvaro Uribe. E de Hugo Chávez, presidente da Venezuela, veio a resposta direta e corajosa que a esquerda latino-americana esperava (C.T. - aqui Oscar teve a coragem de assumir o que a esquerdopatia revolucionária latinoamericana quer para o continente, ou seja, destruir qualquer coisa que seja contrária às suas convicções, visto que Oscar, ao se referir ao que fez o Chávez, está falando evidentemente das movimentações das tropas venezuelanas em direção à Colômbia em um evento que não teve absolutamente nada a ver com a Venezuela, exceto o projeto do FORO DE SÃO PAULO de nome URSAL).
Sabemos muito bem que os Estados Unidos têm a ambição de se apossar das riquezas existentes na Amazônia e que o governo da Colômbia se presta a servir de ponta-de-lança para essa finalidade.
Mas agrada-nos, principalmente, constatar a maneira altiva e vigorosa com que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem atuando frente aos problemas desta América Latina tão vulnerável e ofendida". (C.T. - é um primor de ser humano este Oscar, não? Jamais fica sequer sentido com os SEQUESTRADOS, por exemplo.)
segunda-feira, 17 de março de 2008
Da fantasia deprimente à realidade temível - A Revolução de Gramsci no Brasil
Do portal do OLAVO DE CARVALHOPor Olavo de Carvalho, Diário do Comércio, 11 de setembro de 2006
A sentença de Hugo von Hofmannsthal já citada nesta coluna – "Nada está na realidade política de um país se não estiver primeiro na sua literatura" – é tão verdadeira e profunda, que pode ser aplicada à análise das situações políticas desde vários ângulos diferentes, sempre rendendo algum conhecimento.
Vejam, por exemplo, o que aconteceu na Rússia entre a metade do século XIX e a queda da URSS. Por volta de 1860-70 a cultura russa, até então raquítica em comparação com as da Europa ocidental, começava a tomar impulso para lançar-se a grandes realizações. A inspiração que a movia era sobretudo a confiança mística no destino da nação como portadora de uma importante mensagem espiritual a um Velho Mundo debilitado pelo materialismo cientificista. Preservada da corrosão revolucionária por um regime político fortemente teocrático em que as crenças oficiais da côrte e a religiosidade popular se confirmavam e se reforçavam mutuamente, a Rússia contrastava de maneira dramática com as nações ocidentais onde a elite e as massas viviam num divórcio ideológico permanente e que por isso só se modernizavam à custa de reprimir e marginalizar os sentimentos religiosos da população. O regime tzarista, não obstante o peso da sua burocracia emperrada, havia conseguido encontrar o caminho para reformas que não iam contra os ensinamentos da igreja ortodoxa, mas, bem ao contrário, nasciam deles. O futuro da Rússia parecia emergir diretamente do messianismo cristão das duas figuras máximas da intelectualidade russa, o romancista F. M. Dostoiévski e o filósofo Vladimir Soloviev.
Em comparação com a grande cultura nacional do período, a contribuição do movimento comunista russo consistiu sumariamente em rebaixar tudo ao nível de um automatismo dialético miserável, quando não da pura literatura de propaganda. A redução da cultura superior a instrumento de formação da militância neutralizou os efeitos benéficos das reformas universitárias empreendidas pelo governo e transformou grande parte da juventude letrada russa naquela multidão de tagarelas alucinados que povoam os romances de Dostoiévski, especialmente Crime e Castigo e Os Demônios. Experimentem ler qualquer página de Vladimir Soloviev ou do próprio Dostoiévski, depois comparem com as platitudes revolucionárias de George Plekhanov – tido na ocasião como o mais capacitado intelectual comunista russo – ou com as filosofices grotescas de V. I. Lênin em Materialismo e Empiriocriticismo, e saberão do que estou falando. Os comunistas começaram por destruir a inteligência superior de uma grande nação antes de criar o regime político mais estúpido e animalesco de que se tivera notícia na História. Quem, na época, quisesse prever o futuro da economia russa sob os comunistas poderia fazê-lo facilmente por meio da simples avaliação da literatura que eles produziam. Mesmo o mais talentoso ficcionista nas hostes revolucionárias, Maxim Gorki, estava formidavelmente abaixo da geração anterior. Hoje em dia já não se pode lê-lo senão como documento histórico. Nem é preciso dizer que o mesmo se aplica à literatura produzida sob os governos de Lênin, Stálin, Kruschev e tutti quanti. Até os melhores romances do período – os de Sholokhov – se tornaram ilegíveis por excesso de babaquice revolucionária. Nem falo dos filósofos e ensaístas, uma multidão subsidiada que o tempo de encarregou de jogar na lata de lixo. O pensamento russo só sobreviveu no exterior, integrado na cultura européia ou americana, com Berdiaev, Chestov, Sorokin. A imaginação literária só veio a se recuperar a partir anos 50, mas no subterrâneo, longe da cultura oficial, com Soljenítsin, Bukovski, Zinoviev. E não é preciso dizer que a inspiração para isso veio principalmente do antigo messianismo de Dostoiévski e Soloviev.
O que sucedeu na cultura literária e filosófica reproduziu-se, com exatidão milimétrica, na economia. Aqueles que se acostumaram a imaginar o tzarismo sob o aspecto estereotipado da "repressão", do "atraso" e da "decadência" ignoram solenemente os fatos principais do período: a progressiva abertura da burocracia para elementos vindos de fora da camada aristocrática (inclusive judeus) e a industrialização acelerada. Nos cinqüenta anos que antecederam a revolução comunista, a economia russa foi a que mais cresceu na Europa, deixando longe a Inglaterra e a Alemanha que então pareciam ser as encarnações mesmas do progresso e das luzes, e só encontrando rival do outro lado do oceano, nos Estados Unidos da América. Se o regime tzarista não tivesse sido destruído pela I Guerra Mundial e pela subseqüente ascensão dos comunistas, o simples crescimento vegetativo da economia teria acabado por dar aos russos, por volta de 1940, um padrão de vida comparável ao dos americanos. Em contraste com isso, na União Soviética dos anos 80 o cidadão médio consumia menos carne do que um súdito pobre do tzar um século antes e tinha menos acesso a automóveis, assistência médica e serviços públicos em geral do que os negros sul-africanos vivendo sob o regime humilhante do apartheid. Nada está na realidade política de um país que não esteja primeiro na sua literatura.
O exemplo russo é só um entre muitos. O utopismo abstrato da Revolução Francesa, que num choque de realidade acabou levando a resultados tão paradoxais quanto o terror, a ditadura napoleônica e a restauração monárquica, foi antecedido de pelo menos meio século de linguagem abstratista, forçada, artificial e artificiosa, que sufocava a experiência direta sob toneladas de construções idealísticas sem pé nem cabeça. O processo foi descrito e analisado com muita acuidade por Hyppolite Taine em Les Origines de la France Contemporaine (6 vols, 1888-1894), uma das obras históricas mais notáveis de todos os tempos. Na Alemanha e na Áustria, a longa degradação da linguagem pública, contra a qual em vão reagiram Karl Kraus e Stefan George, é hoje reconhecida como um dos fatores que tornaram possível a ascensão do irracionalismo nazista. De modo geral, a explosão de cacofonias na literatura modernista anunciou e preparou o caminho para a invasão dos totalitarismos: já não há como negar isso depois desse tour de force historiográfico que é Rites of Spring. The Great War and the Birth of the Modern Age, de Modris Eksteins (Boston, Houghton Mifflin, 1989). Não, Hofmannsthal não deu um palpite a esmo: se nada está na política que não esteja antes na literatura, é pela simples razão de que a imaginação vem antes da ação. Se há uma "lei histórica" que funcione, é essa. Digo-o entre aspas porque não é uma lei histórica, é um dado estrutural da ação humana que nenhuma mutação histórica pode alterar.
Se o leitor compreendeu isso, com muita facilidade perceberá a loucura suicida que foi confiar os destinos do Brasil a uma corrente político-ideológica que, dos anos 70 até hoje, se empenhou sistematicamente em destruir a cultura superior do país e de modo especial a sua literatura, mediante a submissão de tudo às exigências estratégicas e táticas da "revolução cultural" de Antonio Gramsci.
O entorpecente gramsciano penetrou no cérebro nacional a partir da publicação das obras do ideólogo italiano pelo editor comunista Ênio Silveira logo depois do golpe de 1964. Na confusão geral que se apossou das esquerdas ante o fracasso de suas esperanças de cubanização rápida e indolor da sociedade brasileira, uma ala mergulhou na leitura das idiotices de Régis Débray e Che Guevara, torrando suas energias na "revolução impossível" das guerrilhas. Outra, mais esperta, recuou e apostou na estratégia de longo prazo que propunha ir conquistando o universo inteiro das artes, do ensino, da cultura, do jornalismo – discretamente, como quem não quer nada – antes de arriscar a sorte na luta direta contra o inimigo político. O governo militar, obsediado pelo empenho de reprimir as guerrilhas, não ligou a mínima para esses emprendimentos pacíficos, aparentemente inofensivos. Fez vista grossa e até os apoiou como derivativo e alternativa aceitável à oposição violenta. A idéia gramsciana foi tão bem sucedida que, já em plena ditadura militar, a esquerda mandava nas redações, marginalizando os direitistas mais salientes -- Gustavo Corção, Lenildo Tabosa Pessoa -- até excluí-los totalmente das colunas de jornais. O esquerdismo controlava tão eficazmente o sistema de ensino, que a própria disciplina de Educação Moral e Cívica, timidamente instituída por um governo que se abstinha de estender ao campo cultural a autoridade de que desfrutava na área policial-militar, acabou fornecendo uma tribuna para a disseminação das concepções "politicamente corretas" que vieram a forjar a mentalidade das gerações seguintes. No teatro, no cinema e na TV, a autoridade da esquerda pode ser medida pelo poder inconteste de veto ideológico exercido, na seleção das novelas da Globo -- o mais vasto aparato de formação do imaginário popular -- pelo casal de militantes comunistas Dias Gomes e Janete Clair. Idêntica filtragem aconteceu no movimento editorial. Aos poucos, todos os autores não aprovados pelo Partido Comunista desapareceram das livrarias, das bibliotecas escolares, dos programas universitários, e isto ainda na vigência de um regime cuja fama de anticomunista intolerante era apregoada aos quatro ventos pelos próprios comunistas que se beneficiavam de sua sonsa tolerância e omissão ideológica. Em toda a esfera cultural, artística, escolar e jornalística, a única diferença que se viu, com o fim da ditadura, foi a passagem da hegemonia tácita da esquerda ao domínio explícito e, agora sim, intolerante. A confortável hospitalidade com que, no tempo dos militares, esquerdistas notórios eram aceitos nos mais altos postos do jornalismo, do ensino e do show business contrasta de tal modo com a exclusão radical dos direitistas hoje em dia, que a aplicação do termo "ditadura" à primeira dessas épocas e "democracia" à segunda acaba soando singularmente irônica. Na época havia, é claro, o jornalismo "nanico", soi disant alternativo à grande mídia. Mas esta última estava quase que inteiramente nas mãos de esquerdistas como Cláudio Abramo, Luiz Alberto Bahia, Alberto Dines, Luiz Garcia e outros tantos, de modo que a diferença com os nanicos era antes de estilo que de conteúdo. Hoje, os jornalistas "de direita" estão todos na mídia nanica. Os poucos que ainda aparecem nas páginas dos grandes jornais são apenas colaboradores contratados. Nem entram nas redações.
O total domínio da cultura por uma corrente política, qualquer que seja, constitui já um mal em si. Mas o que aconteceu no Brasil foi muito mais grave:
1 Aquele domínio implicava, desde logo, o rebaixamento proposital do nível de exigência, em vista da ampliação semântica do termo "intelectual", que no contexto gramsciano abrange a totalidade dos indivíduos, com qualquer nível de instrução ou QI, que possam atuar na propaganda ideológica. Daí derivou a promoção de sambistas, roqueiros, publicitários e strip-teasers ao estatuto de "intelectuais", que resultou em última análise nesse descalabro da promoção do sr. Gilberto Gil ao cargo de ministro "da cultura".
2 O próprio termo "cultura" perdeu toda acepção qualitativa e pedagógica, reduzindo-se ao seu uso antropológico como denominação neutra e geral das "formas de expressão" populares. Nesse sentido, o samba-de-roda do Recôncavo Baiano deve ser incluído, segundo aquele ministro, entre os grandes tesouros culturais da humanidade, junto com a filosofia de Aristóteles, a Catedral de Chartres e a mecânica quântica. Todo es igual, nada es mejor.
3 De maneira mais genérica, toda diferenciação do melhor e do pior, do mais alto e do mais baixo acabou sendo condenada como discriminatória e até racista. Milhares de livros e teses universitárias foram produzidos para consagrar como fundamento da cultura brasileira a proibição de distinguir (que não obstante continuou sendo usada contra "a direita").
4 Para legitimar o estado de total confusão mental daí decorrente, introduziram-se os princípios do relativismo e do desconstrucionismo, que, a pretexto de promover um pensamento supralógico, destroem nos estudantes até mesmo a capacidade de raciocínio lógico elementar, substituída por uma verborréia presunçosa que lhes dá uma ilusão de superioridade justamente no momento em que mergulham no mais fundo da estupidez.
5 Uma vez amortecida a capacidade de distinção, foi fácil disseminar por toda a sociedade os contravalores que deram forma ao Estatuto da Criança e a outros instrumentos legais que protegem os criminosos contra a sociedade, criando propositadamente o estado de violência, terror e anomia em que hoje vivemos, e do qual a própria esquerda se aproveita como atmosfera propícia para o comércio de novas propostas salvadoras.
Uma corrente política capaz de rebaixar a esse ponto a inteligência e a capacidade de discernimento de um povo não hesitará em destruir o país inteiro para conquistar mais poder e realizar os planos concebidos em encontros semi-secretos com movimentos revolucionários e organizações criminosas do exterior.
A esquerda brasileira -- toda ela -- é um bando de patifes ambiciosos, amorais, maquiavélicos, mentirosos e absolutamente incapazes de responder por seus atos ante o tribunal de uma consciência que não têm.
Está na hora de o país retirar de uma vez o voto de confiança que deu a essa gente num momento de fraqueza fabricado por ela própria.
VINACC denuncia perseguição comunista aos cristãos
Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Julio Severo em 14 de março de 2008
Resumo: A Visão Nacional para a Consciência Cristã (VINACC) realizará neste ano uma grande mobilização para denunciar a perseguição contra os cristãos nos países comunistas.
© 2008 MidiaSemMascara.org
A Visão Nacional para a Consciência Cristã (VINACC) realizará neste ano uma grande mobilização para denunciar a perseguição contra os cristãos nos países comunistas.
Em declaração ao jornal Paraíba Online, o Pr. Euder Faber, presidente da VINACC, declarou: "A ideologia comunista tem espalhado morte e sangue ao longo dos anos. O próprio nazismo matou menos gente que os comunistas. Comunismo é intolerância, perseguição e genocídio, além do fim das liberdades democráticas. Por isso, vamos chamar a atenção da mídia e das autoridades sobre esta grave questão".
O jornal destaca que, segundo o Pr. Faber, os partidos comunistas "deveriam ser considerados iguais a partidos nazistas", pois têm um conteúdo ideológico ofensivo e histórico de perseguição aos evangélicos. "Eu não vou ficar nenhum minuto calado e botarei a boca no trombone contra esta ideologia perniciosa", afirmou ele.
O presidente local do PC do B (Partido Comunista do Brasil), o sindicalista José do Nascimento Coelho, rebateu: "Historicamente, nós, os comunistas, fomos os primeiros a sair na defesa da liberdade de religião, sobretudo no Brasil, além da liberdade de expressão em geral. Não se pode, portanto, comparar o regime nazista com os comunistas".
Evidentemente, o equívoco ou má fé é grande em tal postura, pois a verdade simples é que os comunistas, embora não tenham sido os primeiros, foram implacáveis perseguidores dos seguidores de Jesus Cristo. Além disso, foram os comunistas soviéticos que abasteceram amplamente a máquina de guerra nazista e fizeram com eles acordo para invadir, dividir e saquear a Polônia, fato que provocou a 2 Guerra Mundial. Os comunistas soviéticos, numa verdadeira briga entre criminosos, só atacaram os nazistas porque foram por eles traídos. Do contrário, permaneceriam unidos, pois a ideologia assassina era a mesma.
por Julio Severo em 14 de março de 2008
Resumo: A Visão Nacional para a Consciência Cristã (VINACC) realizará neste ano uma grande mobilização para denunciar a perseguição contra os cristãos nos países comunistas.
© 2008 MidiaSemMascara.org
A Visão Nacional para a Consciência Cristã (VINACC) realizará neste ano uma grande mobilização para denunciar a perseguição contra os cristãos nos países comunistas.
Em declaração ao jornal Paraíba Online, o Pr. Euder Faber, presidente da VINACC, declarou: "A ideologia comunista tem espalhado morte e sangue ao longo dos anos. O próprio nazismo matou menos gente que os comunistas. Comunismo é intolerância, perseguição e genocídio, além do fim das liberdades democráticas. Por isso, vamos chamar a atenção da mídia e das autoridades sobre esta grave questão".
O jornal destaca que, segundo o Pr. Faber, os partidos comunistas "deveriam ser considerados iguais a partidos nazistas", pois têm um conteúdo ideológico ofensivo e histórico de perseguição aos evangélicos. "Eu não vou ficar nenhum minuto calado e botarei a boca no trombone contra esta ideologia perniciosa", afirmou ele.
O presidente local do PC do B (Partido Comunista do Brasil), o sindicalista José do Nascimento Coelho, rebateu: "Historicamente, nós, os comunistas, fomos os primeiros a sair na defesa da liberdade de religião, sobretudo no Brasil, além da liberdade de expressão em geral. Não se pode, portanto, comparar o regime nazista com os comunistas".
Evidentemente, o equívoco ou má fé é grande em tal postura, pois a verdade simples é que os comunistas, embora não tenham sido os primeiros, foram implacáveis perseguidores dos seguidores de Jesus Cristo. Além disso, foram os comunistas soviéticos que abasteceram amplamente a máquina de guerra nazista e fizeram com eles acordo para invadir, dividir e saquear a Polônia, fato que provocou a 2 Guerra Mundial. Os comunistas soviéticos, numa verdadeira briga entre criminosos, só atacaram os nazistas porque foram por eles traídos. Do contrário, permaneceriam unidos, pois a ideologia assassina era a mesma.
Arquivos 'humanitários' das FARC
Do portal do ESTADÃO
Por Denis Lerrer Rosenfield, Segunda-feira, 17 março de 2008
Os segredos do computador pessoal do narcoguerrilheiro Raúl Reyes oferecem uma excelente amostra de como funcionam esses criminosos, travestidos de defensores da humanidade. Os relatos estarrecedores dos seqüestrados mostram a que ponto chegou a desumanidade dos que dizem defender uma causa de redenção dos povos. O número dois das Farc era considerado um interlocutor confiável e, por alguns, como o ditador-presidente Hugo Chávez, um “bom revolucionário”. No Brasil, essas pessoas tinham livre trânsito enquanto defensoras do socialismo e chegaram a ser pessoalmente recebidas por dirigentes petistas, inclusive um governador de Estado. Não esqueçamos que eram assíduos freqüentadores do Fórum Social Mundial, sendo reconhecidos como “companheiros”. Companheiros de que e de quem?
Os arquivos, talvez o maior troféu da investida do Exército colombiano, permitem ver mais claramente o modus operandi de como uma guerrilha se torna, por seu próprio processo interno de amadurecimento e apodrecimento, uma organização criminosa. O que se apresenta como um grupo preocupado com a justiça social se torna um bando voltado para sua própria sobrevivência, graças ao tráfico de drogas e a uma indústria de seqüestros. Tudo isso sob o véu de uma ideologia de esquerda que é abertamente apoiada por Fidel Castro, Hugo Chávez, Daniel Ortega, Rafael Correa e, no Brasil, pelo PT e pelos movimentos sociais como o MST. Firma-se aqui uma espécie de pacto, o pacto pelo horror, pela violência bruta.
Um dos dados mais cruéis consiste no assassinato em 2007 de 11 deputados colombianos, que tinham já cinco anos como prisioneiros. Na época foi amplamente noticiado que eles teriam sido mortos quando de uma investida dos militares colombianos, apoiados pelos paramilitares (de direita, evidentemente, pois, se assim não fosse, o teatro não seria verossímil). A versão apresentada - e assimilada - por boa parte da mídia destacava que os “revolucionários” (bonzinhos, humanitários) haviam sido obrigados, para se defender, a matar esses parlamentares. Segundo outros mais “humanitários”, eles teriam sido mortos na própria atividade desse suposto resgate. O politicamente correto estaria - ufa! - salvo!
O que mostram os arquivos do computador? Mostram que se trata disto: uma montagem, destinada a formar a opinião pública nos moldes do que sempre foi feito pelo movimento comunista e socialista. Não esqueçamos, embora isto seja hoje longínquo, que as “confissões” obtidas por Stalin, pela tortura mais cruel, eram apresentadas como um ato voluntário de camaradas arrependidos, que teriam colaborado com o “inimigo”. Infelizmente, pouco mudou desde então, ao menos para aqueles que continuam fazendo o mesmo jogo da crueldade, o jogo político da morte violenta. O “companheiro” Raúl Reyes revela que esses deputados foram friamente assassinados e que esse suposto resgate nada mais era do que uma versão para capturar a opinião pública. Assim, é dito explicitamente que os “fatos” da presença de “operações conjuntas do exército-paras” na região conflagrada e o “assalto ao acampamento” de uma “força desconhecida” foram forjados por eles. O próprio teatro de operações seria arrumado de maneira a permitir a “entrada de comissões humanitárias” com o intuito de confirmar a veracidade dessa versão.
Observe-se a preocupação com a formação da opinião pública, imprescindível para que essa organização política usufrua apoio interno e internacional, sem o qual a sua “causa” ficaria desfalcada. Ora, para que esse apoio seja eficiente e, por assim dizer, “neutro” se torna necessário o comparecimento de comissões ditas “humanitárias”, que sejam os baluartes da versão apresentada. Coloca-se aqui o problema de ONGs e pessoas que se prestam a esse tipo de trabalho sujo, algumas de antemão já ganhas a essas posições. Uma vez esse elo conquistado, a cadeia de reprodução da versão se propaga para os meios de comunicação em geral.
Um outro fato esclarecedor se encontra na cooperação estreita com o narcotráfico e, inclusive, com os paramilitares, que não se desmobilizaram. Para a obtenção de recursos financeiros e armas tudo vale, até as convicções ditas “sociais”, que só servem mesmo como produto de exportação, pois para o modo de funcionamento interno elas nada contam. Quanto aos paramilitares, um dirigente revolucionário, a propósito de uma oferta de negociação de drogas, escreve simplesmente: “Quem chegue à área para comprar, segundo os preços e condições estabelecidas, não tem nenhum problema.” Abundam, ademais, as referências às negociações com o narcotráfico, em valores de várias centenas de milhões de dólares. Aliás, um dinheiro que poderia ser usado para programas sociais!
As relações são também íntimas com Cuba, Venezuela e Equador. Os contatos pessoais são freqüentes e mostram uma colaboração estreita e de longa data. Nada mais “natural”, considerando que são “companheiros” que compartilham uma mesma ideologia e perseguem o mesmo alvo: o estabelecimento do socialismo, ou seja, da “democracia totalitária” na América Latina. Os companheiros brasileiros ficaram sem ter o que dizer ou, se disseram, foi sob o modo da tergiversação. O MST defende as mesmas posições e é um ferrenho defensor das Farc, do regime de Fidel Castro e de Hugo Chávez. Em suas ações procura seguir o exemplo da narcoguerrilha colombiana, criando entre nós “áreas liberadas”, que são os assentamentos, onde não há a presença do Estado senão sob a forma indireta do financiamento com recursos públicos. O PT guardou um recatado silêncio. Quando o rompeu, foi para criticar a incursão colombiana em território do Equador. Nenhuma palavra foi dita sobre a ingerência deste país e da Venezuela nos assuntos internos colombianos. Sobre as Farc, o mutismo foi total. Fica difícil uma avaliação dos “companheiros” narcotraficantes?
Denis Lerrer Rosenfield é professor de Filosofia na UFRGS.
E-mail: denisrosenfield@terra.com.br
Por Denis Lerrer Rosenfield, Segunda-feira, 17 março de 2008
Os segredos do computador pessoal do narcoguerrilheiro Raúl Reyes oferecem uma excelente amostra de como funcionam esses criminosos, travestidos de defensores da humanidade. Os relatos estarrecedores dos seqüestrados mostram a que ponto chegou a desumanidade dos que dizem defender uma causa de redenção dos povos. O número dois das Farc era considerado um interlocutor confiável e, por alguns, como o ditador-presidente Hugo Chávez, um “bom revolucionário”. No Brasil, essas pessoas tinham livre trânsito enquanto defensoras do socialismo e chegaram a ser pessoalmente recebidas por dirigentes petistas, inclusive um governador de Estado. Não esqueçamos que eram assíduos freqüentadores do Fórum Social Mundial, sendo reconhecidos como “companheiros”. Companheiros de que e de quem?
Os arquivos, talvez o maior troféu da investida do Exército colombiano, permitem ver mais claramente o modus operandi de como uma guerrilha se torna, por seu próprio processo interno de amadurecimento e apodrecimento, uma organização criminosa. O que se apresenta como um grupo preocupado com a justiça social se torna um bando voltado para sua própria sobrevivência, graças ao tráfico de drogas e a uma indústria de seqüestros. Tudo isso sob o véu de uma ideologia de esquerda que é abertamente apoiada por Fidel Castro, Hugo Chávez, Daniel Ortega, Rafael Correa e, no Brasil, pelo PT e pelos movimentos sociais como o MST. Firma-se aqui uma espécie de pacto, o pacto pelo horror, pela violência bruta.
Um dos dados mais cruéis consiste no assassinato em 2007 de 11 deputados colombianos, que tinham já cinco anos como prisioneiros. Na época foi amplamente noticiado que eles teriam sido mortos quando de uma investida dos militares colombianos, apoiados pelos paramilitares (de direita, evidentemente, pois, se assim não fosse, o teatro não seria verossímil). A versão apresentada - e assimilada - por boa parte da mídia destacava que os “revolucionários” (bonzinhos, humanitários) haviam sido obrigados, para se defender, a matar esses parlamentares. Segundo outros mais “humanitários”, eles teriam sido mortos na própria atividade desse suposto resgate. O politicamente correto estaria - ufa! - salvo!
O que mostram os arquivos do computador? Mostram que se trata disto: uma montagem, destinada a formar a opinião pública nos moldes do que sempre foi feito pelo movimento comunista e socialista. Não esqueçamos, embora isto seja hoje longínquo, que as “confissões” obtidas por Stalin, pela tortura mais cruel, eram apresentadas como um ato voluntário de camaradas arrependidos, que teriam colaborado com o “inimigo”. Infelizmente, pouco mudou desde então, ao menos para aqueles que continuam fazendo o mesmo jogo da crueldade, o jogo político da morte violenta. O “companheiro” Raúl Reyes revela que esses deputados foram friamente assassinados e que esse suposto resgate nada mais era do que uma versão para capturar a opinião pública. Assim, é dito explicitamente que os “fatos” da presença de “operações conjuntas do exército-paras” na região conflagrada e o “assalto ao acampamento” de uma “força desconhecida” foram forjados por eles. O próprio teatro de operações seria arrumado de maneira a permitir a “entrada de comissões humanitárias” com o intuito de confirmar a veracidade dessa versão.
Observe-se a preocupação com a formação da opinião pública, imprescindível para que essa organização política usufrua apoio interno e internacional, sem o qual a sua “causa” ficaria desfalcada. Ora, para que esse apoio seja eficiente e, por assim dizer, “neutro” se torna necessário o comparecimento de comissões ditas “humanitárias”, que sejam os baluartes da versão apresentada. Coloca-se aqui o problema de ONGs e pessoas que se prestam a esse tipo de trabalho sujo, algumas de antemão já ganhas a essas posições. Uma vez esse elo conquistado, a cadeia de reprodução da versão se propaga para os meios de comunicação em geral.
Um outro fato esclarecedor se encontra na cooperação estreita com o narcotráfico e, inclusive, com os paramilitares, que não se desmobilizaram. Para a obtenção de recursos financeiros e armas tudo vale, até as convicções ditas “sociais”, que só servem mesmo como produto de exportação, pois para o modo de funcionamento interno elas nada contam. Quanto aos paramilitares, um dirigente revolucionário, a propósito de uma oferta de negociação de drogas, escreve simplesmente: “Quem chegue à área para comprar, segundo os preços e condições estabelecidas, não tem nenhum problema.” Abundam, ademais, as referências às negociações com o narcotráfico, em valores de várias centenas de milhões de dólares. Aliás, um dinheiro que poderia ser usado para programas sociais!
As relações são também íntimas com Cuba, Venezuela e Equador. Os contatos pessoais são freqüentes e mostram uma colaboração estreita e de longa data. Nada mais “natural”, considerando que são “companheiros” que compartilham uma mesma ideologia e perseguem o mesmo alvo: o estabelecimento do socialismo, ou seja, da “democracia totalitária” na América Latina. Os companheiros brasileiros ficaram sem ter o que dizer ou, se disseram, foi sob o modo da tergiversação. O MST defende as mesmas posições e é um ferrenho defensor das Farc, do regime de Fidel Castro e de Hugo Chávez. Em suas ações procura seguir o exemplo da narcoguerrilha colombiana, criando entre nós “áreas liberadas”, que são os assentamentos, onde não há a presença do Estado senão sob a forma indireta do financiamento com recursos públicos. O PT guardou um recatado silêncio. Quando o rompeu, foi para criticar a incursão colombiana em território do Equador. Nenhuma palavra foi dita sobre a ingerência deste país e da Venezuela nos assuntos internos colombianos. Sobre as Farc, o mutismo foi total. Fica difícil uma avaliação dos “companheiros” narcotraficantes?
Denis Lerrer Rosenfield é professor de Filosofia na UFRGS.
E-mail: denisrosenfield@terra.com.br
Lula fica mal com a turma do Foro de São Paulo: Brasil não reconhecerá as FARC como grupo insurgente
Do blog ALERTA TOTAL
Por Jorge Serrão no sábado 15 de março de 2008
"A posição oficial do Brasil é de não reconhecer as FARC como grupo insurgente". Pelo menos foi o depoimento ontem do ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, na Comissão de Relações Exteriores do Senado. Até o senador petista Eduardo Suplicy fez um jogo de cena e, constrangido, declarou estar de pleno acordo com as posições do chanceler Amorim. Mas nada impede que, nos subterrâneos das relações políticas, os petistas continuam apoiadores das FARC.
A pressão do Tio Sam nos bastidores contra as Farc foi mesmo forte. Depois de o Supremo Tribunal Federal aprovar, por unanimidade e a toque de caixa, a deportação para os EUA do traficante colombiano Juan Carlos Abadia, agora o desgoverno Lula terá de manifestar, publicamente, que desconhece as FARC – embora o grupo narcoguerrilheiro e os petistas sejam companheiros no Foro de São Paulo – balaio de gato que mistura as esquerdas e grupos revolucionários na América do Sul e Caribe.
A posição brasileira vai na contramão da vontade de outro membro ilustre do Foro. O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, desafiou ontem os Estados Unidos a imporem sanções a seu país por causa de uma investigação norte-americana sobre o possível apoio de Caracas à guerrilha colombiana Farc. Chávez já pediu aos EUA e à União Européia que deixem de considerá-lo "terrorista" e passe a tratá-lo como "insurgente".
Por Jorge Serrão no sábado 15 de março de 2008
"A posição oficial do Brasil é de não reconhecer as FARC como grupo insurgente". Pelo menos foi o depoimento ontem do ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, na Comissão de Relações Exteriores do Senado. Até o senador petista Eduardo Suplicy fez um jogo de cena e, constrangido, declarou estar de pleno acordo com as posições do chanceler Amorim. Mas nada impede que, nos subterrâneos das relações políticas, os petistas continuam apoiadores das FARC.
A pressão do Tio Sam nos bastidores contra as Farc foi mesmo forte. Depois de o Supremo Tribunal Federal aprovar, por unanimidade e a toque de caixa, a deportação para os EUA do traficante colombiano Juan Carlos Abadia, agora o desgoverno Lula terá de manifestar, publicamente, que desconhece as FARC – embora o grupo narcoguerrilheiro e os petistas sejam companheiros no Foro de São Paulo – balaio de gato que mistura as esquerdas e grupos revolucionários na América do Sul e Caribe.
A posição brasileira vai na contramão da vontade de outro membro ilustre do Foro. O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, desafiou ontem os Estados Unidos a imporem sanções a seu país por causa de uma investigação norte-americana sobre o possível apoio de Caracas à guerrilha colombiana Farc. Chávez já pediu aos EUA e à União Européia que deixem de considerá-lo "terrorista" e passe a tratá-lo como "insurgente".
Oposição quer levar Chávez ao Psiquiatra
Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Domingo, 16 de Março de 2008
Uma nova cara do imprevisível presidente venezuelano Hugo Chávez ativa mais os alarmes do que as piadas, em um país acostumado às extravagâncias do líder bolivariano: sua saúde mental. Por Casto Ocando - El Nuevo Herald
Segundo especialistas, antigos colaboradores e juristas, os numerosos sinais de condutas extremas protagonizadas pelo presidente Chávez poderiam justificar o início de um processo constitucional para estabelecer se ele está o suficientemente equilibrado para continuar conduzindo o país depois de nove anos de governo.
Juristas do partido opositor Ação Democrática (AD) ampliam uma petição que já foi recusada em 2002, pelo Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), pedindo uma avaliação psiquiátrica que determine se Chávez sofre de incapacidade mental.
A Constituição venezuelana prevê em seu Artigo 233 a declaração por falta absoluta do presidente em razão de "sua incapacidade física ou mental permanente, certificada por uma junta médica designada pelo Tribunal Supremo de Justiça e com a aprovação da Assembléia Nacional''. Continue lendo a matéria aqui (em espanhol).
Domingo, 16 de Março de 2008
Uma nova cara do imprevisível presidente venezuelano Hugo Chávez ativa mais os alarmes do que as piadas, em um país acostumado às extravagâncias do líder bolivariano: sua saúde mental. Por Casto Ocando - El Nuevo Herald
Segundo especialistas, antigos colaboradores e juristas, os numerosos sinais de condutas extremas protagonizadas pelo presidente Chávez poderiam justificar o início de um processo constitucional para estabelecer se ele está o suficientemente equilibrado para continuar conduzindo o país depois de nove anos de governo.
Juristas do partido opositor Ação Democrática (AD) ampliam uma petição que já foi recusada em 2002, pelo Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), pedindo uma avaliação psiquiátrica que determine se Chávez sofre de incapacidade mental.
A Constituição venezuelana prevê em seu Artigo 233 a declaração por falta absoluta do presidente em razão de "sua incapacidade física ou mental permanente, certificada por uma junta médica designada pelo Tribunal Supremo de Justiça e com a aprovação da Assembléia Nacional''. Continue lendo a matéria aqui (em espanhol).
quinta-feira, 13 de março de 2008
Mais da "moralidade" esquerdopata
A dica sobre este post é do Olavo de Carvalho e fui na net buscar os fatos logo abaixo.
Alguém se lembra da pessoa que em estado de completo delírio psicótico disse um dia ...“quando Lula fala, o mundo se abre, se ilumina e se esclarece.”? Foi a Marilena Chauí quem vociferou isto sobre o criador do FORO DE SÃO PAULO.
Aproveitando a série "moralidade" esquerdopata, olhem abaixo o que esta pessoa já fez na vida, além da frase mais psicótica do mundo e que você leu acima. Preparem-se para a seção PLÁGIOS DESCARADOS DE MARILENA CHAUÍ (ou CHAUI? Sei lá mas não vou procurar o certo não...). Os links estão logo abaixo de cada fato.
1.1 ..."quando, na década de 80, José Guilherme Merquior flagrou um plágio num livro de Marilena Chaui, no lugar de se explicar, a filósofa partiu para o ataque e disse que Merquior era um servidor do Estado — como se ela, professora da USP, não o fosse. Depois, para disfarçar, os intelectuais aliados de Marilena Chaui disserem que, no lugar de plágio, era imperativo aceitar a “filiação de pensamento”. Quer dizer, a filósofa pensava igual ao filósofo plagiado, o francês Claude Lefort, que, líder do grupo, apoiou a doutora em Espinosa. No mesmo ensaio, Renato Janine Ribeiro diz que Chaui nota que, no jornalismo brasileiro, predomina a defesa da ordem e evita-se ver o conflito como possibilidade de crescimento. No caso da crise Merquior-Chaui, os intelectuais de esquerda apostaram no consenso — a certeza despudorada de que a mestra estava certa — e só aceitaram o conflito para desqualificar Merquior, quando o que estava em discussão era o plágio, não o autor da denúncia...."
Link aqui.
1.2 ..."e se engana quem acha que só os alunos se valem do plágio. “Tivemos casos aqui até de professores plagiando trabalhos de outros professores”, revela Rosa Benevento, da UFF. Um dos casos mais notórios, que não envolve internet, foi apontado pelo diplomata José Guilherme Merquior, intelectual de primeira e uma espécie de pitbull das polêmicas. Num texto para a “Folha de S. Paulo” em julho de 1989, Merquior revelou a “desatenção” da professora de filosofia Marilena Chauí ao inserir vários parágrafos do pensador francês Claude Lefort, sem citar a fonte, no seu livro “Cultura e democracia”.
...
O filósofo Roberto Romano, num texto para o “Correio Popular” de setembro de 2005, lembra que “movido pela piedade e diante dos lamentos dramáticos por ela encenados”, tentou defendê-la. E levou “merecidas pauladas de Merquior”. Romano revela que um figurão “importantíssimo no Panteão da esquerda”, único a não se sentir indignado com Merquior, “disse clara e distintamente: ela colou”. Lefort, professor e amigo de Marilena, tentou publicamente salvar a aluna da acusação, mas Merquior não havia deixado abertura para refutações...."
Link aqui.
2 Pode parecer estranho, mas é isso mesmo. Vamos falar de uma caverna em que brilha (mas não queima) a luz do Sol e dentro da qual, presos por grilhões, uns homens se reproduzem sem o auxílio das mulheres. Nesta caverna, quem entra sai e quem sai se adentra. Estes milagres, e outros mais portentosos que o da multiplicação dos pães, encontramos na 'leitura' que a Dra. Marilena Chaui faz de Platão e que reproduz no seu alucinante (no "sentido insano" mesmo) Convite à filosofia (São Paulo : Ática, 1995) (C.T. - o nome do livro é um plágio de uma obra do GIGANTE Mário Ferreira dos Santos).
Link aqui.
3 Pra quem quer saber até onde vai a "honestidade in... Pra quem quer saber até onde vai a "honestidade intelectual" da senhora Marilena Chaui. Abram o [livro] "Convite à Filosofia", escrito por ela na página 99 e leiam a parte que fala das três concepções de verdade. Depois, arranjem o livro Introduccion a la filosofia", do espanhol Julían Marías, um dos mais importantes do século XX e solenemente ignorado no Brasil por ser contrário ao establishment esquerdista (C.T. - ou esquerda chique, tipo FHC, mas que não diferem em nada mais dos outros), escrito em 1947, e abram no capítulo II, ponto 24 (na versão que tenho, terceira edição, é página 104), no título chamado "Três conceptos de la verdad". Sugestivo, não? Exatamente! Essa parte do livro de Marilena Chaui é uma cópia exata do livro de Julían Marías. Ela usa as mesmas palavras do espanhol, simplesmente traduzindo-as, sem qualquer referência. Já mandei um e-mail falando sobre isso ao Olavo de Carvalho e ele comentou no True Outspeak do dia 16 de Julho. Vejam vocês mesmos. Quem sabe o Reinaldo não escreve alguma coisa sobre isso, mostrando mais uma prova da honestidade dos petistas.
Link aqui.
Alguém se lembra da pessoa que em estado de completo delírio psicótico disse um dia ...“quando Lula fala, o mundo se abre, se ilumina e se esclarece.”? Foi a Marilena Chauí quem vociferou isto sobre o criador do FORO DE SÃO PAULO.
Aproveitando a série "moralidade" esquerdopata, olhem abaixo o que esta pessoa já fez na vida, além da frase mais psicótica do mundo e que você leu acima. Preparem-se para a seção PLÁGIOS DESCARADOS DE MARILENA CHAUÍ (ou CHAUI? Sei lá mas não vou procurar o certo não...). Os links estão logo abaixo de cada fato.
1.1 ..."quando, na década de 80, José Guilherme Merquior flagrou um plágio num livro de Marilena Chaui, no lugar de se explicar, a filósofa partiu para o ataque e disse que Merquior era um servidor do Estado — como se ela, professora da USP, não o fosse. Depois, para disfarçar, os intelectuais aliados de Marilena Chaui disserem que, no lugar de plágio, era imperativo aceitar a “filiação de pensamento”. Quer dizer, a filósofa pensava igual ao filósofo plagiado, o francês Claude Lefort, que, líder do grupo, apoiou a doutora em Espinosa. No mesmo ensaio, Renato Janine Ribeiro diz que Chaui nota que, no jornalismo brasileiro, predomina a defesa da ordem e evita-se ver o conflito como possibilidade de crescimento. No caso da crise Merquior-Chaui, os intelectuais de esquerda apostaram no consenso — a certeza despudorada de que a mestra estava certa — e só aceitaram o conflito para desqualificar Merquior, quando o que estava em discussão era o plágio, não o autor da denúncia...."
Link aqui.
1.2 ..."e se engana quem acha que só os alunos se valem do plágio. “Tivemos casos aqui até de professores plagiando trabalhos de outros professores”, revela Rosa Benevento, da UFF. Um dos casos mais notórios, que não envolve internet, foi apontado pelo diplomata José Guilherme Merquior, intelectual de primeira e uma espécie de pitbull das polêmicas. Num texto para a “Folha de S. Paulo” em julho de 1989, Merquior revelou a “desatenção” da professora de filosofia Marilena Chauí ao inserir vários parágrafos do pensador francês Claude Lefort, sem citar a fonte, no seu livro “Cultura e democracia”.
...
O filósofo Roberto Romano, num texto para o “Correio Popular” de setembro de 2005, lembra que “movido pela piedade e diante dos lamentos dramáticos por ela encenados”, tentou defendê-la. E levou “merecidas pauladas de Merquior”. Romano revela que um figurão “importantíssimo no Panteão da esquerda”, único a não se sentir indignado com Merquior, “disse clara e distintamente: ela colou”. Lefort, professor e amigo de Marilena, tentou publicamente salvar a aluna da acusação, mas Merquior não havia deixado abertura para refutações...."
Link aqui.
2 Pode parecer estranho, mas é isso mesmo. Vamos falar de uma caverna em que brilha (mas não queima) a luz do Sol e dentro da qual, presos por grilhões, uns homens se reproduzem sem o auxílio das mulheres. Nesta caverna, quem entra sai e quem sai se adentra. Estes milagres, e outros mais portentosos que o da multiplicação dos pães, encontramos na 'leitura' que a Dra. Marilena Chaui faz de Platão e que reproduz no seu alucinante (no "sentido insano" mesmo) Convite à filosofia (São Paulo : Ática, 1995) (C.T. - o nome do livro é um plágio de uma obra do GIGANTE Mário Ferreira dos Santos).
Link aqui.
3 Pra quem quer saber até onde vai a "honestidade in... Pra quem quer saber até onde vai a "honestidade intelectual" da senhora Marilena Chaui. Abram o [livro] "Convite à Filosofia", escrito por ela na página 99 e leiam a parte que fala das três concepções de verdade. Depois, arranjem o livro Introduccion a la filosofia", do espanhol Julían Marías, um dos mais importantes do século XX e solenemente ignorado no Brasil por ser contrário ao establishment esquerdista (C.T. - ou esquerda chique, tipo FHC, mas que não diferem em nada mais dos outros), escrito em 1947, e abram no capítulo II, ponto 24 (na versão que tenho, terceira edição, é página 104), no título chamado "Três conceptos de la verdad". Sugestivo, não? Exatamente! Essa parte do livro de Marilena Chaui é uma cópia exata do livro de Julían Marías. Ela usa as mesmas palavras do espanhol, simplesmente traduzindo-as, sem qualquer referência. Já mandei um e-mail falando sobre isso ao Olavo de Carvalho e ele comentou no True Outspeak do dia 16 de Julho. Vejam vocês mesmos. Quem sabe o Reinaldo não escreve alguma coisa sobre isso, mostrando mais uma prova da honestidade dos petistas.
Link aqui.
Mais sobre a "moralidade" de nossos terroristas
José Ricardo da Silveira, Foz do Iguaçu/Paraná
Amigos:
Domingo, dia 2/3/2008, O Globo publicou uma entrevista com um terrorista seqüestrador Tupamaro, que foi um dos algozes de meu avô embaixador Aloysio Gomide quando ele foi seqüestrado em 1970. Ficamos indignados pelo tom de saudosas e casuais reminiscências de um passado remoto, como se fosse sobre algo que hoje seria tratado como quase uma mera infantilidade.
Meu pai escreveu a carta abaixo, publicada dia 05/03/2008 no Jornal O Globo no Rio de Janeiro, para que pelo menos os principais pontos da verdadeira história fossem conhecidos.
Sintam-se livres para repassá-la, caso achem que vale a pena.
Gostaria que a verdade chegasse ao maior número possível de pessoas.
Abraço,
Maria Carolina
Senhor Redator:
Com relação ao artigo de domingo 02 de março de 2008, "Memórias de um seqüestro que abalou Brasil e o Uruguai", a aparentemente simpática e singela estorinha do contador David Cámpora, seqüestrador e terrorista aposentado, convenientemente omite que meu sogro, Embaixador Aloysio Gomide, foi violentamente arrancado do convívio dos seus e que, para tal, ainda ameaçaram seu filho de três anos com uma arma na cabeça. Recebeu coronhadas, foi drogado e levado a seus cativeiros, todos eles subterrâneos, permanecendo por sete meses de pijama trancado em um cubículo com paredes forradas com jornais e infestado de baratas, sem ver a luz do sol.
Sofreu dois fuzilamentos simulados, e era constantemente ameaçado de morte por seus carcereiros.
Sua libertação foi resultado da intensa campanha realizada por minha sogra, Dona Apparecida Gomide, uma dedicada dona de casa e mãe de família que, tirando forças não se sabe de onde, saiu à luta por seu marido. Com a ajuda dos apresentadores Flávio Cavalcanti e Abelardo Barbosa, o Chacrinha, e outros amigos, antigos e novos, conseguiu levar seu desesperado grito por socorro ao povo brasileiro. Mulher religiosa e destemida, jamais esmoreceu na intransigente defesa de seu marido, sendo importuna e inconveniente com Ministros de Estado e com outras autoridades do governo de então, no Brasil e no Uruguai, mesmo com o Presidente Médici. Sua presença e insistência, constante e veemente, era um problema para aqueles que queriam esquecer a situação de seu marido. Alguns conhecidos faziam o possível para evitar serem vistos com ela em face da repercussão do caso.
Por sua conta fez contatos com os seqüestradores. O resgate foi pago com as generosas contribuições do povo brasileiro, inclusive dos mais humildes, e com as parcas economias de uma família de classe média com seis filhos pequenos. O dinheiro foi recolhido, transportado e posto nas mãos dos terroristas por leais amigas de D. Apparecida.
Durante seus sete meses de cativeiro meu sogro, em estrita honra a seu dever de diplomata brasileiro, jamais se manifestou em contra de seu governo, apesar de constantemente instado e ameaçado por seus seqüestradores. Pude ler as cartas da época a sua mulher. Sabedor que a morte o esperava, pois seu companheiro de cela Dan Mitrione fora assassinado, preocupava-se muito com a situação de sua família sem a sua presença.
Homem profundamente religioso, jamais foi acometido pela desesperança ao longo dos sete meses de seu cativeiro subterrâneo. Seu silêncio, mesmo depois de 37 anos, é o protesto de alguém que superou a barbaridade que lhe foi imposta e que prefere recolher-se ao seio de sua família, em vez de manifestar sua indignação quando terroristas da época são tratados como heróis por representantes do povo que pagou por seu resgate. Por exemplo, quando a Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro homenageou, em medos dos anos 80, o terrorista-chefe dos Tupamaros, Raul Sendic.
É ultrajante que parte de nossa história seja esquecida, omitida ou convenientemente deturpada para adequar-se à torta ideologia em moda. Fatos são orwellianamente "ajustados" para criar uma realidade alternativa. Quando vítimas, alegadas vítimas e pseudo-vítimas da ditadura estão sendo compensadas com indenizações milionárias e generosas pensões – com direitos até para não nascidos - como ficam os que sofreram as conseqüências do terrorismo?
Por esses motivos, a bem de esclarecer as novas gerações sobre a realidade do ocorrido, ou pelo menos para que tenham uma pontada de dúvida ao ler relatos históricos de terroristas, é que evidencio esses fatos.
Atenciosamente,
José Ricardo da Silveira
Foz do Iguaçu
Paraná
Amigos:
Domingo, dia 2/3/2008, O Globo publicou uma entrevista com um terrorista seqüestrador Tupamaro, que foi um dos algozes de meu avô embaixador Aloysio Gomide quando ele foi seqüestrado em 1970. Ficamos indignados pelo tom de saudosas e casuais reminiscências de um passado remoto, como se fosse sobre algo que hoje seria tratado como quase uma mera infantilidade.
Meu pai escreveu a carta abaixo, publicada dia 05/03/2008 no Jornal O Globo no Rio de Janeiro, para que pelo menos os principais pontos da verdadeira história fossem conhecidos.
Sintam-se livres para repassá-la, caso achem que vale a pena.
Gostaria que a verdade chegasse ao maior número possível de pessoas.
Abraço,
Maria Carolina
Senhor Redator:
Com relação ao artigo de domingo 02 de março de 2008, "Memórias de um seqüestro que abalou Brasil e o Uruguai", a aparentemente simpática e singela estorinha do contador David Cámpora, seqüestrador e terrorista aposentado, convenientemente omite que meu sogro, Embaixador Aloysio Gomide, foi violentamente arrancado do convívio dos seus e que, para tal, ainda ameaçaram seu filho de três anos com uma arma na cabeça. Recebeu coronhadas, foi drogado e levado a seus cativeiros, todos eles subterrâneos, permanecendo por sete meses de pijama trancado em um cubículo com paredes forradas com jornais e infestado de baratas, sem ver a luz do sol.
Sofreu dois fuzilamentos simulados, e era constantemente ameaçado de morte por seus carcereiros.
Sua libertação foi resultado da intensa campanha realizada por minha sogra, Dona Apparecida Gomide, uma dedicada dona de casa e mãe de família que, tirando forças não se sabe de onde, saiu à luta por seu marido. Com a ajuda dos apresentadores Flávio Cavalcanti e Abelardo Barbosa, o Chacrinha, e outros amigos, antigos e novos, conseguiu levar seu desesperado grito por socorro ao povo brasileiro. Mulher religiosa e destemida, jamais esmoreceu na intransigente defesa de seu marido, sendo importuna e inconveniente com Ministros de Estado e com outras autoridades do governo de então, no Brasil e no Uruguai, mesmo com o Presidente Médici. Sua presença e insistência, constante e veemente, era um problema para aqueles que queriam esquecer a situação de seu marido. Alguns conhecidos faziam o possível para evitar serem vistos com ela em face da repercussão do caso.
Por sua conta fez contatos com os seqüestradores. O resgate foi pago com as generosas contribuições do povo brasileiro, inclusive dos mais humildes, e com as parcas economias de uma família de classe média com seis filhos pequenos. O dinheiro foi recolhido, transportado e posto nas mãos dos terroristas por leais amigas de D. Apparecida.
Durante seus sete meses de cativeiro meu sogro, em estrita honra a seu dever de diplomata brasileiro, jamais se manifestou em contra de seu governo, apesar de constantemente instado e ameaçado por seus seqüestradores. Pude ler as cartas da época a sua mulher. Sabedor que a morte o esperava, pois seu companheiro de cela Dan Mitrione fora assassinado, preocupava-se muito com a situação de sua família sem a sua presença.
Homem profundamente religioso, jamais foi acometido pela desesperança ao longo dos sete meses de seu cativeiro subterrâneo. Seu silêncio, mesmo depois de 37 anos, é o protesto de alguém que superou a barbaridade que lhe foi imposta e que prefere recolher-se ao seio de sua família, em vez de manifestar sua indignação quando terroristas da época são tratados como heróis por representantes do povo que pagou por seu resgate. Por exemplo, quando a Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro homenageou, em medos dos anos 80, o terrorista-chefe dos Tupamaros, Raul Sendic.
É ultrajante que parte de nossa história seja esquecida, omitida ou convenientemente deturpada para adequar-se à torta ideologia em moda. Fatos são orwellianamente "ajustados" para criar uma realidade alternativa. Quando vítimas, alegadas vítimas e pseudo-vítimas da ditadura estão sendo compensadas com indenizações milionárias e generosas pensões – com direitos até para não nascidos - como ficam os que sofreram as conseqüências do terrorismo?
Por esses motivos, a bem de esclarecer as novas gerações sobre a realidade do ocorrido, ou pelo menos para que tenham uma pontada de dúvida ao ler relatos históricos de terroristas, é que evidencio esses fatos.
Atenciosamente,
José Ricardo da Silveira
Foz do Iguaçu
Paraná
A "moralidade" dos amigos da DILMA/STELLA, JOSÉ DIRCEU, FRANKLIN MARTINS entre outros membros do Governo LULA
Do portal TERNUMA - Terrorismo Nunca Mais
Veja outros assassinatos aqui.
David A. Cuthberg, Marinheiro inglês assassinado no Rio de Janeiro em 05/02/72
A respeito desse assassinato, sob o título “REPULSA” o jornal “O Globo”, do Rio de Janeiro, publicou:
“Tinha dezenove anos o marinheiro inglês David A. Cuthberg que, na madrugada de sábado, tomou um táxi com um companheiro para conhecer o Rio, nos seus aspectos mais alegres. Ele aqui chegara como amigo, a bordo da flotilha que nos visita para comemorar os 150 anos de Independência do Brasil.
Uma rajada de metralhadora tirou-lhe a vida, no táxi que se encontrava. Não teve tempo para perceber o que ocorria e, se percebesse, com certeza não poderia compreender. Um terrorista, de dentro de outro carro, apontara friamente a metralhadora antes de desenhar nas suas costas o fatal risco de balas, para, logo em seguida, completar a infâmia, despejando sobre o corpo, ainda palpitante, panfletos em que se mencionava a palavra liberdade.
Com esse crime repulsivo, o terror quis apenas alcançar repercussão fora de nossas fronteiras para suas atividades, procurando dar-lhe significação de atentado político contra jovem inocente, em troca da publicação da notícia num jornal inglês.
O terrorismo cumpre, no Brasil, com crimes como esse, o destino inevitável dos movimentos a que faltam motivação real e consentimento de qualquer parcela da opinião pública: o de não ultrapassar os limites do simples banditismo, com que se exprime o alto grau de degeneração dessas reduzidas maltas de assassinos gratuitos”.
A ação criminosa, tachada como “justiçamento”, foi praticada pelos seguintes terroristas, integrantes de uma frente formada por três organizações comunistas:
Flávio Augusto Neves Leão Salles(“Rogério”, “Bibico”) – ALN, que fez os disparos com a metralhadora.
Antônio Carlos Nogueira Cabral(“Chico”, “Alfredo”) – ALN.
Aurora Maria Nascimento Furtado(“Márcia”, “Rita”) – ALN
Adair Gonçalves Reis(“Elber”, “Leônidas”, “Sorriso”) – ALN
Lígia Maria Salgado da Nóbrega(“Ana”, “Célia”, “Cecília”) – VAR-PALMARES, que jogou dentro do táxi os panfletos que falavam em vingança contra os “Imperialistas Ingleses”.
Hélio Silva(“Anastácio”, “Nadinho”) – VAR-PALMARES
Carlos Alberto Salles(“Soldado”) – VAR-PALMARES.
Getúlio de Oliveira Cabral(“Gogó”, “Soares”, “Gustavo”) – PCBR.
Veja outros assassinatos aqui.
David A. Cuthberg, Marinheiro inglês assassinado no Rio de Janeiro em 05/02/72
A respeito desse assassinato, sob o título “REPULSA” o jornal “O Globo”, do Rio de Janeiro, publicou:
“Tinha dezenove anos o marinheiro inglês David A. Cuthberg que, na madrugada de sábado, tomou um táxi com um companheiro para conhecer o Rio, nos seus aspectos mais alegres. Ele aqui chegara como amigo, a bordo da flotilha que nos visita para comemorar os 150 anos de Independência do Brasil.
Uma rajada de metralhadora tirou-lhe a vida, no táxi que se encontrava. Não teve tempo para perceber o que ocorria e, se percebesse, com certeza não poderia compreender. Um terrorista, de dentro de outro carro, apontara friamente a metralhadora antes de desenhar nas suas costas o fatal risco de balas, para, logo em seguida, completar a infâmia, despejando sobre o corpo, ainda palpitante, panfletos em que se mencionava a palavra liberdade.
Com esse crime repulsivo, o terror quis apenas alcançar repercussão fora de nossas fronteiras para suas atividades, procurando dar-lhe significação de atentado político contra jovem inocente, em troca da publicação da notícia num jornal inglês.
O terrorismo cumpre, no Brasil, com crimes como esse, o destino inevitável dos movimentos a que faltam motivação real e consentimento de qualquer parcela da opinião pública: o de não ultrapassar os limites do simples banditismo, com que se exprime o alto grau de degeneração dessas reduzidas maltas de assassinos gratuitos”.
A ação criminosa, tachada como “justiçamento”, foi praticada pelos seguintes terroristas, integrantes de uma frente formada por três organizações comunistas:
Flávio Augusto Neves Leão Salles(“Rogério”, “Bibico”) – ALN, que fez os disparos com a metralhadora.
Antônio Carlos Nogueira Cabral(“Chico”, “Alfredo”) – ALN.
Aurora Maria Nascimento Furtado(“Márcia”, “Rita”) – ALN
Adair Gonçalves Reis(“Elber”, “Leônidas”, “Sorriso”) – ALN
Lígia Maria Salgado da Nóbrega(“Ana”, “Célia”, “Cecília”) – VAR-PALMARES, que jogou dentro do táxi os panfletos que falavam em vingança contra os “Imperialistas Ingleses”.
Hélio Silva(“Anastácio”, “Nadinho”) – VAR-PALMARES
Carlos Alberto Salles(“Soldado”) – VAR-PALMARES.
Getúlio de Oliveira Cabral(“Gogó”, “Soares”, “Gustavo”) – PCBR.
Por trás da subversão
Do portal do OLAVO DE CARVALHO
Por Olavo de Carvalho, Diário do Comércio, 5 de junho de 2006 (atentem para a data)
No começo de 2001, o Council on Foreign Relations (CFR), bilionário think tank de onde já emergiram tantos presidentes e secretários de Estado que há quem o considere uma espécie de metagoverno dos EUA, criou uma “força-tarefa”, transbordante de Ph.-Ds, presidida pelo historiador Kenneth Maxwell (C.T. - prestem atenção a este nome ao longo do texto) e encarregada de sugerir modificações na política de Washington para com o Brasil. A primeira lista de sábios conselhos, publicada logo em 12 de fevereiro, enfatizava “a urgência de trabalhar com o Brasil no combate à praga das drogas e à sua influência corruptora sobre os governos”.
Naquele momento, destruídos os antigos cartéis, emergiam como dominadoras do mercado de drogas na América Latina as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (ou FARC), deliberadamente poupadas pelo Plano Colômbia do governo Clinton sob o pretexto de que o combate ao narcotráfico deveria ser apolítico. As Farc, uma organização comunista, haviam entrado no mercado das drogas para financiar suas operações terroristas e a tomada do poder. Desde 1990 faziam parte do Foro de São Paulo, onde articulavam suas ações com a estratégia geral da esquerda latino-americana, garantindo apoios políticos que a tornavam virtualmente imunes a perseguições em vários países onde operavam. No Brasil, por exemplo, a despeito das centenas de toneladas de cocaína que por meio do seu sócio Fernandinho Beira-Mar elas despejavam anualmente no mercado, e apesar dos tiros que de vez em quando trocavam com o Exército na floresta amazônica, as Farc eram bem tratadas: seus líderes circulavam livremente pelas ruas sob a proteção das autoridades federais e eram recebidos como hóspedes oficiais pelo governo petista do Estado do Rio Grande. Nunca, portanto, as relações entre narcotráfico e política tinham sido mais íntimas. Arriscavam tornar-se ainda mais intensas porque Luís Inácio Lula da Silva, fundador do Foro e portanto orquestrador maior da estratégia comum entre partidos legais de esquerda e organizações criminosas, parecia destinado a ser o próximo presidente do Brasil.
A integração crescente de narcotráfico e política tornava portanto urgente combater “a praga das drogas e sua influência sobre os governos”. E a única maneira de fazer isso era, evidentemente, desmantelar o Foro de São Paulo. Vista nessa perspectiva, a sugestão da “força-tarefa” parecia mesmo oportuna. Mas só a interpreta assim quem não entende as sutilezas do metagoverno. O sentido literal da frase expressava, de fato, o oposto simétrico do que o CFR pretendia.
Desde logo, o Foro de São Paulo, para continuar se imiscuindo impunemente na política interna de várias nações latino-americanas, necessitava manter sua condição de entidade discreta ou semi-secreta, e o próprio chefe da força-tarefa o ajudava nisso. Em artigo publicado na New York Review of Books – e, é claro, reproduzido na Folha --, Maxwell declarava que o Foro simplesmente não existia, porque “nem os mais bem informados especialistas com quem conversei no Brasil jamais ouviram falar dele”.
Para um historiador profissional, confiar-se à opinião de terceiros em vez de averiguar as fontes primárias, então fartamente disponíveis no próprio site do Foro, era uma escandalosa prova de inépcia. Na época, o sr. Maxwell pertencia (pertence ainda) ao círculo de iluminados que costumava (costuma ainda) ser ouvido com o máximo respeito pela mídia brasileira, especialmente pela Folha de S. Paulo. Isso parecia dar uma prova incontestável de que ele era de fato um jumento, tendo agido de maneira tão extravagante em pura obediência à sua natureza animal. Mas agora noto que isso não explicava tudo. Logo depois, outro intelectual de grande reputação nos círculos asininos, Luiz Felipe de Alencastro, professor de História do Brasil na Sorbonne e colunista da Veja, brilhava num debate do CFR emprestando à tese da inexistência do Foro de São Paulo o aval da sua formidável autoridade e ainda acrescentava ter sido eu o criador da lendária organização... Dar sumiço na coordenação continental do movimento comunista latino-americano parecia ter-se tornado um hábito consagrado no CFR.
Isso poderia ser apenas um inocente acúmulo de erros de interpretação se a entidade (CFR) não tivesse cultivado simultaneamente um outro hábito: o das boas relações com as Farc. Em 1999, o presidente da Bolsa de Valores de Nova York, Richard Grasso, membro do CFR, fez uma visita de cortesia ao comandante das Farc, Raul Reyes, e saiu dali festejando a comunidade de interesses entre a quadrilha colombiana e a elite financeira “progressista” dos EUA. Logo em seguida, outros dois membros do CFR, James Kimsey, presidente emérito da America Online, e Joseph Robert, chefe do conglomerado imobiliário J. E. Robert, tinham um animado encontro com o próprio fundador das Farc, o velho Manuel Marulanda, e em seguida iam ao presidente colombiano Pastrana para tentar convencê-lo, com sucesso, a ficar de bem com a narcoguerrilha.
A divisão de trabalho era nítida: os potentados do CFR negociavam com a pricipal força de sustentação militar e financeira do Foro de São Paulo, enquanto seus office-boys intelectuais cuidavam de despistar a operação proclamando que o Foro nem sequer existia. O CFR alardeava a intenção de eliminar a influência do narcotráfico nos governos ao mesmo tempo que contribuía ativamente para que essa influência se tornasse mais vasta e fecunda do que nunca.
Ao CFR pertencia também o presidente Clinton, cujo famigerado Plano Colômbia tinha tido por principal resultado eliminar os concorrentes e entregar às Farc o quase monopólio do mercado de drogas na América Latina. Em 2002, a política latino-americana dos grão-senhores globalistas sofria um upgrade: ao esforço de embelezar as Farc somava-se agora o empenho de fazer do presidente do Foro de São Paulo o presidente do Brasil. Poucos dias antes da eleição de 2002, a embaixadora americana Donna Hrinak, que não sei se pertence pessoalmente ao CFR mas está entre os fundadores de uma entidade estreitamente associada a ele, o Diálogo Interamericano, fazia propaganda descarada do candidato petista, proclamando-o “(LULA)uma encarnação do sonho americano”. Embora fosse uma interferência ilegal e indecente de autoridade estrangeira numa eleição nacional -- só não causando escândalo porque até a prepotência imperialista se torna amável quando trabalha para o lado politicamente correto --, e embora a fórmula verbal escolhida para realizá-la fosse uma absurdidade sem par (pois não consta que muitos americanos tivessem como suprema ambição parar de trabalhar aos 24 anos para fazer carreira num partido comunista), a expressão fez tanto sucesso que, logo em seguida, foi repetida ipsis litteris, sem citação de fonte, num artigo da New York Review of Books que celebrava entusiasticamente a vitória de Lula. Adivinhem quem assinava o artigo? O indefectível Kenneth Maxwell.
Diante desses fatos, alguém ainda hesitará em perceber que as ligações entre o esquerdismo pó-de-arroz do CFR e o esquerdismo sangue-e-fezes dos Marulandas e Reyes são mais íntimas do que caberia na imagem estereotipada de uma hostilidade essencial e irredutível entre capitalistas reacionários e comunistas revolucionários? O sentido dos acontecimentos é transparente demais, mas o cérebro das nossas elites ainda é capaz de projetar sobre eles a sua própria obscuridade para esquivar-se de tirar as conclusões que eles impõem.
É claro que não endosso a idéia de que o CFR, como instituição, seja uma central conspiratória pró-comunista. Muitos de seus membros são patriotas americanos que jamais endossariam conscientemente uma política prejudicial ao seu país. Mas não dá para esconder que, ali dentro, um grupo de bilionários reformadores do mundo, incalculavelmente poderosos, tem induzido a entidade a influenciar o governo de Washington, quase sempre com sucesso, no sentido mais esquerdista e anti-americano que se pode imaginar. Nos EUA isso é um fato de conhecimento geral. Ninguém o coloca em dúvida. Só o que se discute é a “teoria da conspiração” usada para explicá-lo. Essa teoria tem entre seus defensores alguns intelectuais de primeira ordem como Carroll Quigley, professor de História em Harvard e mentor de Bill Clinton, ou o economista Anthony Sutton, autor do clássico Western Technology and Soviet Economic Development (4 vols.). Contribui ainda mais para a credibilidade da tese o fato de que o primeiro é um adepto entusiasta e o segundo um crítico devastador da elite globalista. E o que a torna ainda mais atraente é o fato de que o CFR, reconhecendo a sua existência ao ponto de lhe oferecer um desmentido explícito no seu site oficial, se esquive de debater com esses dois pesos-pesados e com dezenas de outros estudiosos sérios que escreveram a respeito, e prefira em vez disso ostentar uma vitória fácil e postiça num confronto com as versões popularescas e caricaturais da tese conspirativa, inventadas por tipos como Lyndon LaRouche e o pastor Pat Robertson. Este é um bom sujeito que jamais mentiria de caso pensado, mas é um boquirroto, campeão continental de gafes eclesiásticas. Discutir com ele é a coisa mais fácil, porque ele sempre vai acabar dizendo alguma inconveniência e pondo sua opinião a perder, mesmo quando está com a razão. LaRouche, que chegou a ser pré-candidato presidencial pelo Partido Democrata, é ele próprio um conspirador que só enxerga as conspirações dos outros pelo prisma deformante dos seus objetivos e interesses próprios. Tomar esses dois como porta-vozes representativos das acusações de conspiração contra o CFR é o mesmo que derrubar o dr. Emir Sader e sair cantando vitória sobre Karl Marx. Que o CFR use desse expediente esquivo para se safar das denúncias é um sério indício de que elas têm pelo menos algum fundo de verdade.
Para vocês avaliarem o quanto a nossa elite econômica, política e militar está alienada e por fora do mundo, basta notar que sua principal fonte de informação sobre o CFR, o Diálogo Interamericano e outros organismos globalistas tem sido justamente o sr. Lyndon LaRouche, cuja Executive Intelligence Review é lida pelos luminares da Escola Superior de Guerra como se fosse o exemplar mais puro de inside information (ele está tão bem informado que chegou a me classificar – logo a mim, porca miséria – como apóstolo do globalismo, pelo fato de eu escrever então num jornal chamado O Globo). As outras fontes conhecidas no país são todas de esquerda, e o que elas têm em comum com o boletim do sr. LaRouche é que distorcem monstruosamente os fatos ao apresentar os círculos globalistas como representantes do bom e velho “imperialismo americano” em luta desigual contra as soberanias nacionais dos países pobrezinhos. Não sei se rio ou se choro ao ver quantos brasileiros, que de esquerdistas não têm nada, levam essa versão a sério e baseiam nela suas análises estratégicas e propostas de governo. É ridículo e trágico ao mesmo tempo. Com tantas fontes primárias e diagnósticos de alto nível à disposição, por que comer lixo e arrotar o cardápio do Tour d’Argent? Do lamaçal cultural subdesenvolvido só brotam flores de ignorância e auto-engano.
O site http://www.vermelho.org/, por exemplo, apresenta o Diálogo Interamericano como repleto de “personalidades da direita mais conservadora”, e estas como “representantes do Establishment americano”. Nos EUA, até crianças de escola sabem que Establishment quer dizer “esquerda chique”, que não há nem pode haver ali dentro “personalidades da direita mais conservadora”, e que, se alguma soberania nacional é posta em risco pelo Establishment, é a dos EUA em primeiríssimo lugar. A longa e feroz polêmica movida pelos conservadores e nacionalistas contra o CFR, o Diálogo Interamericano e os círculos globalistas em geral é completamente desconhecida pelos tagarelas da ESG e pelo “bando de generais” que acredita nas fontes esquerdistas e no sr. LaRouche. Nessa multidão de caipiras crédulos há inúmeros patriotas sinceros. Mas a destruição de um país começa quando seus patriotas se idiotizam, deixando aos traidores, conspiradores e revolucionários o monopólio da esperteza.
A história da manipulação dos patriotas brasileiros por espertalhões de esquerda é em si mesma uma tragicomédia. Desde há décadas, a liderança esquerdista vem submetendo essa gente a um tratamento pavloviano, na base de um-choque-um-queijo, que se demonstrou eficaz ao ponto de muitos oficiais de alta patente, ideologicamente anticomunistas, acharem hoje que é uma lindeza sumamente honrosa transformar os nossos soldados em cavouqueiros e tratoristas a serviço do MST. Como é que se leva um cérebro humano a mergulhar nesse abismo de estupidez? É simples: basta criar uma equipe selecionada entre esquerdistas bem falantes e dividi-la em duas alas, encarregadas de tarefas opostas -- uma infiltrada na mídia, incumbida de espalhar mentiras escabrosas, fomentando o ódio anti-militar; outra, bem colocada nos próprios círculos militares e na ESG, encarregada de afagar o ego das Forças Armadas e induzi-las à conciliação e à colaboração com a estratégia comunista continental por força do seu próprio patriotismo, facilmente convertido em anti-americanismo por meio de um fluxo habilmente planejado de informações falsas (entre as quais é claro, as fornecidas pelo sr. LaRouche). Na primeira equipe, destacam-se Caco Barcelos, Cecília Coimbra e Luiz Eduardo Greenhalgh. Na segunda, Márcio Moreira Alves, Mário Augusto Jacobskind e Cesar Benjamin. A duplicidade de tratamento deixa a vítima desnorteada e acaba por subjugá-la. Entre tapas e beijos, boa parte da nossa oficialidade se deixou facilmente cair no engodo, mostrando ter mesmo QI de ratinho de laboratório. A recente palestra do comandante do Exército em Porto Alegre mostra até que ponto uma instituição caluniada, marginalizada e espezinhada sente alívio e reconforto ante a oferta humilhante de um lugarzinho no banquete de seus tradicionais detratores.
Ardis semelhantes foram aplicados entre empresários e políticos, com igual eficácia.
É por isso que se tornou tão difícil explicar aos brasileiros aquilo que, entre os conservadores americanos, até os mais lerdos de inteligência como Pat Robertson entendem perfeitamente bem: que a elite globalista é o inimigo número um da soberania nacional americana e, por tabela, mas somente por tabela, de todas as demais soberanias.
Por Olavo de Carvalho, Diário do Comércio, 5 de junho de 2006 (atentem para a data)
No começo de 2001, o Council on Foreign Relations (CFR), bilionário think tank de onde já emergiram tantos presidentes e secretários de Estado que há quem o considere uma espécie de metagoverno dos EUA, criou uma “força-tarefa”, transbordante de Ph.-Ds, presidida pelo historiador Kenneth Maxwell (C.T. - prestem atenção a este nome ao longo do texto) e encarregada de sugerir modificações na política de Washington para com o Brasil. A primeira lista de sábios conselhos, publicada logo em 12 de fevereiro, enfatizava “a urgência de trabalhar com o Brasil no combate à praga das drogas e à sua influência corruptora sobre os governos”.
Naquele momento, destruídos os antigos cartéis, emergiam como dominadoras do mercado de drogas na América Latina as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (ou FARC), deliberadamente poupadas pelo Plano Colômbia do governo Clinton sob o pretexto de que o combate ao narcotráfico deveria ser apolítico. As Farc, uma organização comunista, haviam entrado no mercado das drogas para financiar suas operações terroristas e a tomada do poder. Desde 1990 faziam parte do Foro de São Paulo, onde articulavam suas ações com a estratégia geral da esquerda latino-americana, garantindo apoios políticos que a tornavam virtualmente imunes a perseguições em vários países onde operavam. No Brasil, por exemplo, a despeito das centenas de toneladas de cocaína que por meio do seu sócio Fernandinho Beira-Mar elas despejavam anualmente no mercado, e apesar dos tiros que de vez em quando trocavam com o Exército na floresta amazônica, as Farc eram bem tratadas: seus líderes circulavam livremente pelas ruas sob a proteção das autoridades federais e eram recebidos como hóspedes oficiais pelo governo petista do Estado do Rio Grande. Nunca, portanto, as relações entre narcotráfico e política tinham sido mais íntimas. Arriscavam tornar-se ainda mais intensas porque Luís Inácio Lula da Silva, fundador do Foro e portanto orquestrador maior da estratégia comum entre partidos legais de esquerda e organizações criminosas, parecia destinado a ser o próximo presidente do Brasil.
A integração crescente de narcotráfico e política tornava portanto urgente combater “a praga das drogas e sua influência sobre os governos”. E a única maneira de fazer isso era, evidentemente, desmantelar o Foro de São Paulo. Vista nessa perspectiva, a sugestão da “força-tarefa” parecia mesmo oportuna. Mas só a interpreta assim quem não entende as sutilezas do metagoverno. O sentido literal da frase expressava, de fato, o oposto simétrico do que o CFR pretendia.
Desde logo, o Foro de São Paulo, para continuar se imiscuindo impunemente na política interna de várias nações latino-americanas, necessitava manter sua condição de entidade discreta ou semi-secreta, e o próprio chefe da força-tarefa o ajudava nisso. Em artigo publicado na New York Review of Books – e, é claro, reproduzido na Folha --, Maxwell declarava que o Foro simplesmente não existia, porque “nem os mais bem informados especialistas com quem conversei no Brasil jamais ouviram falar dele”.
Para um historiador profissional, confiar-se à opinião de terceiros em vez de averiguar as fontes primárias, então fartamente disponíveis no próprio site do Foro, era uma escandalosa prova de inépcia. Na época, o sr. Maxwell pertencia (pertence ainda) ao círculo de iluminados que costumava (costuma ainda) ser ouvido com o máximo respeito pela mídia brasileira, especialmente pela Folha de S. Paulo. Isso parecia dar uma prova incontestável de que ele era de fato um jumento, tendo agido de maneira tão extravagante em pura obediência à sua natureza animal. Mas agora noto que isso não explicava tudo. Logo depois, outro intelectual de grande reputação nos círculos asininos, Luiz Felipe de Alencastro, professor de História do Brasil na Sorbonne e colunista da Veja, brilhava num debate do CFR emprestando à tese da inexistência do Foro de São Paulo o aval da sua formidável autoridade e ainda acrescentava ter sido eu o criador da lendária organização... Dar sumiço na coordenação continental do movimento comunista latino-americano parecia ter-se tornado um hábito consagrado no CFR.
Isso poderia ser apenas um inocente acúmulo de erros de interpretação se a entidade (CFR) não tivesse cultivado simultaneamente um outro hábito: o das boas relações com as Farc. Em 1999, o presidente da Bolsa de Valores de Nova York, Richard Grasso, membro do CFR, fez uma visita de cortesia ao comandante das Farc, Raul Reyes, e saiu dali festejando a comunidade de interesses entre a quadrilha colombiana e a elite financeira “progressista” dos EUA. Logo em seguida, outros dois membros do CFR, James Kimsey, presidente emérito da America Online, e Joseph Robert, chefe do conglomerado imobiliário J. E. Robert, tinham um animado encontro com o próprio fundador das Farc, o velho Manuel Marulanda, e em seguida iam ao presidente colombiano Pastrana para tentar convencê-lo, com sucesso, a ficar de bem com a narcoguerrilha.
A divisão de trabalho era nítida: os potentados do CFR negociavam com a pricipal força de sustentação militar e financeira do Foro de São Paulo, enquanto seus office-boys intelectuais cuidavam de despistar a operação proclamando que o Foro nem sequer existia. O CFR alardeava a intenção de eliminar a influência do narcotráfico nos governos ao mesmo tempo que contribuía ativamente para que essa influência se tornasse mais vasta e fecunda do que nunca.
Ao CFR pertencia também o presidente Clinton, cujo famigerado Plano Colômbia tinha tido por principal resultado eliminar os concorrentes e entregar às Farc o quase monopólio do mercado de drogas na América Latina. Em 2002, a política latino-americana dos grão-senhores globalistas sofria um upgrade: ao esforço de embelezar as Farc somava-se agora o empenho de fazer do presidente do Foro de São Paulo o presidente do Brasil. Poucos dias antes da eleição de 2002, a embaixadora americana Donna Hrinak, que não sei se pertence pessoalmente ao CFR mas está entre os fundadores de uma entidade estreitamente associada a ele, o Diálogo Interamericano, fazia propaganda descarada do candidato petista, proclamando-o “(LULA)uma encarnação do sonho americano”. Embora fosse uma interferência ilegal e indecente de autoridade estrangeira numa eleição nacional -- só não causando escândalo porque até a prepotência imperialista se torna amável quando trabalha para o lado politicamente correto --, e embora a fórmula verbal escolhida para realizá-la fosse uma absurdidade sem par (pois não consta que muitos americanos tivessem como suprema ambição parar de trabalhar aos 24 anos para fazer carreira num partido comunista), a expressão fez tanto sucesso que, logo em seguida, foi repetida ipsis litteris, sem citação de fonte, num artigo da New York Review of Books que celebrava entusiasticamente a vitória de Lula. Adivinhem quem assinava o artigo? O indefectível Kenneth Maxwell.
Diante desses fatos, alguém ainda hesitará em perceber que as ligações entre o esquerdismo pó-de-arroz do CFR e o esquerdismo sangue-e-fezes dos Marulandas e Reyes são mais íntimas do que caberia na imagem estereotipada de uma hostilidade essencial e irredutível entre capitalistas reacionários e comunistas revolucionários? O sentido dos acontecimentos é transparente demais, mas o cérebro das nossas elites ainda é capaz de projetar sobre eles a sua própria obscuridade para esquivar-se de tirar as conclusões que eles impõem.
É claro que não endosso a idéia de que o CFR, como instituição, seja uma central conspiratória pró-comunista. Muitos de seus membros são patriotas americanos que jamais endossariam conscientemente uma política prejudicial ao seu país. Mas não dá para esconder que, ali dentro, um grupo de bilionários reformadores do mundo, incalculavelmente poderosos, tem induzido a entidade a influenciar o governo de Washington, quase sempre com sucesso, no sentido mais esquerdista e anti-americano que se pode imaginar. Nos EUA isso é um fato de conhecimento geral. Ninguém o coloca em dúvida. Só o que se discute é a “teoria da conspiração” usada para explicá-lo. Essa teoria tem entre seus defensores alguns intelectuais de primeira ordem como Carroll Quigley, professor de História em Harvard e mentor de Bill Clinton, ou o economista Anthony Sutton, autor do clássico Western Technology and Soviet Economic Development (4 vols.). Contribui ainda mais para a credibilidade da tese o fato de que o primeiro é um adepto entusiasta e o segundo um crítico devastador da elite globalista. E o que a torna ainda mais atraente é o fato de que o CFR, reconhecendo a sua existência ao ponto de lhe oferecer um desmentido explícito no seu site oficial, se esquive de debater com esses dois pesos-pesados e com dezenas de outros estudiosos sérios que escreveram a respeito, e prefira em vez disso ostentar uma vitória fácil e postiça num confronto com as versões popularescas e caricaturais da tese conspirativa, inventadas por tipos como Lyndon LaRouche e o pastor Pat Robertson. Este é um bom sujeito que jamais mentiria de caso pensado, mas é um boquirroto, campeão continental de gafes eclesiásticas. Discutir com ele é a coisa mais fácil, porque ele sempre vai acabar dizendo alguma inconveniência e pondo sua opinião a perder, mesmo quando está com a razão. LaRouche, que chegou a ser pré-candidato presidencial pelo Partido Democrata, é ele próprio um conspirador que só enxerga as conspirações dos outros pelo prisma deformante dos seus objetivos e interesses próprios. Tomar esses dois como porta-vozes representativos das acusações de conspiração contra o CFR é o mesmo que derrubar o dr. Emir Sader e sair cantando vitória sobre Karl Marx. Que o CFR use desse expediente esquivo para se safar das denúncias é um sério indício de que elas têm pelo menos algum fundo de verdade.
Para vocês avaliarem o quanto a nossa elite econômica, política e militar está alienada e por fora do mundo, basta notar que sua principal fonte de informação sobre o CFR, o Diálogo Interamericano e outros organismos globalistas tem sido justamente o sr. Lyndon LaRouche, cuja Executive Intelligence Review é lida pelos luminares da Escola Superior de Guerra como se fosse o exemplar mais puro de inside information (ele está tão bem informado que chegou a me classificar – logo a mim, porca miséria – como apóstolo do globalismo, pelo fato de eu escrever então num jornal chamado O Globo). As outras fontes conhecidas no país são todas de esquerda, e o que elas têm em comum com o boletim do sr. LaRouche é que distorcem monstruosamente os fatos ao apresentar os círculos globalistas como representantes do bom e velho “imperialismo americano” em luta desigual contra as soberanias nacionais dos países pobrezinhos. Não sei se rio ou se choro ao ver quantos brasileiros, que de esquerdistas não têm nada, levam essa versão a sério e baseiam nela suas análises estratégicas e propostas de governo. É ridículo e trágico ao mesmo tempo. Com tantas fontes primárias e diagnósticos de alto nível à disposição, por que comer lixo e arrotar o cardápio do Tour d’Argent? Do lamaçal cultural subdesenvolvido só brotam flores de ignorância e auto-engano.
O site http://www.vermelho.org/, por exemplo, apresenta o Diálogo Interamericano como repleto de “personalidades da direita mais conservadora”, e estas como “representantes do Establishment americano”. Nos EUA, até crianças de escola sabem que Establishment quer dizer “esquerda chique”, que não há nem pode haver ali dentro “personalidades da direita mais conservadora”, e que, se alguma soberania nacional é posta em risco pelo Establishment, é a dos EUA em primeiríssimo lugar. A longa e feroz polêmica movida pelos conservadores e nacionalistas contra o CFR, o Diálogo Interamericano e os círculos globalistas em geral é completamente desconhecida pelos tagarelas da ESG e pelo “bando de generais” que acredita nas fontes esquerdistas e no sr. LaRouche. Nessa multidão de caipiras crédulos há inúmeros patriotas sinceros. Mas a destruição de um país começa quando seus patriotas se idiotizam, deixando aos traidores, conspiradores e revolucionários o monopólio da esperteza.
A história da manipulação dos patriotas brasileiros por espertalhões de esquerda é em si mesma uma tragicomédia. Desde há décadas, a liderança esquerdista vem submetendo essa gente a um tratamento pavloviano, na base de um-choque-um-queijo, que se demonstrou eficaz ao ponto de muitos oficiais de alta patente, ideologicamente anticomunistas, acharem hoje que é uma lindeza sumamente honrosa transformar os nossos soldados em cavouqueiros e tratoristas a serviço do MST. Como é que se leva um cérebro humano a mergulhar nesse abismo de estupidez? É simples: basta criar uma equipe selecionada entre esquerdistas bem falantes e dividi-la em duas alas, encarregadas de tarefas opostas -- uma infiltrada na mídia, incumbida de espalhar mentiras escabrosas, fomentando o ódio anti-militar; outra, bem colocada nos próprios círculos militares e na ESG, encarregada de afagar o ego das Forças Armadas e induzi-las à conciliação e à colaboração com a estratégia comunista continental por força do seu próprio patriotismo, facilmente convertido em anti-americanismo por meio de um fluxo habilmente planejado de informações falsas (entre as quais é claro, as fornecidas pelo sr. LaRouche). Na primeira equipe, destacam-se Caco Barcelos, Cecília Coimbra e Luiz Eduardo Greenhalgh. Na segunda, Márcio Moreira Alves, Mário Augusto Jacobskind e Cesar Benjamin. A duplicidade de tratamento deixa a vítima desnorteada e acaba por subjugá-la. Entre tapas e beijos, boa parte da nossa oficialidade se deixou facilmente cair no engodo, mostrando ter mesmo QI de ratinho de laboratório. A recente palestra do comandante do Exército em Porto Alegre mostra até que ponto uma instituição caluniada, marginalizada e espezinhada sente alívio e reconforto ante a oferta humilhante de um lugarzinho no banquete de seus tradicionais detratores.
Ardis semelhantes foram aplicados entre empresários e políticos, com igual eficácia.
É por isso que se tornou tão difícil explicar aos brasileiros aquilo que, entre os conservadores americanos, até os mais lerdos de inteligência como Pat Robertson entendem perfeitamente bem: que a elite globalista é o inimigo número um da soberania nacional americana e, por tabela, mas somente por tabela, de todas as demais soberanias.
***
P. S. – Um amigo envia-me o seguinte lembrete: “No dia 30 passado a polícia de São Paulo prendeu a peruana Juliana Custódio, envolvida na morte de um bombeiro durante aqueles dias. A TV Bandeirantes deu destaque para o caso. A Globo deu uma nota e esqueceu o assunto. Acontece que ontem um juiz entrevistado pela Band disse o seguinte: em dez anos estará formada no Brasil a maior rede terrorista jamais vista nas Américas. Eu, particularmente, acho que a ‘Coisa’ estará formada antes mas ela é inevitável. A peruana é apontada como elo de ligação entre as FARC e o PCC.”
Enquanto isso, o sr. Lula continua atribuindo a onda de violência em São Paulo à (aliás inexistente) falta de vagas para as crianças nas escolas. É um cínico e um cara-de-pau como jamais se viu.
Enquanto isso, o sr. Lula continua atribuindo a onda de violência em São Paulo à (aliás inexistente) falta de vagas para as crianças nas escolas. É um cínico e um cara-de-pau como jamais se viu.
Estado de anomia
Do portal do DIÁRIO DO COMÉRCIO
Quinta, 13 de Março de 2008
Algum tempo atrás, um amigo, economista de um organismo internacional dizia que não acreditava que o Brasil pudesse se tornar uma nação desenvolvida porque não havia aqui o respeito às instituições. Exemplificava ele que "no mundo inteiro o direito de propriedade é defendido pelo proprietário e pela polícia. No Brasil, esse direito depende do Poder Judiciário. Nos países desenvolvidos, qualquer agressão ao direito de propriedade é punida. No Brasil, nada acontece com os agressores".
Na verdade, o que ocorre no Brasil em relação às invasões e agressões ao direito de propriedade pelo MST e seus aliados, é o que Ralf Dahrendorf chama de "estado de anomia", que se caracteriza por "uma condição social em que as normas reguladoras do comportamento das pessoas perderam validade". Para Dahrendorf, "se as violações das normas não são punidas, ou não são punidas de forma sistemática, elas tornam-se em si, sistemáticas... A impunidade, ou a desistência sistemática de punições, liga o crime e o exercício da autoridade. Ela nos informa sobre a legitimidade de uma ordem."
No Brasil, o que vem ocorrendo em relação ao MST e a seus parceiros é que, além de não haver punições, existe não apenas a omissão como o estímulo do governo para suas ações, na medida em que parte importante dos recursos dessa organização são de origem governamental (outra parte vem do exterior, principalmente de países concorrentes ou cujos produtores são afetados pelo agronegócio brasileiro). E, agora, para desmentir o ditado de que "o crime não compensa ", o INSS vai assegurar aposentadoria a uma nova categoria de beneficiário, a dos invasores de terra.
Isso explica a atuação cada vez mais agressiva desses grupos, atingindo rodovias, a ferrovia da Vale do Rio Doce, plantações, laboratórios, órgãos públicos, etc.
A passividade com que a sociedade brasileira vem aceitando essas agressões, resulta, em grande parte, do processo gradativo de anestesias, na linha pregada por Gramsci, através da mudança do sentido das palavras, com a ditadura do "politicamente correto" que, ao mudar o sentido das palavras, faz com que elas passem a indicar quase o seu contrário.
Assim, invasão de propriedades, crime configurado no Código Penal, passa a ser tratado como "ocupação ". Invasores, são chamados de "sem-terra ", como a sugerir que eles têm um direito à terra, que lhes foi retirado, embora grande parte deles seja de origem urbana e uma parcela cada vez maior da população brasileira seja "sem-terra" na medida em que o país se urbaniza.
Grupos que agridem o direito de propriedade e, muitas vezes, até a integridade física de outros, são considerados "movimentos sociais " e suas agressões tratadas como "reivindicações de excluídos".
Parece que precisamos começar a chamar as coisas novamente por seus verdadeiros nomes, como fez o diretor de Assuntos Corporativos da Vale que afirmou que "discordamos desses atos de banditismos e não negociamos com bandidos".
Esse talvez seja o primeiro passo para se discutir seriamente os riscos que esses atos de violência podem acarretar para o País: crime é crime, não importa quem ou por que o cometa.
Considerar que a "violência contra as coisas" pode ser aceitável quando praticada por determinados grupos é, segundo Dahrendorf, um equívoco. Primeiro porque ela pode descambar para a "violência contra as pessoas", como tem ocorrido em vários episódios das agressões praticadas pelo MST, resultando, inclusive, em mortes. Segundo, e mais importante, porque representa uma "violência contra as instituições ", que são as bases sobre as quais se assenta a convivência social e a economia de mercado.
Talvez os últimos acontecimentos, mostrando que o MST e seus parceiros não estão preocupados com "reforma agrária", mas, sim, em impedir o progresso tecnológico do agronegócio, incluindo a energia renovável, no qual o Brasil é extremamente competitivo no mercado internacional, possa despertar a atenção dos empresários dos demais setores, para que se posicionem e exijam do governo o cumprimento da Lei e a manutenção da Ordem.
Quinta, 13 de Março de 2008
Algum tempo atrás, um amigo, economista de um organismo internacional dizia que não acreditava que o Brasil pudesse se tornar uma nação desenvolvida porque não havia aqui o respeito às instituições. Exemplificava ele que "no mundo inteiro o direito de propriedade é defendido pelo proprietário e pela polícia. No Brasil, esse direito depende do Poder Judiciário. Nos países desenvolvidos, qualquer agressão ao direito de propriedade é punida. No Brasil, nada acontece com os agressores".
Na verdade, o que ocorre no Brasil em relação às invasões e agressões ao direito de propriedade pelo MST e seus aliados, é o que Ralf Dahrendorf chama de "estado de anomia", que se caracteriza por "uma condição social em que as normas reguladoras do comportamento das pessoas perderam validade". Para Dahrendorf, "se as violações das normas não são punidas, ou não são punidas de forma sistemática, elas tornam-se em si, sistemáticas... A impunidade, ou a desistência sistemática de punições, liga o crime e o exercício da autoridade. Ela nos informa sobre a legitimidade de uma ordem."
No Brasil, o que vem ocorrendo em relação ao MST e a seus parceiros é que, além de não haver punições, existe não apenas a omissão como o estímulo do governo para suas ações, na medida em que parte importante dos recursos dessa organização são de origem governamental (outra parte vem do exterior, principalmente de países concorrentes ou cujos produtores são afetados pelo agronegócio brasileiro). E, agora, para desmentir o ditado de que "o crime não compensa ", o INSS vai assegurar aposentadoria a uma nova categoria de beneficiário, a dos invasores de terra.
Isso explica a atuação cada vez mais agressiva desses grupos, atingindo rodovias, a ferrovia da Vale do Rio Doce, plantações, laboratórios, órgãos públicos, etc.
A passividade com que a sociedade brasileira vem aceitando essas agressões, resulta, em grande parte, do processo gradativo de anestesias, na linha pregada por Gramsci, através da mudança do sentido das palavras, com a ditadura do "politicamente correto" que, ao mudar o sentido das palavras, faz com que elas passem a indicar quase o seu contrário.
Assim, invasão de propriedades, crime configurado no Código Penal, passa a ser tratado como "ocupação ". Invasores, são chamados de "sem-terra ", como a sugerir que eles têm um direito à terra, que lhes foi retirado, embora grande parte deles seja de origem urbana e uma parcela cada vez maior da população brasileira seja "sem-terra" na medida em que o país se urbaniza.
Grupos que agridem o direito de propriedade e, muitas vezes, até a integridade física de outros, são considerados "movimentos sociais " e suas agressões tratadas como "reivindicações de excluídos".
Parece que precisamos começar a chamar as coisas novamente por seus verdadeiros nomes, como fez o diretor de Assuntos Corporativos da Vale que afirmou que "discordamos desses atos de banditismos e não negociamos com bandidos".
Esse talvez seja o primeiro passo para se discutir seriamente os riscos que esses atos de violência podem acarretar para o País: crime é crime, não importa quem ou por que o cometa.
Considerar que a "violência contra as coisas" pode ser aceitável quando praticada por determinados grupos é, segundo Dahrendorf, um equívoco. Primeiro porque ela pode descambar para a "violência contra as pessoas", como tem ocorrido em vários episódios das agressões praticadas pelo MST, resultando, inclusive, em mortes. Segundo, e mais importante, porque representa uma "violência contra as instituições ", que são as bases sobre as quais se assenta a convivência social e a economia de mercado.
Talvez os últimos acontecimentos, mostrando que o MST e seus parceiros não estão preocupados com "reforma agrária", mas, sim, em impedir o progresso tecnológico do agronegócio, incluindo a energia renovável, no qual o Brasil é extremamente competitivo no mercado internacional, possa despertar a atenção dos empresários dos demais setores, para que se posicionem e exijam do governo o cumprimento da Lei e a manutenção da Ordem.
De Albert Einstein
“O ser humano vivencia a si mesmo, seus pensamentos como algo separado do resto do universo - numa espécie de ilusão de ótica de sua consciência. E essa ilusão é uma espécie de prisão que nos restringe a nossos desejos pessoais, conceitos e ao afeto por pessoas mais próximas. Nossa principal tarefa é a de nos livrarmos dessa prisão, ampliando o nosso círculo de compaixão, para que ele abranja todos os seres vivos e toda a natureza em sua beleza. Ninguém conseguirá alcançar completamente esse objetivo, mas lutar pela sua realização já é por si só parte de nossa liberação e o alicerce de nossa segurança interior“.
Albert Einstein
Albert Einstein
Popularidade de Uribe dispara em meio à crise diplomática
Do portal do ESTADÃO
Quinta-feira, 13 de março de 2008, 03:29
BOGOTÁ - A popularidade do presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, chegou a 84%, a maior de seu mandato desde que assumiu o poder, em 2002. O recorde é registrado em meio a uma crise diplomática na semana passada com o Equador, Venezuela e Nicarágua. A pesquisa foi divulgada nesta quarta-feira, 12, em Bogotá.
Segundo a pesquisa, elaborada pelo instituto Gallup Colômbia, o apoio ao governante subiu três pontos em relação à enquete anterior, de janeiro. Enquanto isso, 90% dos entrevistados disseram ter uma imagem desfavorável do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, contra 76% da última pesquisa.
A enquete foi elaborada entre os dias 4 e 6 de março, justamente durante a discussão sobre a operação do Exército colombiano no território equatoriano que provocou a morte do líder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) Raúl Reyes. Foram ouvidas mil pessoas residentes em Bogotá, Medellín, Cali e Barranquilla, e tem uma margem de erro de 3%.
Segundo o jornal colombiano El Tiempo, o gerente da Gallup, Jorge Londoño, a imagem de Uribe se deve, em certa medida, aos últimos feitos diplomáticos. A pesquisa, porém, não conseguiu medir o impacto que teve a solução diplomática alcançada entre os países ou a morte de Iván Ríos, segundo integrante do Secretariado das Farc morto em menos de uma semana.
Os colombianos aprovam ainda a política adotada pelo governo contra a guerrilha. Cerca de 82% disseram que respaldam as ações da administração de Uribe, 15 pontos a mais do que o índice registrado em janeiro.
Na opinião de Londoño, a sondagem reflete um apoio geral às instituições colombianas, por a maioria dos aspectos foram avaliados de forma favorável.
A pesquisa mostrou ainda que Ingrid Betancourt, a ex-candidata franco-colombiana em poder das Farc há 6 anos, é mais popular do que todos os personagens públicos e os aspirantes presidenciais.
Quinta-feira, 13 de março de 2008, 03:29
BOGOTÁ - A popularidade do presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, chegou a 84%, a maior de seu mandato desde que assumiu o poder, em 2002. O recorde é registrado em meio a uma crise diplomática na semana passada com o Equador, Venezuela e Nicarágua. A pesquisa foi divulgada nesta quarta-feira, 12, em Bogotá.
Segundo a pesquisa, elaborada pelo instituto Gallup Colômbia, o apoio ao governante subiu três pontos em relação à enquete anterior, de janeiro. Enquanto isso, 90% dos entrevistados disseram ter uma imagem desfavorável do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, contra 76% da última pesquisa.
A enquete foi elaborada entre os dias 4 e 6 de março, justamente durante a discussão sobre a operação do Exército colombiano no território equatoriano que provocou a morte do líder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) Raúl Reyes. Foram ouvidas mil pessoas residentes em Bogotá, Medellín, Cali e Barranquilla, e tem uma margem de erro de 3%.
Segundo o jornal colombiano El Tiempo, o gerente da Gallup, Jorge Londoño, a imagem de Uribe se deve, em certa medida, aos últimos feitos diplomáticos. A pesquisa, porém, não conseguiu medir o impacto que teve a solução diplomática alcançada entre os países ou a morte de Iván Ríos, segundo integrante do Secretariado das Farc morto em menos de uma semana.
Os colombianos aprovam ainda a política adotada pelo governo contra a guerrilha. Cerca de 82% disseram que respaldam as ações da administração de Uribe, 15 pontos a mais do que o índice registrado em janeiro.
Na opinião de Londoño, a sondagem reflete um apoio geral às instituições colombianas, por a maioria dos aspectos foram avaliados de forma favorável.
A pesquisa mostrou ainda que Ingrid Betancourt, a ex-candidata franco-colombiana em poder das Farc há 6 anos, é mais popular do que todos os personagens públicos e os aspirantes presidenciais.
EUA pedirão oficialmente a Lula que apóie publicamente o combate às FARC, mas o chefão ficará “neutro”
Do blog ALERTA TOTAL
Por Jorge Serrão, quinta-feira 13 de março de 2008
Ouvir qualquer reprimenda sobre as ligações perigosas do desgoverno petista com as guerrilhas que fazem parte do Foro de São Paulo é a maior preocupação do desgoverno Lula com a visita de hoje e amanhã da secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice, a Brasília e Salvador. Condie pedirá a Lula da Silva para que apóie mais firmemente o presidente Alvaro Uribe a combater as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Rice quer uma posição oficial e pública do Brasil sobre o assunto.
Pois vai ficar querendo. Afinal, as FARC são companheiras do PT no Foro de São Paulo – balaio de gato ideológico que mistura partidos de esquerda com grupos narcoguerrilheiros na América Latina, na luta pela implantação do “socialismo”. O assessor especial de Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, já deu uma recente entrevista a um jornal francês, alegando que o Brasil tem uma posição neutra em relação às Farc. No mesmo jogo de cena, o Itamaraty condena os atos terroristas das Farc. O chanceler Celso Amorim jura que o governo brasileiro jamais demonstrou qualquer tipo de apoio ao grupo.
O secretário de Estado assistente para o continente americano, Thomas Shannon, definiu ontem a prioridade diplomática dos EUA: “A questão agora é fazer com que as democracias protejam os Estados democráticos, e também conseguir com que elas sejam solidárias entre si no enfrentamento de organizações como as FARC”. Os EUA querem que o combate às FARC seja bem definido na Organização dos Estados Americanos (OEA).
Thomas Shannon informou que Condoleezza vai discutir com Lula a forma como as FARC têm utilizado áreas de fronteira em benefício próprio, como refúgios ou bases de operações, sem respeitar a soberania dos países envolvidos. “Esse é o maior desafio da OEA, e o assunto será discutido (em Brasília) como parte de um apanhado mais amplo sobre a região”. Foi o recado direto do norte-americano.
Por Jorge Serrão, quinta-feira 13 de março de 2008
Ouvir qualquer reprimenda sobre as ligações perigosas do desgoverno petista com as guerrilhas que fazem parte do Foro de São Paulo é a maior preocupação do desgoverno Lula com a visita de hoje e amanhã da secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice, a Brasília e Salvador. Condie pedirá a Lula da Silva para que apóie mais firmemente o presidente Alvaro Uribe a combater as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Rice quer uma posição oficial e pública do Brasil sobre o assunto.
Pois vai ficar querendo. Afinal, as FARC são companheiras do PT no Foro de São Paulo – balaio de gato ideológico que mistura partidos de esquerda com grupos narcoguerrilheiros na América Latina, na luta pela implantação do “socialismo”. O assessor especial de Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, já deu uma recente entrevista a um jornal francês, alegando que o Brasil tem uma posição neutra em relação às Farc. No mesmo jogo de cena, o Itamaraty condena os atos terroristas das Farc. O chanceler Celso Amorim jura que o governo brasileiro jamais demonstrou qualquer tipo de apoio ao grupo.
O secretário de Estado assistente para o continente americano, Thomas Shannon, definiu ontem a prioridade diplomática dos EUA: “A questão agora é fazer com que as democracias protejam os Estados democráticos, e também conseguir com que elas sejam solidárias entre si no enfrentamento de organizações como as FARC”. Os EUA querem que o combate às FARC seja bem definido na Organização dos Estados Americanos (OEA).
Thomas Shannon informou que Condoleezza vai discutir com Lula a forma como as FARC têm utilizado áreas de fronteira em benefício próprio, como refúgios ou bases de operações, sem respeitar a soberania dos países envolvidos. “Esse é o maior desafio da OEA, e o assunto será discutido (em Brasília) como parte de um apanhado mais amplo sobre a região”. Foi o recado direto do norte-americano.
Gerson Camata pede CPI para investigar invasões. De acordo com o parlamentar, as ações são comandadas pelo FORO DE SÃO PAULO e pelas FARC.
Da AGÊNCIA SENADO - SENADO FEDERAL
12/03/2008 - 12h27
O senador Gerson Camata (PMDB-ES) defendeu em Plenário, nesta quarta-feira (12), a criação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) destinada a investigar a ação de movimentos sociais que patrocinam invasões de terras, prédios públicos ou paralisações de atividades empresariais. De acordo com o parlamentar, as ações são comandadas pelo Foro de São Paulo e, ainda, pelas Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).
- Há um movimento nacional de organismos - e, vou usar a palavra, subversivos, bandidos - para desestabilizar a economia do Brasil - acusou o parlamentar.
Segundo o senador, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) saberia que as Farc estão atuando no Brasil. De acordo com ele, a organização inclusive vem matando mais no Brasil do que na Colômbia. Jovens brasileiros, como afirmou, estão morrendo em conseqüência do tráfico de cocaína que as Farc conseguem fazer passar pelas fronteiras.
- As armas que estão matando os jovens brasileiros são infiltradas pela fronteira, pelas Farc, e não se vê uma providência a ser tomada pelo Brasil - disse.
O senador disse que o contribuinte brasileiro mantém as Forças Armadas mais caras e bem aparelhadas da América e não recebe nada em troca. Para Gerson Camata, a "fronteira do Brasil é um queijo cheio de buracos", por onde entram armas, drogas e maconha. Ele criticou o fato de as unidades militares estarem mais presentes nos quartéis urbanos do que nas fronteiras.
- Por que não vigiamos as nossas fronteiras? Por que temos as Forças Armadas mais poderosas da América Latina e ninguém nos respeita? - indagou.
No discurso, o senador registrou a ação deflagrada contra a Companhia Vale do Rio Doce, envolvendo a paralisação de trens operados pela empresa. Segundo ele, 200 mil toneladas de produtos ficaram retidas, sem poder chegar a terminal portuário no Espírito Santo para onde é remetida ao exterior e, como disse, "comprometendo a credibilidade do Brasil no mercado externo". Como a linha é usada igualmente para transporte de passageiros, disse que pessoas humildes também ficaram retidas, com muito sacrifício.
Veja o vídeo aqui.
Íntegra do discurso:
"Há um movimento nacional de organismos – e vou usar a palavra subversivos, bandidos – para desestabilizar a economia do Brasil. Eles são comandados pelo foro de São Paulo e pelas Farc. Estou dizendo aqui há cinco anos que as Farc estão atuando no Brasil. A Abin sabe que as Farc estão atuando no Brasil; a Abin sabe que as Farc estão matando mais no Brasil do que na Colômbia.
Os jovens brasileiros estão morrendo em conseqüência do tráfico de cocaína que as Farc enfiam pelas fronteiras do Brasil. As armas que estão matando os jovens brasileiros são infiltradas pela fronteira, pelas Farc, e não se vê uma providência a ser tomada pelo Brasil.O Brasil, o contribuinte brasileiro, você, brasileiro, paga a Marinha mais cara da América Latina; paga o Exército mais caro e melhor aparelhado da América Latina; paga a Aeronáutica melhor aparelhada da América Latina e não recebe nada de volta.
A fronteira do Brasil é um queijo cheio de buracos – entram armas, drogas, maconha. E o nosso Exército? Cheio de unidades no Rio e em São Paulo, aqueles quartéis precisam estar na divisa. Por que a Marinha não patrulha as nossas águas, onde são lançadas as armas para serem recolhidas pelos bandidos? Por que não vigiamos as nossas fronteiras? Por que temos as Forças Armadas mais poderosas da América Latina e ninguém nos respeita? Os paraguaios roubam as nossas armas, enchem o Brasil de maconha, metem contrabando para dentro do Brasil; a Bolívia faz a mesma coisa, a Colômbia faz isso também. E quem respeita o País?
Temos de começar a pensar, pois as Farc atuam na divisa do Espírito Santo com Minas. Paralisaram os trens da Companhia Vale do Rio Doce. Trezentas mil toneladas, comprometendo o prestígio do Brasil no mercado internacional, de minério de ferro deixaram de ser embarcadas. Navios parados ao longo do litoral do Espírito Santo, congestionando os portos, aguardando serem abastecidos, Sr. Presidente. E mais, 2.500 passageiros da única ferrovia do Brasil que tem dois trens por dia, que liga Vitória a Belo Horizonte, que é uma ferrovia para a Companhia Vale do Rio Doce, deficitária, mas que serve ao fluxo de passageiros, 2.500 a 3.000 passageiros por dia, entre Belo Horizonte e todas aquelas cidades vizinhas ao longo do Rio Doce, que estão dentre Vitória e Belo Horizonte.
E víamos na televisão, na estação ferroviária de Vitória e na estação ferroviária de Belo Horizonte – e é preciso dizer que são as pessoas mais humildes, porque a passagem de trem custa um terço da passagem de ônibus. Essas pessoas usam esses trens, gente humilde, que estavam indo ao médico, parados, passando fome, porque acabou o dinheiro deles. Foi preciso que a assistência social da Prefeitura de Cariacica se deslocasse ate à estação com lanche para aquelas pessoas paralisadas ali. O que essa gente ganha fazendo o pobre sofrer?
Essa Via Campesina, esse MST, essas organizações marxistas, que desapareceram na Europa e nos países civilizados, nem na África existem mais, mas prosperam na América Latina. Quem é que mantém essa associação que um dia invade no Pará, noutro dia invade no Rio Grande do Sul? De onde vem esse volume de dinheiro para manter esses malandros fazendo baderna pelo País afora, desonrando o Brasil, fazendo que o País passe vergonha em âmbito nacional? Quem paga os aviões fretados dos índios de Aracruz – falsos índios – que vão para Europa, para porta dos concorrentes desfilar de tanga?
Quem aluga esses aviões? Quem é que leva esses caras para Portugal, para a Suécia, para a Itália, para fazer dança na chuva na porta dos escritórios Aracruz Celulose, que é brasileira? Precisamos saber disso. Precisamos fazer uma CPI porque eles chegam aqui e rebentam, quebram os vidros do Congresso Nacional. Sabe o que aconteceu? Nada, Sr. Presidente. Param as estações de pedágio, quebram os computadores todos. Sabe o que acontece? Nada. Vão para a sede do Incra, arrebentam os computadores, quebram os vidros, destroem os escritórios. Sabe o que acontece? Nada. Que diabo de País é este em que não acontece nada com essa gente? Quem patrocina essa gente? Quem os abriga? Quem os defende? É na Justiça que está o problema ou na estrutura do País que está apodrecendo ideologicamente a favor dessas ideologias ultrapassadas, que não existem no mundo e que só o atraso do Brasil permite que existam aqui? Eu acho que isso é que merece uma CPI; isso precisa de uma CPI.
Essas leis precisam ser mudadas, para que o brasileiro não fique cada vez mais passando vergonha aos olhos do mundo por ações antiquadas, ultrapassadas, orquestradas, bem pagas e, com a conivência de altas autoridades brasileiras, envergonhando o Brasil, fazendo mal aos brasileiros, diminuindo as oportunidades de investimentos, as oportunidades de trabalho para milhões de brasileiros. Eram essas as colocações que queria fazer, apresentando a solidariedade à Vale do Rio Doce, que está sendo perseguida por criar tantos empregos no Brasil.Como católico, eu tenho medo que alguns setores da Igreja Católica estejam metido nisso.
Eu falei, aqui, há algum tempo, que estava assistindo a uma missa, em São Paulo, quando veio o padre e parou tudo para distribuir um folheto, no qual se pedia a reestatização da Vale. E, dentro da igreja, estava ali a Via Campesina. Eu me retirei de lá, pois se vai num domingo à igreja para rezar, fazer uma reconciliação com Deus e é agredido com uma coisa dessas! Será que a Igreja Católica está atrás dessas coisas? Um amigo meu disse outro dia: “Gerson, quando eu vou à missa, eu não dou mais contribuição, porque eu não sei, se esse dinheiro é para financiar o culto, se é para melhorar a minha igreja, ou se vai parar lá na mão de uma organização clandestina, comunista para fazer baderna, no Brasil, por trás de alguns sacerdotes da Igreja Católica”.
Os bispos, a CNBB... Eu, que sou católico, tenho o direito de cobrar uma certa posição diante de certos extremismos, porque, no final, a gente vê que, lá por trás, há alguma ação de alguns padres que, desviados da doutrina de Jesus Cristo, partem para a doutrina marxista para agredir, atacar, semear a cizânia e o ódio entre os brasileiros. Isso não é função de quem é cristão."
Comentário do Cavaleiro do Templo: é o FORO DE SÃO PAULO aparecendo no SENADO FEDERAL como organizador de movimentos criminosos, associado às FARC que por sua vez é um grupo narcotraficante como disse o senador. O LULA é o criador do FORO DE SÃO PAULO e tem este tipo de ministro. No aviversário de 15 anos da entidade em 2005, Lula, presidente do Brasil, mostra o que é DE VERDADE o FORO DE SÃO PAULO. Hugo Chávez diz que conheceu Raúl Reyes em um encontro do FORO DE SÁO PAULO. Precisa mais do que para TIRAR ESTE HOMEM DA PRESIDÊNCIA?
12/03/2008 - 12h27
O senador Gerson Camata (PMDB-ES) defendeu em Plenário, nesta quarta-feira (12), a criação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) destinada a investigar a ação de movimentos sociais que patrocinam invasões de terras, prédios públicos ou paralisações de atividades empresariais. De acordo com o parlamentar, as ações são comandadas pelo Foro de São Paulo e, ainda, pelas Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).
- Há um movimento nacional de organismos - e, vou usar a palavra, subversivos, bandidos - para desestabilizar a economia do Brasil - acusou o parlamentar.
Segundo o senador, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) saberia que as Farc estão atuando no Brasil. De acordo com ele, a organização inclusive vem matando mais no Brasil do que na Colômbia. Jovens brasileiros, como afirmou, estão morrendo em conseqüência do tráfico de cocaína que as Farc conseguem fazer passar pelas fronteiras.
- As armas que estão matando os jovens brasileiros são infiltradas pela fronteira, pelas Farc, e não se vê uma providência a ser tomada pelo Brasil - disse.
O senador disse que o contribuinte brasileiro mantém as Forças Armadas mais caras e bem aparelhadas da América e não recebe nada em troca. Para Gerson Camata, a "fronteira do Brasil é um queijo cheio de buracos", por onde entram armas, drogas e maconha. Ele criticou o fato de as unidades militares estarem mais presentes nos quartéis urbanos do que nas fronteiras.
- Por que não vigiamos as nossas fronteiras? Por que temos as Forças Armadas mais poderosas da América Latina e ninguém nos respeita? - indagou.
No discurso, o senador registrou a ação deflagrada contra a Companhia Vale do Rio Doce, envolvendo a paralisação de trens operados pela empresa. Segundo ele, 200 mil toneladas de produtos ficaram retidas, sem poder chegar a terminal portuário no Espírito Santo para onde é remetida ao exterior e, como disse, "comprometendo a credibilidade do Brasil no mercado externo". Como a linha é usada igualmente para transporte de passageiros, disse que pessoas humildes também ficaram retidas, com muito sacrifício.
Veja o vídeo aqui.
Íntegra do discurso:
"Há um movimento nacional de organismos – e vou usar a palavra subversivos, bandidos – para desestabilizar a economia do Brasil. Eles são comandados pelo foro de São Paulo e pelas Farc. Estou dizendo aqui há cinco anos que as Farc estão atuando no Brasil. A Abin sabe que as Farc estão atuando no Brasil; a Abin sabe que as Farc estão matando mais no Brasil do que na Colômbia.
Os jovens brasileiros estão morrendo em conseqüência do tráfico de cocaína que as Farc enfiam pelas fronteiras do Brasil. As armas que estão matando os jovens brasileiros são infiltradas pela fronteira, pelas Farc, e não se vê uma providência a ser tomada pelo Brasil.O Brasil, o contribuinte brasileiro, você, brasileiro, paga a Marinha mais cara da América Latina; paga o Exército mais caro e melhor aparelhado da América Latina; paga a Aeronáutica melhor aparelhada da América Latina e não recebe nada de volta.
A fronteira do Brasil é um queijo cheio de buracos – entram armas, drogas, maconha. E o nosso Exército? Cheio de unidades no Rio e em São Paulo, aqueles quartéis precisam estar na divisa. Por que a Marinha não patrulha as nossas águas, onde são lançadas as armas para serem recolhidas pelos bandidos? Por que não vigiamos as nossas fronteiras? Por que temos as Forças Armadas mais poderosas da América Latina e ninguém nos respeita? Os paraguaios roubam as nossas armas, enchem o Brasil de maconha, metem contrabando para dentro do Brasil; a Bolívia faz a mesma coisa, a Colômbia faz isso também. E quem respeita o País?
Temos de começar a pensar, pois as Farc atuam na divisa do Espírito Santo com Minas. Paralisaram os trens da Companhia Vale do Rio Doce. Trezentas mil toneladas, comprometendo o prestígio do Brasil no mercado internacional, de minério de ferro deixaram de ser embarcadas. Navios parados ao longo do litoral do Espírito Santo, congestionando os portos, aguardando serem abastecidos, Sr. Presidente. E mais, 2.500 passageiros da única ferrovia do Brasil que tem dois trens por dia, que liga Vitória a Belo Horizonte, que é uma ferrovia para a Companhia Vale do Rio Doce, deficitária, mas que serve ao fluxo de passageiros, 2.500 a 3.000 passageiros por dia, entre Belo Horizonte e todas aquelas cidades vizinhas ao longo do Rio Doce, que estão dentre Vitória e Belo Horizonte.
E víamos na televisão, na estação ferroviária de Vitória e na estação ferroviária de Belo Horizonte – e é preciso dizer que são as pessoas mais humildes, porque a passagem de trem custa um terço da passagem de ônibus. Essas pessoas usam esses trens, gente humilde, que estavam indo ao médico, parados, passando fome, porque acabou o dinheiro deles. Foi preciso que a assistência social da Prefeitura de Cariacica se deslocasse ate à estação com lanche para aquelas pessoas paralisadas ali. O que essa gente ganha fazendo o pobre sofrer?
Essa Via Campesina, esse MST, essas organizações marxistas, que desapareceram na Europa e nos países civilizados, nem na África existem mais, mas prosperam na América Latina. Quem é que mantém essa associação que um dia invade no Pará, noutro dia invade no Rio Grande do Sul? De onde vem esse volume de dinheiro para manter esses malandros fazendo baderna pelo País afora, desonrando o Brasil, fazendo que o País passe vergonha em âmbito nacional? Quem paga os aviões fretados dos índios de Aracruz – falsos índios – que vão para Europa, para porta dos concorrentes desfilar de tanga?
Quem aluga esses aviões? Quem é que leva esses caras para Portugal, para a Suécia, para a Itália, para fazer dança na chuva na porta dos escritórios Aracruz Celulose, que é brasileira? Precisamos saber disso. Precisamos fazer uma CPI porque eles chegam aqui e rebentam, quebram os vidros do Congresso Nacional. Sabe o que aconteceu? Nada, Sr. Presidente. Param as estações de pedágio, quebram os computadores todos. Sabe o que acontece? Nada. Vão para a sede do Incra, arrebentam os computadores, quebram os vidros, destroem os escritórios. Sabe o que acontece? Nada. Que diabo de País é este em que não acontece nada com essa gente? Quem patrocina essa gente? Quem os abriga? Quem os defende? É na Justiça que está o problema ou na estrutura do País que está apodrecendo ideologicamente a favor dessas ideologias ultrapassadas, que não existem no mundo e que só o atraso do Brasil permite que existam aqui? Eu acho que isso é que merece uma CPI; isso precisa de uma CPI.
Essas leis precisam ser mudadas, para que o brasileiro não fique cada vez mais passando vergonha aos olhos do mundo por ações antiquadas, ultrapassadas, orquestradas, bem pagas e, com a conivência de altas autoridades brasileiras, envergonhando o Brasil, fazendo mal aos brasileiros, diminuindo as oportunidades de investimentos, as oportunidades de trabalho para milhões de brasileiros. Eram essas as colocações que queria fazer, apresentando a solidariedade à Vale do Rio Doce, que está sendo perseguida por criar tantos empregos no Brasil.Como católico, eu tenho medo que alguns setores da Igreja Católica estejam metido nisso.
Eu falei, aqui, há algum tempo, que estava assistindo a uma missa, em São Paulo, quando veio o padre e parou tudo para distribuir um folheto, no qual se pedia a reestatização da Vale. E, dentro da igreja, estava ali a Via Campesina. Eu me retirei de lá, pois se vai num domingo à igreja para rezar, fazer uma reconciliação com Deus e é agredido com uma coisa dessas! Será que a Igreja Católica está atrás dessas coisas? Um amigo meu disse outro dia: “Gerson, quando eu vou à missa, eu não dou mais contribuição, porque eu não sei, se esse dinheiro é para financiar o culto, se é para melhorar a minha igreja, ou se vai parar lá na mão de uma organização clandestina, comunista para fazer baderna, no Brasil, por trás de alguns sacerdotes da Igreja Católica”.
Os bispos, a CNBB... Eu, que sou católico, tenho o direito de cobrar uma certa posição diante de certos extremismos, porque, no final, a gente vê que, lá por trás, há alguma ação de alguns padres que, desviados da doutrina de Jesus Cristo, partem para a doutrina marxista para agredir, atacar, semear a cizânia e o ódio entre os brasileiros. Isso não é função de quem é cristão."
Comentário do Cavaleiro do Templo: é o FORO DE SÃO PAULO aparecendo no SENADO FEDERAL como organizador de movimentos criminosos, associado às FARC que por sua vez é um grupo narcotraficante como disse o senador. O LULA é o criador do FORO DE SÃO PAULO e tem este tipo de ministro. No aviversário de 15 anos da entidade em 2005, Lula, presidente do Brasil, mostra o que é DE VERDADE o FORO DE SÃO PAULO. Hugo Chávez diz que conheceu Raúl Reyes em um encontro do FORO DE SÁO PAULO. Precisa mais do que para TIRAR ESTE HOMEM DA PRESIDÊNCIA?
Crônica de uma morte anunciada - DANIEL PONTE MARCADO PARA MORRER ESTE FINAL DE SEMANA
Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
O ex-Vice-Diretor do IML-RJ, Daniel Ponte, afirmou estar recebendo várias ameaças de morte por parte de Policiais Civis, mesmo tendo comprovado através de gravações o plano de sua própria morte. Segundo o ex-diretor, tais policiais estariam na ativa mesmo depois de apresentadas as referidas provas. Daniel afirma que sua morte já estaria paga pelo fato dele ter denunciado a corrupção na Polícia. Tem até data marcada.
Inconformado com a “ditadura do crime e da corrupção", Pontes afirma que pretende deixar o país, que está aceitando o asilo político que lhe foi oferecido. Ele não entrou em detalhes sobre o país que lhe oferece proteção.
Em sua página de Orkut (clique aqui para ter acesso ao seu perfil), Daniel Ponte, além citar nomes e fazer outras denúncias, também tem um parecer do MPF afirmando que o ex-vice-diretor presta relevantes serviços à sociedade.
Ele termina o texto de seu profile com uma citação de Rui Barbosa :“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto...” Rui Barbosa, O "ÁGUIA DE HAYA"
Assistam ao vídeo da reportagem sobre este caso, no programa “Fala Brasil” - Propina para liberar corpo no IML RJ - aqui
Daniel Ponte é médico, ex-Vice-Diretor do IML-RJ, Policial Civil, Formado em Direito, Pós em Psiquiatria, Medicina do Trabalho e Medicina Legal, maçom, professor em Ensino Direitos Humanos Fundamentais.
Daniel Ponte por si mesmo:
Sou Médico,EX-Vice-Diretor do IML-RJ, Policial Civil com vocação (MAS NÃO PARA "ROUBAR" OU VIOLAR DIREITOS HUMANOS), formado em Direito, pós em Psiquiatria, Medicina do Trabalho e Medicina Legal.
Luto por uma Sociedade mais Justa, pela moralidade e eficiência do serviço Policial.
Maçom em prol de uma sociedade mais justa e perfeita. Cuido, zelo e protejo todos aqueles que amo e precisam.
Ensino Direitos Humanos Fundamentais em uma Cidade em um pais em que eles nada valem: RIO DE JANEIRO - BRASIL.
Devido às várias ameaças de morte por parte de Policiais Civis que continuam em plena atividade, mesmo com as gravações apresentadas do plano de minha morte, assim como a morte da testemunha Alexandre Varzea (que não foi ouvida), e do atentado contra o Delegado Alexandre Neto, ESTOU DEIXANDO MEU PAÍS.
LUTEI PARA UMA SOCIEDADE MAIS JUSTA, MAS NÃO HÁ SOLUÇÃO. ESTAMOS ENTREGUES AO CRIME INSTITUCIONAL!!!!
Os bandidos do Morro não tiveram estudo. Muito pior são os bandidos com distintivo que tomam dinheiro de todos os locais onde existem ilicitudes.
Como acham que as Casas de Prostituição funcionam??? Acham que é mera INCOMPETÊNCIA???
ESTOU ACEITANDO O ASILO POLITICO OFERECIDO!!!!! VIVEMOS NÃO A DITADUTA MILITAR, MAS A DITADURA DO CRIME E DA CORRUPÇÃO. O CHEFE DE POLICIA DR. GILBERTO RIBEIRO, INSISTE EM JUNTAR INFORMAÇÃO CRIMINAL DE Daniel Kat... PontESSSSSSS, como se fosse minha.
Corro Risco de Flagrante Forjado ou Ser Morto. Só resta Sair do PAÍS. SOU UM BRASILEIRO QUE DESISTIU, ME CURVEI AO PODER DO MAL. NO RIO DE JANEIRO-BRASIL NÃO SE RESPEITA AS GARANTIAS E OS DIREITOS FUNDAMENTAIS.
IMAGINEM, se a CORE -PCERJ ataca um Juiz Federal, se o Chefe de Policia coloca informações criminais falsas em um Médico Perito, que conforme o MPF, PRESTA RELEVANTE SERVIÇO A SOCIEDADE.
IMAGINEM O QUE UMA PESSOA DO POVO PODE SOFRER!
ROGO QUE OS VISITANTES DE MINHA PÁGINA FAÇAM DENÚNCIAS PARA O CNMP, PARA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA e PARA O MINISTRO DA JUSTICA, perguntando o motivo de mais de um ano das denúuncias ainda não haver processo, o motivo de nenhuma providência ser tomada contra autoridades que pousam em revistas financiadas pelo crime, bem como o motivo do Dr.Gilberto Ribeiro não responder por colocar informações falsas sobre minha pessoa em processos.
Mandem e-mail para OEA, ONU, etc...
Peço que divulgue minha página no Orkut, onde mostro a resvista da Policia do RJ com anúncios de casas de Prostituição, peço que divulguem para o maior numero de pessoas, inclusive organismos internacionais.
O Caso será levado à Corte Internacional dos Estados Americanos. Lá não adianta ser filho de Procurador de Justiça!!!!!
Corro ainda o risco de flagrante forjado, pois se o Chefe de Policia colocou ficha criminal de outra pessoa na minha, imagino o que mais pode fazer. Já fui informado que devido denunciar a corrupçao na Polícia, minha morte ja foi paga.
LEIAM O PARECER DO MPF, ONDE O MESMO AFIRMA QUE PRESTO RELEVANTES SERVIÇOS A SOCIEDADE. O PARECER ESTA NAS MINHAS FOTOS. HÁ TAMBÉM A RESVISTA DA POLÍCIA DO RJ COM ANÚNCIOS DE CASAS DE PROSTITUIÇÃO.
TUDO NO IML, ATÉ ONDE SEI, ESTÁ SENDO FEITO SEM LI$$$$$$$$$$$$$$ITAÇÃO.
O Diretor do Departamento de Polícia Técnica, Dr. Walter Barros, é o mesmo do Governo anterior (ÁLVARO LINS). O que houve de novo para Dispensa de Licitação??? Será que foi uma falsa interdição?
Agradeço AO PRESIDENTE DO SINDICATO DOS MÉDICOS, DR. JORGE DARZE, AOS DELEGADOS ALEXANDRE NETO e VINICIUS GEORGE, AOS DEPUTADOS PAULO RAMOS, ALESSANDRO MOLON E MARCELO FREIXO, BEM COMO AO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO e O OLHAR DO MPF.
"TUDO CONTRIBUI PARA O BEM DOS QUE AMAM A DEUS" Rm 8:28
“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto...”
Rui Barbosa, O "ÁGUIA DE HAYA"
Isso Resume meu atual estado de espírito
Comentário do Cavaleiro do Templo: ONG para defender direito de criminoso tem. E para o direito do cidadão honesato tem alguma aí? SE tem, pronunciem-se!
O ex-Vice-Diretor do IML-RJ, Daniel Ponte, afirmou estar recebendo várias ameaças de morte por parte de Policiais Civis, mesmo tendo comprovado através de gravações o plano de sua própria morte. Segundo o ex-diretor, tais policiais estariam na ativa mesmo depois de apresentadas as referidas provas. Daniel afirma que sua morte já estaria paga pelo fato dele ter denunciado a corrupção na Polícia. Tem até data marcada.
Inconformado com a “ditadura do crime e da corrupção", Pontes afirma que pretende deixar o país, que está aceitando o asilo político que lhe foi oferecido. Ele não entrou em detalhes sobre o país que lhe oferece proteção.
Em sua página de Orkut (clique aqui para ter acesso ao seu perfil), Daniel Ponte, além citar nomes e fazer outras denúncias, também tem um parecer do MPF afirmando que o ex-vice-diretor presta relevantes serviços à sociedade.
Ele termina o texto de seu profile com uma citação de Rui Barbosa :“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto...” Rui Barbosa, O "ÁGUIA DE HAYA"
Assistam ao vídeo da reportagem sobre este caso, no programa “Fala Brasil” - Propina para liberar corpo no IML RJ - aqui
Daniel Ponte é médico, ex-Vice-Diretor do IML-RJ, Policial Civil, Formado em Direito, Pós em Psiquiatria, Medicina do Trabalho e Medicina Legal, maçom, professor em Ensino Direitos Humanos Fundamentais.
Daniel Ponte por si mesmo:
Sou Médico,EX-Vice-Diretor do IML-RJ, Policial Civil com vocação (MAS NÃO PARA "ROUBAR" OU VIOLAR DIREITOS HUMANOS), formado em Direito, pós em Psiquiatria, Medicina do Trabalho e Medicina Legal.
Luto por uma Sociedade mais Justa, pela moralidade e eficiência do serviço Policial.
Maçom em prol de uma sociedade mais justa e perfeita. Cuido, zelo e protejo todos aqueles que amo e precisam.
Ensino Direitos Humanos Fundamentais em uma Cidade em um pais em que eles nada valem: RIO DE JANEIRO - BRASIL.
Devido às várias ameaças de morte por parte de Policiais Civis que continuam em plena atividade, mesmo com as gravações apresentadas do plano de minha morte, assim como a morte da testemunha Alexandre Varzea (que não foi ouvida), e do atentado contra o Delegado Alexandre Neto, ESTOU DEIXANDO MEU PAÍS.
LUTEI PARA UMA SOCIEDADE MAIS JUSTA, MAS NÃO HÁ SOLUÇÃO. ESTAMOS ENTREGUES AO CRIME INSTITUCIONAL!!!!
Os bandidos do Morro não tiveram estudo. Muito pior são os bandidos com distintivo que tomam dinheiro de todos os locais onde existem ilicitudes.
Como acham que as Casas de Prostituição funcionam??? Acham que é mera INCOMPETÊNCIA???
ESTOU ACEITANDO O ASILO POLITICO OFERECIDO!!!!! VIVEMOS NÃO A DITADUTA MILITAR, MAS A DITADURA DO CRIME E DA CORRUPÇÃO. O CHEFE DE POLICIA DR. GILBERTO RIBEIRO, INSISTE EM JUNTAR INFORMAÇÃO CRIMINAL DE Daniel Kat... PontESSSSSSS, como se fosse minha.
Corro Risco de Flagrante Forjado ou Ser Morto. Só resta Sair do PAÍS. SOU UM BRASILEIRO QUE DESISTIU, ME CURVEI AO PODER DO MAL. NO RIO DE JANEIRO-BRASIL NÃO SE RESPEITA AS GARANTIAS E OS DIREITOS FUNDAMENTAIS.
IMAGINEM, se a CORE -PCERJ ataca um Juiz Federal, se o Chefe de Policia coloca informações criminais falsas em um Médico Perito, que conforme o MPF, PRESTA RELEVANTE SERVIÇO A SOCIEDADE.
IMAGINEM O QUE UMA PESSOA DO POVO PODE SOFRER!
ROGO QUE OS VISITANTES DE MINHA PÁGINA FAÇAM DENÚNCIAS PARA O CNMP, PARA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA e PARA O MINISTRO DA JUSTICA, perguntando o motivo de mais de um ano das denúuncias ainda não haver processo, o motivo de nenhuma providência ser tomada contra autoridades que pousam em revistas financiadas pelo crime, bem como o motivo do Dr.Gilberto Ribeiro não responder por colocar informações falsas sobre minha pessoa em processos.
Mandem e-mail para OEA, ONU, etc...
Peço que divulgue minha página no Orkut, onde mostro a resvista da Policia do RJ com anúncios de casas de Prostituição, peço que divulguem para o maior numero de pessoas, inclusive organismos internacionais.
O Caso será levado à Corte Internacional dos Estados Americanos. Lá não adianta ser filho de Procurador de Justiça!!!!!
Corro ainda o risco de flagrante forjado, pois se o Chefe de Policia colocou ficha criminal de outra pessoa na minha, imagino o que mais pode fazer. Já fui informado que devido denunciar a corrupçao na Polícia, minha morte ja foi paga.
LEIAM O PARECER DO MPF, ONDE O MESMO AFIRMA QUE PRESTO RELEVANTES SERVIÇOS A SOCIEDADE. O PARECER ESTA NAS MINHAS FOTOS. HÁ TAMBÉM A RESVISTA DA POLÍCIA DO RJ COM ANÚNCIOS DE CASAS DE PROSTITUIÇÃO.
TUDO NO IML, ATÉ ONDE SEI, ESTÁ SENDO FEITO SEM LI$$$$$$$$$$$$$$ITAÇÃO.
O Diretor do Departamento de Polícia Técnica, Dr. Walter Barros, é o mesmo do Governo anterior (ÁLVARO LINS). O que houve de novo para Dispensa de Licitação??? Será que foi uma falsa interdição?
Agradeço AO PRESIDENTE DO SINDICATO DOS MÉDICOS, DR. JORGE DARZE, AOS DELEGADOS ALEXANDRE NETO e VINICIUS GEORGE, AOS DEPUTADOS PAULO RAMOS, ALESSANDRO MOLON E MARCELO FREIXO, BEM COMO AO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO e O OLHAR DO MPF.
"TUDO CONTRIBUI PARA O BEM DOS QUE AMAM A DEUS" Rm 8:28
“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto...”
Rui Barbosa, O "ÁGUIA DE HAYA"
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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".
