
Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Delegado conta como "terrorismo" se infiltra no Brasil

terça-feira, 10 de março de 2009
Why leftists love tyrants and terrorists - New blockbuster 'United in Hate' earns critical acclaim
Critical acclaim is mounting for the newly released "United in Hate: The Left's Romance With Tyranny and Terror," by Jamie Glazov, with President Reagan's national security adviser, Robert C. McFarlane, calling it a "must-read."
In his book, which assuredly will make so-called "progressives" see red, Glazov describes the unholy alliance between jihadists and people like Michael Moore, Sean Penn, Ted Turner and Noam Chomsky.
He uses the Leftists' own words to reveal their agenda of death, and now a flood of praise is pouring in.
McFarlane said it is "the redefining work for 21st Century readers of an eternal message."
President Reagan's assistant secretary of defense, Richard Perle, said, "Jamie Glazov rolls over left-wing intellectual pretensions with a Mack truck that handles like a Porsche. He rounds them up – and when he's finished, there's nothing left."
Although history allows no doubt Leftist beliefs have spawned mass carnage and misery, and the deaths of millions of people, until now it has been extremely difficult for rational people who value personal freedom to understand the motivation of those who live in comfort, yet embrace monstrous dictators, ideologies and policies that leave only death in their wake.
Rising to the call, Glazov uses the astonishing words of well-known Leftists to explain their love for and deification of totalitarian ideologies with clarity and candor.
R. James Woolsey, former CIA chief, says Glazov's "courageous and illuminating book" calls out the "Nazis and Stalinists' of today."
"What draws Leftists moth-like toward the annihilating fires of unbridled totalitarianism, or drives them to slavishly worship at the feet of dictators?" asks Ben R. Furman, the FBI's former counterterrorism chief. "Dr. Glazov answers these and other 'head scratching' questions in a court-ready presentation of the Left's mindset that will make forensic psychologists proud."
"This superbly enlightening book should be required reading for the American and European policymakers that are not utterly beholden to the Left, for most of them have yet to come to grips with the Islamic supremacist agenda and its totalitarian imperative – which Glazov ably exposes here," writes Robert Spencer, author of the New York Times best-seller "The Politically Incorrect Guide to Islam (and the Crusades)."
Glazov holds a Ph.D. in history with specialities in U.S., Russian and Canadian foreign policy, and is editor of FrontPage Magazine.
Quoting notoriously leftwing British lawmaker George Galloway, "United in Hate" makes the beliefs of today's political Left crystal clear:
"Not only do I think it's possible [a Muslim-leftist alliance] but I think it is vitally necessary and I think it is happening already," explained Galloway. "It is possible because the progressive movement around the world and the Muslims have the same enemies. Their enemies are the Zionist occupation, American occupation, British occupation of poor countries, mainly Muslim countries. They have the same interest in opposing savage capitalist globalization, which is intent upon homogenizing the entire world, turning us basically into factory chickens which can be force-fed the American diet of everything from food to Coca-Cola to movies and TV culture and whose only role in life is to consume the things produced endlessly by the multinational corporations ..." You get the idea.
Ronald Radosh at FrontPage notes how today's members of the Left "seek to forge an alliance with America's enemies, once the Communist world, now the forces of radical Islam;" adding, "Glazov traces and seeks to analyze the causes of this movement from the left's support of 'the red flag of proletarian revolution' to that of the 'black flag of Islamic jihad.'
"In many cases, Glazov shows how the same people who once sang the praises of Stalin as an anti-fascist leader now praise Islamic terrorists who seek to attack the West. While many learned from 9/11 that the West had real and very dangerous enemies, major figures of the once pro-Soviet Left apparently felt rejuvenated, viewing the attack on the twin towers as the revenge of the masses for American oppression of the Third World. For these people, Glazov writes, 9/11 was a 'personal vindication,' since they saw 'only poetic justice in American commercial airplanes plunging into American buildings packed with people,'" Radosh says.
Adds Brigitte Gabriel, a renowned terrorism expert and New York Times best-selling author, "'United in Hate' is a must-read for all Americans concerned with the future of America."
"Finally, someone has the courage and the bravery to fully expose a mystery which for years has baffled us. The trutyh is o the cover, but it takes someone like Dr. Glazov to make us see it," says Joan Lachkar, author of "How to Talk to a Narcisssist."
"Any leftist who reads this, and has any honesty left in his mind, must recognize himself in this picture and, hopefully, be ashamed," adds Vladimir Bukovsky, once a leading Soviet dissident and author of "Judgment in Moscow."
Within hours of its release, "United in Hate" was No. 1 among books relating to communism on Amazon.com.
Glazov concludes: "This is where the Western Left and militant Islam (like the Western Left and Communism) intersect: human life must be sacrificed for the sake of the idea. Like Islamists, leftists have a Manichean vision that rigidly distinguishes good from evil. They see themselves as personifications of the former and their opponents as personifications of the latter, who must be slated for ruthless elimination."
Sounds crazy, but how else can one explain the views of famed moviemaker Francis Ford Coppola, who said of one of the world's most notorious dictators: "Fidel, I love you. We both have the same initials. We both have beards. We both have power and want to use it for good purposes." Or Harry Belafonte, who said: "If you believe in freedom, if you believe in justice, if you believe in democracy, you have no choice but to support Fidel Castro."
If you are a member of the media and would like to interview Jamie Glazov, e-mail publicist Sandy Frazier.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
O segredo de um terrorista
Muitos se escandalizam com o asilo político concedido ao assassino Cesare Battisti, mas poucos tentam averiguar o que o episódio significa realmente. A sucessão de casos similares, a proteção concedida pela esquerda brasileira a praticamente todos os terroristas internacionais que aqui aportam – Achille Lollo, Olivério Medina e sua esposa, os seqüestradores de Abílio Diniz e Washington Olivetto – e o contraste que esses casos formam com a recusa de asilo aos dois boxeadores cubanos deveriam alertar para a obviedade de que não se trata de episódios isolados, mas de uma atividade permanente, sistemática. Mas mesmo aqueles que o percebem hesitam em sondar a relação entre esses fatos e a estratégia geral petista.
Qual é exatamente a posição do Brasil no quadro da esquerda internacional em ascensão? A uma visão superficial, o Brasil é uma democracia de esquerda moderada, favorável ao livre mercado e respeitosa da ordem jurídica. Quase ninguém entende que o país precisa ser tudo isso precisamente para poder desempenhar a função nuclear que lhe cabe na estratégia esquerdista mundial. Também poucos querem enxergar que a democracia brasileira é hoje um puro formalismo jurídico a encobrir o poder monopolístico da esquerda e a total exclusão da simples possibilidade teórica de uma oposição conservadora, seja na política eleitoral, seja na mídia, seja até na pura esfera cultural.
O Brasil, democracia sui generis onde as liberdades legalmente constituídas coexistem pacificamente com a total impossibilidade de exercê-las, é a origem e o centro de comando da revolução comunista na América Latina. É da elite intelectual petista, fundadora do Foro de São Paulo, que emanam discretamente as instruções gerais destinadas a transformar-se em espetáculos de esquerdismo histriônico por meio dos Chávez, Morales e outros tantos que às vezes nem mesmo compreendem as sutilezas dialéticas do processo e por isto acabam, com freqüência, exagerando no desempenho de seus papéis. Se a Venezuela e a Bolívia parecem estar na vanguarda da revolução, e o Brasil muito na retaguarda, é porque o comando, por definição, fica na retaguarda.
Por isso mesmo é que o Brasil se torna também o abrigo ideal para os revolucionários caídos em desgraça nos seus respectivos países. Se eles fossem para Cuba ou para a Venezuela, teriam de conservar sua identidade exterior de revolucionários e se tornariam inúteis para funções mais discretas e relevantes. Aqui, podem adquirir uma fachada de cidadãos pacíficos, aposentados de toda violência, e integrar-se, sem risco nenhum, nos altos círculos intelectuais que comandam o processo. Só um idiota completo pode acreditar que o governo brasileiro aceitaria o risco de uma crise diplomática só para agradar a uma socialite. Tal como Achille Lollo e Olivério Medina, Cesare Battisti não recebeu apenas um asilo político, mas uma promoção, subindo na hierarquia revolucionária, do posto de executor na linha de frente para o de analista e planejador nas altas esferas. Ele é protegido porque é útil, não porque Carla Bruni é bonitinha.
Nenhuma análise séria dos fatos políticos pode-se fazer desde o ponto de vista liberal e conservador se este não absorve, primeiro, a perspectiva do adversário. Se você não está capacitado para fazer uma análise marxista da situação exatamente como a fariam os teóricos e estrategistas do movimento revolucionário, suas opiniões a respeito da política de esquerda serão sempre meras tentativas de projetar sobre ela categorias que lhe são estranhas, ajudando, portanto, a encobrir seus verdadeiros intuitos e a conferir o privilégio da invisibilidade quase absoluta às estratégias e táticas do esquerdismo.
Afinal, o marxismo não é só uma “ideologia”: ele é uma estratégia da praxis revolucionária e, nesse sentido, é uma ciência – uma ciência extremamente sutil e complexa, da qual os formadores de opinião liberais e conservadores, no Brasil, não sabem praticamente nada. O deslocamento entre as categorias analíticas e a natureza do fenômeno estudado é garantia segura de incompreensão, e a incompreensão é por sua vez a origem dos erros estratégicos monstruosos que, ao longo dos últimos trinta anos, reduziram o liberalismo e o conservadorismo, de forças imperantes, a exceções doentias que só subsistem graças à tolerância provisória do sistema.
É fácil observar de fora os erros da economia marxista e pontificar que todo movimento baseado nela está condenado ao fracasso. Mas a estratégia do movimento comunista não é, de maneira alguma, uma decorrência direta e mecânica da sua economia. Principalmente não o é na esfera da luta cultural, onde as manobras e rodeios da intelectualidade ativista vão, com freqüência, no sentido contrário daquilo que se poderia deduzir do economicismo marxista vulgar. Trata-se de um ramo de conhecimento que tem sua própria autonomia e que não pode ser dominado senão mediante longos anos de estudo. É só aprendendo a pensar como os teóricos da revolução mundial que se pode, em seguida, transcender a sua visão das coisas e condená-la com fundamento. Atirar-lhe pedras desde fora é ficar abaixo dela e tornar-se vítima cega do processo revolucionário.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Começa o reinado do terror nos Estados Unidos - Obama pede suspensão de julgamentos em Guantánamo
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Palestinos terroristas, os preferidos da mídia sociopata e suas belas ações...
Um cinegrafista amador capta as cenas de um míssil atingindo um bairro residencial em Israel, ferindo gravemente uma mulher e uma criança. Só em 2008, mais de mil mísseis foram jogados contra Israel
Um militante do Hamas exorta as ações violentas do grupo terrorista e admite o uso de mulheres, crianças e velhos como escudo humano contra as bombas israelenses.
Um vídeo mostra militantes do Hamas usando as próprias crianças palestinas como escudo humano para "proteger" suas bases militares dos ataques israelenses.
sábado, 18 de outubro de 2008
RECORDANDO A HISTÓRIA - ALGUMAS AÇÕES TERRORISTAS
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quinta-feira, 21 de agosto de 2008
.“Direito de Asilo não é para terroristas” – Presidente Uribe
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“Direito de Asilo não é para terroristas”
Foi o que disse, ontem, indignado, o presidente Uribe para o presidente Daniel Ortega da Nicarágua. O mandatário nicaragüense confirmou ter dado asilo a mais uma guerrilheira das FARC, que foi ferida no ataque em que morreu o terrorista 'Raúl Reyes' em março deste ano.
“Dar proteção política aos terroristas é violar as normas das Nações Unidas", disse Álvaro Uribe, em Atlanta, onde se encontra em um foro comercial junto a outros dignitários da América Central.
"Acabaremos com esses terroristas (das Farc)", afirmou o mandatário colombiano. "Quando se tem estado de direito de boa fé como o Estado da Colômbia, não existe lugar no mundo que vá dar abrigo para terroristas".
A 'CHANCELER' DAS FARC NO EQUADOR É A MULHER A QUEM DANIEL ORTEGA DEU ASILO POLÍTICO
"Esperanza" (esq.), em 2004 em Quito, durante a perseguição da inteligência ao guerrilheiro 'Simón Trinidad'(dir.).
Uma fonte policial em Quito disse ao EL TIEMPO que 'Esperanza' é Nubia Calderón, a companheira de Franklin Aisalla, o equatoriano morto no ataque em que morreu 'Raúl Reyes'. Segundo Ortega, a mulher solicitou asilo à embaixada da Nicarágua em Quito, e em seguida foi trasladada a Manágua, onde é atendida em um hospital, devido aos ferimentos sofridos durante o ataque, e também por uma enfermidade da qual padece há anos.
De Calderón foi companheira do equatoriano Franklin Aisalla, que morreu nessa mesma operação militar junto com o segundo comandante das Farc, 'Raúl Reyes'. Calderón estava radicada no Equador onde, inclusive, obteve duas cédulas de identidade; uma com seu próprio nome, na qualidade de residente estrangeiro, e outra com nomes falsos.
Anos atrás, a mulher havia sido detida durante uma operação de controle na fronteira entre o departamento colombiano de Putumayo e a província equatoriana de Sucumbíos, portando uma cifra importante em dinheiro. Uma gestão do consulado colombiano, nessa província, permitiu que ela permanecesse em liberdade, e foi Aisalla quem reclamou o dinheiro encontrado com ela. Logo, surgiram fotos tiradas em Quito, onde ela aparece ao lado do guerrilheiro das FARC, 'Simón Trinidad', agora detido, e em outras fotos junto a Raúl Reyes.
De Calderón, que segundo as investigações havia convivido em diferentes lugares de Quito junto a Aisalla, não se sabia, até então, seu paradeiro desde a destruição do acampamento de Angostura. O governo equatoriano não emitiu nenhum comunicado a respeito.
“ASILO NÃO É PARA TERRORISTAS” – URIBE
De Atlanta o presidente colombiano disse ao presidente da Nicarágua que o problema se soluciona se as guerrilheiras forem desmobilizadas.
O presidente Álvaro Uribe propôs ontem ao seu homólogo da Nicarágua, Daniel Ortega, que desmobilize as colombianas que ele tem asiladas atualmente em seu país.
“Se essas mulheres firmarem um acordo por lá, com o Governo da Nicarágua, dizendo que se desmobilizam da guerrilha colombiana, magnífico (...) a Colômbia aceitaria isso", afirmou Uribe ao responder o anuncio de Ortega, feito no domingo, de acolher a colombiana "Esperanza", apontada como guerrilheira das FARC, que, tudo indica, foi ferida durante o bombardeio ao acampamento de 'Raúl Reyes' em março passado.
Nubia Calderón é seu verdadeiro nome, e ela tem uma relação amorosa com Franklin Aisalla, o guerrilheiro equatoriano morto nessa mesma operação. Com Calderón já são três colombianas protegidas pelo governo nicaragüense. As outras duas são Martha Pérez e Doris Torres, também feridas no bombardeio, e que receberam asilo em abril.
Durante a entrevista dada à imprensa em Atlanta, E.U., o presidente Uribe assegurou que se as subversivas forem desmobilizadas "o presidente Ortega tem, ao mesmo tempo, a possibilidade de protegê-las e de não incentivar o terrorismo na Colômbia”.
Com antecedentes
O mandatário lembrou que essa mesma fórmula já foi aplicada no passado com o guerrilheiro das Farc Jairo Cuarán Collazos, que chegou ao Chile em 2003.
“Certa vez, o presidente Lagos do Chile me procurou dizendo que havia um guerrilheiro que não podia ser extraditado de seu país, porque ele tinha se casado com uma chilena e tinha tido um filho com ela. A solução que encontramos foi que ele se desmobilizasse das Farc. Deu uma declaração ante as autoridades chilenas nesse sentido e se resolveu o problema", explicou.
Apesar de abrir esta possibilidade, o mandatário colombiano censurou que se outorgue asilo aos guerrilheiros. "O direito de asilo no mundo não é para terroristas. Dar proteção política a terroristas é violar as normas das Nações Unidas”, enfatizou.
Uribe aproveitou a presença dos presidentes da Guatemala e El Salvador na roda de imprensa, para dizer que nesses países "as guerrilhas brigavam contra as ditaduras", porém, a Colômbia "sofre o terrorismo narcotraficante contra a democracia".
E completou que ele tem outras preocupações: "Por outro lado estou muito ocupado, porque os 'Reyes Magos' eram três, e se foi apenas um. Faltam-nos os outros”, disse em referência aos chefes das FARC. Por Andrés Gomes Ososrio - Enviado especial a Atlanta, E.U. – El Tiempo. Tradução de Arthur (MOVCC)
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Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.






