Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
Mostrando postagens com marcador terrorismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador terrorismo. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Delegado conta como "terrorismo" se infiltra no Brasil

Fonte: MOVIMENTO ORDEM VIGÍLIA CONTRA CORRUPÇÃO

ANTES, EXTREMISTAS USAVAM PAÍS COMO ESCALA DE VIAGEM

Passaram a adotar filhos de prostitutas para ficar no país. Em seguida, seduziram brasileiros com ‘cantilena radical’. Agora, preparam daqui ações contra alvos no estrangeiro

As revelações acima foram feitas pelo delegado Daniel Lorenz. Até o início de julho, ele era diretor de Inteligência da PF. Uma semana depois de deixar o posto, falou numa audiência na Comissão de Segurança Pública da Câmara.

A sessão fora convocada por Raul Jungmann (PPS-PE), presidente da comissão, com o propósito de esmiuçar a “atuação de membros de grupos terroristas” no Brasil. O repórter obteve, na semana passada, cópia da transcrição da audiência. Neste domingo (23), Jungmann levou a íntegra do texto ao seu blog.

Lorenz mediu as palavras –“Como a sessão é aberta, não vou detalhar esses assuntos”. Ainda assim, delineou um quadro revelador. Disse que a PF só passou a se preocupar com o terrorismo em 1995.

Desde então, o problema se agrava. Lorenz dividiu a encrenca em quatro ciclos. No início, o Brasil era usado por terroristas como escala de viagem. Hoje, disse o delegado, o país já serve de base para a preparação de ataques a alvos no exterior.

Vai abaixo um resumo das quatro fases descritas pelo delegado:

1. Primeiro estágio: Foi nessa fase que a PF se deu conta de que “extremistas” estrangeiros utilizavam o Brasil como escala de viagem. Passavam sobretudo pela região da tríplice fronteira (Brasil-Argentina-Paraguai).

Lorenz confirmou algo que já fora noticiado. Em 1995, “entrou pelo Rio de Janeiro e saiu por São Paulo” Khalid Shaikh Mohammed, que viria a se converter no terceiro homem na hierarquia da Al Qaeda. O terrorista passou por Foz do Iguaçu.

O delegado desculpou-se por não poder “tecer detalhes”. Mas deixou claro que Shaikh Mohammed não viera a passeio. “Ele esteve lá, evidentemente, não para tomar uma geladinha e nem para participar do Carnaval, muito menos das festas do final do ano”.

Preso no Paquistão em 2003, Shaikh Mohammed foi levado à prisão norte-americana de Guantânamo, acusado de participar dos ataques do 11 de setembro.

2. Segundo estágio: Extremistas passaram a se servir das facilidades da legislação brasileira para “legalizar” sua permanência no país. “Não vou me deter nos detalhes, não posso conversar sobre isso”, desculpou-se, de novo, Lorenz. Porém, detalhou:

“Eles buscam uma legalização no país por meio da [...] adoção à brasileira. Ou seja, tomar como seu o filho de outrem. Então, eles se aproximavam de mulheres de vida fácil, assumiam aqueles filhos e ganhavam a condição de permanência no Brasil. Isso aconteceu, isso é acompanhado, está sendo acompanhado e foi muito acompanhado por nós. Esse seria o segundo momento”.

3. Terceiro estágio: A PF descobriu que cidadãos brasileiros começaram a ser cooptados pelos “extremistas”. Encantaram-se, no dizer de Lorenz, com a “cantilena radical de que tudo é possível, de que se poderia, ao praticar um ato insano, terrorista, ter 72 virgens” no céu. Lorenz foi enfático: “Isso aconteceu, isso acontece”.

A certa altura, Jungmann perguntou se era verdade que brasileiros foram ao Irã para treinar táticas de terror. E o delegado: “[...] Posso lhe dizer que não somente ao Irã. Não somente. O senhor me desculpe, mas eu não poderia me estender [...]”.

4. Quarto estágio: É, por ora, “o último grau” da ação de “extremistas” em solo brasileiro. Envolve, segundo Lorenz, “a preparação” de ataques terroristas a alvos localizados no exterior. O delegado mencionou o caso do “Senhor K.”

Trata-se de um cidadão libanês residente em São Paulo. É casado com uma brasileira, com quem teve uma filha. Em maio, o repórter Jânio de Freitas revelara que K. fora preso, acusado de envolvimento com a Al Qaeda.

O ministro Tarso Genro (Justiça) apressara-se em dizer: "Não há nenhum foco terrorista organizado" no Brasil. O libanês K., disse ele, fora à garra pela prática de “racismo”. Lorota.

A PF enquadrara-o como racista porque a legislação brasileira não contempla o crime de terrorismo, explicou Lorenz na Câmara. Por isso teve a prisão relaxada depois de 21 dias de cana. A julgar pelo que disse o delegado, o caso do libanês K. nem seria o único. Lorenz expressou-se no plural:

“Temos a percepção desses estrangeiros que agora estão no Brasil e estão a executar não, evidentemente, ações extremistas no país, mas, a exemplo do que foi o Sr. K, iniciando ações de recrutamento, apoio, treinamento, logística e reconhecimento para ações terroristas ainda fora do país”.

Acrescentou: “Utilizam nosso país como um local tranquilo. A partir dele, saem e vão ajudar essas organizações extremistas, notadamente, nesse caso [do Sr. K.], a Al-Qaeda”. Segundo Lorenz, o libanês K. agia na internet. Seus arquivos eram criptografados. Mas a PF logrou acessá-los, remotamente, nos instantes em que, manuseados pelo autor, estavam abertos. Ouça-se Lorenz:

“Esse Sr. K. tinha duas lan houses em São Paulo e coordenava o que chamamos de batalhão de mídia da Jihad. Inicialmente, aquilo que era somente um proselitismo da causa defendida pela Al Qaeda transformou-se num espaço para recrutamento, apoio, treinamento em comunicações e segurança operacional, um local de apoio e também um local de onde emanavam o que eles chamavam de ordens de batalha para ações fora do país”.

A exposição de Lorenz contrastou com declarações feitas pelo ministro Jorge Félix (Segurança Institucional da Presidência). Também convidado para a audiência na Câmara, o general minimizou a ação de extremistas em solo brasileiro.

O próprio Félix, porém, reconheceu: “[...] Mesmo que apareça algum problema [relacionado ao terrorismo], vamos resolvê-lo — essa é uma atribuição e uma competência nossa — e não vamos admitir que o problema existiu”. Ou seja, nessa matéria, o que general afirma não dever ser tomado a sério.

- PS.: Pressionando aqui, você chega à reportagem veiculada no blog na madrugada de sábado (22). Trata de outro tema abordado na audiência da Câmara: a proliferação do crime cibernético.

Escrito por Josias de SouzaFolha de São Paulo

terça-feira, 10 de março de 2009

Why leftists love tyrants and terrorists - New blockbuster 'United in Hate' earns critical acclaim

WORLD NET DAILY
Posted: March 06, 2009 | 12:15 am Eastern

© 2009 WorldNetDaily

Critical acclaim is mounting for the newly released "United in Hate: The Left's Romance With Tyranny and Terror," by Jamie Glazov, with President Reagan's national security adviser, Robert C. McFarlane, calling it a "must-read."


In his book, which assuredly will make so-called "progressives" see red, Glazov describes the unholy alliance between jihadists and people like Michael Moore, Sean Penn, Ted Turner and Noam Chomsky.


He uses the Leftists' own words to reveal their agenda of death, and now a flood of praise is pouring in.


McFarlane said it is "the redefining work for 21st Century readers of an eternal message."


President Reagan's assistant secretary of defense, Richard Perle, said, "Jamie Glazov rolls over left-wing intellectual pretensions with a Mack truck that handles like a Porsche. He rounds them up – and when he's finished, there's nothing left."


Although history allows no doubt Leftist beliefs have spawned mass carnage and misery, and the deaths of millions of people, until now it has been extremely difficult for rational people who value personal freedom to understand the motivation of those who live in comfort, yet embrace monstrous dictators, ideologies and policies that leave only death in their wake.


Rising to the call, Glazov uses the astonishing words of well-known Leftists to explain their love for and deification of totalitarian ideologies with clarity and candor.


R. James Woolsey, former CIA chief, says Glazov's "courageous and illuminating book" calls out the "Nazis and Stalinists' of today."


"What draws Leftists moth-like toward the annihilating fires of unbridled totalitarianism, or drives them to slavishly worship at the feet of dictators?" asks Ben R. Furman, the FBI's former counterterrorism chief. "Dr. Glazov answers these and other 'head scratching' questions in a court-ready presentation of the Left's mindset that will make forensic psychologists proud."


"This superbly enlightening book should be required reading for the American and European policymakers that are not utterly beholden to the Left, for most of them have yet to come to grips with the Islamic supremacist agenda and its totalitarian imperative – which Glazov ably exposes here," writes Robert Spencer, author of the New York Times best-seller "The Politically Incorrect Guide to Islam (and the Crusades)."


Glazov holds a Ph.D. in history with specialities in U.S., Russian and Canadian foreign policy, and is editor of FrontPage Magazine.


Quoting notoriously leftwing British lawmaker George Galloway, "United in Hate" makes the beliefs of today's political Left crystal clear:


"Not only do I think it's possible [a Muslim-leftist alliance] but I think it is vitally necessary and I think it is happening already," explained Galloway. "It is possible because the progressive movement around the world and the Muslims have the same enemies. Their enemies are the Zionist occupation, American occupation, British occupation of poor countries, mainly Muslim countries. They have the same interest in opposing savage capitalist globalization, which is intent upon homogenizing the entire world, turning us basically into factory chickens which can be force-fed the American diet of everything from food to Coca-Cola to movies and TV culture and whose only role in life is to consume the things produced endlessly by the multinational corporations ..." You get the idea.


Ronald Radosh at FrontPage notes how today's members of the Left "seek to forge an alliance with America's enemies, once the Communist world, now the forces of radical Islam;" adding, "Glazov traces and seeks to analyze the causes of this movement from the left's support of 'the red flag of proletarian revolution' to that of the 'black flag of Islamic jihad.'


"In many cases, Glazov shows how the same people who once sang the praises of Stalin as an anti-fascist leader now praise Islamic terrorists who seek to attack the West. While many learned from 9/11 that the West had real and very dangerous enemies, major figures of the once pro-Soviet Left apparently felt rejuvenated, viewing the attack on the twin towers as the revenge of the masses for American oppression of the Third World. For these people, Glazov writes, 9/11 was a 'personal vindication,' since they saw 'only poetic justice in American commercial airplanes plunging into American buildings packed with people,'" Radosh says.


Adds Brigitte Gabriel, a renowned terrorism expert and New York Times best-selling author, "'United in Hate' is a must-read for all Americans concerned with the future of America."


"Finally, someone has the courage and the bravery to fully expose a mystery which for years has baffled us. The trutyh is o the cover, but it takes someone like Dr. Glazov to make us see it," says Joan Lachkar, author of "How to Talk to a Narcisssist."


"Any leftist who reads this, and has any honesty left in his mind, must recognize himself in this picture and, hopefully, be ashamed," adds Vladimir Bukovsky, once a leading Soviet dissident and author of "Judgment in Moscow."


Within hours of its release, "United in Hate" was No. 1 among books relating to communism on Amazon.com.


Glazov concludes: "This is where the Western Left and militant Islam (like the Western Left and Communism) intersect: human life must be sacrificed for the sake of the idea. Like Islamists, leftists have a Manichean vision that rigidly distinguishes good from evil. They see themselves as personifications of the former and their opponents as personifications of the latter, who must be slated for ruthless elimination."


Sounds crazy, but how else can one explain the views of famed moviemaker Francis Ford Coppola, who said of one of the world's most notorious dictators: "Fidel, I love you. We both have the same initials. We both have beards. We both have power and want to use it for good purposes." Or Harry Belafonte, who said: "If you believe in freedom, if you believe in justice, if you believe in democracy, you have no choice but to support Fidel Castro."


Get Jamie Glazov's "United in Hate: "The Left's Romance With Tyranny and Terror," signed by the author from the people who published it – WND and WND Books.


If you are a member of the media and would like to interview Jamie Glazov, e-mail publicist Sandy Frazier. 

domingo, 8 de fevereiro de 2009

TERRORISMO SU MANO EN COLOMBIA

VERDAD COLOMBIA

Un video sobrecogedor que muestra los alcances del Terrorismo en Colombia, y lo compara con este flagelo en el resto del mundo.












segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

O segredo de um terrorista


Diário do Comércio, 23 de janeiro de 2009


Muitos se escandalizam com o asilo político concedido ao assassino Cesare Battisti, mas poucos tentam averiguar o que o episódio significa realmente. A sucessão de casos similares, a proteção concedida pela esquerda brasileira a praticamente todos os terroristas internacionais que aqui aportam – Achille Lollo, Olivério Medina e sua esposa, os seqüestradores de Abílio Diniz e Washington Olivetto – e o contraste que esses casos formam com a recusa de asilo aos dois boxeadores cubanos deveriam alertar para a obviedade de que não se trata de episódios isolados, mas de uma atividade permanente, sistemática. Mas mesmo aqueles que o percebem hesitam em sondar a relação entre esses fatos e a estratégia geral petista.


Qual é exatamente a posição do Brasil no quadro da esquerda internacional em ascensão? A uma visão superficial, o Brasil é uma democracia de esquerda moderada, favorável ao livre mercado e respeitosa da ordem jurídica. Quase ninguém entende que o país precisa ser tudo isso precisamente para poder desempenhar a função nuclear que lhe cabe na estratégia esquerdista mundial. Também poucos querem enxergar que a democracia brasileira é hoje um puro formalismo jurídico a encobrir o poder monopolístico da esquerda e a total exclusão da simples possibilidade teórica de uma oposição conservadora, seja na política eleitoral, seja na mídia, seja até na pura esfera cultural.


O Brasil, democracia sui generis onde as liberdades legalmente constituídas coexistem pacificamente com a total impossibilidade de exercê-las, é a origem e o centro de comando da revolução comunista na América Latina. É da elite intelectual petista, fundadora do Foro de São Paulo, que emanam discretamente as instruções gerais destinadas a transformar-se em espetáculos de esquerdismo histriônico por meio dos Chávez, Morales e outros tantos que às vezes nem mesmo compreendem as sutilezas dialéticas do processo e por isto acabam, com freqüência, exagerando no desempenho de seus papéis. Se a Venezuela e a Bolívia parecem estar na vanguarda da revolução, e o Brasil muito na retaguarda, é porque o comando, por definição, fica na retaguarda.


Por isso mesmo é que o Brasil se torna também o abrigo ideal para os revolucionários caídos em desgraça nos seus respectivos países. Se eles fossem para Cuba ou para a Venezuela, teriam de conservar sua identidade exterior de revolucionários e se tornariam inúteis para funções mais discretas e relevantes. Aqui, podem adquirir uma fachada de cidadãos pacíficos, aposentados de toda violência, e integrar-se, sem risco nenhum, nos altos círculos intelectuais que comandam o processo. Só um idiota completo pode acreditar que o governo brasileiro aceitaria o risco de uma crise diplomática só para agradar a uma socialite. Tal como Achille Lollo e Olivério Medina, Cesare Battisti não recebeu apenas um asilo político, mas uma promoção, subindo na hierarquia revolucionária, do posto de executor na linha de frente para o de analista e planejador nas altas esferas. Ele é protegido porque é útil, não porque Carla Bruni é bonitinha.


Nenhuma análise séria dos fatos políticos pode-se fazer desde o ponto de vista liberal e conservador se este não absorve, primeiro, a perspectiva do adversário. Se você não está capacitado para fazer uma análise marxista da situação exatamente como a fariam os teóricos e estrategistas do movimento revolucionário, suas opiniões a respeito da política de esquerda serão sempre meras tentativas de projetar sobre ela categorias que lhe são estranhas, ajudando, portanto, a encobrir seus verdadeiros intuitos e a conferir o privilégio da invisibilidade quase absoluta às estratégias e táticas do esquerdismo.


Afinal, o marxismo não é só uma “ideologia”: ele é uma estratégia da praxis revolucionária e, nesse sentido, é uma ciência – uma ciência extremamente sutil e complexa, da qual os formadores de opinião liberais e conservadores, no Brasil, não sabem praticamente nada. O deslocamento entre as categorias analíticas e a natureza do fenômeno estudado é garantia segura de incompreensão, e a incompreensão é por sua vez a origem dos erros estratégicos monstruosos que, ao longo dos últimos trinta anos, reduziram o liberalismo e o conservadorismo, de forças imperantes, a exceções doentias que só subsistem graças à tolerância provisória do sistema.


É fácil observar de fora os erros da economia marxista e pontificar que todo movimento baseado nela está condenado ao fracasso. Mas a estratégia do movimento comunista não é, de maneira alguma, uma decorrência direta e mecânica da sua economia. Principalmente não o é na esfera da luta cultural, onde as manobras e rodeios da intelectualidade ativista vão, com freqüência, no sentido contrário daquilo que se poderia deduzir do economicismo marxista vulgar. Trata-se de um ramo de conhecimento que tem sua própria autonomia e que não pode ser dominado senão mediante longos anos de estudo. É só aprendendo a pensar como os teóricos da revolução mundial que se pode, em seguida, transcender a sua visão das coisas e condená-la com fundamento. Atirar-lhe pedras desde fora é ficar abaixo dela e tornar-se vítima cega do processo revolucionário.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Começa o reinado do terror nos Estados Unidos - Obama pede suspensão de julgamentos em Guantánamo


Cavaleiro do Templo: vamos analsisar este trecho da matéria (clique aqui para ler na íntegra):

"Em um de seus primeiros atos como presidente dos Estados Unidos, Barack Obama solicitou na noite desta terça-feira a suspensão temporária nos julgamentos militares de cinco acusados de terrorismo na base de Guantánamo, em Cuba."

Me digam, PORQUE SUSPENDER UM JULGAMENTOS DE UM ACUSADO DE TERRORISMO, O ATO MAIS HOSTIL AOS ESTADOS UNIDOS DESDE PEARL HARBOR???

Porque suspender o evento que DETERMINARIA A CULPA OU INOCÊNCIA destas pessoas???

Qual o motivo senão dizer ao mundo criminoso "PODEM FAZER O QUE QUISEREM QUE AGORA NOS ESTADOS UNIDOS NEM JULGAMENTO VAI TER MAIS"???

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Palestinos terroristas, os preferidos da mídia sociopata e suas belas ações...

Vejam quantas coisas boas são capazes de fazer os palestinos terroristas (e não são todos, evidentemente) que a mídia tanto ajuda ao tratá-los como coitadinhos.

Fonte: Conde Loppeux de la Villanueva



Um cinegrafista amador capta as cenas de um míssil atingindo um bairro residencial em Israel, ferindo gravemente uma mulher e uma criança. Só em 2008, mais de mil mísseis foram jogados contra Israel



Um militante do Hamas exorta as ações violentas do grupo terrorista e admite o uso de mulheres, crianças e velhos como escudo humano contra as bombas israelenses.



Um vídeo mostra militantes do Hamas usando as próprias crianças palestinas como escudo humano para "proteger" suas bases militares dos ataques israelenses.

sábado, 18 de outubro de 2008

RECORDANDO A HISTÓRIA - ALGUMAS AÇÕES TERRORISTAS

TERRORISMO NUNCA MAIS - TERNUMA


1-Seqüestros, Terrorismo e Ações Armadas 2- Justiçamentos
3-Algumas  Organizações Subversivas do Período Militar 4-Organizações   pré-guerrilheiras atuais (em fase de estudo )

 
1-Seqüestros, Terrorismo e Ações Armadas

ADHEMAR: "A GRANDE AÇÃO OU ROUBO DO COFRE DO ADHEMAR"
BRIZOLA:
CAPÍTULO I
"OS INCRÍVEIS EXÉRCITOS DE BRIZOLEONE  ( 06 CAPÍTULOS)"
OS GRUPOS DOS ONZE E O EXÉRCITO POPULAR DELIBERTAÇÃO 
BRIZOLA:
CAPÍTULO II
"OS INCRÍVEIS EXÉRCITOS DE BRIZOLEONE "
CAP II:OPERAÇAO  PINTASSILGO
BRIZOLA:
CAPÍTULO III
"O PACTO DE MONTEVIDÉU E A FRENTE POPULAR DE LIBERTAÇÃO (FPL)"
BRIZOLA:
CAPÍTULO IV
 
JEFFERSON CARDIM E AS ESCARAMUÇAS DAS FORÇAS ARMADAS DE LIBERTAÇÃO NACIONAL
BRIZOLA:
CAPÍTULO V
 
O MOVIMENTO DE RESISTÊNCIA MILITAR NACIONALISTA (MRMN) E A RESISTÊNCIA ARMADA NACIONALISTA (RAN)
BRIZOLA:
CAPÍTULO VI
 
O MOVIMENTO NACIONALISTA REVOLUCIONÁRIO (MNR) E AS GUERRILHAS DE CAPARAÓ E DO TRIÂNGULO MINEIRO
DIÓGENES DO PT "DIÓGENES DO PT" 
GUARARAPES "ATENTADO NO AEROPORTO DE GUARARAPES"
INTENTONA "INTENTONA COMUNISTA DE 1935" 
KOSEL "ATENTADO AO QG DO II EXÉRCITO"
LAMARCA "A TRAJETÓRIA DE UM DESERTOR"
LEVINO "ASSASSINATO DO 2º TEN DA FAB MATHEUS LEVINO DOS SANTOS"
MRT " OS IRMÃOS METRALHA"(1ª Parte )
MRT      " OS IRMÃOS METRALHA"(2ª Parte / final)
PCB          "ALGUNS CRIMES DO PCB"
PCB            "ASSASSINATO DE ELZA FERNANDES"
SEQÜESTRO "O SEQÜESTRO DO EMBAIXADOR DA ALEMANHA"
SEQÜESTRO "O SEQÜESTRO DO EMBAIXADOR DOS EUA"

SEQÜESTRO "O FRACASSADO SEQÜESTRO DO CÔNSUL DOS  EUA"
SEQÜESTRO "O SEQÜESTRO DO CÔNSUL DO JAPÃO "  
                                      
SEQÜESTRO  "O SEQÜESTRO DO EMBAIXADOR DA SUÍÇA
ORGANIZAÇÕES SUBVERSIVAS "MAR -MOVIMENTO DE AÇÃO REVOLUCIONÁRIA" 
GUERRILHA URBANA O TESTAMENTO POLÍTICO DE CARLOS MARIGHELA por Carlos I. Azambuja

2- Justiçamentos

   Dentre o extenso rol de crimes violentos cometidos pelos comunistas brasileiros - assassinatos, assaltos, explosões de bombas, seqüestros de diplomatas e de aviões, etc - um deles tornou-se o símbolo maior da violência desmedida, conseqüência inevitável de uma doutrina genocida: o denominado, por eles mesmos, de justiçamento.
     O justiçamento foi empregado para assassinar os próprios comunistas considerados traidores e os seus inimigos, os integrantes das forças legais de segurança e todos aqueles que com elas colaboravam.
     Não foram mortes causadas na paixão ou no ódio de um confronto. Não foram mortes involuntárias, surgidas por acaso, no fragor de alguma ação violenta. Não foram mortes aleatórias, cujos nomes só surgiam depois da explosão de uma bomba, depois de um assalto, depois de um seqüestro. Não foram nada disso.
     O justiçamento praticado pelos comunistas foi o crime premeditado, extremadamente planejado, o crime frio e cruel de uma doutrina que sobrepunha os fins aos meios.
     O justiçamento era o último capítulo de um longo processo, que começava por uma denúncia, que passava pelo julgamento de um pseudo "tribunal revolucionário", que gastava muito tempo em minuciosos levantamentos, que organizava um grupo de execução com militantes travestidos de carrascos e que se encerrava com o sangue do "justiçado" salpicando a propaganda do ato cometido, que escarnecia a vítima e, quixotescamente, tentava justificar um mero assassinato. E, tudo isso, a sangue frio, com o sangue congelado de uma doutrina que impunha a violência sobre a sociedade tida como algoz.
     "Senhores da vida e da morte", os terroristas brasileiros ufanavam-se de que "guerrilheiros não matam por raiva, nem por impulso, pressa ou improvisação.Matam  com naturalidade. Não interessa o cadáver, mas seu impacto sobre o público."
     "Donos da verdade", os comunistas brasileiros escarneciam das vítimas e ameaçavam:
          
"Como ele, existem muitos outros e sabemos quem são. Todos terão o mesmo fim, não importa quanto tempo demore; o que importa é que todos eles sentirão o peso da justiça revolucionária.Olho por olho, dente por dente".             
       Durante o negro período da luta armada, foram quase duas dezenas de justiçamentos conhecidos. Talvez outros ainda não descobertos.Vamos conhecer e nos horrorizar com cada um deles.

JUSTIÇAMENTO 01: ASSASSINATO DE UM MAJOR DO EXÉRCITO DA ALEMANHA
JUSTIÇAMENTO 02: ASSASSINATO DO CAP CHARLES RODNEY CHANDLER
JUSTIÇAMENTO 03: ASSASSINATO DE MÁRCIO LEITE TOLEDO, DA ALN
JUSTIÇAMENTO 04: ASSASSINATO DE HENNING ALBERT BOILESEN
JUSTIÇAMENTO 05: ASSASSINATO DO MARINHEIRO INGLÊS DAVID A. CUTHBERG
JUSTIÇAMENTO 06: ASSASSINATO DO DR. OCTÁVIO GONÇALVES MOREIRA JÚNIOR (OTAVINHO)
JUSTIÇAMENTO 07: ASSASSINATO DO PROF. FRANCISCO JACQUES MOREIRA DE ALVARENGA

3-Algumas Organizações Subversivas do Período Militar

- AÇAO LIBERTADORA NACIONAL (ALN)
        - ANTES: ALA MARIGHELA E AC/SP (AGRUPAMENTO COMUNISTA DE SAO PAULO)
- AÇAO POPULAR (AP)
        - DEPOIS: AÇAO POPULAR MARXISTA LENINISTA (APML); AÇAO POPULAR MARXISTA LENINISTA DO BRASIL (APML do B)
- AÇAO POPULAR MARXISTA LENINISTA SOCIALISTA (APML SOC)
- AGRUPAMENTO COMUNISTA DE SAO PAULO (AC/SP)
- ALA MARIGHELA
- ALA PRESTES
- ALA VERMELHA (AV)
- ALIANÇA DE LIBERTAÇAO PROLETARIA (ALP)
- ALIANÇA NACIONAL LIBERTADORA (ANL)
- ALICERCE DA JUVENTUDE SOCIALISTA (AJS): DA CS
- COLETIVO AUTONOMISTA (CA)
- COLETIVO GREGORIO BEZERRA = VER PLP
- COMANDO DE LIBERTAÇAO NACIONAL (COLINA)
- COMITE LUIZ CARLOS PRESTES (CLCP)
- COMITE DE LIGAÇAO DOS TROTSKISTAS BRASILEIROS (CLTB)
- COMITE DE ORGANIZAÇAO PARA RECONSTRUÇAO DA QUARTA INTERNACIONAL (CORQI)
- CONVERGENCIA SOCIALISTA (CS)
- CORRENTE REVOLUCIONARIA NACIONAL (CORRENTE)
- DEMOCRACIA SOCIALISTA (DS)
- DISSIDENCIA DA DISSIDENCIA (DDD)
- DISSIDENCIA DA GUANABARA (DI/GB)
        - DEPOIS: MOVIMENTO REVOLUCIONARIO OITO DE OUTUBRO (2º) (MR-8)
- DISSIDENCIA LENINISTA DO RIO GRANDE DO SUL (DL/RS)
- DISSIDENCIA DE NITEROI (DI/NIT)
        - DEPOIS: MORELN; DEPOIS: MR-8 (1º)
- DISSIDENCIA DE SAO PAULO (DI/SP)
- DISSIDENCIA DA VAR-PALMARES (DVP)
        - DEPOIS: LIGA OPERARIA (LO) = GRUPO UNIDADE (GU)
- FORÇA ARMADA DE LIBERTAÇAO NACIONAL (FALN)
        - DE RIBEIRAO PRETO/SP
- FORÇA DE LIBERTAÇAO NACIONAL (FLN)
- FRENTE BRASILEIRA DE INFORMAÇOES (FBI)
- FRENTE REVOLUCIONARIA POPULAR (FREP)
- FRAÇAO BOLCHEVIQUE (FB)
- FRAÇAO BOLCHEVIQUE DA POLITICA OPERARIA (FB-PO) = GRUPO CAMPANHA
- FRAÇAO BOLCHEVIQUE TROTSKISTA (FBT)
- FRAÇAO LENINISTA PELA RECONSTRUÇAO DO PARTIDO (FLRP)
- FRAÇAO LENINISTA TROTSKISTA (FLT)
- FRAÇAO OPERARIA COMUNISTA (FOC)
- FRAÇAO OPERARIA TROTSKISTA (FOT)
- FRAÇAO QUARTA INTERNACIONAL (FQI)
- FRAÇAO UNITARIA PELA RECONSTRUÇAO DO PARTIDO (FURP)
- FRENTE DE AÇAO REVOLUCIONARIA BRASILEIRA (FARB)
- FRENTE DEMOCRATICA DE LIBERTAÇAO NACIONAL (FDLN)
- FRENTE DE MOBILIZAÇAO REVOLUCIONARIA (FMR)
- GRUPO BOLCHEVIQUE LENIN (GBL)
- GRUPO CAMPANHA = FB-PO
- GRUPO FRACIONISTA TROTSKISTA (GFT)
- GRUPO INDEPENDENCIA OU MORTE (GIM)
        - DEPOIS: RESISTENCIA ARMADA NACIONAL (RAN)
- GRUPO POLITICO REVOLUCIONARIO (GPR)
- GRUPO TACAPE (DO PCDOB)
- JUNTA DE COORDENAÇAO REVOLUCIONARIA (JCR)
-- LIGA DE AÇAO REVOLUCIONARIA (LAR)
- LIGA COMUNISTA INTERNACIONALISTA (LCI)
- LIGA OPERARIA (LO)
- LIGA OPERARIA E CAMPONESA (LOC)
- LIGA SOCIALISTA INDEPENDENTE (LSI)
- LIGAS CAMPONESAS
-
MOVIMENTO DE AÇAO REVOLUCIONARIA (MAR)
- MOVIMENTO DE AÇAO SOCIALISTA (MAS)
-MOVIMENTOCOMUNISTA INTERNACIONALISTA (MCI)
-MOVIMENTO COMUNISTA REVOLUCIONARIO (MCR)
-MOVIMENTO PELA EMANCIPAÇAO DO PROLETARIADO (MEP)
- MOVIMENTO DE LIBERTAÇAO POPULAR (MOLIPO)
-MOVIMENTO NACIONALISTA REVOLUCIONARIO (MNR)
- MOVIMENTO OPERARIO DE LIBERTAÇAO (MOL)
- MOVIMENTO POPULAR DE LIBERTAÇAO (MPL)
- MOVIMENTO POPULAR REVOLUCIONARIO (MPR)
- MOVIMENTO PELA REVOLUÇAO PROLETARIA (MRP)
- MOVIMENTO REVOLUCIONARIO DE LIBERTAÇAO NACIONAL (MORELN)
        - ANTES: DISSIDENCIA DE NITEROI (DI/NIT); DEPOIS: MOVIMENTO REVOLUCIONARIO OITO DE OUTUBRO (1º) (MR-8)
- MOVIMENTO REVOLUCIONARIO MARXISTA (MRM)

       
- DEPOIS: ORGANIZAÇAO PARTIDARIA CLASSE OPERARIA REVOLUCIONARIA (OPCOR)
- MOVIMENTO REVOLUCIONARIO NACIONAL
- MOVIMENTO REVOLUCIONARIO OITO DE OUTUBRO (1º) (MR-8)
        - ANTES: DISSIDENCIA DE NITEROI (DI/NIT) E MOVIMENTO REVOLUCIONARIO DE LIBERTAÇAO NACIONAL (MORELN)
- MOVIMENTO REVOLUCIONARIO OITO DE OUTUBRO (2º) (MR-8)
        - ANTES: DISSIDENCIA DA GUANABARA (DI/GB)
- MOVIMENTO REVOLUCIONARIO 4 DE NOVEMBRO (MR-4)
- MOVIMENTO REVOLUCIONARIO VINTE E SEIS DE MARÇO (MR-26)
- MOVIMENTO REVOLUCIONARIO TIRADENTES (MRT)
- MTS
- MARX, MAO, MARIGHELA - GUEVARA (M3G)
- NUCLEO COMBATE BRASILEIRO (NCB)
- NUCLEO MARXISTA-LENINISTA (NML)
- ORGANIZAÇAO DE COMBATE MARXISTA LENINISTA - POLITICA OPERARIA (OCML-PO)
- ORGANIZAÇAO COMUNISTA DEMOCRACIA PROLETARIA (OCDP)
- ORGANIZAÇAO COMUNISTA PRIMEIRO DE MAIO (OC-1º MAIO)
- ORGANIZAÇAO COMUNISTA DO SUL (OCS)
- ORGANIZAÇAO MARXISTA BRASILEIRA (OMB)
- ORGANIZAÇAO DE MOBILIZAÇAO OPERARIA (OMO)
- ORGANIZAÇAO PARTIDARIA CLASSE OPERARIA REVOLUCIONARIA (OPCOR)
        - ANTES: MOVIMENTO REVOLUCIONARIO MARXISTA (MRM)
- ORGANIZAÇAO QUARTA INTERNACIONAL (OQI)
- ORGANIZAÇAO REVOLUCIONARIA MARXISTA - DEMOCRACIA SOCIALISTA (ORM-DS)
- ORGANIZAÇAO REVOLUCIONARIA TROTSKISTA (ORT)
- ORGANIZAÇAO SOCIALISTA INTERNACIONALISTA (OSI)
- OUTUBRO
- PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO (PCB) (AGO 61)
- PARTIDO COMUNISTA - SEÇAO BRASILEIRA DA INTERNACIONAL COMUNISTA (PC-SBIC)
        - 01 AGO 34: PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL (PCB)
- PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO REVOLUCIONARIO (PCBR)
- PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL (PCdoB)
- PARTIDO COMUNISTA MARXISTA LENINISTA (PCML)
- PARTIDO COMUNISTA NOVO (PCN)
- PARTIDO COMUNISTA REVOLUCIONARIO (PCR)
- PARTIDO DA LIBERTAÇAO PROLETARIA (PLP)
        - 90: É O NOVO NOME DO COLETIVO GREGORIO BEZERRA (CGB)
- PARTIDO OPERARIO COMUNISTA (POC)
        - DEPOIS: PARTIDO OPERARIO COMUNISTA - COMBATE (POC-C)
- PARTIDO OPERARIO INDEPENDENTE (POI)
- PARTIDO OPERARIO LENINISTA (POL)
- PARTIDO OPERARIO REVOLUCIONARIO TROTSKISTA (PORT)
- PARTIDO OPERARIO SOCIALISTA (POS)
- PARTIDO DA REVOLUÇAO OPERARIA (PRO)
- PARTIDO REVOLUCIONARIO COMUNISTA (PRC)
- PARTIDO REVOLUCIONARIO DO PROLETARIADO (PRP)
- PARTIDO REVOLUCIONARIO DOS TRABALHADORES (PRT)
- PARTIDO REVOLUCIONARIO TROTSKISTA (PRT)
- PARTIDO SOCIALISTA REVOLUCIONARIO (PSR)
- PARTIDO SOCIALISTA DOS TRABALHADORES (PST)
- PARTIDO UNIFICADO DO PROLETARIADO BRASILEIRO (PUPB)
- POLITICA OPERARIA (POLOP; PO)
- PONTO DE PARTIDA (PP)
- RECONSTRUÇAO DO PARTIDO COMUNISTA (RPC)
- RESISTENCIA ARMADA NACIONAL (RAN)
           - ANTES: GRUPO INDEPENDENCIA OU MORTE (GIM)
- RESISTENCIA NACIONAL DEMOCRATICA POPULAR (REDE; RNDP)
- SECRETARIADO INTERNACIONAL (SI)
- SECRETARIADO UNIFICADO (SU)
- TENDENCIA BOLCHEVIQUE (TB)
- TENDENCIA LENINISTA DA AÇAO LIBERTADORA NACIONAL (TL/ALN)
- TENDENCIA LENINISTA TROTSKISTA (TLT)
- TENDENCIA MAJORITARIA INTERNACIONAL (TMI)
- TENDENCIA PROLETARIA DA DEMOCRACIA SOCIALISTA (TP/DS)
- TENDENCIA QUARTA INTERNACIONAL (TQI)
- TENDENCIA TROTSKISTA (TT)
- O TRABALHO NA LUTA PELO SOCIALISMO (OT-LPS)
- O TRABALHO PELA QUARTA INTERNACIONAL (OT-QI)
- UNIAO DOS COMUNISTAS BRASILEIROS (UCB)
- UNIAO MARXIMALISTA (UM)
- UNIAO MARXISTA LENINISTA (UML)
- UNIAO SOCIALISTA POPULAR (USP)
- UNIDADE COMUNISTA (UC)
- VANGUARDA ARMADA REVOLUCIONARIA - PALMARES (VAR; VAR-P; VAR-PAL)
- VANGUARDA POPULAR REVOLUCIONARIA (VPR)
- VANGUARDA SOCIALISTA (VS)
- VERTENTE SOCIALISTA (VERSO)

4- Organizações atuais pré-guerrilheiras

MST:Atuando mais agressivamente que as antigas "Ligas Camponesas", sõa mantidos por "dizimos escorchantes "de seus seguidores. Obrigam os movimentos filiados, a "doarem" parte de recursos que recebem do governo. Invadem terras produtivas e não produtivas . Têm invadido instalações federais e já invadiram uma fazenda da família de um ex-presidente quando ele estava no cargo.Têm um apoio explícito de muitas autoridades do Incra e do Min da Reforma Agrária. Seu líder principal nomoento é Pedro Stédile.
A leitura dos artigos que se seguem demonstram como estão organizados e qual a coloração ideológica. Ler
Madraçais do MST

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

.“Direito de Asilo não é para terroristas” – Presidente Uribe

Do blog MOVCC

CLIQUE AQUI E VOTE CONTRA A LEI QUE VAI ACABAR COM A LIBERDADE NA INTERNET BRASILEIRA

“Direito de Asilo não é para terroristas

Foi o que disse, ontem, indignado, o presidente Uribe para o presidente Daniel Ortega da Nicarágua. O mandatário nicaragüense confirmou ter dado asilo a mais uma guerrilheira das FARC, que foi ferida no ataque em que morreu o terrorista 'Raúl Reyes' em março deste ano.

“Dar proteção política aos terroristas é violar as normas das Nações Unidas", disse Álvaro Uribe, em Atlanta, onde se encontra em um foro comercial junto a outros dignitários da América Central.

"Acabaremos com esses terroristas (das Farc)", afirmou o mandatário colombiano. "Quando se tem estado de direito de boa fé como o Estado da Colômbia, não existe lugar no mundo que vá dar abrigo para terroristas".

A 'CHANCELER' DAS FARC NO EQUADOR É A MULHER A QUEM DANIEL ORTEGA DEU ASILO POLÍTICO

"Esperanza" (esq.), em 2004 em Quito, durante a perseguição da inteligência ao guerrilheiro 'Simón Trinidad'(dir.).

Uma fonte policial em Quito disse ao EL TIEMPO que 'Esperanza' é Nubia Calderón, a companheira de Franklin Aisalla, o equatoriano morto no ataque em que morreu 'Raúl Reyes'. Segundo Ortega, a mulher solicitou asilo à embaixada da Nicarágua em Quito, e em seguida foi trasladada a Manágua, onde é atendida em um hospital, devido aos ferimentos sofridos durante o ataque, e também por uma enfermidade da qual padece há anos.

De Calderón foi companheira do equatoriano Franklin Aisalla, que morreu nessa mesma operação militar junto com o segundo comandante das Farc, 'Raúl Reyes'. Calderón estava radicada no Equador onde, inclusive, obteve duas cédulas de identidade; uma com seu próprio nome, na qualidade de residente estrangeiro, e outra com nomes falsos.

Anos atrás, a mulher havia sido detida durante uma operação de controle na fronteira entre o departamento colombiano de Putumayo e a província equatoriana de Sucumbíos, portando uma cifra importante em dinheiro. Uma gestão do consulado colombiano, nessa província, permitiu que ela permanecesse em liberdade, e foi Aisalla quem reclamou o dinheiro encontrado com ela. Logo, surgiram fotos tiradas em Quito, onde ela aparece ao lado do guerrilheiro das FARC, 'Simón Trinidad', agora detido, e em outras fotos junto a Raúl Reyes.

De Calderón, que segundo as investigações havia convivido em diferentes lugares de Quito junto a Aisalla, não se sabia, até então, seu paradeiro desde a destruição do acampamento de Angostura. O governo equatoriano não emitiu nenhum comunicado a respeito.

“ASILO NÃO É PARA TERRORISTAS” – URIBE

De Atlanta o presidente colombiano disse ao presidente da Nicarágua que o problema se soluciona se as guerrilheiras forem desmobilizadas.

O presidente Álvaro Uribe propôs ontem ao seu homólogo da Nicarágua, Daniel Ortega, que desmobilize as colombianas que ele tem asiladas atualmente em seu país.

“Se essas mulheres firmarem um acordo por lá, com o Governo da Nicarágua, dizendo que se desmobilizam da guerrilha colombiana, magnífico (...) a Colômbia aceitaria isso", afirmou Uribe ao responder o anuncio de Ortega, feito no domingo, de acolher a colombiana "Esperanza", apontada como guerrilheira das FARC, que, tudo indica, foi ferida durante o bombardeio ao acampamento de 'Raúl Reyes' em março passado.

Nubia Calderón é seu verdadeiro nome, e ela tem uma relação amorosa com Franklin Aisalla, o guerrilheiro equatoriano morto nessa mesma operação. Com Calderón já são três colombianas protegidas pelo governo nicaragüense. As outras duas são Martha Pérez e Doris Torres, também feridas no bombardeio, e que receberam asilo em abril.

Durante a entrevista dada à imprensa em Atlanta, E.U., o presidente Uribe assegurou que se as subversivas forem desmobilizadas "o presidente Ortega tem, ao mesmo tempo, a possibilidade de protegê-las e de não incentivar o terrorismo na Colômbia”.

Com antecedentes

O mandatário lembrou que essa mesma fórmula já foi aplicada no passado com o guerrilheiro das Farc Jairo Cuarán Collazos, que chegou ao Chile em 2003.

“Certa vez, o presidente Lagos do Chile me procurou dizendo que havia um guerrilheiro que não podia ser extraditado de seu país, porque ele tinha se casado com uma chilena e tinha tido um filho com ela. A solução que encontramos foi que ele se desmobilizasse das Farc. Deu uma declaração ante as autoridades chilenas nesse sentido e se resolveu o problema", explicou.

Apesar de abrir esta possibilidade, o mandatário colombiano censurou que se outorgue asilo aos guerrilheiros. "O direito de asilo no mundo não é para terroristas. Dar proteção política a terroristas é violar as normas das Nações Unidas”, enfatizou.

Uribe aproveitou a presença dos presidentes da Guatemala e El Salvador na roda de imprensa, para dizer que nesses países "as guerrilhas brigavam contra as ditaduras", porém, a Colômbia "sofre o terrorismo narcotraficante contra a democracia".

E completou que ele tem outras preocupações: "Por outro lado estou muito ocupado, porque os 'Reyes Magos' eram três, e se foi apenas um. Faltam-nos os outros”, disse em referência aos chefes das FARC. Por Andrés Gomes Ososrio - Enviado especial a Atlanta, E.U. – El Tiempo. Tradução de Arthur (MOVCC)





wibiya widget

A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".