Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
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segunda-feira, 21 de abril de 2008

Canalhas Envelhecem

Do portal CINFORM ONLINE
Por Rodorval Ramalho, 19 de abril de 2008

Resumo: Uma frase muito conhecida de Antero de Quental afirma que a tolice num velho é tão incômoda quanto a gravidade numa criança. A idéia caberia como uma luva no caso de Oscar Niemeyer, mas ele é muito mais do que um velho tolo, o comunista centenário é inescrupuloso.

Anos atrás, outro comunista sem escrúpulos (desculpem o pleonasmo), José Saramago, após uma onda repressiva da ditadura cubana, afirmou que até ali ele teria ido com Fidel, mas a partir dali a sua consciência o impedia. Patéticos, esses comunistas! Não sei o que é que faz com que eles aceitem que seu regime predileto assassine 70.435 pessoas, mas não 70.445.

Entretanto, o caso específico de Niemeyer, saudado unanimemente por sua história de ética e coragem, é ainda pior. Ele nunca se incomodou de emprestar o seu apoio à carnificina dos regimes comunistas. Para o bom velhinho os fins justificam os meios. O arquiteto dos Jetsons, na verdade, deve morrer de saudades de líderes como Stálin, Mao Tse Tung, Pol Pot, Enver Hoxha, Ceucescu e outros sociopatas da mesma categoria.

Dias atrás, lendo um jornal de circulação nacional me deparei com uma das manifestações de apoio aos guerrilheiros e narco-terroristas das FARC mais abjetas que já vi. No artigo, o vencedor do prêmio Stálin de 1964 não deixa dúvidas de que envelheceu da pior maneira possível, abolindo todo e qualquer senso moral.

O esquerdiota centenário afirma que os facínoras das FARC são guerrilheiros que lutam contra a opressão de um governo local reacionário e o imperialismo americano que quer roubar as riquezas da Amazônia. Arrrgg!!! Traz-me o dramin!!

O que o rei das obras públicas não falou é que esse governo "reacionário" foi eleito pela ampla maioria do povo colombiano que vem exigindo, permanentemente, a eliminação dos dublês de guerrilheiros e narco-sequestradores. Além disso, o governo eleito tem toda a legitimidade para compor parcerias com países amigos e parceiros no combate ao terrorismo e ao narcotráfico.

O xeleléu de facínoras ainda aproveitou para cantar loas à posição da diplomacia brasileira relativa ao episódio da eliminação de um lote de bandidos das FARC na fronteira com o Equador. O que ele não sabe, ou não quis saber, é que a nossa atitude no caso foi vexatória, pois apenas repetiu as decisões do Foro de São Paulo (a internacional comunista latino-americana) e incluiu uma fuga do Apedeuta, que não topou ir para a reunião de Cúpula que ocorreu na República Dominicana, de onde Álvaro Uribe saiu vitorioso, pois provou que o ataque foi uma reação (e não uma prevenção, como afirma a petralhada) e que os seus "colegas" da Venezuela e do Equador estão auxiliando os terroristas. Uribe pediu desculpas, mas afirmou que para defender o seu país continuará fazendo o que lhe permitirem as leis internacionais.

Niemeyer não se incomoda com os mais de 700 reféns seqüestrados pelos seus amigos, que vivem em condições desumanas pelas florestas da Venezuela; não se incomoda com as pessoas que foram explodidas, literalmente, pelos guerrilheiros; não lhe importam as atrocidades cometidas pelos traficantes de cocaína que tanto mal fazem a milhões de famílias em redor do mundo. Mas, por que haveria de se importar?

Apoiou Mao Tsé Tung: 61 milhões de mortes!
Apoiou Stálin: 35 milhões de mortes!
Apoiou Pol Pot: 2 milhões de mortes!
Apoiou Ceaucescu: 435 mil mortes!
Apoiou Henver Hoxha: 100 mil mortes!
Apóia Fidel Castro: 70 mil mortes!

Sintetizando: apoiou o totalitarismo comunista e seus mais de 100 milhões de assassinatos. Por que não haveria de dar uma força para meia-dúzia de bandidos esquerdistas?

Alguém poderia afirmar que ele está esclerosado, demente, gagá. Infelizmente, não é nada disso. A doença do arquiteto é na alma e o remédio para a cura, neste caso, é praticamente impossível, pois toda uma vida dedicada a cultuar assassinos esmagou-lhe qualquer resquício de culpabilidade.

Ainda lhe restaria a infinita piedade divina, mas para isto ele teria que, pelo menos no fim da vida, experimentar, minimamente que seja, o senso de amar o próximo como a si mesmo. Tarefa impossível no caso de um comunista.

PS: os comunistas chineses estão reprimindo, fortemente, os monges tibetanos. O boboca centenário deve estar em êxtase.

Rodorval Ramalho é sociólogo.

segunda-feira, 24 de março de 2008

Quando devemos nos calar - jogando fora DE NOVO Oscar Niemeyer

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Gerson Faria em 18 de março de 2008

Resumo: Considerar Oscar Niemeyer como um "idiota útil" é ter muito boa vontade e falsear os fatos. Afinal, um idiota útil precisa ser pelo menos verossímil, e a retórica comunista do velho stalinista pode ser tudo, menos isso.

© 2008 MidiaSemMascara.org

Há um tipo de personagem patético no Brasil que, embora desconheça cabalmente o assunto de que trata, não se intimida e fala assim mesmo, confiando em uma cumplicidade na ignorância. Na maioria dos casos, adquiriu fama em outra área e sente-se autorizado a opinar, com a autoridade emprestada àquela. É um tal de engenheiro posando de sociólogo, arquiteto posando de sociólogo, cineasta posando de sociólogo, músico, ativista gay, apresentador de TV, que é difícil saber o que diferencia o sociólogo dessas outras atividades profissionais. Parece que basta emprestar a fama de outra área e está tudo bem. Pelo menos é nisso que esses personagens e seus apoiadores acreditam.

O caso do secular Niemeyer é exemplar. Sempre que pode e o dever chama, empunha sua caneta qual fuzil contra o “Império”, repetindo suas algaravias stalinistas sobre os rumos da humanidade e sua liberdade em risco iminente. Ora, precisa honrar o Prêmio Internacional Stalin para o fortalecimento da Paz entre os Povos, recebido em 1963.

Mas será que alguém ouve Niemeyer? Creio que se ouve Niemeyer por uma certa condescendência para com os senis, aquele tipo de respeito tocante para com alguém que já está visivelmente em outro mundo, diga o que disser.

O fato é que Niemeyer não se trata nem de um idiota útil. O mínimo que se espera de um tipo assim, o idiota útil, é que ao menos seja verossímil. E a verossimilhança requer um pouco de conhecimento da realidade, para poder falseá-la. Seu linguajar stalinesco dos anos 1930 creio não colaborar tanto à causa. O fato de Kruschev ter em 1956 denunciado o massacre stalinista parece ainda não ter credibilidade suficiente ao arquiteto emérito, depositando a culpa dos milhões de cadáveres da URSS ao “Império”, como gosta de se referir aos EUA. Ele não entendeu a política do PCUS da época. Não pode ser considerado um idiota útil. E por isso é devidamente idolatrado nos meios mais esclarecidos da nação, a saber, as escolas do MST e o Palácio do Governo.

Na Folha de S. Paulo de domingo, 16 de março, Niemeyer sai em defesa das Farc, afirmando em certa parte de seu artigo “Quando não devemos calar”:

“O tempo correu e, sem possuir a força para eliminar o movimento político já instalado no país, o governo reacionário de Bogotá passou a acusar a direção das Farc de ser conivente com o narcotráfico em crescente expansão na Colômbia”.

Talvez em 2030, 2050, o arquiteto se dê conta de que um seu conterrâneo, Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, fora detido décadas atrás e, em uma gravação telefônica efetuada pela polícia, abrira o jogo sobre o papel das Farc no tráfico internacional de drogas. O mundo inteiro foi informado. Não me recordo de ter sido a transcrição publicada pela imprensa brasileira. Na colombiana foi e, por incrível que pareça, no jornal eletrônico Cambio, de Gabriel Garcia Marques, íntimo de Fidel Castro, como o arquiteto. O título da matéria era:

La Confesíon de Fernandinho: CAMBIO revela la declaración grabada del narcotraficante brasilero socio de las Farc, que sirvió a EU para procesar a varios comandantes guerrilleros por negocios de cocaína”.

Isso foi em 14 de fevereiro de 2003. Acho que é por isso que Deus dá longevidade a Niemeyer. A esperança divina, sabemos, é infinita.
Comentário do Cavaleiro do Templo: responde esta adorador de assassinos!!!

quarta-feira, 19 de março de 2008

Como a mente esquerdopata legitima os piores crimes que eles mesmos cometem - especial OSCAR NIEMEYER

Oscar Niemeyer é comunista. Fidel mantém uma foto dele e Oscar com certeza faz o mesmo. O texto abaixo é um exemplo de como a mente revolucionário-sociopata atua "nos bastidores" das nossas mentes para nos fazerem crer no que eles querem que acreditemos. Aliás, antes disto, a mente revolucionário-sociopata traz para o debate aquilo que é "indebatível (se é que esta palavra existe)" e assim nos coloca dentro da boca do leão esquerdopata. O antídoto? Entender o que eles estão falando não do prisma da verborragia própria do "perfeito idiota latino-americano". Vou tentar mostrar um pouco sobre o assunto. Vamos lá, com os comentários deste que vos escreve:

Artigo: Quando não devemos calar. Fonte: Folha de São Paulo
Publicado em 17/03/2008

Quando ocorreu a invasão do Equador pela Colômbia, no dia 1º do mês corrente, que resultou na morte de 20 combatentes e de um dos principais líderes das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), Raúl Reyes, escrevi um texto, revoltado com o que havia acontecido (C.T. - ou seja, com o ataque às FARC que resultaram nas mortes citadas). Infelizmente, o texto que redigi não chegou aos jornais antes da solução adotada graças à pronta e corajosa intervenção dos governos latino-americanos, que deram ao mundo uma demonstração de unidade e força em defesa de sua soberania nacional.

Como eu não me limitava a comentar as notícias sobre as Farc que surgiam nos jornais, mas mencionava fatos ou contatos que tive com aquele grupo, tomei a decisão de divulgar o artigo que havia elaborado e agora transcrevo:

"É bom, quando nos vemos diante da necessidade de escrever sobre qualquer assunto, verificarmos que a seu respeito já nos tínhamos manifestado anteriormente, que a nossa reação não surge de um fato novo ocorrido, mas de qualquer coisa que já nos tinha ocupado e sobre ela havíamos assumido uma posição definida.

Refiro-me ao que vem se passando com as Farc, um grupo de revolucionários que, instalados no território da Colômbia, vem-se opondo há décadas ao governo reacionário ainda existente naquele país. (C.T. - um governo eleito que tem apoio de 84% da população e segundo Oscar ainda existe. Ou seja, se ainda existe, é porque para a situação contrária (deixar de existir) é melhor, mesmo a população em peso aplaudindo-o. E Oscar nem mesmo é colombiano, hein!)

É importante aqui registrar, aos que insistem em falar da violência dos revoltosos das Farc, a opinião do historiador britânico Eric Hobsbawm - "Globalização, democracia e terrorismo", Companhia das Letras (C.T. - historiador marxista que acha que alguma coisa de Marx ainda presta mas muitas devem ser jogadas no lixo. Leia aqui algumas reflexões sobre este autor sociopata que o Oscar citou e suas omissões criminosas para entender porque Oscar o escolheu): o combate ao terrorismo, ao longo dos últimos anos, por parte das autoridades colombianas, tem superado, em muito, a violência política desses guerrilheiros. (C.T. - Oscar aceita que eles são guerrilheiros. Mas tenta nos levar a crer que a ação contrária ao grupo guerrilheiro posta em prática por um governo eleito que tem 84% de aceitação seja inaceitável porque um estudo feito demonstraria em tese que a violência do Estado é maior que a violência contra o grupo (FARC). Será mesmo? Alguém viu Uribe plantando bomba para matar guerrilheiro, bomba esta que, colocada em determinado lugar, venha a matar inocentes DELIBERADAMENTE? Alguém viu Uribe manter prisioneiros "FARCistas" amarrados a uma árvore com correntes no meio do mato por anos? Alguém viu Uribe executar algum prisioneiro "FARCista" porque ele, como Presidente da Colômbia, achou que assim deveria ser? Portanto, aqui o Oscar tenta defender o indefensável mas na verdade o que ele quer é nos trazer para este "debate indebatível". É como o Olavo de Carvalho falou: se alguém quiser debater se sua mãe é prostituta ou não, você não deve entrar em discussão com ele para provar que sua mãe não faz sexo em troca de dinheiro. Se você aceita este debate, você já afirmou a possibilidade da proposta. Você simplesmente desmarcara o debatedor.)

Lembro-me do emissário desse grupo que, muitos anos atrás, me procurou em meu escritório de Copacabana, (C.T. - portanto, Oscar não só aceita conversar com guerrilheiros armados que sequestram e matam pessoas, além de serem traficantes de drogas como aceita-os em seu escritório no Brasil. Oscar prova, portanto, que FARCistas entram sim no Brasil e têm encontros com pessoas "de peso" em nosso país) e pedindo-me que desenhasse um cartaz contra o Plano Colômbia, que, organizado pelo governo norte-americano, visava intervir nas Farc, ferindo a soberania do país. (C.T. - aqui podemos inferir que as FARC, segundo Oscar, não ferem a soberania da Colômbia. O que fere a soberania da Colômbia é o Plano Colômbia que, organizado pelos EEUU, pela China, pela própria Colômbia ou pelos marcianos e posto em prática pelo governo que tem 84% de aceitação. Ou será que ele queria dizer que os EEUU é que ferem a soberannia da Colômbia? Se assim for, onde estão as provas de que os EEUU organizaram o Plano Colômbia?).

Recordo a maneira emocionada como aquele emissário me falava do assunto, da revolta que exibia ao comentar a violência com que o governo colombiano tentava destruí-los. (C.T. - os FARCistas são traficantes, guerrilheiros, sequestradores e, pelo jeito, segundo o Oscar, deveriam esperar que o Uribe lhes enviassem flores e bombons. Me digam: o governo do Uribe tem adesão maciça de seu povo, daqueles que mais sofrem com a existência das FARC. Porque Oscar acha que isto acontece? Porque ele acha que a popularidade do Uribe cresceu depois que Raúl Reyes foi morto? Qualquer grupo que pegue em armas contra o Estado merece balas, não beijos. Mas é assim mesmo, a mente revolucionário-sociopata quer se revoltar, quer destruir o que existe para implantar o que está dentro de suas cabeças. Mentirosos ao extremo, os revolucionários são capazes de utilizar slogans como "liberdade, igualdade e fraternidade" e no momento seguinte mandar um monte de gente para a guilhotina, contradizendo imediatamente os seus objetivos "abertos ao público", mas sem JAMAIS contradizer o objativo oculto, que é a tomada do poder e a ocupação das cadeiras que antes eram dos "guilhotinados". É só briga por poder travestida de idealismo. Nada mais, nada menos. E os idiotas úteis são guilhotinados juntos com os ex-mandatários. O que Oscar disse extamente foi o seguinte: O POVO COLOMBIANO AO APOIAR URIBE ESTÁ CONTRA O PROJETO DE TODA A ESQUERDOPATIA LATINO-AMERICANA). Em poucos dias, desenhei o cartaz que ele havia me pedido -um protesto contra aquele plano odioso (C.T. - que é de acabar com as FARC). Uma colaboração política que muito me agradou, ao saber ter sido aquele cartaz utilizado até na Europa (C.T. - portanto, de alguma forma as FARC estão na Europa também, mesmo que apenas fazendo propaganda de si mesmas. Mas pode ser muito mais do que isto...).

O tempo correu e, sem possuir a força para eliminar o movimento político já instalado no país, o governo reacionário de Bogotá passou a acusar a direção das Farc de ser conivente com o narcotráfico em crescente expansão na Colômbia. (C.T. - vejamo que diz o juiz Federal de Mato Grosso do Sul Odilon de Olveira sobre FARC e tráfico de drogas: "... a cocaína representa outros 45% da receita das Farc, que produzem 39% da droga colombiana...." íntegra aqui. Mas Oscar acha que as FARC não são traficantes. Parece piada, não? Mas me digam: quem é Oscar em matéria de investigação criminal? Ele não é apenas um arquiteto famoso? Ou teria ele provas de que as FARC não são traficantes? Se tem, porque não apresenta para nós em uma entrevista à imprensa, por exemplo? Quem sabe assim o juiz federal citado venha a entender que as investigações dele foram uma imensa farsa criada pelos "malditos americanos".)

Agora, no momento em que toda a América Latina se une contra as ameaças do imperialismo norte-americano (C.T. - em plena dinastia Castro, onde um irmão passou o trono para o outro, Oscar vem nos falar em imperialismo americano...), é que, numa atitude de violência e desrespeito inexplicável, o governo da Colômbia resolve invadir o território do Equador, comprometendo a unidade com que a América Latina tão bem vem se organizando contra todas essas pressões vindas dos Estados Unidos (C.T. - veja isto aqui, o FORO DE SÃO PAULO, e aqui, no BRASIL, o SOCIALISMO PETISTA, que vai extinguir o capitalismo, como está neste vídeo feito pelo PT com todas estas letras, e colocar no lugar o que nem mesmo eles sabem o que será nem como.)

Com sensatez e firmeza, o governo brasileiro, por meio de seu ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, reclamou uma palavra de desculpa por parte do presidente colombiano, Álvaro Uribe. E de Hugo Chávez, presidente da Venezuela, veio a resposta direta e corajosa que a esquerda latino-americana esperava (C.T. - aqui Oscar teve a coragem de assumir o que a esquerdopatia revolucionária latinoamericana quer para o continente, ou seja, destruir qualquer coisa que seja contrária às suas convicções, visto que Oscar, ao se referir ao que fez o Chávez, está falando evidentemente das movimentações das tropas venezuelanas em direção à Colômbia em um evento que não teve absolutamente nada a ver com a Venezuela, exceto o projeto do FORO DE SÃO PAULO de nome URSAL).

Sabemos muito bem que os Estados Unidos têm a ambição de se apossar das riquezas existentes na Amazônia e que o governo da Colômbia se presta a servir de ponta-de-lança para essa finalidade.

Mas agrada-nos, principalmente, constatar a maneira altiva e vigorosa com que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem atuando frente aos problemas desta América Latina tão vulnerável e ofendida". (C.T. - é um primor de ser humano este Oscar, não? Jamais fica sequer sentido com os SEQUESTRADOS, por exemplo.)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

FIDEL E O GOLPE DA REVOLUÇÃO OPERADA POR OUTROS MEIOS

Do blog MOVIMENTO ENDIREITAR
Escrito por Reinaldo Azevedo, na VEJA em 25 de fevereiro de 2008

A semente do mensalão está na pistola com que Che Guevara executou um guerrilheiro que roubara um pedaço de pão. O dossiê dos aloprados foi planejado em Sierra Maestra. O aparelhamento do estado e a farra dos cartões desfilaram com Fidel Castro em Havana, em 1959. Isso é história de mentalidades, não de nexos pobremente causais. O assalto ao Erário, à ordem legal e à administração do estado seria apenas a revolução operada por outros meios. Os criminosos precisam dessa mitologia para reivindicar seu exclusivismo moral. É coerente que propagandistas do PT como o arquiteto Oscar Niemeyer, o cantor Chico Buarque e Frei Betto sejam também embaixadores (i)morais da ditadura cubana.

Fidel, vê-se, é uma figura marcante na história do Brasil. A justificativa nada improcedente do golpe militar de 1964 foi impedir a "cubanização" do país. Figuras que transitam neste governo têm sua folha corrida ou sua lenda pessoal ligadas à trajetória do "comandante". José Dirceu, por exemplo, ganhou seu caráter e uma de suas caras treinando guerrilha na Cuba revolucionária. Há quem jure que nunca deu um tiro. O sindicalista Luiz Inácio Lula da Silva, que estreou no anticomunismo, aproximou-se do castrismo por razões, acredite!, pragmáticas. Derrotados de 64 forneceram ao dito então "novo sindicalismo" a vértebra política que ele não tinha e lhe emprestaram aquela mitologia da "resistência". Na versão mítica, os derrotados do comunismo que voltaram do exílio tentariam construir o socialismo recorrendo aos instrumentos que a própria "burguesia" lhes forneceria. Padres de passeata aspergiram na mistura um pouco da pervertida água benta anticapitalista, e pronto! Estava criado o PT. Para quê?

As esquerdas, diz um amigo, não têm uma teologia, só uma demonologia. Ainda não definiram as virtudes pelas quais lutam, mas têm claros os valores contra os quais conspiram, e o mais importante de seus alvos é a liberdade. O alemão Karl Marx (1818-1883), pai intelectual dos comunistas, tinha certa atração pelo demônio – o próprio filho o chamava de "diabo"; devia ter lá seus motivos. Em Marx e acólitos, o novo homem se faz da destruição do patrimônio cultural que herdamos, não de uma nova resposta às demandas geradas por essa herança. Por isso o marxismo tentou apagar no "cérebro dos vivos" o "pesadelo das gerações mortas". Eliminar a memória é condição essencial do totalitarismo. As revoluções e golpes comunistas sempre foram exímios na destruição de sistemas, mas incapazes de criar alternativas: caracterizam-se por longos processos de depuração, expurgos, retratações e purgações inquisitoriais. Como diria o cubanófilo Chico Buarque, inventaram o pecado, mas não o perdão.

Num ambiente em que se articulam "teologia", "demonologia" e "esquerdas", uma voz autorizada é a de Frei Betto, o mais pio dos nossos "cubanos", eventualmente ímpio, já que é um religioso. O homem é de uma coragem moral admirável na amizade que mantém com Fidel. Em seu convicto repúdio ao inferno capitalista, jamais se deixou impressionar por execuções sumárias. Como diria Padre Vieira (1608-1697), a coragem moral é de Betto, mas o risco é dos outros. Ele já tem seu veredicto: "Não há nenhum sintoma em Cuba de que o país possa retornar ao capitalismo". Betto esconjura o demônio. Trata-se da reza macabra habitual: justificar ou ignorar crimes, sejam fuzilamentos ou mensalões, em nome de amanhãs sorridentes. É o que tem feito outro renitente apologista do comunismo, Oscar Niemeyer, com o peso dos seus 100 anos – a União Soviética não resistiu mais do que 74... Na carta de renúncia, Fidel citou o arquiteto, afirmando que é preciso "ser conseqüente até o final". Até o fim de quem?

Ocorrem-me, diante de Niemeyer, as palavras do poeta português Antero de Quental (1842-1891) ao responder a um adversário intelectual: "Levanto-me quando os cabelos brancos de V. Exa. passam diante de mim. Mas o travesso cérebro que está debaixo e as garridas e pequeninas coisas que saem dele, confesso, não me merecem nem admiração nem respeito, nem ainda estima. A futilidade num velho desgosta-me tanto como a gravidade numa criança. V. Exa. precisa menos cinqüenta anos de idade, ou então mais cinqüenta de reflexão".

E há Chico Buarque, o terror da propriedade e dos casamentos privados do Leblon. Sim, a nossa Palas Athena da MPB tem até um retrato no Museu da Revolução de Cuba, tal é a admiração que lhe devota o "comandante". O povo prefere Nelson Ned e a novela Escrava Isaura. Entendo: deve identificar o dono da ilha com Leôncio, o bandidão senhor de escravos. "Chico", essa entidade acima da moral e, quiçá, dos bons costumes, faz lirismo voluntário com o sangue involuntário das vítimas de Fidel. Um talentoso idiota moral.

Boa parte da imprensa não fugiu a esse clima de leniência (ou "leninência": não resisti ao trocadilho, perdoe-me) com o "comandante". Sua renúncia assanhou as células do ódio à democracia e à economia de mercado. Sob o pretexto da isenção, atribuíram ao facínora uma herança "ambígua". Num rasgo de covardia intelectual, decretou-se: "Só a história poderá julgá-lo".

Fidel mandou matar em julgamentos sumários 9 479 pessoas. Estima-se que os mortos do regime cheguem a 17 000. Dois milhões de pessoas fugiram do país – 15% dos 13 milhões de cubanos. Isso corresponderia a 27 milhões de brasileiros no exílio. Ele matou 130,76 indiví-duos por 100 000 habitantes; Pinochet, o facínora chileno, "apenas" 24; a ditadura brasileira, "só" 0,3. O comandante é 435,86 vezes mais assassino do que os generais brasileiros, que encheram de metáforas humanistas a conta bancária de Chico Buarque. A história dirá quem foi Fidel? Já disse! Permaneceu 49 anos no poder; no período, passaram pela Casa Branca, lá no "Império" detestado por Niemeyer, dez presidentes!

Cadê a ambigüidade? A mitologia da resistência é uma trapaça ideológica a emprestar a homicidas compulsivos a dignidade de utopistas. Hoje, os nossos "cubanófilos" estão empenhados é em assaltar os cofres. O problema não está nas duas caras que eles têm, mas na moral que eles não têm. E é bom lembrar: os ladrões vulgares não desistiram de solapar a democracia.

Publicado originalmente no site diegocasagrande.com.br

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Oscar Niemeyer - um brasileiro para ser riscado da memória nacional, esquecido completamente, jogado no lixo...

Por Cavaleiro do Templo

Leiam porque este ser humano deve ser riscado do mapa da memória nacional nas matérias seguintes.

- Niemeyer diz que Fidel continua na luta contra imperialismo
- Niemeyer acredita que Fidel continuará lutando contra o imperialismo

Patético, não? A fonte de informação é a mesma e as matérias foram publicadas com a diferença de apenas algumas horas no dia 19 de fevereiro de 2008.

Uma das perolas: ""O grande líder continuará na luta contra as forças reacionárias do imperialismo americano", informou Niemeyer em comunicado."

Imperialismo é um treco exercido por um imperador e/ou uma "força imperadora" que impõe seus desejos goela abaixo dos outros, certo? Mas não são nos estados socialistas/comunistas que a força de um grupo de sociopatas determina TUDO aos seus "subordinados", mantidos presos por muros, inclusive (Cuba e China, para citar só dois)? Quem são imperadores, portanto?

Os EEUU querem manter sua HEGEMONIA, coisa que qualquer psías deseja quando chega ao topo. Cuba adoraria ser hegemônica ou será que Fidel/Cuba não aceitaria este posto se lhe fosse oferecido? Aliás, eles, se fossem hegemònicos, colocariam muro ao redor do mundo e se tornariam...

... IMPERADORES. Como a antiga URSS fez depois da II Guerra Mundial com os pobres coitados do outro lado do muro, construídos por eles mesmos para que os escravos não fugissem para cá.

Certo ou errado?

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Um século de hipocrisia

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Por Rodrigo Constantino em 17 de dezembro de 2007

“É divertidíssima a esquizofrenia de nossos artistas e intelectuais de esquerda: admiram o socialismo de Fidel Castro, mas adoram também três coisas que só o capitalismo sabe dar - bons cachês em moeda forte; ausência de censura e consumismo burguês. Trata-se de filhos de Marx numa transa adúltera com a Coca-Cola...” (Roberto Campos)


Niemeyer, sejamos bem francos, não passa de um hipócrita. O arquiteto mamou e muito nas tetas estatais, tornando-se um homem bem rico. No entanto, ele insiste em pregar, da boca para fora, o regime comunista, a “igualdade” material entre todos.

Na prática, Niemeyer é um capitalista, não um comunista. Mas um capitalista da pior espécie: o que usa a retórica socialista para enganar os otários. Sua festa do centenário ocorreu em São Conrado, bairro de luxo no Rio, para 400 convidados. Bem ao lado, vivem os milhares de favelados da Rocinha. Artistas de esquerda são assim mesmo: adoram os pobres, de preferência bem longe.

Outro aclamado artista socialista é Chico Buarque, mais um que admira Cuba bem de longe, de sua mansão. E cobra caro em seus shows, mantendo os pobres bem afastados de seus eventos. A definição de socialista feita por Roberto Campos nos remete diretamente a estes artistas: “No meu dicionário, ‘socialista’ é o cara que alardeia intenções e dispensa resultados, adora ser generoso com o dinheiro alheio, e prega igualdade social, mas se considera mais igual que os outros”. Leia mais aqui

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".