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terça-feira, 27 de novembro de 2007

Eles só querem igualdade: homossexuais de calcinha e sutiã e seu direito de livre expressão

Do blog do JULIO SEVERO

No lançamento da Frente em Defesa da Comunidade Gay na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, um homossexual dançou de calcinha e sutiã na frente dos deputados. Parece piada? Não é. O fato ocorreu em 24 de outubro de 2007.

Até há pouco tempo, presumia-se que as casas legislativas eram lugares onde o decoro e o respeito eram obrigatórios, nos trajes e nas atitudes.

Eu próprio tive de me conformar semanas atrás, quando estava passando na entrada do plenário de uma casa legislativa sem terno e gravata. O segurança me alertou que com trajes comuns eu não poderia passar por ali. Obedeci à lei. Ai de mim ou de qualquer outro cidadão comum se tentarmos entrar nesses lugares sem terno e gravata em pleno horário de sessão legislativa!

Agora, um homossexual de calcinha e sutiã pode se sentir mais à vontade, pois talvez a primeira preocupação do segurança ou dos políticos não seja deter o escândalo moral em público, mas evitar processos ou rótulos de preconceito!

O noticiário G1, do decadente império Globo, registrou o evento da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, mas evitou a responsabilidade de condenar o fato patentemente pornográfico, limitando-se a relatar as palavras de revolta do Dep. Waldir Agnello:

“Roupas mínimas — calcinha e sutiã — para uma mulher já seria inadequado. Para um homem, continua sendo inadequado também. Podem usar nos lugares digamos privados, mas num lugar público não. Aqui é a casa do povo. Por isso, tem que ser respeitada e respeitar todos os tipos de pessoas que temos aqui”.

Mesmo com o protesto do Dep. Agnello, nenhum segurança apareceu para deter o homossexual desrespeitoso.

No entanto, o deputado socialista Carlos Gianazzi, organizador do evento, defendeu o ato do homossexual de calcinha e sutiã, dizendo: “Foi uma normalidade até porque a Parada Gay de São Paulo, do orgulho gay de SP, isso é absolutamente natural e isso é transmitido por toda imprensa, toda imprensa transmite, fotos em jornal, a televisão, as pessoas participam, os deputados participam também”. Interessante confissão, pois embora ninguém imagine que eventos contendo semi-nudez sejam apropriados para crianças, os organizadores das paradas gays insistem em defender a idéia de que as paradas são espetáculos para a família toda — e até a mídia pró-homossexualismo colabora com essa idéia equivocada mostrando crianças, mas ocultando todo tipo de imagem que assustaria olhos e corações desacostumados a ver orgias em público.

Contrariando todos os seus amigos esquerdistas, que defendem as paradas como atrações para a família inteira, Gianazzi preferiu dizer a verdade sobre o clima normal de bordel desses eventos. Nas paradas gays, é comum a semi-nudez — e muito mais. Os ativistas homossexuais sabem e reconhecem isso. Daí, a explicação deles é que o homossexual de calcinha e sutiã na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo não fez absolutamente nada de anormal pelos padrões das paradas gays, onde ocorre tudo, desde homossexuais de trajes mínimos até nudez, uso de drogas e sexo explícito.

Já que nem mesmo numa casa legislativa os seguranças conseguiram intervir contra o exibicionismo imoral de um homossexual, e agora? O que será do resto da sociedade? E se um professor homossexual sentir vontade de um dia aparecer de calcinha e sutiã diante dos alunos? E se um empregado homossexual quiser um dia aparecer de calcinha e sutiã na loja onde trabalha? Seus defensores poderão alegar que tal comportamento é perfeitamente normal, pelos padrões das paradas gays. Se essa desculpa não funcionar e algum “moralista fanático” tentar deter sua exibição homoerótica, seus defensores poderão alegar o enfadonho argumento de que eles estão sendo vítimas de perseguição, humilhação, discriminação, etc. Esse truque não falha, pelo menos não diante da mídia liberal.

Por enquanto, nenhum professor homossexual saiu do armário pornográfico para se assumir de calcinha e sutiã em plena sala de aula, mas um caso recente deixou a Rede Globo escandalizada. Duas professoras lésbicas, que iniciaram um namoro na escola, foram demitidas, porque seu comportamento impróprio era uma afronta e desrespeito aos alunos e seus pais.

Parece que a Globo ficou escandalizada porque as crianças, que podem ver homossexualismo em suas novelas, estão sendo impedidas de vê-lo ao vivo nas salas de aula. “Oh, que horror! Desse jeito, como é que as crianças respeitarão os direitos homossexuais se não podem testemunhar duas lésbicas de mãos dadas ou se beijando?”, imaginam os lunáticos globais. Ou você fica com a mídia liberal, ou é sumariamente tachado de preconceituoso e aliado de skinheads.

Sem dúvida alguma, se tivessem feito a cobertura da destruição de Sodoma, os jornalistas globais teriam aproveitado para atacar não os pecados abomináveis dos sodomitas, mas o “preconceito” de Deus, que decidiu eliminar de uma vez por todas um lugar culpado de viver em farras segundo sua peculiar orientação sexual.

Sodoma, de acordo com a Bíblia, foi destruída porque era um bordel de sodomia, onde os cidadãos viviam paradas gays 365 dias por ano. Os sodomitas queriam estuprar até anjos enviados por Deus! É de preocupar que, do jeito que está em suas concessões ao homossexualismo, São Paulo acabe também se tornando uma cidade onde até anjos poderão correr o risco de ser alvos do mesmo tipo de taradice.

O começo da homoerotização brasileira em público chegou, onde uma casa legislativa, que existe para respeitar e defender os cidadãos e os bons costumes, se prostra diante de um homossexual de calcinha e sutiã apenas para mostrar que defende direitos homossexuais — direitos que inevitavelmente protegerão e promoverão maior homoerotização em todo o Brasil.

Hoje, toleram-se homossexuais em trajes mínimos. E amanhã? Tolerarão o que? Nudez, uso de drogas e sexo homossexual explícito em casas legislativas, escolas e outros lugares públicos?

Lembre-se: Os militantes gayzistas só querem igualdade. Igualdade de fazer em toda a sociedade exatamente o que fazem nas paradas gays.

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Lula discursa para seus companheiros sociopatas do FORO DE SÃO PAULO

Por Luiz Inácio Lula da Silva
02 de julho de 2005

Meus queridos companheiros e companheiras dirigentes do Foro de São Paulo que compõem a mesa,

Meus queridos companheiros e companheiras que nos estimulam com esta visita ao 12º Encontro do Foro de São Paulo,

Não preciso ler a nominata toda, porque os nomes já foram citados pelo menos três vezes. E se eu citar mais uma vez, daqui a pouco alguém vai querer se candidatar a vereador ou a prefeito, aqui, em São Paulo.

Primeiro, uma novidade: sabem por que a Nani está sentada lá atrás? Porque há poucos dias o Brasil ganhou da Argentina e ela não quer ficar aqui perto da mesa.

Meus companheiros, minhas companheiras.

Como sempre, eu tenho um discurso por escrito, como manda o bom protocolo da Presidência da República, mas, como sempre também, eu tenho uma vontade maluca de fazer o meu improviso.
E eu queria começar com uma visão que eu tenho do Foro de São Paulo. Eu que, junto com alguns companheiros e companheiras aqui, fundei esta instância de participação democrática da esquerda da América Latina, precisei chegar à Presidência da República para descobrir o quanto foi importante termos criado o Foro de São Paulo.

E digo isso porque, nesses 30 meses de governo, em função da existência do Foro de São Paulo, o companheiro Marco Aurélio tem exercido uma função extraordinária nesse trabalho de consolidação daquilo que começamos em 1990, quando éramos poucos, desacreditados e falávamos muito.

Foi assim que nós, em janeiro de 2003, propusemos ao nosso companheiro, presidente Chávez, a criação do Grupo de Amigos para encontrar uma solução tranqüila que, graças a Deus, aconteceu na Venezuela.

E só foi possível graças a uma ação política de companheiros. Não era uma ação política de um Estado com outro Estado, ou de um presidente com outro presidente. Quem está lembrado, o Chávez participou de um dos foros que fizemos em Havana. E graças a essa relação foi possível construirmos, com muitas divergências políticas, a consolidação do que aconteceu na Venezuela, com o referendo que consagrou o Chávez como presidente da Venezuela.

Foi assim que nós pudemos atuar junto a outros países com os nossos companheiros do movimento social, dos partidos daqueles países, do movimento sindical, sempre utilizando a relação construída no Foro de São Paulo para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política. Foi assim que surgiu a nossa convicção de que era preciso fazer com que a integração da América Latina deixasse de ser um discurso feito por todos aqueles que, em algum momento, se candidataram a alguma coisa, para se tornar uma política concreta e real de ação dos governantes. Foi assim que nós assistimos a evolução política no nosso continente.

Certamente não é tudo que as pessoas desejam, se olharmos o ideal do futuro que queremos construir, mas foi muito, se nós olharmos o que éramos poucos anos atrás no nosso continente. Era um continente marcado por golpes militares, era um continente marcado por ausência de democracia. E hoje nós somos um continente em que a esquerda deu, definitivamente, um passo extraordinário para apostar que é plenamente possível, pela via democrática, chegar ao poder e exercer esse poder. Esse poder que é construído no dia-a-dia, esse poder que é construído a cada momento com muita dificuldade. Mas, quando exerce o cargo de presidente da República de um país, ele não será lembrado apenas pela quantidade de obras que conseguiu realizar ou apenas pela quantidade de políticas sociais que ele fez.

Eu tenho feito questão de afirmar, em quase todos os pronunciamentos, que a coisa mais importante que um governante pode fazer é estabelecer um novo padrão de relação entre o Estado e a sociedade, entre o governo e as entidades da sociedade civil organizada. E consolidar, de tal forma, que isso possa ser duradouro, independente de quem seja o governo do país.

E é por isso que eu, talvez mais do que muitos, valorize o Foro de São Paulo, porque tinha noção do que éramos antes, tinha noção do que foi a nossa primeira reunião e tenho noção do avanço que nós tivemos no nosso continente, sobretudo na nossa querida América do Sul.

Todas as vezes que um de nós quiser fazer críticas justas, e com todo direito, nós temos que olhar o que éramos há cinco anos atrás na América Latina, dez anos atrás, para a gente perceber a evolução que aconteceu em quase todos os países da nossa América.

E eu quero dizer para vocês que muito mais feliz eu fico quando tomo a informação, pelo Marco Aurélio ou pela imprensa, de que um companheiro do Foro de São Paulo foi eleito presidente da Assembléia, foi eleito prefeito de uma cidade, foi eleito deputado federal, senador, porque significa a aposta decisiva na consolidação da democracia no nosso país.

Se não fosse assim, o que teria acontecido no Equador com a saída do Lucio Gutiérrez? Embora o Presidente tenha saído, a verdade é que o processo democrático já está mais consolidado do que há dez anos atrás.

O que seria da Bolívia com a saída do Carlos Mesa, recentemente, se não houvesse uma consciência democrática mais forte no nosso continente entre todas as forças que compõem aquele país?

A vitória de Tabaré, no Uruguai: quantos anos de espera, quantas derrotas, tanto quanto as minhas. Ou seja, a paciência de esperar, de construir, de somar, de estabelecer políticas que pudessem consolidar, definitivamente, não apenas a vitória, mas tirar o medo de muita gente do povo, que se assustava quando imaginava que a esquerda pudesse ganhar uma eleição.

O que significa a passagem da Argentina? Num momento em que ninguém queria ser presidente, o Duhalde assume e consegue, em dois anos, não só começar a recuperar a economia da Argentina, como consegue eleger um sucessor com a personalidade do presidente Kirchner.

Os chilenos, depois de tantas e tantas amarguras, num período que muita gente não quer nem se lembrar, estão agora prestes a, pela quarta vez consecutiva, reeleger um presidente, eu espero que uma presidente, ou seja, uma mulher presidente daquele país. Isso não é pouco, isso é muito.

E o que nós precisamos é trabalhar para consolidar, para que a gente não permita que haja qualquer retrocesso nessas conquistas, que são que nem uma escada: a gente vai conquistando degrau por degrau. E, às vezes, até paramos um pouco num degrau para dar um passo um pouco maior, porque se tentarmos dar um passo muito grande poderemos cair, nos machucar e a caminhada retrocederá.

O Foro de São Paulo, na verdade, nos ensinou a agir como companheiros, mesmo na diversidade. A coordenação do Foro de São Paulo, que envolvia parte das pessoas que estão aqui, não pensava do mesmo jeito, não acreditava nas mesmas profecias, mas acreditava que o Foro de São Paulo poderia ser um caminho. E foram inúmeras daquelas reuniões que ninguém quer participar, às vezes, pegar um vôo, andar quatro, cinco horas de avião e parando três, quatro vezes para chegar num lugar e encontrar meia dúzia de companheiros para se reunir. E esses companheiros que tiveram a coragem de assumir essa tarefa, eu acho que hoje podem estar orgulhosos, porque valeu a pena a gente criar o Foro de São Paulo.

No começo, eu me lembro que alguns partidos nem queriam participar, porque acharam que nós éramos um bando de malucos. O que não faltava eram adjetivos. E quanto mais perto as pessoas iam chegando do poder, mais distantes iam ficando do Foro de São Paulo.

A minha vinda aqui, hoje, é para reafirmar uma coisa: a gente não precisa esquecer os nossos companheiros quando a gente ganha uma eleição para presidente da República. A gente precisa continuar tendo as nossas referências para que a gente possa fazer cada vez mais e cada vez melhor. E é isso que eu quero fazer como exemplo, ao sair de Brasília e vir aqui.

Vocês sabem que eu não posso brincar o tanto que eu já brinquei, as coisas que fazia nos outros, porque quando nós começamos o Foro de São Paulo, a gente ficava implorando para ter um jornalista e não tinha nenhum. E hoje tem muitos e eu já não posso fazer as brincadeiras, eu não posso fazer o que fazia antes e nem dizer tudo o que eu dizia antes.

Mas uma coisa eu quero que vocês saibam: valeu a pena acreditar em nós mesmos e saber que nós vamos levar muitos anos, muitos... Nós não conseguiremos fazer as transformações que acreditamos e por que brigamos tantos anos em pouco tempo. É um processo de consolidação.

Eu estava vendo as imagens do primeiro encontro e fico triste porque a velhice é implacável. A velhice parece que só não mexe com a Clara Charf, que é do mesmo jeito desde que começou o primeiro Foro, mas todos nós, da mesa, envelhecemos muito. Espero que tenha valido a pena envelhecer, Marco Aurélio. Eu me lembro que eu não tinha um fio de cabelo branco, um fio de barba branca e hoje estou aqui, todos estão, de barba branca.

Meus companheiros,

Eu estou feliz porque vocês acreditaram. Reuniões que não eram fáceis, difíceis, muitas vezes as divergências eram maiores que as concordâncias e sempre tinha a turma que fazia o meio de campo para contemporizar, procurar uma palavra adequada para que não houvesse nada que pudesse criar embaraço para o Foro de São Paulo.

Eu quero dizer uma coisa para vocês: não está longe o dia em que o Foro de São Paulo vai poder se reunir e ter, aqui, um grande número de presidentes da República que participaram do Foro de São Paulo.

As coisas caminham para isso. Nós aprendemos que a organização da sociedade é um instrumento excepcional e nós aprendemos que o processo democrático pode garantir que a gente concretize esses sonhos nossos.

No Brasil, eu espero que o PT tenha preparado para vocês os informes que vocês devem levar para os seus países, e é importante que o Foro de São Paulo consiga que os outros países apresentem também as coisas que estão acontecendo em cada país, para que a gente vá consolidando os avanços das políticas sociais que tanto nosso povo precisa.

Esses dias eu estava assinando, ou melhor, sancionando o Fundo de Habitação Popular, lá em Brasília, e não tinha me dado conta de que, quando foi falar o líder do povo, que luta por habitação no Brasil, ele não agradeceu a lei que vai criar o Fundo, ele não fez menção. A coisa mais importante para ele não era o fato de termos criado uma lei que criava um fundo de moradia; a coisa que mais o marcou no discurso é que era a segunda vez que ele tinha conseguido entrar no Palácio de governo do Brasil. E aí a minha memória voltou a 1994, o Marco Aurélio estava comigo, quando eu fui visitar o Mandela. Na porta do Palácio tinha um monte de pessoas, mulheres e homens, andando felizes. E eu perguntei para o Mandela: o que essa gente faz aqui, desfilando? Ele falou: “Lula, essa gente era proibida de passar na frente do palácio, portanto, hoje eles vêm aqui. Só o fato de eles entrarem no recinto do Palácio, tem muitos que choram, tem muitos que querem colocar a mão na parede. E se eu estiver perto para tirar fotografia”, me dizia o Mandela, “então, isso é a realização máxima.”

Além disso a nossa relação, e é o Dulci que cuida da relação com o movimento social, eu penso que não existe, na história republicana, ou não sei se não existe na história da América do Sul, algum momento em que o movimento social esteve tão próximo das relações mais saudáveis possíveis com o governo do que nós temos hoje.

Vejam que os companheiros do Movimento Sem-Terra fizeram uma grande passeata em Brasília. Organizada, muito organizada. E todo mundo achava que era um grande protesto contra o governo. O que aconteceu? A passeata do Movimento Sem-Terra terminou em festa, porque nós fizemos um acordo entre o governo e o Movimento Sem-Terra, pela primeira vez na história, assinando um documento conjunto.

Alguns dias depois, foi a Confederação da Agricultura, milhares de trabalhadores. E quando chegaram no Palácio, já tinha um acordo firmado com os companheiros, que foram para as ruas fazer uma festa.

Esse tipo de comportamento, de mudança que houve no Brasil, demonstra que a democracia veio para ficar. A democracia veio, no nosso país, para se consolidar. E vocês, que são visitantes, companheiros que estão preocupados com as notícias que têm saído no Brasil, tenham consciência de uma coisa: seria impensável que eu fosse governar este país quatro anos e não tivesse problemas. Seria impensável, ou seja, nós já conseguimos o máximo, ou seja, nós já conseguimos fazer com que o FMI fosse embora sem precisar dar nenhum grito.

Eu dizia para o Palocci: Palocci, o que você vai fazer quando não precisar mais fazer acordo com o FMI? Porque alguns aqui passaram a vida inteira gritando, ou seja, de repente você construiu uma situação política em que não precisou fazer absolutamente nada a não ser dizer: não precisamos mais do acordo com o FMI.

Na política, o que está acontecendo eu encaro como uma certa turbulência, mas que só existe efetivamente num processo que vai se consolidando fortemente, da democracia.

Eu quero que vocês saibam e voltem para os seus países com a certeza de que eu entendo que a corrupção é uma das desgraças do nosso continente, e muitas vezes quando alguém falava que nós éramos pobres por conta do imperialismo, eu dizia: pode ser até meia-verdade, mas a outra verdade é que nesses países da América do Sul e da América Latina nem sempre nós tivemos dirigentes que fizessem as coisas corretas para o seu povo e com o dinheiro público.

É por isso que tenho afirmado, num pronunciamento, que seremos implacáveis com adversários e com aliados que acharem que podem continuar utilizando o dinheiro público para ficarem ricos, mas da mesma forma seremos também implacáveis no trabalho de consolidar o processo democrático brasileiro. Não permitiremos retrocesso. Alguns, antes de nós, morreram para que nós chegássemos onde nós chegamos, e nós temos consciência do sacrifício que se fez no Brasil, do sacrifício que se fez no Chile, do sacrifício que se fez na Argentina, do sacrifício que se fez no Uruguai, do sacrifício que se fez no Peru, do sacrifício que se fez na Colômbia, em todos os países, para que o povo pudesse sentir o gosto da coisa chamada democracia.

E, portanto, nós, estejam certos disso, o Lula que vocês conheceram há quinze anos atrás está mais velho, mas também muito mais experiente e muito mais consciente do papel que temos que jogar na política da América do Sul, da América Latina, da África e, eu diria, na nova concepção de política no mundo inteiro.

Não foi fácil criar o G-20, não. Não foi fácil convencer um grupo de países de que era possível mudar a geografia comercial do mundo se estabelecêssemos entre nós um grau de confiança e de relação em que pudéssemos, cada um de nós, entender que temos que nos ajudar muito mais. É por isso que hoje a gente pode olhar para vocês e dizer: a relação comercial Sul-Sul aumentou em mais de 50%. Nós estamos comprando mais e vendendo mais de nós mesmos. Nós estamos estabelecendo parcerias entre nossas empresas. Esses dias, fizemos não sei quantos acordos, 26 acordos, com a Venezuela. Agora foi feito um monte de acordos com a Colômbia. Estamos fazendo acordo com a Argentina, com o Chile, ou seja, os nossos empresários têm que se encontrar, estabelecer parceria. Os nossos sindicalistas têm que se encontrar e estabelecer formas conjuntas. Os partidos têm que se encontrar, os parlamentares têm que se encontrar, o Foro de São Paulo tem que exigir cada vez mais a criação de um parlamento do Mercosul para que a gente possa consolidar definitivamente o Mercosul, não como uma coisa comercial, mas como uma instância que leve em conta a política, o social, o comercial e o desenvolvimento.

Esses dias, nós fomos à Guiné-Bissau. Aliás nós já visitamos mais países da África, acho, do que todos os governantes da história do Brasil. E fomos à Guiné-Bissau e fizemos uma reunião. Guiné-Bissau é um país de língua portuguesa, pequeno, praticamente destruído. E eu dizia ao Presidente e aos parlamentares: para que guerra, para que uma guerra na Guiné-Bissau? É um país destruído. A única chance que aquele país tem é a construção da paz, eles têm que construir um país para depois brigar pelo poder, porque senão estão brigando em torno de nada. Nem o Palácio Presidencial está de pé. Eu fui ao banheiro do Presidente, não tinha água. E eu dizia: meu Deus do céu, vocês precisam encontrar um jeito de transformar a paz na mais importante bandeira de vocês, porque somente a partir dela é que vocês poderão construir o país.

Esse trabalho é um trabalho que leva anos e anos. E nós apenas estamos começando. Nós apenas estamos transitando pelo mundo tentando estabelecer uma nova ordem, em que a gente consiga as vitórias na Organização Mundial do Comércio, que precisamos. E foi assim que nós ganhamos a questão do açúcar, foi assim que nós ganhamos a questão do algodão, foi assim que nós ganhamos a questão do frango congelado. Parece pouco, mas era muito difícil ganhar uma coisa na Organização Mundial do Comércio. E por conta do G-20 já ganhamos três e poderemos ganhar muito mais, adotando o princípio que nós aprendemos desde que começamos a nossa militância política, de que se todos nós nos juntarmos, nós derrotaremos os outros.

Por isso, eu tenho viajado muito. Eu viajei, possivelmente, em dois anos, mais do que muitos presidentes viajaram e vou continuar viajando, porque as soluções para os problemas do Brasil não estão apenas dentro do Brasil, as soluções para os problemas de Cuba não estão só dentro de Cuba, não estão dentro da Argentina, não estão dentro da República Dominicana, não estão dentro do México, ou seja, é preciso que a gente resolva outros problemas externos para que a gente possa consolidar as soluções de alguns problemas internos.

Por isso, meus companheiros, minhas companheiras, saio daqui para Brasília com a consciência tranqüila de que esse filho nosso, de 15 anos de idade, chamado Foro de São Paulo, já adquiriu maturidade, já se transformou num adulto sábio. E eu estou certo de que nós poderemos continuar dando contribuição para outras forças políticas, em outros continentes, porque logo, logo, vamos ter que trazer os companheiros de países africanos para participarem do nosso movimento, para que a gente possa transformar as nossas convicções de relações Sul-Sul numa coisa muito verdadeira e não apenas numa coisa teórica.

E eu estou convencido de que o Foro de São Paulo continuará sendo essa ferramenta extraordinária que conseguiu fazer com que a América do Sul e a América Latina vivessem um dos melhores períodos de democracia de toda a existência do nosso continente.

Muito obrigado a vocês. Que Deus os abençoe e que eu possa continuar merecendo a confiança da Coordenação, que me convide a participar de outros foros. Até outro dia, companheiros.

Luiz Inácio Lula da Silva é o maior, mais brilhante e mais competente presidente dos 507 anos de história do Brasil. O discurso foi proferido no ato político de celebração aos 15 anos do Foro de São Paulo, em São Paulo, no dia 02 de julho de 2005. Seu original pode ser visto no insuspeito site da Presidência da República do Brasil no link logo abaixo:

http://www.info.planalto.gov.br/download/discursos/pr812a.doc

Mentirosos, populistas e anti-democráticos

Do blog ALERTA TOTAL
Edição de Artigos de Sábado, 20 de janeiro de 2007
Por Jorge Serrão

O espectro da mentira, da esquizofrenia populista e da total falta de respeito ao estado de segurança do Direito rondam a América Latina. O fantasma de uma pretensa integração do continente, sob a desculpa esfarrapada de uma revolução de “esquerda”, esconde interesses econômicos daqueles que desejam ampliar seu controle e hegemonia sobre os valiosos recursos naturais de nossos “pobres-ricos” países. A ideologia dos “fantasminhas camaradas” esconde uma sofisticada dominação econômica neocolonial.

Em português claro, os novos “libertadores” das Américas, com ilusório verniz progressista e fantasia esquerdista, agem sob ordens dos controladores da tradicional nobreza econômica européia. Eis o motivo pelo qual são tão raivosos contra os Estados Unidos da América os presidentes da Venezuela, Bolívia e Equador. Os três patéticos (que de patetas não têm nada) fazem coro com Fidel Castro, outro mantido vivo no poder eterno pela turma que se junta na City de Londres para controlar o sistema Capitalista (seja na forma tradicional, nas Sociais Democracias, nos Capitalismos de Estado ou nos arremedos de socialismo).

Os filhotes do Império Europeu cobram do sindicalista Lula da Silva a mesma postura de cachorro raivoso contra os EUA – nação que se encontra em processo de decadência, por ter caído na armadilha assimétrica do terrorismo. Mas Lula está em processo diplomático de "paz e amor". Não quer saber de briga. E sim de negociação e, se possível, conciliação pragmática. Agora, fala mais alto seu inconsciente de sindicalista de resultados. Mas seus colegas latinos querem o pau comendo.

Não restam dúvidas de que o bloco carnavalesco do Foro de São Paulo (balaio de alguns partidos de esquerda, movimentos sociais e até grupos narco-guerrilheiros, cujos membros se reuniram, esta semana, em El Salvador, para definir táticas de plano de aceleração da “revolução socialista”) desfila ódio aos ianques, agindo na defesa oculta aos parceiros econômicos europeus. O moribundo Fidel, o vivíssimo Chávez, o programado Morales e o “jovial” Correa jamais teatralizam por acaso ou de graça. O papel deles é bem pago pelos controladores interessados em mega-negócios.

O boliviano Evo Morales teve a cara de pau de afirmar ontem, no Rio de Janeiro, onde participa da Cúpula de Líderes do Mercosul, que “o bloco econômico sul-americano é uma união contra o império dos países desenvolvidos, representado por políticas do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial”. Morales chegou a se gabar que, antes, a América Latina só tinha um presidente contra o Império, Fidel Castro, e agora tem três” – referindo-se a ele mesmo, a Hugo Chávez e a Rafael Correa. O índio tirou Lula da jogada, propositalmente. Os marionetes latinos brigam para ver quem mais agrada aos reais controladores.

Os bicudos do Foro de São Paulo não andam se beijando ultimamente nessa disputa de poder interna. O presidente da Venezuela chegou à Cúpula do Mercosul fazendo fortes críticas ao assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia. El Zorro enfiou a espada bolivariana na barriga do magro Sargento Garcia para criticar a participação do brasileiro na reunião anterior do grupo, em Cochabamba, na Bolívia. Chávez reclamou que Garcia coordenou por um ano um grupo de trabalho, para discutir a integração dos países da América Latina. Chaves critica que Garcia não apresentou “resultado”.

Acirrando ainda mais a briga entre as marionetes da nobreza econômica européia, os banqueiros ingleses estão na bronca com a turma de Lula. No encontro de cúpula foi recusada uma proposta da Venezuela para a criação do Banco do Sul - uma instituição que apoiaria financeiramente os projetos do Mercosul. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o Banco do Sul não é opção, pelo menos imediata, para o Mercosul. Mantega defendeu que “seria melhor usássemos os bancos já existentes, de cada país, para projetos mais imediatos".

As razões do verdadeiro papel de Chaves e Morales – no combate aberto aos EUA e na defesa oculta dos negócios da nobreza econômica européia - se desmontam com fatos objetivos. O que pode justificar e explicar que Hugo Chávez tenha assinado, na capital do Reino Unido, no dia 15 de maio do ano passado, um até agora pouco esclarecido “Tratado dos Povos das Américas com Londres”. Não foi por coincidência que o tal acordo foi firmado depois que a Venezuela foi aceita no Mercosul.

Literalmente para “inglês ver”, Cháves visitou a capital britânica entre 14 e 16 de maio passado, para encontros com o prefeito de Londres, Ken Livingstone, líderes sindicais e um grupo de deputados trabalhistas da oposição. Mas o embaixador venezuelano na Inglaterra, Alfredo Toro Hardy, explicou que o motivo da visita de Chávez "foi para agradecer os diferentes setores da sociedade britânica que apoiaram o governo da Venezuela". No acordo, os controladores ingleses lhe encomendaram a criação de um banco de fomento continental. Quem controlaria o banco? Elementar, meu caro Watson...

Na mesma balada, o índio Morales vira e mexe baixa na Europa, beijando as mãos e os pés de seus ocultos sustentadores políticos – e que financiaram a aventura do líder cocaleiro ao poder em um país estratégico como reserva de valor por seus recursos minerais. Antes mesmo de assumir a presidência, em janeiro de 2006, Morales visitou a Espanha, passou pela Bélgica e pela Holanda. A viagem não foi de turismo, muito menos de marketing político. Foi para acerto de contas e definição de posturas.

Em Bruxelas, Morales se reuniu com o Alto Representante de Política Exterior e Segurança da União Européia, Javier Solana, quem lhe deu garantias de apoio da UE a seus supostos planos para sacar a Bolívia da pobreza. Na verdade, ele acertou fontes de financiamento para políticas compensatórias que garantem voto e poder – como os bolsa família do Brasil. Em Haia, Morales teve um jantar de trabalho com o chanceler Ben Bot, e os empresários do setor de gás natural. Também visitou a França, e partiu para China, África do Sul e Brasil.

Morales voltou a receber ordens diretas de seus controladores no dia 25 de novembro, quando viajou novamente para a Holanda, na primeira etapa de uma viagem que o levaria também à Nigéria e a Cuba, se uma crise não tivesse estourado na Bolívia e o tivesse obrigado a voltar correndo. Antes de retornar, firmou um pacto entre a administração boliviana e a companhia petrolífera anglo-holandesa Shell. A Shell controla -junto com a britânica Ashmore - 50% da operadora dos gasodutos bolivianos, enquanto a Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) possui 33,57%.

Ainda para fortalecer seus laços de submissão com a nobreza econômica européia, Evo Morales participou de reuniões com representantes do então governo holandês interino, entre eles o primeiro-ministro, Jan Peter Balkenende, e o ministro do Exterior, Ben Bot. A visita foi encerrada, rapidamente, com uma audiência com a rainha Beatrix e a princesa de origem argentina Máxima Zorreguieta. Morales tratou, com as duas nobres, de um projeto de micro-financiamento para empresas bolivianas. Papo estranho...

Tal como Morales, na semana que termina, o Brasil de Luiz Inácio (Os marketeiros do Planalto pedem para a imprensa arquivar o Lula de seu nome) fechou um mega-acordo com os holandeses – que são mega-investidores por aqui, embora muita gente não saiba, dada a discrição deles. Nos últimos anos, os Países Baixos têm ocupado as primeiras posições no “ranking” de investidores externos no Brasil, liderando a lista nos anos de 2002 e 2004. Mais de 100 empresas de capital neerlandês estão estabelecidas no Brasil, algumas das quais com uma longa história de participação no processo de industrialização do país. A relação dessas empresas se encontra disponível na página da Câmara de Comércio Holanda-Brasil.

Em 2005, o Brasil exportou para os Países Baixos US$ 5 bilhões e 200 milhões em mercadorias. Entre os principais produtos exportados encontram-se, por ordem de valor: soja; pasta química de madeira; óleos brutos de petróleo; carne de frango; ligas de alumínio; ferro, nióbio; carne bovina; etanol; suco de laranja e frutas (uvas, maçãs e melões). Já as importações brasileiras dos Países Baixos somaram, em 2005, cerca de US$ 586 milhões, o que permitiu à parte brasileira alcançar expressivo saldo comercial de US$ 4 bilhões. Entre os produtos comprados dos Países Baixos figuraram como principais, em 2005, por ordem de valor: medicamentos; preparações para ração animal; sulfato de amônio e outros produtos químicos.

Os dados objetivos comprovam que não existe teoria da conspiração. Mas, sim, conspiração em prática, no campo político e econômico, usando a ideologia como fator de dominação, para que cresça na América Latina um bloco pró-europeus e, obviamente, anti-norte-americano. Nossos dirigentes latino-americanos, seus partidos políticos e os grupos de poder dos quais fazem parte, apesar da aparência “revolucionária” e radical, são meros agentes conscientes do poder real exercido pela nobreza econômica européia na AL.

Os latinos fazem o que mandam os organismos multilaterais de investimentos ou das transnacionais controladas pelos reais donos do mundo. Somos colônias modernas. Os lordes das finanças centralizam seus negócios na City de Londres (onde são controlados os preços internacionais das commodities e onde estão sediados os bancos que historicamente controlam as eternas dívidas externas dos países da região). Quem não entender tal processo jamais saberá como pensar um projeto econômico que dê aos países da AL condições verdadeiras de soberania, autodeterminação e progresso efetivo para seus povos historicamente explorados.

Enquanto isso não ocorre, os faltos revolucionários, mentirosos, populistas e anti-democráticos vão tomando os governos de assalto e ampliando os espaços de poder político e econômico para os senhores aos quais servem “realmente”, como vassalos. O autoritarismo vai fincando bases no continente. Uma recém-promulgada lei, aprovada quinta-feira pelo Congresso da Venezuela, habilita o presidente Hugo Chávez a governar por decreto. Parece a nossa já consagrada farra de medidas provisórias... E por aqui é gestado o pacote humorístico do Plano de Aceleração do Crescimento (a ser anunciado por Lula, na segunda-feira). Estes são apenas sinais sutis de uma "apertura" política a curto prazo.

Por enquanto, a poderosa Águia assiste a tudo igualzinha ao papagaio da também famosa piada lusitana. O bicho não fala nada, mas sua inteligência "presta uma atenção"... E seus estrategistas sabem que uma reviravolta autoritária na América Latina, com o apoio da nobreza econômica européia, significará a franca decadência do Império norte-americano, no curto e médio prazos.

Os cidadãos brasileiros, esclarecidos, devem ficar espertos, para que não sejamos meros joguetes na briga de falcões já em andamento. Ou formulamos um projeto para o Brasil, acima das criminosas ideologias, ou continuaremos sendo, como há quinhentos anos, meros colonizados, mantidos artificialmente na miséria, apesar da riqueza de nossos recursos humanos e naturais. Os controladores jogam o jogo deles. Mas a opção de ser realmente uma Nação feliz será de cada um de nós.

Jorge Serrão é jornalista, radialista e publicitário, especialista em Administração Pública e Assuntos Estratégicos. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total (http://alertatotal.blogspot.com)

PSOL oposição ao PT? Mas nem nunca...

O PSOL (que também faz coro no FORO DE SÃO PAULO), aparentemente de oposição (se é do FSP não é oposição coisíssima nenhuma, oras...), decidiu votar com o governo e a favor da Venezuela (claro, pois "seu" Hugo Chávez "de Cadeia" também é participante do FSP).

Afinal, os trotkistas brasileiros são financiados pelos grandes empresários socialistas fabianos europeus.

Os mesmos que fecharam com Hugo Chávez, no meio do ano passado, no Reino Unido, o estranho Tratado dos Povos das Américas com Londres.

Depois disto, (re)leia este outro post e este também.

Quem é a Governadora PETISTA da Pará, estado onde meninas-escravas-sexuais ficam presas junto com os bandidos

Do Blog ALERTA TOTAL
Edição de Artigos de Segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Por Márcio Accioly

Acusada da prática de vários ilícitos, a governadora do Pará, Ana Júlia Carepa (PT), deve ser considerada pessoa de muita sorte. Pelo menos, ainda não foi condenada a cumprir qualquer período de prisão numa das celas imundas de delegacias do estado que supostamente administra.

Ali, todos os dias surgem novas denúncias de que mulheres paraenses dividem celas prisionais com homens, sob os auspícios do Estado. A própria governadora admitiu o fato, em nota postada no site oficial do governo, afirmando ser “prática lamentável que, infelizmente, já acontece há algum tempo”.

Sua excelência também garantiu que “o sistema de segurança vai investigar com rigor todas as denúncias”, tranqüilizando cidadãs e cidadãos. Todos sabemos, depois de declaração desse porte, como os envolvidos serão presos e punidos na forma da lei.

Para quem não se lembra, diante da enxurrada de acusações, desvios e patifaria que engloba parte considerável de nossas autoridades, Ana Júlia Carepa é aquela mesma acusada de “improbidade administrativa e enriquecimento ilícito”, em ação ajuizada na Justiça Federal de Marabá, no Pará.

Além disso, sua excelência foi flagrada na CPI da Biopirataria num esquema abarcando o Ibama, em que filiados e parlamentares petistas ligados àquele órgão “facilitavam a extração de madeira ilegal do Pará, em troca de doações de madeireiros para campanhas de candidatos do PT”.

Descobriu-se, por exemplo, que uma assessora da senadora, Maria Joana da Rocha Pessoa, recebia parte da propina em depósitos nas suas contas bancárias. Por lá, passaram valores “dezesseis vezes mais alto do que a renda anual que Maria Joana declarou à Receita Federal”.

Os valores aumentavam à medida que as eleições se aproximavam. O fato é que a assessora de Ana Júlia movimentou, em duas contas bancárias, “uma quantia superior a dois milhões de reais”, quando possuía renda anual de 124 mil e 800 reais.

O chefe do “esquema de desmatamento ilegal no Pará”, segundo denúncia da revista Veja à época, era Marcílio Monteiro que foi casado com a hoje governadora e por ela indicado para a gerência executiva do Ibama no Estado. Tudo em casa!

Numa costura de bastidores efetuada dentro da CPI, impediu-se o indiciamento da então senadora e de seu ex-marido (apesar dos indícios), para que não fosse derrubado o relatório final.

Por tudo isso, espera-se que a governadora não utilize o mesmo “rigor” do relatório final da CPI da Biopirataria que excluiu seu nome. Nem adote procedimento posto em prática, depois que assumiu o governo, quando nomeou sete parentes em 70 dias, inclusive o ex-marido Marcílio Monteiro, embrulhado na citada CPI.

O fato é que não existe referência no comportamento de nossas “autoridades”, a maioria cometendo os mesmos delitos que deveria combater. São péssimos exemplos os oferecidos, transmitindo à população claros sinais de que a roubalheira está liberada e que tudo é permitido.
Se for verdade que estamos caminhando para confronto de graves proporções, em função desses desmandos, a explosão será sem precedentes, tendo em vista absoluto descompasso. Não se sabe mais o que é certo nem errado. Existe, sim, a certeza de que a impunidade entre os detentores do poder é absoluta e sem regras.

A criminalidade crescente nas ruas deveria servir de alerta aos que transgridem todas as regras, impondo as próprias vontades. Mas ninguém parece enxergar nada.

Bolívia "virando" dois países

Governadores de cinco departamentos da região mais rica da Bolívia, a chamada Meia Lua, se reuniram em Santa Cruz de La Sierra para rechaçar a nova Constituição - aprovada em primeira instância no sábado, em um quartel, sem a participação da oposição.

Os governadores anunciaram uma Carta Autonômica Constitucional, uma espécie de Constituição paralela, imposta de forma unilateral e que põe a região a um passo de formalizar a independência.

O presidente do Comitê Cívico de Santa Cruz, Branko Marinkovic, já avisou:

“Não vamos nos submeter a uma Carta feita de forma autoritária. A autonomia de Santa Cruz foi aprovada pela população numa consulta popular e a Constituição que apresentamos nesta segunda-feira é resultado disso. Vamos criar um novo Legislativo e novas formas de gestão”.

Fundador do Weather Channel: Aquecimento Global é a maior fraude da história

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Gerson Faria em 27 de novembro de 2007

Resumo: John Coleman, fundador da TV a cabo The Weather Channel, deu início a uma série de matérias curtas tentando explicar por que não vê fundamento científico no Aquecimento Global.

© 2007 MidiaSemMascara.org

O fenômeno “aquecimento global” devido a fatores humanos parece estar ocorrendo de fato. Não na natureza, e sim no debate público em torno ao assunto. No último dia 11, John Coleman, fundador da TV a cabo The Weather Channel e atualmente meteorologista da Kusi News, de San Diego, deu início a uma série de matérias curtas tentando explicar por que ele não vê fundamento científico no Aquecimento Global.

Coleman não foi o primeiro a se levantar contra a fraude. Vários outros cientistas já se manifestaram contrários ao caráter político, não científico e totalitário, criados e mantidos pela ONU e congêneres. Críticos inclusive participantes do próprio IPCC da ONU. Talvez o melhor documentário até hoje realizado trazendo com pormenores esse assunto é “The Great Global Warming Swindle” (http://www.greatglobalwarmingswindle.co.uk/ ou aqui com legendas em um post do próprio Cavaleiro do Templo), que fornece qualidade ao debate, sem a necessidade de prêmios da Academia e nobéis.

Cientistas não precisam de prêmios e nem de reconhecimento público. Por mais que se queira negar, apenas um cientista pode estar mais certo do que outros 200 ou 2000. A categoria “democracia” não se aplica à busca da verdade. A voz do povo não é a voz da ciência e muito menos de Deus. E quem precisa desse tipo de compensação de massas são os atores e personalidades políticas. É claro que o meio científico pode se tornar refém de verbas públicas e de projetos políticos e por esses se direcionar. Mas não a ciência em si.

Um dos maiores físicos da história, Richard Feynman, fugia aos telefonemas dos suecos, quando de sua premiação ao Nobel. E nunca teve a pretensão de explicar seus diagramas ao mundo, prometendo a salvação. Feynman foi um cientista de fato.

Mas há um outro ponto mais prosaico que sempre escapa à crítica. Os cientistas que, com base na realidade dos dados da natureza e sua dinâmica, rejeitam a hipótese de aquecimento global antropogênico, normalmente são difamados ao estilo leninista, perseguidos e tachados de “negacionistas” (http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=5592), de “receber dinheiro da indústria do petróleo” e outros. Já Al Gore, que é abertamente um investidor no eco-negócio com sua empresa Generation Investment Management, e de fato ganha dinheiro com a histeria ecológica, é poupado. E, como bom político, não tem pudores de, conhecendo tanto de meteorologia quanto Britney Spears de cardiologia, sair propagando retoricamente pseudoteses comprovadamente furadas. Científico isso não é, mas pode ser até democrático, ou seja, opinar mesmo sem ter conhecimento nenhum do assunto, bastando a existência de uma platéia.

Mas a voz de Coleman parece vir em boa hora. Ele é um experiente homem da TV e daí talvez sua linha argumentativa seja mais palatável ao público do que os gráficos de correlação usuais dos cientistas sérios e da retórica de salvação-danação dos falsos profetas.

Eis a íntegra de seu libelo:

“Esta é a maior fraude da história. Estou perplexo, horrorizado e extremamente ofendido por isso. Aquecimento Global: isso é uma FRAUDE. Alguns cientistas covardes com motivações políticas e ambientalistas manipularam dados científicos de longa duração para criar uma ilusão de aquecimento global acelerado. Outros cientistas do mesmo tipo, do ambientalismo lunático, pularam para dentro do círculo para apoiar e ampliar a ‘pesquisa’ para avançar na reivindicação totalmente direcionada e fraudulenta do aquecimento global. Seus amigos no governo direcionaram imensas verbas para pesquisa, de modo a manter ativo o movimento. Logo clamaram ser um consenso.

Extremistas ambientais, notáveis políticos entre eles, agruparam-se com filme, mídia e outros jornalistas ambientalistas de esquerda para criar esse cenário ‘científico’ selvagem da civilização, ameaçando as conseqüências do Aquecimento Global a menos que adiramos à sua agenda radical.

Agora, sua ridícula manipulação da ciência foi aceita como fato e se tornou o tema fundamental para a CNN, CBS, NBC, Partido Democrata, Governador da Califórnia, professores e, em muitos casos, cidadãos ambientalmente conscientes e bem informados, porém facilmente enganáveis. A apenas um repórter da ABC foi permitido discordar do frenesi do Aquecimento Global com um segmento de 15 minutos de um documentário.

Eu não me oponho ao ambientalismo. Não me oponho às posições políticas de um ou outro partido. No entanto, Aquecimento Global, i.e., Mudança Climática, não tem nada a ver com ambientalismo ou política. Não é uma religião. Não é algo em que se crer. É ciência: a ciência da meteorologia. Esta é minha área de experiência de uma vida. E estou afirmando que o Aquecimento Global é um não-evento, é uma crise manufaturada e uma fraude total. Digo isso sabendo que provavelmente não acreditará em mim, um mero apresentador do clima na TV, desafiando um Prêmio Nobel, ganhador do Prêmio da Academia e do Emmy e vice-presidente dos EUA. Que assim seja.

Li dezenas de artigos científicos. Conversei com numerosos cientistas. Estudei. Pensei sobre o assunto. Sei que estou certo. Não há uma mudança climática desgovernada. O impacto dos seres humanos no clima não é catastrófico. Nosso planeta não está em perigo. Sou incensado pelo incrível glamour da mídia, pela besteira politicamente correta e pela rude rejeição aos contra-argumentos pelo alto prelado do Aquecimento Global.

Em tempo, daqui a uma década ou duas, essa fraude ultrajante será óbvia. Quando a temperatura aumentar, as geleiras polares derreterem e mesmo assim as enchentes costeiras e supertempestades não ocorrerem como predito, todos perceberão como foram ludibriados. O céu não está caindo. Ciclos naturais e mudanças do clima são tão ou mais responsáveis por qualquer alteração climática (global) que esteja ocorrendo. Acredito de modo convicto que nos próximos vinte anos será tão provável de se ver uma onda de resfriamento como hoje vêem uma de aquecimento.”

Pequena entrevista de Coleman à CNN, no programa de Glenn Beck:
http://edition.cnn.com/video/#/video/bestoftv/2007/11/13/glenn.beck.global.warming.cnn

Blog de John Coleman:
http://www.kusi.com/weather/colemanscorner/11338421.html

Artigo original de Coleman:
http://icecap.us/index.php/go/joes-blog/comments_about_global_warming/

Traduzido e adaptado exclusivamente para o MSM por Gerson Faria

Comentário do Cavaleiro do Templo: Olavo (de Carvalho) já havia dito que o motivo real desta farsa toda é mover o mundo contra os Estados Unidos, um dos únicos redutos da resistência mundial ao imbecilismo que assola o planeta, qual seja a mentalidade revolucionária. Ao diminuir a produção industrial, ataca-se o coração daquele país.

Três lições inesquecíveis - por Olavo de Carvalho

Do portal do filósofo que não tem medo de sociopatas e meu ídolo, OLAVO DE CARVALHO

O espetáculo reconfortante da humilhação pública do senhor Hugo Chávez foi um dos mais instrutivos das últimas semanas. Com ele aprendemos três lições: sobre o que é democracia, sobre o que é um rei e sobre como funciona (ou não funciona) a cabeça de um revolucionário.

Quanto ao senhor Hugo Chávez, fazendo diante da reprimenda aquela expressão inconfundível de perplexidade e medo, mostrou algo que há anos venho dizendo: todos esses líderes revolucionários, a começar por Fidel Castro, pelos chefes das Farc e pela multidão dos nossos terroristas indenizados por seus próprios crimes, são indivíduos fracos, covardes, frouxos, bons para atirar em manifestantes desarmados ou para matar pelas costas adversários desprevenidos, mas incapazes de qualquer ato de genuína coragem, que por definição é sempre um ato solitário.

Valentes diante dos holofotes ou fortalecidos pela proteção de uma rede internacional de cúmplices, tão logo se vêem abandonados à própria sorte só o que sabem fazer é implorar como Che Guevara: "Não me matem! Não me matem!". Mostra-me os teus heróis e eu te direi quem és.

(1) Ao exigir o respeito devido ao seu antecessor José Maria Aznar, que ali fora ofendido por um orador insolente, o senhor Zapatero mostrou a diferença - que nem sempre há, mas deveria haver - entre esquerda democrática e esquerda revolucionária. Esta última acredita que seus projetos sociais são tão sublimes que fazem dela "o primeiro escalão da espécie humana", como dizia Che Guevara, condição que a autoriza a ignorar solenemente os deveres morais e legais que pesam sobre as pessoas comuns e a investe do direito de mentir, trapacear, roubar e matar ilimitadamente em nome das belezas imaginárias de um futuro hipotético. Já a esquerda democrática, consciente da fragilidade das idéias humanas, pode lutar pelos seus projetos com entusiasmo, mas sabe que eles valem menos do que a regra do jogo em que concorrem com os do adversário.

Para o revolucionário, só o que importa é modificar a sociedade - se não a natureza humana - de maneira integral e irreversível, passando por cima de tudo e de todos. O democrata, de direita ou de esquerda, sabe que nenhuma mudança introduzida por um governo é tão inquestionavelmente boa que deva a priori estar vacinada contra a possibilidade de que o governo seguinte a reverta. Zapatero mostrou que, na ordem democrática, ninguém tem a última palavra.

(2) Um rei não é um governante. É o comandante vitalício das Forças Armadas, o garantidor da autoridade dos governos sucessivos, o guardião de uma ordem que permanece enquanto os políticos passam. Com sua inesperada intervenção, o rei Juan Carlos não entrou no mérito do assunto em debate. Apenas garantiu, contra a insolência de um monólogo ditatorial histérico, o direito do seu chefe de governo à palavra. Não faltarão na mídia brasileira desinformantes cínicos o bastante para tentar impingir ao leitor um relato invertido, fazendo de Chávez o indiozinho indefeso, oprimido pela prepotência do colonizador. Mas a seqüência das imagens mostra claramente que foi Chávez o primeiro a oprimir o interlocutor, só se detendo, atônito, ante a entrada em cena de uma personalidade mais forte. Se as palavras dessa personalidade foram exemplarmente abruptas e cortantes, isso só mostra que não é próprio da função real tagarelar, mas tapar a boca dos tagarelas que se arrogam o monopólio da fala.

(3) Quanto ao senhor Hugo Chávez, fazendo diante da reprimenda aquela expressão inconfundível de perplexidade e medo, mostrou algo que há anos venho dizendo: todos esses líderes revolucionários, a começar por Fidel Castro, pelos chefes das Farc e pela multidão dos nossos terroristas indenizados por seus próprios crimes, são indivíduos fracos, covardes, frouxos, bons para atirar em manifestantes desarmados ou para matar pelas costas adversários desprevenidos, mas incapazes de qualquer ato de genuína coragem, que por definição é sempre um ato solitário. Valentes diante dos holofotes ou fortalecidos pela proteção de uma rede internacional de cúmplices, tão logo se vêem abandonados à própria sorte só o que sabem fazer é implorar como Che Guevara: "Não me matem! Não me matem!". Mostra-me os teus heróis e eu te direi quem és.

Congresso americano pede a Bush "verdadeiras ações" contra o plano nuclear de Chávez

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO

"EEUU não pode permitir que esta ameaça se desenvolva em nosso hemisfério", denunciam os congressistas.

Dois membros do Congresso dos Estados Unidos pediram hoje ao Governo do presidente Bush, para empreender "verdadeiras ações" que detenham o programa de desenvolvimento nuclear do venezuelano, Hugo Chávez.

"Os Estados Unidos no não podem continuar permitindo que esta ameaça se desenvolva no nosso hemisfério, denunciaram em uma declaração escrita os congressistas Connie Mack, republicano, e Ron Klein, democrata, ambos da Florida. O pronunciamento aconteceu depois que Chávez anunciou em um canal francês de televisão que Venezuela, igualmente ao Irã, "está avançando" em seus planos para começar um programa de desenvolvimento nuclear.

Segundo os congressistas, a presença do venezuelano no Irã, na próxima semana "teria relação" com seu interesse nuclear. Os dois congressistas são conhecidos por seus ativismos contra o populismo anti-Estados Unidos de Chávez. Klein, que é também vice-presidente de um grupo de trabalho legislativo sobre o Irã, promoveu uma resolução aprovada, neste mês, na qual a Câmara de Representantes expressa sua preocupação pela presença iraniana na América Latina.
"O Irã tem grande interesse em ajudar a Venezuela no desenvolvimento da tecnologia nuclear”, expressaram em seu comunicado conjunto. "Em fevereiro de 2006, o presidente da Câmara legislativa iraniana anunciou uma oferta de ajuda à Venezuela nesse campo”. Por sua parte, Mack afirmou que Chávez não oculta seus planos de "seguir os passos de seu amigo Mahmud Ahmadineyad", o presidente iraniano, e de iniciar um programa nuclear na Venezuela - e, ao que parece, está agora "decidido a cumprir esse desejo".

"A perigosa aliança entre Chávez e Ahmadineyad, e seu desejo de desenvolver tecnologia nuclear, deve ser causa de grande alarme para Estados Unidos e seus aliados da região", insistiu Mack, além de Klein sustentar que a proliferação nuclear "é uma das maiores ameaças para a segurança nacional".

A riqueza venezuelana em petróleo e, particularmente, em gás natural "deveria sugerir que é o poder térmico e não o nuclear a opção lógica para a geração de energia", segundo Mack. "Devido ao que, o Departamento do Estado compartilha de nossas preocupações sobre a Venezuela e sua crescente relação com Irã, o presidente Bush deve AFRONTAR este tema e tomar verdadeiras ações para deter o intento de Chávez, concluíram os legisladores.

EP/AP – EL País

Venezuela é acusada de invadir e destruir máquinas na Guiana

Do site DIÁRIO DO COMÉRCIO

O ministro de Assuntos Exteriores guianense, Rudy Insanally, denunciou hoje que tropas da Venezuela entraram em águas territoriais da Guiana e destruíram duas dragas usadas na extração de ouro, informou hoje a imprensa local. As duas máquinas teriam sido destruídas no rio Cuyuni, que separa os dois países, na quinta-feira.

Insanally confirmou hoje que uma investigação militar determinou que soldados venezuelanos entraram em águas territoriais da Guiana e destruíram as duas dragas, sem que até agora se tenha recebido uma explicação diplomática adequada por parte de Caracas. De acordo com a investigação, cerca de 40 soldados venezuelanos destruíram as duas máquinas de extração de ouro. Não havia pessoas trabalhando com as dragas no momento do incidente.

Íntegra aqui

Desmontando Chávez

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO

Apesar do discurso antiimperialista do presidente venezuelano, os EEUU são seu principal sócio comercial – e a Espanha é o sexto destino de suas exportações. Os negócios com o “mister-perigo” como chama Chávez a Bush, vão de vento em popa. Já, a redução da pobreza, nem tanto.
“A característica do socialismo do século XXI é o anti-imperialismo, o que implica enfrentar a Bush, como faz o Chávez”. As palavras do ex-presidente venezuelano, José Vicente Rangel, mão direita do caudilho venezuelano, revelam a incongruência de um regime que tem como bandeira a cruzada antiamericana, porém, que enche os bolsos com os dólares americanos.

“A Venezuela é o quinto exportador de óleo cru e cujo pressuposto para 2008, depende uns 50% desta atividade. O país vende 60% de sua produção ao gigante do norte. No entanto, Chávez se diverte com bravatas como aquela que protagonizou em setembro de 2006 na ONU, quando comparou Bush com o demônio, e se dedica a proclamar para todo o continente, “que morra o império”, a economia mais corrupta do mundo.

Ora, petróleo da PDVSA e de sua filial nos EEUU (Citgo), geraram 80% das divisas da Venezuela, e muito provavelmente enche os tanques das limusines em Washington, bem como de carros destacados para combate no Iraque.

Apesar de ter diminuído um pouco o fornecimento de cru para os EEUU, a verdade é o que a Venezuela é o quarto maior fornecedor dos americanos, ficando atrás somente do Canadá, Arábia Saudita e México.

É certo que Chávez está tratando de todas as maneiras de reduzir sua produção para os EEUU, tentando atrair a China com a promessa de destinar-lhes 500.000 milhões de barris diários em 2008, e tem como meta fornecer-lhes 1 milhão de barris diários até 2010. O certo, no entanto, é que à medida que o petróleo venezuelano viaja para mais longe, mais se reduz o benefício, por barril, para Caracas.

A verdade é que o discurso socialista do século XXI se abriga na luta contra a pobreza, justamente o terreno onde se percebe avanços muito abaixo do esperado. 35% dos venezuelanos seguem sobrevivendo com menos de dois dólares por dia, e as previsões de uma inflação de 19% para o ano que vem, não são nada animadoras.

Porém, Chávez segue explorando o incidente com o Rei da Espanha, de forma a tentar tirar as atenções sobre o referendo de 02 de dezembro, que pretende lhe outorgar poderes ilimitados.

Notícias 24 horas – Material do Jornal La Razón.
Vários gráficos ilustram a matéria sobre a venda de petróleo da Venezuela. - Veja aqui.

Em empoeirados arquivos britânicos, uma teoria da riqueza

Do site JORNAL DA CIÊNCIA

Vale a pena ler na íntegra aqui. Dois trechos abaixo:

"...Gregory Clark, historiador econômico da Universidade da Califórnia, em Davies, acredita que a Revolução Industrial – o aumento do crescimento econômico que ocorreu primeiro na Inglaterra por volta de 1800 – aconteceu devido a uma mudança na natureza da população humana..."

"...As idéias de Clark circularam em artigos e manuscritos por vários anos e serão publicados em forma de livro no próximo mês, "A Farewell to Alms" (Um Adeus às Esmolas, Princeton University Press)..."

MST mostra mais uma cara: NAZISTA

Percebem como o Brasil está a cada dia mais próximo de ser hóspede do NAZISMO ou NACIONAL SOCIALISMO? Sabem porque? Por que nós não nos preocupamos com nada a não ser nossa própria barriga, dinheiro, ego, sexo, futebol e carnaval.

Como pode um brasileiro que gira em torno destas coisas falar mal de um político eleito, por pior que este seja? O resultado é este da foto. O MST com cartazes do ARAFAT.

Como povo, somos tão imbecis (menos eu e os que nunca acreditaram no PT) que acreditamos que o "Lulinha Paz e Amor" era melhor que o "Lulinha ex-operário". Nunca foram diferentes, entendem agora? Nossos amigos (pois eu não voto em socialista) elegeram o Lula. E notem bem: ele nunca ganhou enquanto disputava sem terno e gravata. Ou seja, não são as pessoas que se identificam "visualmente" com o "operário Lula" que votam esmagadoramente nele pois existe mais pessoas pobres neste país que pessoas com bens. O IBGE nos garante isto, pelo menos.
Assim como o Collor, o Lula precisou fantasiar-se de classe média e posar na frente de estantes cheias de livros para ganhar. Preciso ser justo: colocar o nome Collor perto do nome Lula é uma ofensa pro primeiro. Me desculpe meu caro ex-Presidente.

Voltando ao assunto, já FHC é o responsável pelo MST ser o que é, do tamanho que é. Ele é esquerdista, PSDB este "S" é de SOCIALISMO. Portanto, por definição jamais poderia ser oposição ao projeto de nação do PT, o tal SOCIALISMO PETISTA. Assim como NAZISMO (Nacional SOCIALISMO).

Agora me digam: de onde veio esta idéia cretina de mistutrar judeus com MST e Arafat? O que isto tem a ver com sem-terra?
Simples: o MST é um braço armado do NAZISMO que floresce no Brasil. O MST é um braço armado do PT. E os dois, juntos com FARC, MIR, Chávez, Evo, Fidel e mais um monte de lixo fazem parte do FORO DE SÃO PAULO, que tem como objetivo "implantar na América Latina aquilo que perdemos no Leste Europeu", segundo eles mesmos.
PSDB, PT, Farc, MIR, PC do B, PPS, MST e todos que estão envolvidos com idéias esquerdistas no Brasil são farinha do mesmo saco. Querem o sistema que matou 100 milhões de pessoas segundo os arquivos da própria URSS implantado no Brasil.

Hitler era um esquerdista

Do portal PENSADORES BRASILEIROS

Como todo esquerdista, Hitler não tinha nenhum interesse em teoria econômica e, assim que foi eleito, apagou todo o vestígio de liberalismo destruindo o federalismo e aumentando o alcance do estado. Emitiu decretos abolindo as assembléias estaduais, seus símbolos e bandeiras e reduzindo os estados à meras divisões administrativas do governo central e criou cerca de 42 agências para regular a vida da sociedade: Ministério da Educação, Gabinetes regular e secreto, Conselho de Defesa do Reich, Ministério das Finanças, Ministério dos Alimentos, Ministério da Economia, etc.

Em 1935, Hitler já havia colocado todos os empregos sob o controle exclusivo do governo, determinando o salário e quem iria trabalhar e impedindo demissões e mudanças de emprego. Sob o slogan "O interesse comum antes de si!", os trabalhadores eram punidos com multas e prisão por faltas.

Só isso já bastaria para desmentir a propaganda mentirosa da esquerda que diz que Hitler teria alguma coisa a ver com capitalismo ou liberalismo, mas há muitas outras evidências esmagadoras.

O socialista Keynes expressou seu endosso ao método nacional-socialista na introdução da edição alemã de seu livro "Teoria Geral do Emprego, Juro e Moeda" em 1936: "A teoria da produção agregada, que é o ponto deste livro, pode ser muito mais facilmente adaptada às condições de um estado totalitário do que a teoria de produção e distribuição colocadas sob condições de livre competição e um alto grau de laissez-faire."

Políticas ao estilo keynesiano foram implantadas pelo governo nacional-socialista para inflacionar a moeda e financiar obras públicas. Bancos foram obrigados a aceitar os títulos emitidos pelo governo e a vasta burocracia de Hitler criou programas de agricultura tabelando os preços e isolando os produtores do mercado, além de impedir a venda de fazendas.

Similar ao socialismo soviético, foi inaugurado o Plano Quadrienal de Goering, decretando protecionismo, controle de importações, congelamento de preços e salários e grandes projetos estatais para a obtenção de matéria-prima de guerra. Com a emissão abundante de Reichmarks e a manipulação do câmbio oficial, Hitler construiu sua máquina de guerra.

Empresários foram afogados em papelada burocrática e eram obrigados a produzir e aceitar preços conforme as ordens do estado, além de arcarem com impostos extorsivos e serem forçados às "contribuições especiais" para o partido. Empresas com capitalização abaixo de $40 mil foram extintas e o governo nacional-socialista proibiu a criação de qualquer empresa com capital abaixo de $2 milhões, o que acabou com um quinto de todas as empresas alemãs.

A cartelização da indústria foi tornada obrigatória e o Ministério da Economia tinha o poder de formar novos cartéis e forçar duas firmas a se juntarem. A Câmara de Comércio do Reich promoveu um labirinto legal e a corrupção sistemática, comandando centenas de associações, que por sua vez distribuíam um dilúvio de decretos e leis.

O governo nacional-socialista baniu a posse de armas pelo cidadão comum e confiscou-as; tentou eliminar os símbolos cristãos das escolas e lugares públicos; atacou e eliminou tradições locais conservadoras; arregimentou a diversão pública supervisionando desde o futebol até os concertos de ópera; e decidiu o currículo e os livros oficiais e os professores só podiam lecionar com licença estatal.

Talvez o maior legado que o nacional-socialismo deixou para a esquerda caviar tenha sido a doutrina de "culpa coletiva", através da qual, a esquerda exige indenizações raciais e difama cristãos, judeus e tantos outros. A política de culpa coletiva está de volta com a ação afirmativa, essa característica principal dos debates atuais de ética política e que favorece um grupo de "vítimas declaradas oficiais" contra o grupo de alegados algozes.

Em todos os países do mundo, os movimentos esquerdistas exigem protecionismo em nome do nacionalismo e desenvolvimento, exigem controles de preços e subsídios, exigem maior controle central sobre a educação e esquemas de redistribuição de riquezas. Essas assim chamadas "causas progressistas" não passam de políticas anti-liberais e anti-capitalistas que foram postas em prática na década de 30 por parte de governos socialistas fracassados e que causaram tirania, guerra, genocídio, atraso e ressentimento.

Ludwig von Mises, em seu livro "Human Action", nos lembra que os nacional-socialistas usavam a palavra "judeu" como sinônimo de "capitalista". Infelizmente, são bem poucos os que consideram necessário aprender lições com o passado.

Abaixo estão as 25 propostas do Partido Nacional SOCIALISTA dos TRABALHADORES Alemães - que compunha a plataforma nazista. Ela inclui medidas que efetivamente redistribuem renda e confiscos de guerra, distribuição (obrigatória) de lucros em grandes indústrias, nacionalização de trustes, criação das pensões de seguro social estatais (conforme Roosevelt e Getúlio Vargas fizeram em seus respectivos países), e educação estatal. Essa é uma prova que demonstra claramente que Hitler era um esquerdista.

As 25 propostas do programa do Partido Nacional SOCIALISTA foram compostos por Adolf Hitler e Anton Drexler e foram divulgadas publicamente em 24 de fevereiro de 1920 "para uma multidão de quase 2 mil e cada uma das propostas foi aceita com aprovação jubilante." ("Mein Kampf", volume II, capítulo I). Hitler explicou seus propósitos no quinto capítulo do segundo volume de Mein Kampf.

O programa do novo movimento foi sumarizado em uns poucos princípios diretivos, vinte e cinco ao todo. Eles foram criados para dar, primariamente ao homem do povo, um esboço dos objetivos do movimento. Eles são um credo político, o qual de um lado serve para recrutar para o movimento e por outro lado une e mantém os recrutados unidos por uma obrigação reconhecida por todos.
Hitler queria ter uma comunidade de interesses mútuos que desejasse sucesso mútuo em vez de uma que fosse dividida pelo controle do dinheiro ou por valores diferentes.

O INTERESSE COMUM ANTES DO INTERESSE PRÓPRIO - ESSE É O ESPÍRITO DO PROGRAMA.

QUEBRANDO A ESCRAVIDÃO DO INTERESSE - ESSE É O NÚCLEO DO NACIONAL SOCIALISMO.

Com essa declaração de intenções, Hitler traduziu sua ideologia em um plano de ação que provaria sua popularidade junto ao povo alemão nos anos seguintes. Para muitos, o rompimento abrupto com a tradição da política como era praticada no mundo ocidental foi um grande choque por sua natureza anti-conservadora e sua visão dos problemas emergentes nas democracias ocidentais.

"O programa do Partido dos Trabalhadores Alemães é projetado para ser de curta duração. Os líderes não têm intenção de, uma vez que os objetivos tivessem sido alcançados, estabelecer novos objetivos, meramente para artificialmente aumentar o descontentamento das massas e assim garantir a continuação do Partido.

1) Exigimos a união de toda a Alemanha em uma Grande Alemanha com base no direito de auto-determinação nacional.

2) Exigimos a igualdade de direitos do povo alemão em transações com outros países, e a revogação do tratado de Versailles e Saint-Germain.
[Os esquerdistas também querem revogar acordos de comércio internacional e dívidas não pagas com o FMI.]

3) Exigimos terra e território (colônias) para alimentar nosso povo e colonizar com nosso excedente de população.

4) Apenas membros da nação podem ser cidadãos do Estado. Apenas aqueles de sangue alemão, qualquer que seja seu credo, podem ser membros da nação. De conformidade, nenhum judeu pode ser membro da nação.
[Os atuais militantes de esquerda ampliaram o antigo ódio aos judeus para incluir os americanos também.]

5) Os não-cidadãos podem viver na Alemanha apenas como visitantes e devem se sujeitar às leis para estrangeiros.
[Isso lembra o chauvinismo nacionalista recentemente fomentado pelos esquerdistas com relação ao aluguel da base de Alcântara.]

6) O direito ao voto no governo e legislação do Estado deve ser desfrutado apenas por cidadãos do Estado. Nós portanto, exigimos que todas as posições oficiais, de qualquer tipo, seja no Reich, ou nos estados ou nas menores localidades, deve ser ocupado por ninguém mais do que cidadãos. Nós nos opomos ao costume parlamentar corrompedor de preencher os postos meramente de acordo com considerações partidárias, e sem referência ao caráter das habilidades.

7) Nós exigimos que o Estado tenha como principal dever prover o sustento de seus cidadãos. Se não for possível alimentar toda a população, estrangeiros (não-cidadãos) devem ser deportados do Reich.
[Similarmente, o presidente Lula afirmou que o Brasil deveria parar de exportar alimentos para apenas alimentar a população local.]

8) Toda a imigração não-alemã deve ser impedida. Nós exigimos que todos os não-alemãos que entrarem na Alemanha após 2 de agosto de 1914 sejam ordenados que saiam do Reich doravante.

9) Todos os cidadãos devem ter direitos e deveres iguais.

10) Deve ser o primeiro dever de todo cidadão realizar trabalho mental ou físico. As atividades do indivíduo não devem colidir com o interesse geral, mas devem proceder da estrutura da comunidade e ser para o bem geral.
[... a típica supremacia do coletivo sobre o indivíduo tão pregada pelos socialistas.]

Portanto exigimos:

11) A abolição da renda que não for obtida por trabalho. A quebra da escravidão dos juros.
[Organizações "Não-Governamentais" (hein?) como a ATTAC e propostas como a taxa Tobin são direcionadas contra todos os proprietários que fazem operações financeiras e são oriundos da velha implicância esquerdista movida por inveja contra os que trabalham e obtêm sua renda através de finanças.]

12) Em vista dos enormes sacrifícios de vida e da propriedade exigida de uma nação durante guerras, o enriquecimento pessoal obtido através da guerra deve ser considerado crime contra a nação. Portanto exigimos o confisco implacável de todos os lucros de guerra.

13) Exigimos a nacionalização de todas as empresas que se formaram em corporações (trustes).
[Estatização sempre foi uma proposta da esquerda. Todos os regimes esquerdistas "nacionalizam" (confisca) a propriedade alheia, especialmente as empresas estrangeiras.]

14) Exigimos participação nos lucros para os trabalhadores em grandes empresas industriais.
[Outra idéia de cunho socialista. Ou seja, o empreendedor capitalista deixa de ter sua justa recompensa por ter assumido os riscos do empreendimento (pois obviamente não há a correspondente participação nos prejuízos).]

15) Exigimos o desenvolvimento extensivo da seguridade para a velhice.
[Programas estatais de aposentadoria acarretam corrupção, confisco do trabalhador e encargos sociais que desestimulam a criação de empregos e são propostas socialistas. No Brasil, foram implementadas pelo ditador Getúlio Vargas e até hoje são defendidas pelos esquerdistas.]

16) Exigimos a criação e manutenção de uma classe média segura, a comunalização imediata das grandes lojas de departamentos e seu aluguel à preços baratos para pequenos comerciantes, e que a última consideração seja dada para todos os pequenos comerciantes nas ordens do Estado e dos municípios.
[O confisco da propriedade das grandes empresas para redistribuição "comunal" e tabelamento de preços de aluguel são propostas socialistas. Ao mencionar "classe média", Hitler visava uma nomenklatura ligada ao estado.]

17) Exigimos reforma agrária adequada às nossas necessidades nacionais, a aprovação de uma lei para a expropriação de terras para fins comunitários sem compensação; a abolição do arrendamento de terras, e a proibição da especulação com terras.
[Reforma agrária com expropriação e severa limitação do direito de propriedade - isso é socialismo puro.]

18) Exigimos a condenação implacável às atividades contrárias ao interesse comum. Criminosos comuns, usurários, especuladores, exploradores, etc., devem ser punidos com morte, qualquer que seja seu credo ou raça.
[Propor pena de morte para especuladores e pessoas que cobram mais caro por seus serviços é outra demonstração cabal de socialismo.]

19) Exigimos que o direito romano, que serve a uma ordem mundial materialista, seja substituída pela lei comum alemã.
[Todo socialista é inimigo do cumprimento das leis segundo a tradição dos direitos individuais. Na lei alemã a que Hitler se refere, o povo como um todo estava acima do indivíduo e da propriedade, que eram protegidos pelo sistema que vige sob os governos liberais. Sob o sistema jurídico proposto por Hitler de "bem estar coletivo acima do ganho individual", as leis já não eram seguidas estritamente conforme escritas, mas eram "interpretadas" pelos juízes segundo a "função social". A semelhança com as propostas e vereditos recentes segundo a "função social" não é mera coincidência.]

20) O Estado deve considerar uma reconstrução abrangente do nosso sistema nacional de educação (com o objetivo de abrir a possibilidade de educação superior e consequente obtenção de avanço para todos alemães capazes). O currículo de todos os estabelecimentos educacionais devem ser dispostos de acordo com as necessidades da vida prática. O objetivo da escola deve ser dar ao aluno, começando com o primeiro sinal de inteligência, a compreensão da nação do Estado (através do estudo dos assuntos cívicos). Nós exigimos a educação das crianças bem dotadas de pais pobres, qualquer que seja sua classe ou ocupação, sob as custas do Estado.
[O socialismo sempre buscou currículos impostos pelo estado em vez de decididos pela população através do mercado.]

21) O Estado deve assegurar que os padrões de saúde sejam elevados protegendo as mães e os filhos, proibindo trabalho infantil, promovendo força física através de legislação tornando compulsória a prática de esporte e ginástica, e pelo apoio extensivo aos clubes de treino físico da juventude.
[Para a alegria dos esquerdinhas naturebas!]

22) Exigimos a abolição do exército mercenário e a fundação de um exército do povo.
[Serviço militar obrigatório é uma tradição socialista desde a revolução francesa.]

23) Exigimos guerra legal à mendacidade política deliberada e sua disseminação na imprensa. Para facilitar a criação de uma imprensa nacional alemã, nós exigimos:

a) que todos os editores e colaboradores dos jornais em linguagem alemã devem ser membros da nação;

b) que nenhum jornal estrangeiro seja veiculado sem expressa autorização do Estado. Eles não devem ser impressos em língua alemã;

c) que os não-alemães sejam proibidos por lei de participarem financeiramente ou de influenciar os jornais alemães, e que a penalidade por descumprimento dessa lei seja a supressão do jornal, e a deportação imediata dos não-alemães envolvidos. A publicação de jornais que não for conduciva ao bem estar nacional deve ser proibida. Nós exigimos a condenação legal de todos cujas tendências na arte e na literatura corrompam a vida nacional, e a supressão dos eventos culturais que violam essa exigência.

24) Exigimos liberdade para todas as denominações religiosas no Estado, desde que elas não ameacem sua existência e não ofendam os sentidos morais da raça alemã. O Partido, como tal, defende o Cristianismo positivo, mas não se compromete com nenhuma denominação particular. Ele combate o espírito judaico-materialista dentro e fora e está convencido de que nossa nação pode atingir saúde permanente apenas com base no princípio: o interesse comum antes do interesse próprio.
[Longe de pregar a caridade cristã, Hitler defendia o coletivismo.]

25) Para colocar esse programa em execução integral, nós exigimos a criação de um poder estatal central forte para o Reich; a autoridade incondicional do Parlamento político central sobre o Reich inteiro e suas organizações; e a formação de Corporações baseadas no território e na ocupação para o propósito de executar a legislação geral aprovada pelo Reich nos vários estados alemães.
[Poder estatal centralizado, estado forte, anti-federalização, "comissários do povo" - tudo isso pertence ao socialismo.]

Os líderes do Partido prometem trabalhar implacavelmente - sacrificando suas próprias vidas se necessário - para traduzir esse programa em ações.

- traduzido do programa do Partido Nacional SOCIALISTA dos TRABALHADORES Alemães e da página Hitler was a Leftist.

Partido dos Trabalhadores (ou PT) e Partido Nacional Socialista Alemão dos Trabalhadores (ou PARTIDO NAZISTA). Nascidos no mesmo berço?

Outro dia postei isto:

"Vendo e ouvindo de novo o vídeo SOCIALISMO PETISTA que o PT produziu sobre o esquema de governo que querem implantar, peguei algumas partes importantes, pontos de reflexão para quem não acredita em propostas sociopatas. Eles disseram:

1. ... o conceito de SOCIALISMO PETISTA existe desde o nascimento do PT há 27 anos...
(Portanto, desde sempre, quiseram impor-nos o que se segue)

2. ... radicalmente democrático...
(Os amigos do Lula e do PT são Hugo Chávez e Fidel. Onde está a Democracia nestes dois países? Em Cuba não precisamos nem comentar e na Venezuela ela desaparece a cada dia.)

3. ... superação do Capitalismo...
4. ... eliminação do Capitalismo...
(Nem precisa comentar, eles querem acabar com um sistema econômico e implantar outro, e isto é a prova da sociopatia destes monstros.)"

Agora olhem o que Hitler disse:

"Nós somos socialistas, nós somos inimigos do atual sistema econômico capitalista para a exploração dos economicamente fracos, com seus salários injustos, com sua indecorosa avaliação do ser humano de acordo com a riqueza e a propriedade em vez de sua responsabilidade e desempenho, e nós estamos todos determinados a destruir esse sistema sob todas as condições. (Discurso de Primeiro de Maio de 1927)"

Lembrando sempre que NAZISMO é NACIONAL SOCIALISMO. Até quando vamos ficar inertes olhando o NAZISMO PETISTA ser instalado no país?

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".