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segunda-feira, 16 de março de 2009

"Israel considerando seriamente operação militar no Irã"

TRADUÇÕES ESSENCIAIS
Terça-feira, 10 de Março de 2009

Traduzio por LEANDRO DINIZ

Link para o original (em inglês) aqui.


por Hilary Leila Krieger, Correspondente em Washington do JPOST
5 de Março de 2009, www.jpost.com


Israel está seriamente considerando tomar ação militar unilateral a fim de parar com a aquisição de armas nucleares do Irã, de acordo com um relatório de figuras políticas importantes dos EUA e especialistas publicado na Quarta-Feira.


O relatório diz, também, que o tempo disponível de Israel para agir está encurtando, não somente pelos avanços iranianos, mas porque Teerã pode adquirir em breve melhorias em defesa aérea e dispersar seu programa nuclear para locais adicionais.

O relatório, "Preventing a Cascade of Instability" [Prevenindo uma Cascata de Instabilidade], foi lançado pelo Wahsington Institute for Near East Policy (WINEP) [Instituto de Washington para Política do Oriente Próximo]. Ele também argumenta que as sanções internacionais contra o Irã precisam serem intensificadas urgentemente para o engajamento que a administração de Obama está planejando com Teerã para ser efetivo.

Um prévio resumo do relatório foi aprovado por Dennis Ross antes de ele se retirar para entrar na administração de Obama, na qual ele está servindo como conselheiro especial lidando com vários países da região, incluindo o Irã. O senador Evan Bayth do Senate Select Committee on Inteligence (Comitê Selecionado do Senado de Inteligência), e o congressista Gary Ackerman, presidente do subcomitê sobre o Oriente Médio da House of Foreign Affairs (Casa de Assuntos Estrangeiros), estão entre os signatários.

O grupo bipartidário também recomendou um aumento das garantias de segurança e o suprimento de mísseis de defesa e outras medidas de proteção para aliados no Oriente Médio, ambos para reassegurá-los do comprometimento da América com eles e desencorajar a efetividade visível, e do apelo, de armas nucleares no Irã.

Mas o relatório, muitos dos autores se encontraram com oficiais israelenses de alta patente para avaliar sua perspectiva, nota que Israel não está interessado em se tornar parte do escudo nuclear da América, mesmo que os países do Golfo queiram mais garantias nesse front.

"Uma garantia americana declarada deverá clarificar a situação de ambigüidade que pode já trabalhar para vantagem de Israel," o relatório diz. Também, "muitos israelenses temem que uma garantia declarada dos EUA pode vir com o preço de circunscrever a liberdade de Israel para agir em confronto com perigos existenciais."

"É um tanto sério agir por conta própria conta uma Irã com armas nucleares," o ex-embaixador das Nações Unidas Nacy Sodenberg, um dos membros da força-tarefa que viajaram para a região a fim de pesquisar para o relatório, disse em um evento do lançamento do relatório da WINEP na quarta-feira.

Ela disse que o calendário para um ataque israelense pode ser "significativamente" aumentado se Jerusalém acreditar que a Rússia vai apoiar realmente e honrar seu compromisso de suprir o Irã com o sistema de mísseis terra-ar S-300, o que complicaria enormemente qualquer ataque israelense.

Se a entrega realmente ocorrer, o relatório recomenda mais vendas de armas a Israel, como força aérea mais moderna, para que ele mantenha sua superioridade militar.

Mais tarde, ela disse que o objetivo do relatório era elaborar estratégias onde nem os EUA nem Israel estavam na iminência de lançar um ataque militar.

"Você meio que perdeu a situação no momento," ela disse.

Para esse final, o documento de 10 páginas urge por mais sanções internacionais e a expansão de pressões financeiras tomadas pelo Tesouro Americano, na criação de programas similares nos Departamentos de Comércio e Estado dos EUA.

O estudo aumenta a importância de ter um front unido globalmente e indica a intensificação diplomática com a Rússia para que ambos façam sanções mais efetivas e a fim de persuadir os russos a não entregar o sistema S-300.

"Irã não quer estar isolado no palco internacional: Não é a Coréia do Norte. Quanto mais amplo o consenso internacional, melhor. As mostras repetidas de animosidade pelo Conselho de Segurança da ONU parecem ter impressionado mais do que a economia limitada ou o impacto na segurança que as sanções impuseram até agora," o relatório diz, no caso de fazer novas sanções.

Ao mesmo tempo, ele demonstra que o engajamento agressivo é necessário pois "outro objetivo importante é mostrar ao Oriente Médio e ao mundo que os Estados Unidos irá mais além para resolver o problema nuclear iraniano. Alguns círculos em países amigos dos EUA agora se perguntam - sem razão - se Washington é tanto um obstáculo para a resolução do impasse nuclear do que Teerã."

Mesmo se o engajamento, as sanções e outras medidas provarem ineficiência, o relatório alerta contra uma política de "recuo" enquanto o Irã é permitido a ter alguma, mesmo que limitada, capacidade de enriquecer urânio em seu território.

"O Irã ter a capacidade latente para rapidamente fazer armas nucleares poderá levar a muito do mesmo risco de cascata de instabilidade do que ele ter a arma realmente," pode ser lido, apontando o risco de proliferação nuclear, hegemonia iraniana na região e mais.

O relatório não faz menção das eleições presidenciais do Irã em Junho, que pode ver o mais moderado Muhammad Khatami tomar o lugar do esquentado e atual presidente Mahmoud Ahmadinejad.

Alguns analistas têm sugerido que a administração de Obama espere para tanto apoiar quanto pressionar para futuras sanções até depois da campanha, para não aumentar as chances da vitória de Ahmadinejah.

Mas a força-tarefa clama por ações imediatas, argumentando que o presidente é menos importante que o líder supremo do Irã, Aiatolá Ali Khamenei, em tomar decisões e a prioridade máxima deveria ser a criação de posições alavancadas nas negociações.

Um professor iraniano na audiência na conferência de WINEP dessa quarta-feira, entretanto, disse que aumentar a pressão aumentaria o extremismo e os líderes linhas-duras do Irã em aderir ao programa nuclear.

Diretor executivo do WINEP Robert Satloff, que presidiu a conferência, respondeu que as recomendações dos relatórios também incluíram muitos incentivos para o Irã poder cooperar com os EUA.

Ele também disse que o Irã já começou a colher algumas das recompensas da influência apenas em ter tido sucesso em avançar seu programa nuclear, e que esse relatório tinha a intenção de estancar esse progresso.

“Mesmo sem testar uma arma nuclear, ou sem declarar a habilidade para fazer isso, o progresso do Irã em direção a arma nuclear já está impactando substancialmente o Oriente Médio," diz. "Tempo é curto se o engajamento diplomático pode ter alguma chance de sucesso."

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

O DISCURSO DE SARAH PALIN DESCONVIDADA PARA O EVENTO CONTRA AHMADINEJAD

Do portal PAPÉIS AVULSOS do HEITOR DE PAOLA



Sarah Palin


I am honored to be with you and with leaders from across this great country — leaders from different faiths and political parties united in a single voice of outrage.


Tomorrow, Mahmoud Ahmadinejad will come to New York — to the heart of what he calls the Great Satan — and speak freely in this, a country whose demise he has called for.


Ahmadinejad may choose his words carefully, but underneath all of the rhetoric is an agenda that threatens all who seek a safer and freer world. We gather here today to highlight the Iranian dictator's intentions and to call for action to thwart him.


He must be stopped.


The world must awake to the threat this man poses to all of us. Ahmadinejad denies that the Holocaust ever took place. He dreams of being an agent in a "Final Solution" — the elimination of the Jewish people. He has called Israel a "stinking corpse" that is "on its way to annihilation." Such talk cannot be dismissed as the ravings of a madman — not when Iran just this summer tested long-range Shahab-3 missiles capable of striking Tel Aviv, not when the Iranian nuclear program is nearing completion, and not when Iran sponsors terrorists that threaten and kill innocent people around the world.


The Iranian government wants nuclear weapons. The International Atomic Energy Agency reports that Iran is running at least 3,800 centrifuges and that its uranium enrichment capacity is rapidly improving. According to news reports, U.S. intelligence agencies believe the Iranians may have enough nuclear material to produce a bomb within a year.


The world has condemned these activities. The United Nations Security Council has demanded that Iran suspend its illegal nuclear enrichment activities. It has levied three rounds of sanctions. How has Ahmadinejad responded? With the declaration that the "Iranian nation would not retreat one iota" from its nuclear program.


So, what should we do about this growing threat? First, we must succeed in Iraq. If we fail there, it will jeopardize the democracy the Iraqis have worked so hard to build, and empower the extremists in neighboring Iran. Iran has armed and trained terrorists who have killed our soldiers in Iraq, and it is Iran that would benefit from an American defeat in Iraq.


If we retreat without leaving a stable Iraq, Iran's nuclear ambitions will be bolstered. If Iran acquires nuclear weapons — they could share them tomorrow with the terrorists they finance, arm, and train today. Iranian nuclear weapons would set off a dangerous regional nuclear arms race that would make all of us less safe.


But Iran is not only a regional threat it threatens the entire world. It is the no. 1 state sponsor of terrorism. It sponsors the world's most vicious terrorist groups, Hamas and Hezbollah. Together, Iran and its terrorists are responsible for the deaths of Americans in Lebanon in the 1980s, in Saudi Arabia in the 1990s, and in Iraq today. They have murdered Iraqis, Lebanese, Palestinians, and other Muslims who have resisted Iran's desire to dominate the region. They have persecuted countless people simply because they are Jewish.


Iran is responsible for attacks not only on Israelis, but on Jews living as far away as Argentina. Anti-Semitism and Holocaust denial are part of Iran's official ideology and murder is part of its official policy. Not even Iranian citizens are safe from their government's threat to those who want to live, work, and worship in peace. Politically-motivated abductions, torture, death by stoning, flogging, and amputations are just some of its state-sanctioned punishments.


It is said that the measure of a country is the treatment of its most vulnerable citizens. By that standard, the Iranian government is both oppressive and barbaric. Under Ahmadinejad's rule, Iranian women are some of the most vulnerable citizens.


If an Iranian woman shows too much hair in public, she risks being beaten or killed.


If she walks down a public street in clothing that violates the state dress code, she could be arrested.


But in the face of this harsh regime, the Iranian women have shown courage. Despite threats to their lives and their families, Iranian women have sought better treatment through the "One Million Signatures Campaign Demanding Changes to Discriminatory Laws." The authorities have reacted with predictable barbarism. Last year, women's rights activist Delaram Ali was sentenced to 20 lashes and 10 months in prison for committing the crime of "propaganda against the system." After international protests, the judiciary reduced her sentence to "only" 10 lashes and 36 months in prison and then temporarily suspended her sentence. She still faces the threat of imprisonment.


Earlier this year, Senator Clinton said that "Iran is seeking nuclear weapons, and the Iranian Revolutionary Guard Corps is in the forefront of that" effort. Senator Clinton argued that part of our response must include stronger sanctions, including the designation of the IRGC as a terrorist organization. John McCain and I could not agree more.


Senator Clinton understands the nature of this threat and what we must do to confront it. This is an issue that should unite all Americans. Iran should not be allowed to acquire nuclear weapons. Period. And in a single voice, we must be loud enough for the whole world to hear: Stop Iran!


Only by working together, across national, religious, and political differences, can we alter this regime's dangerous behavior. Iran has many vulnerabilities, including a regime weakened by sanctions and a population eager to embrace opportunities with the West. We must increase economic pressure to change Iran's behavior.


Tomorrow, Ahmadinejad will come to New York. On our soil, he will exercise the right of freedom of speech — a right he denies his own people. He will share his hateful agenda with the world. Our task is to focus the world on what can be done to stop him.


We must rally the world to press for truly tough sanctions at the U.N. or with our allies if Iran's allies continue to block action in the U.N. We must start with restrictions on Iran's refined petroleum imports.


We must reduce our dependency on foreign oil to weaken Iran's economic influence.


We must target the regime's assets abroad bank accounts, investments, and trading partners.


President Ahmadinejad should be held accountable for inciting genocide, a crime under international law.


We must sanction Iran's Central Bank and the Revolutionary Guard Corps — which no one should doubt is a terrorist organization.


Together, we can stop Iran's nuclear program.


Senator McCain has made a solemn commitment that I strongly endorse: Never again will we risk another Holocaust. And this is not a wish, a request, or a plea to Israel's enemies. This is a promise that the United States and Israel will honor, against any enemy who cares to test us. It is John McCain's promise and it is my promise.


Thank you.


Publicado pelo THE NEW YORK SUN http://www.nysun.com:80/opinion/palin-on-ahmadinejad-he-must-be-stopped/86311/


Tradução (não muito boa mas quebra o galho) feita pelo Google Translate, versão BETA:


Sarah Palin

Estou honrado em estar com você e com os líderes de todo este grande país - líderes de diferentes credos e partidos políticos unidos em uma só voz de indignação.

Amanhã, Mahmoud Ahmadinejad chegará a Nova York - para o coração do que ele chama o Grande Satã - e exprimir livremente no presente, um país cujo desaparecimento ele já pediu.

Ahmadinejad pode escolher suas palavras cuidadosamente, mas debaixo de toda a retórica é uma agenda que ameaça todos os que buscam um mundo mais livre e mais seguro. Recolhemos aqui hoje para destacar as intenções do ditador iraniano e apelar à acção para contrariar ele.

Ele deve ser interrompido.

O mundo deve despertar para a ameaça que esta homem coloca a todos nós. Ahmadinejad nega que o Holocausto nunca ocorreu. Ele sonha de ser um agente em uma "Solução Final" - a eliminação do povo judeu. Ele se manifestou a Israel um "cadáver fedorento" que está "em vias de extinção." Essa conversa não pode ser julgada a ravings de um louco - e não apenas quando Irão testou este Verão longo alcance Shahab-3 mísseis capazes de atingir Tel Aviv, e não quando o programa nuclear iraniano está quase completo, e não ao Irã patrocina terroristas que ameaçam e matar pessoas inocentes em todo o mundo.

O governo iraniano quer armas nucleares. A Agência Internacional de Energia Atômica relatos de que o Irão está a ser executado pelo menos 3.800 centrífugas e que a sua capacidade de enriquecimento de urânio é melhorar rapidamente. Segundo o noticiário, E.U. serviços secretos acreditam os iranianos podem ter material nuclear suficiente para produzir uma bomba dentro de um ano.

O mundo tem condenado essas atividades. A Organização das Nações Unidas, o Conselho de Segurança exigiu que o Irão suspenda as suas actividades ilegais enriquecimento nuclear. Dispõe de três rodadas de sanções impostas. Como é que Ahmadinejad respondeu? Com a declaração de que a "nação iraniana, não retiro uma parcela mínima" de seu programa nuclear.

Então, o que devemos fazer sobre esta crescente ameaça? Primeiro, temos que ter êxito no Iraque. Se não houver, ele vai pôr em perigo a democracia aos iraquianos que trabalharam duramente para construir, e capacitar os extremistas no vizinho Irão. O Irão tem armados e treinados terroristas que mataram nossos soldados no Iraque, Irã e ele é que iria beneficiar de uma derrota americana no Iraque.

Se nós retiro sem sair de um Iraque estável, Ambições nucleares do Irão serão reforçadas. Se o Irão adquira armas nucleares - que poderiam compartilhá-los amanhã com os terroristas que financiam, braço, e treinar hoje. Armamento nuclear iraniano iria desencadear uma perigosa corrida às armas nucleares regionais que faria tudo de nós menos seguro.

Irão, mas não é só uma ameaça regional que ameaça o mundo inteiro. É o não. 1 estado patrocinador do terrorismo. Trata-patrocinadores do mundo o mais vicioso de grupos terroristas, Hamas e Hezbollah. Juntos, o Irão e os seus terroristas são responsáveis pela morte de americanos no Líbano na década de 1980, na Arábia Saudita, na década de 1990, e no Iraque hoje. Eles têm assassinado iraquianos, libaneses, palestinos, muçulmanos e outras que têm resistido ao desejo do Irão de dominar a região. Eles têm inúmeras pessoas perseguidas pelo simples facto de serem judias.

O Irão é responsável pelos ataques, não só sobre israelitas, mas sobre os judeus que vivem tão distantes como a Argentina. Anti-semitismo e Negação do Holocausto faz parte da ideologia oficial do Irão e assassinato faz parte de sua política oficial. Nem mesmo os cidadãos iranianos estão seguras da sua ameaça do governo para aqueles que querem viver, trabalhar, e de culto em paz. Politicamente motivada sequestros, tortura, morte por lapidação, flagelação, e de amputações são apenas alguns dos seus estado-sancionado punições.

Diz-se que a medida de um país é o tratamento dos seus cidadãos mais vulneráveis. Por essa norma, o governo iraniano está tanto opressivo e bárbara. Ahmadinejad ao abrigo da regra, as mulheres iranianas são alguns dos cidadãos mais vulneráveis.

Se uma mulher iraniana mostra demasiado cabelo em público, ela corre o risco de ser espancado ou morto.

Se ela anda estabelece uma rua pública no vestuário, que viola o estado vestimenta, ela poderia ser presa.

Mas face a esta dura regime, as mulheres iranianas mostraram coragem. Apesar das ameaças às suas vidas e suas famílias, as mulheres iranianas têm procurado um melhor tratamento através do programa "Um Milhão de Assinaturas Campanha exigiram alterações às leis discriminatórias". As autoridades reagiram de forma previsível com a barbárie. No ano passado, ativista dos direitos das mulheres Delaram Ali foi condenado a 20 chicotadas e 10 meses de prisão por cometer o crime de "propaganda contra o sistema." Depois dos protestos internacionais, ela reduziu o poder judiciário frase com "apenas" 10 chicotadas e 36 meses de prisão e, em seguida, suspendeu temporariamente a sua sentença. Ela ainda enfrenta a ameaça de prisão.

No início deste ano, a senadora Clinton disse que "o Irã está buscando armas nucleares, e da Guarda Revolucionária Iraniana Corpo está na vanguarda do que" esforço. Senadora Clinton alegou que parte da nossa resposta deve incluir sanções mais fortes, incluindo a designação do CGRI como uma organização terrorista. John McCain, e eu não podia concordar mais.

Senadora Clinton compreende a natureza desta ameaça eo que devemos fazer para enfrentá-la. Este é um problema que deve unir todos os americanos. Irã não deveriam ser autorizadas a adquirir armas nucleares. Período. E em uma única voz, é preciso ser forte o suficiente para todo o mundo ouvir: Irão Pare!

Só trabalhando em conjunto, em todo nacional, religioso, político e diferenças, nós podemos alterar este regime do comportamento perigoso. O Irão tem muitas vulnerabilidades, incluindo um regime enfraquecido pelas sanções e uma população ansiosa para abraçar as oportunidades com o Ocidente. Temos de aumentar a pressão económica do Irão para mudar comportamento.

Amanhã, Ahmadinejad chegará a Nova York. Em nosso solo, ele irá exercer o direito de liberdade de expressão - um direito que ele nega o seu próprio povo. Ele irá compartilhar sua agenda com ódio do mundo. A nossa tarefa consiste em concentrar o mundo sobre o que pode ser feito para impedi-lo.

Temos de rali do mundo para a imprensa verdadeiramente duras sanções na ONU ou com os nossos aliados se aliados do Irão continuar a bloquear a ação nas Nações Unidas Temos de começar com restrições às importações do Irão petrolíferos refinados.

Temos que reduzir a nossa dependência do petróleo estrangeiro para enfraquecer o Irão influência econômica.

Temos de o alvo do regime activos contas bancárias no estrangeiro, investimentos, e parceiros comerciais.

Presidente Ahmadinejad deveria ser considerado responsável por incitar genocídio, um crime à luz do direito internacional.

Temos de sanção do Banco Central do Irão e da Guarda Revolucionária Corps - que ninguém deveria duvidar é uma organização terrorista.

Juntos, podemos parar programa nuclear iraniano.

Senador McCain, deu um solene compromisso de que eu apoio veementemente: Nunca mais vão nos arriscamos a outro Holocausto. E este não é um desejo, um pedido, ou um apelo para que os inimigos de Israel. Esta é uma promessa de que os Estados Unidos e Israel irá homenagear, contra qualquer inimigo que cuida para testar-nos. John McCain, é a promessa feita e ele é a minha promessa.

Obrigado.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Congresso americano pede a Bush "verdadeiras ações" contra o plano nuclear de Chávez

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO

"EEUU não pode permitir que esta ameaça se desenvolva em nosso hemisfério", denunciam os congressistas.

Dois membros do Congresso dos Estados Unidos pediram hoje ao Governo do presidente Bush, para empreender "verdadeiras ações" que detenham o programa de desenvolvimento nuclear do venezuelano, Hugo Chávez.

"Os Estados Unidos no não podem continuar permitindo que esta ameaça se desenvolva no nosso hemisfério, denunciaram em uma declaração escrita os congressistas Connie Mack, republicano, e Ron Klein, democrata, ambos da Florida. O pronunciamento aconteceu depois que Chávez anunciou em um canal francês de televisão que Venezuela, igualmente ao Irã, "está avançando" em seus planos para começar um programa de desenvolvimento nuclear.

Segundo os congressistas, a presença do venezuelano no Irã, na próxima semana "teria relação" com seu interesse nuclear. Os dois congressistas são conhecidos por seus ativismos contra o populismo anti-Estados Unidos de Chávez. Klein, que é também vice-presidente de um grupo de trabalho legislativo sobre o Irã, promoveu uma resolução aprovada, neste mês, na qual a Câmara de Representantes expressa sua preocupação pela presença iraniana na América Latina.
"O Irã tem grande interesse em ajudar a Venezuela no desenvolvimento da tecnologia nuclear”, expressaram em seu comunicado conjunto. "Em fevereiro de 2006, o presidente da Câmara legislativa iraniana anunciou uma oferta de ajuda à Venezuela nesse campo”. Por sua parte, Mack afirmou que Chávez não oculta seus planos de "seguir os passos de seu amigo Mahmud Ahmadineyad", o presidente iraniano, e de iniciar um programa nuclear na Venezuela - e, ao que parece, está agora "decidido a cumprir esse desejo".

"A perigosa aliança entre Chávez e Ahmadineyad, e seu desejo de desenvolver tecnologia nuclear, deve ser causa de grande alarme para Estados Unidos e seus aliados da região", insistiu Mack, além de Klein sustentar que a proliferação nuclear "é uma das maiores ameaças para a segurança nacional".

A riqueza venezuelana em petróleo e, particularmente, em gás natural "deveria sugerir que é o poder térmico e não o nuclear a opção lógica para a geração de energia", segundo Mack. "Devido ao que, o Departamento do Estado compartilha de nossas preocupações sobre a Venezuela e sua crescente relação com Irã, o presidente Bush deve AFRONTAR este tema e tomar verdadeiras ações para deter o intento de Chávez, concluíram os legisladores.

EP/AP – EL País

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".