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terça-feira, 27 de março de 2012

DCE DA USP - Alô, maioria silenciosa e democrática da USP! Chegou a hora de REAGIR ao fascismo, à violência, à mediocridade e aos estudantes profissionais que corroem a instituição. Uspiano, diga não ao passado que oprime o cérebro dos vivos! Ou: CADA ESTUDANTE TEM DE VALER UM VOTO!!!

 

REINALDO AZEVEDO

27/03/2012 às 6:55

 

Chega de minorias barulhentas decidindo em lugar da maioria silenciosa!

CHEGOU A HORA DE CADA ESTUDANTE DA USP VALER UM VOTO!
CHEGOU A HORA DE DIZER “SIM” OU NÃO” A ESTA PERGUNTA: ISTO QUE VOCÊ VÊ ABAIXO, ESTUDANTE DA USP, REPRESENTA O SEU PENSAMENTO, A SUA VONTADE?

usp-depredada

De hoje até quinta-feira, caso os extremistas de esquerda não deem um novo golpe, O DCE da USP, ora gerido por golpistas, realiza eleições para definir a nova direção. Cinco chapas se enfrentam nas urnas;
- Reação;
- Não Vou Me Adaptar;
- 27 de Outubro;
- Universidade em Movimento;
- Quem Vem Com Tudo Não Cansa.

Apenas uma chapa, a REAÇÃO, não representa partidos de extrema esquerda e não está empenhada em usar as demandas e problemas dos estudantes da USP como mero trampolim para as necessidades e anseios dos seus respectivos partidos.

Apenas uma chapa, a REAÇÃO, entende que a Universidade de São Paulo tem de ser a melhor universidade que o Brasil pode fazer — e uma das boas instituições do mundo —, dentro de um regime democrático, que garanta as liberdades individuais e as liberdades púbicas e a valorização do estudo, da ciência, da pesquisa. AS DEMAIS CHAPAS ESTÃO EMPENHADAS, CADA UMA ATENDENDO, REITERO, AOS FUNDAMENTOS DE SEUS GRUPELHOS POLÍTICOS, em construir o socialismo. O socialismo, para quem não liga o nome à coisa, é aquele regime que matou 70 milhões na China, uns 35 milhões na União Soviética, uns três milhões do Camboja — só para citar os mais eficientes na arte de matar.

Apenas uma chapa, a REAÇÃO, defende a INTERLOCUÇÃO MADURA E AUTÔNOMA com a reitoria da USP e não tem como palavra de ordem o ridículo chamamento golpista (eles adoram um golpe!!!) “Fora Rodas!” João Grandino Rodas é o principal responsável por ter levado a universidade a figurar entre as 100 melhores do mundo, única instituição da América Latina a integrar esse grupo. Ainda é muito pouco. Por isso, é preciso avançar, não recuar.

Apenas uma chapa, a REAÇÃO — a carta-programa está aqui) tem uma pauta voltada para as necessidades efetivas dos mais de 80 mil estudantes da Universidade, opondo-se à permanente depredação das instituições, das instalações, da democracia e do bom senso no espaço acadêmico.

Apenas uma chapa, a REAÇÃO, tem como proposta o que sintetizo assim: “um estudante, um voto”.

É preciso dar um basta à rotina de violência na universidade!
É preciso dar um basta à sanha de grupos delirantes que já não distinguem suas convicções do crime.
É preciso dar uma basta à ação de extremistas que não reconhecem, no ambiente universitário, os mais comezinhos e básicos direitos assegurados pela Constituição.

É preciso pôr um fim ao permanente sequestro da maioria por minorias que nunca representaram mais do que 2% ou 3% dos alunos da USP, mas que se comportam como se fossem suas donas ou seus capitães do mato.

É preciso, enfim, que os alunos da USP se libertem de seus algozes!

Eles querem brincar de revolução? Que não seja com dinheiro público!
Eles querem viver a primavera juvenil do radicalismo? Que não seja com o seu tempo, com o seu curso, com a sua vida, com o seu futuro!
Eles querem viver viagens interessantes? Que não seja atrapalhando a sua vida estudantil!

Que os verdadeiros estudantes da USP tenham muito claro: ou escolhem o caminho que faz com que a USP avance ainda mais no grupo das melhores do mundo ou escolhem o caminho do retrocesso. Ou escolhem um Brasil que precisa crescer, progredir, se desenvolver — para corrigir as desigualdades — ou escolhem os “companheiros” e “camaradas” que pretendem instituir o socialismo no Brasil a partir da… USP!!!

A maioria silenciosa, composta de gente que estuda e de gente que estuda e trabalha, tem de escolher entre o caminho que leva à premiação do esforço e o que consagra os delírios pseudorrevolucionários de radicais “PAItrocinados”, que um dia deixarão essas tolices de lado para cuidar do dinheiro da família — depois de terem comprometido o futuro alheio com greves, depredações, invasões, violência.

Quem é quem
Abaixo, segue a configuração ideológica das chapas.
Reação - É a única não-esquerdista, mas é balela que seja uma chapa “de direita”. A extrema esquerda tenta usar a palavra como um bicho-papão. Ainda que possa haver pessoas filiadas a partidos (falo em tese), não é a chapa de um partido. Sua pauta está voltada para temas que dizem respeito ao universo estudantil e acadêmico. Para ficar numa questão que ganhou grande visibilidade: defende, sim, a presença da PM no campus da USP — o que é apenas matéria de bom senso. Todas as outras são contra.

Não Vou Me Adaptar - É a chapa do continuísmo, liderada pela turma do PSOL e do PSTU. Esse nome ranhetinha, coisa de adolescente malcriado, expressa seu inconformismo com a gestão do excelente reitor João Grandino Rodas. Assim, aluno da USP, saiba que votar nessa chapa corresponde a escolher o caminho da decadência.

27 de Outubro - É a chapa da extremíssima esquerda, que junta PCO e LER-QI, que comanda o sectário Sindicato dos Funcionários da USP. O grupo lidera as ações mais violentas da universidade. Foram eles que decidiram, contra a votação da assembleia, invadir a reitoria da universidade. Estão em desintegração. O tal “Movimento Negação da Negação”, também notável por seu sectarismo, desertou das hostes e decidiu se juntar à “Não Vou Me Adaptar”. E o nome? Vem de onde? Essa é a data em que três alunos foram detidos pela PM portando maconha no campus, o que gerou o tal protesto e, depois, as invasões. Antigamente, as esquerdas homenageavam seus mártires; agora, homenageiam seus maconheiros. Faz sentido…

Quem Vem Com Tudo Não Cansa - É a turma do PT (parece que há também gente do PC do B, mas não estou muito certo disso). O partido perdeu espaço na universidade para o PSOL e o PSTU (por incrível que pareça). E todos eles, juntos, perderam o controle do processo que resultou na invasão da reitoria, comandado pela turma que se juntou na 27 de Outubro. “Perder o controle significa o quê?” Que o movimento estudantil, já minoritário, ficou entregue a meia-dúzia de sectários, que decidiram tomar a Reitoria e brincar de fazer barricadas.

Universidade em Movimento - Também reúne membros do PSOL, mas que não conseguiram se compor com aqueles do “Não Vou Me Adaptar”, que hoje representa o continuísmo na USP.

Século 21
O século 21 precisa chegar ao movimento estudantil da USP. Não é possível que a universidade de 2012 tenha uma representação estudantil com a cabeça na década de 60 — ou em tempos ainda mais obscuros. Só para você terem noção do atraso, vejam o que o PCO escreveu sobre a eleição para o DCE:
O processo eleitoral nada mais pode ser do que um reflexo, ainda que distorcido, em geral muito distorcido e, no caso do DCE da USP, extremamente distorcido, da correlação de forças que existe no mundo real ou, como dizia Lênin, um recenseamento das tropas. Quem acredita em algo diferente ou tem a ilusão de que o processo eleitoral é fundamental para a luta das massas sofre da típica doença da social-democracia e dos oportunistas pequeno-burgueses, a qual Karl Marx denominou tão certeiramente de cretinismo parlamentar.”

Entenderam? Para desancar uma simples eleição de DCE na USP — afinal, o PCO é “revolucionário” e não acredita nesses processos burgueses… —, apela à literatura leninista. É o Parque dos Dinossauros. Esse partido poderia levar a sério o que diz — um mínimo de vergonha na cara!!! — e devolver o dinheiro do Fundo Partidário, que recebe todo ano do “estado burguês”. É nojento!

Encerrando
A USP já dispõe hoje de condições técnicas — e também cada aluno — de instaurar a verdadeira democracia na universidade nas questões que dizem respeito ao movimento estudantil. Já não faz mais sentido realizar assembleias — dominadas por meia-dúzia de extremistas — para decidir isso ou aquilo. Cada aluno dispõe de seu “Número-USP”, e o DCE pode realizar plebiscitos e referendos para saber o que pensam TODOS OS ESTUDANTES da universidade, não apenas aqueles que se especializaram em expulsar das assembleias os não-engajados em partidos de esquerda.

A REAÇÃO é a única chapa que se mostra disposta a levar adiante a ideia de envolver, de fato, todos os alunos da USP nas decisões que dizem respeito à USP! Afinal, você não preciosa ser do PC do B, do PT ou do PSOL para dar a sua opinião. Um celular basta. É preciso tirar esses dinossauros do caminho!

A REAÇÃO, em suma, é a única chapa verdadeiramente contrária à privatização da USP. Hoje, ela é propriedade privada de PT, PSOL, PSTU, LER-QI etc. Essa gente representa a sua vontade, alunos da USP?

Vejam esta foto e prestem atenção ao cartaz. Que USP você quer? A que chegou entre as melhores do mundo ou a que se traduz nesta ortografia muito original?

Hora de escolher. Hora de votar.

Aluno da USP, isso que você vê acima o representa?

Aluno da USP, isso que você vê acima o representa?

Por Reinaldo Azevedo

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".