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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Pesquisador desenvolve algoritmo de voz que detecta doença de Parkinson

 

VEJA

27/06/2012 - 12:55

Medicina

Para aperfeiçoar projeto, matemático quer construir um banco de vozes com a ajuda de voluntários em diversos países, inclusive no Brasil

Mais de seis milhões de pessoas ao redor do mundo sofrem com o Parkinson

Mais de seis milhões de pessoas ao redor do mundo sofrem com o Parkinson (Thinkstock)

Um matemático britânico espera acelerar o diagnóstico da doença de Parkinson com um exame barato que utiliza um algoritmo de reconhecimento da fala que ele próprio desenvolveu na Universidade Oxford, na Inglaterra. Max Little explicou como seu programa pode detectar os sintomas da doença na abertura da conferência TEDGlobal, que ocorre essa semana na Escócia. TED (Tecnologia, Entretenimento e Design) é uma organização filantrópica que apoia projetos inovadores.

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DOENÇA DE PARKINSON
É uma doença degenerativa e progressiva do sistema nervoso. A degeneração das células nervosas na doença não tem causa conhecida. A doença não tem cura, mas existem tratamentos que diminuem seus sintomas, que são, principalmente, tremores e lentidão dos movimentos. A doença afeta cerca de 1 em cada 250 indivíduos com mais de 40 anos.

A doença de Parkinson é uma condição neurológica degenerativa e progressiva difícil de diagnosticar. Não existem testes de laboratório que conseguem diagnosticar definitivamente a doença. Mais de seis milhões de pessoas no mundo sofrem da doença de Parkinson.
Little descobriu durante o doutorado em Oxford que a voz, assim como os membros, é afetada pela doença de Parkinson. Os sintomas da doença, portanto, poderiam ser detectados pela análise da fala com algoritmos de computador.

O pesquisador explicou como o algoritmo funciona em entrevista à rede britânica BBC. "Estamos recolhendo uma grande quantidade de informação de pessoas saudáveis ou com a doença de Parkinson", disse. "A partir daí, treinamos o banco de dados para aprender como separar os verdadeiros sintomas da doença de outros fatores."

De acordo com Little, o padrão de voz de uma pessoa pode mudar por vários motivos, como fumar ou estar gripado. O cientista acredita que seu algoritmo será capaz de enxergar diferenças entre esses fatores e a doença de Parkinson.

Qualquer pessoa pode ligar e contribuir com três minutos de fala para ajudar a aperfeiçoar o algoritmo que reconhece a doença de Parkinson pela voz. No Brasil, é possível ligar para um número de São Paulo: 11 3957-0683

Banco de dados mundial - Numa pesquisa recém-publicada no periódico IEEE Transactions on Biomedical Engineering, Little descreveu a precisão dos algoritmos para diferenciar pacientes da doença de Parkinson de pessoas saudáveis.

Contudo, para que o algoritmo seja aperfeiçoado, o cientista precisa de mais amostras de fala. Por isso o matemático está convidando voluntários, pacientes ou não de Parkinson, para contribuir com uma gravação de três minutos, por telefone. O projeto conta com linhas em sete países. O Brasil está na lista com um número de São Paulo: 11 3957-0683.

Little e seus colegas querem construir um banco de dados com 10.000 amostras. Com isso, esperam ajudar significativamente no tratamento de pacientes da doença Parkinson, acelerando o diagnóstico, reduzindo as visitas ao consultório e melhorando as decisões para o tratamento.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".