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terça-feira, 26 de junho de 2012

Até quando?


SENTINELA CATÓLICO


Postado em June 26, 2012 por Sentinela Católico

A foto abaixo mostra o anuncio de um curso que tem como finalidade discutir a “Diversidade na Sala de Aula”. Apenas o anúncio deste “curso”, que na verdade é pura e simples lavagem cerebral marxista revolucionária, propõe abertamente que os temas de “diversidade sexual” (Entendamos aqui práticas do homossexualismo) devem ser fomentados, de maneira que as crianças do ensino fundamental possam ser orientadas a saciar suas “curiosidades sexuais”, através de novas experiências. É evidente e clara aqui a tentativa de doutrinar os professores para que estes possam tornar a prática homossexual uma atividade pedagógica compulsória nas salas de aula da educação básica.

Prospecto de Curso para gayzismo compulsorio nas escolas

É inacreditável como é possível assistir de maneira passiva a introdução de uma sexualidade cada vez mais precoce em nossas crianças. Seja a sexualidade heterossexual ou homossexual, lugar desse tipo de assunto não é a escola, mas os recintos familiares, que provem a estrutura moral da sociedade. é o Estado cada vez mais querendo tomar para si a responsabilidade de educar e conduzir a vida de nossos filhos. Este tal “curso” mostra o quanto a sociedade brasileira precisa estar em alerta e repudiar qualquer tentativa de sodomia compulsória a ser aplicada às crianças.

Novamente aqui agora eu pergunto: Onde está a CNBB para pressionar o governo contra o incentivo a prática homossexual compulsória nas escolas? Será que o que realmente interessa a CNBB é apenas o debate do novo Código Florestal Brasileiro, de maneira a favorecer o MST e os movimentos terroristas do campo? Onde está a maioria dos “padres show” que ao invés de ficaram falando “da pessoa humana”, não dizem que tal incentivo é contra os ensinamentos milenares da Igreja? Onde estão os políticos católicos que não promovem seminários e cursos para combater tal visão? Onde estamos nós católicos que nos recusamos a ir para o combate efetivo, ocupamos espaço nas universidades e na vida pública, de maneira a desmoralizar e retirar da vida intelectual marqueteiros revolucionários, charlatães e vigaristas como Philipi Gomes Alves Pinheiro? Até quando iremos esperar para tomarmos as atitudes corretas e cobrarmos das pessoas devidas atitudes sensatas? Até quando nosso coração ficará mergulhado nos nossos problemas pessoais e imediatos, sem que possamos dar a devida importância do que este absurdo pode causar nas gerações futuras de brasileiros? Até quando?

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".