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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Ativistas gays tumultuam audiência no Congresso Nacional sobre CFP proibir psicólogos de ajudarem pessoas a sair do homossexualismo


JULIO SEVERO

28 de junho de 2012

Ativistas gays tumultuam audiência no Congresso Nacional sobre CFP proibir psicólogos de ajudarem pessoas a sair do homossexualismo

Julio Severo

Ativistas do movimento gay deram muitos gritos, fizeram muito bate-boca e confusão na audiência pública que terminou no início da tarde desta quinta-feira na Comissão de Seguridade da Câmara para discutir o projeto de decreto legislativo 234/11, que garante liberdade para profissionais de psicologia que dão assistência a pessoas que querem se livrar do vício homossexual. De autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), o projeto suspende a aplicação de dois dispositivos da resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia (CFP). O regulamento do CFP proíbe profissionais de ajudarem homossexuais, tachando autoritariamente de preconceito as tentativas de ajuda.

Sob pressão dos supremacistas gays, o CFP rejeitou o convite para participar da audiência. Em 22 de junho, Toni Reis, presidente da ABGLT, o maior grupo supremacista gay do Brasil, enviou ofício ao sr. Humberto Verona, presidente do CFP, pedindo que o “Conselho Federal de Psicologia não se faça presente na referida Audiência Pública”, tachando seus participantes de possuírem um “discurso de intolerância religiosa em detrimento dos ideais da democracia igualitária”. A ABGLT mandou, e o CFP se curvou.

Não é a primeira vez que Toni Reis rotula de intolerantes as pessoas que discordem do sexo homossexual. Ele já enviou ofícios ao Ministério Público Federal contra mim e contra Silas Malafaia.

Contudo, não entendo a queixa dele agora. Eu não estava presente na audiência. Entre os participantes que falaram estava a psicóloga Marisa Lobo, que defende o direito de psicólogos atenderem pacientes que busquem sair da homossexualidade.

Psicóloga Marisa Lobo, defendendo durante a audiência pública o direito de psicólogos atenderem pacientes que busquem abandonar o vício homossexual

A fala da Marisa provocou indignação e tumulto entre representantes do movimento supremacista gay que estavam assistindo à audiência. Esse radicalismo ideológico não toleraria nem mesmo outros homossexuais. Clodovil Hernandes, considerado o mais famoso homossexual do Brasil, também era alvo de indignação e raiva dos supremacistas gays. Num evento no Congresso Nacional anos atrás, Toni Reis e sua turma do estardalhaço vaiaram Clodovil por discordar do fanatismo do supremacismo gay. Veja o vídeo aqui: http://youtu.be/F9Gk51EvGko

 

Para eles, é inaceitável que um homem que se viciou no homossexualismo tenha liberdade e ajuda para sair de seu vício.

Eles declaram abertamente que a medicina, a ciência e a mídia estão do lado deles. No caso da mídia, eles estão certos: a mídia está 99 por cento com a ideologia supremacista gay. Mas dizer que a medicina e a ciência estão do lado deles é um exagero tão grande quanto dizer que São Paulo tem a maior parada gay do mundo — mentira que caiu por terra recentemente, graças ao lixo e aos porcos que o fazem.

O próprio jornal esquerdista Folha de S. Paulo, antigo aliado do supremacismo gay do Brasil, apontou que o número de participantes da parada gay em São Paulo este ano foi no máximo 270 mil pessoas — um número que está muito longe dos 4 milhões alardeados pelos organizadores da Parada do Orgulho Gay de São Paulo.

Os exageros do supremacismo gay, sustentados com muito estardalhaço, estão virando pó nas ruas de São Paulo. Se todos desacreditarem suas mentiras e estardalhaços, virarão pó também no CFP e no Congresso Nacional.

Com informações do UOL.

Fonte: www.juliosevero.com

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".