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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Vá assistir a “For Greater Glory”: a Guerra Cristera, entre católicos e o governo socialista autoritário em 1926

 

MÍDIA SEM MÁSCARA

ESCRITO POR JOSEPH FARAH | 21 JUNHO 2012
ARTIGOS - CULTURA

Cristiada

“For Greater Glory” também nos relembra dos enormes sacrifícios feitos pelas pessoas ao longo da história pela causa da liberdade. Ele levanta a pergunta: o que estamos dispostos a sacrificar (se é que estamos a sacrificar algo) para preservar a liberdade?

Se você ama a liberdade e ama a Deus, vá ver “For Greater Glory”, um novo filme de ação intenso com grande elenco e com uma mensagem maior ainda, de grande relevância para o que estamos passando nos EUA hoje.

É uma dramática história real de uma revolta no México que poucos americanos conhecem: a Guerra Cristera, entre católicos e o governo socialista autoritário em 1926. 

Os paralelos entre aquela batalha e as tentativas de Barack Obama de restringir a liberdade religiosa nos Estados Unidos de 2012 passaram despercebidos.

Andy Garcia, Peter O’Toole e Eduardo Verástegui estrelam nesse enredo emocionalmente fascinante sobre um conflito que, à primeira vista, parece tão externo e horripilante, mas que com um exame mais detalhado, é claramente a mesma batalha pela liberdade religiosa que estamos lutando hoje em dia nos EUA.

Nunca é demais recomendar esse filme.

Leve seus filhos. Leve seus amigos. Leve toda a igreja. Esse é um daqueles filmes extraordinariamente redentores de fé, heroísmo e coragem: três atributos que, basicamente, suprem a nossa cultura de hoje.

Há outro lado interessante no enredo desse filme, e é a maneira como movimentos pela liberdade são com frequência vendidos por poderosas instituições.

É impossível não parar para pensar se a corrupção tão generalizada no México de hoje estaria lá se o Vaticano e o governo dos EUA não tivessem negociado um acordo nada glorioso para solucionar o conflito, longe daqueles que estavam dando suas vidas para colocar Deus acima do governo.

“For Greater Glory” também nos relembra dos enormes sacrifícios feitos pelas pessoas ao longo da história pela causa da liberdade. Ele levanta a pergunta: o que estamos dispostos a sacrificar (se é que estamos a sacrificar algo) para preservar a liberdade?
Inspire-se pelo que você vai ver nesse filme.

Há um garoto que vemos pela primeira vez quando arremessa um tomate em um padre idoso. Como penitência, dizem-lhe para servir ao padre. Seu momento da verdade acontece quando ele decide roubar um relógio que encontra enquanto vasculha a igreja. Mas sua consciência é atingida de tal maneira que ele se torna um fiel fervoroso.

Não vou adiantar aonde isso irá levar, exceto que representa um dos elementos mais cativantes do filme.

Similarmente, o personagem de Andy Garcia evolui de um descrente para um fiel fervoroso, disposto a sacrificar tudo: sua riqueza, o amor de sua família, seu honrado status de heroico general mexicano, e a própria vida.

Estou disposto a ver esse filme de novo; e de novo.

Os americanos precisam entender o que os seus fundadores entendiam: que a liberdade nunca pode ser negligenciada. Na história do mundo, ela sempre foi passageira.

É hora de esta geração de americanos enfrentar os desafios como fizeram as gerações anteriores: com coragem, determinação, compreensão e devoção.

Levei meus dois filhos para assistir a “For Greater Glory”. Não creio que algum deles estava empolgado para ver um filme de guerra sobre o México do início do século XX.

Mas ambos saíram com lágrimas nos olhos, dizendo que esse era um dos melhores filmes já haviam visto.

Então não espere pelo DVD. Tome a decisão de ir ao cinema esta semana para vê-lo. Precisamos estimular esse tipo de produção nos EUA, premiando o que for bom e elevando o que for redentor. Essa é uma maneira fácil pela qual podemos entrar na batalha pela liberdade nos EUA hoje sem pegar em armas. Podemos defender as influências positivas na nossa cultura e rejeitar as negativas.

Você vai me agradecer por recomendar-lhe esse filme.

Vamos fazer o melhor para que ele seja bem sucedido, para que mais produtores, estúdios e distribuidoras sejam motivadas a fazer mais filmes como esse.

Tradução: Luis Gustavo Gentil

Do WND: Go see “For Greater Glory”

www.juliosevero.com

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".