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sexta-feira, 2 de março de 2012

Diretor de grupo anticonservador sofre extorsão de amante gay traído Ativista gay trai parceiro, trazendo risco de escândalo para sua entidade inimiga de conservadores

 

JULIO SEVERO

2 de março de 2012

Julio Severo

David Brock, fundador e diretor Media Matters, teve de pagar aproximadamente 1 milhão e meio de reais para seu ex-parceiro gay William Grey. Mas isso não foi o suficiente, e o caso está agora na polícia e nos tribunais.

David Brock, fundador e diretor Media Matters, organização ultra-esquerdista

Media Matters é uma organização ultra-esquerdista dos Estados Unidos dedicada a atacar organizações conservadoras, inclusive o WorldNetDaily, ou WND, cujos artigos sempre divulgo no meu blog.

A missão de Media Matters é levantar suspeitas, promover difamações muito bem orquestradas e lambuzar ao máximo a reputação de organizações conservadoras. É um comportamento tipicamente esquerdista ou homossexualista, conforme você preferir.

Agora, o diretor do Media Matters está envolvido num escândalo — que deveria deixá-lo ocupado demais para prosseguir seus chiliques e ataques aos conservadores. David Brock descartou seu antigo amante e arrumou um novo parceiro gay, James Alefantis, um empresário do setor de restaurantes em Washington.

O ex-amante William Grey, que viveu com o dono do Media Matters durante mais de 10 anos, foi tomado por uma incontrolável fúria gay.

Grey teria primeiro avisado Brock para atender às suas exigências num email de 2008. “Por favor, termine isso hoje mesmo, de modo que eu não desperdice meu tempo mandando um email a alguém — Biden, Coulter, Carlson, Huffington, Drudge, Ingraham,” Grey escreveu.

Num email de 2010, Grey ameaçou delatar o que ele presumivelmente viu como problemas financeiros do Media Matters dignos da atenção da Receita Federal e dos que faziam generosas doações para Brock.

“Esse negócio vai feder para você se você não resolver isso agora”, escreveu Grey.

A pior coisa entre gays é briga por causa de um novo namorado. Por que acha que a violência doméstica gay leva a tantos assassinatos — inchando a imaginação maldosa dos que querem atirar o rótulo de “crime homofóbico” ao primeiro sinal de gay assassinado?

Se a briga resultar em assassinato, aí a imprensa esquerdista atacará WND e outros conservadores com suas habituais acusações de incitação de “homofobia” como motivação para um assassinato cometido por outro gay.

Contudo, até o momento Grey apelou apenas para a extorsão.

Outros recorrem ao assassinato mesmo. E poderia chegar a isso, porque a segunda coisa pior é um gay cujas reivindicações não são atendidas.

Para evitar maiores dores de cabeça com o ex-parceiro, Brock lhe deu quase 1 milhão e meio de reais, extraídos da venda de sua casa de praia no valor de quase 3 milhões de reais. Mas o ex-amante quis mais, muito mais, provando conclusivamente que um gay reivindicante ou traído é insaciável, birrento, chiliquento, intolerável e intolerante.

Por causa das reivindicações insaciáveis do amante traído, o caso agora está na polícia e nos tribunais. Enquanto estão brigando, Media Matters presumivelmente ficará ocupada demais para atacar os conservadores e o meu site favorito: WND!

Fonte: www.juliosevero.com

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".