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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Danilo Gentili lança campanha "Brasil sem Drauzio Varela"

D24AM
09 Nov 2011 . 12:35 h


A piada de Gentili teve dois alvos. Primeiro, o próprio médico, a quem o humorista atribuiu a divulgação de uma estatística “estarrecedora”: “100% dos fumantes do mundo vão morrer”.

São Paulo - Com uma fitinha na lapela, Danilo Gentili lançou no “Agora É Tarde”, o talk show que comanda na Band, uma “campanha” contra o médico Dráuzio Varella, que está promovendo uma cruzada contra o tabagismo, no “Fantástico”. Em resposta ao "Brasil sem cigarro", do dominical da Globo, o humorista propôs o “Brasil sem Drauzio”.
A piada de Gentili teve dois alvos. Primeiro, o próprio médico, a quem o humorista atribuiu a divulgação de uma estatística “estarrecedora”: “100% dos fumantes do mundo vão morrer”.
Depois de comentar várias campanhas lideradas por Dráuzio, nas quais trata de outros “hábitos e manias” do brasileiro, Gentili disse: “Nós também nos preocupamos com as manias do Drauzio Varella. Essa mania de ficar enchendo o saco dos outros, dizendo o que as pessoas devem ou não fazer. É isso que me deixa doente.”
O outro alvo é mais genérico. “Se você quer um Brasil longe de gente cri-cri, de caga-regra, de gente que enche o saco, que fala do que você deve rir, do que você deve comer, do que você deve beber, fumar, participe da campanha”, convidou o humorista.
Indagado pelo blog sobre como surgiu a ideia da campanha, Gentili contou: “Estávamos conversando como seria engraçado se alguém fizesse uma campanha nacional do tipo ‘Brasil sem Drauzio’ e rimos muito. Nos pareceu divertido e fizemos.”
Sobre a repercussão, o humorista observa: “A maioria dos feedbacks é de pessoas rindo. Mas aí aparecem uns outros ‘drauzeando’, dizendo que não se deve rir disso.”

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".