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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Os heróis do futuro

MÍDIA SEM MÁSCARA

Do entrevero, do acinte, do deboche, certamente emergirão futuras lideranças, predestinados batalhadores, indivíduos de convicta postura, e dispostos a lutar pelos seus ideais e posições.

Tudo depende do momento. Hoje a “sociedade” se horroriza com a bandalha que se instalou na USP por alguns dias.

São os agitadores travestidos de universitários, alguns tarimbados profissionais da anarquia, ou melhor, são massas de manobra, cabeças feitas por espertos intelectuais, que afrontam a tudo e a todos por seus direitos. Deve ser o direito ao caos.

Mas recordem, vivemos um momento em que a preocupação com o direito pretere a tudo. Sobre os deveres, nem tocar.
Imaginem, quando estivermos vivendo sob a égide da anarquia ou da liberação total do uso de drogas, pois cada um é dono de si, como serão cultuados os jovens que hoje, mascarados, invadem instalações, depredam o bem público, e são corajosos para afrontar os agentes da ordem pública?

Ah, seguiram a cartilha do MST? Quem sabe.

Do entrevero, do acinte, do deboche, certamente emergirão futuras lideranças, predestinados batalhadores, indivíduos de convicta postura, e dispostos a lutar pelos seus ideais e posições.
E contam com o apoio de determinadas entidades, tanto que elas já levantaram os recursos para libertação dos novos guerreiros.

Provavelmente, assistimos ao nascimento de FUTUROS HERÓIS.

Um voto de louvor aos intransigentes, pois agregaram ao seu cabeludo currículo, a palavra de ordem “a baderna acima de tudo”.

Na universidade serão respeitados, citados, amados, cultuados e admirados. Percebam que hoje, grupos de universitários se manifestam na frente da Universidade em apoio aos pândegos presos.

Quanto ao apoio ou à complacência da sociedade, será uma questão de tempo.

Passado o primeiro momento, hábeis advogados estarão às portas da justiça desenrolando o carretel de atrocidades que o aparato policial desencadeou contra seus inocentes jovens idealistas.

A começar pela agressão, que como num pesadelo, na calada da noite, adentrou nos sonhos dos desordeiros, para expulsá-los de seu merecido sono.

Esperamos que os indignados não clamem por ridículas medidas, como a expulsão dos baderneiros, nem na indenização para ressarcir a depredação, que poderia ser da responsabilidade de cada um e, quem sabe, de 20 ou 30 % para o seu, ou seus líderes.

Blasfêmia, tal penalização nunca ocorrerá.

Que ninguém duvide, ali, na USP, nasceu, nesta semana, uma nova chusma de líderes, e quando eles voltarem será um Deus-nos-acuda, pois serão impiedosos, e serão indenizados, e contarão suas historias de sacrifícios, de como se agarraram aos seus princípios, com coragem e determinação, e todos, de curta memória, diremos amém.
Brasília, DF, 09 de novembro de 2011.
 
Valmir Fonseca Azevedo Pereira é general de brigada (reformado).

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".