Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

A Escória da Humanidade

"Todo comunista, sem exceção, é cúmplice de genocídio, é um criminoso, um celerado, tanto mais desprovido de consciência moral quanto mais imbuído da ilusão satânica da sua própria santidade. Nenhum comunista merece consideração, nenhum comunista é pessoa decente, nenhum comunista é digno de crédito. São todos, junto com os nazistas e os terroristas islâmicos, a escória da espécie humana."

Entrevista do MAG

Baixe e ouça a entrevista do Marco Aurélio Garcia onde ele tenta mas não consegue justificar qualquer coisa que tente. Aliás é sempre assim. Para ele (você vai ouvir) foi inconstitucional colocar o Zelaya em um avião de manhã. Se o entrevistador tivesse percebido esta fuga da resposta que foi feita ao monstrinho, poderia ter perguntado "e se fosse de tarde teria sido constitucional"?

Aquela coisa tenta dizer que não existe problema se a Venezuela compra armas e faz exercícios com a Rússia mas existe problema se os Estados Unidos monta bases com um país soberano como a Colômbia. O engraçado é que estes caras justificam quando quando lhes interessa que "não devem interferir em decisões de países soberanos". Ele quer uma garantia que as bases amercainas não serão usadas em ações externas à Colômbia. É piada, claro!!! Piada do MAG, digo!!! O Brasil pediu este mesmo compromisso quando a Venezuela começou a se armar até os dentes? Não, claro!!!

Bom, baixem e ouçam a palhaçada:

John F. Kennedy - liberdade tem preço: a eterna vigilância

Discurso sóbrio, correto, limpo e direto. Coisa incrível pensar que entre os Democratas existiram políticos assim. Hoje, temos Obama. O Ocidente cai pelas tabelas, Lulas, Obamas, Evos, Chávez...

Que coisa medonha, mas somos os culpados disto.

Desistimos de participar da política. Desistimos de escolher um político e seguí-lo em seus(s) mandato(s). Assumimos a cultura da "não-cultura", preferimos ligar a TV e assistir os Faustãos da vida, enquanto os chefes dos monstros citados acima tramavam, ao longo das últimas décadas, a tomada do poder pelas "vias legais".

Os melhores precisam voltar ao comando, assumir, pelas vias legais de fato (e não entre aspas) o controle e o comando dos países ocidentais. Voltemos a fazer o que deixamos de fazer. Larguem de pensar em suas bundas flácidas, nos pés-de-galinha de seus olhos, em lipoaspiração e em carro novo. Nada disto te trará felicidade, ela nos foi roubada (na verdade jogamos fora deliberadamente) quando desviamos nossos olhos para os prazeres e delícias, acreditando que daí sairia alguma coisa como o "supremo prazer". Já vimos que daí saiu apenas o supremo suplício e a imbecilização generalizada.

O ser que vive para satisfazer seus prazeres imediatos está abaixo dos animais na "escala evolutiva". Não é um ser humano, é menos que um bichinho.

Comecemos com (re)descobrir o que é ser um ser humano. Leia clássicos, ouça clássicos, busque o belo da natureza, jogue fora suas macaquices, aquilo que parece estar perto como um novo carro mesmo o teu te servindo perfeitamente, uma nova casa mesma a tua te sendo totalmente funcional, uma nova esposa pois a sua "envelheceu", novos seios que só servem para serem ridicularizados na praia e não vão te levar a ter nem uma gota a mais de prazer, além de atrair quem quer apenas... bom, já entendeu, né? Se a sua vida se baseia em imediatismos, você pouco serve para melhorar o mundo, percebe isto?

Voltemos a ser GENTE. Veja o vídeo e entenda um pouco mais sobre o que nos espera se ficarmos com a bunda no sofá vendo a vida passar.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Basta de vassalagem ideológica

Fonte: MONITOR MERCANTIL
29/07/2009 - 16:07

O recente episódio do “acordo” feito entre Lula e o bispo Lugo, famoso pelo seu apetite material, em especial no que concerne ao abuso cometido contra ex-paroquianas, algumas até menores de idade, configura mais uma atrocidade cometida contra o Brasil e seu povo.

Segundo o jurista Paulo Brossard, ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF): “Ao oferecer o que ofereceu a D. Lugo, o presidente Luiz Inácio pretendeu doar o que não lhe pertence, mas ao Brasil, e pretendeu dispor de cláusulas de um tratado que, ratificado e promulgado, passou a fazer parte do direito positivo nacional, o que o presidente não pode revogar a seu arbítrio; configura o que se chama crime de responsabilidade”.

O fato em sua seca objetividade estampa que o presidente da República se permitiu, para mimosear o país vizinho, alterar unilateralmente o Tratado de Itaipu, em pontos maiores ou menores, pouco importa; o valor pago pela cessão de energia aumentará de US$ 120,3 milhões para US$ 360 milhões, e o Estado se obriga a criar um fundo binacional e ao financiamento de uma linha de transmissão de Itaipu a Assunção, orçada em US$ 450 milhões.

Além disto, a estatal paraguaia Ande poderá, gradualmente, vender a energia excedente no mercado livre brasileiro e o “governo” brasileiro ainda se comprometeu a financiar obras, até em turismo, e conceder créditos do BNDES e do Banco do Brasil para outros projetos de infra-estrutura.

De fato, é a submissão total a um governo estrangeiro que foi eleito com uma plataforma eleitoral apoiada principalmente na bandeira de que, se eleito, o perigoso bispo obrigaria o Brasil a rever suas posturas imperialistas, recuperando plenamente sua soberania sobre Itaipu. Lula ainda procurou justificar sua postura afirmando: “Países maiores têm obrigação de ajudar países menores a dar um salto de qualidade”.

É evidente que o indecente “acordo” terá que ser apreciado pelo Congresso Nacional. Infelizmente, o histórico mostra que o mesmo limita-se a ratificar qualquer absurdo cometido contra os Objetivos Nacionais Permanentes (ONP): Progresso, Soberania, Democracia, Paz Social, Integração Nacional e Integridade do Patrimônio Nacional. Peca por omissão ou por cumplicidade.

Pouco a pouco, o rico patrimônio legado por nossos ascendentes vai sendo dilapidado, passo a passo, principalmente desde a Era Collor. E o pior. Isto foi feito para impedir a derrubada de Lugo, pois o mesmo encontra-se em posição bastante débil, não só em função de sua fraca e conflitante base de apoio, como pela sua medíocre administração e desmoralização crescente, após a divulgação dos escândalos sexuais divulgados.

O fulcro da questão reside no fato de que Lugo é um aliado ideológico de Lula, pois ambos pertencem à mesma corrente com matriz no Foro de São Paulo. Não é por acaso que os interesses nacionais têm sido duramente prejudicados em eventos anteriores envolvendo outros parceiros ideológicos, como Chávez da Venezuela, Morales da Bolívia e Corrêa do Equador, principalmente.

Até refinarias da nossa Petrobras foram ocupadas por tropas bolivianas. Suportamos uma situação bastante desfavorável em relação à Argentina, passando de uma posição altamente superavitária na balança comercial para a atual, amplamente deficitária, em função de medidas protecionistas adotadas pelos nossos “hermanos”.

Só agora a administração petista começa a reagir graças à pressão do nosso setor exportador. E a administração de Lula vai cedendo, concedendo benesses aos alienígenas em evidente desfavorecimento do nosso povo. O argumento de que os preços da energia não vão subir é ridículo. Se não subirem, os impostos aumentarão. Não há conta sem que alguém pague. E o pobre do contribuinte brasileiro será mais uma vez penalizado.

Fomos, somos e seremos explorados pelas nações mais ricas, até que o povo brasileiro se conscientize e reaja, sem nunca termos sido objeto de benesses semelhantes. Somos generosos sim, mas, em nosso entendimento, só poderemos ajudar aos outros povos quando a situação do nosso povo estiver satisfatória, com pleno atendimento das nossas necessidades coletivas, o que não ocorre.

Nossos irmãos brasileiros padecem de péssimas condições de vida, qualquer que sejam os indicadores escolhidos. Pagamos uma das maiores cargas tributárias do mundo, sem a devida contrapartida.

O contribuinte comum não possui direitos e sim deveres. As condições de saúde, educação, previdência, segurança pública, energia, transportes, comunicações, etc. são caóticas.

A administração Lula enfraquece deliberadamente nossas Forças Armadas, cumprindo orientações externas e prosseguindo na trilha iniciada por Collor e agravada por FHC, enquanto, em uma reivindicação esquizofrênica, continua a pleitear um assento no Conselho de Segurança Nacional da ONU. Com qual objetivo?

Até a Índia acaba de lançar no mar seu submarino nuclear feito com recursos próprios, enquanto o nosso tem seu planejamento de execução adiado a cada dia. Resta-nos pressionar o Congresso Nacional de modo incisivo, através de uma grande mobilização nacional, para tentar impedir mais uma traição à Pátria.



Marcos Coimbra

Conselheiro diretor do Cebres, professor de Economia e autor do livro Brasil Soberano.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

A Nova Ordem Mundial, o sonho de sociopatas como Hitler, por exemplo

Comparem as declarações "ingênuas" do primeiro idiota com o que acontecerá de fato após a implantação do sonho de qualquer sociopata: ser o dono do mundo.





quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Desmascarando a farsa do "Diário de Raúl Reyes"

Fonte: NOTALATINA

Quarta-feira, 5 de Agosto de 2009


Leia abaixo um trecho do artigo da Graça Salgueiro que DESMONTA a farsa acerca do tal "diário de Raúl "assassino maldito" Reyes", o número 2 das FARC que foi morto pelo exército colombiano, inclusive com um vídeo mostrando uma análise grafotécnica de textos do montsro e o tal diário. Divirta-se com mais uma farsa de presidentes latRinos e seus amigos narco-traficantes-assassinos-sequestradores-guerrilheiros.

Mesmo com análise técnica estes degenarados querem que o mundo aceite que tudo isto é verdadeiro. Mas quando armas suecas vendidas para o país chamado Venezuela (comprovadas pelos seus número de série) aparecem nas mãos das FARC e em outro país (Colômbia), eles dizem que é armação, negam até a morte e em bloco.

Rafael Correa (membro do Foro de São Paulo e presidente do Equador) saiu correndo mostrar para todo mundo que Raúl Reyes queria tornar-se um bom menino, queria deixar de matar, vender cocaína, soltar reféns mas teria sido injustamente morto pelos soldados colombianos... Vejam que palhaçada do inferno!!!

Com tudo isto, alguém ainda tem dúvida de que os denerados presidentes de países membros do Foro de São Paulo são muito mais do que amigos das FARC?

Veja trecho do artigo e a íntegra AQUI.

"...No último 30 de julho circulou a notícia de que fora encontrado no Equador um “diário manuscrito de Raúl Reyes” (RR) e o próprio Rafael Correa fez questão de divulgá-lo publicamente. Só pelo título da matéria senti que havia no ar um cheiro bolorento de trampa e das brabas, pois este tipo de expediente entre comunas é mais velho do que a invenção da roda. Lembro que no final da campanha para mais um dos referendos criados por Chávez em dezembro de 2007, também circulou um “documento” intitulado “Operación Tenaza”, segundo o qual grupos de extrema direita, encabeçado por Alejandro Peña Esclusa, estariam montando um “golpe” para destruir Chávez, inclusive com um “magnicídio”. Esta gentalha é tão estúpida e patética que não percebe o primarismo de seus planos e acaba caindo no ridículo e na galhofa. Leiam aqui o que escrevi na ocasião e divirtam-se um pouco porque a edição de hoje tem muito a ver com esta de 2007..."

Utilidade pública

Como apagar fogo em uma panela, evitando assim, com que o fogo se alastre por toda a cozinha, provocando sérias injúrias.

Vídeo produzido e adotado pela CIPA para prevenção de incêndios.

Caso você esqueça no fogo a panela ou frigideira com óleo e ela pegar fogo, NÃO ENTRE EM PÂNICO.

Siga as instruções abaixo.

Repasse aos seus amigos, ensine a seus empregados, mostre aos seus filhos.

1. DESLIGUE O FOGO.
2. molhe um pano, torça-o, retirando o excesso de água, para que este NÃO PINGUE.
3. coloque o pano sobre a panela/frigideira e espere até que esfrie e não saia mais vapor.

NUNCA TENTE MOVER A PANELA ou FRIGIDEIRA.
NUNCA JOGUE ÁGUA, pois os respingos carregarão fogo junto e os efeitos serão devastadores.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Artigo visual com uma observação

E de um dos lados um PENICO para os restos mortais...

Resistirá Honduras a um Embargo Econômico?

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA
KLAUBER CRISTOFEN PIRES | 28 JULHO 2009
INTERNACIONAL - AMÉRICA LATINA

boyandgirl_honduras

De 1980 a 2004, a parcela da população que vivia com um dólar americano ou menos por dia decresceu de 25,43% para 15,27%, e a parcela que vivia com dois dólares ou menos caiu de 51,97% para 39,52%. Estes índices promissores, todavia, têm sido sustados durante a administração do então presidente Jose Manuel "Mel" Zelaya Rosales, por conta do foco mais voltado para o combate à desigualdade do que em promover o crescimento, e fortemente devido ao aumento da criminalidade, em especial, do tráfico de drogas e da formação de gangues juvenis, o que parece ter sido percebido pela população, que hoje massivamente rejeita o seu retorno.


Creio que pela primeira vez na história havemos de analisar um embargo econômico sobre uma democracia, o que faz de nosso trabalho um desafio, senão uma aposta. Até então, tais medidas têm sido endereçadas a regimes totalitários, o que nos deve imensamente servir de alarme.

Estes países - Cuba, Iraque, Iran, Coréia do Norte e outros dignos de estarem num mesmo cesto, geralmente têm se saído muito bem contra bloqueios, de modo que estes pouco os afetam. A explicação é simples: o povo morre esfaimado e doente, mas o regime sobrevive. Os ditadores até mesmo aprendem a fazer da carência geral um jogo de castigos e recompensas para os dissidentes e seus seguidores, respectivamente.

Honduras é uma democracia muito jovem. Não obstante sua independência completa date de 1838 (veio a se tornar independente da Espanha em 1821), uma sucessão de governos caudilhistas manteve a nação imersa em estagnação e pobreza, a ponto de atualmente não ser o país senão o segundo em miséria, restando apenas ao Haiti a condição de líder de tão funesta lista.

Assim se manifesta o Índice de Liberdade Econômica da Heritage Foundation [i]:

Honduras recebe os maiores escores pela liberdade econômica, liberdade fiscal, tamanho do governo e liberdade financeira. O imposto de renda tem alíquotas razoavelmente baixas, tanto para pessoas físicas quanto para jurídicas e a carga tributária geral é moderada. A liberdade financeira é estimulada pelo setor bancário em desenvolvimento, ao qual têm sido instituídas normas mais firmes e uma auditoria mais transparente.

A pobreza e a desigualdade persistem, e esforços para reestruturar o setor público precisam ser revitalizados. A liberdade econômica geral de Honduras sofre mais da falta de capacidade institucional de proteger os direitos de propriedade e de combater a corrupção em muitos aspectos da atividade econômica. A administração pública é ineficiente e largamente tida como corrupta. A lei e a ordem são sabotadas por uma segurança básica fraca.

Não obstante, o pequeno país centro-americano ocupa uma posição notadamente melhor do que o Brasil, com o 91º lugar mundial, sendo 14 posições à frente do gigante deitado eternamente em berço esplêndido, e embora o último relatório de Hernando de Soto o tenha retirado 0,2 pontos em relação ao anterior, por conta de imposições de mais burocracia aos contratos trabalhistas, prevejo que um próximo relatório há de rever para cima a credibilidade das instituições, por conta de deposição do bolivariano "Mel" Zelaya.

Desde a nova constituição de 1982 - esta cujos dispositivos garantidores do regime democrático foram pela primeira vez testados - o país tem melhorado de forma lenta, porém, gradativa e consistente - seus indicadores sociais. De 1980 a 2004, a parcela da população que vivia com um dólar americano ou menos por dia decresceu de 25,43% para 15,27%, e a parcela que vivia com dois dólares ou menos caiu de 51,97% para 39,52%. Estes índices promissores, todavia, têm sido sustados durante a administração do então presidente Jose Manuel "Mel" Zelaya Rosales, por conta do foco mais voltado para o combate à desigualdade do que em promover o crescimento, e fortemente devido ao aumento da criminalidade, em especial, do tráfico de drogas e da formação de gangues juvenis, o que parece ter sido percebido pela população, que hoje massivamente rejeita o seu retorno. Este combate à desigualdade, entretanto, lido corretamente, nos leva ao caminho do estímulo ao confronto entre classes sociais, à distribuição de benefícios eleitoreiros e à imposição de políticas compensatórias.

Na pauta de exportações, sobressaem as commodities, à frente o café, a banana, o camarão, melões e têxteis artesanais, com também alguns minérios e turismo, sendo os principais parceiros comerciais os Estados Unidos, a União Européia e o Japão.

No plano militar, este país é muito fraco, não possuindo sequer tanques de guerra pesados, senão uma vintena ou pouco mais de carros de combate leves (com canhões de 76 mm) e veículos de reconhecimento e de patrulha. A marinha é composta, sobretudo, por pequenas embarcações de vigilância costeira e fluvial. Os maiores trunfos ocorrem por conta da força aérea, mas ela mesma contando com não mais do que trinta caças modernos. No geral, mal dá para conter uma invasão, para o caso de uma bem armada Venezuela a realizar, ainda mais se contar com Cuba e Nicarágua a fornecer apoio. Isto, claro, é improvável, mas quem há de prever o que se passa na cabeça de um louco? No quadro atual, apenas poderá impedi-la os Estados Unidos, que mesmo com a gestão do socialista Barack Hussein Obama pode se vir obrigado a auxiliar um aliado histórico.

Feitas as considerações acima, tenho que Honduras seja um país por demais frágil a um embargo decidido por parte dos Estados Unidos ou da União Européia.

Contra o bloqueio dos depósitos no exterior, há um ponto a favor, que é o livre trânsito de moedas estrangeiras, o que pode remediar parcialmente a falta de liquidez, já que o governo e o empresariado pode ter entesourado numerário em espécie ou em bancos desimpedidos pelas sanções.

Pesa sobremaneira também a interrupção do fornecimento de petróleo, com a própria Venezuela como o principal exportador, e que já fez questão de impô-lo, o que pode trazer o país a uma situação de utilizar as suas reservas tão somente para a segurança nacional, pelo menos no curto prazo.

Finalmente, a sua pauta de exportações é extremamente vulnerável, desde que as cargas , elas próprias de pouco valor agregado, possam vir a ser objeto de quarentenas em portos de destino ou intermediários, e por isto venham a se perder por apodrecimento.

Deitado o cenário tal como o apresentamos, tenho que o povo hondurenho tem à frente a prova de fogo de sua autonomia como um país livre e soberano. Destaque-se que ao contrário da entorpecida nação tupiniquim, não é preciso muito esforço para convencer os hondurenhos de que o socialismo de tintas bolivarianas só os levará à miséria extrema e à degradação social de forma violenta. Este filme eles já assistiram de perto com El Salvador e a própria Nicarágua.

Não obstante tão cruéis e covardes dificuldades, o tempo parece correr a favor desta corajosa nação, que quer firmemente começar a acertar. Com a descoberta dos computadores que já guardavam antecipadamente os resultados do frustrado referendo que era o objeto da luta de Zelaya, e com a revelação dos passos ostensivos de Hugo Chávez e de Daniel Ortega na coordenação dos movimentos de insubordinação popular, a mídia cooptada não poderá sustentar a mentira por muito tempo, ainda mais nestes tempos em que a internet começa a mostrar a sua força, com milhares de blogs a revelar os fatos e a denunciar a mídia tradicional engajada.

Isto eu já vinha verificando com a mudança gradual de tom no noticiário regional do Pará. Aqui, na sexta-feira passada, o "O Liberal" ainda tratava o caso como golpe, mas já admitia ter havido uma questão de ordem constitucional, embora tratasse isto como a alegação do governo provisório. O "O Diário do Pará", nem sequer usou o termo golpe, e já começou a divulgar as manobras de Caracas. Parece ter havido o mesmo com jornais de maior importância, tais como "O Estado de São Paulo" e "O Globo".

Isto posto, a crescimento da indignação popular nos EUA podem fazer Barack Hussein Obama rever a sua posição, assim como na União Européia. Quanto ao Japão, não creio que se importará em oferecer dificuldades aos hondurenhos; antes, pode aproveitar para incrementar as suas relações. O mesmo se diga com Taiwan, este mesmo uma vítima de um bloqueio conduzido pela China continental, que pode vir a se tornar um parceiro importante e capaz de absorver por completo a economia hondurenha.

Há portanto, duas linhas que devem se cruzar, uma em direção às vicissitudes que há de sofrer o frágil país em face da imposição de sanções internacionais, e outra com relação a uma inversão da opinião pública que seja capaz de reverter as decisões infelizes nos EUA e na União Européia.

Às vezes, a história conclama para o seu livro de ouro indivíduos ou nações que nem sequer imaginavam pertencer às notas de rodapé. Parece ser este o caso de Honduras, se o seu povo se mostrar disposto a agüentar firme até que a verdade prevaleça, o que não deve tardar. Torço por eles e que sirvam de exemplo aos brasileiros, tão inermes.



[i] Honduras receives high scores for trade freedom, fiscal freedom, government size, and financial freedom. Personal and corporate income tax rates are fairly low, and the overall tax burden is moderate. Financial freedom is enhanced by the developing banking sector, which has been instituting stronger rules and more transparent oversight.

Poverty and inequality persist, and efforts to restructure the public sector need to be revitalized. Honduras's overall economic freedom suffers most from the lack of institutional capacity to protect property rights and a lack of will to tackle corruption in many aspects of economic activity. Public administration is inefficient and widely perceived as corrupt. The rule of law is undermined by weak basic security. (http://www.heritage.org/index/Country/Honduras#business-freedom)

Benvindo à LIBERESFERA!

Fonte: LIBERESFERA



A LIBERESFERA foi criada para reunir todos os sites e blogs de tendência liberal e/ou conservadora. O que começou com a idéia de almejar cerca de uma centena de blogs, hoje já ultrapassa o dobro, e certamente muitos outros serão encontrados.

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Seja benvindo!

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".