Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Engano seu, internauta que se identifica como Torquato Sadetti...

Eu não apenas publicarei o seu comentário como farei dele um artigo. Veja o abaixo e para meus internautas eu escreverei sobre você e a turma comuna logo em seguida:

"Torquato Sadetti deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Segredos do Exército revelados...":

Sei que não vai publicar nada que contrarie suas opiniões doentias, paranóicas e direitopatas, só para usar seu jargão cretino.

Seu blog merece um imensa gargalhada. É hilário, tantas as besteiras que você posta sobre tudo. Fica o registro.

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Postado por Torquato Sadetti no blog
Cavaleiro do Templo em 24 de Março de 2009 23:19"


Como podem ver, os esquerdopatas não têm o que escrever, isto quando o sabem. Primeiro o sr. Torquato usa os meus termos invertidos, como ele mesmo diz. É mais fácil copiar para fazer de conta que existe algo a ser manifestado. Comum em comunista, muito comum. O discurso deles é sempre o mesmo em todos os lugares do mundo, suas vidas são eternos "control + c, control + v". Depois, é o famoso "heheh", só que com o sr. Torquato é estilizado (imensa gargalhada, hilário) e acabou. Fim do comentário.

Ele não cita um único e mísero fato em defesa da sua escolha doentia de mundo ideal, não cita sequer o artigo onde resolveu "escrever" e por fim me julga por si mesmo, como se eu tivesse medo de postar algo tão ridículo no meu blog. Acho que ele sentiu que destoaria da imensa quantidade de dados que publiquei até hoje com citação de fontes, com explicações sobre a doença degenerativa chamada esquerdismo, com as fotos, vídeos e tudo o mais.

Eu consigo aprender sempre alguma coisa quando visto sites esquerdopatas. Tanto que para mim é realmente uma doença mental/espiritual. Ele, claro, não consegue aprender nada no Cavaleiro mas não me surpreendo. Esquerdismo é o ópio dos "intelequituais", aquelas pessoas que ficam nos botecos da vida (como Karl Marx, aliás) falando para os "menos favorecidos mentais" em busca de confetes. Não estudam de fato, não lêem, não buscam tornarem-se seres humanos melhores. Misturam futebol com política, cachaça com torresmo e maionese, afirmam que o lucro está na fabricação dos produtos e não na venda dos mesmos. São atores de filme de terror tipo mortos-vivos, sabem?

Fique feliz sr. Torquato. Conseguiu aparecer. Mas não para seu mérito, te expus pelo contrário. Sei que não vai entender mas pouco importa. Meus internautas entenderão.

3 comentários:

Arlindo Montenegro disse...

Ô Cavaleiro! Quem não tem conteúdo, quer ganhar no grito, na propaganda, na mentira.
A Colômbia é a exceção neste continente atormentado. Seu trabalho como de outros resistentes é o alimento espiritual e mental dos que trilham os caminhos do humanismo civilizado.
O resto é troglodita.
Abraço forte.

Cavaleiro do Templo disse...

Pois é, e eu acho maravilhosa toda "intervenção" que estes sociopatas espirituais fazem no Cavaleiro. Sempre trago para a exposição pública para mostrar aos internautas, na prática, o que existe nas almas e nos corações destes degenerados, quem são estas pessoas.

Também pudera: ter como "mestre" um satanista...

Cavaleiro do Templo

Anônimo disse...

Cavaleiro do Templo, perfeita a sua resposta ao indigente mental (sim, pois o esquerdismo não se trata de mero déficit intelectual, mas de distúrbio mental, mesmo).

Também gostei muito da citação do Raymond Aron, estendendo-a a todos os esquerdistas, no que é muito apropriado (falo daquela em que ele diz "O marxismo é o ópio dos intelectuais"). Inclusive, esta frase está no título do livro: "O Ópio dos Intelectuais", infelizmente esgotado (mas nada surpreendente em um país contaminado pelo marxismo. A respeito, até o indispensável O Livro Negro do Comunismo também já se encontra esgotado, necessitando ambas as obras de urgente reedição).

Grande abraço

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".