Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

84% e tem medo de vaia? Bela reflexão!!!

POR E-MAIL (sic)

Pera aí... Pera aí... Deixe ver se eu entendo isso (leia abaixo o extrato do Estadão):
 
O "prizidenti" alardeia que tem 84% de aprovação em pesquisas de opinião (se algum dos leitores tiver sido abordado por esses tais institutos de pesquisas, que levante a mão, para ganhar um doce).
 
O "prizidenti" vai ao sambódromo, mas toma o cuidado de ordenar a que ninguém anuncie a sua chegada. Também só entra, depois que a primeira escola (Império Serrano) já estiver desfilando.
 
O "prizidenti" é convidado para ser o padrinho de casamento do Neguinho da Beija-Flor, que inventou de casar-se no dia do desfile, em pleno sambódromo; mas o "prizidenti", estranhamente, declina do convite.
 
Agora, marque a opção (ou as opções) que melhor explica tudo isso:
 
( ) - A) — Lula detesta aplausos e honrarias. Por isso, pediu para não ser anunciado no sistema de som, entrou depois de iniciado o desfile e recusou o convite do Neguinho.
 
( ) - B) — Lula detesta a escola de samba Império Serrano. Por isso, só entrou quando a escola já estava desfilando.
 
( ) - C) — Lula não acredita no resultado de 84% de aprovação, apontado pelas tais pesquisas. Por isso, com medo de ver repetidas no sambódromo as vaias que recebeu na abertura dos Jogos Pan-americanos, só entrou no camarote quando a primeira escola já desfilava. Aí, as vaias seriam sufocadas pela batucada da bateria.
 
( ) - D) — Os institutos de pesquisas, que, esquisitamente, não fazem as suas pesquisas via Internet, preferindo colocar os seus agentes (que ninguém vê) em peregrinações pelas ruas, não fazem pesquisa alguma  e nem precisam fazer, porque há grupos endinheirados pagando fortunas por resultados falsos. "Nunca antes neste país" os banco ganharam tanto, como estão a ganhar no governo da petralha.
 
( ) - E) — Lula não tem nada a ver com tudo isso, porque é apenas um boneco que cumpre as ordens da quadrilha lulo-petista.
 
Agora, leia abaixo a notícia do Estadão.
 
AC

Para evitar vaias, Lula usa discrição

Para ler na fonte (Estadão):

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090223/not_imp328645,0.php


Ele não foi anunciado no Sambódromo.


O presidente Lula e a primeira-dama, Marisa Letícia, assistiram na noite de ontem ao primeiro dia de desfiles das escolas de samba do Rio. Para evitar as vaias, como ocorreu na abertura dos Jogos Pan-americanos, em 2007, Lula chegou de forma discreta ao Sambódromo. O nome dele não foi anunciado pelo locutor oficial do desfile.

A assessoria do presidente também teve o cuidado de esperar que a Império Serrano, primeira escola a desfilar, já estivesse na avenida e sob aplausos do público.

Com chapéu panamá e roupa clara, Lula ficou em uma janela do camarote do governador Sérgio Cabral, sempre ao lado de Marisa, que vestia uma blusa azul e branco, nas cores da Beija-Flor, escola que tem a simpatia do casal. Às 23h30, Marisa desceu para a pista.

Diferentemente do ano passado, o camarote tinha poucos convidados e foi dividido em duas partes. Na área onde estava o presidente tiveram acesso, além do governador e da mulher, o jornalista Sérgio Cabral, pai, Zeca do PT, parentes de Lula e o vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pesão. Na outra ala, uma espécie de segunda classe, estavam a ex-governadora do Rio Benedita da Silva, o governador do Paraná, Roberto Requião, e a empresária Lili Marinho. Lula e Marisa chegaram às 21h30.

Assessores temiam que a imagem de Lula fosse associada aos dirigentes da Beija-Flor. O patrono da escola, Anísio Abrahão David, foi preso quatro vezes pela PF - a última no ano passado. Nas conversas com os auxiliares, porém, Lula avaliou que a presença no Rio não tinha riscos diante das últimas pesquisas de opinião que mostram aumento de sua popularidade.

Lula decidiu assistir ao desfile a convite do puxador Neguinho da Beija-Flor. Ele chegou a ser convidado a participar do casamento do sambista, no Sambódromo, mas até a meia-noite não estava acertado se ele participaria. 

Um comentário:

Anônimo disse...

Meu irmão, tem outro prêmio para você lá no Clausewitz. Abração

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".