Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Teresa de Frei Beto, não Santa Teresa de Ávila

Do BLOG DO ANGUETH
Postado por Antonio Emilio Angueth de Araujo, domingo, setembro 07, 2008

Frei Beto, em artigo de jornal semana passada (tive o desprazer de ler o artigo no Estado de Minas de 04/09/2008), cria um personagem chamado Teresa que ele tenta fazer parecer com a grande santa e doutora da Igreja.

A personagem é uma revolucionária anti-paulina. Afrontou e venceu a maldosa inquisição e finalmente deixou um legado de libertação. Isso tudo ele descobriu em Bananeiras (PB), num convento das Carmelitas Descalças, que teve a desventura de receber esse herege para pregar um retiro.

Ele comenta que “Entre 1558 e 1560 seis teólogos a mantiveram sob observação, prontos a desmascarar o demônio que estaria por trás da espiritualidade dela ...” Isso é verdade e demonstra todo o cuidado que a Igreja tinha em se certificar da procedência dos fenômenos espirituais. Isso se chama exercitar o “discernimento dos espíritos”, conceito, por ironia, paulino e que é uma das coisas preciosas que a Igreja mantém. Aliás, para os leitores desse blog, vai aí uma sugestão de leitura muito interessante sobre assunto: Mystical Phenomena Compared with Their Human and Diabolical Counterfeits. Desnecessário dizer que esse frei nunca leu tal livro. Se ele o tivesse lido, veria que era obrigação da Igreja ter o cuidado que teve com Teresa.

Mas notemos as reticências ao final da frase de frei Beto. Não posso deixar de escutar o riso de sarcasmo desse frei: “esses teólogos medievais que ainda acreditavam no demônio! Que coisa mais ultrapassada!” Claro, os modernistas hereges não acreditam no demônio ou, no máximo, acham que isso é apenas uma metáfora.

O frei cita também várias passagens do livro “Vida” da santa Teresa de Ávila, onde ela comenta sobre as suspeitas da Igreja a respeito de seus relatos espirituais. Esse livro foi escrito por imposição da Igreja e se destinava somente aos teólogos que estavam analisando o “caso” de Teresa. Daí se vê, de antemão, como era revolucionária essa santa: a Igreja mandava e ela ... obedecia!!!!

Mas será que a grande santa e doutora da Igreja obedecia cegamente, como aqueles medievais retrógrados? Vejamos o que diz santa Teresa sobre suas experiências místicas:
“Pois em começando a fugir das ocasiões e a dar-me mais à oração, começou o Senhor a fazer-me as mercês como quem desejava – segundo parecia – que eu as quisesse receber. Começou Sua Majestade a dar-me, muito de ordinário, oração de quietude e muitas vezes a de união que durava muito tempo. Como nesses tempos tinha acontecido haver grandes ilusões em mulheres e enganos a que as tinha levado o demônio, comecei a temer, pois era tão grande o deleite e a suavidade que sentia, e muitas vezes sem o poder evitar, ainda que por outra parte, visse em mim uma grande segurança de que aquilo era Deus, em especial quando estava em oração, e que saía dela muito melhorada e com mais fortaleza. Mas, em me distraindo um pouco, tornava a temer e a pensar se o demônio quereria – fazendo entender que aquilo era bom – suspender-me o entendimento para me tirar a oração mental e não pudesse pensar na Paixão nem me aproveitar do entendimento. Isto me parecia a mim maior perda, pois não o compreendia.” (Vida, XXIII, 2)

A grande santa acreditava no demônio, ao contrário dos modernistas. A grande santa tinha também dúvidas. Mas, quem não as teria? Maria, quando ouviu as palavras do anjo na Anunciação “perturbou-se e discorria pensativa que saudação seria esta.” (Lc. 1, 29.) Se mesmo a Virgem Santíssima, ao ver o anjo, perturbou-se, quem ao ter as experiências que teve Teresa não duvidaria? Mas o que fez Teresa, então? Vamos deixar que ela nos conte: “Mas como sua Majestade já me queria dar luz para que não O ofendesse e conhecesse o muito que Lhe devia, cresceu este medo de tal sorte que me fez buscar com diligência pessoas espirituais com quem tratar.” (Vida, XXIII, 3) Vê-se então que Teresa procurou ajuda, porque o Senhor fez o medo dela crescer! E ela procurou ajuda na Companhia de Jesus, como ela narra no livro.

Contada assim, a história fica sendo bem outra. A Igreja se preocupou com a experiência mística de Teresa tanto quanto ela própria se preocupou. Teresa morreu em 1582 e foi canonizada em 1614. Um tempo relativamente curto para a época. Isso mostra o reconhecimento da Igreja, depois de muito analisar, sobre a origem divina da experiência de Teresa. A propósito, o frei diz, no artigo, que Teresa “transvivenciou” em 1582. A morte para o frei é “transvivenciar”. O meu Word está reclamando dessa palavra e meu Aurélio não registra tal verbete. Isso é coisa de revolucionário que tem medo da morte! E deve tê-lo mesmo! Vocês já imaginaram a expressão: Jesus transvivenciou na cruz!

A Teresa de Ávila foi, ao longo de sua vida, completamente submissa à Igreja, obediente em tudo à Esposa de Cristo. A Teresa do frei era revolucionária. E mais, anti-paulina. São Paulo, em (1Cor. 14, 34-35), diz (cito como aparece no artigo): “As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas; porque não lhes é permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei. E, se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa seus próprios maridos; porque é vergonhoso que as mulheres falem na igreja”. Daí o frei diz “que Paulo VI [o grande papa dos modernistas] ousou discordar do apóstolo e proclamar Teresa ‘doutora da Igreja’. Militante da fé, reformadora e fundadora, ela não se calou na Igreja e lutou em prol da liberdade religiosa das contemplativas e se assumiu com mestra espiritual.”

Quem lê isso pode pensar que Teresa de Ávila celebrava missa, ou fazia leituras lá do altar, como fazem os atuais “ministros da eucaristia”. Nada disso aconteceu! Ela foi muitíssimo paulina. Citava o apóstolo constantemente em seus escritos. Quanto a ser uma lutadora pela liberdade religiosa, isso ela foi: liberdade de ser católica, de ser enclausurada, de ser monja carmelita! Lutar pela liberdade religiosa naquela época, na acepção modernista do frei, teria sido ser ecumênica, ou seja, dizer, como dizem os modernistas, que há salvação fora da Igreja católica. Se Teresa tivesse dito isso ela não teria sido santa, mas sim herege.

O frei deixa o melhor para o final do artigo, quando diz: “A grande revolução operada por Teresa na espiritualidade foi justamente inverter os pólos: não são os nossos méritos que nos tornam mais próximos de Deus, e sim nossa capacidade de nos fazer mais próximos de nossos semelhantes e nos abrir ao amor gratuito de Deus.”

O frei não se satisfaz com a revolução marxista que ele ajudou a fazer em Cuba e com a que ele está ajudando a fazer aqui no Brasil. Ele quer mais; ele quer uma revolução na espiritualidade também! Quanto aos pólos que foram supostamente invertidos, que católico antes de Teresa afirmava que nossos méritos é que nos tornam mais próximos de Deus? Que católico antes e depois de Teresa, católico digno do nome, não acredita que a Graça de Deus sopra onde quer? Meu Deus! De que catolicismo esse frei está nos falando? Para citar só um exemplo anterior a Teresa, e só para ficar com outra doutora da Igreja, santa com a Graça dos estigmas, que também tinha experiências místicas fenomenais, vou citar Santa Catarina de Sena. Ela diz ter ouvido de Deus o seguinte (O Diálogo, 2.5): “Vou explicar-lhe agora que toda virtude se realiza no próximo, bem com todo o pecado. (...) Todo e qualquer auxílio prestado ao próximo deve provir do amor que se tem por aquela pessoa, mas como conseqüência do amor que se tem por mim. Da mesma forma, todo mal se realiza no próximo, e quem não me ama, também não tem amor pelos outros.” O inferno PODE ser os outros, como não disse Sartre!!!!

Para terminar vou contar a esse frei enganador quem é que fez a tal revolução espiritual que ele procura em Santa Teresa. Ele ainda não percebeu quem foi o grande revolucionário espiritual, para usar as palavras dele. Isso acontece porque ele não é católico, porque se afastou de Deus. E quem se afasta de Deus, perde, pouco a pouco, as faculdades da alma, que, segundo Santa Catarina de Sena, são a memória, a inteligência e a vontade. Mas o revolucionário espiritual procurado foi Jesus de Nazaré. E qual sua credencial de revolucionário? Obediência ao Pai até a Sua morte no madeiro, por amor a nós. Nos amou por causa do Pai e em obediência a Ele!

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Você votaria no Lula em 2010?

ENQUETE DO ESTADÃO

CLIQUE E VOTE: 

"Você votaria no candidato do presidente Lula em 2010?"

Carro anti-LULA

Lembretes indesejados

Do portal BRASIL ACIMA DE TUDO
Por Olavo de Carvalho (*), 09 de dezembro de 2006

Resumo: A esquerda cresceu sozinha, no espaço vazio deixado por uma direita cujo único projeto político era ganhar dinheiro na Bolsa de Valores, descaracterizar-se ideologicamente e mimetizar o discurso da moda, ditado pelos adversários.

© 2006 MidiaSemMascara.org

As vitórias fáceis de Lula e Chávez, depois de outras tantas obtidas no continente ao longo de uma ascensão esquerdista cada vez mais irresistível, são uma ocasião excelente para lembrar a seus adversários – ou vítimas – algumas verdades óbvias e arquiprovadas, cujo conhecimento teria podido salvá-los se obtido em tempo, mas que eles sempre se recusaram a ouvir.

Primeira. O presente sucesso esquerdista começou a ser preparado nos anos 60, com a fundação da Organização Latino-Americana de Solidariedade (Olas), primeira edição do que viria a ser na década de 90 o Foro de São Paulo (aqui, aqui e na pagina do blog).

Durante todo esse tempo, nada se fez na direita para criar uma organização equivalente e contrária (não venham me falar de Operação Condor, um arranjo de improviso, restrito à esfera policial-militar, sem nenhum alcance político ou cultural). A esquerda cresceu sozinha, no espaço vazio deixado por uma direita cujo único projeto político era ganhar dinheiro na Bolsa de Valores, descaracterizar-se ideologicamente e mimetizar o discurso da moda, ditado pelos adversários.

Segunda. Em parte pela falsa sensação de tranqüilidade propiciada pelas ditaduras militares, em parte por seu próprio economicismo contumaz e sua decorrente indigência intelectual, a direita entregou aos adversários o domínio das instituições culturais e de ensino, justamente na época em que a influência das idéias de Antonio Gramsci recomendava aos esquerdistas a conquista prioritária desses espaços.

À progressiva ocupação de espaços correspondeu a ampliação das áreas de interesse intelectual da esquerda e concomitante retração na direita. Já na década de 80 o pensamento esquerdista mostrava presença em todas as esferas do debate público – educação, moral, psicologia, letras e artes etc. -, enquanto a direita se limitava cada vez mais a temas econômicos e ao puro argumento da eficácia, propositadamente amputado de justificação moral ou religiosa.

Terceira. A autocastração intelectual da direita latino-americana, freqüentemente legitimada em nome de um pragmatismo apolítico muito do agrado das classes empresariais, recebeu um tremendo incentivo do Concílio Vaticano II, que abriu as portas para o diálogo com os marxistas enquanto reprimia e marginalizava todo pensamento católico conservador, que acabou por se recolher às catacumbas.

Nas esferas direitistas, intoxicadas de weberianismo prêt-à-porter, essa tragédia chegou a ser celebrada como o sinal auspicioso de um grande progresso para a democracia capitalista, travada, segundo tagarelas liberais, pela moral católica.

Foi assim que, dominando o pensamento religioso do continente, a esquerda se investiu do papel sacerdotal e profético de guardiã da ética e da moralidade, deixando aos adversários apenas o espaço do puro discurso pragmático que os tornava ainda mais suspeitos aos olhos da multidão.

Quarta. A esquerda latino-americana tem um projeto histórico-civilizacional abrangente, ao qual corresponde uma estratégia integrada e de longo prazo, com esquemas de ação permanente em todos os setores da vida social, cultural e política.

Contra isso a direita não tem oferecido senão uma resistência esporádica e pontual, limitada sobretudo a esforços eleitorais que, contra esse pano de fundo inteiramente desenhado pelo adversário, não poderiam ser senão ilusórios, impotentes e condenados ao fracasso.


Publicado pelo Diário do Comércio em 04/12/2006


(*) Olavo de Carvalho é jornalista, escritor, filósofo e Editor do MÍDIA SEM MÁSCARA.

Lula muda o tom e diz que Brasil pode ter ''pequeno aperto''

Do ESTADÃO
Terça-Feira, 30 de Setembro de 2008

Cavaleiro do Templo: tudo neste país dominado há décadas pela esquerdopatia é PROPAGANDA/PUBLICIDADE apenas, nada mais. Esquerda significa devaneio e na prática em nenhum lugar desta planeta a esquerda conseguiu levantar um país, melhorar a vida das pessoas ou fazer o desenvolvimento. Muito pelo contrário, por ser apenas PROPAGANDA DE SI MESMA E DE SUA MENTIRAS SÓRDIDAS, o que a esquerda faz é... PUBLICIDADE. Vejam a notícia abaixo. Acham que um Presidente pode mudar assim de opinião? Claro que não pode! São questões estratégicas essenciais saber como o mundo está e o que falar para o público. ESQUERDA É DEVANEIO POR ISTO: SÃO DESLOCADOS DA REALIDADE, DOS FATOS, DA VIDA E DA DECÊNCIA, PORTANTO. Apenas na PUBLICIDADE pode-se mudar o tom assim do dia para a noite. Esquerda é doença mental e espiritual. A esta doença servem uma imensa massa de imbecis úteis que serão mortos/jogados fora assim que a esquerda atinja seu objetivo: MAIS PODER, MAIS PODER, MAIS PODER ATÉ CHEGAR AO PODER TOTAL E A ESCRAVIDÃO PARA TODAS AS CORES


Presidente reconhece que o problema é sério, e afirma que ''solução está com os Estados Unidos''

Pouco depois da rejeição, pelo Congresso dos Estados Unidos, do pacote de US$ 700 bilhões de ajuda ao sistema financeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou preocupação em relação a possíveis conseqüências negativas, para a economia brasileira, da crise nos mercados. Durante entrevista ao programa semanal de rádio "Café com o Presidente", divulgada pela manhã, Lula já admitia que o Brasil pode passar por um aperto "muito pequeno" na economia. Embora comedida, a fala do presidente foi menos otimista que discursos anteriores.

"É importante que o povo brasileiro saiba que uma crise de recessão num país como os Estados Unidos pode trazer problemas a todos os países, porque eles representam a maior economia do mundo."

As declarações de ontem do presidente marcaram uma mudança de tom em suas análises sobre a turbulência financeira. Antes, Lula dizia que "a crise não atravessou o Atlântico" e repetia que o Brasil sofreria pouco por causa dela. Ontem, porém, foi diferente. O presidente voltou a falar em confiança na economia do País, mas ressaltou que há problemas sérios e deixou claro que a solução está com os EUA, embora repetisse a disposição de continuar os investimentos no Brasil. Lula falou a jornalistas após participar da solenidade pelos cem anos da morte de Machado de Assis, na Academia Brasileira de Letras, no Rio.

O presidente ressaltou estar "tranqüilo" e voltou a dizer que o Brasil não deixará passar a oportunidade de voltar a crescer. Mas deixou claro que a solução dependerá da "sabedoria do governo americano". Lula pediu "responsabilidade" ao Congresso e ao Executivo dos Estados Unidos para evitar uma crise que atingiria o "mundo inteiro". E criticou duramente a falta de controle dos americanos sobre os bancos.

"Eles precisam ter responsabilidade, porque os países pobres, que fizeram tudo para ter uma boa política fiscal, fizeram tudo para ter tranqüilidade, não podem agora ser vítimas do cassino que eles montaram na economia americana."

"Não é justo que países latino-americanos, países africanos, países asiáticos paguem pela irresponsabilidade de setores do sistema financeiro americano", acrescentou. Lula lembrou que, no Brasil, um banco de investimento não pode se alavancar além de dez vezes o patrimônio líquido. "Nos Estados Unidos, não tem limite", declarou, em tom escandalizado.

"Posso dizer a vocês que estamos conscientes do que está acontecendo no mundo", afirmou. Lula ressaltou, ainda, que tem feito reuniões sistemáticas com a área econômica e o Banco Central para discutir a crise. "Sabemos que a crise é grave, sabemos que vai diminuir o crédito no mundo, mas estamos seguros de que nossas exportações continuam indo bem, as importações de máquinas e equipamentos continuam indo bem, a indústria continua crescendo, temos projetos importantes do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), temos projetos importantes de infra-estrutura que não vamos paralisar, vamos continuar."

Lula atribuiu a rejeição do pacote pelo Congresso americano à disputa eleitoral pela presidência dos EUA, que ocorrerá em novembro. "Acho que foi rejeitado porque, nessas alturas do campeonato, tem gente tentando tirar proveito", afirmou. "Mas penso que a responsabilidade que os americanos têm diante do mundo vai obrigá-los a tomar uma posição. Ali não existe meio-termo. Ou eles assumem a responsabilidade de cobrir o rombo que eles permitiram que fosse criado ou eles vão criar uma crise muito séria no mundo inteiro."

Ele disse que chegou a hora de o Congresso e o governo dos EUA assumirem "a responsabilidade que lhes cabe nessa história". "Eles criaram um rombo no sistema financeiro, então agora têm que tampar."

No rádio, Lula já havia ressaltado que o mercado interno daria sustentação à economia brasileira durante a crise, garantindo números positivos em exportação, emprego e investimentos.

A Grande mentira: o MST e seus objetivos

Do blog do REINALDO AZEVEDO
Terça-feira, Setembro 30, 2008

É fato público, notório, que o Incra é um braço do Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. Seu presidente, Rolf Hackbart, é um dos comandados de João Pedro Stédile, que indica também os diretores regionais. Assim, sempre que se falar em Incra, é bom ter claro que se está falando de MST. Adiante.

stedile2

Estamos diante de uma máquina de fabricar mentiras e mistificações. Sempre se soube que os ditos sem-terra não têm qualquer compromisso com a chamada preservação ambiental. E será tanto pior quanto mais se investir da mistificação pilantra de que todo mundo que “quer” terra tem direito a "ter" terra.

Ontem, ficamos sabendo que o instituto lidera os desmatamentos no país. Fiz a conta, como vocês podem ver no post de ontem: seis de seus oito assentamentos são os primeiros em áreas desmatadas; na lista de 100 desmatadores, os oito projetos respondem por 44% da área total. E como reagiu Hackbart?

Bem, ele está enxergando, claro, uma conspiração contra a reforma agrária. Já trato desse assunto. Antes, cumpre indagar? Será que aquela entidade da floresta chamada Marina Silva nunca soube disso? Será que o próprio Hackbart ignorava o assunto? Será que o ministro da Reforma Agrária não tinha ciência do fato?

Dou a essas pessoas todas duas alternativas apenas:
a) são idiotas, incompetentes;
b) agiram com má-fé ideológica.
Em se tratando do grupo, acho que a segunda opção será sempre mais forte do que a primeira, sem jamais descartá-la, já que uma ideologia rombuda, que faz o pacto com o atraso, é sempre íntima da ignorância.

Não! Quem divulgou o levantamento não foi o DEM, que o PT anuncia por aí que quer esmagar; quem divulgou o levantamento não foram os produtores de soja. Quem divulgou o levantamento foi o Ministério do Meio Ambiente. Não dá para acusar, desta feita, uma conspiração dos adversários. Mas o sr. Hackbart se dá por achado? De jeito nenhum! Continuou a acusar os produtores de soja.

E por que ele faz isso? Porque, seguindo as orientações de seu chefe — que não é Lula, mas Stédile —, ele também é contra o agronegócio, que gera emprego e traz divisas para o país. E foi adiante: aproveitou para acusar outro organismo federal de desmatar ainda mais do que o Incra: a Funai. Segundo ele, em terras indígenas, a situação é muito pior.

Alô, senhores ministros do Supremo. Alô ministro Ayres Britto, que cantou as glórias preservacionistas dos indígenas naquele voto equivocado sobre Raposa Serra do Sol: o Incra está dizendo que índios e Funai são notórios “desmatadores”. Alguém vai se interessar pelo assunto? Hackbart, afinal, é governo...

Vigarice argumentativa
A vigarice argumentativa dessa gente não tem limites. Ao mesmo tempo em que nega o desmatamento, o sr. Hackabart aproveita para informar que os oito assentamentos foram feitos entre 1995 e 2002. Entenderam? 1995 é o primeiro ano do primeiro mandato de FHC, e 2002 é o último do segundo. Se lhe perguntarem quem garantiu a reforma agrária ali, ele certamente dirá que foi Lula; se lhe indagarem quem é responsável pelo desmatamento, aí é FHC mesmo... O valente quer nos fazer crer que a devastação se deu até 2002, mas só foi percebida agora.

Estamos diante de uma máquina de fabricar mentiras e mistificações. Sempre se soube que os ditos sem-terra não têm qualquer compromisso com a chamada preservação ambiental. E será tanto pior quanto mais se investir da mistificação pilantra de que todo mundo que “quer” terra tem direito a "ter" terra.

Os “amantes dos oprimidos" devem estar muito chocados. Não sabem agora se preservam a floresta ou defendem os sem-terra-com-terra-desmatada e, pois, a continuidade dos desmatamentos. O Incra já deve ter uma idéia: por que não expropriar as terras produtivas? Stálin fez isso na URSS, e Mao, na China. Com excelentes resultados...

Observações e vídeo pinçados do BLOG DO CLAUSEWITZ



O desabafo de Reinaldo Azevedo teria sido primoroso não fosse ter chamado o bando de "Movimento dos Trabalhadores..."... o bando dos sem terra não é composto de trabalhadores, é composto de muitos inocentes úteis e muitos elementos treinados nas bases de aliciação da esquerda revolucionária, que imiscuídos no meio do bando, vão conduzindo as ações de guerrilha por todo o território nacional, sempre sob o emblema da foice e do martelo... mas digo que foi apenas um pequeno deslize esse do Reinaldo Azevedo, afinal sua fundamentação foi exemplar e aprendi muito com seu texto e seus comentários, afinal nunca sabemos tudo... para finalizar, é preocupante quando temos o conhecimento que quem nomeia os gerentes da reforma agrária nacional é o guerrilheiro Stédile, principalmente quando sabemos que essa afirmação é veiculada no periódico de maior vendagem no país e não há por parte do desgoverno qualquer réplica... é sinal que as verdades de Reinaldo Azevedo não podem ser contrapostas pelas mentiras sempre frequentes, constantes e progressivas do staff lulista... só no Brasil de Stédile o diário oficial agrário não é da União e sim da desunião... o vídeo acima apresenta o superintendente geral das capitanias hereditárias do MST, num discurso que eu peço encarecidamente que o leitor atente para as últimas afirmações dele em que sua retórica apresenta o único e real objetivo da reforma agrária brasileira: "... mudança na correlação de forças e a possibilidade de nós implantarmos um outro projeto para a sociedade brasileira." (Cavaleiro do Templo: ou seja, o COMUNISMO/SOCIALSIMO).

O diabo da Veja e o nosso

Do BLOG DO ANGUETH
Postado por Antonio Emilio Angueth de Araujo, 27 de setembro de 2008

A revista Veja, em sua edição 2078, de 17 de setembro de 2008, publica uma resenha de dois livros que tratam do tema do diabo, Anjos Caídos e Satã. O resenhista é Jerônimo Teixeira.

Não li nenhum dos dois livros e nem irei lê-los, pois tenho mais o que fazer. Mas chamam a atenção na resenha algumas afirmações. Se elas são do sr. Jerônimo ou dos autores dos livros, não fica claro no texto.

Uma observação inicial é a de que há uma superficialidade insuportável na resenha. Tal como em outra resenha que comentei aqui (O mal, os católicos e a Veja), parece que atualmente os resenhistas têm muito pouco interesse em se aprofundar no tema do livro que eles comentam. As obras que o sr. Jerônimo cita, além da que ele comenta, para dar um sabor de erudição ao seu texto são “Legenda Áurea” e “Fausto”. A referência à “Legenda Áurea” mostra que tipo de conhecimento tem o resenhista, pois qualquer católico minimamente informado sabe que a obra é totalmente condenável por ser inverídica[1]. Ele ainda cita uma referência de Charles Baudelaire ao diabo. No mais, o sr. Jerônimo tenta fazer o diabo parecer um ser absolutamente ridículo.

Aqui lembro-me de Bernanos em seu “Diário de um Pároco de Aldeia”, quando o pároco diz: “Pois Satã é um amo muito rígido: ele não ordenaria, como o Outro, com sua simplicidade divina: ‘Imitem-me!’ Ele não suporta que suas vítimas se assemelhem a ele, permite-lhes apenas uma caricatura grosseira, impotente, com a qual deve se deliciar, sem jamais se saciar, a feroz ironia do abismo.” Lembro também da advertência inicial que C.S. Lewis faz em seu “Cartas de um Diabo a seu Aprendiz”: “Há dois erros semelhantes mas opostos que os seres humanos podem cometer quanto aos demônios. Um é não acreditar em sua existência. O outro é acreditar que eles existem e sentir um interesse excessivo e pouco saudável por eles. Os próprios demônios ficam igualmente satisfeitos com ambos os erros, e saúdam o materialista e o mago com a mesma alegria.” Faria muito bem ao sr. Jerônimo ler tanto o livro de Bernanos quanto o de Lewis.

Comentemos pois a resenha, no que ela tem de mais significativo. A primeira frase que chama a atenção é: “No cômputo final, Satanás é quase como um figurante na Bíblia. Sua aparição”. A outra, semelhante a essa é: “A narrativa cristã da perdição e da redenção do homem quase poderia prescindir do Coisa-Ruim.” Notem, primeiramente, que satanás e coisa-ruim são escritos com letra maiúscula e redenção com minúscula. Daí se vê que o sr. Jerônimo não entende bem as coisas que comenta. Não entende que a Redenção só foi necessária por causa da Queda, que teve participação direta da serpente, que outra coisa não é que satanás.

Com relação à posição bíblica de figurante de satanás, vamos clarear um pouco as coisas. Primeiramente, nós católicos, somos os primeiros a admitir que as referências bíblicas a satanás não são numerosas. Mas elas são muito significativas. Vejamos algumas:

“Como caíste do céu,
ó astro brilhante, que, ao nascer
do dia, brilhavas?
Como caíste por terra, tu que ferias as nações?
Que dizias no teu coração: Subirei
ao céu,
estabelecerei o meu trono acima dos astros de Deus,
sentar-me-ei sobre o monte da aliança,
(situado) aos lados do aquilão.
Sobrepujarei a altura das nuvens,
Serei semelhante ao Altíssimo.
E contudo foste precipitado no inferno,
Até ao mais profundo dos abismos.” (Is 14:12-15)

“Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, que foi preparado para o demônio e para os seus anjos”. (Mt 25:41)

“Eu via satanás cair do céu como um raio.”(Lc 10:18)

“Houve no céu uma grande batalha: Miguel e os seus anjos pelejavam contra o dragão, e o dragão com os seus anjos pelejava contra ele; porém estes não prevaleceram, nem o seu lugar se encontrou mais no céu. Foi precipitado aquele grande dragão, aquela antiga serpente, que se chama demônio e satanás, que seduz todo o mundo, foi precipitado na terra, e foram precipitados como ele os seus anjos.” (Ap 12:7-9)

Somam-se a essas, as narrativas dos três Evangelhos sinóticos sobre as tentações de Nosso Senhor Jesus Cristo pelo demônio. Sobre elas há um comentário belíssimo de Bento XVI em seu livro “Jesus de Nazaré”.

Essas (e outras) poucas referências bíblicas são a palavra da Sagradas Escrituras. Para nós, católicos, além das Sagradas Escrituras, há também a Tradição da Igreja. E aí há muitíssimas referências ao diabo, da Patrística latina e grega, de vários grandes teólogos, dos Concílios e dos Papas.

Há assim uma riqueza imensa de comentários sobre a natureza do pecado dos anjos rebeldes e de sua rebelião contra Deus.

O Concílio que definiu o dogma referente ao demônio foi o IV Concílio Laterano de 1215: “Diabolus enim et alii dæmones a Deo quidem naturâ creati sunt boni, sed ipsi per se facti sunt mali.” [O diabo e os outros demônios foram criados por Deus naturalmente bons, mas por si mesmos se tornaram maus.]

Que o diabo tenha a natureza angélica, que ele tenha sido criado bom e se rebelado por orgulho encerra um grande ensinamento para nós católicos: o grande pecado contra Deus é o orgulho ou soberba. É ele que pode nos levar aos infernos e é em direção a ele que o demônio nos empurra. Por isso, a primeira das bem-aventuranças é: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus”. Os ricos de espírito são os orgulhosos e: “Ai de vós ricos, porque recebestes já a consolação.”

Depois de tudo isso, o sr. Jerônimo termina sua resenha, dando razão a Baudelaire “que observou que o maior truque do Diabo é nos convencer de que ele não existe.” O resenhista conclui: “Faz sentido: é só dar-lhe um pouco de atenção, para o Diabo se tornar uma figurinha ridícula.” Quem escreve diabo com letra maiúscula, protocolando-o o maior respeito, e depois o chama de figurinha ridícula ou perdeu o juízo ou quer brincar com fogo.

Nós católicos queremos a maior distância do diabo, pois sabemos que ele é mau e muito mais poderoso que nós humanos. Por isso rezamos pedindo a proteção dos santos, da Virgem Maria, nossa grande protetora contra o demônio e do Altíssimo Jesus Cristo que, quando entre nós, expulsou muitos demônios que atentavam os seres humanos e em nome de quem é feito o exorcismo católico.

Quem se interessar pelo assunto “demônio” pode consultar a Enciclopédia Católica sobre Demônio e Demonologia.

_________________________________
[1] Ver, por exemplo, o verbete Beato Jacopo de Veragine, da Enciclopédia Católica.

ESTUPRO LITERÁRIO

Do portal PAPÉIS AVULSOS do HEITOR DE PAOLA




Como parte das “comemorações” dos cem anos da morte de Machado, a Editora Nova Aguilar está editando as Obras Completas do autor. No informe do Segundo Caderno do Globo de 29 de setembro consta que, foi “atualizado e corrigido o Português de Machado de Assis. A grafia dos textos foi toda modernizada e erros de pontuação foram suprimidos. Estrangeirismos, hoje incorporados ao Português, também passaram a ter a grafia atual”.


Duas equipes foram citadas e não fica claro quais os participantes do crime literário: num lugar fala-se de John Gledson, Lúcia Granja, da UNICAMP (where else?) e Samuel Titan Jr. Noutro, de Heloísa Jahn, Ana Lima Cecílio, Aluízio Leite Neto e Rodrigo Lacerda.


Afirma o Editor Sebastião Lacerda (as ênfases são minhas) que “(n)osso princípio era ter o texto mais moderno e correto possível. Como outros autores brasileiros Machado sofre com edições mal feitas. Não havia razão para manter por exemplo, uma séria de vírgulas fora do lugar que provavelmente resultaram de descuidos” – quem disse? Perguntou ao falecido? – “Palavras estrangeiras que hoje têm grafia em Português foram atualizadas, mas no caso de um personagem pedante que usa vários termos em francês, por exemplo, mantivemos como estava” – por que, “seu” Sebastião? Porque resolveram que nestes casos estava melhor assim? E quem lhes perguntou? Quem autorizou a ousadia de mexer nos textos de um gênio que não mais se faz neste Brasil de pseudo-literatos rasteiros e ridículos?


Certamente a nova grafia dos textos se baseia na dos exímios luminares atuais, como Jô Soares, Paulo Coelho, Chico Buarque e José “marimbondos” Sir Ney todos capazes de darem aulas de linguagem moderna ao velho e atrasado Machado.


Já pensaram, se editores Ingleses resolverem “modernizar” aquele Inglês arcaico de Shakespeare? Ou a Academia Francesa mexer nos textos originais de Victor Hugo? Nem mesmo os grandes desinformadores soviéticos, que refizeram até a história, ousaram mexer da obra de Dostoievski ou Pushkin.


E tudo foi na maciota, ninguém divulgou nada a não ser aqueles três parágrafos embutidos em outras notícias de página inteira! Os nossos netos lerão Sebastião Lacerda e seus sequazes acreditando estarem lendo o Mestre da Literatura Brasileira e reconhecidamente um dos maiores escritores universais de todos os tempos. Os perpetradores deveriam ser denunciados perante a opinião pública, se isto existisse neste País de analfabetos.


Sempre fui contra abaixo-assinados e boicotes, esta foi a primeira vez que me deu ganas de fazê-lo.

OS FUNDAMENTOS DA ECONOMIA DOS ESTADOS UNIDOS SÃO FORTES - RUSH LIMBAUGH



Nota do Tradutor (Tradução: Mayr Sampaio Fortuna Neto) - Esta é a tradução da transcrição de parte do programa de Radio (Talk Show) de Rush Limbaugh, em 24 de setembro de 2008. Aqui, ele comenta sobre a economia, mas mais importante, sobre a fé que os Americanos tem na América, e denuncia as práticas dos Democratas – Liberais (Comunistas Norte Americanos). Esta é uma peroração, uma exaltação, deste grande americano, que vale a pena ser lida, não somente por representar a fé de um grande povo, mas também, porque denuncia muito do que nós brasileiros já sofremos, e continuamos a sofrer no nosso dia a dia. A linguagem do texto é coloquial (trata-se da transcrição de um bate-papo com ouvintes do show de rádio) e eu tento mantê-la assim tanto quanto possível.


RUSH:


Os Fundamentos da Economia dos EUA ressoam (são fortes). Snerdley (um ajudante do programa) diz – “Você não acredita mesmo nisso né?” Então eu tenho que explicar.



Vejam, ele pensa, que vocês, nós todos, estamos balançando, à beira do colapso, desastre total, bancarrota e tudo o mais. Então, eu vou dizer por que você se sente como se sente. Não é a Economia. Não é. Segure-se, porque aqui nós temos Max Boot, no Los Angeles Times de hoje:



“Não entregue a Economia Americana tão barato, nem tão rápido”.



Ele começa desta forma:



Um Ministro Israelense em visita aos EUA, propôs dois argumentos interessantes numa conferência em Washington este fim de semana:



A atual Crise Financeira, ele disse, esta minando a percepção de Pode Norte Americano, quando se trata de lidar com problemas tais como a ameaça nuclear Iraniana, os aventureiros Russos ou as crescentes ameaças do Hamas e do Hezbolah. Vários atores ao redor do mundo, olham para os EUA., e vêem um Gigante Aleijado, o que reduz os incentivos a fazer concessões à Washington.



Este problema é real, mas assim também é, o sentimento expresso após estar por aqui por alguns dias. O fim econômico dos EUA, ele pensa, não esta tão aparentemente próximo, como tão pronta e sensacionalmente alardeado pela mídia internacional. Até agora, o Povo nas Ruas (Main Street) tem demonstrado uma impressionante capacidade de resistência frente aos problemas de Wall Street. Mesmo que a economia, finalmente, sucumba a uma recessão, como agora parece ser o caso, ela se recuperará novamente antes de muito tempo.



Houve muitas, muitas crises no passado. A estagflação e os picos dos preços do petróleo dos anos 70, a Débâcle da Poupança e Empréstimos, assim como o alarmante défcit Orçamentário e Comercial dos anos 80, a explosão da Bolha da Internet (.com) e os ataques terroristas do início da década, o que levou muitos observadores a prever que os Estados Unidos da América (A superpotência Imperialista) logo seguiria o caminho da Roma antiga.



Rush comenta: E nós sempre voltamos mais fortes, cada vez mais fortes – Não voltamos Snerdley? Obama, seguramente, com os diabos, ficou RICO nos anos “Bush”, Al Gore ficou rico nos anos “Bush”, os Clintons ficaram ricos nos anos “Bush”.



“O que os pessimistas ignoram, é que os Fundamentos da Economia Americana são Excelentes e permanecem Inabaláveis”.



Rush comenta: Vocês sabem, amigos, a Economia Americana – e este é outro grande erro em que incorre a mídia, por ignora-lo – pode ser rastreada até o povo que a faz, o povo que trabalha, isto é, você meu amigo. A Economia Americana não é esta gente de Wall Street, não é aquela gente de Washington (nt: os conservadores atribuem grande parte, senão a maior parte dos problemas econômicos ao governo de Washington e às políticas Democratas Liberais). Vocês realmente pensam, que estes caras como Barney Frank (Congressista, Chefe do Comitê de Assuntos Financeiros do Congresso dos EUA – Democrata) ou Chris Dodd (Senador, Líder Democrata no Senado Federal, que ainda conta com maioria Republicana) ou todos estes matutos bobalhões (yokels) conduzindo esta audiências no Congresso, que Paul Bernanke (Chefe do Federal Reserve – Banco Central Norte Americano) ou Henry Paulson (Secretario do Tesouro) tem a varinha mágica para corrigir isso tudo (a crise das hipotecas)? Vocês realmente acreditam nisto? Não acreditem! Não, porque eles não tem. Se alguém por lá, tivesse uma maneira de prevenir estas coisas, elas nunca teriam acontecido, mas elas acontecem, porque você não pode parar o Mercado. Agora, você pode socializar o Mercado, você pode Diminuir o Ritmo de Atividade do Mercado, você pode destruí-lo com ataques ao longo do tempo, que é o risco que nós estamos correndo hoje. Mas esta gente, não é diferente de ninguém mais, eles apenas tem esta “Aura” de sapiência baseada nos cargos que ocupam, nos cargos que ocuparam, mas estas coisas ocorreram debaixo dos olhos deles, e agora eles alegam que têm a solução mágica para resolver a crise, e isto vai requerer apenas a miserável quantia de 700 bilhões de dólares minha gente. É por isso que eu sempre digo meus caros amigos – e vocês riem de mim, e pensam - ele é apenas um sabe-tudo que extrapolou – se “eles” vão ter uma recessão, não participe dela, não se junte a ela. Vocês ficariam surpresos com a fôrça da atitude meus caros, o resultado desta atitude. O que os pessimistas ignoram, é que os Fundamentos da nossa Economia, são fortes!



De fato, o Fórum Econômico Mundial, avaliou os Estados Unidos, como a economia mais competitiva dos últimos dois anos (A nova pesquisa sai mês que vem). As estatísticas do Fórum indicam que o Produto Interno Bruto ´per capita´ tem crescido mais rápida e consistentemente do que o das outras economias desenvolvidas desde a década de 80. Uma análise mais profunda da competitividade Americana mostra que o nosso comércio interno é particularmente forte (1º no mundo) – e nós continuamos a ouvir sobre a China - Nós, meus caros, somos o Número Um. Nós somos o maior mercado doméstico do mundo, não se esqueçam disso. Não há ninguém, nem mesmo perto de nós. Somos também, além disso: “em tempo necessário para se abrir uma nova empresa (No. 3)”, “Capital de Risco (No. 1)”, “posse de computadores pessoais (No. 2)”, “Colaboração na Pesquisa, Universidade X Indústria (No. 1)” e, qualidade das instituições de pesquisa científica (No. 2). Agora vejam, eu não vou discutir os aspectos liberais influentes nestas coisas, poderemos faze-lo mais tarde, estou somente fornecendo nossa colocação agora.


A disponibilidade de Capital de Risco pode estar um pouco afetada, devido aos problemas com a Bolha das Hipotecas, e nós devemos nos preocupar, se os Democratas conseguirem controlar as duas pontas da Avenida Pensilvânia em novembro (nt: De um lado, a Casa Branca, do outro o Congresso – que já é controlado por eles desde 2006 – mas, este ano também há eleições para o Congresso) porque eles podem exacerbar o que a pesquisa diz ser os dois aspectos mais problemáticos de se fazer negócios nos EUA: Impostos altos e incremento excessivo de regulamentação de impostos.

Eu digo a vocês, meus caros ouvintes, nós não podemos nos dar ao luxo de um “Empréstimo Barack Obama”. Não poderemos suportar o “Risco” de não saber o que estamos levando e também não precisamos dos “avalistas” dele: Jeremiah Right (nt: pastor comunista anti-americano ferrenho), Bill Ayres (nt: ex terrorista e ideólogo dos “Organizadores Comunitários”), Toni Rezko (8 things you need to know about Obama and Rezko), Bernardine Dohrn (nt: nascida em 12 de janeiro de 1942, ex-líder da organização radical de esquerda Weather Underground).



Mas, seja o que for que aconteça nos próximos meses, a maioria das vantagens que alimentam a capacidade da Economia Norte-Americana, continuarão inalteradas, assim como também, outra Estatística Vital: De acordo com autoridades Federais, a Taxa de Fertilidade nos EUA. – onde cada mulher tem hoje 2,1 crianças – é a maior dentre as economias desenvolvidas. Porque nós na fazemos mais tantos abortos como fizemos no passado, dentre outras coisas. Então meus caros, nós, Americanos, estamos produzindo uma População de novas abelhinhas trabalhadoras.



Agora, voltemos aos Democratas e seus Impostos. Se você pensa caro amigo, que o que esta acontecendo já é o máximo que poderia acontecer em termos de maldade e problemas, causados pelos Democratas, você esta enganado. Aguarde até que também aconteça com o Seguro Saúde Social. Agora, este grau de crise, pode não ser atingido durante a minha vida, ou a sua, mas vai seguramente acontecer durante a vida de nossos filhos, e eles podem não querer pagar os impostos que gente como Obama vai exigir. Então, amigos, eleições são importantes. Esta é de importância crucial, ainda mais que toda a mídia esta ajudando Obama, e tentando controlar nossas mentes, pelo controle da informação. Assim, os fundamentos da economia são fortes e ainda há oportunidades lá fora. Pessoas estão abrindo novos negócios todos os dias, empreendedores estão fazendo o seu máximo, e em situações de crise, meus amigos, nos criamos mais empreendedores. Nós temos a história de fazê-lo. A oportunidade esta lá fora, más, ela não chega de graça. Você pode ouvir a batida na porta – “alô, cheguei!” – mas a oportunidade será desperdiçada amigo, se você não agarra-la com ambas as mãos. Então, pergunto: por que sentir-se mal, porquê você se sente mal? Bem, há sérias razões meu amigo, e elas não são econômicas.



De forma a nos controlar, a nós, os exuberantes Americanos, a esquerda, o Partido Democrata, os Socialistas, tem nos atacado continuamente, vagarosa mas continuamente, diariamente. Nunca termina, isto nunca termina. Primeiro, eles tentaram destruir a nossa religião, até que nós nos sentirmos diferentes, começarmos a falar baixo e dissimuladamente sobre ela. Então, veio a guerra contra as Armas. Eles não podem permitir que o povo americano esteja armado porque isso nos dá muito CONTROLE. Então, eles se infiltraram nas escolas públicas, nas Universidades, a mídia tentando ganhar o controle sobre os nossos hábitos (campanha do Fumo, da comida, dentre outras) e, então, você se sente mal. Quem quer que seja você, você se sente mal. Você pode ligar o rádio, ouvir uma música, ver a televisão, ler um jornal ou um livro, e sempre estará lá: SEU PAÍS FEDE, e você também. Eles atacaram os nossos carros (nt: alusão aos carrões americanos), eles fizeram a definição americana de liberdade virar um demônio, forçando-nos a dirigir estas caixinhas de fósforo de brinquedo que eles chamam carro, e nós ficamos sem saída. Agora, eles estão atacando os telefones celulares, meus amigos e eu digo que não vão conseguir – Telefone celular dá câncer, da mesma forma que o cigarro da câncer, eles não podem provar, mas dá! Somando-se à nossa perda de liberdade, eles ganham dinheiro para continuar as operações de ataque. Por que eles tem medo do telefone celular? – Bem, você sabe, com um celular, nós podemos falar uns com os outros.



Assim que eles puderem, eles vão se livrar de mim, de mim e de outros que como eu contrariam a Fairness Doctrine (nt: alusão a tentativa de retirar do ar os talk-shows que ‘mostram um lado só, muito influentes entre o povo, e atualmente mais fortes que a grande mídia na formação de opinião). Eles também vão tentar se livrar das pessoas que eles não gostam na internet. E vão usar estes meios, para disseminar a propaganda deles. Vejam, esta semana mesmo, estamos presenciando um ataque deliberado, na tentativa de socializar o sistema financeiro dos EUA. Nós estamos chegando ao ponto amigos, em que não teremos controle sobre o nosso próprio dinheiro. Mas, ora, quem precisa investir, quando temos um futuro seguro garantido pelo governo? E aí, veio o Chuck Schumers – A culpa é sas hipotecas! Ora, o que é uma hipoteca? Uma hipoteca é o instrumento de acesso ao Sonho Americano amigo, é o símbolo da posse de uma propriedade privada! E lá vem o Chuck Schumers culpando as hipotecas – Segundo ele, o fato de você ter uma propriedade privada causou este problema. É longa amigos, esta estrada que nós temos viajado, estes ataques, vem acontecendo há anos e anos, décadas, com este grupo de “Organizadores Comunitários”, NÚNCA PARA! Más, é também uma estrada muito direta, é o caminho da servidão (livro de Fredrich A. Hayek). É por isso amigo, que você se sente mal, você esta PERDENDO A SUA LIBERDADE e você não entende isso, não compreende isso.



Deixe-me dizer mais alguma coisa aqui, só para esclarecer. Quando eu digo que os fundamentos da economia são fortes, eu não estou tentando relevar o seu pessimismo a respeito das coisas, porque, nós precisamos estar preocupados sobre as coisas aqui – Não estou dizendo: Hei, ta tudo bem, vamos já bater as asas e sair desta situação, não, de forma alguma! O problema, é que nós estamos no meio de uma crise, e esta crise, não é uma falha do capitalismo, é uma falha do GOVERNO! Nós não temos só o direito, nós temos o DEVER de ser pessimistas. Temos o dever de estar brabos, e motivados a fazer algo a respeito. O governo, esta no Piloto Automático amigos, ele não mais responde ao desejo do povo, o governo, e todos estes políticos entreguistas, usando o governo para minar a economia! Não seja pessimista sobre as circunstâncias econômicas que vão atuar sobre as suas finanças. Mas fique brabo, muito brabo, com o que está acontecendo com este sistema de governo, que se desviou dos seus fundamentos, para algo que os fundadores (nt: pais fundadores da nação) nunca teriam endossado. É simplesmente enlouquecedor!



Quando eu digo – os fundamentos da economia são fortes – nós temos duas escolhas, podemos escolher o crescimento econômico, ou podemos escolher um governo socialista, e uma economia socialista, e você pode esquecer o crescimento econômico. Aqui está uma pequena ilusão, e você pode levantar as mãos para o alto e dizer – Meu Deus, não demora muito, e também vai acontecer aqui! – Esta veio do UK Guardian – O Equador, na próxima semana, votará o que muitos países acham IMPENSÁVEL! O Equador está dando à Natureza, “Direitos Humanos”! As pessoas são chamadas a votar uma constituição que dará direitos humanos à natureza. Florestas tropicais, rios, ilhas, o ar, teriam os mesmos direitos que as pessoas! E, se eles votarem sim, (56% SÃO A FAVOR E 23% SÃO CONTRA), então aprovam também a Carta dos Direitos da Natureza, que será aplicada, e novas leis, que mudam o Status da Natureza de simples propriedade para uma Entidade-com-Direitos.


Você poderia ser acusado de assassinato, por cortar um ramo errado de uma árvore, ou, se você esta descendo um rio, no Equador, no seu Caiaque ou canoa, e precisa fazer cocô, ou urinar, alguém te vê... Quem sabe o que eles poderiam fazer?

A ESQUERDA ESTA SIMPLESMENTE FORA DE CONTROLE COM TANTO PODER! E É DIFÍCIL DIZER, MAS É SOBRE ISTO QUE FALAMOS: PODER. O QUE ESTA REALMENTE COMANDANDO, DIRECIONANDO ESTA LINHA DE AÇÃO, É A AUSÊNCIA DE Deus nos corações e almas da esquerda.

OS CONSERVADORES ADOTARÃO O SOCIALISMO? - CLIFF KINCAID

Do portal PAPÉIS AVULSOS do HEITOR DE PAOLA

Cliff Kincaid






A falta de apoio público é significativa já que a imprensa esquerdista acobertadora esta sugerindo que se trata tão somente de um “resgate”, um apoio, ao invés de Socialismo.



Investor’s Business Daily (IBD) tem um repórter fantástico,Terry Jones, que tem feito uma série de artigos explosivos sob o título “O que causou a Crise dos Empréstimos?”. IBD também tem a melhor página editorial conservadora da nação. Eles não se furtaram em cobrir a história de Frank Marshal Davids – o mentor comunista de Barack Obama – e tem publicado uma série chamada “A Audácia do Socialismo”, a cerca dos pontos de vista pró-Marxistas.



Em 24 de setembro, eles publicaram um editorial constrangedor – “É Tempo de Agir” – aderindo ao Plano do Secretário do Tesouro (equivalente a Ministro da Fazenda) Henry Paulson de $ 700 bilhões de tomada&nbspde controle do setor financeiro, o que foi denunciado pelos Senadores Conservadores Jim Bunning e Jim DeMint como socialismo.



Na Câmara, o Republican Study Committee (RSC) (Comitê Republicano de Estudos) liderou a oposição, através de seu Presidente Deputado Jeb Hensarling do Texas  denunciando que o plano de Paulson colocaria os EUA em “estado hipnótico para o socialismo”.



“Todo mundo está dando palpites, mas nós precisamos estudar se há alguma idéia melhor do que a do nosso Secretário do Tesouro e do Presidente do FED já divulgada”, disse IBD. - “O Congresso deveria agir imediatamente”. IBD também chamou a ambos de profissionais ‘competentes e com grande experiência’.



Um leitor do IBD viu a ironia, e comentou que após uma série de artigos avisando sobre as propostas socialistas de Barack Obama e suas origens tornou-se absurda, “particularmente à luz dos esforços da atual administração Republicana para socializar mais de um trilhão de dólares em contas podres com base no imposto sobre o cidadão Americano, o que é investir no absurdo”. O leitor referia-se não somente ao Plano de Recuperação, mas também à Nacionalização das companhias de Hipotecas Fanie Mãe e Fredie Mac orçado em $ 300 bilhões.


O Washington Post no Sábado utilizou um novo eufemismo chamando o “Plano de Recuperação”&nbspde “Plano de Estabilização do Sistema Financeiro Norte Americano”.



Mas, a tal “idéia melhor” apareceu, e veio do RSC (Comitê Republicano de Estudos). O relatório “Princípios para a Recuperação da Economia” inclui dentre outras medidas, o corte dos impostos e a criação de Fundos Privados de Seguros, para mudar o rumo da atual crise financeira.



De acordo com os Deputados Conservadores, não apenas o plano de Paulson contém defeitos fatais, mas, como foi revelado posteriormente pelo Wall Street Journal  que a versão do Partido Democrata – que já conta com mais de 100 páginas - inclui fundos para grupos políticos radicais como a Housing Trust Fund responsável pelos subsídios a grupos como ASCORN e National Council of La Raza.



Em discurso, Hensarling afirmou – “Nós devemos considerar alternativas que suspenderiam imediatamente os impostos sobre os ganhos de capital. Nós estamos numa crise de liquidez e, suspender os impostos sobre ganhos de capital, resultaria na captação imediata de investimentos da ordem de um trilhão de dólares, recolocando as coisas em ordem no mercado. Segundo, nós precisamos suspender o ordenamento contábil que criou as condições para a acumulação de uma tal montanha de sujeira e quebradeira do crédito no mercado americano”.



Ressaltando que as entidades criadas pelo governo estão na raiz do problema, ele acrescenta – “Quando Fanie Mae e Fredie Mac foram à bancarrota – um fato que os Congressistas Republicanos vem avisando&nbsphá anos e anos – o sistema de Hipotecas foi conjuntamente deturpado. Estes verdadeiros Frankensteins Financeiros – criados em laboratórios governamentais – não são criações do sistema de livre empresa e nós devemos em ultima instância, retirar a sua capacidade monopolizadora, e devolvê-la ao mercado. Finalmente, o FED esta sendo empurrado em várias direções e nós deveríamos reformular a Lei  Humphrey Hawkins que no momento desvia a atenção do FED da Estabilidade de Preços de Longo Prazo, para o crescimento econômico de curto prazo.



Ron Paul, candidato vencido nas primárias republicanas, e que avisou sobre a crise iminente, chamou o plano de Paulson de – “bobagens costuradas no chute, forçando um congresso que não quer a agir sob a ameaça de que se não for aceita, levara ao colapso do sistema financeiro”. Muito ao contrário, ele afirmou  :“A aprovação destas medidas vai levar-nos diretamente ao final da estrada da quebradeira econômica”.



Da parte do Senado, Sen. DeMint alinhavou um plano para estimular o crescimento econômico, baixar impostos, reformular programas governamentais e expandir imediatamente a produção interna de energia.



Enquanto isso, o USA Today foi pego com a boca na botija, claramentefalsificando a divulgação dos resultados de sua própria pesquisa sobre a crise – “Aproximadamente 8 em cada 10 americanos (78%) dizem que o congresso deveria aprovar o plano de recuperação financeira do mercado, mas a maioria quer que os congressistas modifiquem significativamente o plano de $700 bilhões da administração Bush” diz a reportagem de capa do USA Today.



Mas, a pergunta&nbspapresentada foi – “Como você deve saber, a administração Bush propôs um plano que permitiria ao Departamento do Tesouro comprar, e revender até US $ 700 bilhões em bens sub-avaliados das companhias financeiras. O que você gostaria que o congresso fizesse…”.



O resultado foi que somente 22% quer que o congresso aprove um plano similar ao proposto por Bush. Um total de 56% gostaria de um plano diferente da proposta Bush.



pesquisa Rasmussen informa que o apoio ao plano caiu para 24%.



A falta de apoio da população é ainda mais significativa devido à cobertura parcial dos meios de comunicação.



Como o Accuracy In Media (AIM) tem informado, mesmo os conservadores na mídia, tais como Fred Barnes e Charles Clauthammer da Fox News, tem endossado o Plano Paulson, e na blogosfera conservadora Hugh Hewitt tem sido um significante líder de torcida a favor. No “Memorandum aos Deputados Republicanos”  que lideram a oposição ao esquema socialista, Hewitt chega a acusar os conservadores de “intransigência”, e de “indiferença suicida” ao encarar a emergência econômica e a possibilidade real de pânico no sistema”.


 

outras declarações  Viguerie propôs a criação de uma comissão especial de inquérito com a finalidade de investigar a crise financeira e apontar e responsabilizar os envolvidos.



Entretanto, o tempo para reagir esta acabando. Alguns Democratas estão dizendo, que o plano já poderia estar transformado em Lei até este domingo (28/09/2008).



Tradução: Mayr Sampaio Fortuna Neto

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

SOBRE AS DESCULPAS ÀS VÍTIMAS DO REGIME MILITAR

Do portal FAROL DA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA
Jorge Baptista Ribeiro, Fundador do FDR e Coordenador da FTRD


Clicando em O Jornal do Comércio, o leitor poderá se inteirar da íntegra da notícia, sob o título “Governo pede desculpas às vítimas do regime militar”. Encontrará um texto, sem encadeamento lógico e pleno de divergências e incoerências, mas propositalmente elaborado para estimular os seus neurônios a produzirem uma confusão mental subconsciente que ponha dúvidas em suas certezas conscientes. E quando dúvidas pululam numa cabeça em conflito, nada mais simples do que preencher esses espaços com conotativos tais que o “Respeitável Público”, já alquebrado nas suas trincheiras mentais, placidamente, os considere como verdades irretorquíveis, inclusive, respaldadas pelo Direito Consuetudinário e pareceres de “especialistas” encomendados, de forma que “entre les deux, o embuste e a verdade, “votre coeur balance”.

Com bastante clareza e inegável propriedade, o filósofo Olavo de Carvalho, didaticamente, resume essa técnica, bastante utilizada na guerra psicológica revolucionária, num seu artigo publicado em: 

< http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=6445 >. Entretanto, como o site Mídia Sem Máscara encontra-se fora do ar, em reparo técnico, para solucionar os problemas decorrentes da ação de um hacker. em anexo, segue cópia do artigo supracitado, intitulado: “
Engenharia da confusão (Cavaleiro do Templo: ou clique aqui).

Por oportunas, algumas considerações se impõem quando se trata de uma luta revolucionária cruel e diabólica que, através os séculos, intenta a criação de um homem novo, totalmente diferente daquele que nos dá conta a tradição humana e cristã. Em “1984”, Orwell e em “Uma nova visita ao homem feliz”, Aldous Huxley, nos mostraram o poderio da ciência de domesticação dos povos que é a Psicopolítica, mais conhecida como lavagem cerebral, praticada pelos profissionais agentes do credo vermelho. Tanto usada para subjugação das massas quanto para transformar as convicções de um indivíduo e escravizar a sua psique aos desígnios comunistas. 

Para os que desejarem se aprofundar nesse assunto peço vênia para indicar quatro esclarecedoras leituras:

1 – “A Multidão” - obra do filósofo francês Gustave Le Bon que em 1896 já apontava que a maioria das revoluções era feita com sucesso, trocando-se o significado das palavras e com isto promovendo-se uma enorme confusão de idéias em pessoas que, atônitas, repetiam sem pensar, certas instruções premeditadas para favorecerem a causa revolucionária, sem perceberem seus verdadeiros objetivos

2 - “Psicopolítica – Técnica da lavagem cerebral” de Kennet Goff, um ex-comunista norte-americano que se sentindo trapaceado por seus instrutores comunistas, ainda em tempo, tornou-se um fervoroso combatente anticomunista. Goff louva sua obra no que lhe fora ensinado, entre maio de 1936 e outubro de 1939 nas escolas clandestinas dos Estados Unidos, na sua maior parte, instruções extraídas do “Manual Comunista de Adestramento para a Guerra Psicológica”.

3 - Entrevista com Yuri Alexandrovitch Bezmenov - Ex-Agente da KGB – disponibilizada em: 
- Depoimento que mostra seu trabalho a serviço da KGB para cooptar intelectuais formadores de opinião, artistas e diplomatas para que estes se transformassem em agentes orgânicos. 

4 - “Técnicas de Persuasão – Da propaganda à lavagem cerebral – J A C Brown – Editora Zahar
O autor, formado em Psiquiatria pela Universidade de Edimburgo e diretor do Instituto de Psiquiatria Social, de Londres, nesse livro, especialmente se dirige aos jovens que desejam pensar livremente, aconselhando que se informem, raciocinando com apoio em provas racionais. Adverte também que as tentativas de modificar opiniões alheias são tão antigas quanto a palavra humana, mas a evolução das ciências humanas, aperfeiçoou de tal forma as técnicas de persuasão que todos devem se cuidar para não sujeitar o seu livre pensar à desonestas manipulações e disfarçados processos da Guerra Psicológica que se valem das vulnerabilidades humanas para deformar raciocínios. 

Ao finalizar, quero deixar bem claro que nem é obra do acaso e muito menos mera coincidência o fato do caro leitor encontrar no texto da notícia do Jornal do Comércio divergências entre as falas do comandante Supremo da Forças Armadas e seus comparsas ideológicos. Tudo faz parte da estratégia da Guerra Psicológica que muitos não percebem e ainda debocham de uma minoria que procura fazer a parte que lhe toca como patriota que não deseja para o seu país a adoção de um regime alienígena e totalitário.

Engenharia da confusão

Do portal do OLAVO DE CARVALHO
Diário do Comércio (editorial), 14 de março de 2008

O psicólogo russo Ivan Pavlov ( 1849 - 1936 ) demonstrou que a estimulação contraditória é a maneira mais rápida e eficiente de quebrar as defesas psicológicas de um indivíduo (ou de um punhado deles), reduzindo-o a um estado de credulidade devota no qual ele aceitará como naturais e certos os comandos mais absurdos, as opiniões mais incongruentes.

Isso funciona de maneira quase infalível, mesmo que os estímulos sejam de ordem puramente cognitiva e sem grande alarde emocional (frases contraditórias ditas numa seqüência camuflada, de modo a criar uma confusão subconsciente). Mas é claro que funciona muito mais se o sujeito for submetido ao impacto de emoções contraditórias fortes o bastante para criar rapidamente um estado de desconforto psicológico intolerável. Esse mesmo desconforto serve de camuflagem, pois a vítima não tem tempo de averiguar que a contradição vem da fonte, e não do seu próprio interior, de modo que ao estado de aflição vêm somar-se a culpa e a vergonha. A reação automática que se segue é a busca desesperada de um novo padrão de equilíbrio, isto é, de um sentimento mais abrangente que pareça comportar em si, numa síntese dialética, as duas emoções inicialmente vivenciadas como contraditórias, e que ao mesmo tempo possa aliviar o sentimento de vergonha que o indivíduo sente perante a fonte estimuladora, que a esta altura ele toma como seu observador crítico e seu juiz.

Se o leitor examinar com certa atenção o discurso esquerdista, verá que ele procura inspirar no público, ao mesmo tempo, o medo e a compaixão. Esta dupla de sentimentos não é contraditória em si, quando cada um deles se coloca num plano distinto, como acontece na tragédia grega, onde os espectadores sentem compaixão pelo herói e medo da engrenagem cósmica que o oprime. Mas, se o objeto de temor e de compaixão é o mesmo, você simplesmente não sabe como reagir e entra num estado de “dissonância cognitiva” (termo do psicólogo Leon Festinger), a um passo da atonia mental que predispõe à subserviência passiva.

Digo medo e compaixão, mas nunca de trata de emoções simples e unívocas, e sim de duas tramas emocionais complexas que prendem a vítima ao mesmo tempo, tornando-a incapaz de expressar verbalmente a situação e sufocando-a numa atmosfera turva de confusão e impotência.

Na política revolucionária, a estimulação contraditória toma a forma de ataques terroristas destinados a intimidar a população, acompanhados, simultaneamente, de intensas campanhas de sensibilização que mostram os sofrimentos dos revolucionários e da população pobre que eles nominalmente representam. As destruições de fazendas pelo MST são um exemplo nítido: a classe atacada fica paralisada entre dois blocos de sentimentos contraditórios – de um lado, o medo, a raiva, o impulso de reagir, de fugir ou de buscar proteção; de outro, a compaixão extorquida, a culpa, o impulso de pedir perdão ao agressor.

Não é coincidência que a primeira descrição científica desse mecanismo tenha sido obra de um eminente psicólogo russo: o emprego da estimulação contraditória já era uma tradição no movimento revolucionário quando Ivan Pavlov começou a investigar o assunto justamente nos anos em que se preparava a Revolução Russa. Seus estudos foram imediatamente absorvidos pela liderança comunista, que passou a utilizá-los para elevar a manipulação revolucionária da psique às alturas de uma técnica de engenharia social muito precisa e eficiente, capacitada para operações de grande porte com notável controle de resultados.

Nas últimas quatro décadas, com a passagem do movimento revolucionário da antiga estrutura hierárquica para a organização flexível em “redes” informais com imenso suporte financeiro, o uso da estimulação contraditória deixou de ser uma exclusividade dos partidos comunistas e se disseminou por toda sorte de organizações auxiliares – ONGs, empresas de mídia, organismos internacionais, entidades culturais -- cuja índole revolucionária não é declarada ex professo , o que torna o rastreamento da estratrégia unificada por trás de tudo um problema muito complexo, transcendendo o horizonte de consciência das lideranças empresariais e políticas usuais e requerendo o concurso de estudiosos especializados. Em geral, os liberais e conservadores estão formidavelmente desaparelhados para enfrentar a situação: esforçam-se para conquistar o público mediante argumentos lógicos em favor da democracia e da economia de mercado, quando o verdadeiro campo de batalha está situado muito abaixo disso, numa zona obscura de paixões irracionais administradas pelo adversário com todos os requintes da racionalidade e da ciência.

Em artigos vindouros ilustrarei o emprego da estimulação contraditória por vários “movimentos sociais”: feminista, gayzista, abortista, ateísta, ecológico, etc.

wibiya widget

A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".