Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Deputados CSS - traidores malditos

Do blog da ANDEC - Associação Nacional em Defesa da Ética e da Cidadania

Relacionamos abaixo a lista dos Deputados Federais que TRAÍRAM seus eleitores.
Aqueles que aprovaram mais um imposto (fonte: site da Câmara dos Deputados). Eles não merecem seu voto!! Divulguem !!

Roraima (RR)
Edio Lopes/PMDB
Luciano Castro/PR
Maria Helena/PSB
Neudo Campos/PP

Amapá (AP)
Dalva Figueiredo/PT
Evandro Milhomen/PCdoB
Fátima Pelaes/PMDB
Jurandil Juarez/PMDB
Lucenira Pimentel/PR

Pará (PA)
Beto Faro/PT
Elcione Barbalho/PMDB
Giovanni Queiroz/PDT
Lúcio Vale/PR
Paulo Rocha/PT
Wladimir Costa/PMDB
Zé Geraldo/PT
Zequinha Marinho/PMDB

Amazonas (AM)
Átila Lins/PMDB
Francisco Praciano/PT
Marcelo Serafim/PSB
Vanessa Grazziotin/PCdoB

Rondonia (RO)
Anselmo de Jesus/PT
Eduardo Valverde/PT
Marinha Raupp/PMDB
Natan Donadon/PMDB

Acre (AC)
Fernando Melo/PT
Gladson Cameli/PP
Henrique Afonso/PT
Nilson Mourão/PT
Perpétua Almeida/PCdoB

Tocantins (TO)
Laurez Moreira/PSB
Lázaro Botelho/PP
Osvaldo Reis/PMDB
Vicentinho Alves/PR

Maranhão (MA)
Cleber Verde/PRB
Costa Ferreira/PSC
Davi Alves Silva Júnior/PDT
Flávio Dino/PCdoB
Gastão Vieira/PMDB
Pedro Fernandes/PTB
Pedro Novais/PMDB
Professor Setimo/PMDB
Ribamar Alves/PSB
Waldir Maranhão/PP

Ceará (CE)
Aníbal Gomes/PMDB
Ariosto Holanda/PSB
Arnon Bezerra/PTB
Ciro Gomes/PSB
Eudes Xavier/PT
Eugênio Rabelo/PP
Eunício Oliveira/PMDB
Flávio Bezerra/PMDB
José Airton Cirilo/PT
José Guimarães/PT
Leo Alcântara/PR
Marcelo Teixeira/PR
Mauro Benevides/PMDB
Paulo Henrique Lustosa/PMDB
Vicente Arruda/PR
Zé Gerardo/PMDB

Piauí (PI)
Átila Lira/PSB
B. Sá/PSB
Ciro Nogueira/PP
Marcelo Castro/PMDB
Nazareno Fonteles/PT
Osmar Júnior/PCdoB
Paes Landim/PTB

Rio Grande do Norte (RN)
Fátima Bezerra/PT
Henrique Eduardo Alves/PMDB
Sandra Rosado/PSB

Paraíba (PB)
Armando Abílio/PTB
Damião Feliciano/PDT
Luiz Couto/PT
Manoel Junior/PSB
Vital do Rêgo Filho/PMDB
Walter Brito Neto/PRB
Wilson Braga/PMDB
Wilson Santiago/PMDB

Pernambuco (PE)
Ana Arraes/PSB
Eduardo da Fonte/PP
Fernando Coelho Filho/PSB
Fernando Ferro/PT
Inocêncio Oliveira/PR
Marcos Antonio/PRB
Maurício Rands/PT
Pedro Eugênio/PT
Renildo Calheiros/PCdoB
Silvio Costa/PMN
Wolney Queiroz/PDT

Alagoas (AL)
Augusto Farias/PTB
Benedito de Lira/PP
Carlos Alberto Canuto/PMDB
Cristiano Matheus/PMDB
Givaldo Carimbão/PSB
Joaquim Beltrão/PMDB
Maurício Quintella Lessa/PR
Olavo Calheiros/PMDB

Sergipe (SE)
Eduardo Amorim/PSC
Iran Barbosa/PT
Valadares Filho/PSB

Bahia (BA)
Alice Portugal/PCdoB
Daniel Almeida/PCdoB
Guilherme Menezes/PT
João Leão/PP
Joseph Bandeira/PT
Lídice da Mata/PSB
Luiz Bassuma/PT
Marcio Marinho/PR
Marcos Medrado/PDT
Mário Negromonte/PP
Maurício Trindade/PR
Nelson Pellegrino/PT
Roberto Britto/PP
Sérgio Barradas Carneiro/PT
Sérgio Brito/PDT
Veloso/PMDB
Walter Pinheiro/PT
Zezéu Ribeiro/PT

Minas Gerais (MG)
Ademir Camilo/PDT
Antônio Andrade/PMDB
Aracely de Paula/PR
Carlos Willian/PTC
Elismar Prado/PT
Fernando Diniz/PMDB
George Hilton/PP
Gilmar Machado/PT
Jaime Martins/PR
Jô Moraes/PCdoB
João Magalhães/PMDB
José Santana de Vasconcellos/PR
Leonardo Monteiro/PT
Lincoln Portela/PR
Luiz Fernando Faria/PP
Márcio Reinaldo Moreira/PP
Maria do Carmo Lara/PT
Maria Lúcia Cardoso/PMDB
Mário Heringer/PDT
Mauro Lopes/PMDB
Miguel Corrêa/PT
Miguel Martini/PHS
Odair Cunha/PT
Paulo Piau/PMDB
Reginaldo Lopes/PT
Saraiva Felipe/PMDB
Virgílio Guimarães/PT

Espírito Santo (ES)
Iriny Lopes/PT
Rita Camata/PMDB


Rio de Janeiro (RJ)
Alexandre Santos/PMDB
Antonio Carlos Biscaia/PT
Brizola Neto/PDT
Carlos Santana/PT
Cida Diogo/PT
Deley/PSC
Dr. Adilson Soares/PR
Edmilson Valentim/PCdoB
Edson Ezequiel/PMDB
Eduardo Cunha/PMDB
Eduardo Lopes/PSB
Felipe Bornier/PHS
Fernando Lopes/PMDB
Filipe Pereira/PSC
Geraldo Pudim/PMDB
Hugo Leal/PSC
Jorge Bittar/PT
Léo Vivas/PRB
Luiz Sérgio/PT
Neilton Mulim/PR
Nelson Bornier/PMDB
Pastor Manoel Ferreira/PTB
Simão Sessim/PP
Solange Almeida/PMDB
Vinicius Carvalho/PTdoB

São Paulo (SP)
Aldo Rebelo/PCdoB
Antonio Bulhões /PMDB
Antonio Palocci/PT
Cândido Vaccarezza/PT
Carlos Zarattini /PT
Devanir Ribeiro/PT
Dr. Ubiali/PSB
Janete Rocha Pietá/PT
Jilmar Tatto/PT
João Dado/PDT
José Eduardo Cardozo/PT
José Genoíno/PT
José Mentor/PT
Márcio França/PSB
Milton Monti /PR
Nelson Marquezelli/PTB
Paulo Pereira da Silva/PDT
Paulo Teixeira/PT
Valdemar Costa Neto/PR
Vicentinho/PT

Mato Grosso (MT)
Carlos Abicalil/PT
Carlos Bezerra/PMDB
Eliene Lima/PP
Pedro Henry/PP
Valtenir Pereira/PSB
Wellington Fagundes/PR

Distrito Federal (DF)
Magela/PT
Rodrigo Rollemberg/PSB
Tadeu Filippelli/PMDB

Goiás (GO)
Chico Abreu/PR
Íris de Araújo/PMDB
Jovair Arantes/PTB
Leandro Vilela/PMDB
Luiz Bittencourt/PMDB
Marcelo Melo/PMDB
Pedro Chaves/PMDB
Pedro Wilson/PT
Tatico/PTB

Mato Grosso do Sul (MS)
Antônio Carlos Biffi/PT
Dagoberto/PDT
Geraldo Resende/PMDB
Nelson Trad/PMDB
Vander Loubet/PT
Waldemir Moka/PMDB

Paraná (PR)
Airton Roveda/PR
Alex Canziani/PTB
Angelo Vanhoni/PT
Chico da Princesa/PR
Dr. Rosinha/PT
Giacobo/PR
Hermes Parcianello/PMDB
Marcelo Almeida/PMDB
Moacir Micheletto/PMDB
Nelson Meurer/PP
Odílio Balbinotti/PMDB
Osmar Serraglio/PMDB
Ricardo Barros/PP
Takayama/PSC

Santa Catarina (SC)
Carlito Merss/PT
Celso Maldaner/PMDB
Décio Lima/PT
João Matos/PMDB
João Pizzolatti/PP
Nelson Goetten/PR
Valdir Colatto/PMDB
Vignatti/PT

Rio Grande do Sul (RS)
Adão Pretto/PT
Beto Albuquerque/PSB
Cezar Schirmer/PMDB
Darcísio Perondi/PMDB
Eliseu Padilha/PMDB
Henrique Fontana/PT
Ibsen Pinheiro/PMDB
José Otávio Germano/PP
Luiz Carlos Busato/PTB
Manuela DÁvila/PCdoB
Marco Maia/PT
Maria do Rosário/PT
Mendes Ribeiro Filho/PMDB
Paulo Pimenta/PT
Paulo Roberto/PTB
Pepe Vargas/PT
Pompeo de Mattos/PDT
Sérgio Moraes/PTB
Tarcísio Zimmermann/PT
Vieira da Cunha/PDT
Vilson Covatti/PP

Governo ressuscita a CPMF: agora é CSS

Do portal do DIÁRIO DO COMÉRCIO

Com um placar apertado, o governo conseguiu aprovar ontem na Câmara a criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS), que vai incidir sobre as movimentações financeiras. A aprovação foi com apenas dois votos a mais do que o mínimo exigido, sinalizando que haverá dificuldades em aprovar a criação do imposto no Senado. O placar registrou 259 votos a favor, 159 contrários e duas abstenções.

Apesar da aprovação, esse número de votos governistas seria insuficiente para aprovar uma proposta de emenda constitucional como a que criou a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), por exemplo, e que exige 308 votos na Câmara. O governo conseguiu aprovar a CSS seis meses depois de ver derrotada a prorrogação da CPMF.

Comentários – O líder do DEM, Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), era um dos mais surpresos com o resultado apertado. "Nós não tínhamos consciência de que estávamos tão perto de ganhar", confessou. "Neste momento, só nos resta comemorar."

"O governo sepultou a CSS nessa votação. Ela não passa no Senado. O governo minguou", afirmou o deputado Paulo Bornhausen (DEM-PR). "Foi uma derrota política para o governo", disse o deputado Bruno Araújo (PSDB-PE).

"Os deputados serão cobrados nas ruas. Nós tivemos uma vitória política", afirmou o presidente da Frente Parlamentar da Saúde, deputado Rafael Guerra (PSDB-MG), contrário à criação da CSS e um dos defensores da aprovação do projeto apresentado pelo Senado.

O líder do PT, Maurício Rands (PE), disse que houve "um certo relaxamento" da base depois que a votação anterior, do texto global, havia registrado 288 votos a favor do governo. "Alguns fugiram da raia, inclusive candidatos a prefeitos", reconheceu Rands.

Bastidores – O governo conseguiu aprovar a CSS na Câmara depois de três semanas de forte embate político no plenário com os partidos de oposição DEM, PSDB e PPS, que defendiam o projeto aprovado pelo Senado. O PV, apesar de ser da base do governo, votou contra. Ficaram a favor da CSS o PT, o PMDB, o PTB, o PP, o PR, o PSC, o PSB, o PDT e o PCdoB. A oposição votou unida, sem dissidências.

Na base, houve ausências significativas. Para não assumirem o desgaste político de aprovar um novo imposto em ano de eleições para prefeitos, deputados preferiram não participar da votação. No PTB e no PR, foram 25% de ausentes. No PMDB, dos 93 deputados, 15 não votaram e 9 votaram contra. No PT, 10 deputados faltaram.

O projeto aprovado pelos deputados substitui a proposta do Senado que obrigava a União a aplicar 10% das receitas brutas na saúde. O projeto do relator, deputado Pepe Vargas (PT-RS), além de criar a CSS, mantém o cálculo atual que fixa os recursos da União para o setor iguais ao montante gasto no ano anterior mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB). A CSS terá a alíquota de 0,10% e a estimativa do governo é de arrecadar R$ 10 bilhões por ano.

Para garantir apoios à proposta, Vargas fez diversas concessões aos governadores. Ele reduziu a base de receitas na qual incide os 12% que os Estados devem gastar obrigatoriamente com a saúde, retirando as transferências do fundo de educação básica, o Fundeb, desse cálculo. Segundo Vargas, essa redução vai significar R$ 1,049 bilhão a menos.

"Na prática, o projeto diminui os recursos para a saúde", protestou o líder do PPS, Fernando Coruja (SC). Ele lembrou que a Constituição fixa a obrigação de os Estados aplicarem 12% de suas receitas à saúde. Vargas também permitiu em seu projeto que os Estados considerem juros de dívidas como despesas de saúde e dá quatro anos os governadores cumprirem a determinação de investir 12% no setor. ( AE )

quarta-feira, 11 de junho de 2008

BRASILEIRO, VOCÊ NÃO ESTÁ SÓ!!!

Do blog da ANDEC - ASSOCIAÇÃO NACIONAL EM DEFESA DA ÉTICA E DA CIDADANIA

De uma brasileira, com todo coração:

Eu havia prometido a mim mesma ficar aqui quietinha, mas paciência tem limites:

1. Em pouco menos de um mês, tive 3 (três!!!) e-mails censurados.
Por tais endereços eletrônicos não consigo, mais, enviar mensagens. As que recebo, vêm triadas.
Acreditem: estamos com e-mail em Portugal, agora. Inesquecível: andec@sapo.pt (!!)

2. O Orkut – comunidade de relacionamentos mais popular no Brasil – está sendo acompanhado de perto. Sempre que um tópico de alguma comunidade ‘não interessa’ ele some!! Assim, inexplicavelmente. Some.

3. Tenho acompanhado de perto inúmeros eventos, manifestações e reuniões com pessoas absolutamente insatisfeitas com os caminhos que o Brasil vem trilhando.

Todos eles pacíficos, legítimos e organizados.
Não violamos a lei, a Constituição Federal, nem apregoamos que ninguém o faça.

Em todos, tratamos de assuntos que interessam a todos os brasileiros.

E – diferentemente do que acontece com bandoleiros da laia do MST e Via Campesina -, esses eventos não têm sido divulgados. Quando o são, são em nota de rodapé, ou são minimizados (é impressionante como os números encolhem! afinal, quase ninguém está insatisfeito! todos estamos felizes, trabalhando basicamente para bancar uma máquina estatal inchada, corrupta e incompetente! são apenas meia dúzia de gatos pingados da ‘zelite’ que não quer abrir mão de seus privilégios!)

NÃO É ASSIM.

Ontem, só para ficar num caso mais recente, compareci a um evento no Clube Espéria, em São Paulo-SP, para participar de um seminário. Amazônia: Soberania Ameaçada. Farsa ou Realidade?

O local estava tomado de jornalistas. Jornais, revistas e câmeras de TV.

O que você leu ou assistiu a respeito do evento?
Saiu um resumo, no site da Associação Comercial de São Paulo (uma das patrocinadoras do evento) e uma nota aqui, outra ali.
O Estadão – que já fez mais bonito que a Folha de São Paulo, que sequer o mencionou – publicou um artigo. Já está ótimo.

Mas quero retificar um dado: ele menciona que ali se encontravam mais de 700 pessoas.
Está certo, mais de 700 pessoas podem ser até 10 milhões, também é mais que 700.
Mas esse é um exemplo de divulgação que minimiza o ocorrido.

O salão do Espéria tem capacidade para 3.000 pessoas. Todos os lugares estavam ocupados. Tinha muita gente em pé e muitos outros sentados no chão.
Foram adquiridos 1.000 exemplares do livro Conspiração de Portas Abertas (sobre o Foro de São Paulo) para distribuição no local.
Cada um de nós recebeu um único exemplar. Os livros esgotaram e muita gente ficou sem.
Só posso deduzir que o número informado pelo Estadão está incorreto.

Antes de dizer o que me trouxe, abro um parênteses para frisar que a questão da Soberania Nacional é uma questão gravíssima. Quem não tem conhecimento sobre o assunto, se informe.

Se não tiver meios, entre em contato conosco. Temos vídeos, gráficos, publicações e os forneceremos com prazer.

O assunto é absolutamente sério e de interesse de TODOS os brasileiros.

Ficou claro que estamos, mesmo, prestes a perder uma boa (e rica) parte do território nacional.
E não se deixem enganar:
Quem se opõe ao que está sendo dito OU não sabe o que está acontecendo (inocente útil) OU não é patriota.

A questão da "demarcação das terras indígenas" não diz respeito ao bem-estar dos índios, tampouco diz respeito à preservação do meio ambiente.

Informem-se.

Fechando parênteses.

Vou aproveitar que SERPRO e PRODESP são nossos visitantes regulares para que saibam que não somos poucos, nem estamos sós!

Amigo brasileiro,

Não se deixe iludir pelas parcas e distorcidas notícias.
A idéia é essa mesmo. Se cada um de nós imagina estar só, acredita que nada pode fazer. Mais ou menos conformado, acomoda-se.


Não desanime achando que está só, que sozinho nada pode fazer pelo SEU PAÍS, pelo PAÍS DE SEUS FILHOS!!
Somos muitos e estamos unidos.
Entre em contato conosco. Juntos, muito podemos fazer para um Brasil melhor!


Jornalistas e, principalmente, dirigentes dos meios de comunicação,


Um apelo.

É compreensível essa contenção de informações. Sinceramente, não os condeno.
Todos sabemos que o maior anunciante é o Estado. Sabemos também que o Estado é quem concede (ou revoga concessão) canais de televisão.
Todos nós que não desviamos dinheiro público, dependemos do trabalho para sobreviver.
Vocês, seguramente melhor que eu, sabem de casos de jornalistas ‘calados’ ou dispensados por dizer o que ‘não interessa’.

Mas estamos numa estrada sem volta. Uma estrada que se afunila. Historicamente, sabemos onde essa estrada vai dar.

Ou vocês se lembram, de uma vez por todas, dos tempos de universidade, do que os motivou a exercer essa importantíssima profissão, por tanto tempo chamada de quarto poder, ou preparem-se para calar de vez.

A todos, uma lembrança:

"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei.
No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei.
No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar..."
(Martin Niemöller, 1933)3)

BRASIL, ORDEM E PROGRESSO!


ASSOCIAÇÃO NACIONAL EM DEFESA
DA ÉTICA E DA CIDADANIA 
ANDEC
Lutando por uma sociedade justa, livre e democrática.
Faça parte desse movimento!
http://andec.blogspot.com/
Conheça e participe da UPEC
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Senado quer cobrar explicações de Lula e Hélio Costa sobre fracasso da implantação da caríssima “TV Digital”

Do blog ALERTA TOTAL
Por Jorge Serrão, edição de segunda-feira, 9 de junho de 2008

Exclusivo - A marketagem do desgoverno com a televisão de Alta Definição, que recebeu o apelido de TV Digital, se transforma em mais um problema político para Lula da Silva. O Ministro das Comunicações, Hélio Costa, anda de “filme queimado” com o Chefão do Palácio do Planalto. Já foi chamado no Senado para dar explicações sobre o factóide digital. O ministro alega que só poderá falar mês que vem, quando retornar de uma viagem técnica ao Japão, onde vai buscar soluções para um sistema que não funciona.

Lula optou pelo padrão de TV digital japonês (ISDB) no dia 8 de março de 2006. O caso se complica ainda mais porque quem deu assessoria jurídica para o fechamento do acordo para adoção do padrão digital japonês foi ninguém menos que o advogado Roberto Teixeira – que é compadre do presidente Lula. O mesmo Teixeira do caso Varig, Varig Log, Gol e outros menos votados e ainda ocultos. Lula também foi muito pressionado por seu ministro Costa e pela Rede Globo a apostar no modelo, que concorria com os padrões norte-americano (ATSC) e europeu (DVB).

São Paulo tem apenas 26 mil pessoas que tentam usar a tv digital, pois compraram decodificadores. Quase todos não conseguem que o sistema funcione com alta definição de imagens. Seja por problema de geração das emissoras, ou porque a chamada caixinha decodificadora (Top Set Box) não funciona direito. O equipamento se parece muito com o desgoverno brasileiro.

O consumidor foi redondamente enganado na digitalização de araque. O valor previsto pelas empresas para fabricar os decodificadores girava de 100 a 250 reais. Tais valores não condizem com o valor de mercado real do equipamento, de 500 reais. A empresa Positivo foi convocada ao Senado para explicar por que o equipamento está tão caro e não funciona. A empresa alegou que não recebeu incentivos fiscais para baixar o valor do produto. A falta de clientes preocupa a Positivo (C.T. - retiro TODA E QUALQUER indicação que dei na minha vida sobre a compra dos equipamentos desta empresa, quem me conhece pessoalmente sabe do que estou falando...) – cujos dirigentes também são muito ligados ao Palácio do Planalto e ao empresário Fábio Luiz da Silva, o Lulinha.

O aparelho ideal para o funcionamento da tv digital custa em torno de 17 mil. Assim mesmo, não estão preparados para a interatividade. No Rio de Janeiro, o projeto da TV digital está totalmente parado: por falta de tecnologia, problemas de padrão e falta de interesse nos investimentos – dado o fracasso de São Paulo. Mês que vem, os japoneses vêm ao Brasil para tentar uma solução para o problema – mais um para a cabecinha do chefão Lula.

Globo jurássica

A família Marinho está na maior bronca com os japoneses que implantam a televisão digital no Brasil.

Os consultores japoneses avaliam que a Globo está vivendo a síndrome do dinossauro, com uma grade de programação que já é considerada esgotada e repetitiva, há mais de 20 anos.

Eles recomendam uma revolução total na grade da Vênus Platinada e uma radicalização nos investimentos na área digital, para evitar que a emissora perca mais audiência para as concorrentes, como a Record.

Em função dos problemas na transmissão digital, a própria Globo lançou poucos produtos produzidos em alta definição.

Amazônia verde sob a ameaça branca

Enviado por e-mail pelo Arlindo Montenegro

Sergio Kapustan

Masao Goto Filho / e-SIM Na foto ao lado o general Lessa, que mobilizou as atenções da platéia sobre a grandiosidade de Roraima

Controlar a "invasão branca" de ONGs, principalmente estrangeiras, assegurar o controle da água e explorar ricas jazidas de minérios – grande parte em reservas indígenas e praticamente inacessíveis devido a legislação em vigor – e povoar as zonas de fronteira, para garantir a integridade do território nacional sem agredir o meio ambiente.
Esses foram os principais temas debatidos no seminário "A realidade da Amazônia – Soberania ameaçada, farsa?', realizado ontem, no clube Espéria. Segundo os participantes, o evento foi considerado um marco por mobilizar e entusiasmar setores da sociedade civil organizada em defesa da Amazônia e da soberania brasileira.


De acordo com o general Luiz Gonzaga S. Lessa, ex-comandante militar da região, de 5 milhões de quilômetros quadrados espalhados em nove estados, organizações e governos estrangeiros fazem campanha internacional aberta para retirar a Amazônia do controle brasileiro.

A população indígena é de cerca de 350 mil índios. As terras indígenas representam 12% do território brasileiro. Para ele, a política da Funai (Fundação Nacional do Índio) isolou os índios. "Há um imenso vazio demográfico que precisa ser explorado, mas não a todo custo", afirmou o militar, ao abrir o evento.


Em sua explanação, Lessa divulgou um estudo da ONG Contas Abertas, com base no Sistema Integrado de Administração Financeiras (Siafi), que mostra o vertiginoso aumento de organizações não-governamentais, entre 2001 a 2006, atuando dentro do País.

De 22 mil, em 2002, elas pularam para cerca de 260 mil em 2006. Em 2007, o número subiu para 276 mil e 100 mil trabalham na Amazônia. A população indígena é estimada em 350 mil índios, ou seja, há 3,5 índios para cada ONG . "Há uma verdadeira invasão branca na Amazônia sem ninguém dar um tiro sequer. Trata-se de um neo colonialismo que estamos aceitando voluntariamente", denunciou o general.

Riqueza natural – Ao defender a soberania nacional, Lessa afirmou que o Brasil detém hoje 20% da água doce da superfície do planeta e 80% dela encontra-se na bacia amazônica. "Fala-se que a próxima guerra mundial será pelo controle da água. Veja a sua importância estratégica mundial", chamou a atenção.

O general falou também sobre a polêmica em torno da reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, na divisa do Brasil com a Venezuela, que possui 12 vezes o tamanho da cidade de São Paulo e inúmeras riquezas, como o urânio, abundante e inexplorado. "Roraima, que tem sua superfície ocupada por reservas indígenas em quase 50%, representa o grande embate internacional contra o Brasil", afirmou.

Políticas públicas – Em sua fala, o líder dos índios macuxis, Jonas de Souza Marcolino, da Raposa Serra do Sol, responsabilizou a Funai, entidades religiosas e ONGs de isolarem os povos indígenas.

"Muitas ONGs têm influência negativa sobre a massa indígena", contou o índio, sob forte aplauso. "O que ocorre em Roraima é uma destruição de nossos valores nacionais. O estado expulsa os brasileiros e deixa lá os estrangeiros".

Zona de Fronteira – Terceiro orador a falar, o deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP) afirmou que a demarcação de reservas em zona fronteiriça representa um risco à segurança nacional.

Durante o seminário, foram citados três focos de guerrilha das FARC, na divisa do Brasil com a Colômbia, e sua aliança com o narcotráfico. "A edificação de vilas e cidades é uma forma racional de ocupação de nossas fronteiras, que estão abandonadas", afirmou.

Lição imprópria – Último palestrante, o professor Denis Rosenfield, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e articulista do Diário do Comércio, disse que a comunidade internacional, principalmente européia, não tem o direito de cobrar o Brasil. Segundo Rosenfield, a Europa conservou só 0,3% de suas florestas nativas. "Querem nos ensinar a lição, quando eles é que devem aprender".

O prefeito de Paracaima (RO) e líder da Associação de Arrozeiros da reserva Raposo Serra do Sol, Paulo César Quartiero, que chegou a ser preso pela Polícia Federal, acusado de porte ilegal de explosivos e formação de quadrilha, também defendeu a soberania. "Está na hora de termos um plano de desenvolvimento da Amazônia que dê oportunidades a todos e proteja nossa fronteiras", afirmou.

É hora de PENSAR, BRASIL

Por Arlindo Montenegro enviado por e-mail

“De acordo com o general Luiz Gonzaga S. Lessa, ex-comandante militar da região, de 5 milhões de quilômetros quadrados espalhados em nove estados, organizações e governos estrangeiros fazem campanha internacional aberta para retirar a Amazônia do controle brasileiro.” (Diário do Comercio, 11Jun 08, repercutindo o Seminário sobre a Amazonia realizado dia 10 de Junho com a presença de mais de 1000 pessoas no clube Espéria em SP)

JOHAN ELIASCH, assessor especial do primeiro-ministro britânico para assuntos de desmatamento e mudanças climáticas, co-presidente da Cool Earth e patrono da Universidade de Estocolmo (Suécia), além de outros títulos, desdiz o que andaram dizendo que ele disse em artigo na FSP:

“Eu jamais disse que a Amazônia poderia ser comprada pelo valor total de US$ 50 bi.”

Segue dizendo que a Amazônia é dos brasileiros que podem enriquecer com o crédito carbono, que o povo brasileiro é lindo, bomzinho e maravilhoso!

Eu e muitos outros, brasileiros ou estrangeiros, dividimos o mesmo ideal. Por que então não colocar de lado polêmicas políticas e atuar em conjunto?”

Os donos da Europa desmataram a totalidade de seus territórios. Restam apenas 0,3% da cobertura verde original. É pelo menos estranho que em vez de reflorestar por lá queiram ensinar como fazer por aqui, onde ainda temos mais da metade do território e da bandeira, cobertos de verde.

Conservar a Amazônia, ocupar o território dando continuidade à marcha de interiorização do desenvolvimento que parou em Goiás depois da construção de Brasília, é vital.

As intenções e ações do CIMI – Conselho Indigenista Missionário, financiado a partir de Berna, envia os líderes de tribos brasileiras da Amazônia para estudar no exterior. Eles agora falam inglês, francês menos o português. Existem outros filhos de tribos que preferiram formar-se em centros de estudos brasileiros. Existem os que servem ao Exército e voltam para suas aldeias com informação suficiente para implantar melhorias na qualidade de vida.

Em algumas áreas onde estão milhares de ongs estrangeiras, entre as quais os devotos e caridosos agentes do CIMI, brasileiro não entra e em algumas aldeias tremulam bandeiras de outras nações.

O Congresso Nacional está prestes a aprovar a assinatura do Brasil (rejeitada pela Argentina, pela Austrália, pelos EUA entre outros países como atentado contra a soberania) à declaração da ONU sobre povos indígenas. Se aprovar o dispositivo se torna Lei Constitucional.

Se aprovar, ou os Deputados e Senadores são ignorantes e vendilhões da Pátria, ou estão comprados por alguns milhares de Euros e Dólares, ou são membros da coroa britânica disfarçados. A aprovação de tal declaração torna a Amazônia brasileira território aberto para a implantação de novos países, livres e dominados pela usura internacional sobre minerais estratégicos de valor incalculável.

O governo brasileiro deveria sim, mapear, treinar e mobilizar contingentes sob a proteção das Forças Armadas e ocupar, abrir corredores e vias de comunicação, doando de papel passado a terra aos brasileiros locais ou migrantes que queiram trabalhar na mineração e serviços que representem o processo civilizatório das tribos semi aculturadas, que esperam como os bolsões de miséria das grandes metrópoles, por dias melhores.

Ontem foi um dia de invasões, quebradeiras patrocinadas pelo MST, Via Campesina, Assembléia Popular (nome novo!) de norte a sul, em cumprimento a determinações contidas em documentos de ongs como o CIMI.

Ontem muitas greves começaram, até mesmo a inédita dos oficiais de serviço do Itamarati. Os nossos operadores nas embaixadas brasileiras no mundo estão de braços cruzados, querem aumento de salário! Quem quiser viajar para aqui, vai ter de esperar seja a negócios, turismo ou estudo. É o aparelhamento ideológico a todo vapor.

Por fim, uma notinha do que ouvi ontem no seminário sobre a Amazônia, patrocinado pela Associação Comercial de São Paulo, onde militares, índios, empresários, estudantes e outros BRASILEIROS confirmaram e documentaram os resultados de uma política que vende os pedaços da Pátria e despreza o povo brasileiro: 12% do nosso território é ocupada por 12% da nossa população descendente dos habitantes originais.

Façam as contas. Informem-se. E anotem, que o evento foi desprezado pela mídia amestrada. Por que será?

É hora de Pensar Brasil.

Excessivamente “complexo”? Final

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
Por Thomas Sowell em 11 de junho de 2008

Resumo: Nem economia, nem direito de propriedade são assunto excessivamente “complexos”. Mas ambos se interpõem no caminho de pessoas obstinadas que procuram negar a outras pessoas o direito de tomarem suas próprias decisões.

© 2008 MidiaSemMascara.org

Numa dessas típicas decisões que fazem de São Francisco, Califórnia, um cartão de visitas da esquerda, a Comissão de Supervisores [uma comissão de subprefeitos] da cidade tenta impedir uma loja de tintas de alugar um imóvel que antes era ocupado por uma vídeo-locadora.

A loja de tintas é parte de uma cadeia de lojas, e cadeias de lojas não são do gosto do segmento falante da população local. Cadeias de lojas já estão banidas de algumas áreas de São Francisco, e pelo menos um membro da Comissão de Supervisores planeja bani-las de outras áreas.

Cadeias de lojas são odiadas há décadas, tanto em nível local quanto nacional. Aproveitando as vantagens da economia de escala que diminui os custos do negócio, as cadeias de lojas são capazes de praticar preços menores que lojas menores e independentes, e assim atraem consumidores em detrimento dos competidores.

A explicação econômica para isso não é certamente excessivamente “complexa”. Contudo, como política não é economia, os políticos tendem a responder às reações emocionais das pessoas – e se as realidades econômicas se interpõem no caminho, azar delas.

Todo tipo de lei e decisão judicial, desde os anos 1930, tem tentado impedir que a economia de escala reflita em preços menores e que competidores que pratiquem preços maiores sejam afastados do mercado.

Os economistas podem dizer que benefícios sempre têm custos, que não há almoço grátis – mas quantos votos têm os economistas?

Houve um tempo em que os tribunais teriam impedido políticos de interferirem com os direitos de propriedade das pessoas, banindo as cadeias de lojas. Afinal, se o dono do imóvel vago em São Francisco quer alugá-lo à loja de tintas e esta está querendo pagar o aluguel, por que os políticos devem se envolver no negócio?

Contudo, uma vez que a noção de uma “Constituição viva” entrou na moda, a proteção constitucional ao direito de propriedade tem sido “interpretada” por juízes que a fazem virtualmente desaparecer.

Os maiores perdedores não são os proprietários, mas as pessoas em geral, que são obrigadas a pagar preços maiores porque os políticos tornam mais difícil que comerciantes que praticam preços menores se instalem na comunidade.

A despeito do mito político de que o governo está nos protegendo das grandes empresas que praticam preços de monopólio, o fato real é que o número de ações governamentais contra comerciantes que praticam preços menores é muito maior do que contra os que praticam preços maiores.

Os maiores casos antitrustes de um século atrás foram contra a Great Northern Railroad e a Standard Oil Company, e ambas as companhias praticavam menores preços que seus competidores.

A lei Robison-Patman de 1936 foi chamada “a lei anti-Sears Roebuck” porque era direcionada contra esta e outras cadeias de lojas que praticavam preços menores que os pequenos comerciantes de varejo.

Por muito tempo, houve as chamadas Fair Trade Laws [Leis do Comércio Justo] elaboradas para impedir que comerciantes praticassem preços baixos, que tirariam do mercado os comerciantes que praticassem preços mais altos.

Felizmente, a sanidade mental finalmente prevaleceu e as Leis do Comércio Justo foram revogadas. Mas a necessidade emocional que tais leis saciavam ainda existe, e hoje essa necessidade surge como hostilidade ao Wal-Mart e outras lojas similares – especialmente em São Francisco e em outros bastiões da esquerda.

As pessoas têm todo o direito de ceder a suas emoções, desde que paguem os custos. Infelizmente, por meio da política, essas emoções são expressas em leis e decisões administrativas feitas por pessoas que não pagam nenhum preço por ceder às próprias emoções ou às dos seus eleitores.

Essa é a razão de a Constituição tentar erguer barreiras ao poder governamental, das quais o direito à propriedade é uma delas. Mas, uma vez que juízes começaram a dizer que “o interesse público” substitui o direito à propriedade, isso abriu caminho para os políticos chamarem o que eles querem de “interesse público”.

Nem economia, nem direito de propriedade são assunto excessivamente “complexos”. Mas ambos se interpõem no caminho de pessoas obstinadas que procuram negar a outras pessoas o direito de tomarem suas próprias decisões.

Qualquer um que não goste das cadeias de lojas é livre para não comprar lá. Mas isso é totalmente diferente que dizer que certas pessoas têm o direito de impedir que outras exerçam sua própria liberdade de escolha. Isso não é excessivamente “complexo” de entender.

Publicado por Townhall.com

Tradução de Antônio Emílio Angueth de Araújo

Leia também Excessivamente “complexo”? Partes II e I

Thomas Sowell é doutor em Economia pela Universidade de Chicago e autor de mais de uma dezena de livros e inúmeros artigos, abordando tópicos como teoria econômica clássica e ativismo judicial. Atualmente é colaborador do Hoover Institute.

PT, o partido dos ricos

Do portal do OLAVO DE CARVALHO
Por Olavo de Carvalho em 21 de janeiro de 2008

O PT não é um partido ladrão porque abandonou seus altos ideais e se corrompeu ao contato com a maldita direita. Para que a direita o corrompesse seria preciso que ela fosse mais corrupta do que ele, e é só comparar a lista de escândalos dos governos respectivos para ver que o próprio P. C. Farias teria muito a aprender com os Dirceus e Berzoinis. O PT é um partido ladrão porque é um partido revolucionário, filiado a uma tradição de amoralismo maquiavélico que pelo menos desde a Revolução Francesa, com intensidade crescente desde a Primeira Internacional de 1864 e mais ainda desde a fundação do Partido Socialdemocrata de Lênin, sempre achou que era de seu direito, e até da sua obrigação, financiar a si próprio por meio de assaltos, de seqüestros, de extorsões, de desvio de dinheiro público, bem como de uma infinidade de negócios capitalistas legais e ilegais, cujo volume total faria inveja a seus mais reacionários inimigos burgueses.

Estudem a vida de Lênin e confirmarão o que estou dizendo. O volume do capital que o financiava, sem contar a ajuda de governos estrangeiros, era tal que, se aplicado em atividades produtivas, teria feito dele uma espécie de J. P. Morgan – com o detalhe significativo de que as contribuições de J. P. Morgan engrossavam aquele capital junto com o dinheiro dos assaltos comandados por Stálin. Revoluções custam caro. O revolucionário Parvus, que enriqueceu com mil e um negócios na Turquia, já ensinava em 1914: “A melhor maneira de derrubar o capitalismo é nós mesmos nos tornarmos capitalistas.” Não foi o Lulinha quem descobriu essa fórmula. Rosa Luxemburgo e Karl Liebknecht riram dela e acabaram derrotados. Lênin, o vitorioso, ouviu-a com reverência e gratidão da boca de seu gerente financeiro na Suíça, Jacob Hanecki, a quem depois da Revolução premiaria com o cargo de Comissário do Povo para as Finanças. Leiam Lenin in Zurich , de Alexander Solzhenitsyn (London, Farrar, Straus & Giroux, 1975). A revolução socialista consiste na simples transfiguração de uma elite ativista proprietária de boa parte do capital em senhora absoluta de todo o capital. Sempre foi assim, e com a esquerda nacional não é diferente. O mensalão não foi um pecado temporão cometido por almas santas no último minuto antes da ascensão aos céus. Foi a execução lenta e metódica de planos traçados desde o começo da década de 90 -- contemporâneos à criação do Foro de São Paulo --, já denunciados então por César Benjamin, algo como uma versão “los macaquitos” de Karl Liebknecht, à qual, como a este último, a História e o distinto público deixaram falando sozinha.

Tomem, por exemplo, a forma mais simples e bruta do capital – a posse da terra – e façam a conta de tudo o que a militância organizada, com o auxílio deste governo e dos anteriores, vem amealhando ao longo dos últimos anos. Somem a extensão das propriedades do MST com as reservas indígenas, com os quilombos (ou ditos tais) em vias de desapropriação, com os imóveis estatais e privados já transferidos a ONGs ativistas, com as áreas sob domínio das Farc diretamente ou através de seus prepostos locais – e verão que nunca houve, neste país, um patrimônio imobiliário comparável. Nem incluo aí o patrimônio financeiro – as verbas estatais que jorram sobre as organizações esquerdistas, as participações acionárias em mil e uma empresas, as contribuições internacionais impossíveis de calcular e, last not least , os lucros do narcotráfico. Os ricos não serão destruídos pelos pobres. Serão destruídos pelos mais ricos.

No fundo, o cinismo lulista é até mais respeitável do que o moralismo posado de seus críticos de esquerda, postiço até o desespero, macaqueação tardia do mesmo discurso enganoso que levou o PT às supremas glórias eleitorais. O que o antilulismo de esquerda nos promete, na hipótese viabilíssima de sua ascensão ao poder, são prodígios de ladroagem que farão Dirceu e Berzoini parecerem São Cosme e São Damião. No ato mesmo em que explicam a corrupção petista como traição aos ideais revolucionários, os santarrões do PSOL e do PSTU se desmascaram a si próprios com uma eloqüência quase sublime: Quem pode acreditar em patifes que prometem fazer a revolução marxista sem descumprir em nada os ditames da moral burguesa?

Ademais, por que alardeiam suas denúncias na Rede Globo, na Folha , no Estadão – naquela mesma mídia a que chamam reacionária e imperialista – antes de haver sequer tentado discuti-las discretamente no Foro de São Paulo, a instância máxima do esquerdismo continental? Roupa suja se lava em casa, e quando alguém o faz em público antes de haver nem mesmo tocado no assunto em família, é porque está tramando alguma. Imaginem um soi disant dissidente soviético que, nos anos 60, saísse berrando contra o comunismo na Voz da América ou Rádio Europa Livre, ao mesmo tempo que conservasse seu cargo e suas boas relações no Politburo ou na KGB. É exatamente a mesma coisa. Se a esquerda está dividida entre os corruptos e os honestos, a divisão deveria aparecer primeiro nos seus debates internos – só depois ante os inimigos, se chegasse a tanto. O inverso é prova clara de que se trata de pura encenação, de que por trás a família continua unida e coesa, tramando para ludibriar uma vez mais a multidão dos trouxas. Não há cisão na esquerda: há apenas uma natural divisão de trabalho – uns amealham dinheiro e poder à custa de enfeiar a imagem do esquerdismo, outros embelezam a imagem consentindo devotadamente em adiar o recebimento da sua quota de dinheiro e poder. Sempre foi assim. O movimento revolucionário limpa-se na sua própria sujeira, engorda alimentando-se do seu próprio cocô.

O hábito de salvar o prestígio do esquerdismo no ato mesmo de denunciar os seus crimes já está tão arraigado nas rotinas mentais da classe falante, que aparece até mesmo nos lugares que se julgariam, à primeira vista, os mais inusitados. Falando dos reféns em poder da narcoguerrilha colombiana, escreve a Veja desta semana – sim, Veja , nominalmente o spalla da orquestra antipetista:

“A organização que mantém cerca de oitocentas pessoas em seu poder, conhecida pela sigla Farc, não é formada por guerrilheiros marxistas , como repete a denominação usual (grifo meu). Nem Marx endossaria as barbáries cometidas pelas Farc, que se originaram numa querra civil ocorrida na Colômbia e depois tiveram inspiração esquerdista, mas há muito tempo degeneraram em uma espécie de seita de fanáticos que vive à custa do tráfico de cocaína.”

Desde logo, é falso que Marx não endossaria essas violências e outras piores, de vez que contemplava como exigência normal e desejável do processo revolucionário a extinção sumária de povos inteiros. Em segundo lugar, o narcotráfico das Farc é mixaria perto do que foi feito na China por Mao Dzedong, a quem ninguém jamais acusou de ser infiel às tradições marxistas. Em terceiro lugar, o comércio latino-americano de drogas foi na sua parte mais substantiva uma criação da KGB, que se empenhou nisso desde os anos 50 (v. o depoimento do general tcheco Jan Sejna – um participante direto da operação – em Christopher Story , Red Cocaine. The Drugging of America and the West , London, Edward Harle, 2nd. Ed., 1999). Devemos crer que o governo soviético, Mao Dzedong e o próprio Marx não representam o autêntico espírito do marxismo, cujo único porta-voz autorizado é o redator de Veja ? Este aliás se trai miseravelmente ao dizer que, de esquerdistas genuínos, os militantes das Farc se trasnformaram numa “seita de fanáticos”. Se dissesse que se transformaram em aproveitadores sem fé nenhuma, talvez enganasse melhor. Mas “fanáticos”? Fanáticos do quê? Do espiritismo? Do vegetarianismo? Da Seicho-No-Iê? Fanáticos jogadores de futebol-de-botão? Fanáticos admiradores da Ana Paula Arósio? Fanáticos, por definição, acreditam em alguma coisa, e em que acreditam os homens das Farc, senão no bom e velho marxismo de sempre? Fanáticos marxistas, sim, é o que são, ontem como hoje. Se não o fossem, não seriam aceitos e celebrados como representantes fidedignos do marxismo no templo mesmo da revolução comunista, o Foro de São Paulo. Ou será que Veja tem mais autoridade do que o Foro de São Paulo para julgar a ortodoxia comunista dos outros?

Mais abusadamente ainda, Marcelo Otávio Dantas, no artigo “Messianismo e o credo petista” (Folha de S. Paulo), querendo contrastar o PT corrupto de hoje com o PT puríssimo de outrora, diz que a mentalidade do partido “converteu-se, assim, em um neosabbatianismo radical, alimentado por uma intelectualidade delirante, especializada em justificar o injustificável”. Como se os traços da heresia de Sabbatai Zevi já não estivessem no próprio sangue do movimento revolucionário desde sempre e como se a marca distintiva do PT não tivesse sido, desde a origem, o culto do pecado redentor assumido até mais explicitamente que o dos outros partidos de esquerda então existentes. Nascido de uma aliança entre os comunistas e a esquerda católica, o PT veio imbuído do projeto gramsciano de subverter a Igreja por dentro (C.T. ouçam isto e reflitam), esvaziando-a de seu conteúdo espiritual e fazendo dela o instrumento dócil do que pode haver de mais anticristão no mundo, a revolução comunista (C.T. - ouçam isto e vejam estes vídeos) . Se isso não é uma forma extrema de heresia messiânica, não sei em que outra classificação possa caber. O discurso untuosamente moralista do PT nunca teve nada de sincero, foi sempre, entre os líderes, uma parasitagem maquiavélica do prestígio da Igreja para fins de propaganda e, na arraia miúda dos militantes, uma forma patológica de auto-engano lisonjeiro. Perto disso, o mensalão é apenas um pecadinho de fim de semana. A corrupção financeira do PT não é senão a exteriorização tardia – e mais vistosa, para a mentalidade dinheirista – da podridão interior sem fim que inspirou a criação do partido-seita.

terça-feira, 10 de junho de 2008

A Amazônia é nossa?

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Carlos I.S. Azambuja em 10 de junho de 2008

Resumo: Há muitos anos que organizações internacionais trabalham no sentido de manipular os índios em favor de interesses nebulosos.

© 2008 MidiaSemMascara.org

Após a leitura do documento abaixo transcrito, deixo no ar a pergunta: A Amazônia é nossa?

***

ANEXO D (DIRETRIZES DO CONSELHO MUNDIAL DAS IGREJAS CRISTÃS ) AO ESTUDO N.º 001/1ª SC/89:

WALTER HEINRICH RUDOLPH FRANK TRADUTOR PÚBLICO JURAMENTADO E INTÉRPRETE COMERCIAL PORTUGUÊS - ALEMÃO

Rua Senador Feijó, n.º 20 - 1º andar conj. 002 telefone 124 5754
Tradução n.º 4.039 Livro XVI Fls. 01 Data 22.7.1987

CERTIFICO e dou fé, para os devidos fins, que me foi apresentado um documento em idioma ALEMÃO, que identifiquei como Exposição, cuja tradução para o vernáculo, é do seguinte teor:

CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL
Genebra, julho de 1.981 Exposição 03/81
DIRETRIZES BRASIL N.º 4 - ANO "0"

PARA: Organizações Sociais Missionárias no Brasil

1 - Como resultado dos congressos realizados neste e no ano passado, englobando 12 organismos científicos dedicados aos estudos das populações minoritárias do mundo, emitimos estas diretrizes, por delegação de poderes, com total unanimidade de votos menos um dos presentes ao "I Simposium Mundial sobre Divergências Interétnicas na América do Sul".

2 - São líderes deste movimento: a) Le Comité International de La Defense de l`Amazonie; b) Inter-American Indian Institute c) The International Ethnical Survival; d) The International Cultural Survival; e) Workgroup for Indinenous Affairs; f) The Berna-Geneve Ethnical Institute e este Conselho Coordenador.

3 - Foram contemplados com diretrizes específicas os seguintes países: Venezuela n.º 1, Colômbia n.º 2; Peru n.º 3; Brasil n.º 4, cabendo a Diretriz n.º 5 aos demais países da América do Sul.

DIRETRIZES

A - A AMAZÔNIA TOTAL, CUJA MAIOR ÁREA FICA NO BRASIL, MAS COMPREENDENDO TAMBÉM PARTE DOS TERRITÓRIOS VENEZUELANO, COLOMBIANO E PERUANO, É CONSIDERADA POR NÓS COMO UM PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE. A POSSE DESSA IMENSA ÁREA PELOS PAÍSES MENCIONADOS É MERAMENTE CIRCUNSTANCIAL, NÃO SÓ DECISÃO DE TODOS OS ORGANISMOS PRESENTES AO SIMPÓSIO COMO TAMBÉM POR DECISÃO FILOSÓFICA DOS MAIS DE MIL MEMBROS QUE COMPÕEM OS DIVERSOS CONSELHOS DE DEFESA DOS ÍNDIOS E DO MEIO AMBIENTE.

B - É NOSSO DEVER: PREVENIR, IMPEDIR, LUTAR, INSISTIR, CONVENCER, ENFIM ESGOTAR TODOS OS RECURSOS QUE, DEVIDA OU INDEVIDAMENTE, POSSAM REDUNDAR NA DEFESA, NA SEGURANÇA, NA PRESERVAÇÃO DESSE IMENSO TERRITÓRIO E DOS SERES HUMANOS QUE O HABITAM E QUE SÃO PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE E NÃO PATRIMÔNIO DOS PAÍSES CUJOS TERRITÓRIOS, PRETENSAMENTE, DIZEM LHES PERTENCER.

C - É NOSSO DEVER: IMPEDIR EM QUALQUER CASO A AGRESSÃO CONTRA TODA A ÁREA AMAZÔNICA, QUANDO ESSA SE CARACTERIZAR PELA CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS, CAMPOS DE POUSO, PRINCIPALMENTE QUANDO DESTINADOS A ATIVIDADES DE GARIMPO, BARRAGENS DE QUALQUER TIPO OU TAMANHO, OBRAS DE FRONTEIRAS CIVIS OU MILITARES, TAIS COMO QUARTÉIS, ESTRADAS, LIMPEZA DE FAIXAS, CAMPOS DE POUSO MILITARES E OUTROS QUE SIGNIFIQUEM A TENTATIVA OU DO QUE A CIVILIZAÇÃO CHAMA DE PROGRESSO.

D - É NOSSO DEVER MANTER A FLORESTA AMAZÔNICA E OS SERES QUE NELA VIVEM, COMO OS ÍNDIOS, OS ANIMAIS SILVESTRES E OS ELEMENTOS ECOLÓGICOS, NO ESTADO EM QUE A NATUREZA OS DEIXOU ANTES DA CHEGADA DOS EUROPEUS. PARA TANTO É NOSSO DEVER EVITAR A FORMAÇÃO DE PASTAGENS, FAZENDAS, PLANTAÇÕES E CULTURAS DE QUALQUER TIPO QUE POSSAM SER CONSIDERADAS COMO AGRESSÃO AO MEIO.

E - É NOSSO PRINCIPAL DEVER, PRESERVAR A UNIDADE DAS VÁRIAS NAÇÕES INDÍGENAS QUE VIVEM NO TERRITÓRIO AMAZÔNICO, PROVAVELMENTE HÁ MILÊNIOS. É NOSSO DEVER EVITAR O FRACIONAMENTO DO TERRITÓRIO DESSAS NAÇÕES, PRINCIPALMENTE POR MEIO DE OBRAS DE QUALQUER NATUREZA, TAIS COMO ESTRADAS PÚBLICAS OU PRIVADAS, OU AINDA ALARGAMENTO, POR LIMPEZA OU DESMATAMENTO, DE FAIXAS DE FRONTEIRA, CONSTRUÇÃO DE CAMPOS DE POUSO EM SEUS TERRITÓRIOS. É NOSSO DEVER CONSIDERAR COMO MEIO NATURAL DE LOCOMOÇÃO EM TAIS ÁREAS, APENAS OS CURSOS D`ÁGUA EM GERAL, DESDE QUE NAVEGÁVEIS. É NOSSO DEVER PERMITIR APENAS O TRÁFEGO COM ANIMAIS DE CARGA, POR TRILHAS NA FLORESTA, DE PREFERÊNCIA AS FORMADAS POR SILVÍCOLAS.

F - É NOSSO DEVER DEFINIR, MARCAR, MEDIR, UNIR, EXPANDIR, CONSOLIDAR, INDEPENDER POR RESTRIÇÃO DE SOBERANIA, AS ÁREAS OCUPADAS PELOS INDÍGENAS, CONSIDERANDO-AS SUAS NAÇÕES. É NOSSO DEVER PROMOVER A REUNIÃO DAS NAÇÕES INDÍGENAS EM UNIÕES DE NAÇÕES, DANDO-LHES FORMA JURÍDICA DEFINIDA. A FORMA JURÍDICA A SER DADA A TAIS NAÇÕES INCLUIRÁ A PROPRIEDADE DA TERRA, QUE DEVERÁ COMPREENDER O SOLO, O SUBSOLO E TUDO QUE NELES EXISTIR, TANTO EM FORMA DE RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS COMO NÃO RENOVÁVEIS. É NOSSO DEVER PRESERVAR E EVITAR, EM CARÁTER DE URGÊNCIA, ATÉ QUE NOVAS NAÇÕES ESTEJAM ESTRUTURADAS, QUALQUER AÇÃO DE MINERAÇÃO, GARIMPAGEM, CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS, FORMAÇÃO DE VILAS, FAZENDAS, PLANTAÇÕES DE QUALQUER NATUREZA, ENFIM QUALQUER AÇÃO DOS GOVERNOS DAS NAÇÕES COMPREENDIDAS NO ITEM 3 DESTA.

G - É NOSSO DEVER: A PESQUISA, A IDENTIFICAÇÃO E A FORMAÇÃO DE LÍDERES QUE SE UNAM À NOSSA CAUSA, QUE É A SUA CAUSA. É NOSSO DEVER PRINCIPAL TRANSFORMAR TAIS LÍDERES EM LÍDERES NACIONAIS DESSAS NAÇÕES. É NOSSO DEVER IDENTIFICAR PERSONALIDADES PODEROSAS, APTAS A DEFENDER OS SEUS DIREITOS A QUALQUER PREÇO E QUE POSSAM AO MESMO TEMPO LIDERAR OS SEUS COMANDADOS, SEM RESTRIÇÕES.

H - É NOSSO DEVER EXERCER FORTE PRESSÃO JUNTO ÀS AUTORIDADES LOCAIS DESSE PAÍS, PARA QUE NÃO SÓ RESPEITEM O NOSSO OBJETIVO, MAS O COMPREENDA, APOIANDO-NOS EM TODAS AS NOSSAS DIRETRIZES. É NOSSO DEVER CONSEGUIR O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL EMENDAS CONSTITUCIONAIS NO BRASIL, VENEZUELA E COLÔMBIA, PARA QUE OS OBJETIVOS DESTAS DIRETRIZES SEJAM GARANTIDAS POR PRECEITOS CONSTITUCIONAIS.

I - É NOSSO DEVER GARANTIR A PRESERVAÇÃO DO TERRITÓRIO DA AMAZÔNIA E DE SEUS HABITANTES ABORÍGENES, PARA O SEU DESFRUTE PELAS GRANDES CIVILIZAÇÕES EUROPÉIAS, CUJAS ÁREAS NATURAIS ESTEJAM REDUZIDAS A UM LIMITE CRÍTICO. PARA QUE AS DIRETRIZES AQUI ESTABELECIDAS SEJAM CONCRETIZADAS E CUMPRIDAS, COM BASE NO ACORDO GERAL DE JULHO PASSADO, É PRECISO TER SEMPRE EM MENTE O SEGUINTE:

a) ANGARIAR O MAIOR NÚMERO POSSÍVEL DE SIMPATIZANTES, PRINCIPALMENTE ENTRE PESSOAS ILUSTRES, COMO É O CASO DE GILBERTO FREIRE NO BRASIL, BEM COMO E PRINCIPALMENTE ENTRE POLÍTICOS, SOCIÓLOGOS, ANTROPÓLOGOS, GEÓLOGOS, AUTORIDADES GOVERNAMENTAIS, INDIGENISTAS E OUTROS DE IMPORTANTE INFLUÊNCIA, COMO É O CASO DE JORNALISTAS E SEUS VEÍCULOS DE IMPRENSA. CADA SIMPATIZANTE DEVE SER INSTRUÍDO PARA QUE CONSIGA MAIS 10, ESSES 10 E CADA UM DELES MAIS 10 E ASSIM SUCESSIVAMENTE, ATÉ FORMARMOS UM CORPO DE SIMPATIZANTES DE GRANDE VALOR.

b) MAXIMIZAR NA MEDIDA DO POSSÍVEL, A CARGA DE INFORMAÇÕES, APERFEIÇOAR O CENTRO ECUMÊNICO DE DOCUMENTAÇÃO E, A PARTIR DELE, ALIMENTAR OS PAÍSES E SEUS VEÍCULOS DE DIVULGAÇÃO COM TODA SORTE DE INFORMAÇÕES.

c) ENFATIZAR O LADO HUMANO, SENSÍVEL DAS COMUNICAÇÕES PERMITINDO QUE O OBJETIVO BÁSICO PERMANEÇA EMBUTIDO NO BOJO DA COMUNICAÇÃO, EVITANDO DISCUSSÕES EM TORNO DO TEMA. NO CASO DOS PAÍSES ABRANGIDOS POR ESTAS DIRETRIZES, É PRECISO LEVAR EM CONSIDERAÇÃO A POUCA CULTURA DE SEUS POVOS, A POUCA PERSPICÁCIA DE SEUS POLÍTICOS ÁVIDOS POR VOTOS QUE A IGREJA PROMETERÁ EM ABUNDÂNCIA.

d) CRITICAR TODOS OS ATOS GOVERNAMENTAIS E DE AUTORIDADES EM GERAL, DE TAL MODO QUE NOSSO IDEAL CONTINUE PRESENTE EM TODOS OS VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO DOS PAÍSES AMAZÔNICOS, PRINCIPALMENTE DO BRASIL, SEMPRE QUE OCORRA UMA AGRESSÃO À AMAZÔNIA E ÀS SUAS POPULAÇÕES INDÍGENAS.

e) EDUCAR E ENSINAR A LER OS POVOS INDÍGENAS, EM SUAS LÍNGUAS MATERNAS, INCUTINDO-LHES CORAGEM, DETERMINAÇÃO, AUDÁCIA, VALENTIA E ATÉ UM POUCO DE ESPÍRITO AGRESSIVO, PARA QUE APRENDAM A DEFENDER OS SEUS DIREITOS. É PRECISO LEVAR EM CONSIDERAÇÃO QUE OS INDÍGENAS DESSES PAÍSES SÃO APÁTICOS, SUBNUTRIDOS E PREGUIÇOSOS. É PRECISO QUE ELES VEJAM O HOMEM BRANCO COMO UM INIMIGO PERMANENTE, NÃO SOMENTE DELE, ÍNDIO, MAS TAMBÉM DO SISTEMA ECOLÓGICO DA AMAZÔNIA. É PRECISO DESPERTAR ALGUM ORGULHO QUE O ÍNDIO TENHA DENTRO DE SI. É PRECISO QUE O ÍNDIO VEJA E TENHA CONSCIÊNCIA DE QUE O MISSIONÁRIO É A ÚNICA SALVAÇÃO.

f) É PRECISO INFILTRAR MISSIONÁRIOS E CONTRATADOS, INCLUSIVE NÃO A RELIGIOSOS, EM TODAS AS NAÇÕES INDÍGENAS. APLICAR O PLANO DE BASE DAS MISSÕES, QUE SE COADUNA COM A PRESENTE DIRETRIZ E, DENTRO DO MESMO, A APOSIÇÃO DOS NOSSOS HOMENS EM TODOS OS SETORES DA ATIVIDADE PÚBLICA, É MUITO IMPORTANTE PARA VIABILIZAR ESTAS DIRETRIZES.

g) É PRECISO REUNIR AS ASSOCIAÇÕES DE ANTROPOLOGIA, SOCIOLOGIA E OUTRAS EM TORNO DO PROBLEMA, DE TAL MANEIRA QUE SEMPRE QUE NECESSITEMOS DE ASSESSORIA, TENHAMOS ESSAS ASSOCIAÇÕES AO NOSSO LADO.

h) É PRECISO INSISTIR NO CONCEITO DE ETNIA, PARA QUE DESSE MODO SEJA DESPERTADO O INSTINTO NATURAL DA SEGREGAÇÃO, DO ORGULHO DE PERTENCER A UMA NOBREZA ÉTNICA, DA CONSCIÊNCIA DE SER MELHOR DO QUE O HOMEM BRANCO.

i) É PRECISO CONFECCIONAR MAPAS, PARA DELIMITAR AS NAÇÕES DOS INDÍGENAS, SEMPRE MAXIMIZANDO AS ÁREAS, SEMPRE PEDINDO TRÊS OU QUATRO VEZES MAIS, SEMPRE REIVINDICANDO A DEVOLUÇÃO DA TERRA DO ÍNDIO, POIS TUDO PERTENCIA A ELE. DENTRO DOS TERRITÓRIOS DOS ÍNDIOS DEVERÃO PERMANECER TODOS OS RECURSOS QUE PROVOQUEM O DESMATAMENTO, BRACOS, A PRESENÇA DE MÁQUINAS PERTENCENTES AO HOMEM BRANCO. DENTRE ESSES RECURSOS, OS MAIS IMPORTANTES SÃO AS RIQUEZAS MINERAIS, QUE DEVEM SER CONSIDERADAS COMO RESERVAS ESTRATÉGICAS DAS NAÇÕES A SEREM EXPLORADAS OPORTUNAMENTE.

j) É PRECISO LUTAR COM TODAS AS FORÇAS PELO RETORNO DA JUSTIÇA. O QUE PERTENCEU AO ÍNDIO DEVE SER DEVOLVIDO AO ÍNDIO PARA QUE O ESBULHO SEJA COMPENSADO COM PESADAS INDENIZAÇÕES. UMA ESTRADA DESATIVADA JÁ OCASIONOU PREJUÍZOS COM DESMATAMENTO E MORTE DE ANIMAIS. UMA MINA JÁ CAUSOU PREJUÍZOS COM BURACOS E POLUIÇÃO, PORÉM O PREJUÍZO MAIOR FOI COM O MINERAL QUE FOI FURTADO DO ÍNDIO. OS ÍNDIOS NÃO DEVEM ACEITAR CONSTRUÇÕES CIVIS FEITAS PELO HOMEM BRANCO, ELES DEVEM PRESERVAR A SUA CULTURA, TRADIÇÃO E SEUS COSTUMES A QUALQUER PREÇO.

k) É PRECISO DEFENDER OS ÍNDIOS DOS ÓRGÃOS PÚBLICOS OU PRIVADOS, CRIADOS PARA DEFENDÊ-LOS OU ADMINISTRAR AS SUAS VIDAS. TAIS ÓRGÃOS, TANTO OS EXISTENTES NO BRASIL - SERVIÇO DE PROTEÇÃO AO ÍNDIO - COMO EM OUTROS PAÍSES, NÃO DEFENDEM OS INTERESSES DOS ÍNDIOS.

l) É PRECISO MANTER AS AUTORIDADES EM GERAL SOB PRESSÃO CRÍTICA, PARA FINALMENTE EVITAR QUE OS SEUS ATOS, APARENTEMENTE SIMPLES, NÃO SE TRANSFORMEM EM DESGRAÇA PARA OS ÍNDIOS. NUNCA SE DEVE DEIXAR DE PROTESTAR CONTRA QUALQUER ATO QUE CONTRARIE AS DIRETRIZES AQUI COMPREENDIDAS.

SUPORTE E EXPLICAÇÕES

I - As verbas para o início do cumprimento desta etapa já se acham depositadas, cabendo a distribuição ao Conselho de Curadores definir e avaliar a distribuição. Da verba AS 4-81, 60% serão destinadas ao Brasil, 25% à Venezuela e 15% à Colômbia. Ficarão sem verbas até 1983 o Peru e os demais países da América do Sul.

II - Os contratados serão de inteira responsabilidade dos organismos encarregados da operação.

III - Os relatórios serão enviados mensalmente e o sistema de arquivo não deverá ser liberado para a normativo do arquivo ecumênico, pelo fato de existirem etapas que não integram o convênio com a Igreja Católica desses países.

IV - É vedado e proibido aos Conselhos regionais instalados em tais países dirigir-se diretamente aos nossos provedores, para fins de requisição de verba, sob qualquer pretexto que seja. Todas as doações serão centralizadas em Berna.

V - Será permitido estipular pequenas verbas, distintas da verba principal, para fins de dar suporte a operações paralelas, não compreendidas nestes diretrizes. As quantias representativas dessas pequenas verbas devem ser devidamente especificadas, tanto quanto à sua origem como em relação à sua destinação.

VI - No que concerne à transmissão e tramitação de documentos e informações, são válidas de modo geral as seguintes instruções: para verbas, o Gen. 79-3; para assuntos políticos, o Gen. 80-12; para assuntos de sigilo máximo, o Gen. 79-7 em toda a sua gama e em todos os seus aspectos, sem exceção. O expediente do acordo sobre a presente diretriz deverá chegar aqui ao mais tardar dentro de 30 dias da data do recebimento desta e estará sujeito à Norma 79-7.

VII - O endereço continuará sendo mantido sob a senha "GOTLIEB", principalmente por causa dos colombianos.

É o que foi decidido. (Ass. Ileg.) H. V. Hoberg
(Ass. Ileg) S. B. Samuelson
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NADA MAIS constava do documento acima, que devolvo junto com esta tradução, que conferi, achei conforme e assino. DOU FÉ.

São Paulo, 22 de julho de 1.987
Walter H. R Frank
Tradutor Público

EU, MARIA IRACEMA PEDROSA,______________________ Vice Presidente do CENTRO DE DESENV0LVIMENTO DE EMPRESÁRIOS E ADMINISTRADORES LÍDERES - CDEAL/MANAUS, trasladei em 1.º de dezembro de 1.999.

O Desgoverno Petista é um ilícito penal e um ilícito civil

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Por Geraldo Almendra

Uma terrorista e ladra de cofres particulares, pode ser obcecada pela legalidade? Somente um sujeito calhorda, mesmo ocupando um cargo público de alta relevância para os contribuintes, mas cúmplice do comunismo corrupto-canalha, é que poderia afirmar uma tamanha idiotice para tentar limpar um pouco a barra de um poder público que está mais sujo que pau de galinheiro.

Esta semana a sociedade dos esclarecidos, covardes ou cúmplices dos absurdos desvios de conduta moral e ética de um desgoverno-lesa-pátria, foi agraciada com mais dois escândalos da quase infinita série de absurdos desrespeitos aos contribuintes que trabalham mais de cinco meses por ano para sustentar os corruptos e os prostitutos da política.

Um dos escândalos foi relativo à compra da Varig cujos fatos já são do conhecimento de todos.

O outro foi o grotesco final da CPI dos cartões corporativos, que concluiu que roubar o contribuinte não passa de um engano – um ato falho irrelevante –, quando quem comete os crimes são os cúmplices do mais imoral, mentiroso, farsante, hipócrita e aético dos políticos da história do país.

Estamos cada vez mais próximos da encruzilhada que nos fornece apenas três caminhos.

A primeira alternativa é uma revolução no Poder Judiciário para que uma verdadeira justiça se faça presente, com os Tribunais Superiores abandonando suas já vergonhosas posturas de silêncio, postergação, relativismo ou cumplicidade com os crimes desse torpe desgoverno, que está apodrecendo os valores morais e éticos de nossa sociedade pela via da impunidade das “gangs dos quarentas” e seus cúmplices; as forças policiais legalistas, e os togados que ainda honram os diplomas que receberam e o juramento que fizeram para defender os princípios da Justiça, precisam se unir e combater com tolerância zero os canalhas da corrupção e do corporativismo sórdido.

A segunda, e mais adequada, é uma junta civil-militar depor este desgoverno corrupto, corporativista sórdido, imoral e aético, colocando na cadeia as “gangs dos quarenta” que tomaram conta dos podres poderes da República em todas as suas instâncias; o principal responsável pela escolha desse caminho é a falência da Justiça e a absurda prostituição da política, que fazem a prevaricação corruptora ser o principal instrumento de sobrevivência daqueles que são sustentados pelos contribuintes - otários e imbecis sempre explorados pelas apodrecidas oligarquias políticas e seus cúmplices.

A moralização do poder público, e do país, se faz urgente e necessária. Somente as Forças Armadas podem, neste momento, cumprir esse papel, sem que a sociedade seja novamente ludibriada com outra farsa de “redemocratização do país”.

Esperamos que o exemplo do General Heleno - com seu brio, sua coragem, e sua dignidade em defender a integridade territorial do país - possam servir de inspiração para os outros comandantes que se acomodaram às ordens de uma súcia de calhordas traidores de nossa pátria. Com uma junta civil-militar no poder poderemos gritar que "A era do caos, do crime e da impunidade acabou. Começa o império da Lei, da Ordem e da Justiça."

A terceira alternativa, financiada, avalizada ou apoiada por elites dirigentes calhordas, por banqueiros nacionais e internacionais, pelos exploradores ilegais das nossas riquezas naturais, por grandes empresários, por artistas e jornalistas traidores de nossa pátria, por estudantes comprados com verbas públicas, por ONGs que desviam o dinheiro dos contribuintes para fins ilícitos, por sindicatos cooptados pela corrupção, e pelo corporativismo sórdido, é o caminho da transformação definitiva do país em um covil comandado por bandidos.

É fundamental que haja uma consciência coletiva de que a sociedade, por força da falência da justiça e da degradação de valores morais e éticos semeada pelos canalhas prostitutos da política, imita o poder público que, no final das contas, a partir dos desgovernos civis, tem se mostrado o grande mestre/PHD da corrupção, do corporativismo sórdido, do covarde relativismo da justiça e da preservação da impunidade das “gangs dos quarentas” e seus cúmplices.

Não podemos mais nos apresentar como cidadãos covardes permitindo que bandidos tomem conta do poder público e nos chantageiem com suas “tropas de choque”.

Cada vez mais, de escândalo em escândalo, sem uma digna reação da sociedade, estamos nos candidatando, aos olhos do mundo civilizado, a sermos classificados como uma sociedade de ignorantes, de covardes, de corruptos e de corporativistas sórdidos, que é chefiada por quadrilhas de bandidos que tomaram conta do poder público após o maior estelionato eleitoral de nossa história, que colocou no poder um sapo barbudo e sua matula, que nunca deveriam ter saído do pântano fedorento da mediocridade política em que viviam.

Governo mundial

Do portal do DIÁRIO DO COMÉRCIO
Por Olavo de Carvalho, 10 de junho de 2008

O controle continental latino-americano
é o objetivo do Foro de São Paulo.




À primeira vista, a União de Nações Sul-Americanas (Unasul), não é nada mais que a implementação de um preceito constitucional. No seu artigo 4, parágrafo único, a Constituição brasileira determina: “ A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações .” Na verdade, será uma autoridade supranacional, um órgão do governo mundial, com poderes para impor o socialismo a todo o continente sem que os povos e nações envolvidos possam deter o processo ou interferir nele no mais mínimo que seja (acima a "bandeira oficial " do monstro).

Os motivos que me levam a dizer isso são muitos. Desde logo, a implantação do governo mundial a partir de sucessivas integrações regionais é um plano em avançado estado de realização, conforme admitiu já dois anos atrás um relatório do Council on Foreign Relations . Das várias integrações regionais pretendidas, a primeira e mais bem sucedida até agora, o modelo para todas as vindouras, é a União Européia , e esta funciona exatamente do modo como estou dizendo. Hoje em dia, setenta por cento das decisões de governo na Europa são tomadas em Bruxelas, sem que os eleitores dos vários países possam dar um pio ou tenham sequer os meios de informar-se a respeito. O processo democrático nas nações européias está hoje limitado às questões menores e de curto prazo, nas quais tem de cingir-se às linhas gerais determinadas pela UE.

A Europa é hoje uma ditadura administrada localmente por democracias de brinquedo encarregadas de ratificar suas decisões, seja impondo-as sem dar satisfação ao eleitorado (como no caso da poligamia britânica), seja legitimando-as por meio de uma nova modalidade de consulta popular, farsesca até o último limite da palhaçada: quando o referendo decide contra a vontade da UE , é considerado provisório e então se faz outro, e outro, e outro, cansando o eleitorado até forçá-lo a dar a resposta desejada, que então se torna definitiva (foi assim que se impôs a liberação do aborto em Portugal, por exemplo).

A Constituição da UE , para admitir uma nova nação-membro, exige provas de que o regime vigente nela é suficientemente democrático, mas, como observou o sociólogo Ralf Dahrendorf, a própria UE , caso pedisse ingresso nela mesma, jamais passaria no exame.

Quem quiser estudar esse assunto, que leia The European Union Collective , de Christopher Story (London, Edward Harle), e sobretudo o estudo recente de John Fonte, Global Governance vs. the Liberal Democratic Nation-State: What Is the Best Regime? , apresentado quarta-feira última no Bradley Symposium 2008 do Hudson Institute em Washington D.C. (v. http://pcr.hudson.org/files/publications/2008_Bradley_Symposium_Fonte_Essay.pdf ).

O núcleo gerador da planejada integração latino-americana já existe e está em pleno funcionamento há dezoito anos: é o Foro de São Paulo . O nível de integração aí alcançado pode-se medir pela extensão da rede de proteção mútua entre partidos legais de esquerda e organizações de narcotraficantes e seqüestradores, a qual opera em praticamente todas as nações da América Latina, assegurando a total impunidade para os criminosos que ajam no interesse da estratégia continental esquerdista.

A completa inexistência de fronteiras nacionais para o Foro de São Paulo e a eficácia assustadora da sua gestão secreta dos assuntos continentais ficaram mais que comprovadas quando o sr. Luís Inácio Lula da Silva, em seu discurso de 2 de julho de 2005, no 15º. aniversário do Foro , admitiu que o resultado do referendo venezuelano de 15 de agosto de 2004 foi criado pela intervenção camuflada dele próprio e de outros membros da entidade.

O poder de controle exercido pelo Foro sobre o debate público pode ser medido pelo fato de que o sr. Luís Inácio, mesmo depois dessa confissão oficial, jamais foi sequer interpelado no parlamento ou na mídia sobre sua interferência ilegal nos assuntos de um país vizinho. O Foro faz o que quer, e ninguém em torno ousa sequer levantar perguntas.

A integração latino-americana opera também no nível ostensivamente criminal, mas, mesmo quando a colaboração entre as Farc, o MIR chileno e as quadrilhas locais chegou a produzir no Brasil o recorde macabro de 50 mil homicídios por ano, a existência da trama de cumplicidades que permitiu alcançar esse resultado continuou tabu nos debates parlamentares e na mídia em geral. Nos meios políticos e empresariais, toda menção ao assunto é ainda considerada uma impolidez pecaminosa.

O Foro já é a autoridade supranacional, ante a qual as nações se curvam com obediência reverente, nada ousando falar contra uma entidade tão sublime. Para que, depois disso, será preciso um órgão encarregado de realizar a “integração”?

A Unasul não fará senão estender um manto de legalidade aparente sobre o fato consumado, com a ajuda das devidas conveniências comerciais de parte a parte, apaziguando as consciências dos que se calaram ao longo de quase duas décadas ante o avanço da prepotência e do crime em escala continental.

Unasul ou pré-Ursal?

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Instituto Federalista em 08 de junho de 2008

Resumo: Ao se buscar uma união como a européia, sem consulta aos povos de cada um dos 12 países, demonstra-se claramente o espírito autoritário que rege os governos sul-americanos.

© 2008 MidiaSemMascara.org



Cremos que muitos acompanharam a criação da chamada UNASUL que visa a integração econômica e politica de 12 nações sul americanas, na semana que se passou, em Brasília. Temos comentários bastante preocupantes sobre esse fato.

O federalismo pleno das autonomias estaduais e municipais implica conceitualmente na autonomia e soberania de paises dentro de um bloco ou continente. E há que se considerar a vontade das populações, o que, ao que parece, claramente, foi deixada de lado. Pergunte a um brasileiro o que é a tal dessa UNASUL e certamente a maioria próxima de 99,9% dirá que nunca ouviu falar disso antes da assinatura do tratado.

Quando colocamos o título deste editorial adicionando a sigla URSAL, queremos provocar uma reflexão ousada, considerando nossa postura não ideológica enquanto instituição cultural. O que significa essa sigla? Significa União das Repúblicas Socialistas da América Latina, algo como a extinta URSS. Uma visita ao Wikipedia vai revelar as formas e cores da bandeira (acima), que lembra, infelizmente, a da extinta URSS e também da China comunista. Parece que estamos exagerando? Não, estamos provocando a reflexão. Afinal, não há mais como negar a existência do Foro de São Paulo, criado em 1990 pelo PT e por Fidel Castro dentre outros “revolucionários” e o tema é tratado abertamente dentro dos planos de “socialização” de toda a América Latina, após a Queda do Muro de Berlim e o fim da URSS (Acesse o link e também o Midia Sem Máscara, que guarda documentos originais que foram retirados dos sites oficiais da entidade). A provocação que fazemos tem sentido especial quando se percebe que o Brasil e países como a Venezuela, Bolívia, Argentina e Equador esquivam-se de classificar as FARCs como terroristas, como já foi feito pela própria União Européia e EUA. Álvaro Uribe, o corajoso presidente da Colômbia, exigiu isso nas conversas sobre a formação do UNASUL.

Enquanto na Europa a Confederação Helvética da Suíça rejeitou seu ingresso na União Européia, através de consultas plebiscitárias feitas à sua população, na América do Sul fica cada vez mais comprovado que a democracia ainda é matéria a ser descoberta pelos povos que compõe as 12 nações que acabam de assinar o pacto denominado UNASUL. E isso é que causa preocupação, pois se medidas dessa natureza são tomadas sem consulta – e pior, sem que ninguém tivesse conhecimento disso – o que mais poderia vir?

A matéria informa ainda que bastam nove congressos dos doze paises ratificarem o pacto, ou seja, três países terão que aceitar o que seus presidentes assinaram, podendo criar problemas de ordem constitucional interna de cada um deles, ampliando a insegurança politica e institucional que ronda a América do Sul.

Não há dúvida de que a única segurança que uma nação tem contra tais atitudes, independentemente das intenções nela contidas, é a descentralização plena dos poderes, de forma que, de acordo com cláusula constitucional, cada estado possa se manifestar aprovando ou não, a proposta do Poder Executivo Central, algo muito mais respeitoso e legítimo até mesmo do que o próprio parlamento, ou no caso brasileiro, do Congresso Nacional.

Analisando-se o contexto da proposta, percebe-se que ela é inapropriada em vários sentidos, pois a integração dos países deve ser, via de regra, feita de forma bilateral, considerando as enormes disparidades e diversidades, desde a econômica até a social. O Mercosul, por exemplo, demonstra o fracasso retumbante de uma tentativa – sem nenhuma consulta popular a nenhum dos povos das nações envolvidas – de integração e formação de um bloco, haja vista exatamente as disparidades entre os membros, além de nenhum deles resolver seus graves problemas internos, começando pelos simples cartórios presentes em praticamente todos os setores econômicos dos países. Só para começar, podemos citar a falta de livre transferência de moeda entre os países, ou da necessidade de legalização consular de uma simples procuração, coisa que inexiste na União Européia. Quanto mais em falar em “moeda única”, uma piada institucional de longa data. Alguns dos benefícios trazidos pelo tratado, como a livre movimentação de pessoas e de produtos não exige algo como o que está sendo feito. Além disso, o NAFTA, por exemplo, não tem bandeira.

Ao se buscar uma união como a européia, sem consulta aos povos de cada um dos 12 países, demonstra-se claramente o espírito autoritário que rege os governos sul-americanos e a bandeira com as suas cores deixa muito mais do que uma pulga atrás das orelhas de quem conhece a História, em especial a do Século XX.

Reiteramos a nossa preocupação com o avanço de “organismos internacionais” como esse recém criado, assim como em todo o globo terrestre, pois não é esse o tipo de globalização saudável que preserva a autonomia e soberania dos países, pois impõe obrigações conjuntas a todos, independentemente de aspectos econômicos, culturais e estratégicos de cada um. Configura-se sim, a longo prazo, em risco para a democracia, pois um parlamento único decidirá por todos os povos, exatamente o que os suíços rejeitaram. E o fizeram, porque são detentores de uma das democracias mais perfeitas do mundo, talvez a melhor de todas, na qual, o povo decide, dentro de suas respectivas jurisdições fiscais e eleitorais, sobre os assuntos de seu interesse, longe dos interesses de lobistas influenciadores dos deputados em Bruxelas.

A reflexão sobre mais este estranho movimento político e institucional está proposta, pois não se pode cometer o erro mortal de olhar e se deixar levar apenas pelo momento, a visão deve ser de um contexto maior para que se enxergue o essencial.

Publicado pelo Instituto Federalista

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".