Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Esquerda – vegetarianos e carnívoros

Do portal CINFORM ONLINE
Por RODORVAL RAMALHO em segunda-feira, 07 de abril de 2008

É impressionante a popularidade da tese sobre a diferenciação de uma esquerda carnívora e outra vegetariana na América Latina. Segundo esse raciocínio, Chávez, Correa, Morales e Ortega estariam no primeiro grupo e Kirchner, Bachelet e Lula estariam no outro. Essa tese desconhece o conceito gramsciano de guerra de movimento e guerra de posição. A primeira leva o protagonista a uma ação revolucionária violenta, aquela que envolve ações terroristas armadas, buscando atingir não somente alvos militares, mas também civis. A segunda é uma ação política voltada para ocupar espaços nos mais variados setores da sociedade civil e política. Nesse caso, a esquerda usa a democracia para corroê-la a partir de dentro. Assim, a ordem é agir nas escolas, na imprensa, nos movimentos sociais, nas igrejas, nas artes, mas também dentro do próprio Estado - polícia, parlamento, governos, judiciário.

A guerra de movimento ficou em segundo plano no mundo contemporâneo. Segundo o vocabulário de Antonio Gramsci, autor de Cadernos do Cárcere, essa forma de luta só faz sentido em sociedades pouco ocidentalizadas, onde a sociedade civil ainda é gelatinosa. Em outras palavras, guerra de movimento é sinônimo de um ambiente atrasado dos pontos de vista sócio-econômico e político-cultural.

A derrota do socialismo, ilustrada pelos eventos de 1989, obrigou a esquerda da América Latina, para ficarmos com um exemplo caseiro, a investir tanto no legado de Gramsci quanto na herança leninista. Quem acompanhou a origem do PT deve lembrar de discussões que hoje podem parecer bizarras sobre partido de quadros ou partido de massas, reforma ou revolução, democracia representativa ou democracia direta, parlamento ou luta armada.

Essas e outras discussões da mesma natureza faziam parte do debate que preparava os rumos a serem seguidos. Venceu Gramsci, que assumiu a "cabeça da chapa", mas Lênin foi indicado como vice, ou seja, a ação política da esquerda tem combinado as guerras de movimento e de posição. A ordem é: aprovar leis de reforma agrária, mas estimular as invasões e conflitos armados no campo; usar a liberdade de imprensa, mas tentar sufocá-la com intimidações diretas e indiretas; estimular o mercado, mas agredir o direito de propriedade; agir politicamente no parlamento, mas fraudá-lo através da cooptação, inclusive financeira; fazer diplomacia nos organismos internacionais, mas apoiar guerrilhas narco-terroristas nas suas localidades; garantir o "lucro burguês hoje, mas preparar seu enterro amanhã".

A grande virtude da construção petista foi ter elaborado essa estratégia de dupla-face, pois manteve os dois tipos de revolucionários à sua mercê. E mais, ainda aproximou amplos setores do empresariado e dos políticos que, por cretinice ou imediatismo financeiro, fizeram um verdadeiro cordão sanitário em torno dos seus próprios coveiros.

A construção petista foi lenta, gradual e ampla. Foram duas décadas de ação nas escolas, na imprensa, nos movimentos sociais, no judiciário, nas igrejas etc. Nesse sentido, soube construir de forma consistente a sua hegemonia. Não é por outro motivo que mesmo perdendo as próximas eleições presidenciais, dificilmente o lulo-petismo sairá do poder, pois está espalhado de tal forma no espaço público brasileiro que ninguém irá perturbá-lo, muito pelo contrário, precisará do seu apoio para governar.

Quando eu vejo políticos, empresários, diplomatas, banqueiros e alguns intelectuais do campo democrático elogiando o lulo-petismo e cantando loas à sua domesticação, inclusive afirmando que esse negócio de esquerda e direita é coisa do passado, só me vem à lembrança um bordão do humor televisivo - Ô, coitados!!

A tática gramsciana, também conhecida no sertão como "comendo pelas beiras", só pode ser limitada por ações contra-hegemônicas que afirmem os valores da liberdade e da propriedade, os dois melhores antídotos contra os coletivismos em geral. Mas, esse debate é tão distante do universo intelectual das lideranças políticas não-esquerdistas brasileiras que eu não tenho nenhuma ilusão de que sairá desses setores qualquer atitude que contribua para inibir a ascensão desse totalitarismo tardio.

É verdade que ainda existem alguns setores minoritários na imprensa e no judiciário (sobretudo no STF), que apresentam algumas reações anti-totalitárias. Entretanto, é no âmbito da internet que enxergo o universo da resistência democrática. Figuras como Olavo de Carvalho, Denis Rosenfield, Diogo Mainardi, Reinaldo Azevedo e muitos outros nos permitem alguma esperança no combate a essa mistura de banditismo e esquerdismo que imperam na cena brasileira.

Portanto, senhores, não se iludam: a esquerda está vivíssima e com apetite pantagruélico tanto para saladas quanto para carne.

KIT FALTA DE VERGONHA

Vai transar?
O governo dá camisinha sem o aviso governamental que sexo anal pode causar câncer no reto.

Já transou
?
O governo dá a pílula do dia seguinte.

Engravidou
?
O governo dá o aborto.

Teve filho
?
O governo dá o Bolsa Família.

Tá desempregado
?
O governo dá Bolsa Desemprego.

Vai prestar vestibular
?
O governo dá o Bolsa Cota.

Não tem terra
?
O governo dá o Bolsa Invasão e ainda te aposenta.

Mas experimenta estudar e andar na linha pra ver o que é que te acontece! É um circulo vicioso manejando a manada.

Eeeh, oh oh, vida de gado. Povo marcado, eh. Povo feliz

O Governo Petista dá , o contribuinte paga, o Povão agradece e continua votando LULA LÁ

Proteja seu filho da doutrinação ideológica esquerdopata nas escolas

Do portal ESCOLA SEM PARTIDO

O EscolasemPartido.org está fazendo quatro anos. Nesse meio tempo, embora tenhamos obtido algumas vitórias, ficou claro que nossos adversários são infinitamente mais poderosos que nós. E o que é mais grave: enquanto eles estão agindo no mundo real – nas salas de aula, nos auditórios, nos governos, nas editoras, etc. –, nós estamos apenas esperneando na internet.

Meditando numa forma de superar essa desvantagem numérica e estratégica, ocorreu-nos a idéia de levar uma amostra significativa dos fatos cujas provas temos acumulado no ESP ao conhecimento do Ministério Público e pedir o ajuizamento de uma ação civil pública para obrigar as escolas públicas e particulares, do ensino fundamental e médio, e os cursinhos pré-vestibulares a afixar, em locais onde possam ser lidos por estudantes e professores, cartazes com a relação de deveres do professor elaborada pelo ESP, a fim de que os alunos, devidamente informados do direito que têm de não ser doutrinados por seus mestres, possam exercer eles próprios a defesa desse direito.

Essa representação, redigida e encabeçada pelo coordenador do ESP, o advogado Miguel Nagib, acaba de ser apresentada ao Ministério Público do Distrito Federal por um grupo de pais, estudantes e ex-estudantes de Brasília.

A iniciativa, contudo, não precisa e não deve ficar circunscrita ao Distrito Federal. Como se sabe, a instrumentalização do conhecimento para fins político-ideológicos é um problema que afeta praticamente todas as escolas brasileiras. Sendo assim, a mesma representação pode ser apresentada aos órgãos do Ministério Público de todas as cidades brasileiras.

Qualquer pessoa pode levar ao conhecimento do Ministério Público fatos que demonstrem a ocorrência de lesão a direitos coletivos ou difusos, e pedir ou sugerir a adoção das providências que julgar apropriadas. Não há ônus algum; o direito de petição aos Poderes Públicos é garantido pela Constituição Federal (art. 5º, XXXIV, 'a').

Se exercermos esse direito constitucional – como já fizemos em Brasília –, poderemos deflagrar um movimento de grande envergadura, levando a órgãos do Ministério Público de centenas de cidades brasileiras uma denúncia formal e fundamentada contra a prática da doutrinação ideológica nas escolas e pedindo providências concretas para combatê-la.

Com essa finalidade, o EscolasemPartido.org colocou à disposição dos interessados uma cópia da representação e do arquivo de provas que a instrui. Para baixá-los, clique AQUI. É só preencher, imprimir, assinar e dar entrada no órgão do Ministério Público de sua cidade.

Se tiver alguma dúvida, escreva-nos.

Não deixe de fazer o que é certo, acreditando que outra pessoa o fará; se todos agirem assim, o certo acabará não sendo feito por ninguém.

A Europa resistirá à islamização?

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Daniel Pipes em 08 de abril de 2008

Resumo: Um debate honesto acerca do Islã precisa acontecer

© 2008 MidiaSemMascara.org

Alguns analistas do Islã na Europa Ocidental afirmam que o continente não pode escapar a seu destino “eurábico”; que as tendências dos últimos cinqüenta anos continuarão até que os muçulmanos se tornem a população majoritária e que a lei islâmica (a Shar’ria) prevaleça e impere.

Eu discordo, afirmando que há outro caminho que o continente europeu pode tomar, aquele da resistência à islamização e da reafirmação de modos tradicionais. Os europeus nativos – que perfazem 95 por cento da população – podem insistir quanto a suas tradições e costumes históricos. Se eles assim o fizerem, nada se lhes oporia e ninguém poderia detê-los.

De fato, os europeus estão mostrando visíveis sinais de impaciência com a Shar’ria, que vem avançando pouco a pouco. A legislação na França que proíbe o uso de hijabs[1][lenços recobrindo as cabeças das mulheres] nas salas de aula de escolas públicas sinaliza a relutância em aceitar os modos islâmicos, relutância com a qual se relacionam os esforços para banir burqas, mesquitas e minaretes. Por toda a Europa Ocidental os partidos anti-imigrantes têm, em geral, crescido em popularidade.

Essa resistência tomou um novo rumo poucas semanas atrás [final de março], com dois eventos dramáticos. O primeiro, em 22 de março, quando o próprio Papa Bento XVI batizou, confirmou e deu a Eucaristia a Magdi Allam, de 56 anos, um proeminente muçulmano nascido no Egito e que há muito vive na Itália, onde é um dos principais editores do jornal Corriere della Sera, além de autor bastante conhecido. Batizado, Allam adotou Cristiano como o seu nome do meio[2]. A cerimônia de conversão não poderia ter sido mais destacada, pois se deu durante o serviço religioso noturno na Basílica de São Pedro, na véspera do domingo de Páscoa, com extensa cobertura de muitas estações de televisão, incluindo a do Vaticano.

Allam deu seqüência à sua conversão com uma declaração pungente, na qual afirmou que além “do fenômeno do extremismo e terrorismo islâmico que surgiu em nível global, a raiz do mal é inerente a um Islã que é fisiologicamente violento e historicamente antagônico”. Em outras palavras, o problema não é apenas o islamismo, mas o próprio Islã. Um comentarista, "Spengler", do Asia Times, vai mais longe ao dizer que Allam “representa uma ameaça existencial à vida muçulmana” porque ele “concorda com seus ex-correligionários no repúdio à cultura degradada do Ocidente moderno e lhes oferece algo bastante diferente: uma religião fundada no amor”.

No segundo evento, em 27 de março, o holandês Geert Wilders, de 44 anos, lançou o seu há muito aguardado filme de 15 minutos, Fitna, que consiste de alguns dos mais belicosos versos do Corão, seguidos de ações levadas a cabo por islamitas em anos recentes e de conformidade com tais versos. A implicação óbvia é de que os islamitas estão simplesmente agindo de acordo com suas escrituras. Nas mesmas palavras de Allam, Wilders também afirma que “a raiz do mal é inerente” ao Islã.

Ao contrário de Allam e de Wilders, eu faço sim a distinção entre Islã e islamismo, mas eu acredito ser imperativo que suas idéias sejam ouvidas sem restrições, vituperações ou punição. Um debate honesto acerca do Islã precisa acontecer.

Se a conversão de Allam foi uma surpresa e o filme de Wilders causou alvoroço crescente três meses antes do lançamento, não ocorreram reações violentas tais como aquelas enfrentadas por críticas ao Islã anteriores. De acordo com o jornal Los Angeles Times, a polícia holandesa contatou imãs para medir a reação nas mesquitas de Amsterdã e descobriu, de acordo com o porta-voz da polícia, Arnold Aben, que “[...] hoje está mais quieto que o habitual. Parece uma espécie de feriado”. No Paquistão, uma demonstração contra o filme atraiu apenas algumas dúzias de manifestantes.

Esta reação relativamente contida aponta para o fato de que as ameaças muçulmanas foram suficientes para garantir a censura. O primeiro-ministro holandês Jan Peter Balkenende condenou Fitna e, depois que 3,6 milhões de visitantes o assistiram no website britânico LiveLeak.com, a empresa anunciou que “[E]m decorrência de ameaças de natureza muito séria à nossa equipe,... à Liveleak não restou alternativa a não ser a de remover o filme Fitna de nossos servidores”. (Dois dias depois, porém, a Liveleak recolocou o filme na web).

Três similaridades merecem menção: (1) tanto Allam (autor de um livro intitulado Viva Israele) quanto Wilders defendem Israel e os judeus; (2) ameaças muçulmanas contra as suas vidas forçaram-nos a viver sob proteção policial 24 horas por dia, durante anos; (3) e, a mais profunda similaridade: ambos compartilham de uma paixão pela civilização européia.

De fato, Allam e Wilders podem representar a vanguarda de uma reafirmação cristã/liberal dos valores europeus. É cedo para fazer previsões, mas esses indivíduos fortes e inamovíveis podem dar o encorajamento e o impulso àqueles que desejam manter a identidade histórica do continente europeu.

Publicado originalmente no Jerusalem Post, em 03/04/2008, sob o título “A movie and a conversion: Europe begins to resist?" [“Um filme e uma conversão: a Europa começa a resistir?”]

[1] NT: Essa legislação francesa é de 2004 e proíbe não apenas os hijabs, mas também uso de solidéus e de cruzes “grandes” em escolas públicas, indicando, portanto, a relutância em aceitar qualquer símbolo religioso, pois o estado francês decidiu enfatizar o seu laicismo, o seu secularismo.

[2] NT: Em alguns países, e em determinadas situações, o nome do meio pretende ressaltar alguma característica notável da pessoa.

Também disponível em danielpipes.org

Tradução: MSM

Daniel Pipes é um dos maiores especialistas em Oriente Médio, Islã e terrorismo islamista da atualidade. Historiador (Harvard), arabista, ex-professor (universidades de Chicago e Harvard; U.S. Naval War College), Pipes mantém seu próprio site e dirige o Middle East Forum, que concebeu junto com Al Wood e Amy Shargel — enquanto conversavam à mesa da cozinha de sua casa, na Filadélfia — e que hoje, dez anos mais tarde, tem escritórios em Boston, Cleveland e Nova York. Depois do MEF, vieram o Middle East Quartely, o Middle East Intelligence Bulletin e o Campus Watch, dos quais ele participa ativamente. Juntos, esses websites recebem mais de 300 mil visitantes por mês. Por fazer a distinção sistemática entre muçulmanos não-islamistas e extremistas islâmicos, Daniel Pipes tem sido alvo de ataques contundentes. A polêmica gerada por sua nomeação, em 2003, para o Institute of Peace pelo presidente George Bush apenas confirmou o quanto as idéias de Pipes incomodam as organizações islamistas e outros interessados em misturar muçulmanos e terrorismo. Daniel Pipes é autor de 12 livros, entre eles, Militant Islam Reaches America, Conspiracy, The Hidden Hand e Miniatures, coletânea lançada em 2003

Jair Bolsonaro - PP/RJ e o golpe comunista do FORO DE SÃO PAULO

Para quem quiser falar com ele, o e-mail é dep.jairbolsonaro@camara.gov.br.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Premonição - Olímpio Mourão Filho define política brasileira

Por Olímpio Mourão Filho em 1978

"Ponha-se na presidência qualquer medíocre, louco ou semi-analfabeto e vinte e quatro horas depois, a horda de aduladores estará à sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem, e de que tudo o que faz está certo. Em pouco tempo transforma-se um ignorante em um sábio, um louco em um gênio equilibrado, um primário em um estadista. E um homem nessa posição, empunhando as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso."

(MOURÃO FILHO, Olympio. Memórias: a verdade de um revolucionário. Porto Alegre, L&PM, 1978. Pag. 16 )

O nacionalismo contra a nação

Do portal OLAVO DE CARVALHO
Por OLAVO DE CARVALHO em 03 de abril de 2008

Em 1990, pronunciei na Casa do Estudante do Brasil , Rio de Janeiro, uma conferência sob o título de "O fim do ciclo nacionalista". A tese central era que a cultura brasileira, tendo como foco a busca e afirmação da identidade pátria, não sobreviveria ao advento de uma nova situação mundial marcada pela dissolução das soberanias nacionais e por aquilo que viria a ser chamado de "multiculturalismo". O Brasil havia chegado tarde demais ao palco da História e, excetuada a inverossímil hipótese de um upgrade intelectual formidável, suas elites seriam engolfadas por transformações mundiais que ultrapassariam de longe a sua capacidade de compreensão. O Brasil como unidade política autônoma estava em perigo de dissolver-se, sem que suas lideranças fossem capazes sequer de perceber o que se passava.

Decorridos dezoito anos, a apropriação de parcelas imensas do território pela narcoguerrilha colombiana, pelas gangues locais intimamente associadas a traficantes estrangeiros, por "nações
indígenas" criadas em proveta nos laboratórios da ONU, pelos chamados "movimentos sociais" a serviço do Foro de São Paulo - tudo isso mostra que só tenho uma coisa a alterar no meu diagnóstico de 1990: os verbos devem ser transpostos do tempo futuro para o tempo presente.

Sem dúvida, um dos principais fatores que contribuíram para transmutar as minhas previsões em realidade foi a total apropriação do nacionalismo brasileiro pelos movimentos de esquerda. O nacionalismo de esquerda é uma criatura esquiva e bifronte, que finge defender a soberania nacional só para mais facilmente subjugar o País aos interesses de um movimento que é internacionalista na origem e nos objetivos, e que aliás é sustentado pelas mesmas forças globalistas que, da boca para fora, professa combater.

Toda e qualquer identidade nacional que signifique alguma coisa na realidade, que não seja só um mito oficial, funda-se na consciência histórica transmitida e reforçada de geração em geração, bem como nos valores tradicionais que essa História incorpora e simboliza.

A"revolução cultural" gramsciana que se apossou do sistema nacional de ensino há quase três décadas apagou totalmente essas referências básicas, substituindo-as por um novo conceito de "nacionalismo" que consiste na síntese de ódio antiamericano, chavismo militante e multiculturalismo dissolvente.

Esse nacionalismo só serve para subjugar o Brasil aos interesses do esquerdismo internacional, empenhado em "reconquistar na América Latina o que foi perdido no Leste Europeu" (C.T. - este é o objetivo declarado do FORO DE SÃO PAULO) e em integrar as nações do continente numa unidade regional onde terão tanta autonomia quanto a Ucrânia ou a Polônia tinham sob o jugo da URSS.

Socialismo Petista em inglês

Você tem algum amigo que não fale português a quem mostrar que o PT quer que o Brasil "cubanize"? Então envie este post com o vídeo SOCIALISMO PETISTA (legendas em inglês) produzido pelo próprio PT para ele e peça para prestarem atenção ao que a moça bonita fala como EXTINÇÃO DO CAPITALISMO e SOCIALISMO PETISTA SERÁ CONSTRUÍDO AO LONGO DO TEMPO, ou seja, não há projeto algum, o que é óbvio pelos dois governos do LULA que JAMAIS apresentou nada de concreto para o Brasil que não seja de curtíssimo prazo (medidas populistas) ao mesmo tempo em que aumenta o Estado, os impostos, beatifica bandidos (seus amigos do MST, FARC, Via Campesina, PCC e tudo de ruim que existe) e fortalece seu filho mais ilustre, talvez o maior crime cometido por um brasileiro, o FORO DE SÃO PAULO, instrumento de implantação do SOCIOPATISMO (sociopatia socialista) na América Latina e no Caribe.

Versão sem legendas e aúdio em português aqui.

Chico Buarque, FARC, Emir Sader, Stedile juntos contra tudo que presta e a favor da desconstrução dos valores de nossa sociedade

A proximidade dos esquerdopatas nacionais, mesmo os não políticos profissionais, com gente das FARC, está aqui comprovada.

NÃO COMPREM MAIS DISCOS DO SENHOR CHICO BUARQUE DE HOLLANDA. Fidel Castro tem foto deste homem em sua "galeria de honra" e ele (Chico) foi o protagonista daquele momento horrendo de falta de moral e respeito quando foi fotografado com mulher casada aos beijos no mar. O Brasil não precisa disto, não precisa de gente pública com esta moral monstruosa e que, agora, transita com o CHEFÃO DAS FARC.

Do restante não precisa dizer nada, não é mesmo?

Conselho editorial da revista AMERICA LIBRE (só alguns, no link estão todos):

Manuel Marulanda Vélez, comandante das Farc
Eduardo Greenhalgh (PT),
Emir Sader (que é o editor também)
Chico Buarque de Hollanda
João Pedro Stédile
Frei Betto, ex-assessor especial do presidente Lula
Leonardo Boff

Agora uma pergunta: AMERICA LIBRE de que? Da moral, da decência, do estado de direito (FARC)?

Olhem aqui vocês o que as FARC fazem com as crinças. OLha aqui seu CHICO BUARQUE, você não me engana mais com sua "PRODUÇÃO INTELEQUITUAL" (com "qui" mesmo", não escrevi errado não pois uma pessoa como esta não pode ser considerada INTELECTUAL de maneira nenhuma, é uma ofensa às pessoas que passam a vida em busca dos fatos/verdades e sendo honestas consigo mesmas).

Chávez decepciona e amarga queda de popularidade

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Por Roberto Lameirinhas – O Estado de São Paulo em domingo, 6 abril de 2008

Campeão das urnas, protagonista de nove vitórias seguidas sobre a oposição, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, só tem recebido más notícias dos institutos de pesquisa desde sua primeira derrota eleitoral, em 2 de dezembro, quando fracassou na tentativa de impor por meio de um referendo uma reforma constitucional que reforçaria seus poderes e lhe permitiria candidatar-se a infinitas reeleições. Nos últimos dias, dois institutos, o Datos e o Keller & Associados, mostraram que a popularidade de Chávez está hoje na casa dos 37% - segundo analistas, com tendência de baixa.

Houve uma ruptura na estranha relação de afeto que existia entre Chávez e a população mais pobre”, disse ao Estado o presidente do Keller & Associados, Alfredo Keller. “O presidente chegou ao poder como a grande esperança de promover a distribuição da riqueza e reduzir o abismo que separa ricos e pobres no país. Mas, apesar da alta do preço do petróleo, a condição de vida da população não melhorou no ritmo esperado.

O declínio acentuado da popularidade de Chávez põe em xeque os candidatos chavistas nas eleições do fim deste ano para governadores e prefeitos. Mesmo após o revés de dezembro, o presidente rejeita os números das últimas pesquisas. No programa Alô, Presidente! do domingo passado, disse que “há pesquisas que põem a aprovação do governo na faixa dos 20%”, acrescentando: “Acho que esses institutos fizeram essa pesquisa não aqui, mas nos EUA, e se referem à popularidade de George W. Bush.”

Os especialistas venezuelanos têm apontado inúmeros erros de cálculo de Chávez, principalmente depois de sua reeleição, em dezembro de 2006, quando venceu o candidato da oposição, Manuel Rosales, com quase dois terços dos votos. A confiança de mais de 65% dos eleitores em 2006 começou a virar fumaça já nos primeiros discursos do presidente após a vitória. Neles, Chávez anunciou a fundação do seu “socialismo do século 21” - cujo conceito nem ele nem nenhum chavista conseguiu definir claramente (C. T. - do mesmo jeito que o SOCIALISMO PETISTA, que não existe enquanto projeto pois será criado ao longo do tempo, a maneira perfeita de atribuir TODOS OS PROBLEMAS desta mudança a quem quer que seja, menos ao PT e de não assumir a responsabilidade, portanto, com o processo, o que caracteriza a SOCIOPATIA DESTA ESQUERDA LATINO-AMERICANA) -, decidiu reunir todos os grupos de sua base de apoio num partido único, informou que não renovaria a concessão da emissora Radio Caracas Televisión e lançou a proposta de reforma constitucional que seria sepultada pelos eleitores em dezembro.

Durante esse período, o petróleo que jorra abundantemente na Venezuela atingiu preços recordes, enchendo ainda mais os cofres do Estado. Mas, nas ruas de Caracas, os venezuelanos não sentem que essa riqueza lhes tenha beneficiado.

“Chávez criou uma expectativa altíssima em relação ao projeto de acabar com a pobreza na Venezuela, acabou vendendo uma ilusão”, afirmou Keller. “Como essas expectativas acabaram não se concretizando, o que sobrou foi a frustração. Aos poucos, o eleitor pobre que votava cegamente no chavismo vai assimilando o discurso da oposição e dando razão a esse discurso.”

“Ser chavista, hoje, não é mais que uma questão de fé”, explicou o jornalista Teodoro Petkoff, diretor do jornal Tal Cual e ferrenho opositor de Chávez. “Administrativamente, não há nenhum setor do governo que funcione bem. Politicamente, Chávez é truculento e centralizador.”

Os programas sociais da “revolução bolivariana” andam a passos lentos. A infra-estrutura do serviço de saúde pública não avança na mesma proporção dos bilhões de dólares destinados para o setor. A educação, segundo denúncias da oposição, foi submetida a uma reforma liderada pelo irmão de Chávez, Adán, que visa mais a doutrinar os estudantes do que a capacitá-los para o mercado de trabalho.

A segurança pública deteriora-se cada vez mais, fazendo com que o número de seqüestros aumentasse 900% desde 1999, quando se registraram 44 ocorrências - no ano passado, foram 382 casos.

No campo econômico, apesar do crescimento impulsionado pelos petrodólares, a inflação real está na faixa dos 20% ao ano. O câmbio controlado, que estabelece a cotação oficial de US$ 1 por 2,1 bolívares fortes, provoca distorções que elevam o dólar a até 4 bolívares por unidade no mercado negro - no fim do ano passado, a perspectiva de aprovação da reforma constitucional de Chávez levou o dólar à cotação de até 6 bolívares. A cesta básica está em 220 bolívares fortes, mais de US$ 100 pelo câmbio oficial.

O desabastecimento de produtos generalizou-se desde o ano passado. Em janeiro, o leite converteu-se em artigo raro, causando a revolta em boa parte da parcela da população que normalmente apoiava Chávez.

“A falta de leite jogou um papel-chave na derrota do governo no referendo constitucional de dezembro”, analisou Keller. “Nenhum outro alimento representa um símbolo tão forte, porque está ligado à nutrição das crianças. Muitos eleitores chavistas responsabilizaram Chávez por isso. Era comum ouvir fases do tipo: ‘O presidente não tem coração! Como pode deixar faltar leite para as crianças?’”

Até agora ausentes do debate político nacional - em boa parte por causa do controle que o chavismo exerce sobre os Poderes Judiciário e Legislativo -, surgiram há duas semanas denúncias de corrupção que atingem a família de Chávez. Segundo essas acusações, parentes do presidente têm comprado vastas porções de terras no Estado de Barinas, de onde são originários, por meio de testas-de-ferro.

Crescem também as denúncias de irregularidades nos conselhos comunitários, criados por Chávez para fortalecer seu controle político nas bases do chavismo. Os conselhos são financiados diretamente pela presidência da república e seus recursos são geridos e fiscalizados por agentes da própria comunidade, de forma autônoma. O problema para Chávez é que a corrupção num organismo paraestatal tão próximo às bases não pode ser escondida da população.

“Os conselhos comunitários democratizaram a corrupção, que antes era praticada nas grandes negociatas, na segurança dos gabinetes”, afirma Keller. “Os relativamente pequenos desvios do dinheiro público nos 80 mil conselhos comunitários são muito mais visíveis do que as falcatruas milionárias.”

COMENTÁRIO:
Por Gabriela/Gaúcho

Não aceitamos e duvidamos que as "lombrigas" de Lula possam servir de bandeira a sua campanha ilegal e antecipada para tentar impor um terceiro mandato, cuja maioria da população rejeita

Na Venezuela está acontecendo algo excelente entre os cidadãos: eles estão tendo cada vez mais CONSCIÊNCIA da tragédia e estão fartos da figura gosmenta e mentirosa de Chávez.

Enquanto que, aqui, a CONSCIÊNCIA coletiva do brasileiro passa por um apagão moral, ou seja: quanto mais se mente e se rouba, mais o povão gosta e aplaude a figura mais deplorável de todos os tempos.

Páginas e mais páginas dos jornais se dedicam a divulgar sobre a lama da quadrilha que se instalou no governo, mas, Lula ainda continua nas alturas. Isto deveria merecer provocar nas OPOSIÇÕES, a desconfiança e a necessidade de se de tirar a limpo essa história de pesquisas aqui no Brasil, contratando Institutos de pesquisas mais isentos como os da Venezuela, por exemplo, para sabermos se de fato o Sr. Inácio Lula da Silva goza de tanta popularidade, e se está com essa bola toda. Duvido que sejamos um país de orelhudos e burros como o Lula nos quer fazer acreditar!

Detalhes interessantes: a morte do capitão Chandler

Do portal OLAVO DE CARVALHO
Por OLAVO DE CARVALHO em 24 de março de 2008

Um amigo americano pede-me detalhes sobre o episódio Quartim de Moraes. Se aproveito a ocasião para fornecê-los também aos leitores do Diário do Comércio , é porque, embora o caso tenha se passado vários meses atrás, há aspectos nele que nunca foram discutidos na mídia brasileira.

Em três momentos da sua carreira as atividades do personagem aqui mencionado tiveram relação direta com os EUA:

1) Nos últimos anos, junto com tipos como Noam Chomsky, Danny Glover, Rigoberta Menchu, Ramsey Clark e outros cuja presença é infalível nesse gênero de empreendimentos, ele é um destacado participante da campanha organizada pelo movimento comunista mundial para exigir a libertação de cinco espiões cubanos presos no território americano (v. http://dc.indymedia.org/newswire/display/135233/index.php).

2) Ele é o principal mentor e engenheiro de uma vasta operação destinada a restaurar a “esquerda militar” no Brasil. Mediante infiltração, propaganda e lisonja, essa operação visa a tranformar as Forças Armadas brasileiras em instrumentos da política comunista, alinhando-as com as Farc e o “exército bolivariano” de Hugo Chávez numa frente militar anti-americana.

3) Em 1968, ele era um dos três dirigentes máximos da VPR, Vanguarda Popular Revolucionária, organização terrorista que assassinou o capitão do exército americano Charles Rodney Chandler, sob o pretexto, jamais provado e aliás intrinsecamente absurdo, de que o oficial estava no Brasil “ensinando tortura” aos soldados brasileiros.

Essa criatura apareceu nos meus artigos nas seguintes circunstâncias:

Em 2001, em entrevista ao jornal da Universidade Estadual de Campinas, Quartim, interrogado sobre o assassinato do oficial americano, afirmou: “Essa ação me valeu dois anos de condenação. Não participei diretamente, mas eu era da direção do grupo.

Se Quartim quisesse modificar ou corrigir essa declaração, não teria a menor dificuldade para isso, já que trabalha na mesma universidade como professor e dirigente de um “Núcleo de Estudos Marxistas” e é ali considerado uma das glórias maiores da intelligentzia esquerdista. Mas ele não teve o menor interesse em fazê-lo, pois, decorridos sete anos, a declaração, inalterada, ainda consta da página desse jornal na internet (v. a entrevista “O inventário inacabado”), sem qualquer adendo ou retificação. Foi ali que a encontrei em janeiro de 2007, entendendo-a como qualquer pessoa alfabetizada e no pleno domínio das suas faculdades mentais entenderia: Quartim, dirigente da organização responsável pelo assassinato do capitão, tinha sido condenado como mandante do crime, do qual foram executores materiais os militantes Pedro Lobo, Marco Antonio Braz de Oliveira e Diógenes José de Carvalho (v. nota sobre este último no fim do artigo). A brevidade do tempo de prisão para crime tão grave explicava-se automaticamente pela anistia, sobrevinda em 1979.

Aconteceu que, tão logo publiquei em 8 de fevereiro de 2007 a informação tal qual a colhera da própria boca do declarante, este se encrespou todo, dizendo que tinha sido “caluniado” e acusando-me de ser um “extremista de direita”. Quanto a esta rotulação, desafio Quartim e o mundo a encontrar em toda a minha obra publicada uma só linha ou palavra que sugira ou apóie medidas políticas extremadas de qualquer natureza contra quem quer que seja ou o que quer que seja. Quartim, por seu lado, além de sua militância terrorista direta, não hesita (v. Um outro olhar sobre Stalin) em se proclamar adepto de Josef Stálin -- coisa que a maioria dos esquerdistas teria pudor de fazer em público mas que ele se gaba de ser “um ato de coragem intelectual” -- e é hoje membro de um partido maoísta, adepto do regime culpado de assassinar pelo menos 75 milhões de pessoas. Um exemplo de moderação e tolerância.

Quanto à “calúnia” que supostamente lhe fiz, Quartim alega que não foi condenado pelo assassinato do capitão e sim por outros crimes, menos graves. Mas, se é assim, por que ele permitiu que sua confissão falsa permanecesse no ar por sete longos anos, tendo todos os meios de corrigi-la se quisesse? A resposta é simples: no ambiente entusiasticamente esquerdista da Universidade Estadual de Campinas, passar por mandante do assassinato político de um representante do “imperialismo” é vantajoso, cobre o sujeito de uma aura de heroísmo guerrilheiro. Quando, por meu intermédio, a informação vazou para o público maior e politicamente mais neutro do Diário do Comércio e do Jornal do Brasil , ela se tornou retroativamente prejudicial à imagem do declarante, que então tratou de atribuir a mim a mentira da qual ele mesmo fôra o único inventor e responsável.

Mais significativo ainda é que, mesmo depois de publicados os meus artigos do começo de 2007, o infeliz não teve nenhuma pressa em desmentir a declaração falsa que lhes servira de fonte, mas esperou para fazê-lo só em agosto daquele ano, em entrevista ao jornal do partido maoísta ( Quartim: acusação pela morte de Chandler é deslavada mentira), bem depois de colocar em circulação um manifesto furioso contra mim, assinado por 1.500 militantes e simpatizantes comunistas. No meio de tantas e tão eloqüentes palavras de indignação fingida (v. Solidariedade a João Quartim de Moraes), esse singular documento ainda se esquivava espertamente de desmentir a balela de 2001, preferindo manter no ar a impressão de que o autor dela fôra eu, e não o próprio Quartim.

Entre outras assinaturas, o manifesto trazia as do presidente nacional do partido governante, sr. Ricardo Berzoini, e do assessor especial da presidência da República, sr. Marco Aurélio Garcia, agente de ligação entre o presidente Luís Inácio Lula da Silva e o Foro de São Paulo, coordenação estratégica do movimento comunista na América Latina e berço da “revolução bolivariana” do sr. Hugo Chávez.

Mas ainda há um detalhe interessante a observar. A auto-acusação falsa que João Carlos Kfouri Quartim de Moraes fez ante os estudantes da Unicamp foi uma mentira em sentido estrito ou um “ato falho” freudiano? Sendo um dos três dirigentes máximos da organização terrorista que determinou o assassinato do capitão Chandler, ele não pode ter ignorado essa decisão, da qual foi portanto, na mais branda das hipóteses, cúmplice moral passivo. E a maior prova disso é que até hoje ele justifica o homicídio, alegando que “mortes são da lógica dos conflitos armados” e voltando a insistir na história de que o oficial estava no Brasil como “instrutor de tortura”. Em entrevista ao jornal Zero Hora em 12 de dezembro de 2005 (v. Os órfãos da ditadura), o filho do capitão assassinado, Todd Chandler, explicou o óbvio dos óbvios: seu pai não estava no Brasil nem com a missão alegada por Quartim de Moraes nem aliás com missão alguma. “Pensem nisto: os EUA jamais mandariam a família civil junto com um oficial que estivesse em qualquer tipo de missão.” Isso é absolutamente irrespondível. Charles Rodney Chandler estava no Brasil como estudante, num dos programas de intercâmbio que prosseguem até hoje entre as escolas militares brasileiras e americanas. Esse estudante foi assassinado a sangue frio, diante dos olhos de sua esposa e de seu filho, e o dirigente da quadrilha que fez isso, depois de confessar o crime ante uma platéia que o aplaudia por esse feito macabro, se diz “caluniado” quando suas próprias palavras são levadas a sério. Até hoje Todd Chandler pergunta: “Por que levaram meu pai? Por que destruíram uma família?” A única resposta, sr. Chandler, é que à mentalidade revolucionária tudo é permitido: mentir, trapacear, matar, caluniar as vítimas e depois ainda se fazer de coitadinha, principalmente se com base nisto pode colher alguma vantagem publicitária ou financeira. Sob este último aspecto, convém lembrar que um dos participantes do assassinato do capitão, Diógenes José de Carvalho, que mais tarde se tornaria ainda mais tristemente célebre com o apelido de “Diógenes do PT” quando de seu envolvimento num escandaloso caso de corrupção em 2002, foi o mesmo que em 20 de março de 1968 jogou uma bomba na biblioteca do consulado dos EUA em São Paulo , arrancando a perna de um transeunte inocente, Orlando Lovecchio Filho. Recentemente, o criminoso recebeu uma indenização de aproximadamente duzentos mil dólares do governo, como ex-prisioneiro político, ao passo que Lovecchio jamais recebeu indenização nenhuma. Por esses detalhes, sr. Chandler, o senhor pode imaginar que tipo de pessoas a sra. Condoleezza Rice, durante sua viagem ao Brasil, disse considerar parceiras leais dos EUA na guerra contra o terrorismo.

domingo, 6 de abril de 2008

DEVERES DO PROFESSOR

Do portal ESCOLA SEM PARTIDO

Campanha do Cartaz Antidoutrinação

Ao lado da liberdade de ensinar, está a liberdade de aprender, ambas asseguradas pelo art. 206 da Constituição Federal.

A doutrinação político-ideológica em sala de aula constitui claro abuso da liberdade de ensinar; abuso que implica o cerceamento da correspondente liberdade de aprender, já que, numa de suas vertentes, essa liberdade compreende o direito do estudante de não ser doutrinado.

Ora, só um estudante consciente dos seus direitos poderá defendê-los contra a ação abusiva de professores militantes. Por isso, o EscolasemPartido.org elaborou a relação (obviamente não exaustiva) de Deveres do Professor que se vê abaixo.

Peça à sua escola ou à escola de seu filho que mande imprimir e afixar cartazes contendo essa relação de deveres em locais onde possam ser vistos por alunos e professores. Se a escola se recusar, você saberá do lado de quem ela está.

______________________

DEVERES DO PROFESSOR

1. O professor não abusará da inexperiência, da falta de conhecimento ou da imaturidade dos alunos, com o objetivo de cooptá-los para esta ou aquela corrente político-ideológica, nem adotará livros didáticos que tenham esse objetivo.

2. O professor não favorecerá nem prejudicará os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas, religiosas, ou da falta delas.

3. O professor não fará propaganda político-partidária em sala de aula nem incitará seus alunos a participar de manifestações, atos públicos e passeatas.

4. Ao tratar de questões políticas, sócio-culturais e econômicas, o professor apresentará aos alunos, de forma justaisto é, com a mesma profundidade e seriedade –, as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito.

5. O professor não criará em sala de aula uma atmosfera de intimidação, ostensiva ou sutil, capaz de desencorajar a manifestação de pontos de vista discordantes dos seus, nem permitirá que tal atmosfera seja criada pela ação de alunos sectários ou de outros professores.

THE DELIBERATE DUMBING DOWN OF AMERICA

Veja neste site (baixando de graça o livro THE DELIBERATE DUMBING DOWN OF AMERICA de Charlotte Thomson Iserbyt - em inglês) que o projeto educacional americano faz parte do projeto de imbecilização de massas implantado pelos esquerdopatas de lá (sim, lá tem este tipo de gente aos montes).

Se alguém fizaer um estudo sério no Brasil, chegará à mesma conclusão. Duvida? Veja este site, o Escola sem Partido.

Roraima, arroz e banho de sangue

Do portal JB ONLINE
Por Vasconcelo Quadros, Domingo, 6 de Abril de 2008

Responsável pela formação do pensamento militar sobre as questões relacionadas à Amazônia, o Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos (Cebres), integrado por militares da reserva, é contra a retirada de não índios da Reserva Raposa/Serra do Sol, em Rondônia. E alerta para a probabilidade de um conflito sangrento de conseqüências imprevisíveis na região, caso o governo mantenha a decisão de executar a Operação Upatakon III, já anunciada pela Polícia Federal para esta semana.

– O risco de um confronto é concreto – afirmou o coronel Amerino Raposo Filho, vice-presidente do Cebres.

Ele frisa que o impasse parece insuperável e resulta de duas posições aparentemente sem recuo: a decisão de governo e a resistência dos arrozeiros – apoiados por parte dos índios e da população contrária a reserva em área contínua. O militar diz que, se houver mortes e o confronto escapar ao controle das forças de segurança do governo, o Exército deve intervir como força de paz e interromper a operação, mesmo sem ordens superiores.

Missão constitucional

Se houver derramamento de sangue, o Exército deve entrar no conflito. É uma faixa de fronteira e essa é sua missão constitucional. Se ocorrer a quebra do equilíbrio social na área, a ordem independe do governo. Se trataria de uma questão de Estado de responsabilidade das Forças Armadas – diz o coronel.

A assessoria de comunicação do Exército, em Brasília, informou que a operação é uma atribuição do Ministério da Justiça e, por essa razão, as Forças Armadas deixaram de participar dos preparativos e se recusaram a emprestar o apoio logístico. Nos bastidores, militares que acompanham o conflito no Rio e em Brasília, dizem que o comandante do Exército, Enzo Peri, teria informado pessoalmente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que a retirada de não índios da área desagrada à área militar. Ao contrário de outros momentos – em que normalmente exerce papel ativo de apoio à outras instituições ou prestando serviços sociais –, o Exército assumiu agora uma postura de neutralidade relativa.

– É necessário observar com cautela. Se o Exército não quer participar é porque o problema é muito grave – diz o economista Marcos Coimbra, conselheiro do Cebres, professor e estudioso do assunto.

Entrar e ocupar

Segundo ele, é provável que o setor de inteligência da força avalie a hipótese de conflito e a possibilidade de a Polícia Federal e a Força Nacional de Segurança não conseguirem controlá-lo.

– Nesse caso, o Exército se preserva para poder entrar, ocupar o território desarmar as partes envolvidas no conflito e ficar na área, afastando quem não for da região –, afirma Coimbra.

Na avaliação do Cebres, o que acontecer na próxima semana em Roraima será o emblema de um conflito mais amplo, onde estarão em jogo dois pensamentos sobre o controle da região amazônica e suas riquezas. Esses militares acham que a demarcação em área contínua quebra a linha de controle que as Forças Armadas exercem na região por abrir um vazio demográfico de mais de 10 milhões de hectares – unindo a Raposa/Serra do Sol à Reserva Ianomâmi numa extensão de 100 mil quilômetros quadrados – e abre caminho para a decretação de uma nação indígena independente, com interferência de Organizações Não Governamentais (ONGs) estrangeiras de orientação americana.

– De um lado estarão os nacionalistas que defendem a soberania e a integridade do território e, do outro, as elites porcas, que se corrompem em troca de dólares – ataca o coronel Raposo Filho.

Outro militar do Cebres, o coronel Gélio Fregapani, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) na região e autor de vários estudos sobre o conflito, lembra que o Brasil é o único signatário de resolução recente da ONU prevendo a formação de uma nação indígena independente na região, o que abriria caminho para a perda de um significativo pedaço da Amazônia brasileira e de suas riquezas minerais.

– As gerações de amanhã vão perder 56% do território nacional, o coração da terra no século 21 – alerta Raposo Filho.

Uma vez consumada a operação, o governo de Roraima terá controle sobre pouco mais de metade de seu território. As reservas indígenas na região alcançarão cerca de 10,6 milhões de hectares ou o equivalente a 46% de sua área geográfica. No subsolo da área indígena, conforme estudos geológicos, estará localizada uma das maiores e mais valiosas reservas minerais do mundo em ouro, pedras preciosas e minério estratégico.

A Fundação Nacional do Índio (Funai) já gastou cerca de R$ 12 milhões em indenizações para retirar da área os moradores que concordaram em sair e diz que tem um plano para gerir a economia indígena, recuperar o meio ambiente e desenvolver as comunidades que ficarão na área.

Fitna - demência islâmica

Mostrem para seus amigos imbecis que reclamam tanto do cristianismo mas JAMAIS DIZEM UMA PALAVRINHA SEQUER DE OUTROS SISTEMAS RELIGIOSOS do que são capazes aqueles muçulmanos amigos "em armas" do Lula, quais sejam os aloprados.

O mal, os católicos e a revista Veja

Do BLOG DO ANGUETH
Domingo, 06 de abril de 2008

Na edição desta semana (Edição 2055, 9 de abril de 2008), a reportagem de capa da Veja é: O mal – Uma investigação filosófica, psicológica, religiosa e histórica sobre as origens da perversidade humana.

O título é assaz pretensioso para uma reportagem de 4 míseras páginas. Entendo que, por razões mercadológicas, a revista limite suas reportagens. Mas que ela então limite também seus títulos.

A reportagem se concentra nos casos de maldade contra crianças, mas não consegue esconder seu anti-americanismo notório ao ajuntar num mesmo parágrafo o que ela chama de “infame caso de tortura em Abu Ghraib” e o Tribunal de Nuremberg, “que julgou líderes nazistas, não aceitava a obediência a ‘ordens superiores’ como justificativa para crimes de guerra”. Que maneira mais sutil de igualar a invasão do Iraque à invasão hitlerista da Europa!

A investigação histórica mencionada no título fica relegada a uns quadros que aparecem ao pé de três das quatro páginas da reportagem, com o título Um Enigma Profundo: os principais marcos na história do pensamento sobre o mal.

A primeira frase do primeiro quadro (O mal na religião) é um pouco ambígua: “Todas as religiões compreendem alguma força de desordem ou destruição – o Mal”. Meu “Aurélio” me diz que compreender pode significar “conter em si, constar de, abranger, incorporar, englobar, incluir” e também “alcançar com a inteligência, atinar com, perceber, entender”.

Desconfio, e logo digo a razão, que a Veja quer dizer que “todas as grandes religiões” contêm em si, incorporam, incluem, “alguma força de desordem ou destruição” como explicação para a origem do mal do mundo. Falo isso porque tenho a convicção que todos que, atualmente, não são católicos conhecedores da tradição da Igreja, tendem para uma forma ou outra de Gnose. A Gnose é uma antiqüíssima idéia de que há, no mundo, a ação, ou a guerra de dois deuses: o do Bem e o do Mal. Acho assim, mais provável a explicação gnóstica do verbo compreender usado pela Veja.

Hoje em dia, as pessoas professam a gnose sem o saber. Existe uma bibliografia enorme a respeito, começando pelo Adversus haereses de Santo Irineu, onde o autor dá nome à coisa, a descreve nos mínimos detalhes e depois apresenta argumentos contrários á gnose. É um livro obrigatório para a compreensão da doutrina gnóstica.

Mas, atenção: a gnose é apenas uma das várias tentativas que o homem inventou para explicar a presença do mal no mundo. Existem outras que menciono mais abaixo. A Veja identifica a origem das idéias gnósticas (sem dar o nome à coisa) no Zoroastrismo que, diz a revista, “pode ter influído sobre o judaísmo e o cristianismo”. Logo depois, fala sobre o Gênesis, como a sugerir uma certa continuidade do Zoroastrismo. Menciona a serpente de Éden e nos avisa que “o Satã do Antigo Testamento ainda não é exatamente um opositor malévolo de Deus”. O “ainda” da frase é totalmente gnóstico, pois, para nós católicos, o demônio nunca foi opositor de Deus. Ele é apenas um ser criado e só atua quando Deus assim o permite. O demônio só é um opositor de Deus na Gnose, onde ele assume o estatuto de criador. Para o católico, não há opositor a Deus, mas apenas quem não aceita Seus desígnios. Deus é o Ser Supremo: “Eu sou Aquele que sou”.

A revista cita ainda Santo Agostinho e Santo Tomás de Aquino sem lhes dar a devida importância, como dois dos que tentaram explicar a presença do mal no mundo. Cita ainda Leibniz, Darwin, Aristóteles, Maquiavel, Kant, Nietzche, Arendt. Como fechamento da parte histórica, cita a neurociência e o mapeamento cerebral dos psicopatas.

A neurociência, usando a autoridade que a ciência adquiriu no último século de dar palpite em tudo, tenta reduzir todos os valores morais à pura química cerebral. Seria útil ler A Neurociêcia Refuta o Livre-Arbítrio e A Neurociência Refuta a Ética. Não é pouco significativo que a Veja tenha terminado a seção sobre “os marcos na história do pensamento sobre o mal” com a referência à neurociência. A idéia é mesmo que a ciência vá resolver o problema do Mal no homem. Isso já não é gnose, mas o mais irredutível materialismo adicionado a quantidades industriais de soberba.

O que dizer da historinha que a Veja nos conta. Bem, além do que eu já disse, digo ainda que ela é mais significativa pelo que ela não nos conta. Fico aqui apenas com o mais significativo evento que ocorreu na História da Humanidade em relação à organização institucional das forças do mal contra a civilização humana. Trata-se da heresia que foi chamada de Albigense, ou a heresia dos cátaros. Esse foi um movimento herético medieval que quase triunfou e se assim tivesse acontecido, a civilização teria perecido. Não mencionar um evento de tais proporções numa história dos marcos sobre o mal é não entender a essência do mal. É comum que quem não entende a essência do mal fique abestalhado com a sua diversidade: “Qual é o teu nome. Ele respondeu: Legião!” (Lc. 8,30). Mas para compreender a essência do mal é preciso ter a graça do “discernimento dos espíritos” de que nos fala São Paulo (I Cor. 12, 10). E quem de nós tem essa graça atualmente?

A tragédia americana ou O que sai da PUC (além de seus filhos sociopatas mais ilustres, o PT e do PSDB)

Do blog REINALDO AZEVEDO
Terça-feira, Abril 17, 2007

Alô, Ali Kamel, chame a corrocinha. Who let the dogs out? Who let the dogs out?

Kamel é diretor executivo de jornalismo da TV Globo e um dos jornalistas mais competentes do país, o que deixa os cães morrendo de raiva. Deve ter uns 44, 45 anos, a minha idade, jovem para o cargo que ocupa, o que desperta também inveja e despeito, elementos importantes no jornalismo, acreditem. Pausa. Ontem, participei de um Roda Viva com o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Comento depois. Alguns colegas quiseram saber se não é um pouco chato e solitário fazer um blog, se não sinto falta da redação... Até eu gosto de gente às vezes. Sinto falta, claro. Mas também há suas compensações. Por exemplo: não tenho de passar vergonha. Kamel certamente ficará envergonhado quando vir o que fizeram no Jornal Hoje. Explico-me.

O jornal fez uma reportagem sobre o massacre na Universidade da Virgínia. O correspondente Luís Fernando Silva Pinto informou: “[O assassino] é Cho Seung-Hui, um aluno de inglês de 23 anos da Coréia do Sul que tinha “green card”, o documento de residência permanente nos EUA. Ele chegou ao país aos oito anos de idade. A polícia encontrou digitais dele nos dois locais do crime, mas ainda apura quais os motivos que o levaram a matar colegas e professores.” Aí voltamos para o estúdio.

Uma das manias do jornalismo é ouvir “especialistas”. A tentativa, bem-intencionada, é tirar o fato da esfera da banalidade e do simples impressionismo, buscando eventuais motivações de alcance teórico, que expliquem o fato numa dimensão mais profunda. O Jornal Hoje chamou uma certa Sandra Dias para comentar o caso. Leia a íntegra da conversa entre a professora e o jornalista e apresentador Evaristo Filho:

JH - O que motiva um gesto tão brutal como esse? O Jornal Hoje convidou a doutora em psicologia e professora da PUC-SP Sandra Dias, que coordenou várias pesquisas sobre violência nas escolas. Quando pensamos que a escola é um lugar seguro, vemos uma cena dessas. O que acontece? Os pais, que tem filhos na escola, ficam ainda mais preocupados. O que aconteceu?
Sandra Dias:
Nos EUA, vamos fazer uma diferença entre os EUA e o Brasil. Os EUA são uma cultura em que a lógica capitalista impõe um imperativo do consumo. O que quer dizer isso? O consumo se impõe para um sujeito. Você é cidadão na medida em que você consome. A sua cidadania é medida pelo seu grau de consumo. E todo mundo tem que ser o primeiro. Atividades sociais simples na escola americana se constituem de uma forma a ser um objeto de consumo. Vou dar um exemplo: o jovem popular. O que é o jovem popular nos EUA? Ou é o jogador que ganha todos os jogos, ou é o jovem que tem uma agenda com o maior número de telefones dos quais ele pode convidar o maior número de pessoas para as festas.

JH: Mas não é popular sair atirando.
Sandra Dias:
Pois é. Mas em uma cultura onde o consumo é impositivo, a coletividade vai se colocar como uma massa de consumidores. E como um sujeito vai se marcar diferentemente? Como ele vai marcar o lugar dele, o lugar de um sujeito? Ou seja, o lugar que não é dos consumidores? Sempre por um ato heróico. Nós podemos entender que um jovem que sai atirando na coletividade está fazendo um ato heróico, mesmo que negativo.

JH - Os produtores do Jornal Hoje conversaram com o estudante brasileiro Francisco Müller, que estava na universidade americana na hora do massacre:
Francisco Müller -
“A cidade deve estar muito triste hoje, vai ter uma homenagem na universidade às duas horas, eu devo estar lá, aí eu vou saber mais como está o clima lá. Mas o clima que a gente via pela TV e nas entrevistas é todo mundo muito triste, mas querendo superar, e ninguém falando em desistir, em sair daqui. Eu acho que uma coisa assim nunca aconteceu aqui, nem próximo disso, quer dizer, isso nunca aconteceu em lugar nenhum uma coisa tão grande, mas a cidade é bem pequena e tranqüila. Então acredito que eu ainda me sinta seguro aqui, apesar do que aconteceu. Foi horrível!”

JH – Bom, seguro, provavelmente, ninguém se sente depois que vê um massacre desse. A facilidade de acesso às armas também facilita esse tipo de coisa?
Sandra Dias:
Facilita, porque a sociedade americana, ela, ao liberar a arma, você vai ter um objeto de consumo e se você oferta objeto você tem que consumir objeto. Então isso já é um ponto. O outro ponto é que, se você tem um objeto, você vai usá-lo. Então o adolescente, o jovem, vai ver o pai atirando, o vizinho atirando, o colega falando de armas. Então isso facilita sim.

JH: Passa a ser uma questão cultural também?
Sandra Dias:
Passa a ser uma questão cultural.

Voltei
I-na-cre-di-tá-vel!!!

Segundo aquela senhora, há dois responsáveis pelo massacre: o capitalismo e as vítimas. Sim, vocês viram: a sociedade americana é culpada pelos assassinatos. Como foi a culpada também pelos atentados terroristas do11 de Setembro.

Nos Estados Unidos, como vocês sabem, é muito mais fácil comprar uma arma do que nos Brasil. A professora Sandra é contra essa facilidade. No ano do tal referendo, lembram-se?, 37 armas legais foram vendidas em nosso país. Daí decorre a paz social em que vivemos, a servir de exemplo para o mundo. É isto: por que os EUA não adotam a nossa legislação, seguindo um modelo que deu certo, não é mesmo?

Se o seu filho for aluno da professora Sandra Dias, ela vai dizer essas coisas pra ele, com a autoridade de quem ensina, armada com o seu título de “doutora”. Quem praticou o massacre na universidade? A sociedade de consumo. O que fazer para que coisas assim não se repitam? Ora, eliminar a sociedade de consumo. Aonde ela não chegou — Sudão, por exemplo —, esse tipo de coisa não acontece. Não se matam três dezenas de pessoas dentro de uma universidade. Matam-se logo 200 mil no genocídio de Darfur. Mas não foi a sociedade de consumo, certo? Pensemos no mais de milhão de mortos nos conflitos entre tutsis e hutus. Foi o capitalismo? Não. Ao menos isso. São mortes muito mais limpas. Como foram muito mais morais os 70 milhões de assassinatos de Mao Tse-Tung ou os 35 milhões de Stálin.

Tudo bem, entendo. Onde há uma desocupada para falar o que lhe dá na telha na hora do almoço? Bem, melhor não levar ninguém. Nem mesmo ocorreu a esta senhora que, se há uma circunstância a ser relevada no episódio, é a da tolerância: afinal, ali estava um imigrante, com visto permanente, integrado à comunidade acadêmica. Mas a “doutora”, tanto no physique du rôle como na, digamos, “psique” du rôle, prefere imitar, de forma suburbana, a delinqüência mental do Michael Moore de Tiros em Columbine. Só faltou ela acusar o Jorjibúxi...

Alô, Ali Kamel, who let the dogs out?

Noto que o coleguinha Evaristo Costa também não ajudou. Reparem: o estudante ouvido por telefone, Francisco Müller, chama a atenção para a excepcionalidade do episódio e diz que se sente seguro. Mas Costa não se conforma. Quase dá uma bronca no rapaz: “Bom, seguro, provavelmente, ninguém se sente depois que vê um massacre desse”. E oferece uma chave para a glossolalia de Sandra: “Passa a ser uma questão cultural também”. O quê? Os americanos, mesmo quando são coreanos, se matam por “tradição cultural”, é isso? Quando eles pretendem exercer o seu estoque antropológico, saem massacrando pessoas?

Ainda bem que a gente é brasileiro, né?, livre, portanto, daquele horror. Temos muito a ensinar aos EUA sobre a índole pacífica dos nossos quadrúpedes.

Alô, Ali Kamel: who let the dogs out?

Eu sinto muita vergonha de pertencer, de algum modo, à mesma comunidade a que pertencem certos inteliquituais. Penso sempre em tomar outro banho. Mas sei que não adianta. No Brasil, morrem assassinadas, por ano, 50 mil pessoas, 36 mil das quais por arma de fogo. E, com efeito, comprar um revólver, dentro da lei, no Brasil, é uma dificuldade. Mas, como se sabe, pode ser adquirido em qualquer esquina. Leiam o trecho que copio de um relatório da ONU que, notem bem, quer a extinção das armas de fogo:

No contexto internacional, analisando os dados correspondentes a 57 países, para os quais contamos com informações sobre o tema, o Brasil, com uma taxa de 21,7 óbitos por armas de fogo em 100.000 habitantes, ocupa o segundo lugar, logo depois da Venezuela. Com esse índice o Brasil encontra-se bem distante, inclusive, de outros países onde impera uma ampla circulação de armas de fogo, como os EUA, que ostenta uma taxa de 10,3 mortes em 100.000 habitantes: menos da metade do Brasil. E bem mais distante ainda de países com conflitos armados, como Israel que, apesar do conflito com os palestinos, apresenta uma taxa de óbitos por armas de fogo oito vezes inferior à brasileira. Nossa taxa fica muito longe das de países como Cuba ou Irlanda (que beirando uma vítima de armas de fogo em cada 100.000 habitantes, resulta 21 vezes menor que a taxa brasileira). E muito, mas muito mais longe ainda das de Hong Kong, Coréia ou Japão, que com uma taxa de aproximadamente 0,1 mortes por armas de fogo em 100.000 habitantes, ostentam uma taxa 217 vezes menor que a brasileira! (íntegra aqui).

Mas e daí? Doutora Sandra não quer saber disso, não. O negócio dela não é analisar a tragédia ocorrida na Universidade da Virgínia. Sobre isso, ela não tem nada a dizer. Ela está lá para ser juíza do capitalismo e enfiar o dedo na cara dos americanos: “Vocês são os culpados pelos seus mortos”.

Alô, Ali Kamel! Who let the dogs out?

Pato sentado

Do portal OLAVO DE CARVALHO
Por OLAVO DE CARVALHO em 18 de abril de 2007

Vocês conhecem a expressão americana Sitting Duck? É o pato sentado, o alvo mais fácil até mesmo para o atirador inepto. As escolas da Virginia estão repletas de patos sentados, porque uma lei demagógica, maliciosa e, a rigor, criminosa, proíbe o porte de arma aos professores e funcionários em serviço nessas entidades e até aos pais de alunos que por ali transitem.

Qualquer maluco que deseje iniciar uma carnificina sabe qual é o lugar mais seguro onde montar o espetáculo. Se apontasse uma arma para um caixa do WalMart, para um garçom de restaurante ou para um vendedor de cachorro quente numa praça de Richmond, levaria chumbo de dez fregueses ao mesmo tempo.

Mas para que o sujeito há de correr esse risco, se logo na esquina há uma multidão de trouxas desarmados, entregues à sanha dos assassinos por legisladores iluminados? O massacre de anteontem foi na Virginia Tech, mas podia ter sido em qualquer outra instituição de ensino do “Old Dominion”.

Mais ou menos um ano atrás, a Assembléia Geral da Virginia vetou uma emenda legal que, voltando atrás no desarmamentismo insano, devolvia aos professores, funcionários e alunos devidamente qualificados o seu antigo direito de portar armas no local de trabalho e estudo.

Na ocasião, o representante da Virginia Tech , Larry Hinckler, disse em entrevista ao jornal Roanoke Times (tão fanaticamente desarmamentista quanto a Folha e o Globo) que estava muito feliz com a derrota da emenda: “Tenho a certeza de que a comunidade universitária está agradecida à Assembléia, porque sua decisão ajudará os pais, estudantes, professores e visitante a sentir-se seguros no nosso campus.” O resultado aí está.

As escolas têm sido há décadas um dos instrumentos principais de que se servem os agentes do globalismo para dissolver o tradicional espírito americano de altiva independência e implantar uma nova cultura em que o cidadão se torna cada vez mais indefeso, mais boboca, mais dependente da proteção estatal.

Até os anos 60, os EUA tinham as melhores escolas do mundo, e nenhum ministério da Educação. Desde a criação do ministério e da adoção dos “parâmetros curriculares” politicamente corretos ditados pela ONU, não só a qualidade da educação caiu formidavelmente, mas a delinqüência infanto-juvenil cresceu na mesma proporção.

Leiam, a respeito, The Deliberate Dumbing Down of America, de Charlotte Thomson Iserbit (Ravenna, Ohio, Conscience Press , 2001).

As provas que a autora aí apresenta são tantas, que a conclusão se segue inevitavelmente: crimes como os do jovem sul-coreano Cho Seung-Hui são o produto acabado de um longo e meticuloso esforço de engenharia social.
Muita gente por aqui reclama que os burocratas esquerdistas que dominam o sistema sistema oficial de ensino estão empenhados numa guerra cultural contra os EUA, destruindo a educação e a moral para em seguida atribuir os resultados medonhos de suas próprias ações à “lógica do sistema”. (C. T. - não se esqueçam de LENIN: xingue-os do que você é, atribua a eles o que você mesmo faz/fez. Ou seja, jogue sobre o outro a consequência de seus atos).

Na mídia de todos os países do mundo há sempre uma multidão de papagaios prontos para repetir esse chavão de propaganda. Na infalível Rede Globo, incumbiu-se disso uma psicóloga da PUC, Sandra Dias, segundo a qual o morticínio foi “um ato heróico” por voltar-se contra “o consumismo americano”.

Também não faltaram na mídia brasileira as ponderações de sempre sobre a “cultura americana da violência” – as quais, vindas de um país do Hemisfério Sul que é recordista mundial de assassinatos, equivalem moralmente e geograficamente a cuspir para cima .

Foro de São Paulo: A Internacional do Socialismo Petista

Do portal MOVIMENTO ENDIREITAR
Escrito por Wellington Moraes em
06 de maio de 2007

“O Socialismo Petista é parte da resolução aprovada no 7º Encontro Nacional, ocorrido entre 31 de maio e 3 junho de 1990, no Palácio de Convenções do Anhembi, em São Paulo, e reafirmado no 2º Congresso, realizado em Belo Horizonte, entre 24 e 28 de novembro de 1999”
(Epígrafe do documento O Socialismo Petista)

"Foi assim que nós pudemos atuar junto a outros países com os nossos companheiros do movimento social, dos partidos daqueles países, do movimento sindical, sempre utilizando a relação construída no Foro de São Paulo para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política". (Luiz Inácio Lula da Silva, Foro de São Paulo, 2005)


ImageA Internacional do Socialismo Petista se constituiu em julho de 1990. No momento em que desmoronou o socialismo soviético, o Partido dos Trabalhadores, PT, do Brasil, convocou em São Paulo o I Encontro. Nele se fizeram presentes os representantes de 48 partidos, organizações latino-americanas e do Caribe das mais diversas correntes do pensamento esquerdista. Socialistas, comunistas, marxistas, marxista-leninistas, nacional-socialistas stalinistas e maoístas encontraram uma tábua de salvação: o Foro de São Paulo (FSP). A proposta principal foi discutir uma "alternativa popular e democrática” (leia-se socialismo) ao neoliberalismo.

Naquele primeiro encontro a crise do modelo socialista soviético foi avaliada. As estratégias revolucionárias da esquerda latino-americana e do Caribe foram revistas. Além da luta pela renovação do pensamento esquerdista e do socialismo, também foram lançadas as bases para o avanço das propostas de uma unidade de ação das organizações antineoliberais na “luta antiimperialista e popular” por uma “sociedade justa”, “livre” e “soberana”, a exemplo de Cuba, da “República Popular” da China e da “República Popular Democrática” da Coréia do Norte.

No FSP foram definidas as bases de um novo conceito da unidade e da Integração Latino-Americana e do Caribe. Também se firmou o compromisso de solidariedade ativa, entre outros, com a Revolução Socialista Cubana.

No México, durante II o Encontro, o nome do Foro de São Paulo foi ratificado; estendeu-se a participação de organizações e partidos políticos do Canadá, dos Estados Unidos e da Europa. “Proletários de todos os países, uni-vos!”.

Em 1992, no III Encontro, em Manágua, capital Nicarágua, foi confirmada a abertura de “novas formas de luta contra o neoliberalismo”. Nesta ocasião o debate se concentrou em torno do "projeto alternativo" da esquerda latino-americana e das novas formas de integração dos povos da região. Concluiu-se que o capitalismo neoliberal havia agravado a situação da América Latina e que sua "perversidade estrutural" era a causa única de todas as dificuldades enfrentadas para consolidar as instituições políticas. O Totalitarismo Socialista gerado pela Revolução Cubana é um exemplo a ser seguido; já o “capitalismo neoliberal” precisa ser exterminado a qualquer custo, sob pena de um “fortalecimento do autoritarismo”.

ImageNo IV Encontro, Havana (1993), o FSP reafirmou a condenação do “bloqueio” (embargo) contra Cuba. Ratificou também o compromisso para continuar com a luta pela integração total e incondicional da Comunidade Latino-americana e do Caribe de Nações para o estabelecimento da União das Repúblicas Socialistas da América Latina (URSAL). Da mesma maneira que ficou constatada a ascensão da “mobilização social dos povos”, ficou ressaltada a necessidade de reconhecer e incorporar no pensamento programático a pluralidade étnica e cultural dos países, e a importância de lutar pela igualdade de gênero.

O V Encontro, realizado em Montevidéu (1995), registrou o aumento, a diversificação e o desenvolvimento das “lutas populares”, expressado através de greves, protestos, manifestações e bloqueio de estradas. Foi analisada, de maneira especial, a rebelião em Chiapas (sob direção do Exército Zapatista de Liberação Nacional, marxista-leninista, integrante do FSP) e caracterizada como uma “nova forma de expressão da luta pela democracia e o poder popular”.

Nesse mesmo sentido, para demonstrar sua solidariedade à Marcha do EZLN a Cidade do México (24/02/2001), o Grupo de Trabalho (GT) do FSP - contando com a "solidariedade ativa" da União Revolucionária Nacional Guerrilheira (URNG) da Guatemala, da Frente Sandinista de Liberação Nacional (FSLN) e da Frente Farabundo Martí para a Liberação Nacional (FMLN) - emitiu uma declaração para que o governo de Vicente Fox desse as garantias necessárias à marcha do EZLN; O Partido Comunista de Cuba e o Partido dos Trabalhadores de Brasil manifestaram a importância de que se aprove a lei de direitos indígenas no México.

O “capitalismo neoliberal” foi condenado novamente pelo tribunal revolucionário do FSP em El Salvador (1996), no VI Encontro. Desta vez restou comprovado que ele havia aumentado: “as contradições e conflitos entre o desenvolvimento econômico e a conservação do meio-ambiente”, “a concentração da riqueza” e “a desigualdade no desenvolvimento técnico-científico na humanidade”.

No VII Encontro realizado em 1997, Porto Alegre, Brasil, confirmaram a tendência de ascensão das lutas sociais. Neste encontro o FSP resolveu estabelecer mecanismos de coordenação e da discussão permanente com o propósito de contribuir com a esquerda latino-americana e caribenha liderando as “soluções políticas, econômicas e sociais alternativas" ao neoliberalismo (logicamente, o socialismo) e a globalização liberal. Reforçou a solidariedade à integração em “benefício dos povos” e no desenvolvimento com “justiça social e harmonia com a natureza”.

O Encontro seguinte, o VIII, realizado no México, em 1998, refletiu o “crescente apoio dos povos das esquerdas e dos progressistas”, a causa da “crise do modelo neoliberal” iniciado na Ásia, nos países chamados os “dragões do Pacífico”, crise que “golpeou parte do mundo europeu e da América Latina, em particular o México, o Brasil e a Argentina”.

Para os integrantes do FSP ficou mais evidente que a “crise neoliberal”, que “apenas começava a sair à superfície”, propiciava a busca de “saídas alternativas” (socialistas) que poderiam ser implementadas pela esquerda. Considerou-se que “não há nenhuma democracia sem política, sem partidos, sem sindicatos e movimentos sociais organizados”.

Durante IX Encontro, em 2000, novamente em Manágua, o décimo aniversário do FSP foi comemorado e reafirmou-se a "colaboração na luta dos povos latino-americanos e do Caribe”.

Em dezembro de 2001, novamente em Havana, logo após os ataques terroristas às Torres Gêmeas, aconteceu o X Encontro do FSP. A nova política militar dos Estados Unidos de “guerra preventiva” foi considerada “intolerante”, “racista”, “xenofóbica”, “criminosa” e “genocida”. O banimento do partido nacional-socialista Baath e a derrubada do regime totalitário iraquiano não foram vistos com bons olhos pelos membros FSP.

O XI Encontro feito Antigua, na Guatemala (2002), caracterizou a ordem internacional como injusta e de alto risco, já que o governo dos Estados Unidos com sua “unipolaridade militar” - embora a mídia tenha noticiado sobre a coalizão de 45 países que apoiavam a ação militar contra o Iraque - havia "colocado o mundo em guerra".

Debateram também as novas perspectivas abertas e o momento histórico favorável para a integração latino-americana e do Caribe e a implantação de “um modelo alternativo” (como não poderia deixar de ser... o socialismo). Com a eleição de Lula, presidente de honra e membro fundador do FSP, a expectativa do “acesso” (aparelhamento) ao Estado Brasileiro definiu a luta pela “democracia” e a "unidade do povo como um projeto estratégico do FSP".

ImageO XII Encontro foi realizado em São Paulo (2005), a 15 anos de sua fundação. Os balanços políticos, ano após ano, mostraram a crescente influência dos partidos do Foro de São Paulo na América Latina. Conclusão: as lutas deram frutos e ocorreu uma reconstrução política e social na América Latina e no Caribe, debilitando grandemente as “forças de direita”.

O documento base do XIII Encontro foi esboçado por uma comissão designada pelo GT do Foro de São Paulo. As seguintes organizações integraram esta comissão: o Partido dos Trabalhadores (Brasil), o Movimiento V República (Venezuela), a Frente Farabundo Martí (El Salvador) e o Partido da Revolucão Democrática (México).

Neste encontro, realizado em San Salvador, janeiro de 2007, a análise histórica da evolução do FSP concluiu que estamos presenciando “um novo período histórico”. Na nova realidade política regional as forças esquerdistas e socialistas devem atuar na ofensiva para aprofundar a “luta democrática”. Foi feito um balanço dos grandes avanços dos FSP na região e um dos pontos do debate analisou se estes avanços poderão lançar as bases para a construção do Socialismo do Século XXI.

Ficou evidente que o FSP deve contribuir para: 1 - impedir que as forças da direita e do “imperialismo” recuperem o controle político quase que totalmente perdido na região; 2 - defender os processos de “democracia revolucionária” em marcha; 3 - empregar toda sua força internacionalista e solidária com Cuba, os governos “democráticos” da esquerda e a “luta dos povos”.

No final do XIII Encontro foram emitidas 19 (dezenove) resoluções. Os seguintes países foram objetos de resoluções: El Salvador, Cuba, Porto Rico, Colômbia, Chile, Iraque, China, Guatemala e México. A sexta resolução pediu a desativação das bases militares dos EUA em todo o mundo e a dissolução da OTAN.

Leia a íntegra dos documentos do XIII Encontro do FSP:

http://forosaopaulo.fmln.org.sv/docs.htm

Revista MUNDOREAL: Leitura indispensável para a compreensão do Foro de São Paulo:

http://www.dcomercio.com.br/especiais/mundo_real/indice.htm

Referências:

http://forosaopaulo.fmln.org.sv
http://www.farcep.org
http://www.ezln.org
http://www.forosaopaulo.org
http://www.pt.org.br

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".