Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
Mostrando postagens com marcador jair bolsonaro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador jair bolsonaro. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Jair Bolsonaro e Jô Soares

Soares, um brasileiro para mim completamente inútil para o país, diz que não tem procuração do PT para defender o partido. Nem precisa. Uma das coisas que ele mais diz é "não sei...". É o método luliano que todos conhecemos. Agora me digam: pode um homem da mídia NÃO SABER que nenhum militar ficou rico durante os 20 anos do MOVIMENTO CÍVICO-PATRIÓTICO iniciado em 1964? 

As brincadeiras completamente fora de hora quando o deputado fala de coisas sérias é parte da estratégia de desinformação, estupidificação e acovardamento da população. Não é uma técnica brasileira, é milenar. Divirta o povo que eles esquecem de suas misérias. Circo neles!

Um homem inteligente TENTA aprender com outro homem. Mesmo que sua vida esteja absolutamente repleta de conhecimento sobre os mais variados assuntos, quanto mais o ser humano DECENTE aprende, melhor para ele e para todos. E o ser humano DIGNO se cala frente a assuntos que desconhece e afirma sua nulidade. Olavo de Carvalhho já disse que a resposta NÃO SEI é um dos momentos mais humanos que existem mas, como falei, só pode prestar-se a esta declaração a criatura que tem DIGNIDADE dentro de si.

Não acho que o deputado seja o ser humano ideal para lidar com a curriola do movimento revolucionário satanista. Não tenho nada contra ele mas me parece despreparado. Seria muito fácil ACABAR com todos os "argumentos" do nesta entrevista mas vá lá... Não foi nem um pouco ruim poder ver alguém com tutano enfrentar um microfonista como aquele. Vejam por exemplo quantas vezes o Jô brinca com o que diz o Bolsonaro fazendo a platéia rir de sua desgraça MAS em determinado momento fala para o deputado "você brinca com esta coisa séria???" É piada, não??? Se eu fosse o deputado exporia o Jô neste momento. E em outros mais. 

Vejam o que diz o que se diz gordo sobre o crime: "a certeza da punição capital não traz medo ao criminoso". Vejam só!!! Se assim fosse, devemos fazer o que, segundo o , para coibir o crime? Prender o cara? Se o cara não tem medo de ser morto pelo Estado, teria medo de ficar preso por qual motivo? Já pensaram nisto? O criminoso, segundo o , não tem medo de morrer e por isto a pena capital não deve existir! Prendamos o cara apenas! Isto que acontece no Brasil, esta certeza da não-punição (capital ou não, todo bandido sabe que com alguns reais ele se livra de qualquer cadeia) é NO MÍNIMO dar ao crime um abaixo-assinado dizendo "pode fazer o que quiser, meu amigo bandido, nem armas a população tem...".

Vejam vocês mesmos a entrevista do deputado Jair Bolsonaro do PP ao "idiota útil ao movimento comunista/satanista" Soares.





sábado, 25 de outubro de 2008

Dá na DePUTADA, Bolsonaro!!! Nominho da (CLARO!!!) petista: MARIA DO ROSÁRIO



É o método esquerdista tradicional: criar a situação e depois bancar de vítima indignada. É uma técnica VELHA, não se pode cair nisto. Ela atribuiu um crime ao Deputado Bolsonaro, ele a ofendeu EM RESPOSTA. A ofensa em resposta à atribuição de um crime não tem NADA de errado, nem mesmo na Justiça. Não sabemos (eu pelo menos não sei) se ela é ou não vagabunda mas sei de uma coisa: este vexame, esta indignação da PETISTA é farsa, é teatro para a televisão e contra o Bolsonaro. Tomara que ele saiba disto tudo que escrevi (nota: não que eu seja lá algum especialista ou inteligente ou gênio, não estou dizendo isto de mim. Estou fazendo uma observação óbvia mas que foge de quase todos (entre as exceções estão meus internautas)). Quem fica ofendido com mentiras mostra que a ofensa pode ter lá seu eco no real... E se assim for...

Mas vamos fazer o seguinte agora. Vamos ver quem é a PETISTA. 

Maria do Rosário e seus amigos:




domingo, 10 de agosto de 2008

O discurso do Deputado Jair Bolsonaro: curto, grosso e direto na fuça

Enviado por e-mail

CLIQUE AQUI E VOTE CONTRA A LEI QUE VAI ACABAR COM A LIBERDADE NA INTERNET BRASILEIRA


"O SR. JAIR BOLSONARO (PP-RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, aproveitando esse breve recesso, o Ministro desocupado Tarso Genro resolveu abrir suas baterias contra as Forças Armadas, o Exército Brasileiro e, em especial, contra o Coronel Brilhante Ustra.

Um comentário e uma foto (C.T. - a foto eu não tenho). Primeiro o comentário.

Quando eclodiu a gloriosa revolução democrática, em 31 de março de 1964, o garoto Tarso Genro se auto-exilou no Uruguai, dadas as peripécias que fazia na faculdade em Santa Maria. Depois de algum tempo, resolveu voltar ao Brasil, já que ninguém clamava por ele. Por meio de seu pai, Odelmo Genro, procurou o advogado José Augusto Brilhante Ustra, irmão do Coronel Brilhante Ustra.

O advogado Brilhante Ustra foi buscar no Uruguai o garoto inconseqüente Tarso Genro e o levou para Porto Alegre, apresentando-o ao Coronel do Exército Athos Teixeira, então Secretário de Segurança. O Coronel Athos Teixeira confortou o garoto inconseqüente Tarso Genro, recomendando-lhe que continuasse sua vida de estudante no Brasil, porque não seria preso, nem molestado. E mais ainda: encaminhou-o para cursar o CPOR em Santa Maria. Teria dito ainda que lá ele aprenderia a ser homem e quem sabe conseguiria um pouco de responsabilidade.

Tarso Genro cursou o CPOR em Santa Maria, foi declarado Aspirante Oficial do Exército na Arma de Artilharia e seguiu sua vida. Vale lembrar, repito, o advogado José Augusto Brilhante Ustra, irmão do Coronel Brilhante Ustra, que hoje o Ministro desocupado, Tarso Genro, quer processar, acusando-o de tortura. E o Coronel Brilhante Ustra é irmão do advogado que o trouxe do Uruguai. Logicamente, trata-se de uma prova de gratidão de sua raça.

Tenho uma foto aqui do garoto Tarso Genro, inconseqüente, na fase dos 40 anos de idade, ao lado de honrados Generais do Exército brasileiro, muitos dos quais ele acusa de torturadores.

Fica a grande, dúvida meus companheiros: seria Tarso Genro um lambe-botas ou um borra-botas? Ou será que as duas alternativas estão corretas?

Quando ele fala em processar por tortura, que processe a Dilma Rousseff, o Fernando Gabeira, o Franklin Martins, que são seqüestradores. Quando fala em recuperar recursos para pagar anistiados dos proventos de Brilhante Ustra, que busque dinheiro do Carlos Minc, que com a Dilma Rousseff roubou da casa da senhora do Adhemar de Barros, no Rio de Janeiro, 3 milhões de dólares.

Tarso Genro, se quer procurar ladrões, procure no seu Governo, porque em 20 anos de governo militar não temos um cabo, um sargento, um capitão, um coronel ou um general rico. E nesse bando que está ao seu lado todos estão riquíssimos, roubando e saqueando os cofres do contribuinte em nosso País.

Tarso Genro, aprenda a ser homem, antes que a vida o leve.
"

domingo, 25 de maio de 2008

Os homens certos no lugar certo

Do portal OLAVO DE CARVALHO
Por Olavo de Carvalho, 19 de maio de 2008

Chamar o sr. Tarso Genro de terrorista e mentiroso, como o fez o deputado Jair Bolsonaro no memorável dia 15 de maio, é uma simples questão de rigor histórico.

Quanto ao primeiro desses qualificativos, o ministro, que participou ativamente de uma organização dedicada a atentados e homicídios – sob a desculpa de lutar contra uma ditadura que ele chamava de assassina mas colocando-se a serviço de outra ditadura incomparavelmente mais assassina –, continua alardeando sua fidelidade ao marxismo, doutrina explicitamente terrorista. Por definição, o porta-voz de uma doutrina terrorista é terrorista, mesmo depois que a idade e as circunstâncias o dispensaram da parte mais grosseira e suja do serviço.

Se o sr. Genro afirma que as práticas terroristas já não se justificam no presente quadro, é manifesto que tem em vista a mera questão da oportunidade tática, excluindo in limine qualquer condenação moral ao terrorismo em si; e é igualmente claro que mesmo sua restrição tática só se aplica ao Brasil, não a outros países da América Latina, de vez que até o momento nem ele, nem o governo que ele representa, nem o partido que os colocou no poder abjuraram jamais da declaração de apoio aos métodos terroristas das Farc, assinada em 2002 no Foro de São Paulo pelo sr. Lula da Silva, declaração que, para cúmulo de cinismo, rotulava de “terrorista”, isto sim, o combate movido contra a narcoguerrilha pelo Exército da Colômbia.

A qualificação de “ex-terrorista”, que a mídia adotou para embelezar a folha corrida de indivíduos como o sr. Genro, é artificiosa e descabida como o seria a de “ex-assassino”. Uma organização terrorista, por definição, não se compõe só dos paus-mandados que colocam bombas em locais onde elas inevitavelmente matarão transeuntes inocentes; nem só dos pistoleiros que armam tocaias para balear gente pelas costas; nem só dos heróicos assaltantes que, de metralhadora em punho, fazem tremer pálidas funcionárias de bancos. Uma organização terrorista é uma hierarquia camuflada e sutil que sobe desde esses bas-fonds até os altos postos da administração, da mídia e da diplomacia, de onde se estende sobre ela o manto protetor das meias-palavras e das desconversas, exatamente como os agentes políticos do Foro de São Paulo em Brasília fazem com as Farc, o MIR chileno e outras gangues de assassinos, seqüestradores e narcotraficantes. Se um soldado é dispensado da batalha, mas removido para posto administrativo, ele não foi para a reserva: está na ativa. Não é um ex-soldado, é um soldado. Se um terrorista já não tem de dar tiros e soltar bombas, mas continua mesclado à rede política que dá proteção ao terrorismo, não é um ex-terrorista: é um terrorista. Servindo ao governo do Foro de São Paulo, o sr. Genro é uma das peças fundamentais da mais imensa máquina terrorista que já existiu no continente. E é claro que por dentro ele se orgulha disso, desprezando e odiando aqueles que vêem aí algum motivo de desonra. Quando ele foi obrigado a ouvir calado as palavras verazes do deputado Bolsonaro, foi de cabeça baixa, mas não de vergonha, e sim de raiva, que ele se submeteu a esse humilhante ritual democrático do qual, como membro ilustre da Nomenklatura , estaria dispensado em Cuba ou na Coréia do Norte. E a raiva mal contida explodiu logo no dia seguinte, fazendo desabar sobre a pessoa do coronel Brilhante Ustra todo o insaciável desejo de vingança, todo o ressentimento insano que os terroristas de Brasília têm contra os militares que preferiram continuar servindo ao Brasil em vez de alistar-se nas tropas revolucionárias de Cuba.

Quanto ao qualificativo de mentiroso, qual outro caberia ao representante de um governo que, tentando ceder um Estado inteiro da Federação aos poderes internacionais, o faz não somente contornando como um ladrão furtivo a autoridade soberana do Congresso, mas usando como pretexto “científico” para a doação um laudo antropológico falso, assinado com nomes de pessoas que nem mesmo sabiam da sua existência?

O pronunciamento do deputado Bolsonaro só pecou por incompletude, que a brevidade explica. Primeiro, não é só o ministro Genro que é terrorista e mentiroso. O governo Lula está repleto deles. Segundo, esses indivíduos não são só terroristas e mentirosos: são traidores do Brasil, mercadores da soberania nacional. Subiram ao poder para doar Roraima aos globalistas, a Petrobrás à Bolívia, Itaipu ao Paraguai, as favelas do Rio às Farc e, por toda parte, terras produtivas à Via Campesina. Nenhum brasileiro lhes deve respeito. O simples fato de alguém como o general Heleno, o deputado Bolsonaro ou até um zé-ninguém como eu lhes dirigir a palavra já é honra que não merecem. Não digo que o lugar deles seja a cadeia, onde há delinqüentes recuperáveis. Nem o cemitério, onde repousam defuntos virtuosos. Nem o lixo, que pode ser reciclado. Não, não há no mundo um espaço apropriado para eles. Talvez somente o inferno os abrigasse. Foi por isso que criaram o Foro de São Paulo. Cada um deles é agora o homem certo no lugar certo.

wibiya widget

A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".