Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Jair Bolsonaro e Jô Soares
As brincadeiras completamente fora de hora quando o deputado fala de coisas sérias é parte da estratégia de desinformação, estupidificação e acovardamento da população. Não é uma técnica brasileira, é milenar. Divirta o povo que eles esquecem de suas misérias. Circo neles!
Um homem inteligente TENTA aprender com outro homem. Mesmo que sua vida esteja absolutamente repleta de conhecimento sobre os mais variados assuntos, quanto mais o ser humano DECENTE aprende, melhor para ele e para todos. E o ser humano DIGNO se cala frente a assuntos que desconhece e afirma sua nulidade. Olavo de Carvalhho já disse que a resposta NÃO SEI é um dos momentos mais humanos que existem mas, como falei, só pode prestar-se a esta declaração a criatura que tem DIGNIDADE dentro de si.
Não acho que o deputado seja o ser humano ideal para lidar com a curriola do movimento revolucionário satanista. Não tenho nada contra ele mas me parece despreparado. Seria muito fácil ACABAR com todos os "argumentos" do Jô nesta entrevista mas vá lá... Não foi nem um pouco ruim poder ver alguém com tutano enfrentar um microfonista como aquele. Vejam por exemplo quantas vezes o Jô brinca com o que diz o Bolsonaro fazendo a platéia rir de sua desgraça MAS em determinado momento fala para o deputado "você brinca com esta coisa séria???" É piada, não??? Se eu fosse o deputado exporia o Jô neste momento. E em outros mais.
Vejam o que diz o que se diz gordo sobre o crime: "a certeza da punição capital não traz medo ao criminoso". Vejam só!!! Se assim fosse, devemos fazer o que, segundo o Jô, para coibir o crime? Prender o cara? Se o cara não tem medo de ser morto pelo Estado, teria medo de ficar preso por qual motivo? Já pensaram nisto? O criminoso, segundo o Jô, não tem medo de morrer e por isto a pena capital não deve existir! Prendamos o cara apenas! Isto que acontece no Brasil, esta certeza da não-punição (capital ou não, todo bandido sabe que com alguns reais ele se livra de qualquer cadeia) é NO MÍNIMO dar ao crime um abaixo-assinado dizendo "pode fazer o que quiser, meu amigo bandido, nem armas a população tem...".
Vejam vocês mesmos a entrevista do deputado Jair Bolsonaro do PP ao Jô "idiota útil ao movimento comunista/satanista" Soares.
sábado, 25 de outubro de 2008
Dá na DePUTADA, Bolsonaro!!! Nominho da (CLARO!!!) petista: MARIA DO ROSÁRIO
domingo, 10 de agosto de 2008
O discurso do Deputado Jair Bolsonaro: curto, grosso e direto na fuça
CLIQUE AQUI E VOTE CONTRA A LEI QUE VAI ACABAR COM A LIBERDADE NA INTERNET BRASILEIRA
"O SR. JAIR BOLSONARO (PP-RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, aproveitando esse breve recesso, o Ministro desocupado Tarso Genro resolveu abrir suas baterias contra as Forças Armadas, o Exército Brasileiro e, em especial, contra o Coronel Brilhante Ustra.
Um comentário e uma foto (C.T. - a foto eu não tenho). Primeiro o comentário.
Quando eclodiu a gloriosa revolução democrática, em 31 de março de 1964, o garoto Tarso Genro se auto-exilou no Uruguai, dadas as peripécias que fazia na faculdade em Santa Maria. Depois de algum tempo, resolveu voltar ao Brasil, já que ninguém clamava por ele. Por meio de seu pai, Odelmo Genro, procurou o advogado José Augusto Brilhante Ustra, irmão do Coronel Brilhante Ustra.
O advogado Brilhante Ustra foi buscar no Uruguai o garoto inconseqüente Tarso Genro e o levou para Porto Alegre, apresentando-o ao Coronel do Exército Athos Teixeira, então Secretário de Segurança. O Coronel Athos Teixeira confortou o garoto inconseqüente Tarso Genro, recomendando-lhe que continuasse sua vida de estudante no Brasil, porque não seria preso, nem molestado. E mais ainda: encaminhou-o para cursar o CPOR em Santa Maria. Teria dito ainda que lá ele aprenderia a ser homem e quem sabe conseguiria um pouco de responsabilidade.
Tarso Genro cursou o CPOR em Santa Maria, foi declarado Aspirante Oficial do Exército na Arma de Artilharia e seguiu sua vida. Vale lembrar, repito, o advogado José Augusto Brilhante Ustra, irmão do Coronel Brilhante Ustra, que hoje o Ministro desocupado, Tarso Genro, quer processar, acusando-o de tortura. E o Coronel Brilhante Ustra é irmão do advogado que o trouxe do Uruguai. Logicamente, trata-se de uma prova de gratidão de sua raça.
Tenho uma foto aqui do garoto Tarso Genro, inconseqüente, na fase dos 40 anos de idade, ao lado de honrados Generais do Exército brasileiro, muitos dos quais ele acusa de torturadores.
Fica a grande, dúvida meus companheiros: seria Tarso Genro um lambe-botas ou um borra-botas? Ou será que as duas alternativas estão corretas?
Quando ele fala em processar por tortura, que processe a Dilma Rousseff, o Fernando Gabeira, o Franklin Martins, que são seqüestradores. Quando fala em recuperar recursos para pagar anistiados dos proventos de Brilhante Ustra, que busque dinheiro do Carlos Minc, que com a Dilma Rousseff roubou da casa da senhora do Adhemar de Barros, no Rio de Janeiro, 3 milhões de dólares.
Tarso Genro, se quer procurar ladrões, procure no seu Governo, porque em 20 anos de governo militar não temos um cabo, um sargento, um capitão, um coronel ou um general rico. E nesse bando que está ao seu lado todos estão riquíssimos, roubando e saqueando os cofres do contribuinte em nosso País.
Tarso Genro, aprenda a ser homem, antes que a vida o leve."
domingo, 25 de maio de 2008
Os homens certos no lugar certo
Do portal OLAVO DE CARVALHOPor Olavo de Carvalho, 19 de maio de 2008
Chamar o sr. Tarso Genro de terrorista e mentiroso, como o fez o deputado Jair Bolsonaro no memorável dia 15 de maio, é uma simples questão de rigor histórico.
Quanto ao primeiro desses qualificativos, o ministro, que participou ativamente de uma organização dedicada a atentados e homicídios – sob a desculpa de lutar contra uma ditadura que ele chamava de assassina mas colocando-se a serviço de outra ditadura incomparavelmente mais assassina –, continua alardeando sua fidelidade ao marxismo, doutrina explicitamente terrorista. Por definição, o porta-voz de uma doutrina terrorista é terrorista, mesmo depois que a idade e as circunstâncias o dispensaram da parte mais grosseira e suja do serviço.
Se o sr. Genro afirma que as práticas terroristas já não se justificam no presente quadro, é manifesto que tem em vista a mera questão da oportunidade tática, excluindo in limine qualquer condenação moral ao terrorismo em si; e é igualmente claro que mesmo sua restrição tática só se aplica ao Brasil, não a outros países da América Latina, de vez que até o momento nem ele, nem o governo que ele representa, nem o partido que os colocou no poder abjuraram jamais da declaração de apoio aos métodos terroristas das Farc, assinada em 2002 no Foro de São Paulo pelo sr. Lula da Silva, declaração que, para cúmulo de cinismo, rotulava de “terrorista”, isto sim, o combate movido contra a narcoguerrilha pelo Exército da Colômbia.
A qualificação de “ex-terrorista”, que a mídia adotou para embelezar a folha corrida de indivíduos como o sr. Genro, é artificiosa e descabida como o seria a de “ex-assassino”. Uma organização terrorista, por definição, não se compõe só dos paus-mandados que colocam bombas em locais onde elas inevitavelmente matarão transeuntes inocentes; nem só dos pistoleiros que armam tocaias para balear gente pelas costas; nem só dos heróicos assaltantes que, de metralhadora em punho, fazem tremer pálidas funcionárias de bancos. Uma organização terrorista é uma hierarquia camuflada e sutil que sobe desde esses bas-fonds até os altos postos da administração, da mídia e da diplomacia, de onde se estende sobre ela o manto protetor das meias-palavras e das desconversas, exatamente como os agentes políticos do Foro de São Paulo em Brasília fazem com as Farc, o MIR chileno e outras gangues de assassinos, seqüestradores e narcotraficantes. Se um soldado é dispensado da batalha, mas removido para posto administrativo, ele não foi para a reserva: está na ativa. Não é um ex-soldado, é um soldado. Se um terrorista já não tem de dar tiros e soltar bombas, mas continua mesclado à rede política que dá proteção ao terrorismo, não é um ex-terrorista: é um terrorista. Servindo ao governo do Foro de São Paulo, o sr. Genro é uma das peças fundamentais da mais imensa máquina terrorista que já existiu no continente. E é claro que por dentro ele se orgulha disso, desprezando e odiando aqueles que vêem aí algum motivo de desonra. Quando ele foi obrigado a ouvir calado as palavras verazes do deputado Bolsonaro, foi de cabeça baixa, mas não de vergonha, e sim de raiva, que ele se submeteu a esse humilhante ritual democrático do qual, como membro ilustre da Nomenklatura , estaria dispensado em Cuba ou na Coréia do Norte. E a raiva mal contida explodiu logo no dia seguinte, fazendo desabar sobre a pessoa do coronel Brilhante Ustra todo o insaciável desejo de vingança, todo o ressentimento insano que os terroristas de Brasília têm contra os militares que preferiram continuar servindo ao Brasil em vez de alistar-se nas tropas revolucionárias de Cuba.
Quanto ao qualificativo de mentiroso, qual outro caberia ao representante de um governo que, tentando ceder um Estado inteiro da Federação aos poderes internacionais, o faz não somente contornando como um ladrão furtivo a autoridade soberana do Congresso, mas usando como pretexto “científico” para a doação um laudo antropológico falso, assinado com nomes de pessoas que nem mesmo sabiam da sua existência?
O pronunciamento do deputado Bolsonaro só pecou por incompletude, que a brevidade explica. Primeiro, não é só o ministro Genro que é terrorista e mentiroso. O governo Lula está repleto deles. Segundo, esses indivíduos não são só terroristas e mentirosos: são traidores do Brasil, mercadores da soberania nacional. Subiram ao poder para doar Roraima aos globalistas, a Petrobrás à Bolívia, Itaipu ao Paraguai, as favelas do Rio às Farc e, por toda parte, terras produtivas à Via Campesina. Nenhum brasileiro lhes deve respeito. O simples fato de alguém como o general Heleno, o deputado Bolsonaro ou até um zé-ninguém como eu lhes dirigir a palavra já é honra que não merecem. Não digo que o lugar deles seja a cadeia, onde há delinqüentes recuperáveis. Nem o cemitério, onde repousam defuntos virtuosos. Nem o lixo, que pode ser reciclado. Não, não há no mundo um espaço apropriado para eles. Talvez somente o inferno os abrigasse. Foi por isso que criaram o Foro de São Paulo. Cada um deles é agora o homem certo no lugar certo.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Precisamos de políticos que falem (seria melhor ainda se fizessem alguma coisa, falar é fácil)
terça-feira, 8 de abril de 2008
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Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
