Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Por Gaúcho/Gabriela em sábado, 16 de Fevereiro de 2008
Procure pela internet. O material contra a Halliburton é farto nos sites de esquerda do mundo inteiro, inclusive no Portal Vermelho do PC do B. O discurso é repetido ad nauseum:
“O coração de Bush pulsa dentro do gabinete da Halliburton (a empresa que mata criancinhas do Iraque). Essa imagem está colocada pelos esquerdopatas do mundo inteiro que afirmam, ainda, que o coração de Bush também pulsa dentro Exxon – aquela empresa que está fazendo ajoelhar a estatal PVDSA da Venezuela. A Halliburton (envolvida do roubo da Petrobrás), também presta serviços à estatal petrolífera da Venezuela.
Tanto a Halliburton quanto a Exxon, segundo os “perseguidos vermelhos”, fazem parte do cartel de Bush - a corriola da Casa Branca – que vive conspirando contra o Chávez e toda América Latina. Aliás, a doença paranóica desses esquerdopatas que se sentem os eternos alvos da perseguição imperialista. Ora, "teje" dó!
Mas, vamos ao que interessa: O ROUBO (???) DA PETROBRÁS. Eis, alguns fatos interessantes:
GRAVE CRISE FINANCEIRA DA PVDSA DA VENEZUELA
Revista THE ECONOMIST
Segundo uma publicação da conceituada revista The Economist, a PDVSA atravessa uma complicadíssima situação financeira, agravada pela disputa com a americana Exxon. A situação da estatal venezuelana piorou MUITO nas últimas semanas, em razão do conflito com a norte-mericana, que sofreu duas demandas pela nacionalização de hidrocarbonetos impostas pelo caudilho caribenho. A Justiça ordenou o congelamento dos ativos de PDVSA por U$ 12 milhões a pedido da Exxon Mobil. Um ex-diretor da OPEP, Elie Habalian, afirmou que PDVSA "se desmanchará em pedaços no momento em que o preço do petróleo baixar ao nível real; e, a menos que o curso desta situação se altere, o mesmo deverá ocorrer com o governo de Chávez". Leia o material completo aqui, no INFOBAE.COM
PETRÓLEO DA PDVSA ESTÁ SEM COMPRADOR
Da Redação do Estado de São Paulo
A estatal venezuelana PDVSA está com dificuldades de encontrar compradores para o petróleo que deixou de fornecer à ExxonMobil, segundo participantes do mercado. A estatal venezuelana PDVSA está com dificuldades de encontrar compradores para o petróleo que deixou de fornecer à ExxonMobil, segundo participantes do mercado. Após suspender o fornecimento para a Exxon, em meio a uma disputa judicial, a PDVSA reteve quatro carregamentos de petróleo destinados à companhia na Costa do Golfo, nos EUA, segundo um operador que pediu anonimato. A estatal também está tentando conseguir um navio-tanque para armazenar o petróleo excedente. "Esse não é um petróleo desejável", disse o corretor. "Não há um grande mercado para esse produto (pesado e ácido)."
A QUEM INTERESSA O ROUBO?
Revista ISTOÉ – Por Francisco Alves Filho
A especulação é do geólogo Giuseppe Bacoccoli, professor da Coordenação de Programas de Pós-Graduação em Engenharia (COPPE), da UFRJ. Muitas empresas internacionais, segundo ele, vendem relatórios feitos a partir de informações “obtidas de formas não usuais, lícitas ou não”. O material furtado poderia render uns R$ 20 milhões se transformado em relatórios a serem vendidos a empresas do setor concorrentes da Petrobras. A especulação é do geólogo Giuseppe Bacoccoli, professor da Coordenação de Programas de Pós-Graduação em Engenharia (COPPE), da UFRJ. Muitas empresas internacionais, segundo ele, vendem relatórios feitos a partir de informações “obtidas de formas não usuais, lícitas ou não”. A própria Petrobras, diz o especialista, compra relatórios semelhantes para alimentar seu banco de dados nas unidades internacionais.
QUAL É O TRABALHO DA HALLBURTON NO BRASIL?
A Halliburton faz para a Petrobras um trabalho de perfilagem dos poços, ou seja, à medida que os poços vão sendo perfurados, a empresa pega amostras de rochas e traça um perfil do poço, "como se fosse um corte que vai mostrando o tipo de rocha que existe em cada camada". O trabalho leva cerca de dois meses. Depois de pronto, é entregue para os técnicos da Petrobras, que analisam e especificam a melhor estratégia para a produção.
OS ROUBOS SÃO FREQUENTES. GENERAL JORGE FELIX, EM ENTREVISTA AO GLOBO, NO FIM DE 2007
O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Jorge Félix, revelou que Embraer e Petrobras, entre outras, têm sido alvo freqüente de espionagem não só por parte de outras empresas, mas até de governos estrangeiros. Segundo o general, este é um dos motivos que o levaram a propor a ampliação dos poderes de investigação da Abin. Obs:. Atente para a data da declaração do general.
POR QUE SÓ AGORA, O ROUBO VIROU UMA QUESTÃO DE ESTADO?
O Planalto encara como questão de Estado o caso do furto de computadores da Petrobras com informações sigilosas e estratégicas da companhia. Por isso, transferiu a investigação para a cúpula da Polícia Federal. Uma das hipóteses é que não se trate só de espionagem industrial, mas de obra de quadrilha internacional especializada em vender dados sigilosos especializada em obter informações sigilosas para vendê-las a governos ou empresas.
PAREM AS LICITAÇÕES!
O governo federal manterá suspensas as licitações para a exploração das reservas dos campos de Tupi e Júpiter até que o furto seja esclarecido. As concorrências para a exploração das duas regiões foram canceladas quando a Petrobras divulgou que havia um megacampo de petróleo na camada pré-sal na Bacia de Santos. O Luiz Inácio que já sabia do furto, não comentou o episódio.
PARA PENSAR:
Vocês viram. Segundo as reportagens da revista The Economist e do Estadão: 1) “Hugo Chávez quebrou a PVDSA e vai se arrebentar também”, e 2) “PVDSA não tem compradores para o petróleo da estatal”.
ELOCUBRAÇÕES:
Pela lógica, os dados terão sido levados por quem se interessa em perfurar a Bacia de Santos. Alguém, portanto, que, nos próximos leilões, terá grande vantagem em relação aos concorrentes, certo?
Ou terá sido apenas uma forçada de barra em cima de Washington. Uma ameaça velada de rompimento contratual com a Hallburton, para tentar que a Exxon amenize seus termos com o companheiro quebrado da Venezuela?
Ou, talvez, criar um fato grave que justifique o rompimento com a norte-americana e, quem sabe, contratar alguma concorrente que ofereça “melhores condições” per tutti mondi? (Venezuela e Brasil)
Vai saber! O fato é que a PVDSA está de bico aberto, necessitando urgentemente de um “chapolim colorado”. O Chávez já ameaçou o quanto pode a Exxon e nada conseguiu. Continua indo a pique com uma dívida impagável à norte-americana.
Quem sabe, com este roubo, não surja o tal “fato novo” (o qual mencionou o ex-diretor da OPEP) que possa livrar o escalpo do Chávez? Afinal, por trás dele existe uma revoluçãozinha para toda América Latina. A companheirada serve pra que?
O negócio é ficar de olho em quem vai se beneficiar com este inusitado roubo da Petrobras. O governo afirma que isto não pode ser tratado como mero “roubo de carga”, muito embora a estatal tenha dado tratamento de “mera carga” para os seus dados sigilosos.
O Lula devia tratar dessas questões de SEGURANÇA NACIONAL, com o mesmo afinco com que defende o “sigilo” de seus cartões corporativos, sob alegação de “segurança nacional”.
Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Roubo na Petrobrás é muito Estranho
Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Por Gaúcho/Gabriela em sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008
A Polícia Federal está investigando suposto furto de informações sigilosas da Petrobras. Um disco rígido e dois computadores portáteis que supostamente continham dados sobre as novas descobertas de petróleo da Petrobras teriam sido furtados no início deste mês no percurso entre uma plataforma da Petrobras, em Campos, e uma sede da empresa, em Macaé, ambos no Rio de Janeiro. Comentário do blog Democratas: "Estranho, muito estranho"...
PERGUNTAS QUE NÃO QUEREM CALAR:
A PRIMEIRA é de Carla de Melo Dolinski, Diretora interina da Delegacia de Macaé, que está investigando o tal furto da Petrobrás:
"A Petrobras não esclareceu por que botou informação estratégica dentro de um contêiner. Eu gostaria de saber. Não acho que seja estranho, não quero especular. É comum? Eu quero saber qual é o procedimento da Petrobras."
Disse ainda a delegada: “uma das coisas que intrigam é que a única ligação oficial da Petrobras com o caso é o registro na PF. Tudo o mais (dependências, contêiner e material furtado) pertence à Halliburton. Se um funcionário seu não tivesse dado queixa à polícia, o envolvimento da estatal seguiria em segredo. A única coisa que vincula a Petrobras são as informações, porque o HD e os notebooks são de propriedade da Halliburton. A Petrobras só alega que havia informações relevantes ali dentro, mas ainda não disse por que colocou lá." – Fola de São Paulo
MAIS PERGUNTAS:
ESTA é de um delegado da Polícia Federal ontem a noite em restaurante no Leblon: "- Gente. O que é isso. “Estão brincando. Informações sigilosas estarem disponíveis na memória imediata de um notebook??? Ou não eram informações sigilosas, ou foram colocadas ali para serem roubadas. Quem da Petrobrás colocou ali ? Informações sigilosas ficam arquivadas em memória eletrônica remota, com acesso exclusivamente por senhas muito reservadas e muito seletivas. Como um sistema desses deve ser aprovado centralmente, que Diretor vai cair ? Ou... tudo bem." (publicado com autorização dele) - Do Blog do César Maia.
COMENTÁRIO:
Para variar esta é mais dessas notícias, sem nexo, jogadas na imprensa para fazer barulho. Este suposto roubo foi registrado há 14 dias e, só hoje, estourou nas páginas dos jornais. Como se trata de uma estatal apetralhada até o osso, obviamente que não devemos perder tempo elocubrando sobre a “morte da bezerra”. A única coisa que podemos ter certeza, é que não dá para levá-los a sério. Aí, tem!
Por Gaúcho/Gabriela em sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008
A Polícia Federal está investigando suposto furto de informações sigilosas da Petrobras. Um disco rígido e dois computadores portáteis que supostamente continham dados sobre as novas descobertas de petróleo da Petrobras teriam sido furtados no início deste mês no percurso entre uma plataforma da Petrobras, em Campos, e uma sede da empresa, em Macaé, ambos no Rio de Janeiro. Comentário do blog Democratas: "Estranho, muito estranho"...
PERGUNTAS QUE NÃO QUEREM CALAR:
A PRIMEIRA é de Carla de Melo Dolinski, Diretora interina da Delegacia de Macaé, que está investigando o tal furto da Petrobrás:
"A Petrobras não esclareceu por que botou informação estratégica dentro de um contêiner. Eu gostaria de saber. Não acho que seja estranho, não quero especular. É comum? Eu quero saber qual é o procedimento da Petrobras."
Disse ainda a delegada: “uma das coisas que intrigam é que a única ligação oficial da Petrobras com o caso é o registro na PF. Tudo o mais (dependências, contêiner e material furtado) pertence à Halliburton. Se um funcionário seu não tivesse dado queixa à polícia, o envolvimento da estatal seguiria em segredo. A única coisa que vincula a Petrobras são as informações, porque o HD e os notebooks são de propriedade da Halliburton. A Petrobras só alega que havia informações relevantes ali dentro, mas ainda não disse por que colocou lá." – Fola de São Paulo
MAIS PERGUNTAS:
ESTA é de um delegado da Polícia Federal ontem a noite em restaurante no Leblon: "- Gente. O que é isso. “Estão brincando. Informações sigilosas estarem disponíveis na memória imediata de um notebook??? Ou não eram informações sigilosas, ou foram colocadas ali para serem roubadas. Quem da Petrobrás colocou ali ? Informações sigilosas ficam arquivadas em memória eletrônica remota, com acesso exclusivamente por senhas muito reservadas e muito seletivas. Como um sistema desses deve ser aprovado centralmente, que Diretor vai cair ? Ou... tudo bem." (publicado com autorização dele) - Do Blog do César Maia.
COMENTÁRIO:
Para variar esta é mais dessas notícias, sem nexo, jogadas na imprensa para fazer barulho. Este suposto roubo foi registrado há 14 dias e, só hoje, estourou nas páginas dos jornais. Como se trata de uma estatal apetralhada até o osso, obviamente que não devemos perder tempo elocubrando sobre a “morte da bezerra”. A única coisa que podemos ter certeza, é que não dá para levá-los a sério. Aí, tem!
Factóide, sabotagem, pirataria ou especulação?
Do portal ALERTA TOTALPor Jorge Serrão em domingo 17 de fevereiro de 2008
Especuladores internacionais das principais bolsas de valores querem realmente ter certeza de que são verdadeiras as informações sobre as recentes descobertas dos mega-campos petrolíferos Tupi e Júpiter – anunciadas, com todo alarde, por um desgoverno sem a menor credibilidade. Os mesmos “investidores” querem saber se existe ou não tecnologia disponível para explorar tais campos em altas profundidades e sob gigantesca camada de sal. Eis as únicas certezas de espertos lobistas do setor empresarial e político brasileiro. A veracidade sobre tais informações vai ditar o ritmo de valorização das ações da Petrobrás. Este é o único fato que realmente interessa aos mega-especuladores.
Os blocos BM-S-11 (Tupi), com reservas gigantes de petróleo, e BM-S-24 (Júpiter), com gás natural, descobertos pela Petrobras em águas ultraprofundas na Bacia de Santos, ficam no território do Rio de Janeiro, segundo estudos preliminares da Agência Nacional de Petróleo. O campo de Tupi, nova fronteira exploratória do País, tem reservas estimadas entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris de petróleo. A Petrobrás tem duas sondas capazes de realizar perfurações no pré-sal, uma camada de sal com até dois quilômetros de espessura e situada entre o leito do oceano e reservas de petróleo leve. A Petrobras só deve começar os testes de longa duração no campo de Tupi no final de 2009. O projeto piloto no campo de Tupi deve começar apenas em 2010, com uma produção diária de 100 mil barris de petróleo e de 3 milhões de metros cúbicos de gás. Até esta fase, tudo é especulação.
Por isso, o tal roubo dos notebooks com informações sigilosas da empresa, têm baixa relevância. A notícia do tal furto pode ter vários objetivos. Uns suspeitam que seria um “factóide” do desgoverno Lula, para tirar os holofotes da mídia e da opinião pública sobre o escândalo dos gastos com os cartões corporativos da turma de Lula da Silva. Outros avaliam que o ataque ao container seja uma armação para prejudicar a empresa texana Halliburton – responsável pelo transporte do container enviado a Cabo Frio, dentro do qual os computadores portáteis foram afanados. Uma terceira versão admite que dados importantes da Petrobrás foram realmente pirateados.
Essa última é a que mais agrada ao discurso oficial. Para o ministro da Justiça, Tarso Genro, existem indicações, embora ainda não definitivas, de que governos estrangeiros estariam interessados nos segredos da Petrobras. Se as expectativas sobre o campo de Tupi se confirmarem, o Brasil entrará no seleto grupo dos oito maiores produtores de petróleo do mundo. Tarso comentou com assessores na sexta-feira: "Não é um caso som de espionagem de empresas que querem entrar em licitação. São interesses geopolíticos". O caso é investigado pela Polícia Federal, subordinada a Tarso.
A versão sobre o roubo de informações estratégicas da Petrobrás é notícia muito velha, porém não divulgada abertamente aos brasileiros. No começo da década de 80, alguns geólogos comentavam, em círculos fechados de palestras, que dados geológicos da empresa eram surrupiados durante o transporte em helicópteros entre as plataformas marítimas até terra firme. Há mais de 30 anos, com base em dados seguros pirateados, grandes investidores internacionais e as empresas petrolíferas sabem do potencial petrolífero brasileiro, embora o nosso óleo seja muito pesado e de má qualidade para o refino.
O diretor de Comunicações da Associação dos Engenheiros da Petrobrás, Fernando Siqueira, advertiu ontem que a confirmação pela Petrobrás do roubo de informações sigilosas da companhia é mais um motivo para se cancelar os leilões das bacias sedimentares brasileiras: “Com os dados sigilosos nas mãos, os interessados terão informação privilegiada para disputar os leilões promovidos pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) e arrematar os melhores campos”.
Fernando Siqueira denunciou que a Lei 9478/97, aprovada durante o governo Fernando Henrique Cardoso, já era absurda em obrigar a Petrobrás a entregar à agência reguladora suas pesquisas (banco de dados), sob pena de perder a concessão de determinado bloco. O mais gritante foi que a ANP entregou informações resultantes das áreas de pré-sal antes do prazo de cinco anos, estabelecido em lei. “A ANP divulgou tais dados para as empresas concorrentes. Tal atitude revela a falta de decência, falta de zelo e falta de patriotismo”.
Fernando Siqueira pegou ainda mais pesado e a grande imprensa amestrada lhe deu quase nenhum espaço. O diretor da Aepet denunciou que o então superintendente de Gestão de Informações da ANP, Sérgio Possato, saiu da agência reguladora com os dados da Petrobrás debaixo do braço e os utilizou como mercadoria a ser negociada por sua empresa. Siqueira sustenta que Possato passou a vender o resultado das pesquisas da Petrobrás para empresas, na sua maioria multinacionais, no 6º e 7º leilões da ANP. O diretor da Aepet lamenta que nada tenha acontecido com ele, apesar do tráfico gritante de informações sigilosas da Petrobrás.
Outra excelente analise do caso do roubo de um notebook no container da Petrobrás foi enviada ao Alerta Total pelo leitor Rafael: “A PETROBRÁS é uma empresa que implementa todas as práticas de administração segura e transparente (como SOX, ITIL, COBIT) e faz rígido controle disso, aplicando punições administrativas nos funcionários que não seguem as normas de segurança estabelecidas. A PETROBRÁS possui um contrato GUARDA-CHUVA com a Checkpoint, uma das maiores empresas em segurança de dados do mundo. A Checkpoint, por sua vez, possui uma solução dedicada a CRIPTOGRAFIA DE DADOS EM DISPOSITIVOS MÓVEIS chamada POINT SEC”.
Confira em: http://www.checkpoint.com/products/datasecurity/mobile/index.html
Rafael prossegue: “Ainda que não tenham o produto da empresa acima, as especificações técnicas da PETROBRÁS de aquisição de notebooks pedem que o produto a ser fornecido contenha obrigatoriamente o chip do tipo TPM (Trusted Platform Module) e DRIVE LOCK que, para simplificar, é uma solução interna do notebook que DESABILITA o disco rígido se o portador não souber a senha. Neste caso, não se trata nem de embaralhar dados. O disco fica INUTILIZADO MESMO, tanto para leitura quanto para reaproveitamento (não tem nem como formatar). E a senha é gravada na BIOS, não tem acordo”. Por fim, o atento observador Rafael apela ao princípio de Ockham. "Quando há muitas explicações para um mesmo fato, a mais simples é a correta":
“Então vamos lá: Explicação 1: uma mudança de escritório fez com que todos o mobiliário, papelada e equipamentos, inclusive um portátil com informações sensíveis que afetam diretamente o negócio da empresa, fossem parar num container de uma empresa norte-americana, possível aliada do atual presidente, e nenhum funcionário da Petrobrás quis levar o notebook na mão, ou sabia do conteúdo deste equipamento, preferindo deixá-lo junto com a mudança e sem nenhuma proteção de dados, mesmo sabendo das rígidas regras do depto. de CSO da Petrobrás. Entre centenas de containers, os ladrões escolheram JUSTAMENTE o que tinha o notebook, que por sua vez era o notebook com as info. sigilosas sem proteção nem por software nem por chip, e só roubaram isso. Explicação 2: alguém queria vender a informação e simulou um furto. Qual é a verdadeira?”.
Eis mais um dos muitos mistérios insondáveis no atual desgoverno do chefão Luiz Inácio Lula Silva que, neste fim de semana, curte o friozinho da Antártida, acompanhado de sua esposa Marisa Letícia e do magnífico gênio empreendedor que é seu filho Fábio Luiz da Silva. A imprensa chama o nosso herói de “Lulinha”. Acontece que ninguém (na família ou no círculo de amigos do dono da empresa Gamecorp) trata o rapaz como um molusco de menor estatura. E a Presidência da República, através de seu nervoso Boncheviquepropagandaminister Franklin Martins, deixou bem claro à grande Nação Corinthiana que o “Fábio” pagava a passagem do bolso dele. Afinal, ele pode. E quem pode pode...
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
MÍSSEIS IRANIANOS INSTALADOS NA VENEZUELA APONTADOS PARA A COLÔMBIA
Do portal MOVIMENTO ORDEM E VEGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
DENÚNCIA SÉRIA
Segundo denúncia no site Word-Check, de Kenneth Rijock, investigador vinculado a agência de inteligência dos EUA, a Venezuela havia instalado mísseis próximo à fronteira com a Colômbia que estariam apontados para este país.
Rijock denunciou a alguns anos que mísseis iranianos haviam sido levados sigilosamente até a Venezuela em diversas embarcações, e que hoje encontram-se armados e prontos para ser lançados.
Rijock foi vinculado em diversas ocasiões aos organismos de inteligência dos EUA. Segundo testemunhas citadas por Rijock, que já não tem mais provas de suas acusações, os mísseis colocados próximos da fronteira estão sob supervisão técnica de iranianos e estão completamente ativos. Rijock é um analista de risco e considera que existe risco certo e grave de conflito militar entre a Venezuela e a Colômbia. Por isto, ele aconselha seus clientes que, em operações comerciais e financeiras com a Venezuela, levem o fato em conta, já que os bancos fechariam, pelo limite de risco que eles comportam, para pagamentos e cumprimento de obrigações.
DENÚNCIA SÉRIA
Segundo denúncia no site Word-Check, de Kenneth Rijock, investigador vinculado a agência de inteligência dos EUA, a Venezuela havia instalado mísseis próximo à fronteira com a Colômbia que estariam apontados para este país.
Rijock denunciou a alguns anos que mísseis iranianos haviam sido levados sigilosamente até a Venezuela em diversas embarcações, e que hoje encontram-se armados e prontos para ser lançados.
Rijock foi vinculado em diversas ocasiões aos organismos de inteligência dos EUA. Segundo testemunhas citadas por Rijock, que já não tem mais provas de suas acusações, os mísseis colocados próximos da fronteira estão sob supervisão técnica de iranianos e estão completamente ativos. Rijock é um analista de risco e considera que existe risco certo e grave de conflito militar entre a Venezuela e a Colômbia. Por isto, ele aconselha seus clientes que, em operações comerciais e financeiras com a Venezuela, levem o fato em conta, já que os bancos fechariam, pelo limite de risco que eles comportam, para pagamentos e cumprimento de obrigações.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
A Avó da Guerrilha Perdeu os Dentes
Do bportal MOVIMENTO ENDIREITAR
Escrito por Augusto Nunes em 13 de fevereiro de 2008
Como Luiz Inácio Lula da Silva no Brasil, Álvaro Uribe tornou-se presidente da República, em 2003, por decisão da maioria dos colombianos, e reelegeu-se quatro anos depois com mais de 60% dos votos. Lula não tem mais legitimidade que Uribe. Nem é mais popular. Segundo o Ibope, 62% dos brasileiros estão satisfeitos com o chefe de governo. Em janeiro, o Gallup constatou que 83% dos colombianos aprovam a performance do presidente.
Não foi o único recorde registrado pela pesquisa: também não tem precedentes a estratosférica taxa de rejeição - 96% do total de entrevistados - alcançada pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). A conjugação dos recordes informa que o que já foi o maior grupo guerrilheiro da América Latina hoje é apenas uma organização criminosa de bom tamanho.
"Os bandos armados que agem no país não devem ser tratados como meros antagonistas do governo, mas como inimigos do regime democrático", reiterou Uribe durante a campanha eleitoral que precedeu a conquista do primeiro mandato. Seus antecessores, em busca da paz impossível, haviam celebrado com os exércitos fora-da-lei acordos cujos textos, somados, rascunham um formidável elogio da pusilanimidade. Poucas semanas de governo bastaram para deixar claro que aquele advogado de aparência severa estava mesmo decidido a cumprir a principal promessa de campanha: derrotar militarmente as divisões de delinqüentes bandidos que mantinham sob cerco permanente o estado de direito.
Cinco anos depois, o saldo da guerra é amplamente favorável a Uribe. Os paramilitares a serviço de chefões ultraconservadores renderam-se há tempos. O que restou do Exército de Libertação Nacional (ELN) tateia na floresta picadas que o afastem da morte por inanição. As Farc, que no dia da posse de Uribe controlavam um terço das cidades e uma vastidão territorial onde caberiam vários países da Europa, foram empurradas para as selvas nas fronteiras.
Não parece perto do fim o combate entre um governo democraticamente eleito e a sigla que, nos anos 80, jogou no mato a fantasia ideológica em frangalhos e, sempre berrando palavras de ordem contra a exploração capitalista, passou a explorar com gula de banqueiro o esgoto do narcotráfico. Militarmente, a derrota das Farc é questão de tempo. Politicamente, não existem mais. O atestado de óbito foi emitido pela pesquisa do Gallup. O enterro ocorreria na terça-feira de carnaval.
Mais de 5 milhões de colombianos (1 milhão dos quais na capital, Bogotá) saíram às ruas de todas as cidades para gritar palavras de ordem contra as Farc. Em dezenas de países, milhares de democratas exigiram o fim da aventura iniciada em 1954, quando um punhado de militantes comunistas se internou na selva para ali implantar o foco guerrilheiro que derrubaria a ditadura do general Rojas Pinilla. Até este histórico 12 de fevereiro, protestos semelhantes nunca juntaram mais que dezenas de colombianos suficientemente temerários para desafiar as ameaças de morte formuladas pelas Farc. O medo acabou.
"A Colômbia exige o fim do terrorismo", reiteraram incontáveis faixas desfraldadas por manifestantes que enfim se animaram a afrontar publicamente os pastores da morte, os generais narcoguerrilheiros e seus soldados homicidas, os assassinos da liberdade, os profissionais do seqüestro e da tortura. "Chega de terrorismo", berrou a voz rouca das ruas, num endereçado também a presidentes de países vizinhos, para os quais as Farc são uma organização política como outra qualquer.
Hugo Chávez, por exemplo. Depois de negociar, em troca de favores tão nebulosos quanto o destino da gastança com cartões corporativos, a libertação de duas reféns, o presidente venezuelano decretou que "as Farc são um verdadeiro exército insurgente, com um projeto político respeitável". No dia seguinte, seis turistas foram incorporados à multidão de mais de 800 seqüestrados, todos submetidos ao horror como rotina. Nem por isso Chávez arquivou a idéia ultrajante: os parceiros das matas devem ser excluídos do índex do terrorismo.
Com discrição de punguista, o partido do presidente Lula já fez isso em 1990, quando agremiações que se consideram "esquerdistas" se juntaram no Foro de São Paulo. Ali, as Farc se sentam ao lado do PT. "O Brasil não é território de classificação de tendência política ou grupo de luta armada", delira Lula. Que tal convidar o PCC para a próxima reunião do Foro e apresentar às Farc a companheirada das cadeias? No primeiro minuto, as duas siglas desconfiariam de que são parentes. Talvez descubram já no segundo que são irmãs.
Publicado no Jornado do Brasil - Editorial - 13/02/2008
Escrito por Augusto Nunes em 13 de fevereiro de 2008
Como Luiz Inácio Lula da Silva no Brasil, Álvaro Uribe tornou-se presidente da República, em 2003, por decisão da maioria dos colombianos, e reelegeu-se quatro anos depois com mais de 60% dos votos. Lula não tem mais legitimidade que Uribe. Nem é mais popular. Segundo o Ibope, 62% dos brasileiros estão satisfeitos com o chefe de governo. Em janeiro, o Gallup constatou que 83% dos colombianos aprovam a performance do presidente.
Não foi o único recorde registrado pela pesquisa: também não tem precedentes a estratosférica taxa de rejeição - 96% do total de entrevistados - alcançada pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). A conjugação dos recordes informa que o que já foi o maior grupo guerrilheiro da América Latina hoje é apenas uma organização criminosa de bom tamanho.
"Os bandos armados que agem no país não devem ser tratados como meros antagonistas do governo, mas como inimigos do regime democrático", reiterou Uribe durante a campanha eleitoral que precedeu a conquista do primeiro mandato. Seus antecessores, em busca da paz impossível, haviam celebrado com os exércitos fora-da-lei acordos cujos textos, somados, rascunham um formidável elogio da pusilanimidade. Poucas semanas de governo bastaram para deixar claro que aquele advogado de aparência severa estava mesmo decidido a cumprir a principal promessa de campanha: derrotar militarmente as divisões de delinqüentes bandidos que mantinham sob cerco permanente o estado de direito.
Cinco anos depois, o saldo da guerra é amplamente favorável a Uribe. Os paramilitares a serviço de chefões ultraconservadores renderam-se há tempos. O que restou do Exército de Libertação Nacional (ELN) tateia na floresta picadas que o afastem da morte por inanição. As Farc, que no dia da posse de Uribe controlavam um terço das cidades e uma vastidão territorial onde caberiam vários países da Europa, foram empurradas para as selvas nas fronteiras.
Não parece perto do fim o combate entre um governo democraticamente eleito e a sigla que, nos anos 80, jogou no mato a fantasia ideológica em frangalhos e, sempre berrando palavras de ordem contra a exploração capitalista, passou a explorar com gula de banqueiro o esgoto do narcotráfico. Militarmente, a derrota das Farc é questão de tempo. Politicamente, não existem mais. O atestado de óbito foi emitido pela pesquisa do Gallup. O enterro ocorreria na terça-feira de carnaval.
Mais de 5 milhões de colombianos (1 milhão dos quais na capital, Bogotá) saíram às ruas de todas as cidades para gritar palavras de ordem contra as Farc. Em dezenas de países, milhares de democratas exigiram o fim da aventura iniciada em 1954, quando um punhado de militantes comunistas se internou na selva para ali implantar o foco guerrilheiro que derrubaria a ditadura do general Rojas Pinilla. Até este histórico 12 de fevereiro, protestos semelhantes nunca juntaram mais que dezenas de colombianos suficientemente temerários para desafiar as ameaças de morte formuladas pelas Farc. O medo acabou.
"A Colômbia exige o fim do terrorismo", reiteraram incontáveis faixas desfraldadas por manifestantes que enfim se animaram a afrontar publicamente os pastores da morte, os generais narcoguerrilheiros e seus soldados homicidas, os assassinos da liberdade, os profissionais do seqüestro e da tortura. "Chega de terrorismo", berrou a voz rouca das ruas, num endereçado também a presidentes de países vizinhos, para os quais as Farc são uma organização política como outra qualquer.
Hugo Chávez, por exemplo. Depois de negociar, em troca de favores tão nebulosos quanto o destino da gastança com cartões corporativos, a libertação de duas reféns, o presidente venezuelano decretou que "as Farc são um verdadeiro exército insurgente, com um projeto político respeitável". No dia seguinte, seis turistas foram incorporados à multidão de mais de 800 seqüestrados, todos submetidos ao horror como rotina. Nem por isso Chávez arquivou a idéia ultrajante: os parceiros das matas devem ser excluídos do índex do terrorismo.
Com discrição de punguista, o partido do presidente Lula já fez isso em 1990, quando agremiações que se consideram "esquerdistas" se juntaram no Foro de São Paulo. Ali, as Farc se sentam ao lado do PT. "O Brasil não é território de classificação de tendência política ou grupo de luta armada", delira Lula. Que tal convidar o PCC para a próxima reunião do Foro e apresentar às Farc a companheirada das cadeias? No primeiro minuto, as duas siglas desconfiariam de que são parentes. Talvez descubram já no segundo que são irmãs.
Publicado no Jornado do Brasil - Editorial - 13/02/2008
Chávez em pé de guerra
Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Domingo, 10 de Fevereiro de 2008
Com a popularidade em baixa, beirando 21%, quando já chegou a ter 80% de aprovação, várias fontes consideram seriamente a possibilidade de que Chávez declare guerra à Colômbia para tentar escamotear o ruidoso fracasso de seu governo socialista. Ele se armou com aviões russos. Seria um suicídio por que os EUA interviriam a favor da Colômbia.
Segundo a matéria do El Mundo, o general Fernando Ochoa, ex-ministro de defesa do Chávez, afirmou o seguinte: “Um incidente grave, onde morressem alguns jovens soldados venezuelanos, serviria para Chávez despertar um sentimento nacionalista”.
Segundo revelações de um diplomata europeu, informes da inteligência apontaram que Chávez poderia usar as Forças Bolivarianas de Libertação (FBL) para criar um casus belli, e produzir um incidente que faça parecer que foi uma agressão da Colômbia.
Leia o material completo (em espanhol) no El Mundo Espanhol.
Domingo, 10 de Fevereiro de 2008
Com a popularidade em baixa, beirando 21%, quando já chegou a ter 80% de aprovação, várias fontes consideram seriamente a possibilidade de que Chávez declare guerra à Colômbia para tentar escamotear o ruidoso fracasso de seu governo socialista. Ele se armou com aviões russos. Seria um suicídio por que os EUA interviriam a favor da Colômbia.
Segundo a matéria do El Mundo, o general Fernando Ochoa, ex-ministro de defesa do Chávez, afirmou o seguinte: “Um incidente grave, onde morressem alguns jovens soldados venezuelanos, serviria para Chávez despertar um sentimento nacionalista”.
Segundo revelações de um diplomata europeu, informes da inteligência apontaram que Chávez poderia usar as Forças Bolivarianas de Libertação (FBL) para criar um casus belli, e produzir um incidente que faça parecer que foi uma agressão da Colômbia.
Leia o material completo (em espanhol) no El Mundo Espanhol.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
O porque dos cartões corporativos "aparecerem" agora
Se vocês não sabem, na edição do dia 30 de janeiro de 2008 a revista VEJA publicou a primeira matéria em mídia de circulação nacional uma matéria sobre o FORO DE SÃO PAULO.
NÃO SE ENGANEM: os cartões corporativos vieram à tona para encubrir este outro escândalo, o do FORO DE SÃO PAULO, que é infinitamente mais criminoso do que usar indevidamente dinheiro público, por maior que seja a quantidade, como é o caso dos cartões. Não tivemos nem tempo de verificar as repercussôes da matéria da VEJA, nada foi sequer discutido.
É jogo de carta marcada, no Brasil é sempre assim.
Mais sobre o FORO DE SÃO PAULO aqui, aqui e aqui.
NÃO SE ENGANEM: os cartões corporativos vieram à tona para encubrir este outro escândalo, o do FORO DE SÃO PAULO, que é infinitamente mais criminoso do que usar indevidamente dinheiro público, por maior que seja a quantidade, como é o caso dos cartões. Não tivemos nem tempo de verificar as repercussôes da matéria da VEJA, nada foi sequer discutido.
É jogo de carta marcada, no Brasil é sempre assim.
Mais sobre o FORO DE SÃO PAULO aqui, aqui e aqui.
Exército VENEZUELANO vai "desobecer" o sociopata Chávez
Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Segunda-feira, 11 de Fevereiro de 2008
"Seu APOIO ÀS FARC provoca inquietação, confusão e intranqüilidade em nossos quartéis", afirma Raúl Baduel, ministro da Defesa.
"Descarto uma guerra entre a Venezuela e a Colômbia. Se o presidente Hugo Chávez quisesse empreender uma intervenção armada contra a Colômbia, o exército não apoiaria uma aventura dessa natureza e desobedeceria a uma ordem contrária à vocação pacifista de nosso povo", afirma o general Raúl Baduel, militar que foi decisivo para que Chávez aceitasse sua derrota no referendo de 2 de dezembro passado. "A Venezuela é o único país americano que nunca teve um conflito armado com seus vizinhos", salienta.
Com Baduel não se cumpre o ditado de que um general aposentado tem menos autoridade que um policial urbano. Esse militar, que recolocou Chávez no poder depois do golpe de abril de 2002, mantém grande ascendência sobre os quartéis. Desde que o presidente venezuelano apoiou no Congresso as Farc, a guerrilha colombiana que se financia com narcotráfico e seqüestros, Baduel teve reuniões com oficiais da ativa que expressaram sua preocupação.
Fonte: Jornal La Vanguardia - aqui
Comentário do Cavaleiro do Templo: até o MINISTRO DA DEFESA da Venezuela SABE e AFIRMA PUBLICAMENTE que o sociopata do Hugo Chávez dá suporte às FARC. Me digam então: isto já não é suficiente para que o Brasil declare que este grupo é inimigo público?
Segunda-feira, 11 de Fevereiro de 2008
"Seu APOIO ÀS FARC provoca inquietação, confusão e intranqüilidade em nossos quartéis", afirma Raúl Baduel, ministro da Defesa.
"Descarto uma guerra entre a Venezuela e a Colômbia. Se o presidente Hugo Chávez quisesse empreender uma intervenção armada contra a Colômbia, o exército não apoiaria uma aventura dessa natureza e desobedeceria a uma ordem contrária à vocação pacifista de nosso povo", afirma o general Raúl Baduel, militar que foi decisivo para que Chávez aceitasse sua derrota no referendo de 2 de dezembro passado. "A Venezuela é o único país americano que nunca teve um conflito armado com seus vizinhos", salienta.
Com Baduel não se cumpre o ditado de que um general aposentado tem menos autoridade que um policial urbano. Esse militar, que recolocou Chávez no poder depois do golpe de abril de 2002, mantém grande ascendência sobre os quartéis. Desde que o presidente venezuelano apoiou no Congresso as Farc, a guerrilha colombiana que se financia com narcotráfico e seqüestros, Baduel teve reuniões com oficiais da ativa que expressaram sua preocupação.
Fonte: Jornal La Vanguardia - aqui
Comentário do Cavaleiro do Templo: até o MINISTRO DA DEFESA da Venezuela SABE e AFIRMA PUBLICAMENTE que o sociopata do Hugo Chávez dá suporte às FARC. Me digam então: isto já não é suficiente para que o Brasil declare que este grupo é inimigo público?
Dando uma de "pobre operário"?
Maravilhas de CUBA: PRENDERAM O ESTUDANTE QUE CRITICOU A DITADURA
Segunda-feira, 11 de Fevereiro de 2008
O jovem Eliécer Ávila Sicília (21 anos) foi levado de sua casa, no município Puerto Padre, no sábado, por agentes do Estado – a força policial cubana. Ávila Cicilia foi um dos jovens estudantes da Universidade de Ciências Informáticas (UCI) que interpelou o presidente da Assembléia Nacional do Poder Popular, Ricardo Alarcón de Quesada (assista o vídeo abaixo).
O estudante havia sido advertido no dia anterior (sexta-feira) para que não saísse de seu domicílio, pois seria levado para a capital cubana. Sua mãe, Elsa Cicilia, disse que proibiram os familiares de acompanhá-lo.
Toda essa repressão porque o jovem se atreveu a perguntar ao presidente, por que os cubanos não podiam sair da ilha (?), questionou sobre a miséria do povo cubano, sobre a impossibilidade deles se hospedarem em hotéis e outras restrições. Nós divulgamos no Blog essa matéria do El País, na semana passada.
Um dos estudantes filmou o evento e espalhou o vídeo causando grande comoção na ilha, pois os cubanos são proibidos de criticar o regime. Um dos funcionários que levou o jovem de sua casa, disse para a avó do estudante não se preocupar, pois ela iria vê-lo logo mais no Programa Mesa Redonda da TV cubana.
Um membro do Conselho de Relatores de Direitos Humanos de Cuba, disse que foi avisado sobre a prisão pela própria mãe do estudante, através de uma carta, na qual ela relatou seu "temor pela integridade física e pela vida” do filho, pois a “polícia política vai tratar de obrigá-lo a retratar-se em público".
Duas universidades estão fazendo coro com o Conselho de Relatores de Direitos Humanos de Cuba, responsabilizando o ditador pela vida e pela integridade física de Eliécer. Eles conclamam a comunidade e a opinião pública internacional para exigirem do governo cubano a imediata libertação do jovem estudante.
Fonte: Libertad Digital
Comentário do Cavaleiro do Templo: perguntem aos seus "amigos" esquerdistas e também para esquerdopatas o que eles acham disto, perguntem como um regime pode ser bom e democrático se prende alguém que faz uma ou mais perguntas aos seus comandantes. Pois é isto que a esquerdopatia continental quer para o povo latRino americano.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Lula compra R$ 70 mil mensais em roupas no cartão, e oposição consulta STF sobre limites de gastos secretos
Do portal ALERTA TOTALPor Jorge Serrão em segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Nosso “Rei” dificilmente ficará nu (repetindo o que acontece na famosa fábula em que só um menino enxerga que o monarca está pelado). Afinal, nossa alteza real, o chefão da Nação, tem um cartão de crédito corporativo que lhe permite torrar uma média de R$ 70 mil por mês só comprando roupas novas. Eis um dos motivos pelos quais os partidos oposicionistas decidiram consultar o Supremo Tribunal Federal sobre os limites de investigação de uma comissão de inquérito em relação a dados sigilosos do Palácio do Planalto. Querem saber se a lei permite provar que o “rei está nu”.
O poderoso Lula da Silva compra 10 ternos por mês, em uma das finas alfaiatarias de São Paulo. O elegante “uniforme oficial” de nossa majestade é vendido entre R$ 4.200 e R$ 6 mil a unidade. Cada terno comprado pelo atual Presidente da República, em seu cartão protegido legalmente pelo sigilo, vem com duas camisas de puro algodão que custam entre R$ 400 e R$ 600 reais por unidade. Cada sapato adquirido por ele custa R$ 1.200. Sem falar nas camisas especiais que ele manda importar do Panamá – cujo preço é o segredo dos segredos. As despesas do Chefão com suas roupinhas foram motivo de fofocas entre alguns senadores, neste fim de semana.
O pequeno desperdício de gastos com a indumentária presidencial é apenas a pontinha do iceberg dos R$ 158,2 milhões torrados secretamente nos cartões chapa-branca ou nos pequenos gastos praticamente imperceptíveis do governo federal, registrados em 2007, nas chamadas “contas B” (nas quais o servidor público tem total liberdade para sacar e pagar despesas com cheques, e depois presta contas a seu superior). Ou só uma pequena amostra dos R$ 78 milhões gastos ano passado nos cartões corporativos chapa-branca.
A falta de Transparência é total. Só não é pior que a falta de controle dos gastos. Oitenta e nove por cento de todas as despesas corriqueiras do governo em 2007 não tiveram qualquer publicidade e sofreram uma fiscalização frágil. Nas contas B só se explicam 11% do total gasto. O resto é desconhecido. Nos cartões, só há informações sobre 24,7% do total das despesas. O restante (R$ 58,7 milhões) se divide entre saques na boca do caixa e gastos protegidos por sigilo, feitos pela Presidência da República, Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e Polícia Federal.
O governo federal já gastou R$ 98,7 milhões, de 2004 a 2007, em despesas do tipo sigilosas. Tais gastos são considerados de interesse da segurança do Estado e não podem ter seu conteúdo divulgado. Em tese, tudo é controlado pela Secretaria de Administração da Presidência da República. Em 2007, o governo pagou cerca de R$ 35,7 milhões em despesas sigilosas, usando os serviços de 607 empresas. Em 2006, foram gastos, secretamente, R$ 25 milhões.
A volta do que nunca saiu
O Tribunal de Contas da União (TCU) investiga a possibilidade de José Dirceu de Oliveira e Silva ter usado notas frias em despesas de aluguel de dois veículos.
A possibilidade do guru do presidente estar metido no meio da farra dos cartões reforçou a ofensiva da oposição pela criação de uma CPI mista para investigar os gastos com os cartões corporativos.
Já pensou se algum servidor estiver ajudando a pagar despesas de Dirceu, sem que o chefão Lula saiba?
Postado por
Cavaleiro do Templo
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A alma americana debilitada - completo e versão em inglês também
Do blog do OLAVO DE CARVALHODiário do Comércio em 14 de janeiro de 2008
Comentário do Cavaleiro do Templo: muito legal, o Olavo de Carvalho está sendo traduzido para o inglês. No final da matéria eu posto o link.
O discurso dominante na grande mídia, no show business e nas universidades dos EUA é hoje tão francamente anti-americano que só em detalhes de estilo – se tanto – é possível distingui-lo das campanhas de difamação empreendidas pela URSS nos anos 50 e 60. A elite americana gaba-se de ter vencido a Guerra Fria, mas parece que foi psicologicamente dominada pelo inimigo perdedor e acabou acreditando em tudo o que ele dizia contra ela. A vingança póstuma dos soviéticos brilha nas páginas do New York Times , no horário nobre da CBS e nos filmes de Michael Moore e George Clooney com um esplendor que nem Willi Münzenberg, o gênio da desinformação comunista, jamais teria ousado sonhar.
O que quer que se diga contra o governo americano, contra os militares americanos, contra a cultura americana parece hoje gozar de credibilidade automática, além de poder ser gritado desde o alto dos telhados sem o menor temor de uma resposta exasperada, ao passo que toda palavra pró-americana tem de vir cercada de precauções politicamente corretas, por medo de represálias infalíveis e ruidosas, se não de um processo judicial. Acompanhar o debate político americano é confirmar diariamente o sentido profético do verso de William Butler Yeats: " The best lack all conviction, while the worst are full of passionate intensity ." Algo mudou radicalmente no coração da América na segunda metade do século XX, e mudou exatamente no sentido em que os mais odientos inimigos do país teriam desejado que mudasse.
Como isso foi possível? Os agentes da mudança querem fazer-nos crer que foi tudo um processo espontâneo, natural e inevitável, dando ao curso da transformação a autoridade de uma lei histórica impessoal que só a tacanhice reacionária ousaria contestar. Mas há tempos já compreendi que leis históricas impessoais são quase sempre mera camuflagem de ações humanas que desejariam passar despercebidas para que seus efeitos se recubram de uma aura de mistério divino.
A mudança que debilitou a alma americana foi precipitada por três grandes e bem sucedidas operações de desinformação que, por serem lançadas desde Washington e não desde Moscou, conseguiram enganar a nação inteira e forjar um novo "senso comum" (no sentido gramsciano do termo) a cuja influência nem os mais conservadores e patriotas escapam por inteiro. Nas três ocasiões as mentiras cuidadosamente elaboradas pelo próprio governo para lançar sobre os EUA a culpa pelas ações maliciosas de seus inimigos não só se tornaram verdade oficial, até hoje repetida uniformemente pela mídia e pelo sistema de ensino, mas se propagaram pelo mundo, criando a imagem monstruosamente deformada que hoje alimenta e legitima o ódio anti-americano por toda parte. Pode parecer absurdo que governantes escolham acumpliciar-se à difamação do seu próprio país para evitar problemas com a URSS ou para salvar sua própria imagem eleitoral, mas foi exatamente isso o que fizeram três presidentes americanos, dois dos quais, por ironia, são apresentados pela retórica esquerdista como personificações exemplares do anticomunismo e do "imperialismo ianque".
As três operações foram concebidas nas altas esferas do Partido Democrata, mas pelo menos uma delas com intensa colaboração republicana. Três livros recentemente publicados, um dos quais já comentei aqui e o outro mencionei de passagem (v. Lições da Guerra Fria e A autoridade religiosa do mal), revelam por fim o que se passou por trás do palco nessas ocasiões, as incríveis maquinações de políticos e jornalistas que por interesses imediatistas não hesitaram em favorecer o inimigo e legar às gerações seguintes um país cada vez mais enfraquecido moralmente.
O primeiro desses episódios foi a operação montada pela administração Harry Truman – e prosseguida fielmente por Eisenhower – para negar ou dissimular a presença maciça de agentes soviéticos em altos postos do governo americano, especialmente no Departamento de Estado, bem como em funções técnicas e administrativas onde tinham acesso a informações secretas de natureza militar.
A história é contada com detalhes e extensa documentação por M. Stanton Evans em Blacklisted by History. The Untold Story of Senator Joseph McCarthy and his Fight Against America 's Enemies , New York , Crown Forum 2007. Enquanto vocês não lêem o livro, podem ouvir um bom resumo feito pelo autor na Heritage Foundation, com comentário de Herbert Rommerstein, ele próprio responsável por importantes pesquisas sobre a infiltração soviética nos EUA (v. Blacklisted by History: The Untold Story of Senator Joe McCarthy).
Para fazer uma idéia dos riscos estratégicos envolvidos na situação, basta saber que praticamente toda a orientação da política norte-americana na China durante a revolução comunista foi decidida com base em relatórios forjados por agentes soviéticos infiltrados no serviço diplomático americano em Beijing. Mediante falsificações prodigiosas, esses agentes conseguiram persuadir o governo de Washington a sonegar ajuda a seu aliado Chiang Kai-Chek e a apoiar as tropas comunistas de Mao Dzedong, que sem isso jamais teriam conseguido derrubar o governo chinês e instaurar a mais sangrenta das ditaduras genocidas que o mundo já conheceu. O embaixador americano Patrick Hurley percebeu a trama e avisou Washington em tempo, mas suas mensagens foram desprezadas. Sentindo-se insultado, Hurley pediu demissão, sendo substituído pelo general George Marshall, que acreditava naqueles relatórios como se fossem evangelhos revelados. Marshall não era pró-comunista, evidentemente, mas se o seu procedimento no caso não foi um exemplo claro daquilo que Eric Voegelin chamava de "estupidez criminosa", não sei o que mais possa se enquadrar nessa classificação. Após o recorde genocida de 70 milhões de pessoas, o governo chinês, acumulando bombas atômicas com o dinheiro que lhe é facultado generosamente pelos investidores americanos, é hoje o maior risco de segurança para os EUA.
Alertado sobre esse e outros inumeráveis casos de infiltração soviética, o governo Truman optou por bater no carteiro, fazendo tudo para dar a impressão de que o único perigo sério para a América era o anticomunismo, especialmente o do Senador Joe McCarthy, cuja imagem demonizada ainda permanece viva na memória mundial. Para obter esse resultado, a tropa-de-choque de Harry Truman não hesitou em dar sumiço a documentos essenciais que, só agora revelados, mostram que em substância todas as acusações lançadas por McCarthy eram verdadeiras e até modestas, em comparação com as dimensões reais do problema. Além de sonegar provas e proteger-se por trás de testemunhos falsos, o governo Truman, em vez de afastar os suspeitos, preferiu apadrinhar suas carreiras, permitindo que subissem na hierarquia e continuassem prestando serviços à ditadura soviética com dinheiro dos contribuintes americanos.
Toda uma cultura de antimacartismo que se espalhou pelos livros didáticos, pelo cinema e pelo jornalismo teve origem nesse empreendimento de falsificação proposital. As conseqüências disso prolongam-se até hoje, fazendo com que os americanos, arrependidos de pecados que jamais cometeram contra os comunistas, sintam mais pavor ante a possibilidade de um "retorno à era McCarthy" do que ante a de um ataque conjugado de generais chineses e radicais islâmicos.
O segundo episódio da série veio quando Lee Harvey Oswald matou o presidente John F. Kennedy em 22 de novembro de 1963. Tanto na Casa Branca quanto na CIA ou no FBI, todo mundo sabia que Oswald era um comunista fanático e que seu intuito ao atirar em Kennedy fôra o de frustrar qualquer iniciativa americana contra a ditadura de Fidel Castro. Aterrorizado ante a perspectiva de que uma explosão nacional de revolta anticomunista respingasse sobre o Partido Democrata, reavivando suspeitas do tempo de Harry Truman, o presidente Lyndon Johnson fez o que podia para que a comissão Warren desviasse as atenções desse ponto sensível, explicando o crime de Oswald não como resultado de suas convicções ideológicas, mas de motivações genéricas como instabilidade emocional, problemas de família, etc. Por incrível que pareça, a comissão consentiu em analisar o mais famoso homicídio político do século XX sem falar em política. Vindo em socorro do presidente, a mídia chique e os intelectuais iluminados produziram então uma caudalosa literatura de pretensões pseudo-sociológicas, que lançava a culpa do delito sobre a "cultura americana de violência" e outras generalidades ocas que, no acerto final, eram debitadas na conta dos conservadores. O discurso anti-americanista da New Left, que então começava a ganhar algum destaque, recebeu assim um poderoso apoio vindo do próprio governo de Washington contra o qual ele voltava a sua histérica eloqüência. Esse discurso acabou por se incorporar no "senso comum", ao ponto de que hoje é repetido rotineiramente pela grande mídia sem que ninguém note nisso nada de estranho. O livro que descreve essa imensa mutação psicológica que nasceu nas altas esferas de Washington e se propagou por toda a cultura americana é Camelot and the Cultural Revolution. How the Assassination of John F. Kennedy Shattered American Liberalism, de James Piereson (New York, Encounter Books, 2007).
O mais irônico em tudo isso é que, se Lee Oswald, convertido ao comunismo desde a adolescência, não podia de maneira alguma ser considerado representativo das correntes reacionárias supostamente responsáveis pela "violência americana" que o teria induzido ao homicídio, muito menos poderia sê-lo o fanático palestino Sirhan Bishara Sirhan, que em 1968 assassinou o irmão do ex-presidente, Robert Kennedy. Não por coincidência, hoje sabemos que a Autoridade Palestina da Yasser Arafat foi de cabo a rabo uma criação da KGB (v. http://www.weizmann.ac.il/home/comartin/israel/pacepa-wsj.html), mas, na época, a incansável fábrica de mitos da elite esquerdista conseguiu fazer que dois crimes praticados por agentes pró-comunistas contra dois políticos notoriamente anticomunistas parecessem obras da "direita reacionária", e que essa versão rigorosamente invertida da realidade se incorporasse à psique americana tão profundamente que será preciso muitas décadas para desarraigá-la, se ainda for possível.
A terceira grande mentira, também definitivamente incorporada aos rituais do masoquismo pseudo-moralista da América contra si mesma, foi igualmente obra de Lyndon Johnson. Após ter dificultado por todos os meios possíveis a ação das tropas americanas no Vietnã, Johnson tirou a conclusão lógica da sua própria estratégia, transfigurando a vitória em derrota. Em 31 de janeiro de 1968, o exército norte-vietnamita de Ho Chi-Minh lançou uma grande ofensiva contra os americanos e sul-vietnamitas. A idéia era ocupar de uma vez todas as cidades do Vietnam do Sul, a começar pela capital, Saigon, preparando um levante geral com o auxílio dos guerrilheiros vietcongues. Militarmente, a ofensiva foi um fracasso monumental. Os comunistas perderam em poucos dias cinqüenta mil soldados e todos os objetivos que haviam conquistado. Mesmo o famoso ataque à embaixada americana em Saigon foi um fiasco: nem um único vietcongue conseguiu entrar no edifício - todos morreram na porta. Como, no entanto, o exército americano, procedendo segundo a norma de praxe nessas ocasiões, retirasse velozmente os funcionários civis por meio de helicópteros colocados no topo da embaixada, as imagens da retirada foram exibidas pela TV americana como provas de pânico geral e indício certo da derrota iminente do Vietnam do Sul. Quando o presidente Johnson viu essas cenas assim interpretadas pelo veterano comentarista de TV Walter Cronkite, ponderou: "Se perdi o Cronkite, perdi a nação." O comandante norte-vietnamita, general Giap, deu-lhe toda a razão, ao admitir que sua principal arma contra o Vietnã do Sul tinha sido a mídia americana. Endossando a lenda da derrota americana, Johnson impôs a seu país uma humilhação que a mídia elegante e a intelectualidade tagarela não cessaram de celebrar desde então como um castigo justo imposto ao povo reacionário, fanático e violento que perseguira inocentes na era McCarthy e assassinara dois Kennedys...
Só agora, com o primeiro volume do livro consagrado pelo historiador Mark Moyar à guerra do Vietnã, a realidade da vitória artificialmente travestida em derrota começa a aparecer. Leiam Triumph Forsaken. The Vietnam War 1954-1964 (Cambridge University Press, 2006).
Nenhum outro país do mundo teve tantos traidores por milha quadrada quanto os EUA. Toda a mitologia anti-americana que circula no mundo originou-se em Washington e Nova York - com nada mais que leves empurrões iniciais da KGB. Como os EUA conseguiram sobreviver a tão graves mentiras lançadas contra o país por seus próprios governantes e por seus mais destacados líderes intelectuais, eis algo que só pode ser explicado pela obstinada permanência residual do apego popular às tradições americanas. É verdade que nós, brasileiros, não precisamos vir à América do Norte para conhecer um povo bom governado por trapaceiros. Mas a pergunta que não me sai da cabeça é se os trapaceiros de Brasília teriam subido tão alto sem a ajuda dos de Washington.
Cartões Corporativos
Sempre lembrando que o programa do PT só difere do Programa do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, ou PARTIDO NAZISTA, segundo o Olavo de Carvalho, porque o PT não faz referência (pelo menos não ainda) aos judeus.
Subversão Soviética da Imprensa do Mundo Livre
Façam um investimento agora. Um investimento de tempo, não de dinheiro. Utilize 1 hora e meia para ver estes vídeos. É o MELHOR INVESTIMENTO DE TUA VIDA E O MAIOR PRESENTE QUE VOCÊ PODERIA DAR À TUA FAMÍLIA.Entrevista completa (1:20, em 9 partes no YouTube) com Yuri Alexandrovitch Bezmenov (*1939 +1997), desertor da KGB e funcionário da agência Novosti. O entrevistador é o autor e comentador político G. Edward Griffin. O ano da entrevista é 1984.
Assista os vídeos clicando aqui.
Este vídeo é mantido no YouTube com a autorização de G. Edward Griffin.
This video is kept on YouTube with G. Edward Griffin's authorization.
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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".

