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sexta-feira, 27 de julho de 2012

PARAGUAY: A RESISTÊNCIA É FUNDAMENTAL!

 

HEITOR DE PAOLA

GOLPE CONTRA O PARAGUAI E A DEMOCRACIA

Osmar José de Barros Ribeiro

17 Jul 2012

Recentemente reuniram-se, em Mendoza/Argentina, presidentes e ministros sul-americanos integrantes do Mercosul e da Unasul, esta congregando todos os países e aquele, a Argentina, o Brasil, o Paraguai e o Uruguai.

Interesses e ligações tanto econômicos quanto políticos vem levando a Argentina, secundada pelo Brasil, a postular a entrada da Venezuela no primeiro grupo citado. No entanto, a oposição do Congresso paraguaio, rebelde aos desejos do Executivo na pessoa do ex-presidente Fernando Lugo, impedia isso.

Todos sabem que a criação da União das Nações Sul-Americanas (UNASUL), da qual faz parte a Venezuela, foi mais um passo do Foro de São Paulo no sentido de reunir, num mesmo bloco, aqueles países com os quais o comunismo internacional almeja criar um polo de poder em substituição à União Soviética. Sem dúvida, um passo ousado que, alijando os Estados Unidos, criou uma nova instância subcontinental independente da OEA e, teoricamente, livre da influência política, econômica e militar daquela potência mundial.

Seu acordo constitutivo, prevê o diálogo político, a integração física e energética, a defesa do meio ambiente, a adoção de mecanismos financeiros sul-americanos, a superação das assimetrias regionais e a criação de uma aliança militar. É de salientar que a influência da esquerda foi determinante para que nações de língua espanhola, desde os tempos de Simón Bolivar temerosas do imperialismo brasileiro aceitassem, por óbvia inspiração do já referido Foro, a criação de um organismo que, ao fim e ao cabo, pretende o surgimento de uma federação de nações ao sul do rio Grande.

Eis que hoje, lamentavelmente, vivemos dias nos quais vicejam a covardia e interesses inconfessáveis, dias nos quais a aparência substitui a verdade, a hipocrisia toma vulto e as conveniências, por mais rasteiras, são aceitas, sem muito protesto. A prova mais evidente dessa afirmativa está na posição tomada pelos governos do Mercosul e da Unasul frente aos acontecimentos havidos no Paraguai e que resultaram no impedimento, de resto absolutamente legal e conforme a Constituição do país, do ex-bispo que, como presidente, mostrou-se de uma incompetência a toda prova. Defeitos, ele os tinha a mancheias. Qualidade, apenas uma: ser um notório esquerdista e, como tal, contar com o apoio dos governos dominados pelo esquerdismo populista.

A suspensão temporária do Paraguai, seguida da pronta admissão da Venezuela no Mercosul, atendeu ao desejo das presidentes da Argentina e do Brasil e, por razões econômicas, político/ideológicas ou simples comodismo, foi coonestada pelos demais. O resultado parece não ter sido o esperado já que a deposição de Lugo, feita de conformidade com a legislação paraguaia, não deu causa a protestos ou perturbações da ordem pública. Ao contrário, provocou a união daquele povo contra a absurda medida que significa, antes de mais nada, uma indevida e injustificável intromissão nos assuntos internos da nação irmã.

Do episódio fica o alerta, anteriormente tocado em Honduras e que agora repercute no Paraguai: os governantes esquerdistas, sob a batuta do Foro de São Paulo (leia-se Cuba), empregarão todos os meios e modos para manter-se no poder, anulando a oposição democrática,  calando a imprensa ljvre e comprando apoio popular ao oferecer, como na Roma antiga, pão e circo.
O cerco vai num crescendo. Resistir é preciso.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".