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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Palestra Discernimento dos Espíritos, com Luiz Gonzaga de Carvalho Neto

 

Evento público · De Instituto Olavo de Carvalho

 
  • “A cada um, porém, é dada a manifestação do Espírito para o proveito comum. Porque a um, pelo Espírito, é dada a palavra da sabedoria; a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência; a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar; a outro a operação de milagres; a outro a profecia; a outro o dom de discernir espíritos; a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação de línguas. Mas um só e o mesmo Espírito opera todas estas coisas, distribuindo particularmente a cada um como quer.” 1Cor 12:7-11

    O que é discernimento dos espíritos?

    De onde vem um desejo, uma inclinação? Quais são os critérios pelos quais podemos avaliar a origem de um pensamento ou de uma aspiração?

    Na epístola citada acima, vemos que o discernimento dos espíritos é um dos dons do Espírito Santo.

    Se é assim, o que se pode fazer para obter um dom que por definição pertence a Deus? Se o discernimento dos espíritos é uma qualidade sobrenatural, como pode ser adquirido? E se não o recebemos, que podemos fazer para identificar as origens de nossos pensamentos e sentimentos? E mais, qual é afinal a importância real de conhecer essas origens?

    Essas são algumas das perguntas que vamos tentar responder na palestra “Discernimento dos Espíritos”, a ser ministrada pelo Prof. Luiz Gonzaga de Carvalho Neto à 28 de julho de 2012, às 15:00hs, na sede do Instituto Olavo de Carvalho, na Rua Visconde do Rio Branco, 449, 80410000 – Curitiba – Paraná.

    Para os interessados que não puderem assisti-la presencialmente, a palestra será transmitida online ao vivo pelo IOC (perguntas poderão ser dirigidas ao professor via chat), e a gravação será posteriormente disponibilizada para download. O investimento é de R$ 50,00, e as inscrições podem ser feitas aqui: http://www.institutoolavodecarvalho.com/inscricoes.html

    Luiz Gonzaga de Carvalho Neto é professor e tradutor, lecionou Cosmologia e Religião Comparadapor vários anos no “Seminário Permanente de Filosofia e Humanidades” da Faculdade da Cidade – Rio de Janeiro e no IPD – Curitiba, onde também ministrou o curso “Aprimoramento Intelectual pela Leitura dos Clássicos”.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".