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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Belo Monte e os globais

CATÓLICOS NA POLÍTICA
QUARTA-FEIRA, 16 DE NOVEMBRO DE 2011





.Duas coisas: eu concordo que a obra seja mal conduzida em relação às licitações e quanto ao mau aproveitamento de energia que será, mas já foi afirmado que ela não vai tomar grande parte das reservas e NADA das áreas indígenas, isso é mentira das ONGs européias que querem transformar aquilo num santuário para que o Brasil não se desenvolva.

.Segundo, a obra vai ser a maior barragem da América Latina, o que vai possibilitar que a região norte finalmente se desenvolva economicamente e produza alimentos, já que ela está com 20 anos de atraso em relação a sul/sudeste.

.Outra: energia eólica na Floresta Amazônica? Com que vento? Pra gerar a quantidade de energia que Belo Monte vai gerar, ainda que ela seja pouca, seria no mínimo 10 VEZES mais caro... E energia solar? Pra que, pra ligar uma geladeira em um painel enorme e caríssimo?

.O pessoal da Globo não pensa, fala o que uma ONG fala pra eles falarem e todo mundo acha maravilhoso... Sabe quem eles realmente estão atentando contra? Contra a população dos índios BRASILEIROS que ainda vivem como índios, porque o desenvolvimento ainda não chegou lá, e a população em geral do Estado do Amazonas que perde com a criação de empregos e o desenvolvimento de uma região.

.Que a natureza seja conservada, mas que ela não torne o homem escravo e sim seja meio para que ele se desenvolva. Conservar por conservar é um pensamento retrógrado e vazio.

.Seja mais esperto, ninguém vai jogar a verdade no seu colo.

.Vale a pena também ler o artigo de Reinaldo Azevedo que trata desse problema de intervenção externa que o Brasil sofre quando contraria aos interesses estrangeiros. CLIQUE AQUI.

Sobre o assunto:
AGU comprova que Belo Monte não será instalada em terras indígenas (essa é para fechar, em homenagem aos globais)

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".