Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

domingo, 29 de março de 2009

Dois artigos do Olavo: A natureza do marxismo - 2003 e Marxismo esotérico - 2004

Olavo de Carvalho

A natureza do marxismoJornal da Tarde, 18 de dezembro de 2003 
Marxismo esotéricoJornal da Tarde, 1 de janeiro de 2004


Dando prosseguimento à definição de MARXISMO enquanto cultura, abaixo temos mais dois artigos do professor Olavo de Carvalho sobre o assunto. A primeira abordagem sobre o mesmo encontra-se AQUI e a terceira AQUI.



A natureza do marxismo



Investigando durante décadas a natureza do marxismo, acabei concluindo que ele não é só uma teoria, uma “ideologia” ou um movimento político. É uma “cultura”, no sentido antropológico, um universo inteiro de crenças, símbolos, valores, instituições, poderes formais e informais, regras de conduta, padrões de discurso, hábitos conscientes e inconscientes, etc. Por isso é autofundante e auto-referente, nada podendo compreender exceto nos seus próprios termos, não admitindo uma realidade para além do seu próprio horizonte nem um critério de veracidade acima dos seus próprios fins autoproclamados. Como toda cultura, ele tem na sua própria subsistência um valor que deve ser defendido a todo preço, muito acima das exigências da verdade ou da moralidade, pois ele constitui a totalidade da qual verdade e moralidade são elementos parciais, motivo pelo qual a pretensão de fazer-lhe cobranças em nome delas soa aos seus ouvidos como uma intolerável e absurda revolta das partes contra o todo, uma violação insensata da hierarquia ontológica.


A constituição da sua identidade inclui dispositivos de autodefesa que  impõem severos limites à crítica racional, apelando, quando ameaçada real ou imaginariamente, a desculpas mitológicas, ao auto-engano coletivo, à mentira pura e simples, a mecanismos de exclusão e liquidação dos inconvenientes e ao rito sacrificial do bode expiatório.


Iludem-se os que acham possível “contestar” o marxismo por um ataque bem fundamentado aos seus “princípios”. A unidade e a preservação da sua cultura estão para o marxista acima de todas as considerações de ordem intelectual e cognitiva, e por isso os “princípios” expressos da teoria não são propriamente “o” fundamento da cultura marxista: são apenas a tradução verbal, imperfeita e provisória, de um fundamento muito mais profundo que não é de ordem cognitiva e sim existencial, e que se identifica com a própria sacralidade da cultura que deve permanecer intocável. Esse fundamento pode ser “sentido” e “vivenciado” pelos membros da cultura por meio da participação na atmosfera coletiva, nos empreendimentos comuns, na memória das glórias passadas e na esperança da vitória futura, mas não pode ser reduzido a nenhuma formulação verbal em particular, por mais elaborada e prestigiosa que seja. Por isso é possível ser marxista sem aceitar nenhuma das formulações anteriores do marxismo, incluindo a do próprio Marx. Por isso é possível participar do movimento marxista sem nada conhecer da sua teoria, assim como é possível rejeitar criticamente a teoria sem cessar de colaborar com o movimento na prática. A investida crítica contra as formulações teóricas deixa intacto o fundamento existencial, que atacado reflui para o abrigo inexpugnável das certezas mudas ou simplesmente produz novas formulações substitutivas que, se forem incoerentes com as primeiras, não provarão, para o marxista, senão a infinita riqueza do fundamento indizível, capaz de conservar sua identidade e sua força sob uma variedade de formulações contraditórias que ele transcende infinitamente. O marxismo não tem “princípios”, apenas impressões indizíveis em constante metamorfose. Como a realidade da vida humana não pode ser vivenciada senão como um nó de tensões que se modificam no tempo sem jamais poder ser resolvidas, as contradições entre as várias formulações do marxismo farão dele uma perfeita imitação microcósmica da existência real, dentro da qual o marxista pode passar uma vida inteira imune às tensões de fora do sistema, com a vantagem adicional de que as de dentro estão de algum modo “sob controle”, atenuadas pela solidariedade interna do movimento e pelas esperanças compartilhadas. Se o marxismo é uma “Segunda Realidade”, na acepção de Robert Musil e Eric Voegelin, ele o é não somente no sentido cognitivo das representações ideais postiças, mas no sentido existencial da falsificação ativa, prática, da experiência da vida. Por isso qualquer povo submetido à influência dominante do marxismo passa a viver num espaço mental fechado, alheio à realidade do mundo externo.


Detalharei mais no próximo artigo estas explicações, resumo das que ofereci no meu recente debate com um professor da Faculdade de Direito da USP, às quais meu interlocutor respondeu que eu pensava assim por ter “problemas emocionais graves” -- sem perceber que, com isso, dava a melhor exemplificação da minha teoria.



Marxismo esotérico



Quando digo que o marxismo é uma “cultura”, está aí implícito que compará-lo a uma “religião” é abusar de uma analogia. Essa analogia só funciona, em parte, se por “religião” se entendem os primitivos complexos mitológicos em que crenças, ritos, governo e sociedade se fundiam numa totalidade inseparável. As religiões universais são por excelência transportáveis para fora da sua cultura originária, e o são, precisamente, porque nelas o depósito inicial da revelação se transmuta numa formulação teológico-dogmática racional com pretensões de verdade universal, a qual se oferece para ser validada ou impugnada no plano do exame teorético. Já o marxismo não admite de maneira alguma ser discutido nesse plano, porque a essência do seu conteúdo intencional, como já expliquei, não está expressa em discurso, mas imbricada organicamente, como um segredo mudo, no tecido da prática revolucionária, do qual deve ser desentranhada por meio de sutis mutações de significado, procedimento esotérico cuja autoridade transcende a dos escritos do próprio Marx.


Antonio Negri, escrevendo em 1994 sobre uma discussão com Norberto Bobbio, afirma: “Para Bobbio, uma teoria marxista do Estado só poderia ser aquela que derivasse de uma cuidadosa leitura da obra do próprio Marx. Para o autor marxista radical (Negri), no entanto, era a crítica prática das instituições jurídicas e estatais desde a perspectiva do movimento revolucionário -- uma prática que tinha pouco a ver com filologia marxista, mas pertencia antes à hermenêutica marxista da construção de um sujeito revolucionário e à expressão do seu poder. Se havia algo em comum entre Bobbio e seu interlocutor era que ambos consideravam o socialismo real um desenvolvimento amplamente externo ao pensamento marxista.”


De um lado, o marxismo não consiste nas formulações expressas de Marx, mas transmuta-se na “construção de um sujeito revolucionário”. De outro, também não se identifica com o “socialismo real”, isto é, com a situação historicamente objetiva produzida por essa mesma construção. Mas, se o “verdadeiro” marxismo não está nem no projeto nem no edifício, nem nas intenções da teoria nem nos resultados da prática, onde está então? Está no trajeto, no processo em si. Está nas profundezas ocultas e moventes da praxis, veladas a seus protagonistas e agora em parte desveladas pelo tirocínio hermenêutico do sr. Negri, para grande surpresa de seus predecessores que se imaginavam marxistas. Longe de ser uma religião dogmática apegada à letra da revelação, o marxismo é um fluxo esotérico de símbolos em movimento perpétuo cujo sentido só vai se revelando ex post facto, cada nova geração provando que os ídolos revolucionários de ontem não eram revolucionários e sim traidores, como numa Igreja auto-imunizante em que a primeira obrigação de cada novo Papa fosse excomungar o antecessor. Compreende-se o risco temível de discutir com marxistas. Você tem um trabalho medonho para vencê-los, só para depois aparecer alguém alegando que, da derrota deles, o marxismo saiu não somente incólume, mas engrandecido.


Nessa linha, o sr. Negri afirma que “uma crítica muito radical do direito e do Estado tinha se desenvolvido no curso do processo revolucionário e tinha sido reprimida nas codificações e constituições da União Soviética e do ‘socialismo real’”. Num estalar de dedos, a máxima realização histórica do movimento socialista se torna o seu contrário: a repressão do socialismo. Mas, com a mesma desenvoltura com que se isenta de responsabilidade por suas ações, a “prática revolucionária” atribui a si própria os méritos de seus inimigos: na perspectiva do sr. Negri, o “conjunto de lutas pela libertação que os proletários desenvolveram contra o trabalho capitalista, suas leis e seu Estado” abrange “desde o levante de Paris em 1789 até... a queda do muro de Berlim”. A leitura esotérica transmuta a derrocada do comunismo em rebelião anticapitalista.


Como raciocínio filosófico, científico, dogmático ou mesmo ideológico, não faz o menor sentido. Como argumento retórico, é ridículo. Como trapaça, é pueril demais. Mas, como operação de emergência para a salvação da unidade cultural ameaçada, faz todo o sentido do mundo. As culturas são a base da construção da personalidade de seus membros, que desmorona junto com elas. A defesa da cultura é uma urgência psicológica absoluta, que justifica o apelo a medidas desesperadas.

The Obama Deception - legendas em português

"Fui enviado para salvar o mundo!!!" - autor: o queniano mestiço BARACK HUSSEIN OBAMA

sábado, 28 de março de 2009

Homenagem às Forças Armadas Brasileiras

Homenagem ao Cel Luiz Mario Mandarino de Sa Freire, pai dos meus filhos (Cavaleiro: da sra. que postou no Youtube) e a todos do meu querido Exercito Brasileiro.

Não cobre atitude de ninguém, enquanto você não tiver uma!

Por e-mail (sic)

Repassando para máxima divulgação. Que esteja presente em todos os blogs e sites do Brasil.
É vital que nos alinhemos - TODOS - em apoio irrestrito às nossas FFAA: isto é o começo da virada!

M.

Não cobre atitude de ninguém, enquanto você não tiver uma!
 
INTENÇÃO É ILUSÃO - AÇÃO É TUDO!!!
 
Há 3 eventos cívicos de relevante importância para o fortalecimento das Forças Armadas Brasileiras acontecendo nos próximos dias em São Paulo:
 
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Dia 29 de março às 09:00
Parque Dom Pedro II 
Saída do desfile de viaturas militares antigas pelas ruas da Capital. Traga sua família, bandeiras, siga a carreata, buzine, vibre, grite, aplauda!
 
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Dia 31 de março às 09:00
Quartel General do Comando do Sudeste - Ibirapuera - Evento alusivo ao 31 de março de 1964 e homenagem às famílias de militares e agentes do Estado, vitimados pelo terrorismo comuna.

Vamos lotar o Quartel General e prestar nosso total apoio ao nosso Exército.
 
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Dia 31 de março às 19:00
Missa em sufrágio das almas dos heróis nacionais, militares e civis, que morreram torturados e/ou assassinados por terroristas. Igreja de Nossa Senhora de Fátima - Bairro do Sumaré - Av. Dr. Arnaldo, 1831 - Metro Sumaré  e estacionamento na igreja.
 
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Meu amigo
 
Você que vive a cobrar uma atitude das FFAA, preste atenção:
 
Para ter o direito de cobrar da sociedade e/ou das FFAA qualquer ação
contra o estado de degradação e emporcalhamento das Instituições e
contra atos de traição à Pátria, por parte da classe política atual e de homens públicos do governo,

COMPAREÇA AOS EVENTOS ACIMA e dê o seu exemplo de Patriotismo, comprometimento, determinação e Amor ao Brasil.
 
Exista, como indivíduo e como Homem e Mulher de Bem!
 
Entretanto, se você tiver algo mais importante para fazer nos dias e horários dos eventos, cale-se e envergonhe-se por priorizar assuntos irrelevantes para a Segurança de sua família, sua liberdade e o futuro de seus descendentes e por relegar a Soberania da Nação a um segundo plano!

 
O momento é AGORA!!!

Este é o Primeiro Passo!!!
 
Esta é a sua oportunidade de provar para si mesmo o quanto você é,
realmente, Brasileiro, Patriota e fiel aos valores que alega defender!
 
Vamos apoiar o Exército Brasileiro, A Marinha e a Força Aérea!!!
 
Qualquer canalha apátrida pode nascer no Brasil, agora... ser Brasileiro, é algo totalmente diferente!!!
 
Ser Patriota não é questão de escolha, é um dever!!!
 
(Joe) Viva Mallet!!! - Ma Force d'en haut.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Da mentira à impostura

DIÁRIO DO COMÉRCIO
Olavo de Carvalho - 25/3/2009 - 22h18


Imprensa minimiza participação de primeira-dama de El Salvador no Foro de São Paulo.

Mentiroso compulsivo é aquele que, desmascarado, não dá o braço a torcer: persiste na mentira, adorna-a de novos floreios, jura, esbraveja, argumenta, e tanto insiste que acaba deixando o interlocutor em dúvida. Porém mais perverso ainda, um sociopata em toda a linha, é aquele que, em tal situação, se faz de desentendido e continua falando no tom da maior normalidade e segurança, como se nada tivesse acontecido.


Aí a mentira singular se transmuta em impostura permanente, estrutural, alterando de uma vez o quadro das relações humanas e quebrando, na alma do ouvinte, não a confiança nesta ou naquela verdade em particular que ele julgava conhecer, mas no próprio valor da verdade em geral.


No primeiro caso, a mentira buscava imitar a verdade, parasitando o seu prestígio; agora ela se impõe por seus próprios méritos, como um valor em si, independente e superior à verdade. Perplexo e atordoado pelo fascínio da insanidade, o ouvinte se vê atraído para dentro de uma espécie de teatro mágico, onde o preço do ingresso é a abdicação não só do poder, mas do simples desejo de conhecer a verdade.


Pois bem, esse é o jogo criminoso, sórdido e indesculpável, que a “grande mídia” brasileira inteira, sem exceção, tem jogado com seus leitores desde que se tornou impossível continuar negando e ocultando, como o fizera ao longo de dezesseis anos, a existência e o poder descomunal do Foro de São Paulo.


Agora, quando tocam no assunto que antes evitavam como à peste, nossos jornais o fazem no estilo distraído e anestésico de quem falasse de coisa banal e rotineira, que tivesse estado presente nas suas páginas desde sempre, com a regularidade das colunas de turfe e das histórias em quadrinhos.


Seriam mais decentes e toleráveis se persistissem na mentira, negando o óbvio com aquela intensidade louca do fingidor histérico, que grita e gesticula para persuadir a si mesmo daquilo em que, no fundo, não pode acreditar. Entre o histérico e o sociopata vai toda a distância que medeia entre a paixão e o cálculo, entre a doença e a maldade, entre a explosão de um sintoma neurótico e o planejamento frio de um crime.


Relatando a vida de Vanda Pignato, a militante comunista brasileira que acaba de se tornar a primeira-dama de El Salvador, a Folha de S. Paulo do dia 23 informa, de passagem, meramente de passagem, que a referida “participava das reuniões do Foro de São Paulo, articulado pelo petismo e controvertido por já ter permitido a participação das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), convertida em narcoguerrilha”.


Não é uma belezinha? A mais poderosa organização política da América Latina, financiada por fontes misteriosas jamais investigadas, autora suprema da articulação clandestina que ludibriou povos inteiros durante uma década e meia e salvou o comunismo da extinção mediante o ardil de fazer-se de morto para assaltar o coveiro, de repente aparece como uma entidade normal, legítima como qualquer partido político, só vagamente "controvertida" por ter "permitido a participação" da narcoguerrilha colombiana!


Como se o Foro tivesse se limitado a isso, em vez de prestar apoio unânime e incondicional às Farc, acusando o governo colombiano de "terrorismo de Estado"! Como se entre as fontes de sustentação financeira de um movimento tão vasto e dispendioso fosse dispensável, pela origem espúria, o dinheiro do narcotráfico! Como se do Foro não participassem também outras organizações criminosas, por exemplo o MIR chileno, sequestrador de brasileiros, com direito a manifestações de solidariedade continental cada vez que um de seus agentes armados é preso e enviado à Justiça! Como se a mera existência de um poder invisível e onipresente, capaz de mudar a história de um continente sem que o público tenha a menor notícia do que está acontecendo, já não fosse em si mesma um formidável concurso de crimes, a anomalia das anomalias, a aberração das aberrações!


Nunca, fora dos países comunistas onde a mídia é oficialmente órgão de propaganda e desinformação, os jornalistas jogaram tão sujo quanto na ocultação pertinaz do Foro de São Paulo e na operação-desconversa que se seguiu à queda do muro de silêncio.


Mentir, eles mentiam antes. Agora partiram para o fingimento de segundo grau, a consolidação da impostura como um direito sagrado e um dever moral soberano, nada mais cabendo ao povo, diante desse ritual diabólico, senão curvar-se em respeitoso silêncio, prostituindo e sacrificando ante um ídolo de papel os últimos vestígios de dignidade que possam restar na sua alma exausta e entorpecida.


Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia


NOTA DA REDAÇÃO

Vanda Pignato


A futura primeira-dama de El Salvador (assume em junho) é uma brasileira, advogada de direitos humanos, militante do PT desde a década de 80 e amiga do presidente Lula. Ela vive naquele país desde 1992. Em 1993, no governo de Itamar Franco, assumiu a direção do Centro de Estudos Brasileiros do consulado do Brasil. Mesmo sendo funcionária do governo, Vanda participou de todos os encontros do Foro de São Paulo na América Central.

O que Lênin faria

Olavo de Carvalho
Época, 24 de agosto de 2002


Se fosse presidente do Brasil, ele acalmaria os investidores.


Cavaleiro do Templo: leia o artigo abaixo escrito em 2002 e reflita: Olavo é profeta? Não, de jeito nenhum. Olavo estuda de fato, está dentro da realidade, portanto. Busca informações, erra como qualquer ser humano mas seus diagnósticos acerca do que vai acontecer dificilmente caem longe dos fatos quando ocorridos. No Brasil temos este monstro de capacidade e outros como a Graça Salgueiro, Heitor de Paola, Nivaldo Cordeiro, Ubiratan Iorio, Klauber Kristofen Pires e tantos outros mas nenhum deles é tratado adequadamente pelas empresas de mídia. Vamos ao artigo.

   

A julgar pelos diagnósticos alarmantes ou calmantes que saem na nossa imprensa, as únicas áreas ameaçadas em caso de ascensão da esquerda radical são o dinheiro do Exterior investido aqui e o crédito do Brasil nos bancos estrangeiros. Toda a discussão gira em torno de saber se o sr. Fulano ou Beltrano, eleito, pode ou não colocar em risco esses bens supremos. Na primeira hipótese, ele é um perigoso comunista; na segunda, um admirável democrata.


Mas, quando Lênin destruiu em três semanas a ordem constitucional russa e instaurou o reinado do terror, a bolsa de Moscou e Petrogrado não caiu um ponto sequer, e nos anos que se seguiram os investidores estrangeiros ganharam dinheiro a rodo com o novo regime. À luz do critério brasileiro, portanto, Lênin não era comunista de maneira alguma.


A prevalência desse critério imbecil demonstra apenas a completa sujeição intelectual da burguesia brasileira aos cânones do marxismo difuso que a induzem a desempenhar, no teatro da realidade, precisamente o papel estereotipado que a estratégia comunista lhe reservou: o de uma classe de interesseiros imediatistas que podem ser manipulados por meio de seus próprios interesses.


Hegemonia é isso: pautar o discurso dos adversários, induzindo-os a formular seus pensamentos e seus desejos segundo um quadro de categorias mentais pré-calculado para amarrá-los com sua própria corda.


A esquerda nacional é burra e inepta, mas, comparada ao empresariado, é uma plêiade de gênios. Para qualquer estudioso de Antonio Gramsci, ludibriar industriais e financistas brasileiros, induzindo-os a trabalhar pela sua própria perdição, é bater em crianças. Que é que pode o pragmatismo grosso de quem mede o mundo pelo saldo de caixa, comparado ao complexo maquiavelismo da “revolução cultural”? É até covardia. Não conheço um só empresário que não alardeie tranqüilidade olímpica face ao avanço do comunismo, mas, defrontado com alguma estrela do esquerdismo letrado, não se prosterne em rapapés de abjeto servilismo. Claro: não importando o quanto de dinheiro você tenha no bolso, a superioridade intelectual, mesmo pequena, tem sobre você uma força e uma autoridade intrínsecas. Na estratégia revolucionária, a hegemonia cultural equivale ao que, na guerra, é o domínio do espaço aéreo. Correndo para esconder seus tesouros, os roedores se expõem aos olhos do predador que, do alto, controla seus movimentos.


Por isso é que, em vez de perder-se em vãs conjeturas economicistas, nenhum deles pergunta aos candidatos presidenciais:


1) Qual a sua visão geopolítica do mundo? O senhor pretende usar de discursos contra o “poder unipolar” para alinhar o Brasil com o pólo oriental e comunista cuja existência e crescimento essa retórica se destina a encobrir?


2) Após anos de demolição e constrangimento das Forças Armadas, o senhor pretende completar dialeticamente a aplicação do ardil leninista, oferecendo à oficialidade humilhada algum reconforto tardio em troca do seu apoio a uma política externa anti-ocidental e pró-comunista que antes nenhum militar aceitaria?


3) Como o senhor vai combater o narcotráfico sem entrar em choque com Cuba, as Farc e a mídia esquerdista internacional? Ou, ao contrário, vai montar um simulacro de combate só para liquidar as quadrilhas adversárias -- que dominam por exemplo o Espírito Santo -- e entregar à narcoguerrilha comunista o controle total do mercado brasileiro?


Essas são as únicas perguntas que interessam. O próprio Lênin, se presidisse o Brasil de hoje, nem pensaria em socializar a economia. Trataria de consolidar o capitalismo e acalmar os investidores, ganhando tempo para lutar nessas três frentes, estas sim vitais para a estratégia comunista mundial. Tranqüilizados pelas garantias oferecidas ao seu rico dinheirinho, os burgueses seriam os primeiros a colaborar com ele.

Marxismo – uma cultura inteira criada por um canalha satanista

Trechos extraídos do "debate" entre o PROFESSOR Olavo de Carvalho e o "professor" Alaor Café. De verdade, não podemos chamar de debate o que aconteceu, do mesmo jeito que não podemos chamar de luta Myke Tyson me dando uma surra. E professor no Brasil é isto aí mesmo que se pode ver na íntegra clicando aqui. O primarismo do Café o qualifica, como diz Olavo, para trabalhar como servente, faxineiro, motorista de táxi e aí não estou sendo nem um pouco preconceituoso. Nestas profissões a pessoa não necessita de curso "superior", não é exigência para o trabalho. Só nelas Alor Café poderia exercer plenamente a sua capacidade. Para professor é INCAPAZ!!! É o que eu acho.

Não coloquei nada que o Café falou, evidentemente. Em algumas horas de SURRA o sujeito falou duas ou três coisas que podem ser usadas para a construção de algo que preste enquanto o PROFESSOR DE FATO E DE DIREITO Olavo de Carvalho deu uma aula espetacular e marcante! Vou publicar vários trechos da SURRA com títulos que eu mesmo criei.

Eis abaixo o primeiro. AQUI o segundo, AQUI o terceiro.

 

... a análise do marxismo é sempre um problema quase impossível de resolver, pela multilateralidade dos seus aspectos. Vocês vejam que o marxismo é uma filosofia, é uma teoria econômica, é uma ideologia, é uma estratégia revolucionária, é um regime político, é um sistema ético-moral, é uma crítica cultural, é uma organização política da militância: ele é tudo isso ao mesmo tempo. Ora, vocês não encontrarão em todo o mundo, em toda a história humana, nenhum fenômeno parecido: não existe nenhum outro fenômeno que abarque de maneira unificada tantos aspectos ao mesmo tempo. Isso quer dizer que o marxismo nos coloca desde logo o problema de que não sabemos a que gênero de fenômenos ele pertence.

 

...

 

... toda a tentativa de discussão do marxismo imita aquele célebre caso dos cegos com o elefante, em que um pega a perna e diz que o elefante é um poste, outro pega a tromba é diz que é uma cobra, outra pega a orelha e diz que é uma folha de papel, e assim por diante. Aqueles que analisam o marxismo no terreno econômico – o pessoal liberal tem a mania de fazer isso, o que é até covardia, porque a crítica liberal da economia marxista é tão arrasadora que este é o campo mais fácil para discussão –, quando pensam que estão ganhando a discussão, o marxista passa para outra clave (por exemplo, a da crítica moral do capitalismo) e pronto: aquele belíssimo trabalho que o liberal fez está perdido. Se nós atacamos o materialismo e o anticristianismo do marxismo, também quando estamos quase vencendo a discussão, o marxista tira do bolso do colete a teologia da libertação, dizendo que é mais cristão do que nós. Então, realmente estamos lidando com um ente proteiforme e indefinido. É evidente que a análise e a crítica racional esbarram em dificuldades tão imensas que, sinceramente, não vale a pena prosseguir nesta direção. A sucessão de críticas ao marxismo que se fizeram desde o século XIX até hoje, não digo que seja inútil, mas pega somente detalhes e partes às vezes insignificantes do problema.

 

...

 

... vamos começar por definir o marxismo pelo seu gênero próximo. Eu tenho a pretensão de ter encontrado esse gênero próximo: o marxismo não é uma filosofia política, não é uma economia, não é um partido político, não é nenhuma dessas coisas isoladamente, mas é uma cultura , no sentido antropológico do termo. Uma cultura significa um universo inteiro, um complexo inteiro de crenças, símbolos, discursos, reações humanas, sentimentos, lendas, mitos, sentimentos de solidariedade, esquemas de ação e, sobretudo, dispositivos de autopreservação e de autodefesa. Para toda cultura existente, o desafio número um é a sua autopreservação. Isto quer dizer que o marxismo, ao longo de sua história, desenvolveu uma infinidade de meios de autopreservação cujo funcionamento, inclusive material, dificilmente é objeto de curiosidade das pessoas. Não deixa de ser estranho que o marxismo, que professa tudo analisar pela sua base econômica, jamais seja estudado pela base econômica da sua própria expansão. Portanto, nós temos a impressão de que as idéias marxistas, exatamente como as idéias do antigo idealismo, se propagam no ar sem nenhuma ajuda humana e sem nenhuma sustentação econômica.

 

...

 

Tão logo enunciados os princípios do marxismo no Manifesto Comunista de 1848, a primeira coisa que os comunistas fizeram foi colocá-los em revisão. O revisionismo é o segundo capítulo da história do marxismo após a sua fundação, de modo que, aos revisionistas (Bernstein, Kautsky e outros), a associação que o próprio Marx estabelecia entre marxismo e violência era ilegítima. Não nos façamos ilusões: Karl Marx sempre disse que a revolução somente se faria por meio da violência, ele rejeitava qualquer possibilidade de implantar o marxismo por meio da educação ou qualquer outro meio pacífico e inclusive dizia, lamentando-se, que “para implantar o socialismo no mundo nós temos de destruir no caminho uns quantos povos inferiores”, sic. Para os revisionistas, esse apelo de Marx à violência não fazia parte da essência do marxismo, mas era uma espécie de excrescência devida a alguma perturbação na cabeça do próprio Marx. No terceiro ato, volta-se à ortodoxia marxista através de Lenin, acreditando-se que é absolutamente necessário fazer a revolução através do uso da violência; e, através do uso da violência, constitui-se a duras penas, com sacrifício de milhões de militantes, sobretudo milhões de inimigos e dissidentes, o Estado Soviético. Uma vez pronto isto, o que diz a geração seguinte? “Isto não é representativo, isto não é o verdadeiro marxismo”.

 

Então, de geração em geração, nós vamos nos perguntando: afinal, quando aparecerá o verdadeiro marxismo? A resposta pode ser dada já: nunca. Porque o verdadeiro marxismo não existe como nenhuma formulação explícita, que possa ser discutida racionalmente. O marxismo só existe como uma cultura, na qual a formulação doutrinal é apenas um elemento provisório e tático, que pode ser trocado quantas vezes se queira, de modo que o militante possa não somente mudar a história anterior, fazendo com que tudo aquilo que foi feito em nome do marxismo já não seja marxismo – e apareça um novo marxismo que ele tem na cabeça –, mas consiga também fazer até o milagre oposto: ele consegue não apenas limpar a memória de seus próprios crimes, mas consegue trazer para si os méritos do adversário. Vou lhes dar um exemplo de como se faz isso, exemplo que tirei do próprio Antonio Negri: ao falar da famosa prática da criação do sujeito revolucionário e da afirmação do seu poder, ele diz que “ isso faz parte da história de um conjunto de lutas pela libertação que os proletários desenvolveram contra o trabalho capitalista, suas leis e seu Estado, desde o Levante de Paris de 1789 até a Queda do Muro de Berlim ”. A Queda do Muro de Berlim integra-se na sucessão das lutas para a criação do sujeito revolucionário e para a afirmação do seu poder. Só falta então dizer que o único marxista autêntico daquela época era Ronald Reagan. O representante de qualquer religião, ideologia, partido político ou clube esportivo que se permita uma tamanha elasticidade será evidentemente condenado como charlatão ou internado como louco. Mas dentro do marxismo isto vale. Mais ainda, digo para vocês: não é desonestidade, pelo menos não desonestidade consciente. Isto é possível dentro do marxismo porque ele não é uma doutrina, não é uma teoria que se tenha de defender mediante uma discussão racional.

 

...

 

Karl Marx havia dito na Crítica da Filosofia do Direito de Hegel que a realidade social dos homens condiciona a sua consciência; nas Teses sobre Feuerbach , ele vai um pouco mais além e diz “determina”. Isto quer dizer que você tem uma posição na sociedade que é definida pelo seu papel no sistema de produção e você tem um conjunto de idéias que é determinado por esta posição. Quanto é determinado? Isso ele nunca diz; o máximo que ele diz é que, em última instância, é determinado. Então, qual é exatamente a relação entre posição social e ideologia? Ou existe uma relação efetiva, como diz Marx, ou posição social é uma coisa e ideologia é outra completamente diferente. Se houvesse uma conexão efetiva, então o burguês tem de pensar como burguês, o proletário como proletário, podendo haver, é claro, exceções. Mas qual seria a possibilidade de que justamente o primeiro teórico da ideologia proletária não fosse um proletário? E o segundo também não? E o terceiro também não? E o quarto também não? E de que praticamente toda a liderança do movimento comunista, ao longo dos tempos e incluindo Antonio Negri, nunca fosse de proletários? Eles podem dizer que são burgueses esclarecidos e que aderiram. Mas se você tem a liberdade de aderir, outros também têm. Portanto, a conexão entre a sua condição social e a sua ideologia é de sua livre escolha, e a famosa conexão não existe.

 

...

 

... diz-se que na Revolução Francesa a burguesia tomou o poder. A burguesia são os capitalistas, não? Façam a lista dos líderes da Revolução Francesa e vejam quantos capitalistas havia ali. Resposta: um. Os outros eram todos padres, aristocratas frustrados, jornalistas etc. Se eles não eram burgueses ou capitalistas pessoalmente, eles podiam ter algum contato com entidades de capitalistas que lhes diziam quais eram seus interesses, interesses que queriam defendidos. Mas nunca houve este contato. Isso quer dizer que, se a ideologia da Revolução Francesa era a ideologia dos capitalistas ou da burguesia, curiosamente os burgueses se esquivaram de defendê-la: ela foi defendida por pessoas que não tiveram nenhum contato com burgueses e não houve nenhum burguês vindo-lhes pedir que fizessem algo.

Isso é para lhes dar uma idéia de até que ponto a teoria marxista da história é pura mitologia e charlatanismo em cada um dos seus itens. É claro que, se em meia hora o prof. Alaor (Café) não pode expor a parte dele (a qual vocês já estão acostumados a ouvir), muito menos posso eu provar toda essa novidade. Dêem-me alguns anos e eu provo isto com todos os detalhes.

Presidente recebe líder britânico e diz que crise foi causada por 'gente branca, de olhos azuis'.

MSN NOTÍCIAS
Fabrícia Peixoto - 26/03/2009

Cavaleiro do Templo: não se pode imaginar que não existe problema algum entregar o poder para o estúpido por opção. Estão vendo membros da classe média, o que acontece quando se vota na esquerda? O que acontece quando se vota em "pobrezinho EX-operário há muito rico"? Está mais do que na hora de parar de ver tanta televisão e aprender como se faz um país

Não vou nem postar mais esta nojeira, quem quiser saber o que o Lula fez, mais um festival de arrogância, jumentice, estupidez e principalmente PRECONCEITO RACIAL, clique aqui

Na minha cidade saiu hoje no jornal que o prefeito petista só vai permitir casas da nova bolsa do Governo Federal para a classe baixa, "...sem deixar uma parte para a classe média...". E ele está "...empenhado para atendermos...". Empenhado PARA ATENDERMOS??? Sei... Seria a reforma da gramática luliana?

Afro-brasileiros contra leis raciais

ESTADÃO
José Roberto F. Militão | Quarta-Feira, 25 de Março de 2009


No Congresso debatem-se os polêmicos projetos de leis raciais, que preveem cotas em universidades e até no mercado de trabalho e em concursos. São matérias que interessam a todos e dividem também os afro-brasileiros. Há os favoráveis, muitos bem organizados e bem financiados, e há os cidadãos comuns, não organizados - 62,3% são contrários às leis e cotas raciais, de acordo com pesquisa Cidan/IBPS de 20 de novembro.

Os argumentos contrários são de razões éticas e psicossociais, já que a aprovação dessas leis significa a imposição pelo Estado de uma identidade jurídica racial que hoje não temos, alterando substancialmente o status da cidadania de todos. A Constituição federal repudia a classificação racial e está conforme as convenções internacionais que, desde a 2.ª Guerra Mundial e desde a Declaração Contra o Racismo da Unesco, de 1950, têm reiterado o consenso de que a luta contra o racismo exige esforços estatais para a destruição da crença em raças. Isso pressupõe a necessária abstenção do Estado para não legitimar essa crença racial.

Desde então, nenhum país tem recorrido a leis raciais para conferir ou excluir direitos. Estamos trilhando a contramão da história. Sem pensar nas gerações futuras, leis e políticas públicas estão racializando o Brasil e violando os artigos 5.º e 19.º da Constituição, segregando direitos da cidadania. Não é disso que precisamos. Queremos que o Estado nos assegure o direito à igualdade de tratamento e de oportunidades, o que não equivale a privilégios raciais.

Outra objeção conceitual é que políticas de cotas raciais não são equivalentes a programas de ações afirmativas. As cotas compulsórias não têm acolhimento em razão dos males que produzem: aprofundam a crença racial, geram no meio social, a médio e a longo prazos, divisões, conflitos e ódios raciais, em que as vítimas são os afro-brasileiros. Os defensores de leis raciais ludibriam a boa-fé alegando que cota racial é ação afirmativa. Mas especialistas ensinam que "ação afirmativa" é a boa doutrina jurídica acolhida pelo Direito, destinada a coibir todos os tipos de discriminações atuais cotidianas, como racismo, sexismo, machismo, homofobia, etc. Portanto, nos moldes do que lecionava em 2001 o jurista Joaquim Barbosa, atual ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), "somente os inimigos de ações afirmativas é que as denominam por cotas raciais". Era essa, também, a opinião da ministra do STF Carmem Lúcia e do professor Mangabeira Unger: as ações afirmativas não fazem reparações do passado, não fazem cotas estatais, mas atuam com eficácia para que as discriminações históricas não persistam no presente. Portanto, os afro-brasileiros precisam de políticas públicas de inclusão, indutoras e garantidoras da promoção da igualdade, e não das cotas de humilhação.

No caso da escassez de vagas nas universidades, não é razoável que, sem qualquer novo investimento público, sob alegação de falacioso direito racial, venha o Estado retirar vagas de brancos pobres para entregá-las a pretos também pobres, oriundos de mesma escola pública e mesmo ambiente social. Basta, portanto, a reserva de 50% das vagas por meio de critérios sociais e de origem na escola pública, suficientes para ampliar oportunidades e igualar a disputa entre os pobres. Com isso também se reduz o privilégio dos ricos.

A realidade inaceitável é que a apologia de raças pelo Estado produzirá efeitos colaterais conhecidos e prejudiciais aos afro-brasileiros, pois se trata da crença racial edificada para oprimir. Ao Estado cabe atuar para destruir a crença em raças, neutralizar as discriminações no presente e induzir a igualdade de oportunidades. Leis raciais não servem para redução das desigualdades entre brancos e pretos, pois atacam os efeitos, mas aprofundam as causas, alimentando a perniciosa autoestima racial, em prejuízo da autoestima humana. Isso é violência contra a dignidade humana, pois deduz-se, nesse conceito, pelo senso comum, que há uma perversa hierarquia implícita, na qual a "raça negra" seria a "raça" inferior.

Nos EUA, desde 1990, importantes intelectuais afro-americanos como Thomas Sowell, Cornell West, Kevin Gray e inclusive o atual presidente, Barack Obama, denunciam que a autoestima racial está dilacerando a juventude afro-americana, vítima do niilismo social. Dados oficiais revelam que 1 em cada 3 jovens de 16 a 24 anos está sob a custódia da Justiça. Quase 2 milhões estão nas prisões, o equivalente a mais de 4% dos afro-americanos. Eles são 12% da população, correspondem a 60% dos presos e a 70% dos casos de gravidez na adolescência. São estatísticas que revelam a tragédia social numa sociedade que cultua uma profunda crença racial. Atinge inclusive os filhos da classe média. Não é justo que o Parlamento condene nossas crianças com a mesma crença de que pertencem a uma "raça negra e inferior". Essas leis, segregando direitos, aumentam a autoestima racial, mas enfraquecem o caráter e deformam a personalidade, afirmava Martin Luther King em Carta da Prisão de Birmingham (1963).

Até o presente momento, não somos vítimas dessa autoestima racial. Se nossos jovens talentos tiverem oportunidades iguais, sem o estigma da inferioridade implícita nas cotas raciais impostas pelo Estado, saberão aproveitá-las. A identidade racial é, portanto, assunto que diz respeito aos afro-brasileiros, pois nos afetará, enfraquecendo a autoestima humana. O Parlamento atento a preceitos éticos não deve cometer esse crime de lesa-humanidade. Com sabedoria, nossas avós ensinaram: somos homens e mulheres "de cor". Elas deduziam que a cor de pretos e pardos é uma característica biológica natural, diferente do conceito de "raça negra" - uma construção social para oprimir, violar a dignidade dos humanos de cor e sonegar a inteira humanidade, conforme dizia o líder afro-americano Malcom X.

José Roberto F. Militão, advogado, membro da Comissão de Assuntos Antidiscriminatórios Conad-OAB/SP, foi secretário geral do Conselho da Comunidade Negra do governo do Estado de São Paulo (1987-1995)

Oriente-se? Não! “Ocidente-se”!!!


Sim... Tudo que se herda, se dissolverá...

Shakespeare




Cavaleiro do Templo

 

Não obstante a imensa quantidade de provas, os ocidentais de jeito nenhum querem enxergar a realidade da nossa civilização. Ninguém quer ver que tudo de ruim que estamos vivendo foi pensado, projetado e implantado por grupos interessados na escravidão total, na servidão de todos e no nascimento do novo ser humano - o ser não-humano, escravo do mal.

 

Vejo isto em uma pessoa de minha família e no seu grupo de "amigos". Desligada do universo que a cerca, esta pessoa enfia-se em Yoga, treinamentos "espirituais" tibetanos, saídas (fugas, na verdade) do corpo regadas a incenso e música sufi. Todo mundo tem alguém por perto metido em grupos nestas atividades. Eu os resumo como grupos de idiotas úteis, tipo de soldado raso já conhecido por nós, cheios de agentes infiltrados vendendo o Oriente como solução mágica para "os males do Ocidente", como se os males do Oriente fossem inexistentes.Ou, como se o pessoal de lá tivesse algo a dar para nós aqui enquanto solução para o que quer que seja. E nunca, nunca (do verbo "jamais") ninguém mexe um cabelo do corpo para preservar a nossa cultura, que dirá valorizá-la. Sugeri aos "amigos" que ao invés de estudarem e praticarem o Oriente, que estudassem os santos da Igreja e praticassem o Ocidente. A cara que fizeram foi de arrepiar!

 

Será que estes idiotas úteis ao projeto de implosão do Ocidente e, portanto, inúteis para o Ocidente, sabem que em Xangai existem imensos hospitais com instrumental no estado da arte em medicina ocidental? Que chineses endinheirados vão a estes ou para o Ocidente quando precisam de cuidados médicos? Que os japoneses cortam a cabeça dos outros e cometem suicídio tudo em nome da honra, o que significa por definição que a vida para estes idiotas úteis do código de honra dos samurais esta restrita à honra? Que patrão mais cretino é este? Nossa civilização está muito além disso enquanto compreensão da Graça Divina que é a vida! E as culturas da América pré-colombiana, arrancando corações dos vizinhos (claro, não iriam arrancar os das suas esposas, filhas e filhos) em nome de monstros retratados em estátuas que mais parecem o demônio? Os beduínos e o haxixe, todo mundo drogado e se elevando até onde seus cérebros microscópicos podem levá-los, ou seja, no máximo até os fenômenos da Criação, coisa de criança que não entende que a Vida vai muito além do que o ser humano pode perceber, mesmo que completamente drogado? E drogas, aliás, ao contrário do que dizem, levam a criatura para os porões da percepção; quem não sabe disto? Alguém já ouviu falar em Jesus Cristo usando drogas para se ligar com o Pai? Quanta estupidez, que coisa nojenta, que bando de monstros estes que não entendem o Presente que ganharam por terem nascido dentro da melhor civilização que jamais existiu, a Ocidental! Os satanistas de Marx vão arrancar a barba com pinça agora: qual civilização criou um sistema que permitiu ao ser humano melhorar sua vida em todos os aspectos através do mérito e dedicação, sistema este chamado CAPITALISMO? Quando isto foi feito EM BLOCO, implantado como uma ferramenta para todos os cidadãos? Isto nunca antes aconteceu!!!

 

Tenho pensado em duas coisas ultimamente. Uma, que a briga principal com os satanistas de Marx e seus idiotas úteis citados acima será "mais no alto", nas esferas onde moram os Valores Eternos. A outra é que o Ocidente precisa ser sacudido na briga secundária, a sangrenta. Mas sacudido com muita força, para valer mesmo. Assim, o ocidental médio ou abaixo disto vai "ver sumir", se perdermos as brigas, o que nossos avós construíram com tanto trabalho, suor e lágrimas. E receberão como presente o Oriente. Coisa linda, né? Cadáveres boiando nos rios, mulheres empacotadas e andando atrás de seus proprietários que as usam do jeito que querem, imposição de castas - é, no Oriente você nasce, cresce e morre em uma casta e muito mais.

 

Quando não damos valor ao que temos, fruto de estupidez, canalhice e analfabetismo crônico, estamos fadados a perder o que possuímos.

 

As chances estão acabando: OCIDENTE-SE!!! Ou morra literalmente ou em vida.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Exemplo de matéria NOJENTA, ASQUEROSA, PODRE - Há dois meses no poder, Obama já venceria eleição em 2012, diz pesquisa


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18/03/2009

Cavaleiro do Templo: uma empresa de mídia tem que avaliar a validade do que publica, entre muitas outras coisas que também deveriam fazer (como mostrar OS FATOS) e não fazem há algumas décadas. Para começar, nenhum governante jamais poderia ser avaliado em 3 ou 4 meses. É como a vida de uma pessoa que só pode ser avaliada DE FATO após a sua morte. Um governante só pode ser avaliado depois de ter saído do cargo. É coisa de criança isto, não é? Pois bem. Mesmo que se façam mil pesquisas agora LULA, BARACK ou BENTO XVI, estas só podem refletir o que O SUJEITO FEZ, JAMAIS O QUE ELE NÃO FEZ E, PIOR AINDA, AVALIAR AGORA O QUE O SUJEITO DISSE QUE VAI FAZER. Aí já deixou de ser coisa de criança, virou coisa de macaco ou de estupidez causada por doença mental. Mas esperem aí, piora ainda mais. Na "pesquisa", já definiram que o "OSAMA" iria disputar e, pasmem, contra quem também! Meus Deus do céu, dai-nos paciência!!! Pensando que acabou? Não, conseguiram produzir mais matéria fecal: A PESQUISA FOI FEITA COM MENOS DE 700 PESSOAS!!! EM UM PAÍS COM A DENSIDADE POPULACIONAL DOS ESTADOS UNIDOS!!! E a esquerdopatia nacional fala que a mídia é direitista ou neutra??? Como pode isto??? Com uma propaganda desta do mestiço americano do partido DEMOcrata???


Mal acabou a decisão eleitoral vencida por Barack Obama para a Presidência dos Estados Unidos e já há institutos de pesquisa pensando na próxima votação, em 2012. Segundo um levantamento realizado pelo instituto Public Policy Polling (PPP), o presidente Obama seria reeleito com facilidade, caso as eleições de 2012 fossem hoje e sua opositora republicana fosse a governadora do Alasca, Sarah Palin.

O instituto cita pesquisas realizadas após as eleições do ano passado, que indicavam que Palin seria a candidata republicana na votação seguinte. A vitória de Obama sobre ela, segundo os dados atuais, seria uma das maiores da história política do país.

Segundo a pesquisa, Obama venceria a eleição com 55% dos votos, contra apenas 35% de Palin. Ele teria 400 dos 538 votos no Colégio Eleitoral que indica formalmente o presidente. Há ainda um grupo de indecisos, formado por 10% dos eleitores. 

O diretor do PPP admite que é impossível saber com certeza o que acontecerá entre o dia de hoje e a eleição de 2012 - isso porque o próprio Obama era praticamente desconhecido nacionalmente até um ano antes da eleição de 2008. Segundo ele, entretanto, a pesquisa é importante porque demonstra que Palin, como candidata republicana, teria ainda menos apoio de que teve John McCain, derrotado por Obama em novembro por uma margem de sete pontos percentuais nacionalmente.

A pesquisa ouviu 691 eleitores entre 13 e 15 de março. A margem de erro do levantamento é de 3,7 pontos percentuais para mais ou para menos. 

COMEMORAÇÃO - 45º Aniversário do MOVIMENTO CÍVICO-PATRIÓTICO DE 1964

226 MILHÕES DE PESSOAS FORAM ASSASSINADAS PELOS SEUS PRÓPRIOS GOVERNANTES NO SÉCULO XX

Por e-mail, com alguns adendos meus

226 MILHÕES DE PESSOAS FORAM ASSASSINADAS PELOS SEUS PRÓPRIOS GOVERNANTES NO SÉCULO XX


TODOS APELARAM PARA A "PAZ" E O FIM DA VIOLÊNCIA


SEJA VOTE TAMBÉM MAIS UM JUMENTO!

VOTE A FAVOR DO DESARMAMENTO!




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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".