Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

UMA SOCIEDADE VIRADA DO AVESSO

PERCIVAL PUGGINA
Especial para ZERO HORA | 15/02/2009 

Todo dia, toda hora, nos defrontamos com o avanço dos males sociais. Violência, perversões, criminalidade, drogas, epidemia de gestações na adolescência exibem a face assustadora de uma sociedade que se extraviou dos limites. Uma sociedade que, por infinitos modos e tecnologias, muito mais deseduca do que educa. Uma sociedade onde o balconista do bar comete delito se vender cigarro a uma menina de 12 anos, mas sai na boa se a levar espontaneamente para a cama. 

O desastre que descrevo ganhou marco importante com os rebeldes franceses de 1968 e com seu slogan “il est interdit interdire!” – é proibido proibir. Malgrado ser flagrante contradição em termos, a regra ganhou os pensadores “progressistas” da época e se espalhou pela sociedade do Ocidente, atingindo um dos fundamentos da ordem social – o princípio da autoridade. Proibições inibiriam a criatividade. Todo “não” proferido para uma criança mutilaria sua capacidade de ser autônoma. E toda a autoridade restou delegada ao ilusório templo de uma coerência interna, cada vez mais falsa, onde estar de acordo consigo mesmo ganha prioridade em relação a estar de acordo com a verdade, e onde a mera sugestão de que existam verdades é entendida como pura insolência. 

Todo professor, preocupado com bem educar seus alunos, proclama, agora, a imensa dificuldade de o fazer perante a furiosa indisciplina instalada nas salas de aula. Poucos pais que não tenham chutado o balde de suas responsabilidades deixam de reportar o atrofiamento de sua autoridade e fracassos em suas tentativas de impor limites. Estou falando do mundo e da vida. 

O que ocorre sob nossas janelas e nos chega pelo noticiário não faz mais do que expressar decorrências de uma mentalidade que primeiro abalou e agora destrói as instituições. Quais instituições? Nada de importante, apenas coisas fora de moda e motivos de troça, assim como família, igreja, poderes de Estado, escola, hierarquias num sentido amplo, bem como tudo que daí deriva: ordens, mandamentos, leis, obrigações, direitos alheios e até mesmo aquele bolorento respeito natural pelos mais velhos. Sem instituições não há autoridade e sem autoridade não se preservam valores. 

Sou conservador por manter uma inconformidade juvenil perante esse retrato. Diariamente não penso o mundo como quem está saindo, mas como quem está chegando. Sei (e creio que poucos deixam de saber comigo) que o vício é a adesão a hábitos que levam ao mal, e que a virtude, pela calçada oposta, é a adesão a hábitos que conduzem ao bem. Sei que uma sociedade se ergue pela vereda da virtude e desanda pelas avenidas do vício. E sei que o oxigênio da virtude flui pelas instituições, que precisam ser sólidas e, também elas, virtuosas: família, Igreja, Estado, escola e assim por diante. Você já se perguntou por que são os alunos das duas instituições educacionais militares do Estado os mais bem colocados em todas as avaliações de desempenho? 

Não sem pesar reconheço que este artigo será visto como “careta” e politicamente incorreto, de uma ponta a outra. Com efeito, construímos uma sociedade na qual a virtude se oculta encabulada e o vício ganha posição de relevo; onde aquela fica reservada ao foro mais íntimo e este é proclamado do alto dos telhados. Depois, repete-se o que não me canso de denunciar na área política: totalmente desinteressados das causas, passamos ao xingamento das consequências. 

Livro "Marxism Unmasked: From Delusion to Destruction" - Ludwig von Mises

MOVIMENTO ENDIREITAR
Escrito por Ludwig von Mises   

Sex, 02 de Novembro de 2007

Ludwig von Mises é um dos mais notáveis filósofos e economistas do nosso tempo. Inspirado no início de sua carreira pelo trabalho de seus professores - os grandes economistas austríacos Carl Menger e Böhm-Bawerk - Mises, por meio de uma série de pesquisas universitárias, analisou sistematicamente cada problema econômico importante, criticou erros inveterados e substituiu velhos sofismas por idéias sólidas e sadias.


Primeira parte
Mente, Materialismo e o destino do Homem

Este é o primeiro capítulo intitulado "Mind, Materialism, and the Fate of Man" do livro "Marxism Unmasked: From Delusion to Destruction", publicado pela Foundation for Economic Education. Faz parte de uma série de nove discursos formais de Ludwig Von Mises, (1881-1973), pronunciados entre 23 de junho e 3 de julho de 1952, na Biblioteca Pública de São Francisco, São Francisco, Califórnia, num seminário patrocinado pela revista The Freeman.


AS PRIMEIRAS CINCO CONFERÊNCIAS NESTA SÉRIE tratarão sobre filosofia, não sobre economia. A filosofia é importante porque todos nós, tenhamos ou não consciência desse fato, possuímos uma filosofia definida, e suas idéias filosóficas orientam suas ações.

A filosofia de hoje é a de Karl Marx [1818-1883]. Ele é a personalidade mais poderosa da nossa época. Karl Marx e as idéias de Karl Marx -- idéias que ele não inventou, desenvolveu, ou melhorou, mas que ele combinou num sistema -- são amplamente aceitas hoje, mesmo por muitos que enfaticamente se declaram anticomunistas e antimarxistas. Sem saber, muitas pessoas são filosoficamente Marxistas, embora utilizem nomes diferentes para suas idéias filosóficas.

Marxistas hoje falam de Marxismo-leninismo-estalinismo. Volumes são escritos hoje na Rússia sobre as contribuições de [Vladimir Ilyich] Lênin [1870-1924] e [Josef] Stalin [1879-1953]. No entanto, o sistema permanece o que era nos tempos de Karl Marx; o Marxismo está de fato petrificado. Lênin contribuiu somente com injúrias muito fortes contra seus adversários; Stalin não contribuiu nada. Assim, é duvidoso chamar quaisquer destas contribuições de "nova", quando nós percebemos que a contribuição mais importante de Marx para sua filosofia foi publicada em 1859. (1) 

Leva muito tempo para idéias conquistarem o mundo. Quando o Marx morreu em 1883, o nome dele era em geral desconhecido. Alguns jornais relataram em um par de linhas que Karl Marx, autor de vários livros, tinha morrido. Eugen von Böhm-Bawerk [1851-1914] publicou (2) uma crítica sobre as idéias econômicas de Marx em 1896, mas foi somente 20 anos depois que as pessoas começaram a considerar Marx um filósofo.

As idéias de Marx e de sua filosofia realmente dominam nossa época. A interpretação dos eventos atuais e a interpretação da história em livros populares, bem como nos escritos filosóficos, novelas, peças de teatro, e assim sucessivamente, são geralmente Marxistas. No centro está a filosofia Marxista da história. Desta filosofia é tomado emprestado o termo "dialético", que é aplicado a todas suas idéias. Mas isso não é tão importante como é compreender o que materialismo marxista significa.

Materialismo tem dois sentidos diferentes. O primeiro refere-se exclusivamente aos problemas éticos. Um homem material só está interessado em coisas materiais -- comida, bebida, abrigo -- não em arte, cultura, e assim sucessivamente. Nesse sentido a maioria dos homens é materialista. O segundo sentido do materialismo refere-se a um grupo especial de soluções sugeridas para um problema básico da filosofia -- a relação entre a mente humana ou espírito de um lado, e o corpo humano e suas funções fisiológicas do outro lado. Diversas respostas foram oferecidas a este problema -- entre elas as respostas religiosas. Nós sabemos muito bem que existe uma conexão entre corpo e mente; a medicina provou que determinados danos ao cérebro provocam algumas mudanças no funcionamento da mente humana. Porém, os materialistas deste segundo grupo explicam todas as manifestações da mente humana como produtos do corpo. Íntegra aqui.


Segunda parte
Conflitos de Classe e Socialismo Revolucionário

Este é o segundo capítulo intitulado "Class Conflict and Revolutionary Socialism" do livro "Marxism Unmasked: From Delusion to Destruction", publicado pela Foundation for Economic Education. Faz parte de uma série de nove discursos formais de Ludwig Von Mises, (1881-1973), pronunciados entre 23 de junho e 3 de julho de 1952, na Biblioteca Pública de São Francisco, São Francisco, Califórnia, num seminário patrocinado pela revista The Freeman.


MARX ASSUMIU que os "interesses" eram independentes das idéias e pensamentos humanos. Ele afirmou que o socialismo era o sistema ideal para o proletariado. Disse também que os interesses de classe determinam o pensamento dos indivíduos e que esta condição provoca conflitos irreconciliáveis entre as várias classes. Marx então voltou ao ponto inicial – isto é, o socialismo é o estado ideal.

Os conceitos de "classe" e "conflito de classe” eram fundamentais no Manifesto Comunista (1848). Mas Marx não disse o que era uma "classe". Marx morreu em 1883, 35 anos depois da publicação do Manifesto Comunista. Nesses 35 anos ele publicou muitos volumes, mas em nenhum deles ele disse o que ele queria dizer pelo termo "classe". Após a morte de Marx, Friedrich Engels publicou o manuscrito inacabado do terceiro volume de O Capital (Das Kapital). Engels disse que este manuscrito, no qual Marx tinha parado de trabalhar muitos anos antes de morrer, foi encontrado na escrivaninha de Marx depois de sua morte. Num capítulo de três páginas naquele volume, Marx nos conta o que não era uma "classe". Mas você pode procurar por todas suas obras para compreender o que era uma "classe", jamais irá encontrar. Na realidade, "classes" não existem na natureza. É o nosso pensamento – nossas classificações em categorias – que constrói classes em nossas mentes. A questão não é se as classes sociais existem no sentido de Karl Marx; a questão é se nós podemos utilizar o conceito de classes sociais na forma como Karl Marx o entendia. Nós não podemos.

Marx não viu que o problema do "interesse" de um indivíduo, ou de uma classe, não pode ser resolvido simplesmente fazendo referência ao fato que existe tal interesse e que os homens têm de agir de acordo com os seus interesses. Duas questões devem ser colocadas: (1) Para que objetivos estes "interesses" conduzem as pessoas? (2) Quais métodos elas querem aplicar para atingir estes objetivos? Íntegra aqui.


Terceira parte
Individualismo e a Revolução Industrial

Este é o terceiro capítulo intitulado "Individualism and the Industrial Revolution" do livro "Marxism Unmasked: From Delusion to Destruction", publicado pela Foundation for Economic Education. Faz parte de uma série de nove discursos formais de Ludwig Von Mises, (1881-1973), pronunciados entre 23 de junho e 3 de julho de 1952, na Biblioteca Pública de São Francisco, São Francisco, Califórnia, num seminário patrocinado pela revista The Freeman.


OS LIBERAIS ACENTUARAM A IMPORTÂNCIA DO INDIVÍDUO. Os liberais do século XIX já consideravam o desenvolvimento do indivíduo a coisa mais importante. "Indivíduo e individualismo" era o slogan progressista e liberal. Reacionários já haviam atacado esta atitude no início do século XIX.

Os racionalistas e liberais do século XVIII ressaltaram que era necessário criar boas leis. Hábitos antigos que não podiam ser justificados pela racionalidade deveriam ser abandonados. A única justificação para uma lei era se ela era ou não responsável pela promoção do bem-estar social público. Em muitos países os liberais e racionalistas pediram constituições escritas, a codificações de leis, e por novas leis que permitiriam o desenvolvimento das faculdades de cada indivíduo.

Uma reação a esta idéia se desenvolveu, especialmente na Alemanha onde o jurista e historiador Friedrich Karl von Savigny [1779–1861] era influente. Savigny declarou que leis não podem ser escritas por homens; leis são desenvolvidas de algum modo místico pela alma de toda a unidade. Não é o indivíduo que pensa -- é a nação ou uma entidade social que utiliza o indivíduo somente para a expressão de seus próprios pensamentos. Esta idéia foi muito enfatizada por Marx e os marxistas. A este respeito os marxistas não eram os seguidores de Hegel, cuja idéia principal da evolução histórica era uma evolução para a liberdade do indivíduo. Íntegraaqui.


QUARTA PARTE
Nacionalismo, Socialismo e Revolução Violenta

Este é o quarto capítulo intitulado "Nationalism, Socialism, and Violent Revolution" do livro "Marxism Unmasked: From Delusion to estruction", publicado pela Foundation for Economic Education. Faz parte de uma série de nove discursos formais de Ludwig Von Mises, (1881-1973), pronunciados entre 23 de junho e 3 de julho de 1952, na Biblioteca Pública de São Francisco, São Francisco, Califórnia, num seminário patrocinado pela revista The Freeman.


A doutrina marxista não nega a possibilidade da verdade absoluta, mas sustenta que a verdade absoluta só pode ser atingida numa sociedade sem classes. Ou numa sociedade de classe proletária.

A principal obra (1) de Lênin, ou pelo menos seu livro mais volumoso (agora disponível nas Obras Reunidas de Lênin [Collected Works of Lenin]), induziu algumas pessoas a chamá-lo de filósofo. A maioria das críticas de Lênin sobre as idéias dos seus adversários consiste em chamar-lhes de "burguês". A filosofia de Lênin é somente uma reafirmação das idéias filosóficas de Marx; até certa medida não chega nem mesmo ao nível de outros escritores marxistas russos.

A teoria ou filosofia marxista não tiveram nenhum desenvolvimento em países onde existiam partidos comunistas. As pessoas a quem nós chamamos de marxistas consideram-se apenas intérpretes de Marx; eles nunca tentaram mudar qualquer coisa em Marx. No entanto, existem contradições em Marx. Portanto, é possível citar passagens de seus escritos a partir de todos os pontos de vista. A influência de Marx sobre todos os autores e escritores que viveram desde sua morte foi considerável, embora não seja normalmente admitido que estes autores foram influenciados por Marx. Íntegra aqui.


Quinta parte
Marxismo e a Manipulação do Homem

Este é o quinto capítulo originalmente intitulado "Marxism and the Manipulation of Man" do livro "Marxism Unmasked: From Delusion to Destruction", publicado pela Foundation for Economic Education. Faz parte de uma série de nove discursos formais de Ludwig Von Mises, (1881-1973), pronunciados entre 23 de junho e 3 de julho de 1952, na Biblioteca Pública de São Francisco, São Francisco, Califórnia, num seminário patrocinado pela revista The Freeman.


É um fato surpreendente que uma filosofia como o Marxismo, que ataca todo o sistema social, tenha permanecido durante muitas décadas mais ou menos inatacada e incontestada. Durante seu tempo de vida Karl Marx não era muito conhecido e suas obras permaneceram praticamente desconhecidas para a maior parte dos seus contemporâneos. Os grandes socialistas de sua época eram outros homens — por exemplo, Ferdinand Lassalle. As agitações públicas de Lassalle duraram somente um ano porque ele morreu num duelo resultante de um assunto particular, mas ele foi considerado um grande homem em sua época. Marx, por outro lado, era mais ou menos desconhecido. As pessoas nem aprovaram e nem criticaram seus ensinamentos. Ele morreu em 1883. Após sua morte apareceu a primeira parte da crítica de Böhm-Bawerk às doutrinas econômicas de Karl Marx (1). Mais tarde, na década de 1890, quando o último volume de O Capital foi publicado, apareceu a segunda parte desta crítica que destruiu completamente as doutrinas econômicas de Marx. (2)

Os marxistas mais ortodoxos tentaram reavivar e reformular suas doutrinas. Mas praticamente não havia nenhuma crítica sensata às doutrinas filosóficas de Karl Marx. Íntegra aqui.

The Soviet Story

The Soviet Story - URSS, a mãe do nazismo. Artigo do Olavo de Carvalho sobre a mãe do maior flagelo da humanidade

Diário do Comércio, 11 de dezembro de 2008

Se você acha que comunistas, socialistas e marxistas acadêmicos são pessoas normais e respeitáveis, com as quais é possível um "diálogo democrático", leia abaixo algumas coisas sobre o filme The Soviet Story (infelizmente retiradodo ar, mas... tem jeito), que o cientista político Edvins Snore escreveu e dirigiu baseado em documentos recém-desencavados dos arquivos soviéticos.

Eis algumas coisinhas que você pode aprender com ele: 


1. Toda a tecnologia genocida dos campos de concentração foi inventada pelos soviéticos. Os nazistas enviaram comissões a Moscou para estudá-la e copiar o modelo. 


2. O governo da URSS assinou com os nazistas um tratado para o extermínio dos judeus e cumpriu sua parte no acordo, entre outras coisas enviando de volta à Gestapo os judeus que, iludidos pelas promessas do paraíso comunista, buscavam asilo no território soviético. 


3. A ajuda soviética à máquina de guerra nazista foi muito maior do que se imaginava até agora. O nazismo jamais teria crescido às proporções de uma ameaça internacional sem as armas, a assistência técnica, os alimentos e o dinheiro que a URSS enviou a Hitler desde muito antes do Pacto Ribbentrop-Molotov de 1939. 


4. Altos funcionários do governo soviético defendiam – e os remanescentes defendem ainda – a tese de que fortalecer o nazismo foi uma medida justa e necessária adotada por Stálin para combater o "fascismo judeu" (sic). 


5. Nada disso foi um desvio acidental de idéias inocentes, mas a aplicação exata e rigorosa das doutrinas de Marx e Lenin que advogavam o genocídio como prática indispensável à vitória do socialismo.


Todo militante ou simpatizante comunista é cúmplice moral de genocídio, tem as mãos tão sujas quanto as de qualquer nazista, deve ser denunciado em público e excluído da convivência com pessoas decentes. 


A alegação de ignorância, com que ainda podem tentar se eximir de culpas, é tão aceitável da parte deles quanto o foi da parte dos réus de Nuremberg. 


É uma vergonha para a humanidade inteira que crimes desse porte não tenham jamais sido julgados, que seus perpetradores continuem posando no cenário internacional como honrados defensores dos direitos humanos, que partidos comunistas continuem atuando livremente, que as idéias marxistas continuem sendo ensinadas como tesouros do pensamento mundial e não como as aberrações psicóticas que indiscutivelmente são. É uma vergonha que intelectuais, empresários e políticos liberais, conservadores, protestantes, católicos e judeus vivam aos afagos com essa gente, às vezes até rebaixando-se ao ponto de fazer contribuições em dinheiro para suas organizações.


Seguem abaixo algumas considerações sobre esse fenômeno deprimente. A convenção vigente nas nações democráticas trata os porta-vozes das várias posições políticas como se fossem pessoas igualmente dignas e capacitadas, separadas tão-somente pelo conteúdo das suas respectivas convicções e propostas. Confiantes nessa norma de polidez e aceitando-a como tradução da realidade, os conservadores, liberais clássicos, social-democratas e similares caem no erro medonho de tentar um confronto com os revolucionários no campo do diálogo racional.


Todos os seus esforços persuasivos dirigem-se, então, no sentido de tentar modificar o "conteúdo" das crenças do interlocutor, mostrando-lhe, por exemplo, que o capitalismo é mais eficiente do que o socialismo, que a economia de mercado é indispensável à manutenção das liberdades individuais, ou mesmo entrando com eles em discussões morais e teológicas mais complexas. Tudo isso não apenas é uma formidável perda de tempo, mas é mesmo um empreendimento perigoso, que coloca o defensor da democracia numa posição extremamente fragilizada e vulnerável. A discussão democrática racional não somente é inviável com indivíduos afetados de mentalidade revolucionária, mas expõe o democrata a uma luta desigual, desonesta, impossível de vencer. O debate com a mentalidade revolucionária é o equivalente retórico da guerra assimétrica.


Trinta anos de estudos sobre a mentalidade revolucionária convenceram-me de que ela não é a adesão a este ou àquele corpo de convicções e propostas concretas, mas a aquisição de certos cacoetes lógico-formais incapacitantes que acabam por tornar impossível, para o indivíduo deles afetado, a percepção de certos setores básicos da experiência humana. 


A mentalidade revolucionária não é um conjunto de crenças, é um sistema de incapacidades adquiridas, que começam com um escotoma intelectual e culminam numa insensibilidade moral criminosa. 


É uma doença mental no sentido mais estrito e clínico do termo, correspondente àquilo que o psiquiatra Paul Sérieux descrevia como delírio de interpretação.


Numa discussão com o homem normal, o revolucionário está protegido pela sua própria incapacidade de compreendê-lo. Os antigos retóricos consideravam que o gênero mais difícil de discurso, chamado por isso mesmo genus admirabile, é aquele que se dirige ao interlocutor incapaz. Os melhores argumentos só podem funcionar ante a platéia que os compreenda; eles não têm o dom mágico de infundir capacidade no auditório, nem de curá-lo de um handicap adquirido.


Os sintomas mais graves e constantes da mentalidade revolucionária são, como já expliquei, a inversão do sentido do tempo (o futuro hipotético tomado como garantia da realidade presente), a inversão de sujeito e objeto (camuflar o agente, atribuindo a ação a quem a padece) e a inversão da responsabilidade moral (vivenciar os crimes e crueldades do movimento revolucionário como expressões máximas da virtude e da santidade). Esses traços permanecem constantes na mentalidade revolucionária ao longo de todas as mutações do conteúdo político do seu discurso, e é claro que qualquer alma humana na qual eles tenham se instalado como condutas cognitivas permanentes está gravemente enferma.


Tratá-la como se estivesse normal, admitindo a legitimidade da sua atitude e rejeitando tão-somente este ou aquele conteúdo das suas idéias, é conformar-se em representar um papel numa farsa psicótica da qual os dados da realidade estão excluídos a priori, já não constituindo uma autoridade a que se possa apelar no curso do debate.


Revolucionários são doentes mentais. 


Os exemplos de sua incapacidade para lidar com a realidade como pessoas maduras e normais são tantos e tão gigantescos que seu mostruário não tem mais fim. Cito um dentre milhares. 


O sentimento de estar constantemente exposto à violência e à perseguição por parte da "direita" é um dos elementos mais fortes que compõem a auto-imagem e o senso de unidade da militância esquerdista. 


No entanto, se somarmos todos os ataques sofridos pelos esquerdistas desde a "direita", eles são em número irrisório comparados aos que os esquerdistas sofreram dos regimes e governos que eles próprios criaram. 


Ninguém no mundo perseguiu, prendeu, torturou e matou tantos comunistas quanto Lenin, Stálin, Mao Tsé Tung, Pol Pot e Fidel Castro. A militância esquerdista sente-se permanentemente cercada de perigos, e nunca, nunca percebe que eles vêm dela própria e não de seus supostos "inimigos de classe". Esse traço é tão evidentemente paranóico que só ele, isolado, já bastaria para mostrar a inviabilidade do debate racional com essas pessoas.


O que separa o democrata do revolucionário não são crenças políticas. É um abismo intransponível, como aquele que isola num mundo à parte o psicótico clinicamente diagnosticado. 


O que pode nos manter na ilusão de que essas pessoas são normais é aquilo que assinalava o Dr. Paul Serieux: ao contrário dos demais quadros psicóticos, o delírio de interpretação não inclui distúrbios sensoriais. O revolucionário não vê coisas. Ao contrário, sua imaginação é empobrecida e amputada da realidade por um conjunto de esquemas ideais defensivos.


A mentalidade revolucionária é uma incapacidade adquirida, é uma privação de autoconsciência e de percepção. Por isso mesmo, é inútil discutir o "conteúdo" das idéias revolucionárias. Elas estão erradas na própria base perceptiva que as origina. Discutir com esse tipo de doente é reforçar a ilusão psicótica de que ele é normal. Uma doença mental não pode ser curada por um "ataque lógico" aos delírios que a manifestam. Se o debate político nas democracias sempre acaba mais cedo ou mais tarde favorecendo as correntes revolucionárias é porque estas estão imunizadas por uma incapacidade estrutural de perceber a realidade e entram no ringue com a força inexorável de uma paixão cega. E não se pode confundir nem mesmo este fenômeno com o do simples fanatismo. Fanatismo é apenas apego exagerado a idéias que em si mesmas podem ser bastante razoáveis. 


Em geral, mesmo o mais louco dos revolucionários não é um fanático. É um sujeito que expressa com total serenidade os sintomas da sua deformidade, dando a impressão de normalidade e equilíbrio justamente quando está mais possuído pelo delírio psicótico.


Na peça de Pirandello, Henrique IV, um milionário louco se convence de que é o rei Henrique IV e força todos os seus empregados a vestir-se como membros da corte. No fim eles já não têm mais certeza de que são eles mesmos ou membros da corte de Henrique IV. É este o perigo a que os democratas se expõem quando aceitam discutir respeitosamente as idéias do revolucionário, em vez de denunciar a farsa estrutural da própria situação de debate. A loucura espalha-se como um vírus de computador. A maioria dos democratas que conheço é inteiramente indefesa em face da prepotência psicológica do discurso revolucionário. Daí a hesitação, a pusilanimidade, a debilidade crônica de suas respostas ao desafio revolucionário.

 

Uma doença mental não pode ser "respeitada", aliás nem "desrespeitada". O respeito ou o desrespeito supõem um fundo de convivência normal, que justamente o delírio revolucionário torna impossível.


P. S. Sheila Figlarz, editora do jornal Visão Judaica, avisa que finalmente a devotada estudiosa Sonia Bloomfield terminou seu trabalho de traduzir para o português a página do Memorial do Holocausto. A versão está no ar em http://www.ushmm.org/museum/exhibit/focus/portuguese/.

THE OBAMA FILE


Obama's greatest and most enduring attribute is arrogance.

The Obama File


Barack Hussein Obama


Who is this guy?


I've read everything I could get my hands on about this guy in the last two years and I know less about him now than I did at the beginning.

Is he a Muslim?  -- I don't think so.

But, I don't think he's a Christian, either.

He's a Socialist, at best -- and worse he's an Alinsky socialist, and Alinsky described himself as a communist.  Just check out his friends and associates.

Yet, there is a part of Obama that is Muslim.  There's the prepubescent youngster who lived in a Muslim household, in a Muslim country, attended a Muslim school, undoubtedly eager to please his peers and teachers, and doing his best to be a good little Muslim boy to please his new step-father.

The Jesuits would say, "Give me the child, and I will mould the man."

And, suddenly, young Obama is in Hawaii -- abandoned by his father, and now, his mother and stepfather.

During the day, he's going to school with the children of the Islands' elites, telling his classmates that his father was an African prince, the leader of a proud and successful people.

During the evening, he's tutored by Frank Marshall Davis -- grampa Stanley's drinkin' buddy -- who assumes the role of father-figure.  Under Frank's tutelage, Marx replaced Muhammad.

There's still some Muslim in there somewhere -- some influence -- some sensitivity -- some empathy -- but, he's not a Muslim.  

Davis, a radical black communist, fed the impressionable Obama a constant diet of "pissed off" and "blackness" all through his high school years.  Davis's parting words to Obama on his leaving for Occidental College were, "college is an advanced degree in compromise" and he warned Obama not to forget his "people" and not to "start believing what they tell you about equal opportunity and the American way and all that shit."

Obama, who grew up in a comfortable white household, has struggled to find an identity as a righteous black men ever since.  Obama accepted "the pure and heady breeze of privilege" to which he was exposed as a teenager, but rejected his "white skin privilege" -- or at least tried to.  

At Occidental, Obama sought out the more politically active black students.  The foreign students.  The Chicanos.  The Marxist professors and structural feminists.  However, Occidental wasn't black enough for him and after two years he headed east to Columbia University -- on the edge of Harlem.

Obama's Columbia experience is a complete mystery.  No one, absolutely no one, remembers Obama from Columbia -- Fox News asked 400 ex-students and all Fox got was shrugs.  There is no picture of him in the yearbook.  The only thing we really know about this period is that Obama spent a lot of time at the Marxist-Socialist conferences at Cooper Union and African cultural fairs in Brooklyn.  

Obama stopped drugging sometime during the Columbia period.  He started abusing marijuana and cocaine at Punahou.  "Pot had helped, and booze; maybe a little blow when you could afford it.  Not smack, though," he wrote.

Obama briefly flirted with New York, doing his first community organizing in Harlem for the New York Public Interest Research Group (NYPIRG). created by Ralph Nader in the 1970s.  It's New York State's largest student-directed consumer, environmental and government reform organization.

After Columbia, Obama spent a year in New York and was then hired by a community organizer for the Developing Communities Project (DCP) of the Calumet Community Religious Conference (CCRC) in Chicago.  The "Project" was funded by Bill Ayers' Woods Fund, which raises the question, "did Obama meet Ayers" while both were students in New York?  They lived and attended school in the same neighborhood. 

Obama was 24 years old, unmarried, and according to his memoir, searching for a genuine African-American community.

Both the CCRC and the DCP were built on the Alinsky model of community agitation, wherein paid organizers learned how to, in Alinsky's words, "rub raw the sores of discontent."

Alinsky viewed as supremely important the role of the organizer, or master manipulator, whose guidance was responsible for setting the agendas of the People’s Organization.  "The organizer," Alinsky wrote, "is in a true sense reaching for the highest level for which man can reach -- to create, to be a 'great creator,' to play God."

Alinsky wrote, "Rules for Radicals," a book he dedicated to Lucifer, whom he called the "first radical'"  For Alinsky, "Change" was his mantra.  By "Change," Alinsky meant a quiet, Marxist revolution achieved by slow, incremental, Machiavellian means that turned society inside out.  This had to be done through systematic deception, winning the trust of the naively idealistic middle class, and by using the language of morality to conceal an agenda designed to destroy it.  And the way to do this, he said, was through "people’s organizations'"

One of Obama's early mentors in the Alinsky method was Mike Kruglik, who had this to say to an interviewer of The New Republic, about Obama:

"He was a natural, the undisputed master of agitation, who could engage a room full of recruiting targets in a rapid-fire Socratic dialogue, nudging them to admit that they were not living up to their own standards.  As with the panhandler, he could be aggressive and confrontational.  With probing, sometimes personal questions, he would pinpoint the source of pain in their lives, tearing down their egos just enough before dangling a carrot of hope that they could make things better."

Watch Obama work a crowd at a town hall meeting.  He comes out, says a few words in greeting and then begins his laundry list of all the stuff that's wrong with America, getting the audience all revved up.  When the crowd is engaged and sufficiently "pissed off," Obama presents a solution to the all the things that are "pissing them off" -- the chosen one, the anointed one, the Obama -- as president.

Alinsky's goal was to slowly turn the United States into a Communist dictatorship; to this end he tried to convince various groups of poor people and labor unions to push for legislation in that direction; he did this by appealing to their self-interest -- whether valid or not -- instead of using charismatic leadership -- but now we have Obama, who is skilled in the Alinsky method and charismatic. 

The unrepentant terrorist, Bill Ayers, was a constant during Obama's "Alinsky" period. Alinsky supplied the method but Bill Ayers supplied the money and the connections to the Chicago Left that allowed Obama to grow his activism into political office.  When Obama wasn't agitating, he was elbow to elbow with Bill Ayers on one project or another.

One of Ayers' and Obama's schemes, the Chicago Annenberg Challenge, spent $150 million to radicalize Chicago schoolchildren.

When Obama undertook his agitating work in Chicago's South Side poor neighborhoods, he was un-churched.  Yet his office was in a Church and most of the folks he needed to agitate and organize were Church people -- pastors and congregants, who took their churches and their church-going very seriously.  Again and again, he was asked by pastors and church ladies, "Where do you go to Church, young man?"

In the paperback version of "The Audacity of Hope," in the chapter entitled "Faith," beginning on page 195, and ending on page 208, Obama is telling us that he doesn’t really have any profound religious belief, but that in his early Chicago days he felt he needed to acquire some spiritual "street cred."

So, at 28, Obama finally joined a church, in part to deepen what one friend called "a whole web of relationships" in the community.  It also gave him a strong political base and a well-connected mentor.

Obama didn't join just any church, but a huge black nationalist church, the Trinity United Church of Christ (UCC).  Its pastor, Rev. Jeremiah A. Wright, a former Muslim and racist black nationalist, unabashedly preached a "black" gospel" and the Marxist "Black Liberation Theology."

Membership in this congregation gives Obama the political cover he needed.  He now introduces himself as a Christian, although he has never been baptized.

Swearing allegiance to the "Black Value System" of a church whose foundation is "Black Liberation Theology" does not a Christian make.  But it is good politics on the South Side.

Harvard Law School changed everything.  Being the first affirmative-action president of the Harvard Law Review netted Obama a book deal -- which he booted -- he spent the money but didn't produce a book -- but he got a second advance and headed off to Bali, Indonesia, to finish his fable, "Dreams From My Father," the source of almost everything we know about Obama.

In the early 90's, Obama married and practiced civil rights law for a couple of years and then, with the publication of "the book," Obama started blossoming out.  He cut back on his law practice.  He began teaching at the University of Chicago.  He chaired the Chicago Annenberg Challenge.

And, finally, Obama saw the chance to run for the state senate in a district that included Hyde Park, the home of the University of Chicago and some of the poorest ghettos on the South Side.

Obama challenged hundreds of signatures on his rivals' nominating petitions and kept challenging petitions until every one of Obama's four Democratic primary rivals was forced off the ballot and won unopposed.

The man now running for president on a message of giving a voice to the voiceless first entered public office not by leveling the playing field, but by clearing it.

During his run for the Illinois state senate seat, Obama received the endorsement of the Democratic Socialists of America (DSA).  Obama was/is an associate of the Chicago branch of the DSA, and a member of the "New Party," and signed documents seeking their support.

Obama has spent his entire political career trying to win the next step up.  Every three years, he has aspired to a more powerful political position.

When Obama was considering a run for the US Senate in 2003, he paid an intriguing visit to Emil Jones, Jr., the Illinois Senate Majority Leader.

"You have the power to elect a U. S. senator," Obama told Jones, a former Chicago sewers inspector, who had risen to become one of the most influential African-American politicians in Illinois.

Jones looked at the ambitious young man smiling before him and asked, teasingly: "Do you know anybody I could make a U. S. senator?"

According to Jones, Obama replied: "Me."  It was an audacious step in his spectacular rise from the murky political backwaters of Springfield, the Illinois capital.

Jones had served in the Illinois Legislature for three decades.  He represented a district on the Chicago South Side not far from Obama's.  He became Obama's kingmaker. 

Several months before Obama announced his U.S. Senate bid, Jones called his old friend Cliff Kelley, a former Chicago alderman who now hosts the city's most popular black call-in radio program. 

I called Kelley last week and he recollected the private conversation as follows: 

"He said, 'Cliff, I'm gonna make me a U.S. senator.'" 

"Oh, you are?  Who might that be?" 

"Barack Obama."

Jones appointed Obama sponsor of virtually every high-profile piece of legislation in the senate, angering many rank-and-file state legislators who had more seniority than Obama and had spent years championing the bills. 

"I took all the beatings and insults and endured all the racist comments over the years from nasty Republican committee chairmen," state senator Rickey Hendon, the original sponsor of landmark racial profiling and videotaped confession legislation, yanked away by Jones and given to Obama, complained to me at the time.  "Barack didn't have to endure any of it, yet, in the end, he got all the credit." 

"I don't consider it bill jacking," Hendon told me.  "But no one wants to carry the ball 99 yards all the way to the one-yard line, and then give it to the halfback who gets all the credit and the stats in the record book." 

Every bill Obama passed as a state senator was passed his last year.  During his seventh and final year in the state senate, Obama's stats soared.  He sponsored a whopping 26 bills passed into law -- including many he now cites in his presidential campaign when attacked as inexperienced.

It was a stunning achievement that started him on the path of national politics -- and he couldn't have done it without Jones.  

When Obama decided to run for the U. S. Senate he was virtually unknown in his own state.  Polls showed fewer than 20 percent of Illinois voters had ever heard of Barack Obama.

But he got a boost, when, on June 2004, the billionaire, George Soros threw a big fund-raiser at his New York home for Obama’s Illinois Senate campaign.  Soros and family personally chipped in $60,000.  No telling what Soros' buddies chipped in.

Then the Democratic Party introduced Barack Obama to the nation on July 27th, 2004, when Obama delivered his now-famous speech before the Democratic National Convention.
  
During the 2004 senate campaign, Obama ridiculed as "a silly question" whether he would run for president or vice president before his term ends in 2011.  "I’ve never worked in Washington," he said. "I can unequivocally say I will not be running for national office in four years, and my entire focus is making sure that I’m the best possible senator on behalf of the people of Illinois."

In November, 2004, Obama was elected to the United States Senate, mostly through the self-destruction of his top opponents in both the primary and general elections.

Almost immediately after his swearing-in Obama's beatification began when Time magazine named Obama one of "The World's Most Influential People."  He was listed among other leaders and revolutionaries.  The British journal, New Statesman, named Obama one of "10 People Who Could Change the World."

In the first 18 months of his first Senate term Obama was also writing his second book, "The Audacity of Hope."  Immediately after finishing it, he built up support for his forthcoming Presidential campaign by campaigning for other Democrats in 2006, took part in a book tour, made a few appearances on entertainment shows, and began his campaign for the presidency.  Not much time for doing what he was elected to do -- represent the people of Illinois.

On Tuesday, January 16th, 2007, less than two years after his swearing-in, Obama, who has been repeatedly identified as the most liberal member of the U. S. Senate, took the first step toward running for president by filing papers to create a presidential exploratory committee.

Pretty much, everybody that cares, has watched what has gone on since.  The elevation of Obama to cult status as the Obamamessiah.  The "we can change the world" slogans and mass crowds.  The Alinsky-inspired challenges about "the world as it is, and the world as it should be."

But, there was a downside to the campaign.  The Rev. Wright's hateful, racist and anti-American sermons become public and, after 20 years, Obama swore he didn't know anything about it, saying, "I wasn't in church that day."

The names Bill Ayers and Bernadine Dohrn bubbled up and Obama went, "Who?"

His pal and money-man Rezko was found guilty and Obama said, "What?"

The Annenberg Challenge?  The only executive experience Obama has, is missing from his resume.

ACORN?  Nuts!

Obama doesn't know anybody or anything.

Have you noticed?  Obama doesn't have any close friends.  Obama doesn't have a "best friend," a pal or a buddy, who goes back to Punahou, or Occidental, or Columbia, or Harvard, or the projects -- not one.

But, the people that are around Obama all have one thing in common -- they all hate America -- and there's a bunch of them that are hard-core communists.

His wife (Michelle), his mentor (Davis), his druggy buddy (Rafik), his pastor (Wright), his other pastors (Pfleger, Meeks, Watts), his associates (Ayers, Dohrn, Klonsky) or his supporters at the Daily Kos and Code Pink all have one thing in common -- they all hate America -- and they all say so, all the time -- and Obama feigns surprised that anyone would question his patriotism, even as he disrespects his country's symbols.

Obama and all his friends have clearly stated their goals.  America, as it is and has been, needs to change and the change they have in mind is socialism -- at best.

I know this is true, because these people have repeatedly and clearly said so.  They're all up to their ears in the "quiet revolution," first described by the Italian Marxist, Antonio Gramsci, and they feel it is at hand.  They can taste victory and it all hinges on Barack Hussein Obama.

The mainstream media provides cover for Obama.  It has completely abrogated its role and responsibility to vet him.

On the Internet, there is an organized, systematic cleansing of Obama-related content.

Every couple of days I get an email telling me this link, or that link, connects to a "Page not found -- 404 error."  The extensive body of Obama web-knowledge, that has evolved over the last 20 years, is shrinking.  Stuff that's considered an Obama smear or unflattering is sent to the Obama '08 cyber shredding machine.  And the campaign is getting help from some really big web service providers.

A good example is Kristof's famous New York Times article, in which Kristof quotes Obama saying that the Muslim call to prayer is "one of the prettiest sounds on Earth" and in which Obama recited the Muslim call to prayer, the Adhan, "with a first-class [Arabic] accent" -- that's gone -- from The New York Times (It's here though).

And, the Trinity UCC website has completely changed.  Now, it's all sweetness and light.  Gone are all those great Rev. Wright "God damn America" videos and anti-Israeli Trumpet magazine excerpts.

Obama has lived for 48 years without leaving any footprints -- none!  There is no Obama documentation -- no bona fides -- no paper trail -- nothing.

Original, vault copy birth certificate -- Not released
Certificate of Live Birth -- Released -- Counterfeit
Obama/Dunham marriage license -- Not released
Obama/Dunham divorce -- Released (by independent investigators)
Soetoro/Dunham marriage license -- Not released
Soetoro adoption records -- Not released
Soetoro/Dunham divorce -- Released (by independent investigators)
Fransiskus Assisi School  School application -- Released
Punahou School records -- Not released
Selective Service Registration -- Released -- Counterfeit
Occidental College records -- Not released
Passport (Pakistan) -- Not released
Columbia College records -- Not released
Columbia thesis -- Not released
Harvard College records -- Not released
Harvard Law Review articles -- None (maybe 1, unsigned?)
Baptism certificate -- None
Medical records -- Not released
Illinois State Senate records -- None
Illinois State Senate schedule -- Lost
Law practice client list -- Not released
University of Chicago scholarly articles -- None

The Illinois State Archives told Judicial Watch that they never received any request from Senator Obama to archive any records in his possession.  In 2007, Obama told Tim Russert that his records were "not kept."

And there's less on the web every day.  In time, the entire Obama body of knowledge will consist of 3 documents -- "Dreams From My Father" -- "The Audacity of Hope" -- and the latest -- "Change We Can Believe In" -- all written by Barack Hussein Obama or his "ghost-writers." 

Obama is an immensely talented man whose talents have been largely devoted to crafting, and chronicling, his own life.  Not things.  Not ideas.  Not institutions.  Just himself.

So, you can understand why I say, I know less about Obama now than I did at the beginning.  The critical stuff is disappearing and all we have left is Obama's idealized version of events.  Now, this undocumented stranger, who has repeatedly been rewarded for the work of others, is sitting in the Oval Office.

All evidence points to the fact that Obama, who finds it hard to praise the United States for any achievement without mentioning some sin or grave shortcoming for balance, is, by law, not even eligible for POTUS because he is not a "natural born citizen" of the United States.

And, Obama is already building a cadre to lead his own "private army" -- his own "Movement."

His "Movement" is structure around Alinsky's "people's organization" and training programs designed to build a core group of "community organizers" dedicated to "social change" in their communities. 

Their charter will be to bring about "Change."  They'll do this through threats, pressure, tension and confrontation -- getting people "pissed off" -- the tactics of Alinsky.

Obama is cloning thousands of baby Obamas -- a "people’s organization" -- and on our dime.  He's got an Internet database of 3 million names that can be pointed at -- or away from --  an issue at the drop of a database-generated  email.

A "movement" -- dedicated to social change by getting people "pissed off" -- and there will be thousands of them in the neighborhoods and hundreds of thousands more on the Internet.

Just what do you think he has planned for these guys?

Remember this?  

On July 2nd, 2008, Obama spoke in Colorado Springs and hit themes of national service, foreign policy, and national security.  In that vein, Obama proposed a rather extraordinary idea -- that the US should spend as much money on a civilian national security force as it does on the military. (video)

"We cannot continue to rely on our military in order to achieve the national security objectives we’ve set. We’ve got to have a civilian national security force that’s just as powerful, just as strong, just as well-funded."

And what color shirts will they wear?

Lenin said this about socialism, "The goal of socialism is communism."

 

None of this is good.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".