Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Livro Max and Satan - Karl Marx, o satanista

Conclua você mesmo se Karl Marx era satanista e se o comunismo não é nada mais nada menos que uma obra do "Chifrudo" clicando aqui para baixar e ler o livro:


Para quem viu a palestra de Tomas Schuman/Yuri Bezmenov (quem não viu clique aqui) um lembrete: ele diz que o retorno do Ocidente para a religião, a re-ligação com a transcendência, é a arma mais poderosa contra a subversão. Seria esta uma alusão à força motriz do SOCIALISMO/COMUNISMO? Seria esta uma preciosa dica deste homem que conhecia por dentro a URSS acerca das origens satânicas deste flagelo, o SOCIALISMO/COMUNISMO, adorado pelos piores homens e mulheres que já nasceram, como vemos nos "quadros políticos" brasileiros e na história do século XX? Basta ler o livro ou mesmo o trecho abaixo para você ter certeza que sim, SOCIALISMO/COMUNISMO é SATANISMO, é o que o ser humano pode fazer de pior a si mesmo e ao seu semelhante! 

Aqui no Cavaleiro do Templo você vai encontrar dois artigos sobre o assunto. Este abaixo e outro AQUI.


Trecho do livro:

"... Caracteristicamente, "Oulanem" é uma inversão de um nome santo: é um anagrama de Emanuel, nome bíblico para Jesus, que em hebraico significa "Deus conosco". Tais inversões de nomes são consideradas eficazes na magia negra. Somente poderemos compreender o drama Oulanem, se ouvirmos primeiro a estranha confissão feita por Marx em um poema intitulado "O Violinista", mais tarde declamado tanto por ele como pelos seus seguidores:

"Os vapores infernais elevam-se e enchem o cérebro, Até que eu enlouqueça e meu coração seja totalmente mudado. Vê esta espada? O príncipe das trevas Vendeu-a para mim." Estas linhas ganham significado quando se sabe que nos rituais de iniciação superior dos cultos satânicos é vendido ao candidato uma espada encantada que assegura o sucesso. Ele paga por ela, assinando, com o sangue tirado dos pulsos, um pacto segundo o qual sua alma pertencerá a Satanás após a morte. E agora uma citação do drama Oulanem:

"Pois ele marca o compasso e dá os sinais. Cada vez mais ousado, eu me entrego a dança da morte. Eles também são Oulanem. Este nome ressoa fortemente como a morte. Soando até morrer em vil rastejo. Pare! Agora o agarrei! Ergue-se da minha alma Tão claro como o ar, tão forte como meus próprios ossos. Contudo os meus braços são possuídos de força Para agarrar e triturar você (você = humanidade personificada). Com a força de um furacão.

Enquanto para nós ambos, o abismo se abre nas trevas. Você afundará, e eu seguirei gargalhando. Sussurrando em seus ouvidos:

"Desça, venha comigo amigo".

A Bíblia que Marx estudou nos seus anos de colégio, e que ele conhecia bastante bem na idade madura, diz que o diabo será amarrado por um anjo e lançado no abismo sem fundo (abyssos em grego: Apoc. 20:3). Marx deseja arrastar toda a humanidade para esse abismo reservado para o diabo e seus anjos. Quem fala através de Marx nesse drama? É razoável esperar-se que um jovem estudante nutra como sonho de sua vida a visão da humanidade entrando no abismo das trevas ("trevas exteriores" é uma expressão bíblica para "inferno") e ele próprio escarnecendo ao seguir após aqueles que ele conduziu à incredulidade? Em nenhum lugar do mundo esse ideal é cultivado, exceto nos rituais de iniciação da igreja de Satanás, em seus mais elevados estágios.

Aproxima-se a hora da morte de Oulanem. Suas palavras são:

"Arruinado, arruinado. Meu tempo esgotou-se. O relógio parou, a casa do pigmeu desmoronou. Breve apertarei a eternidade ao peito, E breve bradarei gigantescas maldições sobre a humanidade."

Marx admirava as palavras de Mefistófeles em Fausto:

"Tudo o que existe é digno de ser destruído." Tudo - inclusive o proletariado e os camaradas. Marx citou essas palavras em O 18º Brumaire. Stálin agiu de acordo com elas, destruindo até mesmo a sua própria família. A seita satanista não é materialista. Ela crê na vida eterna. Oulanem, o personagem por quem Marx fala, não nega a vida eterna. Ele a defende, mas como uma vida de ódio elevado ao extremo. É importante notar que a eternidade para os demônios significa "tormento". Jesus foi acusado dessa forma pelos demônios: "Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo'?" (Mat. 8:29) O mesmo sucede com Marx:

"Ah, eternidade, ela é a nossa eterna mágoa, Uma indescritível e imensurável morte, Vil e artificialmente concebida para nos escarnecer, Nós próprios automatizados, cegamente mecânicos,

Feitos para sermos o calendário louco do tempo e do Espaço, Não tendo propósito, a não ser de acontecer, para ser arruinados."

Começamos a entender o que sucedeu ao jovem Marx. Ele tinha convicções cristãs, mas não vivia uma vida compatível com elas. A correspondência que trocou com seu pai testifica que ele dissipava grandes somas de dinheiro em prazeres, e mostra também suas constantes discussões com a autoridade paterna sobre este e outros assuntos. Nessa época, ele pode ter sido envolvido nas doutrinas altamente secretas da Igreja de Satanás, e ter recebido os rituais de iniciação.
Satanás fala através de seus adoradores, que o vêem em suas orgias alucinatórias. Assim, Marx é apenas o porta-voz de Satanás, quando declara: "Desejo vingar-me d' Aquele que governa lá em cima." Vejamos o final de Oulanem:

"Se existe algo que devora, Pulo para ser engolido, embora deixando o mundo em rumas Este mundo que se avoluma entre mim e o abismo, Eu o reduzirei a pedaços com as minhas continuas maldições. Lançarei meus braços ao redor da sua rude realidade. Abraçando-me, o mundo passará silenciosamente. E então mergulhará no nada absoluto, Morto, sem qualquer vida: isso seria realmente viver." (Todas as Citações de Oulanem e dos poemas são da obra de Robert Payne O Desconhecido Karl Marx, New York University Press, 1971). Em Oulanem, Marx faz o mesmo que o diabo; destina toda a raça humana à perdição. Oulanem provavelmente é o único drama do mundo no qual todos os personagens estão cônscios de sua própria corrupção, que ostentam e proclamam convictamente. Neste drama, não há brancos e negros. Não há Cláudio e Ofélia, ou Iago e Desdêmona. Nele todos são negros e todos revelam aspectos de Mefistófeles. Todos são satânicos, corruptos e condenados.

Quando escreveu isso, Marx, um gênio precoce, tinha dezoito anos. O plano de sua vida já havia sido estabelecido. Não havia qualquer palavra quanto a servir à humanidade, ao proletariado ou ao socialismo. Ele desejava arruinar o mundo. Almejava construir para si um trono, cujo baluarte seria o estremecimento humano.

Nessa época, encontramos algumas passagens críticas na correspondência trocada por Karl Marx e seu pai. O filho escreve:

"Desceu uma cortina. O meu Santo dos Santos foi feito em pedaços e novos deuses tiveram que ser instalados". Estas palavras foram escritas em 10 de novembro de 1837, por um jovem que professara o cristianismo até então. Ele declarara que Cristo estava em seu coração. Agora não é
mais assim. Quem são os novos deuses instalados em seu lugar? O pai responde: "Abstive-me de insistir em explicações sobre um assunto muito misterioso embora parecesse altamente suspeito."

O que era esse assunto misterioso? Até agora nenhum biógrafo de Marx explicou essas estranhas frases.

Werner Blumeberg, em seu livro Retrato de Marx, cita uma carta escrita pelo pai de Marx a seu filho, em 2 de março de 1837: "O seu progresso, a preciosa segurança de ver seu nome tornar-se um dia muito famoso e o seu bem-estar material não são os únicos desejos do meu coração. Estas foram ilusões que alimentei por longo tempo, mas posso assegurar-lhe que a sua realização não me teria tornado feliz. Somente se o seu coração permanecer puro e humano, e se nenhum demônio for capaz de afastar seu coração dos melhores sentimentos, somente então eu serei feliz." O que fez com que um pai expressasse repentinamente o medo da influência demoníaca sobre um jovem filho que até então fora um cristão confesso? ..."

As Seis Lições - Ludwig von Mises


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Trecho: 

"...Este é o principio fundamental do capitalismo tal como existe hoje em todos os países onde há um sistema de produção em massa extremamente desenvolvido: as empresas de grande porte, alvo dos mais fanáticos ataques desfechados pelos pretensos esquerdistas, produzem quase exclusivamente para suprir a carência das massas. As empresas dedicadas à fabricação de artigos de luxo, para uso apenas dos abastados, jamais têm condições de alcançar a magnitude das grandes empresas. E, hoje, os empregados das grandes fábricas são, eles próprios, os maiores consumidores dos produtos que nelas se fabricam. Esta é a diferença básica entre os princípios capitalistas de produção e os princípios feudalistas de épocas anteriores.


Quando se pressupõe ou se afirma a existência de uma diferença entre os produtores e os consumidores dos produtos da grande empresa, incorre-se em grave erro. Nas grandes lojas dos Estados Unidos, ouvimos o slogan: "O cliente tem sempre razão." E esse cliente é o mesmo homem que produz, na fábrica, os artigos à venda naqueles estabelecimentos. Os que pensam que a grande empresa detém um enorme poder também se equivocam, uma vez que a empresa de grande porte é inteiramente dependente da preferência dos que lhes compram os produtos; a mais poderosa empresa perderia seu poder e sua influência se perdesse seus clientes.

Há cinqüenta ou sessenta anos, era voz corrente em quase todos os países capitalistas que as companhias de estradas de ferro eram por demais grandes e poderosas: sendo monopolistas, tornavam impossível a concorrência. Alegava-se que, na área dos transportes, o capitalismo já havia atingido um estágio no qual se destruíra a si mesmo, pois que eliminara a concorrência. O que se descurava era o fato de que o poder das ferrovias dependia de sua capacidade de oferecer à população um meio de transporte melhor que qualquer outro.

Evidentemente teria sido absurdo concorrer com uma dessas grandes estradas de ferro, através da implantação de uma nova ferrovia paralela à anterior, porquanto a primeira era suficiente para atender às necessidades do momento. Mas outros concorrentes não tardaram a aparecer. A livre concorrência não significa que se possa prosperar pela simples imitação ou cópia exata do que já foi feito por alguém. A liberdade de imprensa não significa o direito de copiar o que outra pessoa escreveu, e assim alcançar o sucesso a que o verdadeiro autor fez jus por suas obras. Significa o direito de escrever outra coisa. A liberdade de concorrência no tocante às ferrovias, por exemplo, significa liberdade para inventar alguma coisa, para fazer alguma coisa que desafie as ferrovias já existentes e as coloque em situação muito precária de competitividade..."


'Lula tem sido conivente com a corrupção', diz Jarbas Vasconcelos

MSN NOTÍCIAS
16/2/2009

Depois de atacar seu próprio partido, o senador peemedebista Jarbas Vasconcelos (PE) mirou o Planalto. Ele acusou hoje o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de ser conivente com a corrupção que, segundo ele, está impregnada em todos os partidos, "sobretudo no PMDB". "Não é de hoje que o PMDB tem sido corrupto. Mas o Lula tem sido conivente com a corrupção. Lula e o PT não inventaram a corrupção, mas ela tem sido a marca do governo dele. É o governo do toma-lá-dá-cá", disse.


Ao reforçar os ataques a seu partido, Jarbas afirmou que a corrupção aumentou no PMDB na última década. "O descaminho do PMDB é de dez anos para cá. O que tem motivado o gigantismo do PMDB é o fisiologismo", afirmou. Apesar de insistir nas denúncias, Jarbas se recusou a apontar nomes de peemedebistas que praticam atos de irregularidade. "Todo mundo sabe da corrupção do PMDB. Estou combatendo práticas, e não vou ficar puxando listas. Seria muito volumoso. Para que isso seja investigado deve haver uma pressão. Não sou eu quem vai comandar esse processo, eu apenas abri o debate dando o pontapé inicial", disse.


Jarbas procurou desvincular sua atitude com a eventual candidatura como vice-presidente na chapa do tucano José Serra (SP), governador de São Paulo, na eleição para o Planalto em 2010. "Meu candidato é Serra, mas não quero ser vice. Não tenho condições, mesmo porque não vou sair do PMDB", afirmou. Jarbas não acredita que o PMDB vá lançar candidato próprio à sucessão de Lula. "O PMDB é uma confederação de interesses regionais. Não tem uma liderança nacional para disputar, não tem um líder para empolgar o partido."

Citações Elucidativas - O COMUNISMO pelos comunas e pelos não-comunas

MOVIMENTO ENDIREITAR
Escrito por Olavo de Carvalho 12 de Fevereiro de 2009 

Como todos os maiores jornais, revistas, canais de TV e universidades deste país acham uma questão de honra não só tratar os comunistas como pessoas de bem, mas insistem sempre em contratar algumas dúzias deles, pagando-lhes altos salários para que adornem o comunismo e sua história com as cores das mais altas virtudes morais e teologais, julguei oportuno reproduzir aqui algumas declarações típicas do pensamento comunista, para que os leitores que ainda o ignoram saibam, afinal, do que se trata:

Precisamos odiar. O ódio é a base do comunismo. As crianças devem ser ensinadas a odiar seus pais se eles não são comunistas.” (V. I. Lênin)

Somos favoráveis ao terror organizado – isto deve ser admitido francamente.” (V. I. Lênin)

O comunismo não é amor. É o martelo com que esmagamos nossos inimigos.” (Mao Dzedong)

O ódio intransigente ao inimigo, que impulsiona o revolucionário para além das limitações naturais do ser humano e o converte em uma efetiva, seletiva e fria máquina de matar: nossos soldados têm de ser assim.” (Che Guevara)

"
Até agora os camponeses não foram mobilizados, mas, através do terrorismo e da intimidação, nós os conquistaremos." (Che Guevara)

Aos slogans sentimentalistas da fraternidade, opomos aquele ódio aos russos, que é a principal paixão revolucionária dos alemães. Só conseguiremos garantir a Revolução mediante a mais firme campanha de terror contra os povos eslavos.” (Friedrich Engels)

A principal missão dos outros povos (exceto os alemães, os húngaros e os poloneses) é perecer no Holocausto revolucionário... Esse lixo étnico continuará sendo, até o seu completo extermínio ou desnacionalização, o mais fanático portador da contra-revolução.” (Karl Marx)


Diante dos feitos dessas criaturas, nem todos os observadores tiraram conclusões simpáticas como aquelas que são diariamente repassadas ao nosso público como verdades de Evangelho pelo establishment jornalístico e educacional. Vejam aqui alguns exemplos:


Se o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido, e com ele se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade.” (Fernando Pessoa)

Um comunista é como um crocodilo: quando ele abre a boca, você não sabe se ele está sorrindo ou preparando-se para devorar você.” (Winston S. Churchill)

Ninguém pode ser comunista e preservar um pingo de integridade pessoal.” (Milovan Djilas)

Comunismo é barbárie.” (James Russell Lowell)

Eles (os comunistas) não precisavam refutar argumentos adversos: preferiam métodos que terminavam antes em morte do que em persuasão, que espalhavam antes o terror do que a convicção.” (Hannah Arendt)

A política gnóstica (nazismo e comunismo) é autodestrutiva na medida em que seu desrespeito pela estrutura da realidade leva à guerra contínua: o sistema de guerras em cadeia só pode terminar de duas maneiras: ou resultará em horríveis destruições físicas e concomitantes mudanças revolucionárias da ordem social, ou, com a natural sucessão de gerações, levará ao abandono do sonho gnóstico antes que o pior tenha acontecido.” (Eric Voegelin)

No meu estudo das sociedades comunistas, cheguei à conclusão de que o propósito da propaganda comunista não era persuadir, nem convencer, nem informar,  mas humilhar e, para isso, quanto menos ela correspondesse à realidade, melhor. Quanto as pessoas são forçadas a ficar em silêncio enquanto ouvem as mais óbvias mentiras, ou, pior ainda, quando elas próprias são forçadas a repetir as mentiras, elas perdem de uma vez para sempre todo o seu senso de probidade... Uma sociedade de mentirosos castrados é fácil de controlar.” (Theodore Dalrymple)

Chegamos ao extremo limite dos horrores com o comunismo, o socialismo, o niilismo, deformidades horríveis da sociedade civil e quase a sua ruína.” (Leão XIII)

O comunismo destitui o homem da sua liberdade, rouba sua personalidade e dignidade e remove todas as travas morais que impedem as irrupções do instinto cego.” (Pio XI)


Leia também:

 

 

 

 

 

 



Fonte: http://www.heitordepaola.com

"The Rhetoric of Charles Darwin: Campbell" V027

VÍDEO SUGERIDO PELO PROFESSOR OLAVO DE CARVALHO NO TRUEOUTSPEAK DE 16 DE FEVEREIRO DE 2009

This is a low-res sample from a DVD Product available from http://www.arn.org. In this illuminating interview, Professor Campbell breaks down Darwin's book chapter by chapter and reveals how Darwin was able to captivate the mind of the 19th Century intellectuals. With rhetorical brilliance Darwin made his case for natural selection with parallel illustrations from British domestic husbandry. 

He raises and answers a series of objections to his theory giving the impression that any challenge can be answered, even though he freely admits there are major obstacles to be overcome. By redefining terms, and carefully building on the prior beliefs of his audience, Darwin uses the Victorian belief in nature as designed to move his readers to question whether that design was intelligently directed.

Assassinada principal testemunha contra deputados estaduais petistas Raul Pont e Elvino Gohn Gass

VIDEVERSUS
Porto Alegre, segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Milton Luís Kruger, corretor de automóveis em Canoas (RS), principal testemunha do caso denunciados pelo ex-tesoureiro da DS (Democracia Socialista, grupelho trotskista que habita o PT) do Rio Grande do Sul, Paulo Salazar, que promove ação judicial contra os deputados estaduais petistas Raul Pont e Elvino Bohn Gass, foi seqüestrado em Alvorada, onde buscava provas para a audiência agendada pela 9ª Vara Criminal de Porto Alegre, e foi executado com dois tiros na cabeça e um no peito em Canoas. 

Paulo Salazar, que trabalhou nos gabinetes de Raul Pont e Elvino Bohn Gass, de onde saiu denunciando que “lavou dinheiro” para a DS (Democracia Socialista) e teve confiscados pelo PT salários seus na Assembléia, está sob proteção policial. Os extratos de conta corrente das contas de Paulo Salazar e de Milton Luís Kruger já estão em poder dos advogados de Paulo Salazar e neles os indícios de apropriações de dinheiro do ex-funcionário pelo PT são claros, bem como de lavagem de dinheiro.

LAS FARC EN EL PEOR MOMENTO DE SU HISTORIA

MINISTERIO DE DEFENSA NACIONAL - REPUBLICA DE COLOMBIA

Después de cuatro años de ejercicio de la Política de Seguridad Democrática y de la implementación de la Política de Consolidación de la Seguridad Democrática a partir del 2006, no cabe duda de que el 2007 y el 2008 son hasta ahora los dos peores años en la historia de las
FARC.

Para comprender integralmente la situación actual de esta organización, es necesario considerar las tres dimensiones fundamentales que constituyen su “proyecto revolucionario”: la dimensión política, la dimensión militar y la dimensión internacional. Estos tres factores están estrechamente relacionados y son mutuamente interdependientes.

En cada uno de estos ámbitos, las diferentes estructuras de las FARC deben combinar acciones y esfuerzos en torno a un gran objetivo final, que es la toma del poder político nacional a través de las armas, con el reconocimiento y aceptación de la comunidad internacional.

En este sentido, atendiendo a la premisa histórica de que ninguna insurgencia es viable sin un masivo respaldo popular, el esfuerzo político de las FARC tiene como objetivo construir, mantener y expandir bases de apoyo popular. Estas bases serían el sustento de las estructuras armadas, al convertirse en fuente de aprovisionamiento logístico, refugio, reclutamiento e inteligencia, y, además, el elemento fundamental del movimiento político que apalanque y respalde la toma y ejercicio del poder.

En el plano militar, el objetivo es el de usar la violencia como medio para alcanzar control 
territorial que le permita establecer bases seguras. De esta manera, primero se busca un control militar que da paso a la posibilidad de influir y, eventualmente, de tomarse el poder político local y desarrollar de esta manera su proyecto político. A partir de estas bases, se da el proceso de expansión que debe culminar con el control nacional.

En su VII Conferencia, en 1982, las FARC establecieron su plan estratégico alrededor de un gran objetivo: la toma de Bogotá. Para esto, el plan determinaba que las estructuras militares deberían multiplicarse, asentarse y eventualmente controlar la cordillera Oriental de Colombia (donde se encuentra Bogotá) con el fin de aislar esta zona del resto del país e ir estrechando el cerco sobre la capital del país. Todas las actividades de carácter militar de las FARC estuvieron desde entonces en función de este objetivo.

En la misma década del ochenta, esta organización tomó otra importante decisión que marcaría un nuevo rumbo en el desarrollo de sus planes: involucrarse en el negocio del narcotráfico, que en pocos años se convirtió en la principal fuente de financiamiento para todas sus actividades. Las FARC terminaron transformándose en un gran cartel de las drogas, decisión que trajo consigo el uso del terrorismo como herramienta de presión política a través de la intimidación de la sociedad y la pérdida de sus valores y orientaciones políticas.

Finalmente, en el plano internacional el esfuerzo está encaminado a realizar actividades de tipo político y de comunicaciones, con el fin de generar simpatía y aceptación de la comunidad internacional por el proyecto rebelde, con el ánimo de que esta aceptación se convierta en un reconocimiento político que asegure la legitimidad una vez se hayan tomado el poder.

Éste ha sido el plan de las FARC, la estrategia que han intentado implementar a través de los años y que hoy, más que nunca, están muy lejos de hacer realidad.


BALANCE DE LA SITUACIÓN ACTUAL DE LAS FARC

El gran objetivo de la las FARC de tomarse el poder político en Colombia es un imposible.

Las FARC de hoy están en el mismo punto donde empezaron hace más de cuarenta años, con una gran diferencia: la organización de hoy no tiene futuro.

El Estado colombiano le ha asestado severos y contundentes golpes en el terreno político, militar e internacional, que dejan a esta organización lejos, como nunca antes lo habían estado, del objetivo que por décadas ha aglutinado a miles de combatientes bajo el mando de hierro del Secretariado.

Es importante reconocer, sin embargo, que las FARC no han sido definitivamente derrotadas y que todavía representan una seria y clara amenaza a la seguridad nacional de Colombia, en la medida en que mantienen una no despreciable capacidad militar, así como fuentes de financiamiento que aún les reportan importantes recursos, en particular el narcotráfico.

Aunque estamos en la etapa final de la confrontación, es necesario entender que justamente es esta fase final la que requiere mayor esfuerzo y persistencia, la que admite menos errores y en la cual deben confluir los esfuerzos no sólo de las Fuerzas Militares y la Policía Nacional, sino también de las demás instituciones del Estado, la población colombiana y la comunidad internacional.

A continuación se presenta un balance de la situación actual de las FARC en los planos político, militar e internacional.


El Plano Político

Si el objetivo en este ámbito es lograr aglutinar a la sociedad en torno al proyecto revolucionario, las FARC han fracasado estrepitosamente.

De acuerdo con la teoría, en un proyecto insurgente existen 3 tipos de apoyo popular: el 
voluntario, el forzado y el neutral. El primero hace referencia a aquellas personas que comulgan con los principios y objetivos de la insurgencia, y deciden voluntariamente apoyarla, de acuerdo con sus posibilidades. Eventualmente este grupo se convierte en una de las principales fuentes de reclutamiento de la organización. De otra parte, el apoyo forzado se da, ya no por coincidencias ideológicas o visiones compartidas, sino por medio de la intimidación y las amenazas, normalmente de carácter armado y violento. En la práctica, se logra una relación de apoyo aunque menos efectivo que el voluntario.

Finalmente, existe la posición de neutralidad o indiferencia en la que, si bien no se presta apoyo directo a la insurgencia, tampoco se presenta resistencia a sus planes y actividades.

Hoy en día las FARC no pueden dar cuenta de ningún tipo de apoyo masivo. Existen algunos focos reducidos de apoyo voluntario en zonas muy apartadas donde históricamente el Estado colombiano no ha hecho presencia y la población no ha conocido autoridad distinta a las FARC. 
Adicionalmente, hay una proporción cada vez menor de colombianos que se vieron forzados a apoyar a las FARC en diferentes actividades bajo la amenaza de represalia violenta ante la desobediencia. Esta situación se revierte aceleradamente en la medida en que las Fuerzas Militares y la Policía Nacional de Colombia han ido estableciendo mayor control territorial en la gran mayoría de la geografía nacional. En estas zonas, las FARC han perdido cualquier capacidad de amenaza y coerción sobre la población y, en esa medida, han perdido cualquier tipo de apoyo de las comunidades a las que tenían sometidas.

Así mismo, la indiferencia que por mucho tiempo caracterizó al grueso de la población 
colombiana, hoy se ha transformado en un rechazo activo y unánime a las actividades de las FARC y a su existencia misma. Esta situación se ve reflejada en los resultados de las constantes encuestas nacionales donde las FARC nunca sobrepasan el 3% de aprobación.
 
Pero tal vez donde mejor se ha manifestado este rechazo ha sido en las multitudinaria marchas del 4 de febrero y 20 de julio de 2008, donde millones de colombianos salieron a las calles para manifestarse en contra de las FARC y de sus métodos terroristas, particularmente el secuestro. Esta manifestación fue acompañada por marchas de colombianos y personas de diferentes nacionalidades en las principales capitales del mundo.

Las FARC no tienen apoyo popular. Por el contrario, son objeto de un sólido rechazo por la
enorme mayoría de los colombianos. Esta condición por sí misma sentencia la imposibilidad de alcanzar su objetivo.

Adicionalmente, para empeorar el panorama de las FARC en este frente, la Operación Jaque realizada el 2 de julio de 2008 le arrebató a las FARC su principal activo de apalancamiento político: los secuestrados. En efecto, los secuestrados de “alto valor político” venían siendo utilizados por las FARC para presionar al Gobierno colombiano a otorgar concesiones tanto en el plano militar como en el político e internacional a cambio de su liberación. Bajo el mecanismo del “acuerdo humanitario” las FARC buscaban posicionarse como interlocutor político del Gobierno colombiano con el reconocimiento de la comunidad internacional. El trasfondo de un despeje militar y el establecimiento de una mesa de negociación para la liberación de los secuestrados, con asistencia de observadores y mediadores internacionales, es el escenario perfecto para la promoción y comunicación de su “proyecto revolucionario”.

Al perder buena parte de sus “secuestrados de alto valor” las FARC pierden su músculo de
extorsión y manipulación con fines políticos.


El Plano Militar

En la confrontación militar las FARC también han sufrido los peores golpes y retrocesos de su historia y se encuentran en una fase de franco debilitamiento de su poder armado. Han perdido la iniciativa estratégica y están huyendo y a la defensiva; no tienen capacidad para adelantar operaciones con alta concentración de hombres y medios, y se hallan en una fase de preservación de su escasa fuerza, la que destinan primordialmente a proteger a sus cabecillas, a los secuestrados y a su infraestructura de producción de drogas.

En la estructura de las FARC ya se hacen evidentes grandes grietas en aspectos como:

a. Pérdida de liderazgo. En los últimos cuatro meses, y bajo circunstancias diferentes, las FARC han perdido a 3 de los siete integrantes del Secretariado, máximo órgano de comando y control de la organización. Entre ellos se encuentra Manuel Marulanda, líder histórico y símbolo de cohesión de la organización; Raúl Reyes, encargado de la estrategia política e internacional, que actuaba como el principal vocero del grupo, e Iván Ríos, el más joven de los integrantes del Secretariado y símbolo de la generación de recambio de las FARC.

Si bien las FARC cuentan con los mecanismos para reemplazar a sus miembros en las diferentes instancias de la organización, el hecho de perder casi la mitad de los integrantes de su máximo órgano de comando y control en un periodo tan corto tiene un efecto negativo justamente sobre el comando y control desde el Secretariado hacia el resto de la organización. Así mismo, tiene un poderoso efecto sicológico y moral sobre cada integrante de las FARC, en la medida en que derrumba el aura de invulnerabilidad que hasta ahora tenían los mandos de la organización.

En el caso particular de la muerte de alias “Manuel Marulanda” o “Tirofijo”, su ausencia no sólo deja el vacío del líder mítico y aglutinante, sino que, además, abre paso a una situación de pugnas y choques internos por la consolidación de un nuevo liderazgo. Si bien Alfonso Cano aparece como el nuevo comandante de las FARC, lo cierto es que este nombramiento no se dio a través de los canales y procesos estatutarios de las FARC, que requieren de la reunión presencial del pleno del Estado Mayor Central, la cual no fue posible debido a la incesante presión militar y al hecho de que los guerrilleros tienen cada vez menos libertad de movimiento y seguridad para permanecer en una misma zona por un tiempo medianamente prolongado. En este sentido, el nombramiento de Cano está cuestionado en su legitimidad bajo los procedimientos organizacionales de las FARC, lo que deja espacio para disidencias y falta de unidad en torno al líder. Éste es el caso particular del Mono Jojoy y de Joaquín Gómez, comandantes de los bloques Oriental y Sur respectivamente, que aportan aproximadamente el 70% de los ingresos de la organización y que, además, controlan alrededor del 60% de su poder armado. Estos dos miembros del Secretariado no ven en Cano los méritos y experiencia militar suficientes para comandar la organización.

Además de sus altos mandos, las FARC también vienen perdiendo en número creciente a sus mandos medios. En operaciones realizadas por las Fuerzas Militares y la Policía Nacional fueron capturados o abatidos alias “JJ”, “Hugo Sandoval”, “Martín Caballero”, “Negro Acacio”, “Martín Sombra”, “Limón”, “César”, “Dago” y “Jurga Jurga”, a lo que se suma la desmovilización de “Karina”, varios de ellos, personajes míticos con gran ascendencia entre los guerrilleros rasos.

Por la vía de la desmovilización ha desertado una cantidad importante de mandos medios, con un promedio de entre 5 y 10 años de pertenencia a las FARC.

La pérdida de estos mandos medios es incluso más impactante para las FARC que la pérdida de sus comandantes, en la medida en que los mandos medios actúan como capa de cohesión dentro de la organización y son los que garantizan el adecuado ejercicio del comando y control.

b. Pérdida de presencia e influencia territorial. Como nunca antes, el plan estratégico de las FARC trazado en 1982 está completamente desdibujado. Bogotá, el gran objetivo de sus planes militares, es un objetivo inalcanzable en las condiciones actuales. La operación Libertad I realizada por la Fuerza Pública entre el 2002 y el 2004 logró prácticamente erradicar la presencia de las FARC en los alrededores de Bogotá y, en general, en todo el departamento de Cundinamarca (que circunda la capital del país).

De igual manera, el creciente control territorial establecido por la Fuerza Pública ha implicado, en la misma proporción, una pérdida de la presencia y la influencia de las FARC en la mayor parte del territorio colombiano, incluyendo la cordillera Oriental, su tradicional eje de despliegue estratégico.

En esa medida, las FARC empiezan a hacer el tránsito de una organización con influencia nacional a una con influencia regional en aquellas zonas donde aún mantienen cierta capacidad de desestabilización y de financiamiento.

c. Corrupción e indisciplina. La inmersión de las FARC en el negocio del narcotráfico, a mediados de los ochentas, empezó a engendrar un fenómeno de corrupción e indisciplina que hoy en día es uno de sus principales problemas.

Guerrilleros, especialmente mandos medios, se acostumbraron a manejar enormes sumas de dinero y se entregaron a excesos y licencias que lenta pero definitivamente fueron quebrando las normas disciplinarias y de conducta dentro de la organización.

Así mismo, la posibilidad de sacar provecho personal de los desmedidos flujos de efectivo producto de narcotráfico, secuestro y extorsión, abrió la puerta a múltiples casos de corrupción.
En la actualidad son cada vez más recurrentes los casos de jefes de finanzas, jefes de seguridad y otros mandos medios que desertan de las FARC llevando consigo enormes sumas de dinero.
Esta situación está destruyendo la organización desde sus propias bases y entrañas.

d. Pérdida de comando y control. La pérdida de liderazgo y la corrupción e indisciplina, sumada a la incesante presión militar y policial, así como a la creciente capacidad de infiltración e interceptación de comunicaciones por parte de la Fuerza Pública, ha mermado de manera dramática la capacidad de comando y control en el interior de las FARC. Es decir, la capacidad que tienen los mandos en los diferentes niveles de la organización de ejercer su autoridad a través de órdenes e instrucciones que sean cumplidas por sus subordinados.

Sin duda, el aspecto que más pesa en esta situación, es la enorme restricción en las 
comunicaciones que se han impuesto para preservar la seguridad de sus diferentes mandos y estructuras. Estas restricciones no sólo se dan en la periodicidad de las comunicaciones, que son cada vez más escasas, sino también en los medios de comunicación, restringiendo el uso de teléfonos, celulares, radios e internet, y eligiendo los correos humanos como medio privilegiado.

Esta ausencia de comunicación acarrea muy serios problemas para el comando y control: las órdenes e instrucciones de los mandos no pueden transmitirse o, cuando se transmiten, no siempre llegan a tiempo; la coordinación de acciones que impliquen la participación de dos o más estructuras se hace muy complicada; la información no fluye dentro de la organización y, cuando lo hace, se da de manera disímil e inoportuna.

La consecuencia natural es que los mandos han perdido control sobre varios de sus frentes, los cuales están actuando de manera independiente y han cometido graves errores con un altísimo costo para la organización y sus líderes. Existen varios ejemplos representativos de esta situación:

• Emmanuel. En los últimos días del 2007 una comisión de personalidades internacionales viajó a Colombia tras el anuncio de que las FARC liberarían a tres secuestrados: Gloria Polanco, Clara Rojas y su pequeño hijo Emmanuel, nacido en cautiverio. La entrega se frustró porque el Secretariado de las FARC no sabía que el niño Emmanuel no estaba en poder del Frente encargado de cuidarlo, sino que se encontraba en un albergue del Bienestar Familiar. La comisión internacional tuvo que devolverse con las manos vacías y el niño fue identificado y ubicado a los
pocos días por las autoridades. Las FARC sufrieron un importante revés político.

• IX Conferencia. Históricamente, éste ha sido el foro que determina los grandes lineamientos estratégicos de las FARC en el mediano plazo. A esta conferencia asisten todos los miembros del Estado Mayor Central y el Secretariado. Sin embargo, en esta ocasión, no pudo darse la reunión y la conferencia se tuvo que limitar al intercambio de algunas comunicaciones de manera muy restringida. Es la primera vez en su historia que no pueden realizar la conferencia.

• Asesinato 11 diputados del Valle. En medio de la confusión por la presencia no anunciada de otra cuadrilla de las FARC, los mandos de la estructura a cargo de custodiar a los diputados decidieron asesinarlos sin el consentimiento del Secretariado.

• Operación Jaque. Esta operación evidenció la ausencia de comunicación entre el Secretariado y, en particular, el nuevo comandante Alfonso Cano, y sus diferentes frentes, en especial unos de tanta importancia como los que tenían a cargo la custodia de los secuestrados políticos que, como se mencionó anteriormente, constituían el principal activo de las FARC.

e. Descenso en sus ingresos y falta de liquidez. La acción de la Fuerza Pública ha logrado reducir significativamente el secuestro y la extorsión, dos fuentes principales de financiamiento para las FARC. Así mismo, a medida que la Fuerza Pública ha venido estableciendo mayor control territorial, en esa misma medida las FARC han perdido su influencia en muchas zonas del país, incluidas varas zonas de amplia actividad cocalera. Esta situación las ha obligado a desprenderse del control del negocio en dichas áreas. De ahí que el flujo de ingresos por estas actividades se ha venido reduciendo de manera importante.

Adicionalmente, las FARC se encuentran en una crisis de liquidez que las ha obligado a pagar con vales y bonos a los campesinos que trabajan en cultivos de coca y laboratorios o a aquellos que les venden la base de coca. Esta situación se hace insostenible con el tiempo y los campesinos ya empiezan a negarse a seguir trabajando para las FARC hasta tanto sus deudas no sean satisfechas.

El distanciamiento forzado con el negocio del narcotráfico ha obligado a varios frentes de las FARC a asociarse con organizaciones narcotraficantes y con bandas criminales para tratar de mantenerse en el negocio, uniendo fuerzas con otras organizaciones criminales para enfrentar la acción del Estado.

f. Restricciones logísticas. Por cuenta de la disminución en sus ingresos, así como por el creciente número de operaciones de la Fuerza Pública en las que se incautan grandes cantidades de de pertrechos y material logístico, las FARC se encuentran en medio de una crisis logística.

Las restricciones van desde los uniformes -muchos de los guerrilleros usan ahora sudaderas-, acceso a medicinas y servicios médicos, alimentación, artículos de aseo y ropa interior. El cambio de vida ha sido dramático para los guerrilleros, quienes ahora reciben raciones cada vez más escasas y esporádicas de estos y otros elementos.

g. Pérdida de capacidad de combate. Por las mismas razones que las FARC tienen grandes restricciones de tipo logístico, el material de intendencia directamente asociado con su poder de combate, como munición, armamento y explosivos, ha sido igualmente restringido.

Las operaciones de interdicción, particularmente en las áreas de frontera, han servido para interceptar cargamentos de millones de cartuchos, miles de fusiles, y piezas de artillería liviana, así como cientos de toneladas de explosivos de diferente tipo.
 
Otro aspecto que ha reducido sustancialmente la capacidad de combate de las FARC tiene que ver con el reclutamiento. En la actualidad, la gran mayoría de los nuevos reclutas de las FARC son menores de edad que están siendo enviados a la línea de combate con prácticamente ningún tipo de entrenamiento.

Adicionalmente, han empezado a utilizar sus reservas estratégicas al “encuadrillar” masivamente a sus milicias urbanas. Es decir, están sacando a sus milicianos de las ciudades para incorporarlos a sus estructuras armadas rurales. Esta decisión empieza a generar deserciones entre estos milicianos que no están acostumbrados a la vida en el monte ni a la forma de vida de los guerrilleros rasos.

A esto se suma el gran número de guerrilleros que se encuentran hoy fuera de combate. En el periodo 2006 - mayo de 2008 las FARC han perdido 17.274 de sus miembros entre desmovilizados, capturados y abatidos.

h. Moral baja. Múltiples testimonios de guerrilleros desmovilizados dan cuenta de la baja moral reinante entre la base guerrillera y buena parte de sus mandos, quienes, a pesar del rigoroso adoctrinamiento, empiezan a notar que jamás las FARC podrán cumplir su objetivo de tomarse el poder político por las armas.

Factores como la incesante presión militar, el hecho de estar constantemente a la huída sin poder permanecer por mucho tiempo en un solo lugar, las crecientes restricciones logísticas por las que están pasando, y los contundentes golpes que vienen asestando las Fuerzas Militares y la Policía Nacional en su contra, han propiciado una sensación generalizada de pesimismo y baja moral que está afectando a toda la organización.

En este sentido son muy dicientes las declaraciones de alias “Karina” una guerrillera que permaneció por más de 24 años en las FARC y que llegó a tener un significativo poder dentro de la organización: “La decisión que yo tomé de reinsertarme fue por la presión del Ejército en el área”.

Adicionalmente, la corrupción y la misma baja moral están generando una enorme desconfianza entre los guerrilleros, tal como lo confirma Karina: “Uno tiene mucho combatiente al lado. Pero no sabe qué está pensando cada quien. Además, porque allá algunos piensan en la situación económica y como se daba tanto dinero por la vida mía, a uno todas esas cosas siempre lo ponían a pensar mucho”.

Este temor crece dentro de las FARC, especialmente entre sus mandos, después de que en marzo de 2008 alias “Rojas” asesinara a Iván Ríos, uno de los miembros del Secretariado, porque veía en riesgo su propia vida y esperaba cobrar una millonaria recompensa.

Por cuenta de estos temores se han dado purgas, fusilamientos y cambios en las estructuras de seguridad, de manera que ahora los cabecillas sólo admiten familiares en sus anillos personales, temiendo la traición de sus colaboradores más cercanos.

i. Creciente desmovilización. Sin duda, la baja moral producida por los factores anteriormente expuestos ha sido el desencadenante de una cascada de desmovilizaciones individuales que viene en constante crecimiento. En el periodo 2006 – mayo de 2008 se han desmovilizado 5.316 guerrilleros de las FARC y, tan sólo entre 2006 y 2007, las desmovilizaciones individuales de esta organización pasaron de 1.565 a 2.480 guerrilleros.

Otro aspecto que vale la pena resaltar es el hecho de que viene en aumento el número de guerrilleros desmovilizados que han pertenecido a las FARC por un periodo de 5 a 10 años. En este sentido, mientras que, del total de desmovilizados de las FARC en el 2006, aquellos que tenían entre 5 y 10 años de pertenencia a la organización representaban tan solo el 12%, en el año 2007 esta cifra se elevó a 27% y, entre enero y mayo de 2008, este sector representa el 35.2% del total de desmovilizados.

Esta situación es de gran importancia porque demuestra que aun los guerrilleros que llevan varios años en la organización, que han sido adoctrinados en las convicciones y principios ideológicos de las FARC, han notado la imposibilidad de alcanzar la meta propuesta por sus comandantes y reconocen que se encuentran inmersos en una lucha sin sentido.


El Plano Internacional

En el plano internacional el panorama no es mejor para las FARC.

En enero de 2008, cuando el gobierno del Presidente de Venezuela, Hugo Chávez, solicitó a la comunidad internacional reconocer a las FARC como un movimiento insurgente legítimo, retirarlos de las listas de terroristas y otorgarles el estatus de beligerancia, la respuesta de la comunidad internacional fue una negativa rotunda y unánime. Ningún gobierno en Latinoamérica, Europa o cualquier otra región del mundo acogió esta solicitud y, por el contrario, varios mandatarios de países europeos, así como altos funcionarios de la Unión Europea, ratificaron su decisión de mantener a las FARC en su lista de terroristas.

Dos meses después, en marzo de 2008, tras el bombardeo al campamento de Raúl Reyes, la Fuerza Pública incautó el computador y varios discos duros pertenecientes a este miembro del Secretariado. En el computador se encontró información que indica que varios líderes y organizaciones políticas de Latinoamérica y otras regiones del mundo mantenían relaciones clandestinas de apoyo a las FARC. En el mes de mayo, y tras un riguroso estudio técnico, el Secretario General de Interpol confirmó que la información encontrada en los computadores de Reyes no fue modificada o alterada por las autoridades colombianas. La publicación de esta información, y el hecho de que Interpol certificara que no había sido manipulada, generó un importante efecto sobre los líderes y organizaciones allí mencionadas, de tal forma que automáticamente tuvieron que tomar una posición de distancia frente a las FARC.

Adicionalmente, y como se mencionaba en líneas anteriores, con la Operación Jaque las FARC perdieron su más importante activo político, especialmente de cara a la comunidad internacional. 

El interés mundial, y en especial de Francia y otros países europeos, por la suerte de Ingrid Betancourt los había llevado a buscar interlocución directa con las FARC y, en ocasiones, a presionar al Gobierno colombiano para realizar un despeje militar para negociar un intercambio de secuestrados por guerrilleros presos. Así mismo, se constituía en vehículo para la intervención de otros líderes latinoamericanos que las FARC consideran fundamentales para avanzar en sus planes de reconocimiento internacional.

Aun cuando quedan otros secuestrados políticos en poder de las FARC, cada vez hay menos razones para la presión internacional sobre la política del Gobierno colombiano para manejar el tema. Por el contrario, la coyuntura actual debe servir para incrementar la presión de toda la comunidad internacional sobre las FARC, para que, de manera unilateral y sin condiciones, liberen a los secuestrados que siguen en su poder, desistan de secuestrar a otras personas y tomen la decisión de iniciar un proceso serio y comprometido de diálogo y negociación política con el Gobierno.

La existencia de las FARC como movimiento armado no tiene cabida ni en el mundo ni en la Colombia de hoy. Aun los líderes más cercanos a su causa, como los mandatarios de Venezuela, Ecuador y Cuba, han manifestado su desprecio por el uso del secuestro como recurso y han rechazado igualmente la permanencia de las FARC en la lucha armada.


LAS OPCIONES DE LAS FARC

Dada su actual condición, tanto en el plano militar como en el político y el internacional, no son muchas las opciones que le quedan a esta organización. A continuación se presentan algunas de estas posibles alternativas, para las cuales el Gobierno nacional viene preparando los respectivos planes y estrategias que permitan atender de manera efectiva cualquiera de las coyunturas que puedan presentarse.


Negociación Política

Ante la contundencia de los golpes recibidos, la dirigencia de las FARC reconoce que la lucha armada definitivamente no es el medio para avanzar en sus pretensiones políticas y, en esa medida, decide iniciar un proceso de negociación política con el fin de poner fin a la confrontación con el Estado y tratar de buscar espacios democráticos legales donde puedan desarrollar su proyecto y someterlo al escrutinio de la población colombiana, que determinará en última instancia si lo apoya o no.

Ante esta situación, el Presidente de la República y el Alto Comisionado para la Paz establecerán los términos y condiciones de esta negociación, asegurando el adecuado balance entre paz y justicia, y ejerciendo los principios de verdad y reparación. 

Tal como en el proceso de negociación con las autodefensas ilegales, seguramente la comunidad internacional velará por la aplicación de estos principios.


Rupturas Internas – Atomización

Se acentúan las contradicciones internas sobre la mejor forma de proceder y orientar la acción de las FARC en el mediano plazo. Se rompe la cohesión interna y empiezan a surgir disidencias:

• Una porción importante de la organización decide desconocer el liderazgo de Alfonso Cano o del Secretariado en su conjunto y opta por iniciar una negociación política con el gobierno colombiano.

• La otra parte significativa de la organización decide mantenerse en la lucha armada en las condiciones actuales, acentuando su vocación terrorista, especialmente dirigida hacia centros urbanos e infraestructura crítica.

• Estructuras menores aprovechan las rupturas internas y la creciente pérdida de comando y control para independizarse y formar bandas criminales o fusionarse con las bandas criminales existentes alrededor del negocio del narcotráfico y otras actividades delictivas.

Ante esta situación, el Gobierno nacional estará dispuesto a iniciar un proceso de negociación con una parte significativa de las FARC bajo los criterios anteriormente expuestos.

Para la porción de las FARC que insista en la lucha armada, el Estado mantendrá la presión
militar con el fin de forzar una negociación política o su desmantelamiento como organización armada ilegal. El uso del recurso del terrorismo puede contribuir en el corto plazo a generar percepción de fortaleza y darles presencia en el espacio mediático, pero en el mediano plazo definitivamente se derrumbarán los pocos apoyos nacionales y extranjeros que aún puedan mantener, precipitando su derrota.

A aquellas estructuras que decidan desprenderse de las FARC y convertirse en bandas 
criminales, o que se fusionen con bandas criminales existentes, el Estado las combatirá 
militarmente hasta desarticularlas, sin la posibilidad de establecer negociaciones políticas.


Preservación de fuerzas y recuperación en el mediano plazo

El Secretariado logra asegurar la cohesión del grueso de la organización y decide insistir en la lucha armada. Mantiene el repliegue estratégico con el fin de preservar sus fuerzas a la espera de un cambio de gobierno en el 2010 que propicie una posición más abierta a una negociación en términos más favorables o que les permita comprar tiempo para desarrollar un proceso de fortalecimiento similar al realizado durante los diálogos del Caguán en el gobierno del presidente Pastrana.

Buscarían, adicionalmente, fortalecer el amparo y apoyo de regímenes simpatizantes en la
región que puedan prestar su territorio para el establecimiento de retaguardias, zonas de 
descanso, campos de entrenamiento y centros de abastecimiento logístico, así como el 
reclutamiento de nuevos hombres que les permitiera recomponer sus fuerzas en el mediano plazo. Además, seguirían procurando apoyo económico y reconocimiento político que contribuyeran a mejorar su imagen internacional, en búsqueda de legitimidad para una eventual negociación.

Ésta es, sin duda, la peor alternativa por la que pueden optar las FARC. A diferencia de años y décadas anteriores, el tiempo estratégico de la confrontación ya no juega en su favor. En las actuales condiciones, cada día que pasa en el que las FARC no tienen la iniciativa militar y política, y a su vez profundizan su repliegue, es un día que las acerca más a su fin.

El Estado mantendrá su ofensiva militar, política e internacional y les dejará cada vez menos espacio en los tres ámbitos. Se acentuarán las condiciones actuales, particularmente en el plano militar, donde continuarán los golpes contundentes en contra del liderazgo de la organización, sus finanzas y su logística. Las desmovilizaciones mantendrán su tendencia creciente, incluyendo cada vez más guerrilleros de experiencia y mandos de alto nivel.

En el plano internacional, será cada vez más difícil para un gobierno u organización sostener cualquier tipo de apoyo a las FARC, en especial si persisten en levantarse en armas en contra de una democracia reconocida y legítima.

Las FARC habrán incurrido en un enorme costo político, sacrificando una gran cantidad de sus hombres y prolongando el sufrimiento de los colombianos, sin lograr nada diferente a su propio debilitamiento y la certeza de su derrota.

Why sustainable power is unsustainable

ARTIGO INDICADO PELO PROFESSOR OLAVO DE CARVALHO NO TRUEOUTSPEAK DE 16 DE FEVEREIRO DE 2009


Leia AQUI porque as soluções encontradas via energias sustentáveis são uma solução idiota, pura conversa fiada quando comparadas com as energias não-sustentáveis usadas atualmente.

A Vitória de Obama – uma visão britânica

POR E-MAIL (sic)

Editorial do Daily Mail via Fourwinds10.com, Londres

Quarta-feira, 21.01.2009

 

Tradução: Álvaro Pedreira de Cerqueira

 

"É impossível realçar o bastante que como o governo não cria nenhuma riqueza, qualquer esforço dele para estimular certos setores da economia dos Estados Unidos significa que ele estará deprimindo outros."


John Tamny, Economista


"As analogias do sr. Obama para a Grande Depressão não são só historicamente inexatas, elas são também perigosas."


Bradley Schiller, Professor de Economia


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Uma vitória para a histérica Oprah Winfrey, o pregador racista louco Jeremiah Wright, homem da corrente dominante da mídia dos Estados Unidos que há muito abandonou qualquer sentido de objetividade, para os europeus que desprezam a América basicamente porque dependem dela, cômicos que dizem ser perigosos e destemidos mas não ousariam atacar de fato grupos poderosos de interesses especiais.

Uma vitória para os adoradores de Obama em toda parte. Uma vitória para o culto pelo culto. Um homem que fez pouca coisa na vida mas escreveu sobre as suas realizações como se tivesse descoberto a cura do câncer enquanto ganhava uma maratona, e construído um reator nuclear com os dentes. Vitória de estilo sobre a substância, hipérbole sobre a história, levante das massas acima da realidade.

Uma vitória para Hollywood, a mais trivial comunidade do mundo. Vitória de Streisand, Spielberg, Soros, Moore e Sarandon. Vitória para aqueles que preferem o bem-estar à vontade de lutar pela independência. Para aqueles com mentalidade de rebanho e não daqueles que lutam pela iniciativa individual e o direito de não serem politicamente medíocres.

Vitória de um homem que não é amigo da liberdade. Ele e sua gente já afirmaram que os meios de comunicação têm de ser controlados para serem equilibrados, sem compreenderem a extraordinária ironia contida naquela declaração. Como a maioria dos zelotes mais social-democratas, os adoradores de Obama constantemente falam de Fox e Limbaugh (Rush Hudson Limbaugh III, radialista conservador) quando a grande parte das estações de televisão e jornais é drasticamente liberal (que nos Estados Unidos significa social-democrata) e anti-conservadora (ou anti-liberal clássica).

O Democrata Sênior Chuck Schumer disse que, tal como a pornografia, a mídia deve ser censurada, assim como as rádios de comentário político. Em outras palavras, uma das poucas mídias gratuitas e abertas da expressão popular pode muito bem ser patrulhada por vigilantes que até mesmo quando em triunfo não podem tolerar nenhuma crítica ou oposição.

Vitória para aqueles que acreditam que o estado é melhor qualificado para criar crianças do que a família, para aqueles que preferem sindicatos de professores para o ensino e para aqueles que estão ingenuamente convencidos de que se o Ocidente é suficientemente fraco em relação aos seus inimigos, a guerra e o terror se dissolverão tão rapidamente como as lágrimas na cara de uma celebridade esquerdista. Uma vitória da social-democracia, até mesmo depois de a maior parte da Europa ter chegado à dolorosa conclusão de que a social-democracia leva à mediocridade, ao fracasso, ao desemprego, à inflação, a impostos mais altos e à estagnação econômica.

Uma vitória de advogados intrusos, sentimentalistas banais, extremistas sociais e esnobes urbanos.

Parabéns América!

Paranóia sociológica

Olavo de Carvalho

Diário do Comércio, 12 de fevereiro de 2009


Terminei o antigo anterior (Um guru da educação brasileira) dizendo que a teoria da “violência simbólica” pressupunha ou uma megaconspiração cujos traços documentais desapareceram para sempre, ou o milagre de uma intenção inconsciente ser capaz de manipular o inconsciente alheio com a precisão de um cálculo matemático. Se as duas hipóteses são francamente dadaístas, à segunda vem acrescentar-se ainda mais um fator complicante. Para que os educadores fossem induzidos a trabalhar inconscientemente para os interesses da burguesia, teria sido preciso que a burguesia os manipulasse para esse fim, o que supõe que os capitalistas fossem educadores ainda mais hábeis do que os educadores profissionais, impondo a estes, por meio de “violência simbólica”, as normas e padrões de uma violência simbólica de segundo grau que, inconscientemente, eles deveriam repassar à multidão dos dominados. Também não há registro histórico de que isso jamais tivesse acontecido, é claro.


Ora, se a teoria da educação como “violência simbólica” não corresponde a nenhum fato objetivo, a nada que tenha acontecido historicamente, de onde é que ela extrai sua força de persuasão, a aparência de verossimilhança que a torna aceita, de umas décadas para cá, como uma grande verdade sociológica?


A resposta é escandalosamente simples. Toda a documentação que não existe sobre o planejamento da manipulação psicológica burguesa existe, em abundância, sobre a manipulação educacional revolucionária e socialista. Milhares, centenas de milhares de livros, artigos acadêmicos, atas de assembléias de professores e estudantes, revistas educacionais, circulares de sindicatos, filmes, vídeos etc., sem contar as obras completas de Antonio Gramsci e do próprio Pierre Bourdieu, atestam a existência de enormes trabalhos empreendidos para implantar na cabeça das crianças os valores e condutas que os revolucionários julgam convenientes para transformar os estudantes em massa de militantes ou simpatizantes da causa revolucionária, bem como para fazer com que os agentes desse empreendimento passem despercebidos e os efeitos de suas ações sejam vivenciados como transformações espontâneas do processo histórico. E isto não é uma interpretação que eu esteja fazendo. Os próprios revolucionários declaram que esse trabalho tem de ser feito e explicam como ele deve ser feito. A frase de Antônio Gramsci citada no artigo anterior é o resumo da coisa toda. A “revolução cultural” opera-se por meio de mudanças sutis e quase imperceptíveis do imaginário popular – do “senso comum” como o chama Gramsci –, de tal modo que tudo pareça espontâneo e que a vontade do Partido não se imponha como ditado autoritário de uma organização política em particular, mas como decorrência involuntária e anônima da natureza das coisas, como “autoridade onipresente e invisível de um imperativo categórico, de um mandamento divino”.


Mais do que pôr em prática a máxima leninista “acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é”, Bourdieu inventa seu inimigo à imagem e semelhança do que ele próprio está fazendo. A famosa “violência simbólica” da cultura burguesa, não existe senão como projeção invertida da educação revolucionária. Ela é, em toda a linha, uma criatura do imaginário militante. É precisamente por só existir como fantasma na alma doente dos revolucionários que a pedagogia burguesa não apenas deixa de oferecer qualquer resistência visível ao avanço da educação revolucionária, mas ainda a protege e fomenta, oferecendo ao educador antiburguês todos os meios de ação disponíveis, acompanhados de honrarias e recompensas. Não há establishment educacional no mundo burguês que não tenha em Pierre Bourdieu o seu queridinho, o seu enfant gâté, infinitamente badalado e paparicado. Na verdade, a maioria dos educadores de grande sucesso no mundo burguês são todos revolucionários – John Dewey, Celestin Freinet, Paulo Freire, Jean Piaget, Emilia Ferrero e tutti quanti –, e é inconcebível que a astúcia maquiavélica dos burgueses que montaram a operação de manipulação invisível descrita por Pierre Bourdieu não tivesse percebido isso e, como uma sonsa, consentisse em promover seus inimigos em vez de seus porta-vozes fiéis.


A “sociologia da educação” de Pierre Bourdieu é não somente uma idiotice: é uma projeção psicótica das ações do próprio Bourdieu e de seus correligionários sobre uma realidade inexistente. É uma doença mental, e seu sucesso se deve precisamente a isso: é mais fácil transmitir o vírus de uma moléstia incapacitante do que algum conhecimento da realidade.



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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".