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quarta-feira, 12 de março de 2008

Tomou posse o substituto de Raúl Reys: HUGO CHÁVEZ é o nome dele!

Do portal DIÁRIO DO COMÉRCIO
Escrito por Alejandro Peña Esclusa em 08 de março de 2008

Em comunicado divulgado no dia 2 de março, o secretário do Estado Maior das Farc nomeou Joaquín Gómez como sucessor de Raúl Reyes. Mas Gómez não tem nem liderança, nem experiência política, nem relacionamentos internacionais requeridos para cumprir adequadamente o cargo. O único homem capaz de substituir eficientemente a Raúl Reyes – o número dois do grupo narcoguerrilheiro – e reconstruir a capacidade de operação das Farc é Hugo Chávez.

Desde que Reyes foi morto, Chávez, e não Gómez, se converteu na principal voz de defesa dos interesses das Farc, porém com um agravante: está usando o poder do Estado venezuelano a serviço da organização criminosa. Considerando que Chávez goza de imunidade e controla as instituições do Estado, ele pode se dar ao luxo de atuar criminosamente sem sofrer nenhum tipo de sanção. Esta condição lhe permite ser cem vezes mais eficaz do que Joaquín Gómez.

Surge daí uma pergunta: Como é possível que um aliado das Farc tenha chegado à presidência da Venezuela? A resposta é esta: os membros do Foro de São Paulo – organização à qual pertencem Hugo Chávez, Rafael Correa, Evo Morales, Daniel Ortega e as Farc – detectaram há alguns anos uma vulnerabilidade de um sistema democrático e aproveitaram para conquistá-lo, depois de terem fracassado por meio das armas.

A democracia permite a participação de todo tipo de candidato, sem importar suas tendências políticas, o que incluí seu passado delituoso (Chávez liderou um golpe de Estado). Basta que o sistema de valores se deteriore e os partidos tradicionais fracassem, como de resto ocorreu, para que qualquer criminoso, investido de uma candidatura, lance campanha cheia de falsas promessas e chegue ao poder.

Uma vez na presidência, os membros do Foro de São Paulo destróem o sistema democrático por dentro, utilizando para isso as instituições do Estado (no caso venezuelano, se usou a figura de uma Assembléia Constituinte). Desta forma, seqüestram os Poderes Públicos, destróem os mecanismos de controle, reprimem os meios de comunicação e perseguem dissidentes.

Em outras palavras: a democracia é forte se for atacada de fora, seja através de um movimento subversivo (Farcs), golpe de Estado (Chávez), invasão estrangeira (Che Guevara), mas é débil e vulnerável quando é atacada por dentro. O ataque, neste caso, se assemelha a um vírus de imunodeficiência, que destrói a capacidade de defesa da democracia.

É urgente encontrarmos uma solução para este grave problema, sem dúvida a pior ameaça que enfrenta a democracia da região.

Alejandro Peña Esclusa é presidente da organização Fuerza Solidaria

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".