Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Novo "Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano"

Novo ‘Manual do perfeito idiota latino-americano’ tira FHC da lista, mas deixa Lula
Por Ligia Filgueiras*

O jornal O Globo publicou uma entrevista (1) no domingo com Carlos Alberto Montaner, escritor cubano hoje radicado na Espanha, e um dos autores do ‘Manual do perfeito idiota latino-americano’, junto com Plinio Apuleyo Mendoza e Alvaro Vargas Llosa, publicado no Brasil em 1997 (2). Vem aí uma nova versão do livro num momento que Montaner considera crucial para divulgação: o populismo vai de vento em popa na AL.

O IL e a UniverCidade fizeram o lançamento da primeira versão no Rio, quando Montaner deu uma aula de esperança para a platéia universitária. Entre alertas positivos e negativos, mostrou, através de diversos exemplos da experiência histórica, o que leva as sociedades à pobreza ou estagnação e o que as leva à riqueza. Exortou os jovens a investirem em si mesmos, estudando, adquirindo mais conhecimentos, aperfeiçoando-se constantemente, e procurando fazer poupança para o futuro, evitando o caminho fácil do “torrar” dinheiro. Estimulou-os, inclusive, a conhecerem e a participarem do mercado de ações. ‘Se você entra ainda que como officeboy para uma empresa – explicava Montaner - e pode perceber como ela se desenvolve e prospera, veja se tem ações na Bolsa de Valores. Se tem, invista um pouco de sua poupança nas ações dessa empresa. Dentro dela, você poderá saber a quem está confiando sua poupança. Mais tarde, esse pequeno esforço contínuo poderá lhe render muitos frutos.”

Montaner narrou a experiência como exilado Cubano e sua observação de outros países da América Latina. Percebeu que, tradição cultural à parte, havia algo mais em comum entre seus países que os levavam, inexoravelmente, à pobreza. E a razão não poderia ser a herança cultural, já que o Chile estava mostrando excelentes resultados com a aplicação da prática liberal. Essas reflexões, feitas com os companheiros, Alvaro e Plinio, levaram-no a publicar o “Manual do perfeito idiota latino-americano”. (De leitura imperdível. Consulte a biblioteca do IL).

No primeiro Manual, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso constava da lista de brasileños, ao lado de Lula. Agora na última versão, FHC está fora da lista, mas Lula fica. A razão? Segundo matéria dO Globo, FHC “curou-se com muitas leituras, o que Lula não fez”. FHC era antes considerado autor do “manual da seita” dos populistas, por ter escrito “Dependência e Desenvolvimento na América Latina”.

Na entrevista, Montaner diz que o editor do novo Manual havia sugerido um capítulo sobre “ex-idiotas notáveis felizmente curados”, ao qual Montaner juntaria seu próprio nome e o dos outros dois autores. Mas o livro já está tão rico de novos nomes, que vale a leitura para conhecer os “emergentes”: de um lado, tem a lista da esquerda vegetariana; do outro, a carnívora. Lula está na primeira, ao lado de Tabaré Vázquez (Uruguai) e Néstor Kirchner (Argentina). Na esquerda carnívora, pode apostar: além de Fidel Castro, entra Hugo Chávez (Venezuela) e Evo Morales (Bolívia). São os que querem uma América Latina revolucionária, que expulse a economia de mercado e, a longo prazo, destrua o Primeiro Mundo.

Com relação a nosotros, Montaner mostra seu receio: o presidente Lula “continua a não entender como se cria riqueza e como se pode gastar mal.” Para Montaner, o presidente brasileiro deve ser avaliado não pelos acertos de seu governo, que são poucos, mas pelos erros que não cometeu. Mas essa, diz Montaner, “é quase a definição de um político medíocre.”

* Jornalista
(1) ‘Há uma epidemia de idiotice capitaneada por Chávez’. O Globo, País, 09.07.06.
(2) Editado pela Bertrand Brasil e Instituto Liberal (1997); apresentação de Mario Vargas Llosa; prefácio de Roberto Campos.

Nota: Sobre Montaner, leia o artigo ‘O que é o Liberalismo’, publicado na série Ensaios & Artigos do IL.

No Brasil, o crime está nascendo dentro do Estado

Do blog MOVIMENTO DE ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO - http://movimentodaordemevigilia.blogspot.com
Postado domingo, 28 de outubro de 2007

PESQUISADOR MOSTRA LIGAÇÃO ENTRE CRIMINOSOS E SETOR PÚBLICO

Autor de "Tiros na democracia" e vice-coordenador do Núcleo de Estudos de Instituições Coercitivas da Universidade Federal de Pernambuco, o professor Adriano Oliveira acaba de lançar o livro "Tráfico de drogas e crime organizado, peças e mecanismos", no qual faz uma análise profunda e científica do assunto. E chega a uma conclusão inquietante: o crime no Brasil tem origem no Estado.

O livro partiu de tese defendida na UFPE, aprovada com nota máxima e indicada pelo doutorado em ciência política da UFPE para concorrer ao título de melhor tese do ano da Capes. Oliveira entrevistou traficantes ricos e pobres, ouviu policiais, analisou inquéritos e processos.

Por Letícia Lins – O Globo - Por que o senhor diz que o Brasil é um campo fértil para se fazer análise de ações do crime organizado?

ADRIANO OLIVEIRA: Temos no país um grande quantitativo de organizações criminosas. Se formos computar o número de informações publicadas na imprensa, observamos que, a partir do instante em que há servidores públicos envolvidos com o crime, isso evidencia uma certa organização. A análise das ações da Polícia Federal nos últimos oito anos também evidencia a grande participação de servidores. E não podemos desprezar o avanço do tráfico de drogas no Rio de Janeiro, problema que vem se acentuando desde o início da década de 80. Diante desses três indicadores, só podemos pensar que o país é fértil para o nascimento do crime organizado. Contudo, mais do que isso, quando mergulhamos nesse submundo descobrimos o quanto o Estado está envolvido. Portanto, onde está o Estado observamos o crime organizado.

O Globo - O fato de o crime organizado estar dentro do Estado diferencia o Brasil de outros países, como a Itália e a sua Máfia?

OLIVEIRA: Na Itália, o crime organizado é o que chamo de exógeno: nasce à margem do Estado e depois procura atores no Estado, para criar laços cooperativos. Já o crime organizado endógeno é aquele que nasce dentro do Estado, quando juízes se unem para vender sentenças, quando policiais atrapalham ou impedem a investigação, quando promotores se reúnem para não denunciar determinadas pessoas. Ou quando mais freqüentemente observamos que prefeitos cometem atos de corrupção em conluio com empresas privadas para fraudar licitações. Considero todos esses atos como crime organizado endógeno.

O Globo - Podemos dizer que o Estado é parcialmente bandido?

OLIVEIRA: Claro. No momento em que temos a presença do crime endógeno, principal diferencial do crime no Brasil para o resto do mundo, e em que observamos o envolvimento de atores públicos cooperando, facilitando as atividades das organizações criminosas, não temos como deixar de dizer que o Estado tem o seu lado bandido. Por causa da grande corrupção inerente a ele e das organizações criminosas que se formam dentro dele, o Estado não consegue funcionar adequadamente para combater o crime.

O Globo - Então o conceito do crime no Brasil é muito mais amplo do que em outros lugares?

OLIVEIRA: Esse é um grande problema da academia brasileira e da imprensa. Não podemos reconhecer o crime organizado só nos morros. Infelizmente, no Brasil o crime está associado ao Estado - como no desvio de recursos públicos - ou nascendo dentro do Estado, como na venda de sentenças.

O Globo - No caso do tráfico de drogas, que também é abordado no seu livro, até onde o Estado está presente? O seu livro analisa o caso de um traficante, Leonardo Mendonça, cuja influência chegava até o Superior Tribunal de Justiça. Como o tráfico só faz crescer, até que ponto o Estado colabora com isso?

OLIVEIRA: Depois de entrevista com traficante, análise de inquérito na Polícia Federal, denúncia no Ministério Público e análise de processo, evidencio que sua influência foi desde o juiz do estado de Mato Grosso e chegou até a decisão de juiz no STJ. Ele teve, também, um deputado federal como facilitador de suas atividades e envolvimento de delegados da própria PF. Isso mostra o quanto o Estado está comprometido. Se pensarmos que o envolvimento com tráfico de drogas só se dá com a viatura da Polícia Militar, estamos totalmente enganados. Algumas organizações conseguem até influenciar decisões da Justiça.

O Globo - No livro foram analisados 13 casos, entre eles nove operações da PF e quatro CPIs. Em seis, a origem do crime é estatal. Isso é muito, pouco, ou o que já se espera do Brasil?

OLIVEIRA: Não esperava isso tudo. A partir do momento que descobri a grande quantidade de funcionários públicos participando de atividades ilícitas, me vi obrigado a criar o conceito de crime organizado endógeno. Já nas operações da PF, em quase todas encontramos facilitadores dentro do próprio Estado.

Jornal O GLOBO

Fonte: blog MOVIMENTO DE ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO - http://movimentodaordemevigilia.blogspot.com

Marxismo Cultural - Palestra em áudio

Fonte: portal MOVIMENTO ENDIREITAR - http://www.endireitar.org/
por Wellington Moraes - 27 de outubro de 2007

Palestra do Pe. Paulo Ricardo sobre Marxismo Cultural.

O Marxismo Cultural é um movimento ideológico que pretende implantar a revolução marxista.

Inicialmente não através dos meios armados ou de uma movimentação de violência, mas por meio da transformação da cultura ocidental ou, dizendo de outra forma, uma “revolução cultural”.

Dentre os assuntos, destacamos, em síntese, os seguintes: Marxismo clássico; Antonio Gramsci; Escola de Frankfurt; Herbert Marcuse; Marxismo e Universidade; Partidos políticos no Brasil; Teologia da Libertação; O “politicamente correto”; Patrulhamento ideológico; Conselho aos universitários.

Clique aqui para escutar a palestra ou
Clique aqui para fazer o download da palestra: Audio: WMA.

Fonte: portal MOVIMENTO ENDIREITAR - http://www.endireitar.org/
Link: http://www.endireitar.org/content/view/186/1/

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Maçonaria solta o bode na Sala da Justiça e no Quartel

Do blog ALERTA TOTAL - http://alertatotal.blogspot.com/
Por Jorge Serrão

Exclusivo - A Maçonaria colocou, literalmente, o “bode” na sala do Comando do Exército e da maior instância militar do Judiciário. O animal (símbolo dos maçons) terá de ser “domado” no Forte Apache – como é conhecido o Quartel General do Exército, em Brasília. O oculto poder do "bode" já provoca incômodos na sede do Comando Militar da Amazônia. O "bicho" pode feder mais. Depende de uma decisão, esta semana, da presidência do Superior Tribunal Militar.

O destino do “bode” está com o ministro do STM Henrique Marini e Souza – que é Tenente-Brigadeiro-do-Ar. A grande questão é se o “bode” será tirado (ou não) da sala dos militares. A polêmica gerada pela Maçonaria deve causar um efeito de tsunami nas conversas paralelas de um encontro fechado que mais de mil oficiais da ativa e da reserva do Exército promovem nesta segunda-feira, em Brasília. O evento tem o apoio do Clube Militar (coincidentemente, fundado por maçons, no final do século 19).Os maçons pedem a abertura de um Inquérito Policial Militar para apurar os fatos e atribuir responsabilidades sobre o eventual uso das Forças Armadas para expulsar fazendeiros da Reserva Indígena Raposa do Sol, em Roraima. O IPM também teria de investigar provas objetivas de que a região – rica em minerais estratégicos – é dominada por ONGs que são “laranjas” de potências estrangeiras. Pelo conteúdo direto e pela lógica jurídica da notícia-crime dos maçons, se o IPM não for aberto, os militares incorrerão em crime de prevaricação. Em tese, seriam passíveis de denúncia do STM ou da Procuradoria Geral da Justiça Militar.

Quatro membros da Loja Maçônica Minerva Paulista apresentaram ao STM, na sexta-feira passada, uma grave e consistente notícia-crime de seis páginas (com algumas reportagens anexas). O envio do documento foi autorizado pelo Soberano Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil, Laelso Rodrigues. A Maçonaria brasileira lançou uma campanha nacional em defesa da Amazônia. A peça solicita ao STM que acione o Comandante Militar da Amazônia, General-de-Exército Augusto Heleno Pereira, para abrir o IPM. Na semana passada, a mesma Loja Maçônica já enviou um pedido idêntico de abertura de IPM sobre o caso Raposa do Sol ao Comandante do EB, General-de-Exército Enzo Martins Peri. Até agora, os maçons aguardam pela resposta oficial do chefe militar.

A notícia-crime dos maçons parte dos indícios de que se pretende internacionalizar a Amazônia. No documento está escrito: “A afirmação se funda na circunstância conhecida e provada que para 0,2% da população nacional (índios) o governo do presidente Lula está criando reservas, em áreas estratégicas, que se aproximam a 30% do território nacional, incluindo nelas faixas de fronteiras com outros países (notadamente a Venezuela de Hugo Chávez), áreas que deveriam estar sob a absoluta guarda das Forças Armadas”.

Os quatro maçons que assinam a notícia-crime, em nome da Loja Maçônica Minerva Paulista (Vinicius F. Paulino, Paulo Von Bruck de Lacerda, José Carlos Ferreira Júnior e Marco Antônio Lacava) indagam ao STM a respeito da Reserva Raposa do Sol: “Se lá é território brasileiro, por que os brasileiros lá não podem estar? Por que ONGs estrangeiras ali se localizam e comandam os índios como se fossem seus peões? Por que tremulam, no local, bandeiras de outras nações? Abdicamos da soberania nacional?”.

Os maçons denunciam “a insidiosa tentativa de internacionalizar a região ou parte do território nacional, em busca de pedras preciosas, metais e minerais estratégicos, que são levados para fora do País, por contrabando, através da faixa de fronteira subtraída do Exército nacional e fora do alcance dos brasileiros”. Os maçons informam que apelaram ao STM porque “falece competência ao comandante militar da Amazônia para fazê-lo”. Na avaliação legal dos maçons, “o comandante militar da região tomada aos brasileiros e dada aos índios (entre aspas), como disfarce, da tentativa de submeter parte do território nacional á soberania estrangeira, impõe ao comandante da região o dever de abrir Inquérito Policial Militar, para apurar esses fatos e atribuir responsabilidades, sob pena de prevaricação”.

Os maçons lembram que o artigo 139 do Código Penal Militar deixa claro: “Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra a expressa disposição de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal”. A pena prevista para o militar que incorre em tal crime é de detenção de seis meses a dois anos. Resta saber quem terá a sabedoria de vestir (ou não) a carapuça da lei exposta pelos membros da Loja Maçônica Minerva Paulista.

A notícia-crime dos maçons deve gerar polêmica com o Comandante Militar da Amazônia. Afinal, no último dia 13 de outubro, o General Augusto Heleno Pereira criticou quem afirma que compete às Forças Armadas vigiar a fronteira do Brasil para impedir o avanço do tráfico e a devastação da floresta. Na avaliação do General Heleno - que é um militar com experiência em combate, pois comandou as tropas brasileiras da ONU no infernal ataque de guerra ao crime organizado e à guerrilha urbana no Haiti -, “a defesa da fronteira do País e da região amazônica não é um problema das Forças Armadas, mas da sociedade”.

Agindo exatamente, de forma justa e perfeita, em favor dos interesses da sociedade, os maçons pegam muito pesado na crítica à situação atual do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Os maçons descreveram: “São Forças Desarmadas e incapazes de exigirem meios para cumprir seu dever. Estrategicamente, é um crime de lesa-pátria. Nossas instituições estão em frangalhos e carecem da intervenção do Poder Judiciário Militar, para a exemplo do que faz o Supremo Tribunal Federal, suprir a inação que nos leva à ruína”.

A notícia-crime dos maçons se baseia no cumprimento ao artigo 142 da Constituição Federal que é cristalino e fácil de ser lido por quem não seja um “analfabeto político, administrativo ou jurídico”: “As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”.

No artigo 142, o Código Penal Militar considera crime a tentativa de:

“I) submeter o território nacional, ou parte dele, à soberania de País estrangeiro;
II) desmembrar, por meio de movimento armado ou tumultos planejados, o território nacional, desde que o fato atente contra a segurança externa do Brasil ou sua soberania;
III) internacionalizar, por qualquer meio, região ou parte do território nacional”. Para quem cometer tais crimes, a pena prevista é de reclusão de 15 a 30 anos para os “cabeças”, e de 10 a 20 anos para os demais agentes criminosos.

A regra é clara! A Defesa da Pátria não pode se subordinar à vontade política - de indivíduos, autoridades ou partidos – e nem aos interesses econômicos – nacionais ou transnacionais. Na defesa da Pátria e dos Poderes Constitucionais, a “iniciativa” (prevista no Artigo 142 da Constituição Federal) deve e pode ser dos comandantes das Forças Armadas, em cumprimento do dever de ofício e do artigo 142 do Código Penal Militar (ainda em vigor, até insubordinação insurrecional em contrário). Agir de forma contrária aos dois “artigos 142” significa incorrer em crime de responsabilidade ou até de prevaricação, dependendo do caso.

Releia o artigo do editor-chefe deste Alerta Total Os artigos 142 contra os “171”, publicado em 17 de setembro de 2006. Também dê uma nova lida no artigo do economista Adriano Benayon, na edição de 25 de setembro do Alerta Total: Não ao desmembramento do Brasil. Os maçons anexaram este texto na notícia-crime ao STM. Reveja ainda o artigo de Rebecca Santoro, em 15 de outubro, Perdemos Roraima?. O fato objetivo é que estamos à beira de uma guerra civil naquela rica região no extremo Norte do Brasil. A grande imprensa amestrada, sempre nanica na avaliação editorial e na defesa dos interesses do Brasil, dá pouco importância ao problema.

O Grande Oriente do Brasil fez jus ao seu lema latino de colocar ordem no caos (Ordo ab chao). O Grão-Mestre Lelso Rodrigues lançou uma grande campanha nacional da Maçonaria em Defesa da Amazônia. A Ordem também promete intensificar, com mais força e vigor, uma outra campanha nacional, lançada anos atrás, da”Maçonaria em favor da vida e contra as Drogas”. A Maçonaria brasileira retoma sua tradição de liderar grandes movimentos históricos, a exemplo que realizou no processo de independência do Brasil, na Abolição da Escravatura e da Proclamação da República. Tudo indica que o “bode” vai ser colocado na sala de muita gente que abusa do poder ou se julga acima do bem e do mal.

Vida que segue, uma armação que vai dar bode. O poderoso Lula (que desconvidou, oficialmente, a Maçonaria para a posse de seu primeiro mandato) aproveitou a comemoração de seus 62 anos de idade neste sábado para fazer jogo de cena. Publicamente, o Chefão voltou a rejeitar hoje a proposta de terceiro mandato, levantada por aliados políticos e cada vez mais forte entre a militância petista. Intimamente, Lula gostaria de “repetir a dose” (perdão pela redundância) presidencial em 2010.

Por enquanto, Lula alimenta a disputa (ainda cordial) entre dois nomes, nesta ordem. Primeiro, sua preferida Dilma Rousseff (que neste sábado foi internada no Hospital Sírio e Libanês, em São Paulo, com diverticulite aguda - processo inflamatório no intestino grosso). A segunda opção forçada de Lula é o genérico de quatro estrelas Nelson Jobim (ministro da Defesa que gosta de vestir a farda camuflada de general quatro estrelas, para simbolizar que comanda as Forças Armadas, amadas ou não por ele). No fundo, Lula queria um terceiro nome: Luiz Inácio Lula da Silva.

Enquanto isso, ganha força o movimento pelo terceiro mandato liderado pelo deputado Devanir Ribeiro (PT-SP). O parlamentar é amigo pessoal de Lula desde as lutas sindicais do ABC paulista, na década de 70. Sem devaneios, Devanir quer a realização de um plebiscito sobre a “treleição” junto com as eleições municipais de 2008. Paralelamente, o deputado Carlos Willian (PTC-MG) consulta seus colegas da base amestrada do governo sobre a possibilidade de coletar assinaturas para uma emenda constitucional estabelecendo o terceiro mandato. "Pelo menos para a platéia, Lula declarou: “Não apóio e não acho necessária uma proposta dessa". Acredite nele quem quiser.

Para quem gosta do mundo de Ali babá e dos 40 ladrões, as agências internacionais informam: Um beduíno foi condenado, no Egito, a pagar 46 camelos por ter "cantado" uma mulher pertencente a outra tribo. Um tribunal formado por membros de um acampamento no Sul da Península do Sinai determinou que o beduíno folgado tivesse a língua arrancada. Mas os magistrados resolveram aplicar a pena econômica. A dor no bolso é mais profunda para a turma daquele oriente médio. Por estar dirigindo seu carro no momento em que incomodou a mulher, o beduíno acusado também terá de se desfazer do veículo.

Daria o maior bode se as severas leis dos beduínos fossem aplicadas no Brasil, em relação à entrega da Amazônia. Na Ilha da Fantasia (cercada de políticos honestos), teríamos muita gente com dificuldades de fala e ficando a pé. O nosso azar é que no Brasil quase não tem camelo. Mas sobram burros, hienas, abutres e outros bichos menos dotados para nos governar. Por isso, o jeito é mesmo soltar o bode na sala dos “poderosos”, para combater o despotismo, a ignorância, os preconceitos e os erros, para glorificar a Verdade e a Justiça, para o bem-estar da Pátria e da Humanidade. Que o bode não seja leve!

Jorge Serrão, jornalista radialista e publicitário, é Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.

Fonte: blog ALERTA TOTAL - http://alertatotal.blogspot.com.

Podcast ALERTA TOTAL - http://podcast.br.inter.net/podcast/alertatotal

Link: http://alertatotal.blogspot.com/2007/10/maonaria-solta-o-bode-na-sala-da-justia.html

Ladrões pobres morrem ao furtar

Do site do MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS


Maria José Miranda Pereira
Promotora de Justiça do Distrito Federal


O título acima é propositadamente cômico. Imagine que abaixo dele houvesse um artigo desse conceituado jornal lamentando que a morte atinja sobretudo os ladrões menos abastados, vez que os de sofisticadas quadrilhas, a exemplo dos navalheiros, mensaleiros, sempre conseguem escapar da condenação criminal. Com a liberdade que a Justiça tão agilmente lhes concede, podem usufruir a fortuna surrupiada e destruir provas do crime. Imagine ainda que houvesse estatísticas de quantos ladrões pobres morrem por roubar em “condições inseguras”. E, chegando ao cúmulo, imagine que o articulista propusesse a legalização do furto como solução para promover a isonomia entre ricos e pobres, e para acabar com a injusta morte dos larápios menos favorecidos.

Seria total absurdo. Mas não é menos absurdo do que artigos e reportagens que temos lido nessa feroz campanha para legalização do aborto. Um deles com o título “Mulheres pobres morrem ao abortar”, em vez de propor que as mulheres, ricas ou pobres, deixem de abortar para deixar de morrer (como seria normal propor aos ladrões que deixassem de furtar para evitar risco de morte), propõe que as mulheres tenham o direito de exterminar seus filhos “em condições seguras”. E lamenta que a morte atinja sobretudo as gestantes pobres, uma vez que as ricas podem cometer esse crime em “clínicas particulares”, que oferecem “melhor atendimento”. Em nenhum momento o articulista se refere à vítima do aborto, o bebê, que é sempre morto, não só quando o aborto é praticado em “clínicas clandestinas” e com “métodos caseiros”, mas também quando é feito em sofisticados ambientes dotados de potentes máquinas de aspiração e de afiadas curetas para esquartejamento.

O texto refere-se a dados publicados pela maior rede privada de abortos do mundo, a IPPF, conhecida pelo cognome “A multinacional da morte”, com filiais em 180 países (no Brasil, com o nome de Bemfam). A nefanda organização, segundo o artigo, publicou relatório intitulado “Morte e negação: abortamento inseguro e pobreza”. Além de todas as falácias denunciadas, o documento prima por fraudar dados e manipular informações, como é praxe no meio abortista. Baseando-se em uma bola de cristal, “estima-se” que, no Brasil, sejam realizados 1,4 milhão de abortos e “calcula-se” que 31% das gravidezes terminam em abortamento. Esses dados, baseados na mais científica chutometria, podem ser mudados de acordo com a conveniência do panfletador.

Em 1990, um jornal do Rio de Janeiro dizia que, segundo a ONU, o Brasil era recordista mundial de abortos, com uma taxa anual de 3 milhões. Afinal, são 3 milhões ou 1,4 milhão? Ou seriam 100 mil? Talvez 10 mil? A dra. Zilda Arns, coordenadora da Pastoral da Criança, assustada com a quantidade de abortos que se diziam praticar no Brasil “segundo pesquisas da ONU”, foi consultar a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS, repartição regional da OMS) e recebeu a seguinte resposta em 1993: “Lamentavelmente, não é a primeira vez que, levianamente, se toma o nome da Organização Mundial de Saúde e/ou da Organização Pan-Americana de Saúde para dar informações que não emanam dessas instituições”.

Quanto às mortes maternas, faltou ao documento honestidade para dizer que seu número permanece estável ao longo dos anos em nosso país: 1.577 mortes em 2001, 1.655 em 2002, 1.584 em 2003 e 1.641 em 2004. Desse número, a quantidade de mortes maternas em gravidez que terminou em aborto nunca passou de 200. Seu ponto máximo foi 163 mortes, em 1997. Em 2001, 148 mortes; em 2002, 115 mortes; em 2003, 152; em 2004, 156. Detalhe importante: essa cifra engloba não só a morte materna devida a abortos provocados, mas também gravidez ectópica, mola hidatiforme, outros produtos anormais da concepção, aborto espontâneo, aborto não especificado, outros tipos de aborto e falhas na tentativa de aborto. Com uma gama tão abrangente, a cifra não chega a duas centenas, para tristeza dos abortistas (dados disponíveis na página do Departamento de Informação e Informática do SUS - Datasus).

No entanto, é possível também reduzir a zero esse baixo índice de mortes maternas por aborto. O caminho é exatamente o contrário ao proposto pela “multinacional da morte”: combater a lucrativa indústria do aborto, punir os aborteiros, fazer campanha de valorização da maternidade e da vida intra-uterina, dar assistência material e moral às gestantes em desespero e aos seus filhos nascituros.

É lamentável que governo e IPPF estejam unidos e usando os meios de comunicação social com argumentos falaciosos e falsas estatísticas para impor à população brasileira a aceitação do mais covarde de todos os assassinatos.

Fonte: site do Ministério Público Federal de Brasília e Territórios - http://www.mpdft.gov.br
Link: http://www.mpdft.gov.br/Comunicacao/artigos/mjose.htm

Ante Projeto de Lei para discussão na Assembléia Nacional Vezezuelana

TRADUÇÃO DA CARTA DE CHÁVEZ

PROJETO DE REFORMA CONSTITUCIONAL
LEIS SOCIALISTAS PARA A VENEZUELA
(ANTE PROJETO DE LEI PARA DISCURSÃO NA ASSEMBLÉIA NACIONAL)


SOBRE A SAÚDE PRIVADA E AS EMPRESAS DE SEGUROS:


* SE DECRETA QUE SERÃO GRATÍS O SERVIÇO DE SAÚDE PRIVADA, E TODO O PESSOAL MÉDICO E AUXILIAR PASSARÁ A SER SERVIDORES PÚBLICOS .

*VÃO SER EXPROPIADOS: EDIFICAÇÕES, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS, PAGANDO AOS SEUS PROPRIETÁRIOS 5% DO VALOR DO MERCADO COM BONUS DO ESTADO, QUE TERÃO VENCIMENTO AOS 2O ANOS, NAS CLINICAS SÓ SE DARÁ ATENÇÃO MÉDICA AOS PACIENTES QUE EFETUEM O PAGAMENTO EM DÓLARES OU EUROS.

*SE SUSPENDERÁ A ATIVIDADE DOS SEGUROS DE VIDA PRIVADOS. O PESSOAL QUE AÌ, SE INCLUA FICARÁ SUSPENDIDO SEM REMUNERAÇÃO DE PENSÃO.


SOBRE A ATIVIDADE PRIVADA:


*SE, DECRETA A GRATUIDADE DA EDUCAÇÃO EM TODOS OS NÍVEIS E PASSARÁ A SER FUNCIONÁRIO PÚBLICO TODO O PESSOAL DOCENTE E ADMINISTRATIVO.

*SE TROCARÁ A DENOMINAÇÃO ATUAL DD TODOS OS COLÉGIOS A INSTITUTOS PRIVADOS UTILIZANDO EM TROCA O NOME DE PESSOAS OU APELATIVOS QUE A REVOLUÇÃO CONSIDERE REPRESENTATIVO COMO EXEMPLO: SE TEM CONTEMPLADO QUE A UNIVERSIDADE CATÓLICA ANDRÉS BELLO PASSE A DENOMINARSE POPULAR, ANDRÉS BELLO.

*TODOS OS ESTUDANTES DE TODOS OS NÍVEIS (ESCOLAR, 1º E 2º GRAU E UNIVERSITÁRIOS) USARÁ COMO UNIFORME BLUSAS VERMELHAS E CALÇAS AZUIS COM UMA LEGENDA LATERAL (REPÚBLICA BOLIVARIANA) E QUEPE VERMELHO.

*ALGUMAS MATÉRIAS SOCIAIS, COMO HISTÓRIA DA VENEZUELA E GEOGRAFIA DE VENEZUELA SERÃO ADAPTADAS, E OUTRAS SERÃO ELIMINADAS DA PROGRAMAÇÃO DOCENTE. NO LUGAR SE COLOCARÁ CURSOS RELACIONADOS COM O SOCIALISMO DO SIGLO XXI.

*OS NOVOS ESTUDANTES SAIRÃO FORMADOS TECNICOS MÉDIOS NA ARÉA, COMO: METALURGICA, CARPINTARIA, PETRÓLEO, ARTE, ELETRICIDADE, CONSTRUÇÃO, ETC.

*SE AUTORIZARÁ A FAMILHA SEM VIVENDA À QUE OCUPE AS DENOMINADAS "SEGUNDA VIVENDAS" COMEÇANDO ISTO PELOS APARTAMENTOS E CASAS NAS PRAIAS, INCLUINDO AS UBICADAS NOS CLUBES FINALIZANDO COM AS UBICADAS, EM ZONAS URBANAS.

*SE OBRIGA AOS PROPRIETÁRIOS OCUPANTES DAS VIVENDAS PRINCIPAIS QUE INCLUIAM FAMÍLHAS ADICIONAIS DE TREZ MEMBROS POR COMODO, RESERVANDO A FAMÍLHA PROPRIETÁRIA SÓ UM COMODO POR CADA TREZ MEMBROS E SE FAZENDO DE USO COMUM COM OS NOVOS INTEGRANTES DE TODOS OS SERVIÇOS DA VIVENDA.O TERRENO E A FAZENDA SERÁ TRANFORMADO AO SERVIÇO DA REVOLUÇÃO, CUJA PRODUÇÃO SERÁ DE ACORDO COM OS SALÁRIOS, DO CONTRÁRIO SERÃO ENTREGADOS A OUTROS CAMPESINOS QUE CUMPLAM COM O ESTIPILADO.

*AS TERRAS SERÁ EXCLUSIVAMENTE DO ESTADO AL QUAL ATRAVES DO INTI PODE ADJUCARLAS A ESPECÍFICOS OCUPANTES, CAMPESINOS QUE NÃO PODERÃO VENDER, NEM HIPOTECAR, OU TRANSFERIRLAS DE NENHUMA MANEIRA. SOBRE A IDENTIDADE E ATIVIDADE CIDADANA.

*SE COLOCARÁ EM VIGOR UM NOVO DOCUMENTO DE IDENTIDADE DE CADE CIDADÃO, FICANDO OS ATUAIS SEM NENHUMA VALIDADE.

*AS PESSOAS QUE APAREÇAM COMO FIRMANTES EM QUALQUER BAIXO ASSINADO CONTRA A REVOLUÇÃO, COMO FOI A SOLICITUDE DE REVOCACÃO AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA NÃO SE ENTREGARÁ NENHUM DOCUMENTO DE IDENTIDADE, NEM O PASSAPORTE A MENOS QUE SE SUBMETAM VOLUNTARIAMENTE A CURSOS DE EDUCAÇÃO CIDADANA, RECONHEÇAM POR ESCRITO SEUS ERROS PASSADOS E CUMPRAM COM UM PERÍODO DE PROVA SEM DOCUMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO A SATISFAÇÃO DO ESTADO.

*PARA O EXERCÍCIO DE QUALQUER ATIVIDADE, PÚBLICA OU PRIVADA (INCLUINDO A ELEITORAL) SOMENTE SERÁ VÁLIDO O NOVO DOCUMENTO DE IDENTIDADE.

*A ENTREGA DO PASSAPORTE PARA VIAJAR FORA DO PAÍS ESTARÁ SOB APROVAÇÃO DAS AUTORIDADES COMPETENTES, SOB ASESSORIA DE TECNICOS CUBANOS.

*A CUSTÓDIA DAS PESSOAS MENORES DE 21 ANOS SERÁ COMPARTIDA COM O ESTADO.


SOBRE OS BANCOS PRIVADOS:


*SE PASSARÁ A SER CONSIDERADO FUNCIONÁRIO PÚBLICO TODO O PESSOAL DOS BANCOS PRIVADOS.
*A DENOMINAÇÃO DA MOEDA VAI SER TROCADA, E DESAPARECERÁ OS TREZ ULTIMOS ZEROS.
*OS FUNDOS PARTICULARES, SUPERIORES A SETE MILHÕES DE BOLIVARES 7.000.000, SERÃO RETIDOS PELO ESTADO.


SOBRE AS COMUNICAÇÕES:


*O USO DO CABO E OUTRAS COMUNICAÇÕES SATÉLITES SE VÁ A RESTRINGIR ÀS DEPENDENCIAS OFICIAIS, E AOS ESTABELECIMENTOS HOTELEIROS E TURÍSTIC
SOBRE AS COMUNICAÇÕES.

*O USO DO CABO E OUTRAS COMUNICAÇÕES SATÉLITES SE VÁ A RESTRINGIR ÀS DEPENDENCIAS OFICIAIS, E AOS ESTABELECIMENTOS HOTELEIROS E TURÍSTICOS.
*O USO DA TELEFONIA CELULAR SERÁ DE USO EXCLUSIVO PARA AS PESSOAS DO ESTADO. (GOVERNO).

*SE ELIMINARÁ O ACESSO A INTERNET AS PESSOAS NATURAIS.

*SE EXIGIRÁ O REGISTRO OFICIAL DOS MINI COMPUTADORES E QUALQUER PC EM POSSE DE PARTICULARES.

*SE EXPLOPRIARÁ TODAS AS EMISSORAS DE RADIO E TV, PASSANDO A INTEGRAR SÓ UMA REDE DE TRANSMISSÃO A NÍVEL NACIONAL, PAGANDO A SEUS PROPRIETÁRIOS O 5% DO SEU VALOR DE MERCADO EM BONUS DO ESTADO COM VENCIMENTO EM 20 ANOS.

*SE EXPROPRIARÁ IGUALMENTE TODOS OS JORNAIS E DEMAIS MEIOS IMPRESSOS.
SOBRE A PROPRIEDEDE PRIVADA:

*SE NACIONALIZARÁ TODA A CLASSE DE PROPRIEDA PRIVADA.


SOBRE AS FORÇAS ARMADAS NACIONAIS:


*SE CRIARÁ OFICIALMENTE UMA MILÍCIA POPULAR, DA QUAL PROGRESSIVAMENTE PASSARÁ A FAZER USO DE TODAS AS INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DAS FORÇAS ARMADAS NACIONAIS. O INSTITUDO DE PREVISÃO SOCIAL DAS FORÇAS ARMADAS ASSUMIRÁ AS OBRIGAÇÕES SOCIAIS DE PELO MENOS 250.000 RESERVISTAS. SE PROCEDERÁ A DISSOLVER AS FORÇAS ARMADAS NACIONAIS.

*SE INCORPORARÁ A ESSA MILÍCIA POPULAR EXCLUSIVAMENTE A OFICIALIDADE QUE COINCIDA COM OS IDEAIS DA REVOLUCÃO.*A OFICIALIDADE NÃO AFETA COM A REVOLUÇÃO OU COM UM PASSADO DIVIDOSO, FICARÁ CESSANTE DE SUAS FUNÇÕES SEM NENHUM TIPO DE INGRESSO POR RETIRO.

*SE CONSOLIDARAM TODAS AS POLICIAS ESTATAIS E MUNICIPAIS SOB UM SÓ COMANDO.

*O SERVICIO MILITAR OBRIGATÓRIO PARA AMBOS OS SEXOS SE HARÁ A PATIR DOS 17 ANOS. OS CINCLUIDOS ESTARÁM EM DISPONIBILIDADE IMEDIATA PARA APOIAR OS PROCESSOS REVOLUCIONÁRIOS EM NAÇÕES COM AS QUAIS O NOSSO PAIS TEM CONVENIOS: CUBA, BOLÍVIA, NICARAGUA OU IRÁN.


SOBRE CONTROLE DE CAMBIO:


*SE PANALIZARÁ COM CADEIA A TENENCIA DE DIVISAS EXTRANGEIRAS EM PAPAEL MOEDA.

*SE PROIBIRÁ A TITULARIDADE DE CONTAS DE DIVISAS NO EXTERIOR, SEUS DONOS ESTARAM EM OBRIGAÇÃO DE REPATRIAR-LAS, COM PENA DE PRISÃO.

* SE ELIMINARÁ TODO TIPO DE CARTÃO DE CRÉDITO E DE DEBITO PARA O SEU USO DENTRO OU FORA DO PAÍS.


SOBRE A ECONOMIA:


*SE VÁ A IMPOR BONUS E TALÕES.

*SE VÁ A IMPOR A TROCA COM ASSESORAMENTO DE MEMBROS DA MILÍCIA POPULAR.

*SE VÁ A IMPOR O USO DO CARTÃO ALIMENTÁRIO, PARA SER UTILIZADO A COMPRA.

*SE VÁ A IMPOR O SALÁRIO MÍNIMO A TODO O PESSOAL, QUE SEJE FUNCIONÁRIO PÚBLICO DO ESTADO, A TRABALHADORES, TÉCNICOS PROFESSIONAIS POR IGUAL, IGUALMENTE SE PROIBE O EXERCÍCIO DA PROFIÇÃO A QUALQUER PROFESSIONAL OU TÉCNICO QUE SE NEGUE A SERVIR O ESTADO.


SOBRE A PRÁTICA RELIGIOSA:


*SE PRIBE O USO DE MINI SAIA.

*SE PROIBIRÁ QUALQUER CLASSE DE CULTO RELIGIOSO FORA DOS TEMPLOS (IGREJAS).

*SE PROIBIRÁ A CATEQUESE FORA DOS TEMPLOS.
*O ESTADO SUPERVISARÁ A NÍVEL NACIONAL OS SEMINÁRIOS E DEMAIS CENTROS DE FORMAÇÃO RELIGIOSA.
*SE EXPULSARÁ DO PAÍS A TODO O CLERO POR NATIVO.


SOBRE AS PRÁTICAS SOCIAIS:


*SE PROIBIRÁ O USO DE ROUPA QUE ATENDE CONTRA A MORAL E AS BOAS COSTUMES. (MINI SAIAS, TRAJES DE BANHO " FIO DENTAL", DECOTES MUITO PRONUNCIADOS, CALÇAS AJUSTADAS, ETC.).

*SE PROIBIRÁ O CONSUMO DE BEBIDAS ALCÓLICAS EM VIA PÚBLICA.

*O BEISEBOL PROFISSIONAL E QUALQUER TIPO DE ESPORTE PROFICIONAL ESTARÁ SOB CONTROLE DO ESTADO.

*SE RESTRINGE AS IMPORTAÇÕES DE ARTIGOS DE LUXO TAIS COMO: WHISKY, ELETRODOMÉTICOS, AUTOMÓVEIS DE LUXO, ETC.

*SE PROIBE O USO DE IMAGENS E ARTIGOS DE INFLUENCIA TRANSCULTORIZADORAIMPERIALISTA EM TODAS AS ENTIDADES PÚBLICAS. ( TAIS COMO: SANTA CLAUS, MICKEY MAUSE, ETC.).

*SE LEGITIMARÁ A OCUPAÇÃO DOS EDIFÍCIOS, DESOCUPADOS ATÉ A PRESENTE DATA ALCANÇANDO MAIS DE 77 SOLO NO CENTRO DE CARACAS, SE APOIARÁ O DECRETO PARA EXPROPIAR OS EDIFÍCIOS DOS PROPRIETÁRIOS.


PATRIA SOCIALISMO
OU MORTE.

Partido da Real Democracia - O Brasil tem Solução Real (eu, Cavaleiro do Templo, vou me filiar)

Do site do PARTIDO DA REAL DEMOCRACIA - http://www.real.org.br/

POR QUE UM PARTIDO MONARQUISTA?

Precisamos de um Partido no qual nos identificamos com seu programa e objetivos para propor soluções reais para o Brasil. Sabemos que eleição é a forma pela qual os cidadãos de uma sociedade escolhem livremente seus candidatos ou partidos políticos por meio do voto.

O surgimento das eleições tem origem na Europa no século XVII. As primeiras eleições gerais no Brasil aconteceram em 1821, para a escolha dos 72 representantes brasileiros junto à corte portuguesa.

Na ocasião, foi utilizada a Lei Eleitoral estabelecida pela Constituição espanhola de 1812. Não existiam partidos políticos e os eleitores eram apenas os homens livres, analfabetos ou não. O voto não era secreto.

No ano seguinte, com a independência do país de Portugal, foi elaborada, por ordem de D. Pedro I, a primeira legislação eleitoral brasileira. Ela seria usada para a eleição da Assembléia Geral Constituinte de 1824.

O primeiro Presidente eleito por voto no Brasil foi Prudente de Morais para o período de 1894-1898 já que a república foi implantada em 1889 através de golpe, sem consulta ao povo.

LINKS DE ENTIDADES PARCEIRAS DE IDEAL

Brasil Imperial

IBEM Nacional

IBEM MG

IBEM RS

Imperial e Real

Instituto D. Isabel I

MMB - Movimento Monárquico Brasileiro

Pró-Monarquia

Fonte: site PARTIDO DA REAL DEMOCRACIA - http://www.real.org.br/

Al Gore e o ecoterrorismo

Fonte: portal MÍDIA SEM MÁSCARA - http://www.midiasemmascara.com.br
por Ipojuca Pontes em 29 de outubro de 2007

Resumo: A ecologia hoje, para além de feroz instrumento político contra o capitalismo está, tal como Bin Laden, ligada umbilicalmente à palavra “terror”, e Al Gore é o principal ícone dessa insanidade.

© 2007 MidiaSemMascara.org

Assim como o gênero “documentário cinematográfico” presta-se a todo tipo de mistificação, sobretudo política, a chamada “defesa do meio-ambiente”, industrializada pelos ecologistas, incorpora neste início de século uma componente de terror. A simples verificação de que o ser humano, nas últimas décadas, melhorou a qualidade de vida e ampliou em anos a sua existência sobre a face da terra, não parece motivo suficiente para uma reflexão ecológica serena. Antes pelo contrário. Manipulando os fenômenos da natureza ao sabor de suas conveniências ideológicas, políticas e financeiras, os chamados ambientalistas transformaram-se em autênticos profetas do Apocalipse.

Vejamos como funciona a coisa: em data recente o documentário cinematográfico “Uma verdade inconveniente” (An inconvenient truth, USA, 2006), apresentado pelo ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore, ganhou em sua categoria o Oscar de 2007, segundo o júri politicamente correto, “por seus esforços no combate às mudanças climáticas”. Mais ainda: o filme, no seu proselitismo, ajudou a Gore receber o Prêmio Nobel da Paz pelo seu notório ativismo ambientalista. Como se sabe, o político americano, que investe dinheiro grosso em fontes alternativas de energia, vive a mercadejar dia e noite a tese da ação humana como causa do aquecimento global.

Mas na gloriosa caminhada do profeta Al Gore e seu documentário até a total desertificação da terra surgiu, de repente, um obstáculo: o juiz Michael Burton, da Alta Corte Britânica, instado por um indignado diretor de escola em Kent, Stewart Dimmock, considerou o filme não só tendencioso como fraudulento e alarmista. Na sentença, o juiz Burton não proibiu a sua exibição, mas determinou, como obrigatória, a advertência ao público de que o filme contém “imprecisões científicas e que não representa a única posição sobre o assunto”. Em resumo: o magistrado considerou que a verdade de Gore é conveniente para ele mesmo e os fanáticos adeptos da seita ecológica.

O juiz Burton exigiu ainda que, antes de cada sessão, sejam apresentados os argumentos contrários às informações divulgadas pela peça de propaganda, plena de erros – erros que, segundo o magistrado, não resistiriam a uma análise científica imparcial. Repasso aos leitores alguns, entre os 11 destacados pelo juiz:

1) O documentário projeta a ameaça de que o aquecimento global poderia interromper a Corrente do Golfo, lançando a Europa numa Idade do Gelo, embora as evidências demonstrem que isto é uma impossibilidade cientifica;

2) O documentário alega que o nível do mar subirá até 20 pés por causa do derretimento do gelo na Antártida e na Groenlândia, embora esteja comprovado que esta quantidade de água apenas seria liberada nos próximos milênios;

3) São falsas, no documentário, as indicações de que os ursos polares se afogaram ao tentar nadar longas distâncias em busca do gelo. O juiz considerou o alarme falso, visto que o único estudo científico sobre o assunto informa que apenas 4 ursos foram encontrados afogados, não pelo derretimento do gelo, mas por causa de uma tempestade violenta;

4) O documentário projeta imagens dramáticas do furacão Katrina e dá a entender que ele foi causado pelo aquecimento global. O defensor ambientalista teve de admitir que não era possível atribuir a causa do evento ao aquecimento global;

5) O documentário responsabiliza o aquecimento global pela extinção de espécies, inclusive o de desgaste de recifes de corais. Para o juiz Burton não há qualquer evidência que comprove tal afirmativa;

6) O documentário sugere que a cobertura de gelo da Antártida está em processo de degelo. De fato, os dados disponíveis demonstram que ela está aumentando;

7) Segundo o magistrado, os erros “científicos” da obra incluem a falsa observação de que a elevação dos níveis do mar forçou a evacuação de algumas ilhas do Pacífico, tendo as populações tomado o rumo da Nova Zelândia, o que, de fato, não ocorreu;

8) Outro erro do documentário consiste em sugerir que os níveis do mar poderão aumentar em
7 metros nos próximos anos, o que determinaria o deslocamento de milhões de pessoas para as mais longínquas regiões. Tal projeção “científica”, segundo o juiz, não passa de uma falácia: o aumento dos níveis do mar, nos próximos séculos, não ultrapassará os 40 cm – estando eliminada qualquer hipótese de migrações em massa.

Deixando de lado o exame do serviço de desinformação premeditada em que se transformou o documentário, convém esclarecer que o seu apresentador, Al Gore, candidato derrotado à presidência dos Estados Unidos, é um histórico espertalhão político, em grande parte financiado pelo predador Armand Hammer, dono da Occidental Petroleum e parceiro do terrorista Moamar Kadhafi, o ditador da Líbia.

Bem, e daí? E daí o seguinte: Hammer, cujo pai tinha sólidas ligações com o PC russo, se fez bilionário, segundo o historiador Neil Lynpon (“Um capitalista em Moscou”, editora Bestseller, 1999) como “coordenador financeiro do Komintern e o maior lavador de dinheiro (soviético) de todos os tempos”. Neil acrescenta ainda que Hammer dizia, em conversas privadas, que tinha “Al Gore – pai e filho - no bolso”.

À margem os cuidados específicos que a proteção da natureza deve merecer, a ecologia hoje, para além de feroz instrumento político contra o capitalismo está, tal como Bin Laden, ligada umbilicalmente à palavra “terror”. Suas visões catastróficas anunciando, como uma hecatombe bíblica, inundações, secas, epidemias e ondas de calor mortais transformaram-se, sob o comando da ONU, num negócio espantoso, especialmente para a gula das ONGs internacionais. Segundo avaliação comparativa, de rendimento superior à exploração do petróleo, da droga e dos negócios bancários.

Fonte: portal MÍDIA SEM MÁSCARA - http://www.midiasemmascara.com.br
Link: http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=6143&language=pt

A Verdade está na cara, mas não se impõe

Em julho de 2007 este texto rolou pela rede e foi atribuido injustamente ao Arnaldo Jabor (segundo ele, pelo menos).

Brasileiro é um povo solidário. Mentira. Brasileiro é babaca.

Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história e vida sofrida; pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza; aceitar que ONG's de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade; não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito,não é coisa de gente solidária. É coisa de gente otária.

Brasileiro é um povo alegre. Mentira. Brasileiro é bobalhão.

Fazer piadinha com as imundícies que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada. Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai. Brasileiro tem um sério problema. Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.

Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira. Brasileiro é vagabundo por excelência.

O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo. O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe - lá no fundo - que se estivesse no lugar dele faria o mesmo. Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.

Brasileiro é um povo honesto. Mentira. Já foi. Hoje é uma qualidade em baixa.

Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso. Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas. O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.

(90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira. Já foi.

Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da Guerra do Paraguai ali se instalaram. Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa e não concordava com o crime. Hoje a realidade é diferente. Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como aviãozinho do tráfico para ganhar uma grana legal. Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas. Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas. Observação do Templário: não concordo com esta parte do texto entre parênteses).

O Brasil é um pais democrático. Mentira. Num país democrático a vontade da maioria é Lei.

A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente. Num país onde todos tem direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia. Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita. Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores). Todos sustentados pelo povo que paga tributos que tem como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar. Democracia isso? Pense nisso!!! O famoso jeitinho brasileiro. Na minha opinião um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira. Brasileiro se acha malandro, muito esperto. Faz um "gato" puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar. No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto... malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí? Afinal somos penta campeões do mundo né? Grande coisa...

O Brasil é o país do futuro. Caramba , meu avô dizia isso em 1950.

Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos. Dessa vergonha eles se safaram... Brasil, o país do futuro!!!?. Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo. Deus é brasileiro. Puxa, essa eu não vou nem comentar... O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira. Para finalizar tiro minha conclusão: O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar.

Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente. Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta.

Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão.

Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!
Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?

Fonte: blog Lost in the e-Jungle
Link: http://the-ejungle.blogspot.com/2007/10/verdade-est-na-cara-mas-no-se-impe.html

Baixe e leia o livro sobre o Escândalo do Mensalão

O livro sobre o MENSALÃO está disponível para leitura na Internet.

A obra que compila todos os escândalos não conseguiu editora para publicação.

Como todas se negaram a publicá-lo, seu autor Ivo Patarra, resolveu colocá-lo na Internet à disposição para leitura on-line ou para baixar.

Fonte: http://www.escandalodomensalao.com.br
Link para download: http://www.escandalodomensalao.com.br/media/pdf/o_chefe.pdf

sábado, 27 de outubro de 2007

Mais de cem anos da mesma coisa...

Maiakovski

Poeta russo "suicidado" após a revolução de Lenin escreveu, ainda no início do século XX:

"Na primeira noite, eles se aproximam e colhem uma flor de nosso jardim. E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem, pisam as flores, matam nosso cão. E não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles, entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta.
E porque não dissemos nada, já não podemos dizer nada
."

Depois de Maiakovski...

"Primeiro levaram os negros
Mas não me importei com issoEu não era negro
Em seguida levaram alguns operários

Mas não me importei com issoEu também não era operário
Depois prenderam os miseráveis

Mas não me importei com issoPorque eu não sou miserável
Depois agarraram uns desempregados

Mas como tenho meu emprego Também não me importei
Agora estão me levando

Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém
Ninguém se importa comigo."

Bertold Brecht (1898-1956)

"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu.
Como não sou judeu, não me incomodei.
No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista.

Como não sou comunista, não me incomodei .
No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico.

Como não sou católico, não me incomodei.
No quarto dia, vieram e me levaram;

já não havia mais ninguém para reclamar..."

Martin Niemöller, 1933 - símbolo da resistência aos nazistas.

"Primeiro eles roubaram nos sinais, mas não fui eu a vítima,
Depois incendiaram os ônibus, mas eu não estava neles;
Depois fecharam ruas, onde não moro;
Fecharam então o portão da favela, que não habito;
Em seguida arrastaram até a morte uma criança, que não era meu filho..."


Cláudio Humberto, em 09 FEV 2007

O que os outros disseram, foi depois de ler Maiakovski.

Incrível é que, após mais de cem anos, ainda nos encontremos tão desamparados, inertes, e submetidos aos caprichos da ruína moral dos poderes governantes, que vampirizam o erário, aniquilam as instituições, e deixam aos cidadãos os ossos roídos e o direito ao silêncio.

Porque a palavra há muito se tornou inútil…

Até quando?

Olavo de Carvalho e a Filosofia no Brasil

Da série "IMPERDÍVEIS"...

Para entender um pouco mais sobre a "postura" filosófica brasileira e muito mais. Precisamos entender o que está acontecendo no Brasil, o que de podre está sendo servido ao nosso povo e, principalmente, aos nossos jovens universitários, coitados (sim, coitados deles... já fui um duas vezes...). Entrevista gravada com Olavo de Carvalho (www.olavodecarvalho.org).

Clique abaixo para ouvir.

http://cafecolombo.com.br/2005/05/16/olavo-de-carvalho-e-a-filosofia-no-brasil/

Fonte: site CAFÉ COLOMBO - http://cafecolombo.com.br

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

A educação em uma economia estatista I

Ou: do diploma como reserva de mercado

Posted by Lucas Mafaldo on Agosto 27th, 2007 — Posted in Política

Introdução

Há algum tempo atrás, escrevi sobre como seria a educação sob o livre-mercado. Notem o “seria” da frase anterior: não vivemos sob o livre-mercado, mas sim, sob muita interferência do Estado – e poucos campos são tão estatizados quanto a educação.

As pessoas tendem a raciocinar em termos extremistas: capitalista é toda sociedade onde existem dinheiro e propriedade privada, enquanto socialista é somente uma sociedade onde todo o dinheiro e toda a propriedade foram abolidos. Raciocinar com estes termos é totalmente impossível, pois nenhum deles jamais existiu plenamente. Não se tem notícia de uma sociedade que conseguiu banir totalmente a liberdade de mercado, nem uma em que o mercado funcionasse totalmente sem restrições. Ausência de mercado e mercado totalmente livre são possibilidades apenas mentais e não opções concretas.

As opções concretas são sempre entre variações no grau de liberdade em relação à autoridade estatal. Quando há tanta liberdade a ponto do próprio povo tomar a maior parte das decisões, então dizemos que estamos sob o livre-mercado. Quando o povo toma poucas decisões e o governo toma a maioria, então estamos sob alguma forma de estatismo – que pode ser fascista, nazista ou socialista.

O Brasil é, evidentemente, um país socialista – ou pelo menos um país historicamente estatista em vias de progressiva socialização. E, como eu dizia antes, poucas áreas são tão socializadas quanto a educação. Ainda há, é verdade, espaço para a concorrência privada; mas todo este espaço é previamente determinado pelas autoridades estatais.

Como no meu artigo anterior falei sobre a educação sob o livre-mercado, a partir deste, iniciarei uma série sobre os problemas do controle estatal da educação. Começarei explicando porque um diploma é, em última instância, uma reserva de mercado e voltarei ao tema posteriormente.

A dupla finalidade da universidade

Se perguntarmos a qualquer pessoa qual é a finalidade da universidade, ela não hesitará em responder que sua função é habilitar os alunos a exercerem determinadas profissões. Ao dar esta resposta, ela não estará de toda errada – afinal, esta é, de fato, a finalidade original da universidade – mas estará percebendo apenas metade da questão.

Formar profissionais pode ter sido a “razão de ser” por excelência das universidades e pode até continuar sendo sua função nominal; mas, na medida em que o Estado assume a função de regular todo o mercado de trabalho, as universidades adquirem um novo papel: decidir quem entra e quem fica fora das reservas de mercados profissionais.

A partir deste ponto, a faculdade passa a ter duas finalidades: transmissão de conhecimento e acesso a uma reserva de mercado. O segundo objetivo fica apenas implícito e, quando raramente é mencionado, as pessoas tendem a diminuir sua importância dizendo que ele está em total continuidade com o primeiro. Algumas vezes, de fato, estes dois objetivos podem ser compatíveis; mas eles freqüentemente entram em conflito, gerando boa parte dos problemas que temos da educação superior. Mas deixem-me explicar melhor o que é reserva de mercado, antes de expandir a análise deste problema.

Reserva de mercado

Uma reserva de mercado existe quando apenas um grupo pode explorar uma determinada área de negócios. Um exemplo hipotético seria o seguinte: um ditador maluco decide que apenas as mulheres poderão trabalhar como taxistas.

Toda reserva de mercado é um benefício imediato para quem está dentro dela: após a decisão do nosso hipotético ditador, imediatamente haveria um grande crescimento dos empregos disponíveis às mulheres. No entanto, uma reserva de mercado também prejudica seriamente quem está fora dela: todos os homens que pretendessem trabalhar na área seriam prejudicados.

Além disto, existe um grupo que sempre sai perdendo com a reserva de mercado: os consumidores. Na medida em que apenas um pequeno grupo pudesse trabalhar no ramo, este pequeno grupo poderia aumentar os preços e diminuir a qualidade do serviço sem precisar ter medo da competição. Ou seja, com a reserva de mercado tende a aumentar o custo e diminuir a qualidade de um serviço – o que prejudica diretamente os consumidores.

No caso do nosso exemplo hipotético é fácil ver como as reservas de mercados são injustas: por puro arbítrio de um burocrata autoritário, um grupo de produtores foi beneficiado enquanto todos os consumidores e os produtores fora deste grupo foram prejudicados.

Ou seja, a análise econômica mostra claramente que a reserva de mercado serve para facilitar a transferência de riquezas para um pequeno grupo privilegiado aos custos do resto da população.

Reserva de mercado e coerção

Ainda há mais problemas éticos com a reserva de mercado. Por ser intrinsecamente injusta e improdutiva, toda reserva de mercado vai contra os interesses dos agentes econômicos; por isso, as próprias pessoas prejudicadas por uma reserva de mercado, mais cedo ou mais tarde, tenderão buscar maneiras de aboli-la. Ou seja, sempre que há uma reserva de mercado, há um incentivo direto para sua dissolução.

Por isso, para que uma reserva de mercado se mantenha operante – e elas conseguem se manter operante por muito tempo – é preciso que os agentes interessados em furar o bloqueio (os consumidores e os produtores alienados) sejam proibidos de tomarem decisões. Ou seja, é preciso que o governo continuamente imponha limites a liberdade de escolha do povo, para que o grupo protegido não perca seus privilégios. E este é um sério problema ético: para se manter uma reserva de mercado em ação é preciso sempre da coerção estatal; ou seja, o governo precisa impedir que as pessoas tomem decisões que trariam benefícios para elas mesmas.

Para ilustrar melhor o que estou dizendo, basta elaborarmos um pouco mais o nosso exemplo anterior.

Digamos que, após o ditador ter criado uma reserva de mercado para as taxistas, um rapaz, para ganhar um pouco mais de dinheiro, decide entrar ilegalmente no ramo dos taxistas. Para competir com os taxistas oficiais, ele propõe um preço mais baixo do que o preço oficial.

O que está acontecendo nesta situação? Ora, este rapaz está furando a reserva de mercado e revertendo os seus efeitos: ele está redirecionado a riqueza do grupo privilegiado (as mulheres, no caso) para os grupos que haviam sido prejudicados: os motoristas homens e os consumidores.

Ao fazer isto, todos os membros envolvidos diretamente nesta troca comercial são beneficiados: o consumidor (por receber um serviço a um preço mais barato) e o motorista (pois ganhará algum dinheiro ao invés de ficar desempregado).

Neste exemplo, portanto, vemos claramente como a reserva de mercado tende a ser naturalmente abolida, já que os dois agentes econômicos envolvidos nesta troca sairão beneficiados. Qual seria a única maneira da reserva manter sua efetividade? O governo precisaria proibir que estas pessoas fizessem este acordo. Ou seja, o Estado utilizaria seu poder de coerção para impedir que estas duas pessoas (o motorista e o consumidor) façam um acordo que beneficiarão todos os envolvidos.

A reserva de mercado, portanto, em última instância só se sustenta caso um governo autoritário impeça as pessoas de agirem de acordo com seus próprios interesses; ou seja, ela só se sustenta caso uma força externa continuamente impunha restrições à liberdade do povo.

O diploma como reserva de mercado

Neste ponto, imagino que o leitor já tenha entendido o porquê do subtítulo deste artigo. Uma coisa é possuir a habilidade necessária para executar uma profissão e outra coisa – bem diferente – é estar dentro de uma reserva de mercado criado pelo governo.

É verdade que as duas coisas são providas pela mesma instituição – a universidade – mas elas permanecem logicamente distintas. É perfeitamente possível que uma pessoa aprenda um ofício sem que consiga um diploma correspondente. Vejamos alguns exemplos simples: é perfeitamente possível que alguém aprenda o ofício de ensinar matemática sem cursar faculdade alguma; como não há empecilho algum para que um estudante – aparelhado de uma boa biblioteca – acabe entendendo tanto de literatura quanto alguém que terminou o curso de letras. Possuir determinada habilidade profissional, portanto, é logicamente distinto de possuir o diploma correspondente.

Com isso não quero dizer que os diplomas sejam inteiramente desnecessários; obviamente eles representam uma grande economia de tempo para os empregadores, pois, através deles, eles não precisam avaliar cada candidato individualmente para saber se estão devidamente habilitados para o trabalho. Ou seja, se servissem apenas como um atestado de habilidades, os diplomas seriam perfeitamente legítimos – mas esta não é a sua única função.

Por causa do controle estatal do mercado de trabalho, os diplomas adquirem também a função de garantir reservas de mercado. Isto ocorre em toda área onde o governo proíbe que os consumidores contratem trabalhadores que não tenham esta documentação. Ou seja: uma coisa é uma empresária contratar o funcionário diplomado por este ser melhor que o funcionário não-diplomado; outra coisa totalmente diferente é a empresa ser proibida de contratar o funcionário não-diplomado, mesmo que este seja melhor que o outro.

Fiquemos com um exemplo em minha área: psicologia. Alguém poderia dizer que o diploma serve para que o empregador se certifique o candidato a um emprego tenha o conhecimento necessário. Mas digamos que este empregador consiga esta informação de outro modo; digamos que um colega meu criou um excelente blog sobre psicologia organizacional. Um empresário descobriu o site e ficou entusiasmado: decide que quer contratar o autor para sua equipe. No entanto, ele logo descobre que o autor do blog ainda não é formado e, por isso, a contratação não
poderá ser efetivada.

O que está em jogo nesta situação? Obviamente, o diploma não está servindo apenas como um atestado das habilidades do rapaz (pois isso foi comprovado de outro modo), mas sim, como uma reserva de mercado para os que já estão formados. O diploma está, efetivamente, substituindo a própria habilidade profissional que deveria representar.

Como toda reserva de mercado, o diploma serve para beneficiar um grupo restrito de pessoas: o que já estão dentro da reserva, ou seja, os que já possuem um diploma. Deste modo, os diplomados podem relaxar, pois não precisam se preocupar com a possível concorrência de profissionais autodidatas.

Como toda reserva de mercado, o diploma prejudica um grupo de profissionais (os não-diplomados) e todos os consumidores. Ao invés de poder contratar quem realmente lhe parece melhor para o trabalho, o consumidor só pode contratar quem o papai-Estado determina. Mas isto é a essência mesmo do estatismo: jamais deixar que as pessoas ajam como adultas e tomem as suas próprias decisões.

Toda reserva de mercado é essencialmente uma tentativa de fugir da competição. Em uma situação onde a competição é livre, vence quem melhor satisfazer uma demanda do consumidor. Em uma economia estatizada, vence quem conseguir uma autorização do governo para ficar dentro de uma reserva de mercado. A diferença entre livre-mercado e socialismo, no fim das contas, é esta: no livre-mercado existe um incentivo para agradar o consumidor; no socialismo existe um incentivo para agradar o burocrata.

Isto não é diferente nos cursos de pós-graduação. Parece que ninguém se espanta com o espantável fato de que o número de cursos de pós-graduação cresce gigantescamente sem que vejamos um concomitante desenvolvimento cultural e científico. Talvez as pessoas não se espantem porque já perceberam a resposta: são pouquíssimos os que realmente fazem uma pós-graduação para aprimorar seus conhecimentos.

Uma pós-graduação, evidentemente, é uma nova reserva de mercado inscrita dentro de uma reserva anterior. Quantas vezes não encontramos um sujeito com mestrado menos hábil do que outro que ainda nem terminou a graduação? O sujeito com mestrado, no entanto, sempre terá preferência em conseguir um emprego, pois está em uma posição mais alta na reserva de mercado.

Conclusão

Um leitor me perguntou o que poderia ser feito para melhorar a educação brasileira; com base no que escrevi acima, eu resumiria em uma frase o objetivo central de toda política pública: quanto mais liberdade melhor! Vamos permitir a competição entre diplomados e não-diplomados; isto sim, forçaria as universidades a melhorarem a qualidade do seu ensino.

Mais legislação e mais controle estatal só aumentarão os problemas. Enquanto as pessoas procurarem um curso de graduação para fugir da competição, o crescimento econômico será limitado; enquanto as pessoas procurarem uma pós-graduação para fugirem do mercado de trabalho (e não por uma autêntica vocação intelectual), a produção cultural e científica permanecerá fraca.

Quanto mais liberdade houver, melhor será a quantidade e qualidade da produção em todas as áreas.

Fonte: blog do LUCAS MAFALDO - ttp://www.lucasmafaldo.contracorrente.com.br/

Link: http://www.lucasmafaldo.contracorrente.com.br/index.php/a-educacao-em-uma-economia-estatista-i/

Mapa de Vitória/ES - Brasil

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

O que é educação clássica?

Introdução

Educação clássica é uma filosofia da educação apoiada em práticas de ensino acumuladas ao longo de vários séculos; é uma tradição que se inicia na Grécia antiga e atravessa todo o período medieval, renascentista e moderno até chegar ao século XX, nos Estados Unidos, sendo sistematizada e divulgada com o nome de liberal education.

No sentido mais abrangente do termo, educação clássica é uma idéia geral de educação que passou por diferentes manifestações particulares ao longo história. Cada uma destas manifestações possui suas características peculiares, no entanto, todas elas participam dos mesmos traços essenciais.

O objetivo deste artigo é expor quais são estes traços essenciais.

1) O conhecimento como fim e não como meio

A educação clássica visa uma formação integral e não apenas uma formação técnica.
No ensino utilitarista, o conhecimento não tem valor em si próprio, mas apenas na medida em que serve para um fim externo: é a educação para formar técnicos aptos a exercer certos papéis na sociedade. Este tipo de ensino certamente é necessário para a vida em sociedade, e não faz o menor sentido querer prescindir dele. No entanto, não podemos colocá-lo como a única finalidade do processo educativo porque o ser humano possui vários aspectos que transcendem a sua ocupação profissional.

A educação clássica tem como objetivo cultivar no homem estes aspectos que, embora transcendam sua profissão, continuam fazendo parte de sua personalidade. Por isto, se trata de uma filosofia integral de ensino: ela não se limita a transmitir conhecimentos técnicos, mas procura cultivar a sensibilidade, a cultura e os valores.

2) Formação ao invés de mera informação

Uma segunda característica da educação clássica é que ela não se limita à transmissão de informações, mas procura desenvolver no aluno o senso de proporcionalidade e hierarquia no conhecimento.

Informações são apenas dados pontuais, pedaços de conhecimento dispersos. As informações são importantes, mas fazem poucos sentidos sem os quadros conceituais que tornam estas informações inteligíveis.

Por isso, o foco da educação clássica, ao contrário do ensino oficial brasileiro, não é transmitir informações, mas sim, em ensinar o aluno a organizar o seu conhecimento; ou seja, de analisar e sintetizar as informações recebidas, criando uma concepção integrada e hierarquizada do quê se está estudando. Esta proposta é preferível porque uma vez que o aluno tenha aprendido a organizar o seu conhecimento, ele pode facilmente encontrar as informações faltantes. No entanto, o aluno que recebe apenas informações e não aprende a lidar com conceitos, terá sempre um entendimento limitado de qualquer assunto que estude.

3) A defesa da consciência individual contra a massificação

Uma terceira característica essencial é que ela é centrada na formação da consciência individual e, por isso, é o único modelo realmente não-ideológico de formação intelectual. O papel da educação é ensinar ao aluno como pensar, e não o quê pensar; o professor mostra o caminho e os instrumentos, e cabe ao aluno continuar o processo.

Na educação clássica, os alunos, ao invés de serem convidados a adotar uma visão de mundo uniformizada, aprendem a cultivar sua própria mente, formando opiniões próprias e bem fundamentadas sobre os assuntos que discutem.

4) O conhecimento, embora seja uma elaboração individual, almeja alcançar uma verdade objetiva

A educação clássica não segue os teóricos que pregam a abolição da noção de verdade objetiva. Embora ela saiba que todo conhecimento envolve uma elaboração individual, este trabalho subjetivo é feito em cima de dados objetivos.

Ou seja, as noções de objetividade e subjetividade não são vistas como sendo contraditórias: embora o conhecimento nasça da consciência individual, esta consciência não está separada do mundo por um abismo solipisista. A consciência do indivíduo cresce ao se alimentar dos dados objetivos que recebe da realidade.

5) Transcendência das limitações da época e da cultura imediata

É incorreto dizer que a educação clássica é contra a cultura popular, como querem alguns de seus críticos. Não faz parte de seu programa excluir nenhum tipo de manifestação cultural.
No entanto, este erro ocorre porque, embora respeite cada cultura local, a educação clássica procurar levar o sujeito a conhecer diferentes culturas, de diferentes épocas e locais, especialmente a que foi produzida pelos grandes gênios de cada época. Mas não se trata de rejeitar uma em nome da outra: trata-se de oferecer, a cada indivíduo, a possibilidade de escolher o que lhe parece mais adequado dentro de tudo que já foi produzido pelo espírito humano.

A crença básica da educação clássica é que o espírito do aluno sai engrandecido – e não diminuído – pelo contato direto com diferentes visões de mundo. O fato dele conhecer uma visão de mundo diferente não significa que ele irá abandonar a sua cultura local; significa apenas que ele terá um universo maior de escolhas possíveis – e entre estas escolhas, evidentemente, está tanto a possibilidade de rejeitar o novo conhecimento em nome do antigo, como também de fundir os dois campos culturais e produzir algo ainda mais interessante do que existia anteriormente.

Os inimigos da alta cultura, portanto, fazem um desserviço aos que pretendem ajudar. No fundo, estão apenas limitando as escolhas dos alunos e empobrecendo o seu universo cultural. A educação clássica tem como objetivo reverter o mal que estes falsos amigos os fazem e oferecer aos indivíduos o leque cultural mais amplo possível.

6) Os grandes livros: os clássicos do pensamento ocidental

A sexta e última característica da educação clássica é que ela é sempre feita através dos “grandes livros”, que é como Adler chamava os clássicos do pensamento ocidental.
Hoje em dia, os alunos, mesmo no nível universitário, não estão mais acostumados a ler os grandes clássicos. Consideram a leitura difícil, enfadonha e estão sempre “ocupados demais” para este tipo de dedicação. Isto acontece porque eles foram habituados a estudar exclusivamente a partir de manuais acadêmicos – quando não apenas a partir de trechos soltos de alguns destes manuais.

O problema com os manuais é que eles sempre estão muito abaixo do nível intelectual dos grandes livros de uma disciplina. Em qualquer tema de estudo foram escritos alguns clássicos que definiram o curso do pensamento, ao quê se seguiram vários artigos e livros menores discutindo o assunto. Os manuais nascem no final desta cadeia, procurando simplificar e resumir toda a discussão anterior.

Certamente o intuito com que são escritos é louvável: introduzir o aluno em discussão complexa. No entanto, eles só servem como degrau inicial para a formação do aluno, pois eles nunca mantêm o mesmo rigor intelectual com que foram escritos os clássicos da disciplina.
Isto ocorre, em primeiro lugar, porque os autores dos manuais visam o aluno médio e, por isso, excluem do texto todos os aspectos mais complicados do tema. Os clássicos, ao contrário, foram escritos para os homens mais inteligentes do seu tempo e, por isso, trazem justamente as questões mais elevadas. Além disso, os autores dos clássicos foram os grandes gênios da humanidade, enquanto os autores de manuais costumam ser professores medianos que, embora tenham um domínio razoável da disciplina, não foram capazes de produzir uma contribuição original para o conhecimento.

Os manuais, portanto, são excelentes para introduzir o aluno em uma discussão, mas jamais serão suficientes para habilitá-lo a discutir as grandes questões do seu campo de estudo. Para formar estudantes de altíssimo nível, capazes de levar o conhecimento que receberam a um novo patamar, o único caminho é através da leitura direta dos clássicos.

Caso um ensino se baseie quase exclusivamente em manuais – como no caso do nosso ensino nacional – iremos formar apenas alunos medianos. Mas, se fizer um ensino baseado nos clássicos, iremos formar uma geração de alunos familiarizada com a história das grandes idéias de sua disciplina e, portanto, habilitada a discutir as questões mais elevadas. Ou seja, capaz de participar daquilo que Adler chama de “grande conversação”.

Resumindo

Com isso, acredito, podemos ter uma boa idéia do que seja a essência de uma educação liberal:

1. Ela é uma educação não-profissionalizante, que busca uma formação integral do homem;

2. Ela não tem como objetivo a aquisição de informações pontuais, mas sim, de desenvolver a capacidade do aluno em raciocinar e organizar de forma independente as informações que recebe;

3. Ela não se volta para a formação em massa, para a difusão de uma visão de mundo, mas para que cada aluno cultive a própria consciência individual;

4. A educação liberal é o exato oposto do subjetivismo que ameaça fechar cada sujeito em si mesmo, pois seu objetivo é abrir a alma do aluno às influências universais;

5. A educação liberal resgata o sujeito do imediatismo e permite que ele julgue a sua própria cultura a partir das aquisições culturais de outras épocas;

6. O aluno que recebe uma educação liberal se torna um espectador consciente da história das idéias, discutindo com as grandes mentes que moldaram o pensamento ocidental.

Conclusão

Podemos perceber claramente que no Brasil jamais existiu de forma consistente e continuada um esforço em promover a educação clássica. O ensino brasileiro é, na melhor das hipóteses, meramente profissionalizante, quando não recai simplesmente na doutrinação ideológica rasteira.

Acredito que quem tiver acompanhado esta exposição, concordará que não há tarefa mais urgente e importante para o nosso país do que criar em nossa sociedade focos de educação clássica para revitalizar os nossos debates intelectuais – uma tarefa que talvez seja tão difícil quanto necessária; e, por isso mesmo, digna de nossos melhores esforços.

Observação do Cavaleiro do Templo: leia também o post abaixo

Fonte: http://aristoi.wordpress.com/
Link: http://aristoi.wordpress.com/o-que-e-educacao-classica/

Projeto Editorial Aristoi - Educação Clássica

Caríssimos,

Estamos analisando a viabilidade de um dos nossos projetos. Tenho certeza de que apreciarão sua importância: queremos publicar todos os principais livros sobre educação liberal e o pensamento conservador.

Nosso projeto está pronto, mas precisamos saber se há um público interessado nesta iniciativa. Por isso, sua opinião é importantíssima. Peço que leia o resto do e-mail e nos envie sua opinião. As respostas servirão de base para planejarmos nossas próximas atividades.

Imagino que a maioria de vocês já tenha ouvido Olavo de Carvalho falar do imenso abismo cultural que separa o nosso país do resto do planeta: sem exagero, ele já contou mais de mil títulos importantes que faltam no mercado editorial nacional. Da extensa obra de Mortimer Adler, apenas um título foi traduzido – e, no momento, encontra-se esgotado. Russell Kirk permanece totalmente inédito. Apenas uma pequena fração da obra Eric Voegelin foi traduzida.
Pretendemos traduzir estes livros e todos os demais que sejam relevantes para a formação da cultura nacional.

Nosso atraso cultural é um dos grandes responsáveis por nosso contínuo atraso político e econômico. As raízes dos nossos problemas sociais estão na nossa dificuldade em absorver as grandes produções intelectuais e espirituais da espécie humana. Para que qualquer problema social seja resolvido, é preciso haver gente inteligente para encontrar a solução. Enquanto a própria questão da inteligência não for solucionada, tudo o mais ficará sem solução.
Nós, do Aristoi, temos um plano para reverter esse atraso cultural. E precisamos da sua ajuda para pô-lo em prática.

Há mais de um ano estamos elaborando um projeto para traduzir e publicar todos estes livros. Nós já temos voluntários e uma equipe disposta a trabalhar de graça por este projeto. Um empresário nos cedeu sala e computador. Só nos falta uma coisa: recursos financeiros para pagar pelos serviços que precisam ser terceirizados e remunerados (direitos autorais, tradução, gráfica, etc.).

Para arrecadar o dinheiro faltante, nosso plano é o seguinte: criar um site com uma área para membros, com fórum de discussão e textos exclusivos, e cobrar 25 reais mensais pela assinatura.

Os assinantes receberiam uma série de benefícios: teriam textos exclusivos e descontos na compra de produtos ou serviços do Aristoi. Além disto, fariam parte de uma comunidade virtual de pessoas interessadas nesse campo. Será uma oportunidade única para criar uma rede nacional de pessoas interessadas nesse campo.

Mas, além de tudo isto, eles teriam a satisfação de estarem financiando um grande projeto de renovação cultural nacional. O ritmo das publicações dependerá, evidentemente, do ritmo das contribuições. Mas, a longo prazo, pretendemos traduzir toda uma série de livros importantíssimos que estão ausentes no mercado nacional – alguns, há mais de cinqüenta anos.
Dito isto, chegamos a minha pergunta: vocês assinariam tal site? Vocês fariam parte desta iniciativa? Vocês querem fazer parte da primeira comunidade nacional de educação liberal?
Você, caro leitor, estaria disposto a contribuir mensalmente com 25 reais para furar o bloqueio cultural que cerca o nosso país, financiando a publicação de livros que, há cinco décadas, estão ausentes do nosso mercado editorial?

Costumamos reclamar muito, mas fazer pouco. É esta é uma oportunidade para fazermos muito.

O que você nos diz?

Por isso, peço que todos que puderem - e quiserem - ajudar, que respondam a esta mensagem. Basta nos enviar uma mensagem através da nossa seção de contato. Um simples “sim” ou um “não” é suficiente – mas aceitamos também todo e qualquer comentário mais extenso.
Sua resposta não implica em nenhuma obrigatoriedade; servirá apenas para sabermos quantos estão interessados no projeto e analisarmos sua viabilidade.

Aguardo sua resposta e agradeço sua atenção.

Um grande abraço, Lucas Mafaldo
Diretor do Aristoi – Instituto de Educação Clássica

Fonte: blog ARISTOI - EDUCAÇÃO CLÁSSICA - http://aristoi.wordpress.com
Link: http://aristoi.wordpress.com/2007/10/18/projeto-editorial-aristoi/

Socialismo vs. Economia de Mercado

Vale a pena ler a íntegra (link abaixo). Separei um trecho mas antes uma introdução:

Este foi o último discurso formal de Ludwig Von Mises, (1881-1973), pronunciado em 02 de maio de 1970, num seminário de Economia patrocinado pela Sociedade de Praxeologoia, Seatlle, Washington. Foi assistido por cerca de 600 professores, alunos e outros interessados. Este texto foi transcrito do audiotape por Betina Bien Greaves, e editado, primariamente para a sintaxe e pontuação, por Percy L. Greaves. Foi oferecido ao Instituto Mises pela Sra. Greaves e nunca antes apareceu impresso.

"...Este sistema (Socialismo) é muito bem conhecido. Pode ser muito bem e facilmente descrito. Mas é um sistema cujas conseqüências e efeitos são conhecidos por poucas pessoas, senão nenhuma. Sob o princípio do “führer”, sob o tipo de colaboração que chamamos de “socialismo”, sob uma sociedade “organizada” ou “planejada”, sob este sistema, há uma vontade central que determina tudo e a que todas as outras pessoas têm de seguir. Elas têm de obedecer. Elas são seguidoras. Certamente, sob tal sistema não há qualquer espécie de desperdício de ações e de forças, mas somente isto não significa nada. Isto significa apenas que nós temos de dizer que todas as outras pessoas não têm nenhuma vontade própria, nenhuma possibilidade, nenhuma oportunidade, nenhuma força, para influenciar a direção do sistema como um todo, a direção da cooperação e colaboração das pessoas.

O Socialismo é um sistema maravilhoso; é maravilhoso, muito bom, excelente, se nós aceitarmos as idéias do “führer” – se nós somente aceitarmos as idéias do “führer”, que lidera a coisa toda até o final. Mas é algo muito diferente se nós olharmos do ponto de vista da realidade. Na vida real, observamos que há muitas idéias diferentes, diferentes desejos e planos, diferentes indivíduos. Na vida real, observamos que estes indivíduos, a imensa maioria do povo, tornar-se-ia extremamente infeliz se tivesse de abandonar seus próprios desejos, planos e vontades e tivesse apenas de obedecer às ordens de outras pessoas. Este sistema, este sistema onde falta a liberdade para todos os indivíduos, exceto para um, poderíamos chamá-lo de sistema-prisão, se nós não tivéssemos cometido um erro fundamental, que é de fato a razão fundamental porque tantas pessoas aceitam as idéias do socialismo e a direção geral de todas as tarefas humanas..."

Fonte: portal MOVIMENTO ENDIREITAR - http://www.endireitar.org
Íntegra: http://www.endireitar.org/content/view/58/75/

Obras "educativas" do comunista Carlos Mariguella

(Excertos da Entrevista com o Professor F. A. von der Heydte)

“Pergunta: O que o Sr. acha do fato de o combate ao terrorismo na República Federal acontecer exclusivamente no âmbito da lei criminal convencional? A teoria prevalente presume que os atos terroristas de uma guerra irregular sejam qualitativamente idênticos às violações diárias "normais" da lei.

Von der Heydte: Esse é o problema que o Estado de direito tem ao combater o inimigo na guerra irregular. Essa é a desgraça do Estado de direito, quando ele é atacado na técnica da guerra irregular. No Estado de direito temos dois tipos de pessoas, o cidadão correto e o criminoso. O terceiro tipo de pessoa, o que conduz uma guerra irregular, sua existência não é levada em conta. Quando o Estado de direito e a guerra irregular se confrontam, isso me lembra uma competição entre um nadador e um não-nadador. Isso não pode dar coisa que preste.

O poder que promove a guerra irregular não conhece quaisquer obrigações, pois nada o submete à obediência da lei civil, da lei internacional e nada há que o submeta à lei da guerra. O Estado de direito é submetido em todos os aspectos. Mais que isso, o poder que promover a guerra irregular pode explorar totalmente as possibilidades jurídicas que lhe são proporcionadas pelo Estado de direito.”

“A guerra irregular é feita de atos individuais. Esses atos individuais se ligam uns aos outros no quadro maior. Mas quem deseje conduzir uma guerra irregular vai querer esconder esse quadro maior. É característico da guerra irregular moderna que quem a conduz se disfarce.

Foi assim no Vietnã. A guerra contra os franceses prosseguiu contra os Estados Unidos sem interrupções. No Ocidente as pessoas faziam vistas grossas a esse fato. O período de calmaria foi ilusório. A "fundação" da "Frente de Libertação Nacional" do Vietnã do Sul foi pura ficção, simulação total para que os americanos não percebessem que já estava tudo no seu devido lugar. Qualquer um conseguiria restabelecer qualquer coisa que já estivesse lá há algum tempo.”

“Sem uma considerável dose de mídia nenhuma guerra irregular conseguiria hoje ser conduzida no Ocidente. Uma imprensa desorientadora e desinformadora é característica essencial da guerra irregular, no Ocidente. Evidentemente que os americanos não perceberam isso na Alemanha do pós-guerra, porque se não teriam imposto as suas leis de imprensa, que previam pelo menos um comunista participando da direção editorial de todo jornal. Esse foi o começo da desinformação, pelo menos na Alemanha Ocidental.”

( A entrevista completa encontra-se nas páginas 15 a 29 do livro A Guerra Irregular Moderna, escrito por Friedrich August Von der Heydte, editora BIBLIEX, Rio de Janeiro, 1990 ).

Fonte: http://www.marxists.org/portugues/marighella/index.htm

O cara (Lula) é fraco e deveria ser motivo de vergonha, mas...

... infelizmente representa uma enorme parcela da população, qual sejam os

1. burros por opção;
2. canalhas;
3. mentirosos;
4. de moral baixa;
5. sem respeito;
6. que se puderem, atrapalham, roubam, matam e/ou fazem alguma outra m**da com seu semelhante.

Notem que não falei nos excluídos deste país. Mas tem alguns que o são e que fazem parte da lista, claro...

Vejam a incapacidade de um ser humano de no mínimo falar direito. Não vou nem falar nas mentiras contadas porque se tem mentiroso neste país, o nome dele é LULA, o fundador do FORO DE SÃO PAULO, a coisa mais criminosa que existe na América Latina, pois junta TODOS os piores da região em uma só entidade.





Protesto em São Paulo

Não importa se seremos um, dois, três, seis, dez, mil ou 10.000 brasileiros na Paulista.

O que importa é o protesto dos patriotas e não o silêncio dos culpados e dos omissos.

Que São Paulo faça sua parte e proteste!

Que os outros Estados protestem!

Que o Brasil proteste!

Vamos protestar!

DIA 27/10/2007 ÀS 14:00HS NA PÇA. OSVALDO CRUZ (PROX. SHOP. PAULISTA)

SÃO PAULO É NOSSO ORGULHO!

EM CADA RUA, EM CADA VILA, EM CADA CIDADE, EM CADA ESTADO DO BRASIL... PROTESTEM!!!

ONDE ESTIVEREM (EM CASA, NO CINEMA, NA FEIRA, NA ESCOLA...). PROTESTEM!

É O NOSSO DINHEIRO QUE ESTÁ ESCORREGANDO DE NOSSAS MÃOS PARA AS MÃOS DE POLITICOS CORRUPTOS!

O Brasil do Presi"M"ente da República...

Assista o vídeo ao som da música na voz de Zé Ramalho.



Tem mais aqui: http://www.youtube.com/btoscano24

Não à CPMF!! Assine o manifesto!!

Esta é para quem tem Orkut (http://www.orkut.com/).

"ASSINE O MANIFESTO
http://www.contraacpmf.com.br/cpmf.asp

VEJA COMO VOTARÁ O SEU SENADOR. SE ELE FOR A FAVOR DA CPMF, COLOQUE-O NA SUA LISTA NEGRA!
http://www.contraacpmf.com.br/pesquisa.asp

ENVIE AOS SENADORES O SEU PROTESTO! VAMOS LOTAR AS CAIXAS DE EMAILS DO SENADO, PARA ELES SABEREM QUE ESTAMOS DE OLHO!
http://www.contraacpmf.com.br/EnviaEmail.asp

AJUDEM A DIVULGAR AO MÁXIMO ESSE SITE!
PRECISAMOS PRESSIONAR!
É AGORA, OU NUNCA!
"

Postado pela incansável ஜಌ Chris Couto ஜಌ
Perfil dela no Orkut - http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=6849651846483597970

Movimento Esposas de Militares

Esta é para quem tem Orkut (http://www.orkut.com/)

"Entem nessa Comunidade: MOVIMENTO ESPOSAS DE MILITARES

OLÁ AMIGOS E AMIGAS! VAMOS MOVIMENTAR ESSA COMUNIDADE!!

Para visualizar a página da mesma, acesse: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=40818555"

Postado pela incansável ஜಌ Chris Couto ஜಌ
Perfil dela no Orkut - http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=6849651846483597970

Entreguismo na Era Lula: Perdas internacionais do Brasil até agosto já são 31% maiores que em 2006

Edição de terça-feira, 16 de outubro de 2007 do blog ALERTA TOTAL - http://alertatotal.blogspot.com/

Por Jorge Serrão

Aprofundam-se as “perdas internacionais” do Brasil e dos brasileiros no desgoverno Lula, em favor da Oligarquia Financeira Transnacional que controla a economia mundial. Até agosto deste ano da graça de 2007 para os investidores e especuladores externos, US$ 11 bilhões e 300 milhões de dólares já deixaram o Brasil. Em 2006, foram US$ 13 bilhões 883 milhões de dólares remetidos ao exterior. A abertura de capital da Bolsa de Valores de São Paulo, iniciada ontem, vai aprofundar o processo de fuga de recursos produzidos aqui, graças à assimilação de um número cada vez maior de empresas brasileiras.

O valor remetido ao exterior pelas transnacionais este ano é 31% maior que o mandado para fora no mesmo período de 2006. No ano passado, as filiais brasileiras de grandes bancos foram os que mais remeteram recursos para seus sócios estrangeiros. O montante de US$ 1 bilhão 404 milhões de dólares representou 10,11% do total remetido para fora do País. As empresas de energia e gás remeteram US$ 1 bilhão 378 milhões de dólares. Já as montadoras de automóveis enviaram para suas matrizes lá fora US$ 1 bilhão 318 milhões de dólares.

O economista Adriano Benayon, em seu livro “Globalização versus Desenvolvimento”, ensina que tais remessas oficiais de lucros são apenas a ponta do iceberg. Benayon explica que o iceberg é o total de mais de uma dezena de modalidades de transferências praticadas pelas transnacionais. Essas são feitas por meio dos preços de exportação e de importação - que ninguém controla, muito menos as “autoridades”, dissuadidas até pela Organização Mundial do Comércio (OMC) - e através de despesas a título de “serviços”, em favor das matrizes e de empresas próprias ou coligadas no exterior.

Benayon critica que, apesar dos imensos prejuízos que causa ao Brasil, o capital estrangeiro tem tido total favorecimento do governo, pois sempre foi subsidiado e goza de tratamento fiscal privilegiado, situação acentuada com as isenções propiciadas pelo governo Lula do Imposto de Renda e da CPMF nas remessas ao exterior. Só em 2006, segundo dados do Banco Central, ingressaram no Brasil US$ 26 bilhões e 500 milhões de dólares.

Adriano Benayon ensina que a taxa de câmbio é favorável às remessas ao exterior, como ocorreu em 1998, quando não só o real estava valorizado, mas também já se prenunciava sua débâcle, manifestada plenamente em 1999. Sob os petistas, o real se revalorizou, o que facilita as grandes transferências oficiais, em contraste com 2002, quando o real chegou a cair a R$ 3,60 por dólar. Ontem, o dólar comercial voltou a ser negociado ontem abaixo de R$ 1,80 pelo segundo pregão consecutivo. Mas no final do dia, o dólar fechou com valorização de 0,44%, a R$ 1,815.

A remessa de lucros e dividendos das empresas transnacionais às suas matrizes nos quatro primeiros anos do governo Lula foi o triplo da registrada no segundo mandato de FHC (1999-2002). No primeiro mandato de Lula, de 2003 a 2006, a cada US$ 10 investidos no Brasil, US$ 6 foram enviados ao exterior. Nos quatro últimos anos da gestão FHC foram remetidos US$ 2 para cada US$ 10 que entraram no país. No primeiro mandato de FHC - entre 1995 e 1998 - foram remetidos US$ 2,5.

Tudo ficou fácil para as transnacionais graças à permissividade do Banco Central, desde a regulamentação das contas CC-5, no “governo” de FHC, a cuja política o desgoverno Lula deu continuidade – obedecendo aos seus controladores externos.

Íntegra: http://alertatotal.blogspot.com/2007/10/entreguismo-na-era-lula-perdas.html

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".