Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Enquete

Chegou ao fim mais uma enquete do Cavaleiro do Templo, "O que você acha do Brasil tornar-se um país socialista?"

Foram 9 votos, o resultado foi:

. Perfeito - 1 (um) voto, 11%
. Não existe nada pior - 4 (quatro) votos, 44%
. Porque tornar-se-ia socialista? O socialismo está morto! - 1 (um) voto, 11% e
. O Cavaleiro do Templo tá viajando na maionese - 3 (três) votos, 33%

Das quatro escolhas, a primeira era clara, só podia ser escolhida por sociopatas.

A segunda por quem tem pelo menos alguma idéia do horror que é o Socialismo, um verdadeiro assassino de Estados, a terceira por quem lê apenas jornais impressos e revistas de banca de jornal, daquelas que vendem aos milhares e acabam criando o consenso completamente equivocado no seu público alvo como aquele que gerou a PLC122/2006 que diz que o HÁBITO HOMOSSEXUAL deve ter privilégios tais que o impeçam até mesmo de ser criticado pois eles estariam sendo mortos em grande número por quem os odeia.

A terceira é fruto da ignorância pura e simples. Quem nela votou não sabe que o PT quer o que estão chamando de SOCIALISMO PETISTA para o Brasil. Também desconhece o SOCIALISMO DO SÉCULO XXI do Chávez e não sabe que o "S" dos partidos políticos brasileiros significa SOCIALISMO/SOCIALISTA. Como pode estar morto, então?

A quarta é aquela em que deposito minhas esperanças, qual seja que eu esteja enlouquecendo com meus cigarros industriais (pois não fumo maconha), charutos e cachimbos e o Brasil e o RESTO da América LatRina não esteja correndo em direção a um banho de sangue que nos leve a uma doença terminal para qualquer Estado, o Socialismo.

Sim, gostaria de estar enlouquecendo, de acordar um dia e ter a certeza que não temos presidentes em nosso continente que adoram assassinos sociopatas como Che e Fidel, que um outro Collor de Mello menos babaca e menos "mauricinho" seja o presidente (pois para mim eram as únicas características idiotas que ele tinha) e que na política discuta-se os caminhos que o país deve trilhar em direção ao Capitalismo Verdadeiro sem tantos impostos e prezando a livre iniciativa, coisas que não acontecem hoje. Tente abrir uma empresa e verá se no Brasil o Estado quer que você trabalhe, que coloque suas idéias na rua para gerar empregos que não sejam no funcionalismo público. Tente e verá. Isto por acaso pode ser chamado de Capitalismo Selvagem como diz a mídia?

Vivemos sob a batuta do Estado que até mesmo sabe quanto temos em nossa conta bancária, que é gigante e nada faz pelo seu povo, só pelos "amigos" dele e pelas amarras ao empreendedorismo, ao mesmo passo que abre espaço gigantesco na mídia para 304 casais homossexuais no Espírito Santo mostrarem cartilhas do Governo Federal falando sobre homofobia, oprimindo com isto nossas opiniões sobre os mesmos. Ou melhor, só se pode falar deste HÁBITO SEXUAL se da nossa boca sair algum tipo de elogio ou complacência.

Tem mais fumantes no Brasil que homossexuais segundo os dados do IBGE, onde está minha cartilha falando para os não fumantes que tenho o direito de escolher fumar e que ninguém deve me censurar por isto? Que para um não fumante "ingerir" um cigarro em vôos ele teria que viajar dezenas de milhares de horas? Que a média de vida segundo a ONU de um fumante é de 71 anos e que a média de vida de um não fumante é de 70 anos?

E mais importante: que todos somos cidadãos e que não precisamos de "novos direitos" apenas porque alguns têm hábitos que a maioria não tem? 304 casais homossexuais, quanto barulho por tão pouco... 50 mil mortes por ano, o que tem sido feito para diminuir isto?

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Um século de hipocrisia

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Por Rodrigo Constantino em 17 de dezembro de 2007

“É divertidíssima a esquizofrenia de nossos artistas e intelectuais de esquerda: admiram o socialismo de Fidel Castro, mas adoram também três coisas que só o capitalismo sabe dar - bons cachês em moeda forte; ausência de censura e consumismo burguês. Trata-se de filhos de Marx numa transa adúltera com a Coca-Cola...” (Roberto Campos)


Niemeyer, sejamos bem francos, não passa de um hipócrita. O arquiteto mamou e muito nas tetas estatais, tornando-se um homem bem rico. No entanto, ele insiste em pregar, da boca para fora, o regime comunista, a “igualdade” material entre todos.

Na prática, Niemeyer é um capitalista, não um comunista. Mas um capitalista da pior espécie: o que usa a retórica socialista para enganar os otários. Sua festa do centenário ocorreu em São Conrado, bairro de luxo no Rio, para 400 convidados. Bem ao lado, vivem os milhares de favelados da Rocinha. Artistas de esquerda são assim mesmo: adoram os pobres, de preferência bem longe.

Outro aclamado artista socialista é Chico Buarque, mais um que admira Cuba bem de longe, de sua mansão. E cobra caro em seus shows, mantendo os pobres bem afastados de seus eventos. A definição de socialista feita por Roberto Campos nos remete diretamente a estes artistas: “No meu dicionário, ‘socialista’ é o cara que alardeia intenções e dispensa resultados, adora ser generoso com o dinheiro alheio, e prega igualdade social, mas se considera mais igual que os outros”. Leia mais aqui

A VERDADEIRA FACE DO MST

Do portal FAROL DA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA

Estamos acostumados a uma intensa propaganda da mídia mostrando que o MST é um movimento “social” de agricultores pobres em busca de uma terrinha para lavrar e sempre ameaçados pelos grandes latifundiários. Nada mais falso.

O MST é uma riquíssima organização guerrilheira e terrorista com atuação em 23 estados, envolvendo mais de 2 milhões de pessoas. Riquíssima por contar com ajuda direta do Estado desde a posse de FHC e de ONG’s esquerdistas internacionais.

É filiada à Via Campesina que atua em 56 países da Ásia, Américas, Europa e África. Esta organização internacional poderosa declarou Dia Internacional de Luta Camponesa o dia 17 de abril, dia do “massacre” de Carajás cujo tiroteio foi iniciado pelos “desarmados sem terra”.

Segundo o líder máximo do MST, João Pedro Stédile os movimentos devem defender a soberania nacional e o papel desse “outro Estado”, que é o único poder do povo que pode fazer mudanças e ajudar a construir uma sociedade menos desigual. “E temos que juntarmo-nos para enfrentar os organismos internacionais e os acordos que eles fazem e que representam os interesses do capital”.

Nas centenas de escolas de formação de líderes do MST, coordenadas por uma bem estruturada Central de Educação, os cursos são todos de orientação marxista-leninista, orientados pela Teologia da Libertação com assessoria da Via Campesina.

O interesse do MST jamais foi obter terra para os “sem-terra”, mas destruir a propriedade privada, o agronegócio e a modificação genética de alimentos que poderá ser a saída definitiva para a fome mundial.

O Farol da Democracia Representativa cumpre seu dever de informar os seus membros e leitores publicando acima (clicar aqui) as ações violentas do MST no Rio Grande do Sul e a sistemática destruição de uma fazenda produtiva, a Fazenda Coqueiros, uma das mais bem estruturadas da área. Demonstra-se, assim, a falácia de que o movimento pretende tomar latifúndios improdutivos para redistribuir a terra com mais justiça social.

Sugerimos como leitura complementar os seguintes artigos:

http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=5320

http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=4949

http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=4949

http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=2872

http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=5557

http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=5543

http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=6081

http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=6095

http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=6113

http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=6082&language=pt

http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=6092&language=pt

http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=5432

http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=5389

As Farc na Venezuela (Jornal El País - España)

Abaixo alguns trechos, íntegra aqui:

"La guerrilla colombiana de las FARC ha encontrado su santuario en la Venezuela de Hugo Chávez. Cuatro desertores y varias fuentes de los servicios de inteligencia y diplomáticos detallan a EL PAÍS la extensa cooperación que determinadas autoridades venezolanas brindan a las FARC en sus operaciones de narcotráfico.

Según los desertores, las autoridades venezolanas dan protección al menos a cuatro campamentos de la guerrilla colombiana...

Fuentes de inteligencia afirman que tienen información "sólida" de que Ingrid Betancourt está en Venezuela...

"La Guardia Nacional y el Ejército venezolanos ofrecen sus servicios a cambio de dinero"...

la lógica dice que para las FARC la vecina Venezuela es un refugio seguro. Las FARC comparten la ideología bolivariana del presidente Hugo Chávez...

la línea más segura para llevar droga a Europa es por Venezuela"...

Existe complicidad y compenetración de elementos importantes del Estado que preside Hugo Chávez en las actividades mafiosas y militares de la organización guerrillera más antigua del mundo...

las autoridades venezolanas no sólo dan protección armada al menos a cuatro campamentos guerrilleros fijos en su país, sino que también hacen la vista gorda a programas de enseñanza que operan dentro de los campamentos para la fabricación de bombas...

El contacto de Chávez con las FARC, afirmaron las fuentes de inteligencia, se lleva a cabo a través de uno de los siete líderes máximos de las FARC, Iván Márquez, que también tiene una finca en Venezuela...

Las FARC comparten tres principios bolivarianos con Chávez: la unidad latinoamericana, la lucha antiimperialista y la soberanía nacional...

Si Chávez quisiera, podría forzar la liberación de Betancourt mañana mismo, independientemente de si está en Venezuela o Colombia..."

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

É assim que você deve tratar quem ADORA ASSASSINOS

Aliás, não é não. Se por exemplo uma pessoa entrar na sua casa armado dizendo que vai te matar, o que você vai fazer? Pois é, cada um vai agir da forma que achar mais adequado, certo?

A teoria marxista da revolução proletária: uma utopia

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Carlos I.S. Azambuja em 21 de dezembro de 2007

Resumo: O tal partido revolucionário do proletariado expropriou o proletariado do poder político, a burocracia apropriou-se do partido revolucionário e dos meios de produção e impediu qualquer progresso no sentido do dito socialismo.

© 2007 MidiaSemMascara.org

“Em princípio não renunciaremos nunca e nem podemos renunciar ao terror. O terror é uma das formas de ação militar que pode ser útil e até indipensável em um determinado momento do combate, ante determinado estado das tropas e determinadas circunstâncias”.

(Lenin, “Por onde Começar?”, maio de 1901)

Este é um tema complexo, que pode ser abordado de várias maneiras. Eis uma síntese das idéias que se combinam na teoria marxista da revolução proletária

Inicialmente, a de que o caráter opressor da sociedade capitalista, assentada, segundo Marx, em uma economia baseada na exploração do homem pelo homem, sujeita a crises cíclicas e com tendência ao declínio. Uma economia que não pode ser reformada e que deve ser suprimida.

Em segundo lugar, a definição de que a luta de classes é o motor da História, pois a Historia, desde os primórdios da civilização, nada mais tem sido do que o relato da luta de classes; que o sujeito revolucionário fundamental, o proletariado, jamais obterá uma melhoria global e definitiva em suas condições de vida e trabalho a não ser pela supressão do capitalismo. Pelos seus interesses históricos objetivos e pela sua força social, a classe operária foi definida por Marx como o sujeito revolucionário fundamental, capaz de emancipar-se e a toda a humanidade.

Outro aspecto da teoria marxista revolucionária é o que se refere ao Estado da sociedade capitalista, que Marx definiu como um aparato de dominação a serviço da burguesia, que não pode ser reformado, transformado ou utilizado pelo proletariado. Tem que ser destruído pela revolução proletária, que construirá outros organismos – administração pública, órgãos policiais, Forças Armadas e aparelhos ideológicos do Estado – que permitirão o exercício do poder pelos trabalhadores e conduzirão à passagem do capitalismo ao socialismo. Esse novo Estado foi definido por Marx como “ditadura revolucionária do proletariado”, do mesmo modo que no capitalismo o Estado é uma “ditadura da burguesia”.

Outra questão central na teoria marxista da revolução proletária é a necessidade da construção de um partido revolucionário que introduza, desde fora, no proletariado, a consciência de classe, pois, sozinho, ele é incapaz de adquirir essa consciência.

Posteriormente, a obra de Lênin implementou, de forma decisiva, a teoria marxista do Estado e do partido.

Finalmente, temos a concepção de Marx do que seria a sociedade comunista: uma sociedade sem classes, sem Estado, sem divisão social do trabalho, onde este deixaria de ser um meio de ganhar a vida para tornar-se uma fonte de realização dos indivíduos.

A teoria marxista da revolução proletária define, assim, como necessidade objetiva a supressão da sociedade capitalista, a ser realizada por uma revolução proletária, dirigida por um partido revolucionário, que daria origem a um Estado de novo tipo e iniciaria a construção da sociedade socialista, preâmbulo da sociedade comunista.

Após mais de 150 anos do Manifesto Comunista, esse projeto não se tornou viável nos países capitalistas. Pelo contrário, o comunismo ruiu onde quer que tenha sido implantado pela força das armas, restando Cuba para demonstrar o que, segundo a doutrina marxista, não é o comunismo. E mais: nos países capitalistas o modo de produção não marxista foi sedimentado e a classe operária – apontada como sujeito revolucionário fundamental – obteve sensíveis e constantes melhorias em suas condições de vida e trabalho, está organizada em sindicatos e nunca teve perspectivas revolucionárias, apesar da insistência do partido da classe operária e de seus militantes de classe média predominantemente urbana.

Todavia, o fato mais inquietante e questionador das idéias de Marx e seus epígonos é o de que, onde quer que o capitalismo tenha sido momentaneamente suprimido – sempre pela força das armas e não pela força dos argumentos da doutrina – não se seguiu o regime de democracia operária imaginado por Marx e nem, pelo menos, um processo de construção do socialismo que tenha avançado em direção a ele. O tal partido revolucionário do proletariado expropriou o proletariado do poder político, a burocracia apropriou-se do partido revolucionário e dos meios de produção e impediu qualquer progresso no sentido do dito socialismo. Em lugar da liberdade e da fonte de realização dos indivíduos, foram erigidos os gulags e os hospitais psiquiátricos.

Lula alivia a barra de 880 faculdades que sonegam R$ 7 bilhões em impostos, em troca da adesão ao Prouni

Do blog ALERTA TOTAL
Por Jorge Serrão em sexta-feira, Dezembro 21, 2007

Uma canetada do chefão Lula da Silva produziu mais um benefício para sonegadores oficiais de R$ 7 bilhões em impostos no setor educacional. Pelo menos 880 faculdades serão beneficiadas com as recém-baixadas regras para um novo parcelamento de dívidas, impostos atrasados e contribuições não pagas ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). A principal exigência para que instituições se beneficiem das facilidades fiscais é a adesão ao Prouni. O Programa Universidade para Todos é o carro-chefe da propaganda estatal na área de educação superior.

A faculdade devedora que aderir ao Prouni terá a possibilidade de parcelar os débitos em até dez anos, com um valor mínimo de R$ 200 a ser pago até o último dia útil de cada mês. O financiamento é reajustado pela taxa Selic, atualmente em 11,25% ao ano. Os votos dos jovens são mais importantes que o rigor fiscal do atual desgoverno. Uma semana depois de reclamar sobre o fim da CPMF, o Ministério da Fazenda vai beneficiar instituições privadas de ensino superior com débitos vencidos até 31 de dezembro do ano passado.

A instituição que aderir ao Prouni fica isenta do Imposto de Renda, CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido), PIS (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para o Programa de Integração Social). As faculdades devem oferecer 10% de sua receita em vagas para o programa. As instituições sem fins lucrativos devem oferecer 20% de suas vagas para o Prouni – que é um projeto do governo federal com o bondoso objetivo de reservar vagas em instituições privadas de ensino superior para alunos de baixa renda.

Para ter direito à bolsa integral, a renda per capita familiar (por pessoa da família) do estudante não poderá ser superior a 1,5 salário mínimo (R$ 390). Já a bolsa-parcial poderá ser concedida para estudantes com renda per capita familiar de até três salários mínimos (R$ 780). Além disso, o aluno deve ter cursado todos os anos do ensino médio em escolas públicas ou, ainda, em escolas particulares, mas com bolsas integrais. Os professores da rede pública que desejem cursar licenciatura ou pedagogia também são beneficiados pelo Prouni.

Irmãos siameses - Nazismo (ou Nacional SOCIALISMO) e Comunismo (etapa final do SOCIALISMO) - 1a. Parte

Do blog MÍDIA SEM MÁSCARA
por João Luiz Mauad em 14 de dezembro de 2007

Resumo: O totalitarismo mais eficaz não foi aquele que fez o Mal em nome do Mal, mas o que faz o Mal em nome do Bem.

© 2007 MidiaSemMascara.org

Dia desses, tive o desprazer de assistir a trechos da propaganda gratuita do PCdoB na TV. No papel principal, atuava a bela deputada gaúcha Manuela D’Ávila. Abjurava o capitalismo, o neoliberalismo, a globalização e cantava loas ao modelo socialista – o único, segundo ela, capaz de promover a justiça social, o fim das desigualdades e blablablá. Nenhuma menção, evidentemente, aos inumeráveis crimes, atrocidades e mazelas econômicas que seu venerado sistema de organização social produziu mundo afora, durante todo o século XX.

Enquanto ouvia aquela jovem mulher gritar o indefectível festival de clichês e jargões, minha mente viajava pelo passado, numa torrente de memórias e pensamentos dispersos. Lembrei-me então, com saudade, do brilhante escritor francês Jean-François Revel, que num de seus últimos livros – A Grande Parada – traçou o mais completo paralelo que conheço entre os dois modelos totalitários que mais produziram cadáveres e mutilações em toda a história, e explicou por que, enquanto o nazismo segue sendo, com inteira justiça, demonizado por todos os homens de bem, o comunismo, que comprovadamente produziu muito mais vítimas, permanece idolatrado por uma multidão de ignorantes, ingênuos e outros tantos hipócritas.

Revel demonstrou, num trabalho magnífico de pesquisa histórica e jornalística, temperado por sua verve direta e implacável, como o revisionismo comunista encontra-se disseminado na literatura, na história, na mídia e na política, especialmente depois da queda do muro de Berlim. Além disso, mostrou de forma cruel como os próceres da esquerda – sejam filósofos, políticos, historiadores, jornalistas e intelectuais em geral – agem para criar um sem-número de teorias escapatórias para as atrocidades comunistas, a grande maioria delas propondo-se a tentar desvincular os indeléveis crimes do passado – e do presente – daquilo que apelidaram de “ideal socialista”.

Em sua magnífica obra, Revel desmonta cada um dos inúmeros sofismas e falácias da esquerda, além de demonstrar cabalmente que, malgrado a retórica rebuscada dos seus ideólogos, a realidade é que “nenhuma das justificativas apresentadas, desde 1917, a favor do comunismo, resistiu à sua aplicação; nenhum dos objetivos que ele se propunha atingir foi atingido; nem a liberdade, nem a prosperidade, nem a igualdade, nem a justiça, nem a paz”. E, no entanto, essa erva daninha talvez nunca tenha sido tão ferozmente protegida, por tantos implacáveis defensores, como após o naufrágio soviético.

“Se alguém quiser estudar um sistema mental que funcione inteiramente dissociado dos fatos e elimine imediatamente qualquer informação que contrarie sua visão de mundo”, escreve Revel, “deve estudar a mente dos comunistas. São laboratórios insuperáveis”. Alguns podem até reconhecer a existência de uns poucos fatos abomináveis, mas sempre enfatizando que tais fatos não guardam qualquer relação com a essência do comunismo. Seriam, no máximo, uma perversão do sistema, mas jamais uma decorrência dele.

A repressão em campos de concentração ou em cárceres diversos, os processos sumários e fraudulentos, os expurgos assassinos, as ondas de fome provocadas por programas estupidamente planejados e pavorosamente executados acompanharam todos os regimes socialistas, sem exceção, ao longo da história. “Seria fortuita esta associação?” – questiona o velho Revel. “Será que a verdadeira essência do comunismo reside no que jamais foi, ou nunca produziu? Que sistema é esse, que dizem ser o melhor, porém dotado dessa propriedade sobrenatural de nunca conseguir colocar em prática senão o contrário do que prega? Que linda cerejeira será essa, na qual, por um acaso incompreensível, só brotam cogumelos venenosos?”

É inútil tentar descobrir qual dos regimes totalitários do século XX foi o mais bárbaro, porque ambos impuseram a tirania, o pensamento unificado e deixaram como herança uma montanha de cadáveres. O parentesco do comunismo com o nazismo é, para a esquerda em geral, um tema sempre delicado e, como qualquer tabu, sabiamente escamoteado. Por exemplo, quando um ideólogo marxista, como Stalin, se comporta como um carrasco nazista, a explicação é simples: a culpa é do personagem e de seu caráter perverso, nunca do sistema. Stalin seria então um verdadeiro nazista, apenas fantasiado de comunista.

Para que se tenha uma idéia de como pode ser dramática a inversão de valores produzida pelos sofistas da esquerda, quase sempre valendo-se da verborragia “politicamente correta”, basta lembrar que, aos olhos da maioria do público mundo afora, os grandes vilões da atualidade, estigmatizados e vitimados pelos mais sórdidos preconceitos, somos justamente nós, os malvados anticomunistas – alguns raros e teimosos abnegados, que ainda insistem na luta para desmascarar os verdugos da liberdade e fulminar seus sórdidos subterfúgios.

Enquanto isso, do outro lado, os anjinhos comunistas desfilam sua utopia pelos palanques, pelas salas de aula, pelas redações dos jornais e pelos púlpitos das igrejas sem que quase ninguém veja aí qualquer problema. Não importa que o comunismo, com seu amontoado de trapaças ideológicas, continue matando pessoas no Tibete, na Coréia do Norte, na China ou em Cuba. Não importa tampouco que ele continue sendo uma importantíssima ferramenta nas mãos de tiranos, sempre dispostos a instalar regimes de opressão em nome da defesa dos oprimidos – como ocorre amiúde em diversos países latino-americanos.

Embora seja indelével a identidade e a afinidade, em essência, entre o comunismo e o nazismo, existe uma diferença importante a distinguir nos dois modelos. Como muito bem lembrado por Revel, “Hitler desde sempre demonstrou sua hostilidade à democracia, à liberdade de expressão e de cultura, ao pluralismo político e sindical. Além disso, nunca escondeu sua ideologia racista e (...) anti-semita. Por conseguinte, partidários e adversários do nazismo situavam-se, desde o começo, de um lado ou de outro de uma linha divisória traçada nitidamente”. Em resumo, não houve decepções com o nazismo, já que seu líder cumpriu fielmente o que prometera.

Já o comunismo é diferente, “pois emprega a dissimulação ideológica, veiculada pela utopia. Promete a abundância e provoca miséria; promete a liberdade, mas impõe a servidão; promete a igualdade e leva à mais desigual das sociedades – com a nomenklatura, classe privilegiada a tal ponto como jamais se conheceu, nem mesmo nas comunidades feudais. Ele promete ainda respeito à vida humana, mas realiza execuções em massa; promete o acesso de todos à cultura, mas leva ao embrutecimento generalizado; promete o “novo homem”, mas o fossiliza”.

O nazismo, portanto, abriu o jogo desde o início. Já o comunismo é insidioso e sempre se escondeu atrás da utopia. “Isso lhe permite satisfazer o apetite pela dominação e pela servidão sob o disfarce da generosidade e do amor à liberdade, perpetrar a desigualdade sob o manto do igualitarismo. O totalitarismo mais eficaz, portanto”, fulmina Jean-François, “... não foi aquele que fez o Mal em nome do Mal, mas o que faz o Mal em nome do Bem”.

continua...

O autor é empresário e formado em administração de empresas pela FGV/RJ.

Irmãos siameses - Nazismo (ou Nacional SOCIALISMO) e Comunismo (etapa final do SOCIALISMO) - Final

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por João Luiz Mauad em 15 de dezembro de 2007

Resumo: Muito embora o parentesco entre comunismo e nazismo seja incontestável sob muitos aspectos, permanece latente a recusa sistemática de qualquer paralelo entre elas.

© 2007 MidiaSemMascara.org

Após a publicação, em 1997, de O Livro Negro do Comunismo, um trabalho histórico científico que expôs de forma insofismável os crimes do totalitarismo comunista, a defesa da esquerda foi muito pouco centrada na materialidade desses crimes, desde então dificilmente impugnáveis. “Que fez ela, então? Invocou, sobretudo, a pureza de motivos que havia determinado a sua perpetração. A mesma velha história! Desde os primeiros instantes da revolução bolchevique, tivemos que engolir, ad nauseum, essa insípida poção”, resume Revel.

O nazismo e o comunismo cometeram atrocidades comparáveis, tanto por sua extensão quanto por seus pretextos ideológicos. Isso não foi, entretanto, resultado de uma “coincidência fortuita de comportamentos aberrantes”. Ocorreu, muito pelo contrário, porque ambos comungavam os mesmos princípios e idéias fundamentais, sedimentados por convicções pétreas, e – mais importante! – empregavam o mesmo modus operandi. É emblemático o fato – aliás, inconteste – de que tanto uma ideologia quanto a outra sempre defenderam – e nunca esconderam isso – a tese de que os fins justificam quaisquer meios.

O socialismo, segundo Revel, “não é mais ou menos de esquerda do que o nazismo”. A característica fundamental de ambos “é que seus dirigentes, convencidos de serem detentores da verdade absoluta e de comandarem o curso da história, sentem-se no direito de destruir os dissidentes, reais ou potenciais, as raças, categorias profissionais ou culturais, que lhes parecem entravar (...) a consecução de seus supremos desígnios”.

Por isso, prossegue Revel, “tentar distinguir entre os dois regimes totalitários, atribuir-lhes diferentes méritos em função do afastamento de suas superestruturas ideológicas, em vez de constatar a identidade de seus comportamentos reais é bem estranho, principalmente vindo da parte dos socialistas, que deveriam ter lido Marx um pouco melhor. Não se pode julgar, dizia ele, uma sociedade pela ideologia que lhe serve de pretexto, assim como não se julga uma pessoa pela opinião que ela tem de si mesma”.

“O próprio Adolf Hitler foi um dos primeiros a saber captar as afinidades entre o comunismo e o nacional-socialismo. Ele certamente não ignorava que uma estratégia política é julgada por seus atos e métodos e não pelos adornos de oratória ou pelos ‘pompons’ filosóficos que a cercam. Ele declara a Hermann Rauschning, que o relata em Hitler me disse, livro lançado ainda em 1939:

Aprendi muito com o marxismo e não pretendo escondê-lo (...). O que despertou interesse nos marxistas e me forneceu ensinamentos foram seus métodos. (...) Todo o nacional-socialismo está lá contido. Veja bem: os grêmios operários de ginástica, as células empreendedoras, os desfiles monumentais, os folhetos de propaganda redigidos em linguagem de fácil compreensão pelas massas. Esses novos métodos da luta política foram praticamente todos inventados pelos marxistas. Eu só precisei me apoderar deles e desenvolvê-los para conseguir assim os instrumentos de que necessitávamos...”.

Pode ser um tanto surpreendente para alguns – principalmente em virtude da habilidade com que a intelligentsia esquerdista contorce e escamoteia os fatos históricos – encontrarmos a mesma linha filosófica em Karl Marx e Adolf Hitler, contra quem, a propósito, é chocante a ingratidão dos atuais pensadores socialistas. Num livro de entrevistas de Otto Wagener, também citado por Revel, Hitler é incisivo:

“Agora que terminou a era do individualismo, nossa tarefa é encontrar o caminho que leva ao socialismo sem revolução. Marx e Lênin enxergaram perfeitamente o objetivo, mas escolheram o caminho errado”.

Se o Führer comungava com Marx a opinião sobre a necessidade de mutilar o individualismo, não é menos emblemática a convergência de ambos acerca do anti-semitismo. Num ensaio muito pouco conhecido – Sobre a Questão Judaica –, mas que Hitler certamente leu com toda atenção, a ponto de tê-lo praticamente plagiado em algumas passagens, Karl Marx desfere contra os judeus uma torrente de insultos coléricos, como estes:

“Qual é a origem profana do judaísmo? A necessidade prática, a cupidez. Qual é o culto profano do judeu? O comércio. Quem é o seu Deus? O dinheiro.”

Além disso, para o profeta, o comunismo seria “a organização social que faria desaparecer as condições para o comércio e tornaria o judeu inviável”. Vemos aí, claramente, a origem do ódio incontido – tanto de nazistas quanto de comunistas – ao povo judeu. Ódio este que, diga-se de passagem, perdura até os dias de hoje.

Judeu ou não, entretanto, é nitidamente o indivíduo, seja na ideologia nazista ou comunista, quem deve ser aniquilado. Aniquilação essa que, como ensina Revel, “é a própria aniquilação do ser humano, que nunca existiu de outra forma, que não individualmente”.

Muito embora o parentesco entre essas duas sórdidas ideologias seja incontestável sob muitos aspectos, além da ululante semelhança entre suas estruturas de poder e seus aparatos repressivos, permanece latente a recusa sistemática de qualquer paralelo entre elas. Segundo Jean-François, essa recusa peremptória, aliada à execração diária de um nazismo dito de direita, “serve de anteparo protetor contra um exame mais apurado do comunismo”. Ou ainda, nas palavras de Alain Besançon, citado por Revel: “a hipermnésia do nazismo desvia a atenção da amnésia do comunismo”.

O autor é empresário e formado em administração de empresas pela FGV/RJ.

Mensagem de Natal 2007

Do portal MOVIMENTO ENDIREITAR
Escrito por Olavo de Carvalho em 20 de dezembro de 2007

Interrogado sobre a data do fim do mundo, Jesus Cristo disse que era um segredo que Deus Pai guardava para si (Mateus 24:36). Esta resposta traz em si duas implicações lógicas inescapáveis.

Primeira: Cristo é o Logos Divino, a Razão Divina, isto é, o sistema eterno e vivente das leis que governam o cosmos e toda realidade possível. Se o conhecimento da data do fim do mundo pertence propriamente ao Pai e não ao Filho enquanto tal, isso significa que a chegada do fim não será determinada por nenhuma lei anterior, mas por um puro Ato de Vontade, expressão da Liberdade Divina e não propriamente da Razão Divina.

Segunda: Se a data do fim é um mistério indeslindável, a culminação ou meta final do processo histórico humano é também incognoscível, pois qualquer estado de progresso ou decadência que possa ter sido atingido numa data precisa pode ser mudado por novos desenvolvimentos imprevistos no dia ou minuto seguintes. Uma decisão eterna do próprio Deus Pai faz com que a história humana seja um processo aberto, não limitado por quaisquer fins predeterminados, nem destinado a atingir qualquer estado de perfeição predefinido.

Desde há cinco ou seis séculos, no entanto, muitos homens têm tentado persuadir a humanidade de que eles não apenas podem antever muito claramente aquele estado de perfeição, mas conhecem os precisos caminhos sociais, culturais, políticos e históricos que devem ser percorridos para chegar a ele.

Isso é o que chamo "a mentalidade revolucionária". Se os resultados históricos da sua vinda ao mundo tomaram a forma de assassinatos em massa, governos tirânicos e indescritível miséria e sofrimento, não foi porque a mente revolucionária foi traída por seus próprios representantes ou cometeu alguns pequenos erros no caminho para o paraíso terrestre prometido. Foi porque a mente revolucionária presume ser mais sábia do que o próprio Cristo. E quem presume ser mais sábio do que Cristo recusa também o Espírito Santo. A mente revolucionária é o pecado contra o Espírito Santo, pecado que não será perdoado nesta vida nem na próxima.

Nunca se deve acreditar que, com a destruição de tal ou qual regime, a mente revolucionária foi expulsa para sempre da história humana. Sob milhares de novos disfarces, alguns dos quais muito sutis e difíceis de reconhecer, ela reaparece de novo e de novo nos nossos corações e mentes, pois ela é a versão especificamente moderna da grande tentação.

Hoje, quando nos preparamos para contemplar uma vez mais o Menino Deus em seu berço humilde, por favor lembrem-se: Ele é a fonte e o limite do nosso conhecimento. Ele é a medida, a régua e a balança. Ele é o alfa e o ômega. Para além desses limites, existe apenas o mistério insondável da Liberdade Divina.

Publicado no Jornal do Brasil - 20/12/2007

Prática corriqueira de roubo e tortura

Do blog ALERTA TOTAL
Por Márcio Accioly, Quinta-feira, Dezembro 20, 2007

Que dizer de uma “administração” que cobre “caixinha” de 17% de propina nas concorrências e pagamentos dos serviços públicos? Onde os processos parem de andar se tais agrados não forem colocados nas mãos dos responsáveis pela burocracia?

Pois era isso o que acontecia no reinado de D. João VI, o Imundo, monarca que fugiu de Portugal para o Brasil, em 1807, com medo de ser aprisionado pelas tropas francesas de Napoleão que invadiram Portugal naquele ano. Nossa herança é pesada.

Quem quiser saber dessa e de outras histórias, basta examinar o excelente livro de Laurentino Gomes, “1808”, publicado pela Editora Planeta. Retrato sem retoques do nosso país e nossas desgraças.

A caixinha do século XIX nada tem a ver com notícia veiculada na Folha de S. Paulo (20/12/07), mostrando que o laptop de 100 dólares, preço pretendido pelo presidente Dom Luiz Inácio (PT-SP), em novembro de 2006, saiu por “cerca de 360 dólares”, preço ofertado pelo grupo Positivo no pregão acontecido na quarta-feira (19).

Deve ser por essa e algumas outras razões que o ex-presidente FHC (1995-2003), pretende voltar ao Palácio do Planalto, conforme anunciou em recente entrevista. Ele disse que “muitos insistem” na sua volta, mas que ele ainda não tomou qualquer decisão. O rei da sociologia só pensa em moralizar o serviço público.

Os maiores interessados pelo seu retorno devem ser os fidalgos que tomaram parte na sua gestão, já que em todas as pesquisas de intenção de voto efetuadas a população quer FHC responsabilizado pela grave desnacionalização econômica (78%) e desvios monumentais a que o “governo” Dom Luiz Inácio dá seqüência.

Ora, se o atual presidente está fazendo tudo exatamente igual ao que seu antecessor fazia, para que mudar os participantes? Se a política econômica é a mesma, se os escândalos se amontoam (com a diferença de que pelo menos algumas CPIs puderam ser instaladas), por que trocar figurantes?

Com relação ao pregão de laptops, é bom ressaltar que nada foi ainda definido e que nossas autoridades, sempre zelosas com o dinheiro público, ainda estão negociando. Afinal de contas, não se irão torrar impunemente os recursos do erário, não é verdade?

Enquanto isso, o Estado brasileiro exibe os horrores de seu mecanismo interno, com a tortura e morte de um adolescente de 15 anos numa delegacia da cidade de Bauru (SP). Ele foi vítima de choques elétricos aplicados por policiais militares.

Na seqüência, o construtor civil André Luiz Araújo Costa contou ter sido vítima também de torturas na sede do Departamento de Polícia Judiciária do Interior, Deinter 4, no dia 29 de março último. Aconteceu na mesma cidade de Bauru. Ameaçado de morte, ele resolveu contar o caso depois da repercussão da morte do adolescente.

Dessa forma, temos cenário completo do desmando administrativo que rola por todo o país. Não é apenas no Pará (e sabe-se lá mais onde), que mulheres e meninas são colocadas em celas masculinas e submetidas a estupros e outras violências.

As “autoridades” brasileiras não têm noção do que seja administração pública. Elas têm consciência, isso sim, do grau de impunidade e descaso que permeia a estrutura de poder. A maioria está aí para locupletar-se e acumular riqueza.

Agora, acontecem os indultos de Natal e de final de ano, porque a hora é de soprar, depois do ferro em brasa no couro. Que todos se cuidem. Salve-se quem puder!

E ainda tem gente que defende a pena de morte, como se ela já não fosse praticada abertamente. Os presídios brasileiros são escolas categorizadas na formação de monstros irrecuperáveis. A culpa maior é da imprensa, pela divulgação dos fatos.

Márcio Accioly é Jornalista.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

A origem da vida do ser humano e o aborto

Do portal MOVIMENTO ENDIREITAR
Escrito por Dra. Alice Teixeira Ferreira em 28 de novembro de 2007

Surgiu com o aumento da sensibilidade dos microscópios. Karl Ernst von Baer observou, em 1827, o ovo ou zigoto em divisão na tuba uterina e o blastocisto no útero de animais. Nas suas obras, Ueber Entwicklungsgeschiechteb der Tiere e Beabachtung and Reflexion descreveu os estágios correspondentes do desenvolvimento do embrião. Por isto é chamado de "pai da Embriologia moderna".

Em 1839, Schleiden e Schwan, ao formularem a Teoria Celular, foram responsáveis por grandes avanços da Embriologia. Conforme tal conceito, o corpo é composto por células, o que leva à compreensão de que o embrião se forma a partir de uma ÚNICA célula, o zigoto, que por muitas divisões celulares forma os tecidos e órgãos de todo ser vivo, em particular o humano. Com base nestas evidências experimentais, o Papa Pio IX aceitou a concepção como a origem do ser humano, em 1869. Não se trata, portanto, de um dogma religioso, mas da aceitação de um fato cientificamente comprovado. Para não dizer que se trata de conceitos ultrapassados, pode-se verificar que TODOS os textos de Embriologia Humana consultados, nas suas últimas edições, afirmam que o desenvolvimento humano se inicia quando o ovócito é fertilizado pelo espermatozóide. TODOS afirmam que o desenvolvimento humano é a expressão do fluxo irreversível de eventos biológicos ao longo do tempo, que só pára com a morte. TODOS nós passamos pelas mesmas fases do desenvolvimento intra-uterino: fomos um ovo, uma mórula, um blastocisto, um feto. Em todos os textos, os autores expressam sua admiração de como uma célula, o ovo, dá origem a algo tão complexo como o ser humano. Alguns afirmam tratar-se de um milagre.

Em 2002, na revista Nature, Helen Pearson relata os experimentos de R. Gardener e Magdalena Zernicka-Goetz, onde demonstram que o nosso destino está determinado no primeiro dia, no momento da concepção. Mais recentemente, também na Nature (2005), Y. Sasai descreve os fatores/proteínas que controlam o desenvolvimento do embrião a partir da concepção, descobertos por Dupont e colaboradores. O embriologista Lewis Wolpert chega a afirmar que o momento em que o ovo começa a se dividir é o momento mais importante de nossa vida, mais que o nascimento, casamento ou morte.

Tenta-se atualmente, através de uma retórica ideológica, justificar a morte de embriões e fetos com argumentos despidos de fundamentos científicos, tais como: "Não sabemos quando começa a vida do ser humano". Pelo visto acima, não é verdade. "O embrião humano é um montinho de células". Se fossem células comuns, certos pesquisadores não estariam tão interessados nelas. São tão extraordinárias que dão origem a um indivíduo completo. "O embrião humano não tem cérebro e é comparável à morte cerebral". Comparação absurda, pois a morte cerebral é uma situação irreversível — não há maneira de recuperar os neurônios mortos — e o embrião dispõe das células pluripotentes, que vão originar o cérebro. "O embrião com menos de 14 dias não tem consciência porque não tem tecido neural". Mas este argumento decorre apenas e tão somente da separação entre mente/alma e o corpo operada pela filosofia cartesiana.

PRIMEIRA CONCLUSÃO: O ser humano, desde o ovo até o adulto, passa por diversas fases do desenvolvimento (ontogenia), mas em todas elas trata-se do mesmo indivíduo que, continuamente, se auto-constrói e se auto-organiza. Por ser o ciclo do desenvolvimento humano relativamente longo, podemos perder a visão do todo, fixando-nos em suas partes. Daí o surgimento de estatutos que regulam fases da vida humana: o das crianças e adolescentes e o dos idosos. Torna-se necessário agora o "Estatuto dos Embriões e Fetos" ou o "Estatuto do Nascituro", para evitar que os mesmos sejam assassinados por qualquer motivo.

Alguns utilitaristas, frente à realidade destes fatos, passam agora à sociedade a responsabilidade de decidir sobre a morte do embrião e fetos humanos, já que são aceitos transplantes de órgãos de um indivíduo com morte encefálica. Contrapondo, há católicos, evangélicos, espíritas, budistas que, por motivação religiosa, têm a obrigação de se colocarem em defesa de uma população tão vulnerável como a dos nascituros, em defesa, enfim, da dignidade humana.

Assim, ser a favor da descriminalização do aborto equivale a ser conivente com o assassinato de embriões e fetos que, como vimos, já são vidas humanas. E, com isso, não há como concordar.

Atualmente, não se discute a realidade dos fatos biologicamente comprovados. Aceita-se que se está matando um ser humano através do aborto. Buscam agora justificativas "sociais" e para isto dão números falsos: O DataSUS relata 115 mortes de mulheres em 2004, no Brasil, causadas por aborto (a pesquisa não especifica se foram abortos provocados, ilegais, etc.). São enganosas as estatísticas de milhões de mortes referidas pelos que são favoráveis ao aborto.

Com relação às mulheres grávidas pobres das favelas de São Paulo, e principalmente as adolescentes, quando entrevistadas, afirmaram que seus filhos são desejados, recusaram o aborto. Querem atendimento médico e melhores condições de vida para criar seus filhos.

Ao precário atendimento do SUS quer se acrescentar o aborto. Nesta fila de espera, a gestante que deseja abortar poderá dar à luz a criança quando chegar a sua vez de ser atendida. Além disso, com tantos problemas de saúde mal atendidos ou mal resolvidos pelo SUS, não há sentido em priorizar o aborto, como querem as feministas.

Quanto às vítimas de estupro, que já sofreram um ato de grande violência, não tem cabimento se propor outro ato de igual violência, como o aborto. Num levantamento realizado em 2004 na UNIFESP, verificou-se que 80% destas mulheres grávidas por estupro se recusaram a abortar, e estão contentes com os filhos, enquanto que as 20% que realizaram o aborto estão arrependidas.

SEGUNDA CONCLUSÃO: Não há justificativas, seja éticas, seja científicas ou sociais, para se legalizar este proposto holocausto em nosso país.

Dra. Alice Teixeira Ferreira - Médica formada em 1967 na Escola Paulista de Medicina, Livre Docente de Biofísica e coordenadora do Núcleo Interdisciplinar de Bioética da UNIFESP.

Fonte: http://www.cancaonova.com

Somos capazes de conversar?

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Thomas Sowell em 20 de dezembro de 2007

Resumo: Jovens educados nas mais prestigiosas faculdades e universidades americanas estão aprendendo a lição de que a tática de “invasão de palco” pode silenciar aqueles que não estão em moda no campus, e expressões honestas de opinião podem lhes render uma suspensão.

© 2007 MidiaSemMascara.org

Há muito poucos santos dentre os povos de qualquer raça, religião, origem nacional ou orientação sexual. Ninguém deveria estar acima das críticas.

Cada vez mais, contudo, as restrições sobre o que se pode dizer a respeito de grupos de indivíduos se tornam mais rígidas. O radialista Pete Wilson, de São Francisco, descobriu isso recentemente, quando criticou uma autoridade municipal e sua amiga – não amante – com quem ele teve um filho.

O homem é gay e a mulher é lésbica, não sendo eles amantes comprometidos.

Criar um filho não é fácil, mesmo quando os pais são casados e comprometidos em permanecerem unidos. Criar um filho onde não há um relacionamento estável pode ser uma coisa de vanguarda, mas o que Pete Wilson disse foi que um filho não é um experimento.

O mesmo pode ser dito de heterossexuais, como uma mulher que, recentemente, teve um filho já na faixa dos sessenta anos. Isso é bom para aparecer na mídia, mas o que vai acontecer quando o bebê se tornar adolescente e o nível de energia da mãe tiver declinado com a idade, se ela ainda estiver por perto?

A questão real, no entanto, não é sobre heterossexuais e homossexuais, e se estende mesmo além da importante questão do interesse da criança.

A questão mais ampla para a sociedade americana é como Joan Rivers disse: “Somos capazes de conversar?”.

Os políticos “importantes” de São Francisco dizem “Não”. Eles estão exigindo que Pete Wilson se demita. Em São Francisco, ninguém pode criticar nada feito por homossexuais.

Ademais, essa atitude não está confinada a São Francisco e aos gays. Do outro lado do país, estudantes de Universidade de Columbia invadiram o palco de onde um dos Minuteman, crítico de nossas frouxas leis de imigração, tentava fazer uma palestra.

Em muitas outras faculdades ou universidades, ele não teria sido sequer convidado a falar. Muitos campi têm códigos de discurso que denominam “criar um ambiente hostil” se você diz coisas que desagradam a grupos raciais, sexuais ou outros grupos protegidos.

Jovens educados em nossas mais prestigiosas faculdades e universidades estão aprendendo a lição de que a tática de “invasão de palco” pode silenciar aqueles que não estão em moda no campus, e expressões honestas de opinião, sobre assuntos que envolvem qualquer coisa, de ação afirmativa a mulheres no exército, podem lhes render uma suspensão se eles se recusarem a humilhação e a hipocrisia de serem “reeducados”.

Enquanto isso, esquerdistas no Congresso vêm, há muito tempo, advogando uma volta à chamada doutrina da “justiça”, que exige um “equilíbrio” em programas de rádio. Programas de rádio são majoritariamente conservadores simplesmente porque os programas esquerdistas fracassaram repetidamente em atrair a audiência.

Publicado por Townhall
Tradução Antônio Emílio Angueth de Araújo




Thomas Sowell é doutor em Economia pela Universidade de Chicago e autor de mais de uma dezena de livros e inúmeros artigos, abordando tópicos como teoria econômica clássica e ativismo judicial. Atualmente é colaborador do Hoover Institute.

Brasil, um País de Tolos: Pesquisa revela que 53% dos jovens de 15 a 24 anos não estudam nem trabalham

Do blog ALERTA TOTAL
Quinta-feira, Dezembro 20, 2007. Por Jorge Serrão

Cada vez mais o Brasil se consolida como um “País de Tolos”. Não é outra a definição de um País no qual 20% da população (na faixa de 15 a 24 anos) não estudam e nem trabalham. Para ser mais exato, 53,1% dos 35 milhões de jovens nessa faixa etária não freqüentam salas de aula. O resultado catastrófico, medido pela Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana, foi divulgado no mesmo dia em que o desgoverno comemorou o crescimento do número de matrículas em cursos superiores.

As faculdades comemoram a enxurrada de dinheiro do Prouni para aumentar seus lucros e financiar estudantes com capacidade intelectual duvidosa para cursar o ensino superior. Azar dos professores que são obrigados a ganhar mal para aturar uma maioria que só deseja “comprar o diploma universitário” com o dinheiro público. O Índice de Desenvolvimento Juvenil foi calculado cruzando dados do IBGE (raça, renda, gênero e localização geográfica) com outros números dos ministérios da Saúde e da Educação.

Enquanto isso, a turma do poderoso Lula foi mal sucedida no golpe político do laptop subsidiado. O governo federal não conseguiu fechar ontem a compra do famoso "laptop de US$ 100". Gastou-se um dia e meio em negociações. Mas os lances do pregão para aquisição do computador portátil ficaram "muito acima da expectativa". O preço mínimo, ofertado pelo grupo Positivo, foi de R$ 654. O valor ficou em US$ 360. Foi muito mais do que prometera o chefão Lula da Silva, em novembro de 2006.

Lei imbecil

Um projeto de lei absolutamente imbecil, elaborado pelo governo de São Paulo, obriga as empresas que produzem e comercializam água mineral, refrigerantes e outras bebidas a abolir, num prazo de seis anos, o uso das garrafas plásticas, conhecidas como PET.

Fabricantes de cerveja que usarem o plástico antes de a medida entrar em vigor terão um ano para se adequarem à lei.

O governo José Serra joga o sofá pela janela para punir a mulher ou o marido infiel – como na famosa piada.

A culpa dos danos ambientais não é das garrafas PET, que podem ser recicladas, gerando renda, mas sim da falta de consciência sobre a reciclagem, em que o governo deveria investir, antes de baixar uma lei que altera toda a organização produtiva das empresas.

wibiya widget

A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".