Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Organização dos Estrumes Americanos a serviço do totalitarismo do Socialismo do Século XXI, a sociedade sociopata do Foro de São Paulo

Fonte: FUERZA SOLIDARIA
28 Sep 2009

EDITORIAL com Alejandro Peña Esclusa da Fuerza Solidaria e da UnoAmérica.



Algo muy grave está pasando con los organismos multilaterales latinoamericanos. En lugar de defender la democracia y las libertades, como les corresponde hacer, están favoreciendo los intereses del totalitarismo chavista. En el editorial de esta semana, Peña Esclusa explica el por qué de este extraño comportamiento y hace un llamado a los venezolanos para que no hagan caso a la OEA y busquen caminos pacíficos, democráticos y constitucionales -más no electorales- para lograr un cambio de gobierno.

terça-feira, 3 de março de 2009

Nota do Presidente de UnoAmérica em Washington

visite também o outro blog da Graça, o OBSERVATORIO BRASILEÑO, em espanhol


Presidente de UnoAmérica em Washington

“É difícil que Chávez chegue a 2012”


Trecho do artigo abaixo, íntegra AQUI. Não deixa de ouvir a entrevista no NOTALATINA.

"Caracas, 3 de março – O presidente de UnoAmérica, Alejandro Peña Esclusa, encontra-se de visita a Washington para apresentar seu novo livro The Sao Paulo Forum: A Threat to Freedom in Latin America e para manter reuniões com diversas instituições, dirigentes políticos, analistas, comunicadores e estudantes universitários.


Nas entrevistas concedidas aos meios de comunicação norte-americanos e nas reuniões realizadas, Peña Esclusa explicou os alcances de UnoAmérica, plataforma de ONGs latino-americanas que se opõem ao Foro de São Paulo. Também advertiu sobre o perigo que significa para as democracias ocidentais a aliança entre o Socialismo do Século XXI e o fundamentalismo islâmico.


A seguir, se anexa o áudio da entrevista radial que Flor Arriaga e Ana Mercedes Díaz fizeram a Peña Esclusa, onde este faz um resumo de sua visita, realiza um diagnóstico da situação continental e propõe soluções para a crise política e econômica que a região vive." 

Íntegra AQUI. Não deixa de ouvir a entrevista no NOTALATINA.

domingo, 1 de março de 2009

Chávez, Ahmadinejad e a nova “crise dos mísseis”

FUERZA SOLIDARIA

por Alejandro Peña Esclusa
28 de fevereiro de 2009


Em 6 de janeiro de 2009, Hugo Chávez expulsou o embaixador de Israel na Venezuela. No dia seguinte, o grupo terrorista Hamas felicitou publicamente a “valente medida do presidente venezuelano”. Três semanas mais tarde, depois de reiterados discursos anti-semitas por parte de funcionários venezuelanos, a Sinagoga Tiferet Israel em Caracas foi selvagemente profanada. Os perpetradores foram posteriormente capturados pela polícia, porém não há dúvida de que atuaram incentivados pelo discurso oficialista.


Os fatos não são casuais. São o resultado dos múltiplos acordos políticos e econômicos firmados entre Chávez e o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que prometeu “apagar Israel da face da Terra”. Cabe perguntar: a que se deve esta estranha aliança entre um dirigente marxista venezuelano e um líder fundamentalista iraniano?


Em que pese o mito do suposto apoio com que Chávez conta, a realidade é que ele se mantém no poder devido à fraude eleitoral, à compra de consciências, à repressão contra seus adversários e o medo generalizado. Chávez sabe muito bem que, com a queda do preço do petróleo, enfrentará muito em breve uma situação muito difícil caracterizada pela inflação, o desemprego e o desabastecimento.


Frente à crise, os venezuelanos exigirão resultados concretos que Chávez será incapaz de lhes proporcionar. Além disso, o culparão por não ter feito previsões nos tempos de bonança e por ter diesperdiçado milhares de dólares em sua revolução continental. De modo que não lhe restará outro remédio senão recorrer à repressão para refrear a população.


Chávez não acredita que os militares venezuelanos estejam dispostos a cometer delitos de lesa-humanidade para sustentar seu governo. As milícias e as forças para-militares oficialistas não estão suficientemente preparadas. As FARC colombianas – aliadas incondicionais de Chávez – estão sendo desmanteladas. Portanto, Chávez necessita de outra força de choque capaz de conter o descontentamento popular e aferrá-lo no poder.


Em finais de 1962, se apresentou a Fidel Castro uma situação similar à que hoje vive Chávez. Apesar de haver derrotado seus adversários na Baía dos Porcos, Castro ficou debilitado e preocupado. A solução para seu dilema foi emprestar o território cubano para a colocação de mísseis nucleares soviéticos alinhados para os Estados Unidos. Como conseqüência da “crise dos mísseis”, foi assinado um acordo entre Kennedy e Kruschev que, dentre outras coisas, serviu para manter o regime castrista até a presente data.


Chávez, pupilo de Fidel Castro, aprendeu a lição; só que substituiu a ameaça soviética do século XX pela ameaça moderna do século XXI: o fundamentalismo islâmico. Chávez pretende emprestar o território venezuelano aos grupos terroristas do Oriente Médio, não só para que o defendam internamente com o uso das armas, mas para ter uma poderosa ferramenta de dissuasão para com seus adversários internacionais.


Como se fosse pouco, Chávez exportou sua estratégia de terror abrindo a seu “irmão” Ahmadinejad as portas da Bolívia, do Equador e da Nicarágua, cujos governos também assinaram acordos políticos e econômicos com o Irã. Se semelhante loucura não for freada logo, desta vez a “crise dos mísseis” ocorrerá em nível continental.


Tradução: Graça Salgueiro

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

UNOAMERICA - The Foro de São Paulo. A Threat to Freedom in Latin America

 
 

The Foro de São Paulo. A Threat to Freedom in Latin America
Por  Alejandro Peña Esclusa
 
Politica The demolition of the Berlin Wall and the implosion of the Soviet Empire in 1990, in addition to the adoption of private enterprise in China, led to the belief that the long nightmare of the Marxist social engineering experiment was over. The world was moving towards globalization- depicted by the phrase “global village”.
 
Martes, 24 de Febrero de 2009


Prologue


The demolition of the Berlin Wall and the implosion of the Soviet Empire in 1990, in addition to the adoption of private enterprise in China, led to the belief that the long nightmare of the Marxist social engineering experiment was over. The world was moving towards globalization- depicted by the phrase “global village”. The once powerful communist parties of Western Europe were shamed into changing their names and doctrine. In Latin America, the only Marxist country was Cuba, suffering under the iron fist of a senile dictator. Cuba had just lost the Soviet subsidies that allowed it to pay for its oil and food. The predictions of Francis Fukuyama, in the sense that ideology would no longer subsist, rang true. Liberal economics would be the rule the world over.


Many in Colombia, myself included, thought the communist guerrillas –FARC and ELN- would quickly sue for peace. At the time, there was little inkling that they would prosper and grow by becoming masters of the “up-stream” end of the drug trade. No one heeded to a desperate initiative set in motion by Fidel Castro, who urgently needed to break out of his isolation. Castro turned to the leader of the most powerful leftist party in the Americas: Luiz Inácio Lula da Silva of the Worker’s Party of Brazil (PT). Lula had nearly won the presidency a year before. Together, they arranged the largest meeting of leftist parties and terrorists ever held on the Continent. The event was hosted by Lula in Sao Paulo, his power base. Elsewhere on the Continent, communism was in a profound crisis. The Sandinistas would lose power in 1990, in an election forced upon them, and the communist insurgency in El Salvador was on the wane.


It was in those difficult times, having lost the support and guidance of Moscow, that the Sao Paulo Forum (FSP) was born. It would become a broad and effective alliance of communist parties and guerrilla movements that would soon make spectacular progress towards recovering lost ground and advancing the Marxist cause throughout the Continent. It included communist parties and others with different names but similar ideologies, as well as terrorist movements. This was quite in line with the Marxist doctrine on the combination of all forms of struggle. Along with the Colombian Communist Party, the FSP included the Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) and the Ejército de Liberación Nacional (ELN), the Peruvian Communist Party, the MRTA guerrillas and similar combinations in other countries.


Few politicians or democratic leaders on the Continent took notice of the newborn threat. They thought it was just another rabble of loud Marxists, nostalgic for the collapsed Soviet Empire, a group organization that would be convened every so often to denounce cruel and heartless capitalism and the imperialistic United States. After all, it now seemed that communism was effectively dead, a painful aberration of history, and - like Nazism before it - would soon become politically irrelevant.


What a serious mistake! There were, of course, long speeches and Marxist rhetoric, but the FSP would be much more than the usual talking meeting. It is a real continental organization, much more effective than Stalin’s stodgy COMINTERN. In fact, the mutual support among its members has allowed communists, sometimes in alliance with more moderate parties, to rise to power in Argentina, Brazil, Chile, Uruguay, Paraguay, Bolivia, Ecuador and Nicaragua. That same solidarity also allowed Marxism to survive in Cuba, after a half century of economic failure. The FSP candidates lost presidential elections by slim margins in Mexico and Peru. Luck played its part in that success. Hugo Chavez, after a failed coup in 1992, was pardoned and released from prison by President Caldera. He was elected president of Venezuela in 1998. His party, Movimiento V República (MVP), had joined the FSP in 1995. Oil prices, long stagnant, would soon start their climb to record highs. Chavez used his oil revenues to fund candidates of his choice and to buy the votes of small Caribbean island states. The FSP’s next target is El Salvador, where the party of the former FMLN guerrillas, generously funded by the clownish Venezuelan president, has a good chance of winning the presidency.


The FSP has developed strategies and techniques to gain power through democratic elections. Several campaigns and political parties have been funded through PDVSA, the Venezuelan state-owned oil company, and the FARC have contributed to others. Once power is secured, there are strategies to hold on to it. One is, of course, and not surprisingly, to develop popular hatred of the “Empire” (the US), as well as class confrontation. But, beyond that, most regimes have fueled ethnic mistrust.


The governments try to give the impression that they are following democratic procedures, but electoral fraud is used blatantly, and all power is concentrated eventually in the executive branch. A new constitution is drafted - one that concentrates power in the executive branch and allows repeated reelection. The armed forces that fought armed subversion are reduced through “judicial warfare,” which includes disowning laws on amnesty for the military but, of course, not for terrorists. Violent militias or pressure groups, outside formal government control, are organized to intimidate the opposition –along the line of Hitler’s infamous “brown shirts”.


One of the few who has called attention to the FSP and its importance is Alejandro Peña-Esclusa. He has traveled to a number of countries to warn anyone who would listen about the threat to freedom and democracy on the Continent posed by the FSP. Few listened, and fewer still did anything to counteract the threat. For the press, all of this was not newsworthy. Government leaders usually do not see threats beyond their borders. Business leaders do not look much beyond their next accounting period, and many think they can somehow deal with any government that comes to power.


In the Colombian case, it has long been known that Chávez and Correa supported the FARC guerrilla in various ways, including safe havens and easy access to weapons and supplies. Glaring proof of this was found in the computer files of Raúl Reyes, the FARC’s second in command, killed in Ecuador by an air strike on his camp in Ecuadoran territory. The strike was carried out by the Colombian Air Force. The Colombian government has leaked a minimal part of the contents of those files, but has decided to keep most of the evidence secret, in the hope of maintaining good relations with its neighbors and trading partners. One example is the evidence concerning Brazilian government officials who had extensive relations with the FARC. The FSP is a threat to all democracies and the Reyes files should be open to all, especially to those who now suffer under FSP dictatorships and those who are endangered by the FSP conspiracy.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

"Habrá fraude el 15 de febrero"

SOY LATINOAMERICANA
Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009


Caracas, 12 de febrero (Tips Revolucionarios).- Alejandro Peña Esclusa, Presidente de Fuerza Solidaria Venezuela, dio sus opiniones sobre el proceso del referéndum que el pueblo venezolano enfrentará el domingo 15 de febrero, con el cual, el gobierno de Hugo Chávez podría reelegirse indefinidamente. 

Para Peña Esclusa, uno de los férreos opositores a Chávez, la posibilidad de fraude es muy alta ya que Chávez no está dispuesto a entregar el poder, entre otras cosas, porque de salir, iría directamente a la cárcel por los numerosos delitos que ha cometido. 

Por otro lado, advierte que en el futuro próximo, Venezuela puede verse inmersa en una ola de violencia y desobediencia civil ya que el pueblo no estará dispuesto a soportar a un dictador eterno y por lo mismo cree, que para que Venezuela pueda sacar a Chávez del poder, solo será posible con la presión ciudadana en un proceso de rebelión.

"Chávez cometerá fraude" esta es la posición de Alejandro Peña Esclusa, presidente de Fuerza Solidaria Venezuela, quién nos dio sus análisis sobre el referéndum que el pueblo Venezolano enfrentará este domingo, para darle poderes de reelección al gobierno.


La entrevista completa se encuentra en los siguientes link:






quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Ditadura "proletária" na Venezuela - COMUNICADO DE FUERZA SOLIDARIA

PAPÉIS AVULSOS do HEITOR DE PAOLA

Fuerza Solidaria chama a impedir a emenda e a livrar-se de Chávez 


*Alejandro Peña Esclusa


Caracas, 1 de dezembro – A emenda constitucional proposta hoje por Hugo Chávez, que o autorizaria a reeleger-se pela terceira vez, constitui não somente um golpe de Estado, como também uma trapaça com o povo venezuelano que se pronunciou em 2 de dezembro de 2007 contra essa possibilidade.


Desconhecer a vontade popular, claramente expressada em 2 de dezembro, é uma flagrante violação do Artigo 5 da Constituição. É um crime evidente, que soma-se à longa lista de crimes cometidos por Chávez: o massacre de 11 de abril, os vínculos com as FARC, os nexos com o fundamentalismo islâmico, o desperdício de nossos recursos para financiar seus aliados no exterior, a destruição das instituições democráticas, a fraude eleitoral e muitos outros mais.


Chávez demonstrou – uma vez mais – ser um golpista, um homem que não acredita na democracia e que fará todo o possível para permanecer no poder indefinidamente. Retrocederá e fará certas concessões quando lhe convenha, como fez em 2 de dezembro, para depois retomar seu curso ditatorial.


Por isso, Fuerza Solidaria considera que não é suficiente impedir a emenda. Ademais, há que se buscar um mecanismo pacífico, democrático e constitucional para conseguir uma mudança de governo durante o ano de 2009. Até quando permitiremos que a Venezuela continue se destruindo? Até quando agüentaremos que nossos recursos sejam usados para financiar ditaduras em outras nações? Até quando permitiremos que a&nbspdelinqüência continue desmembrando as famílias venezuelanas? Só porque o período de Chávez termina em 2012? Só por isso estaremos condenados a sofrer mais quatro anos de ditadura?


Chávez foi revogado em 2004. Cometeu fraude em 2006. E se isso não fosse motivo suficiente para promover uma mudança de governo, há um argumento de maior peso ainda: um funcionário que delinqüe não pode permanecer em seu cargo, embora seu período continue vigente. No momento mesmo de cometer o crime o mandato fica anulado e o cargo revogado. E hoje Chávez tem delinqüido de forma pública e notória.


O esforço que se necessita para impedir a emenda e evitar sua reeleição, é exatamente o mesmo que se requer para conseguir uma mudança de governo. De modo que: por que não aproveitar para resolver a situação de uma vez por todas?


*Presidente de Fuerza Solidaria


Tradução: Graça Salgueiro 

terça-feira, 25 de novembro de 2008

FUERZA SOLIDARIA APOYA TERCEROS

PAPÉIS AVULSOS do HEITOR DE PAOLA

ENTREVISTA DE ALEJANDRO PEÑA ESCLUSA À LA PRENSA GRÁFICA DE EL SALVADOR


Escrito por Luis Laínez 

Ouça o áudio aqui
 


Alejandro Peña Esclusa se la pasa viajando. Hubo un tiempo que también fue candidato presidencial en su país, Venezuela, pero, por ahora, él es el presidente de la ONG Fuerza Solidaria. Hace dos semanas estuvo en El Salvador para visitar al capítulo local, al cual responsabiliza de los anuncios en contra del FMLN, eso sí, expresando que todos dicen la verdad y que se basan en lo que dicen y hacen farabundistas y el gobernante venezolano, Hugo Chávez.


Peña Esclusa dice que ha lanzado una cruzada por todo el continente para desenmascarar a los partidos que son miembros del Foro de São Paulo (FSP), una organización de izquierda.


Aunque hace distinción entre “moderados” y “radicales” en el FSP, dice que en última instancia se apoyan entre ellos. Es así como explica que el mandatario brasileño, Luiz Inácio “Lula” da Silva, sea quien más apoyo político le ha dado a Chávez o que Piedad Córdova, del Polo Democrático Alternativo de Colombia, no condene los actos terroristas de las FARC, sino que los justifique.


“Nuestra preocupación con las FARC no es cómo piensan, sino que ellos secuestran, trafican droga, asesinan... Y lo que nos preocupa de otros que andan con ellos es que en lugar de denunciar los crímenes, los ayuden. Ese es el caso de José Luis Merino. ¿Por qué él les ayuda sirviéndoles de puente con contrabandistas de armas australianos?”, expresa Peña Esclusa minutos después de aclarar que sus opiniones no son para meterse en política interna.


Usted representa a Fuerza Solidaria, de Venezuela. ¿Lo que hay en El Salvador es una filial?


Fuerza Solidaria es una ONG, originalmente fundada en Venezuela, pero con un plan de desarrollo continental. Teníamos un equipo que hizo una investigación de cómo Estados Unidos, Alemania y Japón se convirtieron en potencias industriales y cómo se puede aplicar a América Latina. Esto siguió así hasta que en 1990 se funda el Foro de São Paulo. Entonces, los fundadores de Fuerza Solidaria, que no existía con estatutos, pero sí trabajábamos juntos, reorientamos nuestros esfuerzos. Hubo dos eventos muy importantes: en 1995 Chávez se inscribe al Foro de São Paulo y le dicen: ‘Nosotros te ayudamos a llegar a la presidencia y cuando seas presidente, tú nos ayudas a nosotros’. El segundo acontecimiento es que en 1998 Chávez llega a la presidencia y comienza a utilizar los recursos del Estado venezolano para apoyar a sus aliados de toda América. Fuerza Solidaria se instituye y comienza a viajar y se van conformando capítulos locales o, en su defecto, alianzas con ONG.


En El Salvador, Fuerza Solidaria es conocida por sus anuncios. Hay demandas del FMLN por injerencia extranjera y lavado de dinero. ¿Qué les contesta?


En primer lugar, que polémicas por Fuerza Solidaria hay por toda América Latina. Nuestros adversarios dicen que se trata de operaciones en contra de ellos. En Bolivia nos han criticado por lo que decimos de Evo Morales y su subordinación a Chávez. O la campaña que hemos hecho contra las FARC y el Polo Democrático Alternativo en Colombia. O las actividades que hemos tenido en Argentina y Uruguay. Tenemos libros circulando en inglés, español y portugués por toda América. No es una organización creada exclusivamente para El Salvador.


¿Y sobre la injerencia extranjera?


No es injerencia porque quienes conforman el capítulo salvadoreño de Fuerza Solidaria son ciudadanos salvadoreños. Uno de ellos ha salido a la luz pública. Y tengo entendido que ellos van a salir a la luz y presentar su membresía. Lo dejo a su criterio. Así que son salvadoreños y tienen derecho a opinar sobre los asuntos internos de su país. En mi caso, soy un invitado, un analista, pero quienes publican anuncios aquí son salvadoreños. Y luego, el financiamiento, en todos los países en donde operamos proviene de la empresa privada, que ve que nuestro trabajo es importante. Donde sí creo que hay intervención extranjera es de Chávez a El Salvador. Siempre hemos dicho que el financiamiento al FMLN se da de manera encubierta a través de Petrocaribe y ALBA a las alcaldías y eso sí es una injerencia descarada y pública. Si Chávez quiere ayudar al pueblo salvadoreño, debe tomar el teléfono y llamar al presidente Saca, que es el representante del pueblo salvadoreño y hablar con él para que todos los salvadoreños se beneficien de las condiciones especiales del petróleo venezolano. Pero, no. Él lo hace exclusivamente con las alcaldías del FMLN, bajo unas condiciones favorables, no para el pueblo, sino para el FMLN.


Los anuncios de Fuerza Solidaria para mostrar los vínculos del FMLN con Chávez son considerados por ese partido como campaña sucia y ha presentado denuncias. ¿Busca llevarle votos a ARENA?


Sería campaña sucia si Fuerza Solidaria hubiese sido creada artificialmente en El Salvador como un instrumento para combatir al FMLN. Pero uno de los elementos que prueba que no se trata de eso es que Fuerza Solidaria existe desde hace muchos años y opera en América Latina. Y de eso hay numerosísimas pruebas. Segundo, nada de lo que dice Fuerza Solidaria es mentira, pero no está diseñada para desenmascarar al FMLN, sino al Foro de São Paulo, en general, no solo al Frente. Pero es que el Frente son los representantes locales del Foro de São Paulo y, por lo tanto, nos preocupa sus alianzas con las FARC. Nos preocupa que José Luis Merino haya aparecido en el computador de Raúl Reyes como el hombre que le hace a las FARC los trá-mites con contrabandistas australianos. Nos preocupa que José Luis Merino viaje a Venezuela y se reúna en el estado de Zulia con Chávez y con Orestes Ortez, también del FMLN, y digan ahí que van a salvar a El Salvador y que van a hacer una nueva Cuba. Son ellos los que muestran esos vínculos. Todas las cuñas que he visto están basadas en lo que Chávez y el Frente dicen. Es, simplemente, revelar una realidad y resaltarla públicamente. Me da la impresión que la expresión “guerra sucia” la acuñó el Frente para amedrentar aFuerza Solidaria y para que no diga la verdad. La manera en que el segundo partido político más importante de El Salvador le está cayendo a una pequeña ONG me recuerda la manera en cómo Chávez le cayó a RCTV.


¿No cree que con su trabajo está favoreciendo a ARENA?


Es cierto que en cierto momento esté beneficiando a terceros... En Colombia hay gente que piensa que estamos beneficiando a Uribe en Bolivia, al Comité Cívico Santa Cruz en Argentina, a la oposición... y así sucesivamente. Cada quien interpreta nuestra labor de acuerdo a su cristal. Fuerza Solidaria surge para llevar un proyecto de desarrollo continental que combata la pobreza y, como algo secundario, desenmascarar el plan de esa organización narcoterrorista y peligrosa que es el Foro de São Paulo. Ahora bien, si en esa actividad hay grupos políticos que le sacan provecho... nosotros no vamos a dejar de decir la verdad... cada país tiene que ver cómo resuelve sus cosas internamente. Las críticas para ARENA... habrá que resolverlas dentro del ambiente de democracia y libertad, pero no entregándole el país a Chávez.


LA PRENSA GRÁFICA publicó una investigación sobre la importación de abono que hizo una empresa formada por dirigentes del FMLN que provienen del Partido Comunista. El producto viene de Venezuela y fue pagado a una empresa en Islas Vírgenes. ¿Han detectado un procedimiento similar en otros países?


La financiación ilegal de partidos políticos del Foro de São Paulo por parte del Gobierno venezolano es política de Estado. Los maletines de Antonini son política de Estado de Hugo Chávez. En Argentina se hizo a través de maletines (llenos de millones de dólares) a Cristina Kirschner y a los piqueteros. Al Frente Sandinista y al Frente Farabundo Martí, a través de los acuerdos petroleros y de productos derivados del petróleo, como petroquímicos, el abono que denunció LA PRENSA GRÁFICA. Se hace a través de la compra de bonos de manera irregular e inaceptable, los $6,000 millones de deuda argentina. Está el caso de las Casas del ALBA en Perú, que sirven para financiar a Ollanta Humala. Está el caso del financiamiento de las actividades de Andrés Manuel López Obrador, del Partido de la Revolución Democrática en México. Y el financiamiento de campañas, en general, en toda la América Latina, pero a cambio de una contraprestación. Chávez financia las campañas de todos estos individuos, que son todos miembros del Foro de São Paulo. Si ganan las elecciones, ya no son soberanos ni independientes, sino que trabajan para Chávez. Eso es lo que ocurre con Evo Morales.


Chávez llega al poder a raíz del resquebrajamiento de la estructura de partidos políticos, que no es el caso salvadoreño, pero a través de votaciones democráticas. También Evo Morales llega al poder con un partido no tradicional, al igual que Rafael Correa. ¿No se trata de que es culpa de las personas que detentan el poder porque al final la gente vota por el mal menor?


Claro. Aquí hay un problema de fondo: que nuestros gobernantes no han sabido resolver el problema principal de América, que es la pobreza. El continente más rico en recursos del planeta mantiene un alto grado de pobreza, con lo que conlleva ignorancia, falta de vivienda… en fin. Los integrantes del Foro de São Paulo prometen un cambio frente a los partidos tradicionales. Y llegan al poder por la vía democrática sin ser democráticos. Primero intentan la vía armada, como las FARC, Evo Morales o como Chávez, que intentó un golpe de Estado o como el Frente que impulsó una guerra en Nicaragua. Tratan de obtener el poder por la vía de las armas, pero como no pueden, se disfrazan de demócratas para llegar por la vía electoral. Cuando llegan al poder, destruyen las instituciones para perpetuarse en el poder. La figura que se utiliza, que se experimentó primero en Venezuela y luego se exportó a Bolivia y Ecuador, y que pretende exportarse a Nicaragua y El Salvador, es el de la Asamblea Constituyente. Con la excusa de que hace falta una nueva Constitución, se acaba con los poderes públicos instituidos, se nombran otros subordinados al Ejecutivo y se comienzan a aprobar reformas electorales, a aprobar la reelección, a controlar el sistema judicial, a cerrar medios de comunicación… Y se construye una dictadura de tercera generación: no fusilan gente como hizo Fidel Castro fusilan instituciones. Y construyen una dictadura desde la democracia. Es una especie de ‘síndrome de inmunodeficiencia política’: se meten dentro de los anticuerpos de la dictadura, los matan y no hay nada qué hacer.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".