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sábado, 23 de junho de 2012

Painel “RioMENOS20”: refutação séria e profunda das fraudes e das tramas da ofensiva ambientalista entusiasma auditório

 

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sábado, 23 de junho de 2012

Painel do IPCO “RioMENOS20 – O que os jornais não irão publicar sobre a Rio+20  – Mitos e verdades sobre o desenvolvimento sustentável”

Painel do IPCO “RioMENOS20 – O que os jornais não irão publicar sobre a Rio+20
– Mitos e verdades sobre o desenvolvimento sustentável”

No Clube Homs de São Paulo teve lugar o Painel“RioMENOS20 – O que os jornais não irão publicar sobre a Rio+20 – Mitos e verdades sobre o desenvolvimento sustentável” com a presença de numeroso público.

Os palestrantes foram o PhD em Meteorologia, Luiz Carlos Molion, professor de Climatologia e Mudanças Climáticas da Universidade Federal de Alagoas, que desenvolveu o tema “Mudanças climáticas: realidade ou mito”;

– o Dr. José Carlos Sepúlveda da Fonseca, analista político do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira – IPCO;

Dom Bertrand de Orleans e Bragança, príncipe imperial do Brasil e coordenador da campanha Paz no Campo.

De início, Daniel Martins fez um breve apanhado da campanha realizada nesta semana em logradouros públicos do Rio de Janeiro por 20 jovens cooperadores do IPCO. Com suas becas e grandes estandartes eles distribuíram folheto editado pelo Instituo destinado a informar o grande público sobre as ameaças contidas na ofensiva ambientalista mundial, e as fraudes científicas sobre as quais pretende se fundamentar.

Sepúlveda da Fonseca: Rio+20 à luz do pensamento  e das teorias de ação de Plinio Corrêa de Oliveira.

Sepúlveda da Fonseca: Rio+20 à luz do pensamento
e das teorias de ação de Plinio Corrêa de Oliveira.

A continuação, José Carlos Sepúlveda da Fonseca analisou a Rio+20 à luz do pensamento e das teorias de ação do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira. Ele acentuou a obscuridade e indefinição dos termos medulares da investida ambientalista, notadamente a expressão “desenvolvimento sustentável”.

Todas as pessoas que querem se exibir como modernas e no vento, disse ele, pronunciam o termo “sustentável” sem, entretanto, saberem bem o que que significa.

Ele mostrou, à luz do ensinamento do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, que “desenvolvimento sustentável” e/ou “sustentabilidade” é um termo “talismânico”.

Quer dizer, uma expressão que sofre uma torsão para englobar múltiplos significados indefinidos com a finalidade de desarmar os espíritos e predispô-los a aceitar uma ideologia que está escondida por detrás.

Com profusão de documentos, Sepúlveda da Fonseca mostrou como esse “talismã” ideológico está sendo utilizado na Rio+20 para justificar o aborto, a “ideologia de gênero”, o movimento anti-“homofobia”, a investida contra a propriedade privada, a ainda outras metas diversas. Esta pluralidade de torsões analisada em detalhe apresenta um fundo único: a ideia de que todo o que o mundo conheceu até agora como cultura, civilização, progresso, desenvolvimento virou “insustentável”, explicou.

E em última análise, como se pôde ver na Rio+20, o objetivo não confessado porém mais dinâmico da “sustentabilidade” é um retrocesso que visa abandonar hábitos de consumo, de vida e de costumes civilizados e imergir na vida tribal, tão elogiada na Rio+20.

A exposição do Prof. Molion  foi acompanhada com vivo comprazimento

A exposição do Prof. Molion
foi acompanhada com vivo comprazimento

O prof. Molion desenvolveu com ciência segura e clareza didática as fraudes científicas a respeito do suposto “aquecimento global”. Com abundância de esquemas e gráficos mostrou que os dados satelitais desmentem a teoria aquecimentista. E, pior ainda, apontam com a força dos números uma tendência ao resfriamento do clima na Terra nas últimas décadas e com tendência a se acentuar nos próximos séculos.

O especialista mostrou também a inconsistência do alarmismo a propósito do derretimento do Ártico, pois este está seguindo um ciclo típico influenciado pelas marés e pela Lua.

O nível dos mares que segundo o catastrofismo vai subir até alagar cidades como Nova York, é outra balela que não resiste à mais mínima análise científica, acrescentou.

A respeito do mexerico contra o CO2, o climatologista sublinhou que: “o CO2 não controla o clima. Não é vilão! É o gás da vida!” Ele é o alimento das plantas, e se por absurdo fosse tirado o CO2 da atmosfera, não poderá existir mais o homem nem nenhum vivente sobre a Terra.

Além do mais, a tentativa de reduzir as emissões desse gás foram inúteis.

O homem não tem capacidade de mudar o clima global.

“Quanto mais CO2 tiver melhor! As plantas vão crescer mais!”,acrescentou o professor com provas de laboratório.

A exposição do Prof. Molion foi acompanhada com vivo comprazimento pelos presentes.

Dom Bertrand: a recusa de Deus leva aos desvarios do ambientalismo

Dom Bertrand: a recusa de Deus leva aos desvarios do ambientalismo

A seguir, o príncipe Dom Bertrand apontou que se o homem tira a Deus do panorama, inevitavelmente ele se põe a si no centro de todas as coisas. E o Estado acaba sendo divinizado. Então, o Estado passa a ser o deus criado pelo homem que se imiscui até nos mais mínimos detalhes da vida das pessoas.

O ambientalismo, explicou Dom Bertrand, prepara a instalação de uma ditadura planetária que com o pretexto de ecologia e defesa do Planeta, vai dizer o que cada um pode ou não pode fazer, deve ou não deve fazer. Esse é a manobra que tenta se aprovar na Rio+20.

Deus no Gênese mandou aos homens se multiplicarem e habitarem a Terra toda; pôs todas as sementes, plantas e animais que se movem para alimentação do homem. Portanto colocou a natureza ao serviço do homem e não o homem ao serviço da natureza.

A recusa de Deus leva, pois, aos desvarios do ambientalismo, concluiu o príncipe imperial.

No encerramento do Painel, o Dr. Adolpho Lindenberg, presidente do IPCO, destacou o alivio que experimentava e achava que o auditório experimentou vendo os embustes do ambientalismo refutados de um modo tão convincente e tranquilizador.

Video: Painel do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira (IPCO): climatologista prof. Molion afirma que CO2 não controla o clima

 

 

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".