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terça-feira, 19 de junho de 2012

PERGUNTA: deveria existir um site, uma página no Facebook, um Twitter e um canal no YouTube cujo nome é “DEFESA HETERO”?

 

A resposta foi dada a todos nós por uma pessoa que afirma ser estudante de Direito. Está no link https://www.facebook.com/defesahetero/posts/225432967575815 (ou uma cópia aqui http://goo.gl/UwBnP) e ela escreveu em três dias diferentes sobre a foto abaixo.

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Trecho da primeira investida:

...Um casal com 8 filhos. Só me diga uma coisa, quem vai cuidar dessa gangue toda???...

Trecho da segunda investida:


...1 é pouco, dois é bom, três é demais, 4 ou mais é formação de quadrilha!

Fizemos o seguinte comentário:

“Mesmo ela (a responsável pelos comentários), que tem fotos da familia em seus álbuns, possue pelo menos uma foto onde estão ela, irmão, pai e mãe. São quatro na foto, portanto. Segundo o que ela disse...”

Ela tentou sair-se com esta, a terceira investida, na íntegra:

“Primeiro: o fato do FB ser uma rede social não dá a ninguém o direito de ficar relatando o conteúdo do perfil alheio.

Dois: reconheço de público que cometi um exagero quanto aos termos "gangue" e "quadrilha", sendo tão
radical, extremista e preconceituosa quanto as pessoas que criam a página, algo que condeno vivamente.

Fui movida pela revolta e pelo
nojo* que tal posicionamento me causou. Mereço atenuente? Não. Carrego o peso de minhas palavras. Mas enfatizo novamente o restante dos conteúdos dos meus comentários e continuo sendo claramente CONTRA esta página. Mas, que tal agora cada um cuidar de sua vida e parar de exegração pública?”

Comentando cada um dos três parágrafos:

  1. Ela parece que se lembrou de direitos e deveres depois de ser alertada para o que havia dito de uma foto, reclama de um direito inexistente visto que jamais aconteceu o que afirmou quando tentou escrever execração pública.
  1. A única referência que ela teve foi uma foto com dez pessoas. Neste parágrafo ela diz “...que condeno vivamente.” Seria o conceito de família a causar-lhe este tipo de sentimento? Temos este direito, o de “...condenar vivamente...” o que quer que seja? Ela estuda Direito, deve saber a resposta.
  1. O nojo* ao “...tal posicionamento” faz-nos pensar. Qual posicionamento? Se o “alvo” é a foto de dois adultos, um homem e uma mulher, e oito crianças, simbolizando uma família numerosa sorrindo, como ela mesma diz no segundo parágrafo...

Ela não deletou os comentários até o momento.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".