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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Um novo PT: fiquemos de olho, não vamos cair na mesma conversa outra vez

 

Enviado em 17 de outubro de 2011, às 18h19min

Marina Silva admite criação de um novo partido antes das eleições de 2014

Da Agência Estado, por Marcelo Portela:

A ex-senadora Marina Silva (AC) admitiu hoje (17), em Belo Horizonte, a possibilidade de criação de um novo partido antes das eleições presidenciais de 2014. Ela afirmou que não pretende criar uma legenda "para disputar eleição" em 2012, mas contou que desde que deixou o PV integra um movimento batizado "nova política" que pode convergir para a criação de uma nova legenda.

Após cerimônia de abertura de um evento promovido pela Universidade Federal de Minas Gerais, Marina criticou de forma geral a atuação dos partidos brasileiros, inclusive o PV, pelo qual disputou a Presidência em 2010. Para ela, as atuais legendas estão vazias de propostas e têm apenas projetos eleitorais. "Não se cria partido político por causa de eleição. Se cria partido político quando se tem visão, projeto e alguma argamassa em termos das pessoas que estão em torno desse ideal", salientou.

Segundo a ex-senadora, o movimento ao qual faz parte, batizado "nova política", inclui pessoas que "querem e que não querem" a criação de um partido, assim como personalidades de outras legendas já tarimbadas no meio. E citou a também ex-senadora Heloísa Helena (PSOL), os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP) e Cristovam Buarque (PDT-DF) e o deputado federal Ricardo Trípoli (PSDB-SP).

"Estou nesse movimento. Se isso tiver densidade, estatura, altura e profundidade para se transformar, uma parte do movimento, em um partido, poderá até, no futuro, ser um partido. Eu estou no processo", declarou a ex-senadora, que ressaltou não ter objetivo de fazer um contraponto à disputa entre PT e PSDB. "É para colocar um ponto. E eu espero que seja um ponto final na ideia dessa polarização", disse.

Marina, que saiu das eleições presidenciais de 2010 em terceiro lugar, com cerca de 20 milhões de votos, assumiu também que a nova legenda pode ser criada a tempo da próxima disputa presidencial, mas negou que seja pré-candidata. "Não vou ficar no lugar, a priori, de candidata a presidente da República, não vou ficar na cadeira cativa de candidata. "Se tiver alguém que possa protagonizar melhor que eu esse projeto, pode ter certeza que eu vou ser cabo eleitoral dessa pessoa", concluiu.

Diante das denúncias de recebimento de propina por parte do ministro dos Esportes, Orlando Silva, a ex-senadora defendeu uma postura mais ativa do governo federal, para evitar a adoção de ações apenas depois que os casos vêm à tona. Ela lembrou que outros ministros do atual governo caíram, mas sempre quando "houve uma denúncia da mídia". "O que a imprensa denuncia já está ali no Tribunal de Contas, uma boa parte dessas informações já está no Ministério Público. Tem que ter uma ação de antecipação", avaliou.

Sem citar nenhum caso específico, Marina Silva defendeu a postura da presidente Dilma Rousseff de demitir nomeados do primeiro escalão do governo envolvidos em denúncias de irregularidades, mas afirmou que não acredita em mudanças substanciais pois avalia que há uma "privatização" dos ministérios por parte de partidos da base aliada. "O que nós temos é uma apropriação dos espaços públicos. Muda até o ministro, mas é o partido que vai continuar indicando, como se ele fosse dono daquela fatia do Estado brasileiro. É essa a natureza do problema. Partidos estão privatizando o espaço público", disparou.


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Do site MOVIMENTO MARINA SILVA:


Chegou a hora do novo partido

Durante o periodo da eleição estive defendendo a idéia da criação de um partido novo que fosse o espaço ideal para o debate entre os marineiros de plantão interessados em formar a base política para este país, o bom é que as pessoas tiveram uma aceitação muito positiva.

O movimento Marina é uma nova forma de fazer política no país, busca a sustentabilidade, o aproveitamento do espaço web que provou ser uma grande força de articulação  pelo país a fora.  Por tras de tudo issoexiste um pró, um objetivo político capaz de revolucionar o mundo e a forma de se fazer política, uma coisa feita por brasileiros para o mundo, um política de crescimento e economia de recurso, que atinge o micro e a macrosistema onde cada atitude individual forma uma corrente inquebravel. mas para que este projeto ganhe força é necessario ocupar o poder e isso demanda um partido.

Então pessoal, vamos nos organizar. Já estou em minha cidade procurando articular para funda junto com Marina o Movimento verde, e criar um novo ambiente político, até por que por aqui está precisando muito de uma nova alternativa....Sem se preocupar com a proxima eleição, como disse Marina, a eleição é uma ceta que indica o caminho, mas não é o caminho, é necessario amadurecer o debate.

A natureza agradece!!!!!

Um comentário:

Anônimo disse...

O PARTIDO MILITAR BRASILEIRO - PMB FOI RECONHECIDO COMO PESSOA
JURíDICA JUNTO A RECEITA FEDERAL
publicado em 29/03/2012


É como muita satisfação e orgulho que comunicamos nossa conquista
após anos de luta, na data de hoje o Partido Militar Brasileiro foi
reconhecido como pessoa jurídica junto a Receita Federal,
oficializado pelo CNPJ nº 15.274.758/0001-95, restando agora somente
o recolhimento das Fichas de Apoiamento para que possamos finalmente
ser reconhecido pelo TSE e ter direito ao espaço publicitário
eleitoral e ao repasse do fundo partidário.

O Partido Militar Brasileiro - PMB, é um partido que preza pela
democracia e é formado por civis e militares sem distinção,
posicionando-se como de centro-direita, tem um foco especial na área
da segurança publica e soberania Nacional, e tem como princípios a
ética, a honestidade, o patriotismo, a lealdade, a disciplina, a
transparência, a igualdade, o rigor e seriedade no controle dos
gastos públicos e contra a corrupção.
Nosso objetivo imediato é lançar candidatos para todos os cargos e
em todos os Estados em 2014, ou seja, Deputados Estadual e Federal,
Senador, Governador e principalmente Presidente da Republica,
lembrando que pelo nosso Estatuto obrigatoriamente nossos candidatos
deverão encabeçar qualquer coligação partidária.
Convidamos a todos que se identificam e comungam com nossos
princípios e ideais para que se juntem a nós, conheça nosso partido
através de nosso site, assinem e ajudem na coleta das assinaturas nas
Fichas de Apoiamento, a data de hoje sem duvida já é um momento
histórico e merece comemoração, já está na hora de darmos um
basta a toda podridão que permeia o meio político. Vamos invadir e
moralizar o Congresso Nacional - pela via democrática!




http://www.partidomilitarbrasileiro.com.br/detalhe_noticias_novo.php?id=388

18/04/12

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".