Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

"Ditadura do relativismo mortifica a razão", diz Bento XVI

6 DE agosto 2009

Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Mundo

ROMA, quarta-feira, 5 de agosto de 2009 (ZENIT.org) - Ao apresentar hoje aos peregrinos a figura de São João Maria Vianney, Bento XVI destacou que o santo é mais que um simples exemplo da espiritualidade devocional do século XIX. Seu testemunho reveste-se de força profética, “que marca sua personalidade humana e sacerdotal de uma altíssima atualidade”.

O Papa explicou na audiência geral em Castel Gandolfo que, na França pós-revolucionária, período da atividade apostólica do Cura d’Ars, vivia-se “uma espécie de ‘ditadura do racionalismo’, empenhada em apagar a presença dos padres e da Igreja na sociedade”.

A “singular e fecunda criatividade pastoral” do Cura d’Ars estava pronta para demonstrar que o racionalismo, então imperante, estava na realidade “distante de satisfazer as necessidades autênticas do homem”.

Bento XVI assinalou que, após 150 anos da morte do santo francês, “os desafios da sociedade moderna não são menos exigentes, talvez até se tornaram mais complexos”.

“Se naquele tempo havia a ‘ditadura do racionalismo’, hoje se registra em muitos ambientes uma espécie de ‘ditadura do relativismo’”, disse.

Segundo o Papa, ambas lançam respostas inadequadas à justa procura do homem por usar de modo pleno a razão como elemento distintivo e constitutivo da própria identidade”.

“O racionalismo foi inadequado porque não levou em conta os limites humanos e aspirou a elevar apenas à razão a mistura de todas as coisas, transformando-as em uma ideia.”

Já o relativismo contemporâneo “mortifica a razão, porque de fato chega a afirmar que o ser humano não pode conhecer nada com certeza além do campo científico positivo”.

“Hoje, como então, o homem, mendicante de significado e completude, sai em contínua busca das respostas exaustivas às questões de fundo que não cessam de se colocar”, disse o pontífice.

Diante desta “sede de verdade que arde no coração humano”, Bento XVI indicou que os sacerdotes busquem formar “genuínas comunidades cristãs”, capazes de abrir “a todos o caminho para Cristo”.

“O ensinamento que a este propósito continua a transmitir o Santo Cura d’Ars é que, na base de tal empenho pastoral, o sacerdote deve cultivar uma íntima união pessoal com Cristo, fazendo-a crescer dia após dia”, disse.

Expose Obama's Radical Agenda

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We have plunged deeper than ever into the fight against the far left...we've had to. Because of this, your immediate help is needed now more than ever. Barack Obama and the socialist leadership in Congress are working furiously to change America! They want to transform our nation and they're spending trillions of tax dollars to do it.

I am not talking about the type of misery Jimmy Carter inflicted on our nation. Conservatives were able to reverse the course Carter had put us on. But what we're seeing today isn't like anything you and I have ever seen! I'm talking about a whole scale, radical transformation of our nation. From our national defense to our foreign policy to our free market economic system - Obama and company have implemented and have plans to further implement massive government control over each of us.

Americans - your friends and neighbors - do not fully realize the radical changes Barack Obama and the socialists in Congress are foisting upon our way of life!

But you do. And I do as well. Today the Obamaites, George Soros, Hillary Clinton, Nancy Pelosi, Rahm Emanuel, Harry Reid - the small but powerful group of left-wing radicals who are at the controls of this transformation are all disciples of the 1960s radical Saul Alinsky. Alinsky's book, Rules for Radicals, was the Little Red Book for the college radicals of the 1960s. I know, I was one of them.

I understand better than most Alinsky's deep, deep hatred of America. A hate that ran so deep he wrote a blueprint for tearing our nation down. And while I outgrew and repented my anti-Americanism and came to see how great and generous our country is, many agents of the radical left never grew up. In fact, today many of them are leaders in Congress and in our White House, all embracing Alinsky's Rules for Radicals - the road map for turning our nation upside down.

With every passing day we see what lays behind the Administration's piecemeal efforts to take over the car makers, the banks and the health care system: creating a new America that will bear little resemblance to the country in which we grew up. You and I must counter this. The Freedom Center willingly takes on the Paul Revere role. We have a massive media blitz planned including appearances on Glenn Beck and other widely viewed talk shows - detailing precisely the radical transformation we're undergoing.

I am writing a new booklet that I must blanket on college campuses as the new school year starts. This booklet - "Alinsky's Rules for Obama's Radicalism" - paints a clear picture of Barack Obama's agenda for our nation. And we have prepared an advertisement to run in papers around the country calling on Americans to derail this train before it's too late.

I urgently need your support. Will you help the Freedom Center with a contribution of $25, $50 or $100 would help lift us out of our budget emergency; $1,000 would be a terrific aid to getting our ads in newspapers and my new booklet published.

Use any of the links found in this email and help me and the Freedom Center expose the radicals and halt this transformation - while we still have time! Thank you .

Sincerely,

David Horowitz
President & Founder

P.S. Please keep in mind that this budget emergency couldn't come at a worse time. The idea that the disciples of Saul Alinsky - a man who so hated America he detailed a plan to tear it apart - are running our nation is hard to swallow. But the facts bear it out. Stand with me and the Freedom Center as we ride like Paul Revere across the nation and sound the alarm! Please follow this link to make your donation today.



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Água mineral BRASILEIRA feita a partir do mar chega aos EUA. Mas aqui não pode vender...

Fonte: SEBRAE/SC

Data Inclusão: 30/07/2008
Autor: Manuela Rahal

Cavaleiro do Templo: Abaixo mais do mesmo de sempre. O Brasil perdendo o que tem de melhor. Não estou falando apenas dos recursos naturais, falo do incrível poder da inteligência da ELITE BRASILEIRA aliada ao trabalho nos locais onde ainda vigora o mérito como regra promocional, digamos. AQUI você lê que o Instituto Butantan achou a cura para o câncer mas não tem autonomia para assinar a patente. Só em países onde o que vigoram são a LEI DE GÉRSON e o ALTO QI (quem indica) descalabros como estes acontecem. São países condenados à miséria e ao eterno fracasso. Lula, "nêsti hazpéquito" é o mais digno representante que poderíamos ter. Reproduzo também o final do artigo citado:

Cavaleiro do Templo: esta é apenas MAIS uma das riquezas "dêsti paíz" que não pode ser percebida por celerados como a turma da esquerdopatia vigente. Mesmo com toda a dificuldade que temos aparecem trabalhos notáveis nos locais onde ainda existe o valor do mérito, onde o mérito é a referência. Eu sempre faço a seguinte pergunta para as pessoas: Durante governos revolucionários o que foi criado de significativo para a humanidade e o planeta? Alguma ciência, alguma descoberta, algum avanço comparável aos que foram criados em governos "meritocráticos"?

Vamos ao artigo e a outras informações como a proibição de publicidade deste produto que tem o selo do FDA no Brasil.


Moradores de Miami, na Flórida (EUA), poderão a partir do próximo mês entrar em lojas de conveniência da cidade e levar pra casa uma nova garrafa de água mineral, a H2Ocean. Seria apenas mais uma marca no mercado, não fosse por um detalhe: a H2Ocean é feita a partir da água do mar, com aplicação da nanotecnologia. E mais. O processo foi desenvolvido por brasileiros.

A H2Ocean nasceu da experiência de dois cientistas, que começaram a desenvolver a tecnologia de controle de minerais em água dessalinizada. Isso ocorreu há dez anos. Em seguida, somaram-se à dupla outros dois sócios. Em 2003, eles conseguiram a patente do processo e passaram a bater de porta em porta para tentar comercializar a água. "Ao longo de dez anos, foram investidos cerca de US$ 2 milhões na companhia", diz Rolando Viviani, gerente de marketing da H2Ocean. Segundo ele, todas as pesquisas foram feitas com recursos próprios dos quatro sócios. Seus nomes, por enquanto, são mantidos em sigilo.

No início, o objetivo da H2Ocean era vender a água "nanotecnológica" no Brasil. A empresa alega ter procurado a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2006 para realizar o pedido de registro do engarrafamento do produto. A resposta teria sido a de que não há legislação específica para que esse tipo de água seja vendido no país por conta da sua fonte: o mar. Procurada, a Anvisa informou que a H2Ocean nunca entrou com um pedido de registro. A empresa, entretanto, enviou ao Valor fac-símile da página da Anvisa na internet em que aparece o número do processo do registro e do protocolo, em nome de Aquamare Beneficiadora e Distribuidora de Água. A data de entrada é de outubro de 2006 e o pedido foi negado em março do ano passado.

Em dezembro, a mesma Aquamare fez uma segunda tentativa, enviando uma carta à Anvisa em que pedia esclarecimentos sobre o que fazer para obter o registro. A resposta veio quatro meses depois, com a indicação de que a empresa deveria "importar" uma legislação sobre o assunto. Ao Valor, a Anvisa também informou que "a empresa interessada na produção (...) de água dessalinizada deve apresentar, preferencialmente por intermédio de uma associação, proposta de regulamentação para avaliação pela Anvisa".

As dificuldades para se obter o registro no Brasil levaram a H2Ocean a mudar de estratégia. A empresa continua interessada em obter a aprovação da Anvisa, mas decidiu priorizar a busca por novos mercados. A opção foi pelos EUA. "O registro da empresa saiu em três horas e a água foi analisada em 15 dias. Nos EUA, conseguimos resolver em três meses tudo o que não conseguimos aqui em quatro anos", afirma Viviani. O Valor, porém, não teve acesso ao registro obtido no exterior.

A venda da H2Ocean começa nos Estados Unidos em agosto, em três estados: além da Flórida, Nova Jérsei e Atlanta. Foram embarcados oito contêineres do produto, feito inicialmente na fábrica de Bertioga, litoral sul de São Paulo. A unidade poderá ser desativada em breve. A produção deve ser transferida para os EUA no fim deste ano.

A nanotecnologia foi o instrumento utilizado pela H2Ocean para transformar a água do mar em água mineral dessalinizada. A água dos oceanos é rica em micro e macro nutrientes, como o boro, o cromo e o germânio - elementos dos quais o corpo humano necessita, em pequenas doses. Com a nanotecnologia, a H2Ocean conseguiu, a partir da água recolhida em alto mar, retirar o sal e manter grande parte dos minerais.

Para chegar a esse resultado, os cientistas criaram um filtro com nanotecnologia aplicada, o nanofiltro. O processo inicial é o mesmo que se faz desde a década de 1940: a dessalinização. Depois de retirado o sal, restam duas opções, segundo Viviani: "Ou todos os minerais são retirados da água ou ela continua salgada". Com uma sequência de nanofiltragens, a H2Ocean conseguiu manter 63 dos 86 minerais contidos na composição inicial. Surgiu a água do mar mineral.

Para saber se o resultado é bom, o brasileiro vai ter de esperar. Ou passar em alguma "deli" na próxima viagem à Disney.

*Os textos aqui apresentados são extraídos das fontes citadas em cada matéria, cabendo as fontes apresentadas o crédito pelas mesmas.

O Instituto Butantan descobre a cura do câncer, mas não tem autonomia para assinar patente

Fonte: INSTITUTO BUTANTAN

Saliva de carrapato-estrela cura câncer em ratos de laboratório

Em 42 dias os tumores nos ratos desapareceram. A pesquisa com o carrapato-estrela já se estende por 6 anos e de sua saliva também se extrai um anticoagulante. A burocracia brasileira está dificultando o andamento das coisas. O Butantan não tem autonomia para assinar patentes e sem segurança jurídica os laboratórios não podem investir. Pode? Entenda essa história bem brasileira.

A ciência conhecia apenas os efeitos nocivos do carrapato-estrela (amblyomma cajennense), como a febre maculosa transmitida pela picada do aracnídeo, muitas vezes fatal. Mas depois da pesquisa científica do Instituto Butantan, novos medicamentos contra o câncer devem vir a ser produzidos derivados da proteína da saliva do carrapato-estrela, como também um novo anticoagulante. Como dizem os cientistas do Butantan, “o prognóstico é animador”.

A pesquisa ainda será publicada – os estudos foram destaque no 22º Congresso Internacional da Sociedade de Trombose e Hemostasia, que aconteceu em Boston, nos Estados Unidos no último mês de julho. “Imaginávamos que a saliva do carrapato tivesse algum componente que inibe a coagulação, pois, como hematófago, precisa manter o sangue fluindo para se alimentar”, esclareceu Ana Marisa Chudzinski-Tavassi, pesquisadora do Laboratório de Bioquímica e Biofísica do Instituto Butantan.

Analisando a sequência de genes da glândula salivar do carrapato-estrela, responsável pela produção de uma proteína anticoagulante parecida com anticoagulantes do tipo TFPI encontrados na saliva humana, a cientista concluiu que essa proteína pode ser produzida em laboratório. Ao introduzir um pedaço do DNA analisado em bactérias Escherichia coli, foi notado que as bactérias passaram a produzir a mesma proteína.

Em 2004 Ana Marisa entrou com um pedido de patente para o anticoagulante no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), mas logo percebeu que estava diante de uma nova esperança para a cura de tumores.

Ao testar a proteína em células sanguíneas para medir o nível tóxico, a cientista observou que a substância é segura para células saudáveis e nociva para células tumorais. Eureca! Passou-se então para a fase de testes em ratos de laboratório com melanomas, câncer de pele, e o resultado foi espetacular. Em 42 dias reversão total. “Testamos em culturas de células tumorais e a surpresa foi positiva, pois a proteína tem atividade altamente citotóxica para elas e não para células normais”, afirma a farmacêutica e pesquisadora Ana Marisa Chudzinski-Tavassi.

Ainda demora um pouco para ser usado em seres humanos – novos testes precisam ser feitos – inclusive os laboratórios Aché, BioLab e União Química já formaram um consórcio para a produção de futuros medicamentos, contudo segundo a cientista Ana Marisa a burocracia pode emperrar todo o processo porque o Instituto Butantan não tem autonomia para assinar patentes e a indústria farmacêutica questiona a falta de segurança jurídica.

Não é possível que a cura do câncer seja encontrada e esbarre na burocracia. Chega a ser ridícula essa colocação de falta de segurança jurídica por parte dos laboratórios. Que país é esse? Porque o Instituto Butantan ainda não tem autonomia para assinar patentes?

Cavaleiro do Templo
: esta é apenas MAIS uma das riquezas "dêsti paíz" que não pode ser percebida por celerados como a turma da esquerdopatia vigente. Mesmo com toda a dificuldade que temos aparecem trabalhos notáveis nos locais onde ainda existe o valor do mérito, onde o mérito é a referência. Eu sempre faço a seguinte pergunta para as pessoas: Durante governos revolucionários o que foi criado de significativo para a humanidade e o planeta? Alguma ciência, alguma descoberta, algum avanço comparável aos que foram criados em governos "meritocráticos"?

EM SE COMPRANDO TUDO DÁ … VOTOS

Leiam com atenção este comunicado que, muito provavelmente, não será publicado na imprensa.


EM SE COMPRANDO TUDO DÁ … VOTOS

Os homens são tão simplórios, e se deixam de tal forma dominar pelas necessidades do momento, que aquele que saiba enganar achará sempre quem se deixe enganar.

(Maquiavel)


Nunca na história deste país se fez tão pouco caso da honra, de tal maneira se desprezou a ética, tanto se usou de meios escusos para corromper, para enlamear instituições, para comprar consciências. A amarga sensação que fica é a da total perda, por parte de um grande número de homens públicos, de qualquer noção de honestidade, de dignidade, de honradez.


O atual governo, contrariando todos os princípios apregoados enquanto estava na oposição, abandonou completamente o decoro no trato da coisa pública e partiu para o uso de um verdadeiro rolo compressor, comprando tudo e todos a sua volta, desde que possam, de alguma forma, interferir em seus objetivos.


Recordemos o esquema do mensalão, quando um grupo de aliados do Presidente, gente de dentro do governo, usou meios escusos para organizar a maior quadrilha jamais montada em qualquer lugar do mundo, com o objetivo de comprar o apoio de parlamentares e, em última instância, perpetuar no poder seu grupo político.


O então Procurador-geral da República, Dr Antônio Fernando de Souza, apresentou uma denúncia contundente contra os principais envolvidos no escândalo. Ficou de fora o Presidente da República que alegou desconhecer o esquema. Em termos jurídicos, a desculpa valeu. O Procurador-geral retirou-o da denúncia por não ter encontrado evidências firmes de seu envolvimento. Agora, firulas jurídicas à parte, parece pouco provável que alguém, dotado de capacidade de reflexão, tenha acreditado na história. A ser verídico o desconhecimento, cairíamos na dúvida que, à época, circulou na internet: será que temos um Presidente aparvalhado, incapaz de entender fatos que acontecem ao seu redor, protagonizados por seus mais íntimos colaboradores?


Em outra vertente, há o Bolsa Família, sem dúvida o maior programa de compra de votos do mundo. Trata-se de um programa que gera dependência, antes de estimular o desenvolvimento humano. As pessoas atendidas, recebendo o benefício sem nenhuma necessidade de contrapartida, ficam desestimuladas até de buscar emprego. Mesmo a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) chegou a afirmar que o programa “vicia” e que deixa os beneficiários “acomodados”.


Não é que alguém seja contra a minorar a aflição de quem tem fome. O problema é que o programa parte de uma premissa falsa ao confundir pobreza com fome. A esses últimos é mais do que justo assistir com recursos públicos. Aos pobres, a melhor ajuda que o governo poderia dar é investir corretamente em educação. Mas não, confundindo conceitos, prefere manter um Bolsa Família hiperdimensionado, gastando recursos que fazem falta à educação, uma vez que, assim como está, o retorno nas eleições, em termos de votos, tem sido muito compensador.


A comprovação de que não são todos os pobres no Brasil que estão famintos veio de uma pesquisa do IBGE, realizada em 2004 – Pesquisa de Orçamentos Familiares. Em uma parte dessa pesquisa, ficou constatado que o índice de pessoas abaixo do peso estava menor do que aquele considerado normal pela OMS. E, para a perplexidade dos que acenam com a necessidade de combater a fome para manter e ampliar o programa, verificou-se que, entre nós, a obesidade é um problema mais crítico do que a fome.


Não satisfeito em aliciar parlamentares para sua base de sustentação política e populações desassistidas para aumentar suas possibilidades eleitorais, o governo trata, também, de evitar qualquer problema nas ruas, em termos de manifestações públicas de desagrado contra os muitos desvios de ética praticados por seus correligionários e aliados. Nada melhor, então, do que colocar a União Nacional dos Estudantes igualmente em seu balcão de negócios.


É assim que o governo, da mesma forma que faz com sindicatos, resolveu patrocinar a UNE. As verbas federais, dessa forma, passaram a irrigar o movimento estudantil, seja em termos de patrocínio, como aconteceu em seu último congresso nacional, seja com a destinação de alguns milhões para a reconstrução de sua sede, seja, ainda, com o pagamento de generosas “mesadas” a seus dirigentes.


Com isso, foi neutralizado o espírito combativo que era a marca do movimento estudantil e eliminou-se toda possibilidade de agitações de rua indesejáveis. Um exemplo disso ocorreu no referido congresso, quando houve um protesto contra a CPI da Petrobras. Em outros tempos, seria a UNE a primeira a se mobilizar para exigir a completa elucidação dos fatos. Agora, sem sequer conhecer os resultados de uma CPI que nem começou, faz o protesto. Passam por cima da necessidade de se investigar denúncias de irregularidades em uma empresa cujo maior acionista é o governo, em um congresso que era patrocinado por esse mesmo governo. E o presidente da UNE tem a desfaçatez de dizer que não vê nada de errado nisso.


Com a prática da compra indiscriminada de todos que possam atrapalhar os desígnios do governo, este foi perdendo todos os escrúpulos. Conseguindo manter níveis elevados de popularidade, julga-se acima do bem e do mal, capaz de tudo, inclusive de defender crimes praticados por aliados, pouco se importando com a ética e com a moralidade pública. Pouco se importando com a evidência de que está corrompendo os brios de toda uma nação que, em um dia não tão distante, teve orgulho de se proclamar brasileira.


Gen Ex GILBERTO BARBOSA DE FIGUEIREDO

Presidente do Clube Militar

Aloizio Mercadante revogou o irrevogável

Fonte: GENTE QUE MENTE
22/08/2009

MENTIRA:

irrevogavel

A VERDADE:

  • Apenas 24 horas depois, o senador Aloizio Mercadante revogou o irrevogável: desmentiu a si mesmo e anunciou que permanece na liderança do PT.

Mercadante

O presidente disse que sou imprescindível, apesar das divergências diante da postura do PT e do governo frente à crise do Senado.

  • Isso que é palavra de líder!

1984: A PROFECIA MODERNA DE GEORGE ORWELL

Fonte: VISÃO PESSOAL
QUINTA-FEIRA, 27 DE AGOSTO DE 2009

A segunda Guerra terminou! E o totalitarismo se expande e é levado até suas últimas consequências. Assim acontece no livro de George Orwell, ficção feita como aviso ao futuro sobre os males que o autor identificara na sua ideologia prévia, no momento de sua desilusão com o comunismo.

Lá no livro está o Partido Socialista Inglês, o super-partido que é a razão última da existência e agente coletivo do poder. Gramsci se sentiria em casa, pois o seu príncipe partidário e maquiavélico é facilmente reconhecível no Grande Irmão Orwelliano. Não se honra o país, a família, a religião; se vive e se honra somente o partido. O partido de 1984 é eterno, onisciente, onipotente e onipresente numa caricatura porca da Divindade renegada pelos homens. É o fechamento do ser humano à transcendência como Voegelin bem notara em sua época.

Lá está o duplipensar, caracterizado por aceitar contradições óbvias e acabar num emburrecimento completo, tornando-se incapaz de enxergar o óbvio perante o nariz. O Estado laico proíbe cristianismo nas escolas, mas ao mesmo tempo estimula o ensino das religiões africanas. O Estado não permite pena de morte, mas estimula a morte maciça de crianças no abortamento. O Estado prega a igualdade de direitos, mas favorece minorias declaradamente. O Estado prega a distribuição de renda (Cavaleiro do Templo: e a igualdade), mas na verdade acumula poder num partido (Cavaleiro do Templo: portanto promove mesmo é a desigualdade que resulta de sua ideologia satânica - socialismo/comunismo -, desigualdade esta que é o verdadeiro e eterno objetivo revolucionário) que engloba e afunda a noção de país soberano. O Estado proíbe drogas, mas está aliado a narcotraficantes terroristas de outros países (Cavaleiro do Templo: além de ajudar a população a usar "direitinho" crack e cocaína, veja aqui).

Em 1984 encontramos o controle dos pensamentos, um politicamente correto de nossos dias levado às últimas consequências. Lá o indivíduo é uma ilusão, e somente o coletivo do partido existe e é eterno.

Lá está a novafala (ou novilíngua), com seus conceitos que proíbem pensamentos. E aqui temos as palavras que são imbuídas de preconceitos paralisantes e dementes. O reacionário, a direita, o católico, o crente, o religioso, o certinho, e tantas outras palavras que são muitas vezes assumidas ou ditas com um pedido encoberto e covarde de desculpas.

Lá está o subjetivismo moderno e a recusa de uma realidade objetiva, subjetivismo este que motiva nossa política e nossa iletrada classe letrada.

O'Brien, o terrível agente da Polícia das Idéias e carrasco do Ministério do Amor (onde se encontram os presos políticos), hoje é visto nos nossos intelectuais subjetivistas e niilistas, que apóiam partidos e desconstroem o passado e a realidade. Como Viktor Frankl dizia, a culpa dos campos de concentração está nos filósofos niilistas ganhadores de prêmiosinternacionais.

O passado no 1984 inclemente de Orwell é um brinquedo na mão do partido. Fatos são reescritos e a memória se perde num emaranhado de anseios políticos de dominação. Hoje nossos livros de história são porcamente escritos com propagandas descaradas que elogiam genocidas brutais e desumanos como Stalin e Mao.

Orwell captou bem o objetivo da elite pensante por trás das ideologias de massa: acumulação do poder, da força. Criar uma nova elite brutalmente poderosa. Controlar são só a economia, mas a mente e o coração.

O núcleo do partido deixou de ser composto por guerreiros e nobres, tornando-se uma elite de burocratas intelectuais. O resto do partido se enquadra no que Lênin chamava de inocentes úteis, passíveis de serem eliminados uma vez que se tornassem inconvenientes. O proletário continua proletário, mais pobre e mais oprimido, achando que melhorou, manobrado pelas idéias de seus governantes. Os inocentes úteis são os nossos intelectuais de segunda ordem, os professores e sociólogos que acham fazer um bem ao pregar suas ideologias ultrapassadas.

Ainda bem que Orwell não viveu para ver o Brasil de hoje! Ele morreria muito preocupado, percebendo que suas palavras foram jogadas ao vento.

E no fim, o herói morre aprendendo uma severa lição: quando finalmente o ser humano se dobrar de corpo e alma à tirania, seu prêmio irremediavelmente será a aniquilação...

Dilma, Mercadante e Amorim: 299


O mundo ilusório dos esquerdopatas "dêsti paíz" e do restante do mundo produz este tipo de caricatura humana: os "299". Você vai entender vendo o segundo vídeo. Dilma, nossa já velha conhecida, e agora Mercadante e Celso Amorim, todos 299.

Vejam abaixo:

QUINTA-FEIRA, 20 DE AGOSTO DE 2009

DOUTORADO TABAJARA: VIROU MODA!

Já está virando moda! Para se considerar "Dotô" basta ter concluído os créditos. Defender tese que nada... E eu aqui redigindo a minha, bocó mesmo...

Esse pessoal do PT é que é bom mesmo nessa parada de fazer mestrado e doutorado! Reinaldo Azevedo já apontou bem, veja abaixo:



SEXTA-FEIRA, 10 DE JULHO DE 2009

DIPLOMA DE PILANTRAGEM

Que o nosso presidente não disfarça sua falta de títulos e de graduações acadêmicas, não é novidade. Não é mérito nenhum para ele a falta de qualificações oficiais, mas também não é demérito, embora seja estranho alguém se gabar de seu pouco estudo.

O que é realmente estranho é a disposição de alguns como a ministra Dilma e o ministro Amorim em alegarem a posse de mestrados e doutorados sem de fato o possuírem, incorrendo numa falsidade que só ajuda e esculhambar o nosso Brasil, e que de quebra é passível de punição conforme o Código Penal.

Se eles pagarão pelo delito? Duvido...

Se eles sofrerão alguma humilhação pelos falsos títulos que gostam de ostentar? Provavelmente serão parabenizados pelo jeitinho que deram para enrolar os bobos...

Resenha do livro Jardim das Aflições - Olavo de Carvalho





Introdução

A partir de uma palestra de José Américo Motta Pessanha, em um seminário de ética em 1993, Olavo de Carvalho constrói uma desconcertante narrativa sobre a falência intelectual de nosso tempo e a consolidação da nova era em que o indivíduo é destruído dentro de uma nova concepção de Império.

Questiona os critérios do seminário no MASP que ao discutir a ética grega, referiu-se apenas às tragédias e a Epicuro, ignorando propositalmente os grandes filósofos gregos que trataram do assunto, notadamente a trinca Sócrates-Platão-Aristóteles. A ética medieval ficou reduzida à inquisição, ignorando completamente a escolástica e o monumental trabalho de Tomás de Aquino e Agostinho. Para Olavo, o sentido era claro, desviar as mentes de qualquer análise filosófica mais séria.

Pessanha teria apresentado Epicuro como modelo para a ética moderna e a partir deste ponto começam as reflexões de Olavo. Na verdade, o palestrante não queria construir um debate sobre ética mas usá-la como instrumento político. Analisando o caso do ex-presidente Collor, afastado do poder por um movimento de ética na política, Olavo mostra que o discurso foi apenas uma arma para atingir um objetivo claro: afastar do poder um presidente indesejado.

Epicuro

O título do livro remete ao jardim de Epicuro, que o autor identifica como raiz da nova ordem, o abandono do mundo real em favor de uma realidade artificial criada para iludir o homem em um esquema mental de felicidade. O epicurismo é apresentado como um disfarce do materialismo, uma falsa filosofia que só se sustenta pela abolição da consciência e a completa dissociação da prática com a teoria.

O epicurismo parte do princípio que tudo é material e que a densidade é que faz a diferença entre coisas mais “reais” ou menos “reais”. A diferença dos deuses é que estes seriam mais rarefeitos e, portanto, mais duráveis. Os deuses não se ocupariam do humano, apenas conversariam caracterizando-se como os filósofos na essência, dedicariam-se ao ócio contemplativo. O homem seria movido pela busca do prazer e a causa de seus movimentos seria o desejo.

O epicurista deveria seguir uma auto-disciplina em torno de quatro convicções básicas:

1. Não se deve temer a morte;
2. É fácil alcançar o bem (o prazer);
3. Não se deve temer à divindade; e
4. É fácil suportar o mal.

Esta disciplina teria como objetivo a perda da consciência e a fuga da realidade. A meditação epicúria, renascida em nossos dias, é uma fuga do real, uma física para hipnotizados. Trata-se da perda da distinção entre o efetivo e o possível. O senso do real é onde repousa a moral e a responsabilidade. O epicurista foge do conhecimento objetivo pois este reflete um compromisso com a verdade e a coerência. Surgem os desejos na cultura de massa, o trio sexo-dinheiro-fama, caracterizando uma nova ética baseada em novos valores provocando o rompimento com a tradição.

Olavo denuncia o uso das modernas técnicas de psiciologia como arma de convencimento e o epicurismo como a origem na história da humanidade da manipulação das mentes. Não demorou muito para que o Estado Nacional, as empresas e os movimentos de massa passassem a utilizar as técnicas de moldagem de personalidade com o objetivo de subjugar a mente humana em um culto universal do engano.

Em um capítulo fascinante, descreve os trabalhos de Pavlov, Poezl e outros, envolvendo a programação neuro-linguística, reflexo condicionado, estimulação incoerente provocando reação contrária, propaganda subliminar e a lavagem cerebral, agora em sua forma mais cruel: permanente e de forma subliminar. A utilização destas técnicas pode ser vista no pragmatismo, neopositivismo, marxismo, pseudo-religião e Nova Era.

Marx

Não por acaso, Marx começou seus estudos por Epicuro. Olavo identifica a simbiose entre teoria e prática como a mais forte ligação entre o epicurismo e o marxismo. Nos dois fenômenos há a nítida fuga da tentação da objetividade e a auto persuasão hipnótica; o papel do filósofo é transformar o mundo pois existe o culto à transformação, cujo objeto se torna um meio. A prática está acima da contemplação pois há um reinado dos meios invertendo o sentido da ação humana.

Os Braços e a Cruz

A era moderna começou com dois movimentos paralelos que logo entraram em choque entre si: a divinização do espaço e a divinização do tempo.

Na divinização do espaço, a ciência tornou-se o único critério da verdade. O mecanicismo tomou contra do mundo gerando a substituição do mundo real por esquemas matemáticos, gerando uma uniformização e simplificação da realidade. É o triunfo das ciências físico-matemáticas.

A divinização do tempo é o triunfo das ciências humanas. A partir do pensamento de Leibinitz (temos o universo dentro de nós) e Vico (só conhecemos o que fazemos), a única fonte verdadeira de conhecimento passa a ser a história. A vida intelectual deixa a Igreja e passa aos palácios, a dialética é abandonada em função da retórica.

Com Hegel surge explicitamente o culto ao Estado Moderno como substituto da Igreja na condução espiritual dos povos. Seja em sua versão comunista, nazista ou liberal, o estado se torna unipresente através do império das leis.

O epicurismo podia ser representado como o Iogue, aquele que acreditava em uma verdade em outro mundo. O marxismo era o Comissário, aquele que desejava mudar o mundo à imagem de sua verdade. Os tempos atuais mostram a simbiose entre Iogue e o Comissário, uma espécie de aliança do epicurismo com o marxismo contra um inimigo comum: a inteligência teorética. O homem de hoje quer ao mesmo tempo os prazeres da evasão consumista (capitalismo) e o sentimento da participação ética em uma epopéia redentora (socialismo). “Mais do que um líder ou guru, o iogue-comissário é um símbolo em que se projetam as mais potentes aspirações de nosso tempo em direção à utopia.”

Este deus histórico-cósmico já passou várias vezes pela história ocidental. Primeiro como César, o deus-imperador. Na segundo como o gnosticismo, o retorno à religião imperial para manchar com seus vapores os primeiros séculos do cristianismo.

O gnosticismo surgiu como uma reação global da mentalidade antiga contra o Cristianismo emergente. A nova religião teria se oposto a todas as anteriores ao não propor nenhum modelo social para a humanidade, ao ligar-se diretamente ao verbo, ao afirmar a salvação individual e por seu caráter universal. Até então, a religião tinha um caráter social onde o modelo social deveria espelhar a cosmovisão espiritual, uma religião para iniciados e que o acesso ao verbo só poderia ser realizado por líderes espirituais. O Cristianismo veio para dessacralizar o Estado pois o esforço deveria se dar na salvação da alma (auto-consciência) do homem solitário religioso e autônomo e não mais no melhoramento da sociedade e satisfação individual.

Olavo recorre à figura da cruz para mostrar um esquema para as religiões e seitas do mundo. Na haste vertical teríamos a alma na base e Deus na parte superior. No braço horizontal teríamos o “mundo” humano (Sociedade, lei, Histórica) de um lado e o “mundo” natural (cosmos, lei natural, ambiente físico) de outro. Estes quatro elementos estariam presentes em todos os fenômenos religiosos do mundo e se defeririam na ênfase de seus elementos.

Deus seria o único elemento físico em todas as religiões, mesmo que com outro nome ou reduzido a algum conceito abstrato, mas sempre presente. Os outros três fatores são móveis. Assim teríamos:

• Cristianismo: ênfase na relaçnao direta entre a alma e Deus (eixo vertical)
• Judaísmo: ênfase na relação entre Deus e a comunidade humana, o povo de Israel.
• Budismo: ênfase na alma

O cristianismo portanto, representava a perda da sociedade e da natureza como interlocutoras entre a alma e o divino e foi este o sentido da reação contra, a luta pela restauração da natureza e da sociedade ao seu estatuto anterior, “a luta, portanto, contra o indivíduo humano, contra a alma, contra a consciência autônoma”.

O catolicismo foi a exteriorização do cristianismo para ocupar o vazio religioso da Europa barbarizada, foi a adaptação do cristianismo ao poder temporal, a romanização da Igreja com a sua conseqüente contaminação pelo gnosticismo, mostrando sua inaptidão para o poder terreno. A Igreja conquista o mundo, mas deixa-se conquistar em parte por ele. O eixo vertical finalmente é derrubado e a luta humana passa ao eixo horizontal, a luta entre o espírito da sociedade política e o culto das forças materiais do cosmos. “A dimensão sóciocósmica pretende subjugar, engolir e eliminar a dimensão espiritual e metafísica”.

“Aparece aí, com toda clareza, o tema dominante de todos os conflitos de idéias no Ocidente desde o Renascimento. Derrubado o eixo vertical, o horizontal não pode permanecer de pé, pois não há entre os dois termos a desigualdade flagrante que há entre o indivíduo humano e Deus: história e mundo, cultura e natureza, valor e fato, jamais podem chegar a um acordo senão tomando como fiel da balança a vertical que aponta, para cima, a esfera das leis metafísicas, os limites do possível e do impossível, e, para baixo, os desejos e aspirações da alma humana singular. Retirados de cena a alma e o Absoluto, resta apenas o combate de Leviatã e Beemoth, o espírito da rebelião autolátrica que comada a História, o espírito da submissão cega e mecânica à natureza exterior.”

A Religião do Império

Foi Conte que pela primeira vez descreveu a proposta de um novo culto, de uma nova religião em que desaparecia à relação com o divino. Os pontos básicos eram:

- Seria uma religião do Estado;
- Um novo calendário com apenas as datas civis
- Predomínio da ciência-técnica

O tempo seria divinizado através do culto aos antepassados, a fusão da lei religiosa com a lei civil e a ideologia do progresso. Tirando o Brasil, nenhum país adotaria integralmente o positivismo. Alguns itens, como o calendário civil seria adotados por todos os países como forma de diminuir a importância dos religiosos.

Para Olavo de Carvalho, a história política do ocidente seria a luta pelo direito de sucessão do Império Romano. A grande pergunta seria como restaurar o Império sem uma religião estatal? Por muito tempo o conflito foi entre o sacerdócio e a realeza, até que a Revolução Francesa o colocasse sobre novos patamares.

Inicialmente, o clero dispunha do poder na Europa barbarizada mas estava preso pelo celibato, como construir uma dinastia para governar o mundo? A solução inicial foi aliar-se à realeza buscando uma aliança com nobres que se dispusessem a seguir a orientação espiritual da Igreja o que levou à primeira tentativa de re-estabelecimento do Império com Carlos Magno. Entretanto, o sonho do Império Cristão se desfez com a sucessão e desmembramento.

A segunda Roma Imperial foi fundada por um pacto entre um Papa, João XII e um rei, Otto I, originando o Sacro Império Romano. Seria a segunda translação do modelo imperial. Concebido para ser o braço armado da Igreja, na prática passou quase um século às turras com o papado. Durante a maior parte de sua existência, não passou de um aglomerado de principados e ducados independentes e mutualmente hostis.

A terceira forma de tentativa de restauração do império se deu pelo colonialismo. O Império doméstico era substituído pelo Império Colonial que trazia consigo três mudanças profundas:

- A multiplicação dos concorrentes a Império;
- A alteração profunda entre realeza e clero;
- A diversificação das culturas nacionais e a ruptura da unidade cristã.

A luta passa a ser entre o internacionalismo, representado pelo papa e remanescentes do antigo Império e o nacionalismo imperial das novas potências. A idéia da religião como uma instância superior ao poder temperal é substituída por um conflito entre legislativo e executivo, um conflito que nunca terminará justamente por ausência desta superioridade, um conflito que sempre terá um único resultado possível, o fortalecimento ilimitado do poder.

No conflito entre o rei e a lei, os ingleses bolaram o parlamentarismo onde o rei exercia um poder divino mas conferido pelo legislativo que por ser expressão da vontade do povo tornava-se automaticamente um corpo místico pois a vontade do povo era a voz de Deus. O rei autodivinizado é o estágio necessário para que as idéias de Maquiavel pudessem ser aplicadas e a razão do Estado se tornasse prática generalizada. Assim nasceu o Estado moderno, através da apropriação por nações ambiciosas do sonho imperial através de uma falsa consciência religiosa.

Com a revolução francesa, surge Napoleão, que realiza uma nova tentativa de translação da idéia do império, agora dispensando toda a legitimação religiosa, mesmo que farsesca. O Império era a única divindade, César é maior que Cristo. É o primeiro império não-cristão do Ocidente. Todo o cristianismo residual deveria ser absorvido e laicizado na forma de “direitos e deveres do cidadão”. Napoleão foi incapaz de construir esta realidade pois procurou conservar a estrutura de poder do antigo regime, uma aristocracia militar e hereditária. Este foi o seu fim. O novo estado leigo não poderia se sustentar na hereditariedade, na aristocracia de sangue, nos resquícios do feudalismo.

“O Império leigo não podia ter um resíduo sequer de compromisso com a Igreja, nem, por isso mesmo, com as velhas aristocracias. Ele necessitava apoiar-se numa nova classe social, numa nova estrutura de poder, numa instituição religiosa que fosse intrinsecamente ligada ao Estado: César só poderia ressuscitar sob a forma capitalista, republicana, maçônica e protestante. República imperial, capitalista, maçônica e protestante: é a definição dos Estados Unidos”.

O Império Contra-Ataca

A dificuldade das nações européias em entender que estavam diante do crescimento de um novo império deveu-se principalmente ao caráter totalmente diferente da evolução americana. Em primeiro lugar, surgira de uma revolução anti-imperialista. Em segundo lugar, era democrática, com extensas discussões parlamentares; era impossível imaginar uma política imperial sem um Imperador autocrático. Em terceiro lugar, não havia uma política imperial e contínua. Em quarto lugar, os EUA eram também uma nação capitalista. Os interesses privados eram, na maior parte dos casos, contrários ao expansionismo do Estado, preferindo a penetração comercial às intervenções militares.

Tratava-se de uma mutação da idéia imperial, mas um disfarce perfeito para seus reais objetivos. Era um império leigo que incorporava de forma laicizada e desespiritualizada os valores cristãos, assumindo o encargo de substituir a Igreja na vida interior das gentes, e de unificar sob a nova religião laica o mundo Ocidental e se possível, o Oriente.

A religião do Novo Mundo é maçônica. Desde a declaração da independência que ninguém faz carreira política nas três Américas sem ter de entrar na Maçonaria, prestar satisfações a ela ou enfrentá-la. A aristocracia não deixa de existir com o novo império, mas sofre uma gigantesca reciclagem tornando-se não uma classe, mas uma casta. Seus traços:

- substituição das antigas aristocracias de sangue pela nova aristocracia iniciática;
- caráter secreto ou pelo menos discreto do novo poder aristocrático;
- formidável concentração do poder do dominador, aliada a uma não menos formidável expansão dos direitos nominais do dominado.

A democracia esconde na verdade uma luta interna no seio de uma casta aristocrática, cuja unidade espiritual repousa nas mãos de um novo sacerdócio. Todos os conflitos abertos, todas as disputas travadas diante o público, não passam de exteriorização das divergências nascidas e elaboradas dentro da Maçonaria.

Outra característica fundamental para entender os Estados Unidos é o fato de ser uma República protestante, que significa, em última instância, o Estado Leigo, Estado sem Religião oficial. Os Estados Unidos são o primeiro Estado professadamente a-religioso da História. Um Estado que se coloca acima das religiões, árbitro de suas disputas, que julga sem ser julgado, sem prestar satisfação senão ao Deus encarnado na “vontade popular”: vox populi, vox Dei.

A religião deixa de ser o princípio organizador da conduta humana pois os princípios religiosos só é possível na medida em que não entra em conflito com as leis civis. É a vitória da “Teologia Civil” trazendo junto a “espiritualidade civil”. O resultado é a extraordinária expansão do ateísmo no mundo.

Olavo percorre as características do império americano e sua expansão cultural pelo mundo até retornar ao ponto inicial de seu livro: o retorno ao MASP e o ingresso no Jardim das Aflições.

Na Borda do Mundo

No capítulo final e na conclusão, Olavo faz a ligação do ressurgimento do César e do Império Romano com a situação política e cultural brasileira. O país não está isolado do conflito de forças que existe no mundo e que tem seu epicentro nos Estados Unidos, o conflito entre o Leviatã e Beemoth e o consequente esquecimento do eixo vertical da cruz, da ligação da alma com Deus.

Um livro denso e pesado, com uma análise apurada dos vários movimentos que marcaram a modernidade e seus reflexos nos dias atuais. Uma daquelas obras que transformam a forma com que vemos o mundo, abrindo campos e mais campos para reflexão e observação. Um livro que deixa aquele gosto que há algo de profundamente errado com o mundo e a grande pergunta que fica é até que ponto esta situação pode ser revertida pelo homem.

A gripe suína, a aviária e as futuras pandemias...

Dica por e-mail: Lost in the e-Jungle

Deixemos de ser idiotas e de achar que as pessoas que buscam informação estão são loucos que acreditam em teoria da conspiração. Claro que vamos errar mas quando lidamos com fatos não se discute.

Rússia e Venezuela, "mui amigos"

Como sabemos, a turma do Foro de São Paulo (FSP) está muito preocupada com a presença militar americana na Colômbia. Sabemos bem o motivo também, mas o assunto agora é outro.

Vejam o armamento russo que, claro, não incomoda nem um pouco a turma do FSP pois um dos países integrantes da entidade criminosa é aliado da Rússia. O discurso contra os americanos é o que a esquerdopatia sempre usou, usa e vai usar. Um mentira berrada a todo momento aos quatros ventos acaba entrando na cabeça dos desavisados como verdade.

No outro vídeo Hugo mais uma vez comprova que está habilitado apenas para bater papo sobre futebol comendo torresmo no boteco de esquina, mostra mais uma vez que quando idiotas chegam ao poder é porque são apenas fantoches de interesses outros.

Vamos ver duas coisas:

1. se algum dia algum particpante do FSP vai combater as FARC e
2. se isto acontecer ele e/ou sua família vão continuar vivos. Uma vez aliado de narcotraficante, sempre aliado de narcotraficante. Ex-aliado é aquele sujeito conhecido como defunto.

As pessoas não se dão conta de que quem do posto da presidência de uma república não combate narcotraficante guerrilheiro assassino e sequestrador é no mínimo conivente. Mas não é o caso do FSP. Eles, FARC e FSP, têm interesses comuns.

Voltando à armas, se a coisa toda toda fosse medo de grandes potências militares este navio russo deveria trazer o mesmo medo pelo menos para Uribe, não? Não vi o presidente colombiano dando espasmos pelo mundo afora por conta disto.

Os americanos já acabaram no passado com antigos cartéis das drogas. Agora é a vez das FARC e por isto berram os presiMentes laTrinos. Fora o Uribe, claro.

A vitória de Uribe frente aos celerados latRinos mostra-nos o seguinte:

Basta ter coragem para enfrentar.
Vamos aprender com Uribe e a Colômbia.



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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".