Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Chanceler das FARC realizou palestras em universidade brasileira

Fonte: WIKINOTÍCIAS
9 de Novembro de 2007
As "FARC"


O líder das FARC, Francisco Antonio Cadenas Collazos, conhecido como "Olivério Medina", "Padre Medina" ou "el Cura Camilo", promoveu exposições na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A Unicamp é uma universidade pública brasileira localizada em Campinas, a 90km de São Paulo.


El Cura Camilo falou para convidados e estudantes no Instituto de Filosofía e Ciencias Humanas (IFCH) e concedeu entrevistas para o jornal universitário. Camilo veio a convite do Centro de Estudos Marxistas (Cemarx) da universidade.


Medina atacou os EUA, o governo da Colômbia e rebateu críticas de estudantes colombianos da universidade contrários às FARC. Em entrevista para o Jornal da Unicamp, Medina disse: "A imprensa latino-americana, sobretudo a grande imprensa, fala que estamos ligados aos narcotraficantes. Os Estados Unidos conseguiram essa propaganda nefasta(...) Os revolucionários, por princípio, por ética, por moral, não têm nada a ver com plantação de coca, produção de pasta, refino, transporte, compra ou venda".[1]


O guerrilheiro fez uma palestra na universidade em 27 de Outubro de 2000, pouco tempo depois de ter sido libertado pela Polícia Federal. Medina fez uma exposição com o seguinte título: "Brasil e o Plano Colômbia".


O guerrilheiro distribuiu ainda camisetas e bonés das FARC para os estudantes.


O Brasil concedeu asilo ao líder das FARC em Julho de 2006.



***

Vejam isto também.

Um negócio (no mal sentido) chamado CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior), cujo site está DENTRO do site do MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DA "REPÚBLICA FEDERATIVA" DO BRASIL, ainda se pode ter a PROVA de que este canalha conferiu realmente esta palestra, evento ou o que quer que seja.

Na página 19 do documento que se encontra no site da CAPES você lê o que está abaixo. Clique aqui para ler na íntegra se quiser ou conferir a prova.

Dia 27 - Palestra
Título: Brasil e o Plano Colômbia
Expositor: Olivério Medina (Com. Intern. De Relações Públicas da FARC)
Promoção: CEMARX

O Brasil deste "prêzidênti" gosta ou não gosta da pior espécie de gente existente? Mas não acabou ainda, quer saber mais? Como se não bastasse, veja isto:

Brasil concede asilo a líder das FARC

Origem: Wikinotícias, a fonte de notícias livre.

25 de Julho de 2006


Brasil — O Comitê Nacional para os Refugiados (Conare) concedeu dia 14 de Julho ao líder das FARC Francisco Antonio Cadenas Collazzos a condição de refugiado.


Collazzos, conhecido como "Olivério Medina", "Padre Medina" ou "el Cura Camilo", foi preso no Brasil em Agosto de 2005 pela Polícia Federal a pedido do Ministro do Supremo Tribunal, Gilmar Mendes, que atendeu uma solicitação do governo colombiano. A Colômbia deseja a extradição de Collazzos. O pedido de extradição deve ser julgado agora pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que depois da decisão do Conare deve arquivá-lo.


Nos últimos meses, uma frente formada por partidos políticos e organizações de esquerda fez campanha pela soltura do colombiano. Fizeram parte dessa frente: o Partido dos Trabalhadores (partido de Lula), PSOL, PCB, PCdoB e a UNE.


No Brasil, Collazzos atuou como uma espécie de relações públicas, se encontrando com políticos e dando palestras em universidades.


Segundo um estudo feito pelo governo colombiano, as FARC investem cerca de 476 milhões de pesos por ano, em atividades internacionais. Fazem parte da frente internacional das FARC oficialmente sete pessoas: Ovidio Salinas, Luis Alberto Albán, Ricardo Morantes, Jesús Carvajalino, Jairo Alfonso Lesmes, Liliana López e Francisco Antonio Cadenas Collazzos.


A Justiça colombiana alega existir provas de que Collazos participou de um ataque a uma base militar em La Macarena, departamento de Meta, na Colômbia. Um promotor de Villavicencio acusou Collazzos de "homicídio com fins terroristas, seqüestro extorsivo, rebelião e terrorismo".


Em Janeiro de 1991 as FARC atacaram uma base militar nos arredores de Girasoles, zona rural de La Macarena. Alguns militares morreram e várias pessoas ficaram feridas. Dezessete pessoas foram seqüestradas.


Segundo os promotores colombianos, o ataque foi dirigido por Francisco Collazzos, que seguia as ordens de Pedro Antonio Marín (conhecido como: "Manuel Marulanda Vélez" ou "Tirofijo") e Jorge Bricieño ("Mono Jojoy"), os dois principais chefes das FARC.

Fontes

FARC pedem para participar mais ativamente do Foro de São Paulo

Fonte: WIKINOTÍCIAS

21 de Fevereiro de 2007



As FARC não estiveram presentes na reunião do XIII Foro de São Paulo, mas enviaram uma carta em que defendem a sua participação no encontro e a luta armada e destacam a participação do Partido dos Trabalhadores do Brasil (PT) para o surgimento do Foro. O PT é o mesmo partido do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que durante muitos anos foi presidente de honra do Foro.

Em sua carta, inicialmente as FARC lembram as circunstâncias em que foi criado o Foro de São Paulo:


Em 1990 já se via vir abaixo o campo socialista, todas as suas estruturas fraquejavam como castelo de cartas... Ao derrubar-se esse modelo, para muitos se acabou a motivação de luta e só ficamos uns poucos sonhadores que nos mantivemos e seguimos mantendo na teoria, na política e na realidade de novas expressões de socialismo... Na América: Cuba ficou só, navegando na crise mais profunda que tocou viver a país algum, com seu comércio que alcançou níveis de queda que não poucos acreditavam impossível de reverter dada a brusca mudança nas fontes e condições de seu comércio exterior
. (Cavaleiro do Templo: prova mais do que suficientes de que socialismo é fracasso, a menos que o DINHEIRO venha de alguma outra fonte que não o próprio (e finado) país onde este lixo se instala. No caso cubano a mamãe URSS dava a mesada, no Foro de São Paulo é o narcotráfico das FARC entre outras fontes ilícitas.)


Segundo as FARC, foi importante a iniciativa do Partido dos Trabalhadores (PT) ao propor a criação do Foro:


É nesse preciso momento que o PT lança a formidável proposta de criar o Foro de São Paulo, trincheira onde nós pudéssemos encontrar os revolucionários de diferentes tendências, de diferentes manifestações de luta e de partidos no governo, concretamente o caso cubano. Essa iniciativa, que encontrou rápida acolhida, foi uma tábua de salvação e uma esperança de que tudo não estava perdido. Quanta razão havia, transcorreram 16 anos e o panorama político é hoje totalmente diferente.


O documento comenta a aliança entre oito países participantes do Foro, os quais atualmente orientam sua política de acordo com os interesses da organização:


Cuba, Venezuela, Bolívia, Nicarágua, Equador, Brasil, Uruguai e Argentina.


As FARC lembram que, inicialmente, o Foro contava apenas com um membro fundador no governo (Cuba), porém agora há oito membros fundadores do grupo que estão no governo. (Cavaleiro do Templo: perceberam? As FARC dizem: estes 8 membros do FSP agora estão no poder) As FARC ressaltam que, apesar de essas forças terem chegado ao governo, elas não estão, por causa disso, separadas das obrigações com o Foro de São Paulo: "... pensamos que os partidos que se encontram no Foro e que fazem parte dos governos têm o espaço, o justo direito e a necessidade de pleitear em seus países o fortalecimento do movimento tal como foi criado".


As FARC protestam contra alguns membros do Foro que não desejam que ela, de caráter militar, participe explicitamente das reuniões do grupo. Segundo as FARC:

Bandeira da Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).

Cremos ser oportuno manifestar nossa inquietação e desagrado pela posição de alguns companheiros que, em forma e sob responsabilidade pessoal, publicamente dizem que as FARC não podem participar no Foro, por ser uma organização alçada em armas. A luta armada não se criou por decreto e tampouco se acaba por decisão similar; é a expressão de um povo que sofreu a devastação de sua população em mais de um milhão de pessoas que, nestes 60 anos, foram assassinadas, é a expressão dos milhares de militantes que foram assassinados do Partido Comunista e da União Patriótica, é a expressão de milhares de sindicalistas que foram assassinados nestes últimos anos.


O XIII Encontro do Foro de São Paulo ocorreu em
San Salvador, na capital El Salvador, entre os dias 11 e 16 de Janeiro de 2007, no Hotel Real Intercontinental.


O documento das FARC pode (na verdade podia, leiam abaixo) ser lido na íntegra no próprio
website da organização.


(Cavaleiro do Templo: o site das FARC está fora do ar faz muito tempo mas este documento pode ser baixado em espanhol e na íntegra aqui)

Site do Foro de São Paulo muito bem protegido contra todos, menos os amigos cadastrados

O Foro de São Paulo, que alega defender valores democráticos para o bem de todos no Universo, não tem nada de democrático. Para conseguir acessar o Programa del XIII Encuentro del Foro de São Paulo tem-se que usar um IP que esteja cadastrado (mais ou menos o que acontece quando a gente usa o site do Banco do Brasil ou da Caixa).

Link do site: http://forosaopaulo.fmln.org.sv/programa.htm. Tentem também, se alguém conseguir me avisa?

Veja a imagem abaixo abaixo da tentativa de acesso sem sucesso. E perguntem-se: porque o FSP mantém em tamanho sigilo o Programa de um de seus encontros? É ou não é mais uma demonstração do que são estes sociopatas, um bando de doentes mentais que faz tudo para esconder suas ações, planos, idéias e projetos?

Veja a imagem abaixo:




Injustiça e inveja ou socialismo, o comunismo mirim

Fonte: JORNAL DO BRASIL ONLINE
28/07/2009


Ives Gandra Martins *, Jornal do Brasil

RIO - Geoffrey Blayney, em sua breve história do século 20, observa que o socialismo, que aproximou intelectuais e dominou muitos países durante certo período, alicerçava-se na injustiça e na inveja.

O tratamento injusto que as elites ofertavam às classes mais desfavorecidas e a inveja daqueles intelectuais, incapazes de, por ação própria, alcançar o desenvolvimento obtido pelas elites – uma das características dos regimes socialistas é o pouco desenvolvimento e progresso econômico – apontou-lhes o caminho mais fácil: tirar dos que construíram ao invés de construírem eles próprios, o que não sabiam fazer. Esses dois fatores foram fundamentais na geração dos movimentos que alavancaram as diversas teorias socialistas, no século 20.

Quando da queda do Muro de Berlim, tinha-se a impressão que, diante do monumental fracasso dos países sob a órbita da União Soviética e da própria URSS, a lição fora aprendida: os ideais são melhores que os resultados, entre os socialistas, e os resultados melhores que os ideais, entre os liberais.

É bem verdade que as economias de mercado sofrem, de tempos em tempos, crises cíclicas, ao contrário das economias socialistas, que vivem em crises permanentes.

O certo é que, no início do século 21, houve uma retomada da ilusão socialista. Muitos países latino-americanos passaram a explorar situações de injustiça social (índios na Bolívia, população pobre na Venezuela, índios e pobres no Equador etc) para o fim de implantar uma economia socialista, o que está levando estes países a uma degradação econômica constante e a produzir apenas petróleo e gás. A Venezuela importa 70% de seus alimentos e seu histriônico presidente destrói gradativamente o parque industrial do país, estatizando-o e gerando cada vez mais inflação e desabastecimento. Bolívia e Equador vivem também seu próprio inferno econômico socialista, com problemas que transcendem a limitada capacidade de seus líderes.

Uma das características, todavia, do socialismo, é destruir a democracia real para, no máximo, criar uma democracia formal, como Chávez, na Venezuela, que fecha as emissoras da oposição, proíbe comícios dos que lhe são contrários e prende aqueles opositores vitoriosos, num estilo que começa a aproximar-se da ditadura cubana. Apoia, por outro lado, um presidente deposto pelo Congresso Nacional, pelo Poder Judiciário e pelo Ministério Público, por violar a Constituição e a lei de seu país (Honduras).

Paladino das democracias, em outros países, e homicida da democracia no seu próprio, por impedir a oposição de manifestar-se, Chávez liderou, na OEA, movimento de recolocação do presidente hondurenho, no que foi seguido por todos os países latino-americanos, inclusive pelos seus dois maiores líderes, Obama e Lula.

Em seu projeto de socialização da América – pretende impor, no Mercosul, a sua filosofia bolivariana, aproveitando-se do episódio hondurenho – distorce de tal forma os fatos, que termina influenciando os demais países, ao ponto de o presidente Lula, que recentemente chamou de irmão a um ditador africano e abraçou diversos tiranetes daquele continente, ter afirmado ser intolerável uma “ditadura” em Honduras. Estranha ditadura, em que todos os Poderes cumpriram a Constituição, menos o presidente deposto.

Dias turbulentos vivemos nas Américas. A injustiça social gera o desconforto, mas também a inveja dos incompetentes, formatando crises econômicas nestas ditaduras reais, revestidas de um democratismo formal. Nossos vizinhos pretendem, agora, influenciar toda a América para que regrida ao mesmo nível que seus 'líderes' já conseguiram impor a seus sofridos países.

Quero ver como os presidentes Lula e Obama conseguem escapar da armadilha chavista. Caso contrário, transformar-se-ão em pobres coadjuvantes no continente.

* Ives Gandra Martins é professor de direito e escritor

Acordo com Paraguai é lesa-pátria, diz DEM



O DEM protocolou representação no Tribunal de Contas da União (TCU), nesta terça-feira (28), questionando os termos do acordo feito entre Brasil e Paraguai para cessão da energia da usina hidrelétrica de Itaipu. Na representação, o DEM pede que o TCU faça uma "minuciosa análise dos termos do pacto celebrado entre Brasil e Paraguai, sobretudo sob os aspectos da economicidade, legalidade e eficiência administrativa".

O vice-presidente do DEM , deputado Paulo Bornhausen (SC), disse que o partido não irá aceitar que o acordo seja referendado sem passar pelo Congresso Nacional.

- Todo o acordo tem que passar pela avaliação e voto do Congresso Nacional. Não vamos admitir as manobras que estão sendo arquitetadas pelo governo, que vem afirmando que algumas partes do acordo vão ser encaminhadas ao Congresso. Nós temos que apreciar e votar todo o acordo e disso o DEM não abre mão - afirma Bornhausen.

Segundo Bornhausen, o partido pode também entrar com ação no Supremo Tribunal Federal para garantir que o Congresso analise o acordo.

Na segunda-feira, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que caberá ao Tesouro Nacional calcular o pagamento da cessão da energia da usina hidrelétrica de Itaipu ao Paraguai, que passará dos US$ 120 milhões para US$ 360 milhões. Segundo ele, o Ministério da Fazenda vai verificar a questão dos juros que são pagos por Itaipu em relação à dívida. Atualmente, o Tesouro é credor de dois terços da dívida de Itaipu, cerca de US$ 12 bilhões, de um total de US$ 18 bilhões.

O Brasil e o Paraguai fecharam no fim-de-semana o acordo sobre Itaipu, que prevê que as vendas paraguaias da energia excedente da usina hidrelétrica de Itaipu serão vendidas no mercado livre brasileiro. Os detalhes do acordo, no entanto, serão discutidos nos próximos 60 dias por uma comissão bilateral.

O governo, por intermédio do ministro Paulo Bernardo, disse que o acordo com o Paraguai sobre Itaipu não vai encarecer tarifas de energia para o consumidor. Apesar disso, a conta será paga pelo contribuinte brasileiro. Isso porque, segundo o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, os recursos virão de uma compensação, pela qual os juros da dívida paraguaia com o Tesouro Nacional, decorrente do financiamento da usina binacional, serão reduzidos.

Um primor de canalhice: Farc afirma que bases militares ianques são ato de alta traição à pátria em documento enviado para a mídia



Cavaleiro do Templo: não sei se rio ou choro. As FARC possuem um "parceiro" na mídia? Que "representação oficial" estas imundíces possuem para falar mal de um governo eleito e aceito pela imensa maioria da população? E que mídia é esta que aceita publicar material de sequestradores, assassinos confessos e que "ganham" armas que foram legalmente vendidas pela Suécia para a Venezuela/Hugo Chávez apreendidas lá na Colômbia, um outro país ainda por cima?

Seu Secretariando denuncia em comunicado enviado à redação de ANNCOL. Desmentem ter entregado dinheiro à candidatura de Rafael Correa (Cavaleiro do Templo: eu ficaria surpreso se não desmentissem) e de nenhum outro país vizinho. “Como nova cortina de fumaça e procurando agredir ao senhor presidente do Equador, Rafael Correa, Washington e Bogotá manipularam um vídeo das FARC mudando o contexto do documento” (Cavaleiro do Templo: como todo bom canalha não dizem qual seria o contexto exato ao invés da "interpretação" exposta), acrescentam.


ANNCOL


Segue, para o conhecimento de nossos leitores, a totalidade do documento da direção das Farc.

Comunicado das FARC:

A invasão (???) militar ianque.

1. A autorização presidencial para instalar 5 novas bases militares norteamericanas em território colombiano é um ato de alta traição à pátria, uma afronta à dignidade nacional e à memória de todos os mártires do exército libertador de Bolívar, que entregaram sua vida lutando contra a opressão do império colonial e pela independência.

2. Após contundente fracasso do Plano Colômbia e do acrescentado sentimento anticolonial que percorre a América Latina, não temos duvidas de que esta nova etapa da invasão ianque tem como objetivo principal a insurgência revolucionária, em tempo que se constitui na cabeça de praia de uma guerra, dirigida desde Washington, contra governos, países e povos irmãos que lutam consequentemente por um desenvolvimento soberano e pela integração latinoamericana.

3. Os anúncios sobre a escalada da invasão norteamericana na Colômbia são feitos em meio a novos escândalos de corrupção praticados pela quadrilha uribista desde o Palácio de Nariño, corruptelas que envergonham o país diante do mundo e que enchem de raiva e indignidade às futuras gerações (Cavaleiro do Templo: viram a inversão sociopática do sentido do tempo? O futuro já está indignado!!! Olha mais que coisa, como poderia isto? Só na cabeça de doentes mentais delirantes, claro) pelo ânimo sanguinário, o cinismo, a avareza e a impudicícia que caracterizam a máfia que hoje governa o país.

4. Como nova cortina de fumaça e procurando agredir ao senhor presidente do Equador, Rafael Correa, Washington e Bogotá manipularam um vídeo das FARC mudando o contexto do documento. Negamos, terminantemente, ter entregado dinheiro a nenhuma campanha eleitoral de nenhum país vizinho.

5. Nossa decisão de luta por uma paz democrática (Cavaleiro do Templo: aqui a inversão sociopática entre o sujeito e o objeto: os guerrilheiros são da paz, o s que atiraram depois em guerrilheiros é que são da guerra) e pela Nova Colômbia, está mais vigente do que nunca. O povo da Colômbia e de toda América Latina e Caribe saberá responder, como o evidência a nossa historia, diante desta nova agressão do império do norte e de seus servos.


A Pátria deve ser respeitada (Cavaleiro do Templo: e aqui, finalmente, a sociopática inversão da responsabilidade moral: a pátria deve ser respeitada sim, crimes contra a mesma deveria levar todos para a cadeia e, portanto, a quadrilha conhecida como FARC deveria estar todinha lá, na "cana"), fora ianques da Colômbia!

Secretariado do Estado Maior Central das FARC-EP
Montanhas da Colômbia, 25 de julho de 2009

A arrogância da mentira

Diário do Comércio, 30 de julho de 2009

A campanha não alega que Obama não é cidadão americano, mas apenas que ele não apresentou provas de sê-lo


Os maiores jornais brasileiros vivem da exploração da boa-fé popular e não vão parar com isso enquanto não se sentirem ameaçados por uma onda de queixas à Delegacia do Consumidor. O único atenuante que podem alegar é que a maior parte das mentiras que sai nas suas páginas vem pronta do exterior. A contribuição nacional aí consiste apenas na abstenção de qualquer exame crítico das fontes, isto é, na recusa obstinada de praticar o dever número um do jornalismo.

Isso é precisamente o que sucede no caso da matéria “Irritada, Casa Branca garante que Obama é cidadão americano”, publicada no Globo dia 27. Assinada por Ross Colvin, da Reuters, a agência mais pró-comunista do mundo Ocidental, não resiste ao mais mínimo confronto com os documentos originais que cita. É mentira do começo ao fim, coisa de um cinismo criminoso que nenhuma inépcia ou distração poderia explicar. Vejam:

1) “Um estridente grupo de teóricos da conspiração conhecido como ‘birthers’ (‘nascimentistas’) está transtornando a Casa Branca com sua persistente alegação de que Barack Obama não é cidadão norte-americano nato, e portanto seria inelegível para a Presidência."

Ninguém está transtornando a Casa Branca. A pergunta sobre a certidão de nascimento de Obama surgiu uma única vez nas conferências de imprensa da presidência, e mesmo assim não foi feita diretamente a Barack Obama, mas a seu porta-voz Robert Gibbs. Se a presidência americana se sente “transtornada” por isso, não é pelo assédio de cobranças, mas pelo conteúdo mesmo da pergunta, à qual não tem podido dar uma resposta satisfatória.

A campanha não alega que Obama não é cidadão americano, mas apenas que ele não apresentou provas de sê-lo. Em vez disto, ele já gastou aproximadamente um milhão de dólares com advogados para esquivar-se de apresentá-las, conduta que seria inexplicável se ele tivesse as provas para apresentar.

Aliás, por que rotular os membros da campanha logo de cara com expressões pejorativas, “birthers” e “teóricos da conspiração”, assumindo a rotulação como adequada, em vez de designá-los de maneira neutra e em seguida informar que seus adversários os chamam por esses pejorativos, como seria a prática normal do jornalismo? Colvin não age como jornalista, mas como relações públicas, mostrando que não está interessado em averiguar os fatos mas em atemorizar quem deseje investigá-los.

Desde a campanha eleitoral de 2008 havia quem lançasse a suspeita de que Obama, primeiro presidente negro do país, teria nascido no Quênia, e não no Havaí.

Ninguém “lançou” essa suspeita. O que houve foi que a avó de Obama afirmou ter assistido pessoalmente ao nascimento dele num hospital de Mombasa. O repórter do WorldNetDaily, Jerome Corsi, enviado ao Quênia para averiguar o assunto, foi preso pelo governo local e deportado para os EUA. Diante disso, nenhuma suspeita precisa ser “lançada”: ela surge espontaneamente em qualquer cérebro normal. Mas a grande mídia assumiu como cláusula pétrea abster-se de noticiar ou investigar esses dois fatos, preferindo, em vez disso, chamar de “teóricos da conspiração” quem quer que os mencionasse mesmo sem tirar deles qualquer conclusão quanto à nacionalidade de Obama.

A ‘certidão de nascido vivo (certification of live birth)’ de Obama, conforme a cópia divulgada na Internet, mostra que ele nasceu em Honolulu às 19h24 de 4 de agosto de 1961.

Colvin omite a informação básica de que a “certification of live birth” publicada no site de campanha de Obama não é um xerox, um arquivo computadorizado ou mesmo um traslado da sua certidão de nascimento original (‘birth certificate’), mas apenas um resumo enviado por internet, no qual faltam informações essenciais da certidão original, como o hospital de nascimento – dado que se torna tanto mais importante porque os mais fanáticos defensores de Obama se desmentem uns aos outros, citando dois hospitais diferentes.

Durante a campanha eleitoral, o Congresso investigou minuciosamente a nacionalidade de John McCain, recusando-se a fazer o mesmo com Obama. McCain teve de apresentar a certidão de nascimento original (‘birth certificate’), enquanto Obama, livre de constrangimentos, se contentava com publicar o resumo eletrônico no seu site de campanha.

A entidade apartidária FactCheck.org, ligada à Universidade da Pensilvânia, examinou, manipulou e fotografou a certidão original e concluiu que ‘atende a todos os requisitos do Departamento de Estado para conceder cidadania dos EUA’.

Mentira grossa. FactCheck não fotografou a certidão original, mas apenas a versão impressa do resumo eletrônico.

A segunda parte da frase é pura desconversa. A Constituição Americana estabelece uma diferença entre “cidadão”, que é qualquer um nascido em território americano ou aceito como imigrante, e “cidadão nativo”, nascido em território americano de pai e mãe americanos, o que com toda a evidência não é o caso de Obama (seu pai, nascido no Quênia, era súdito britânico). A mesma Constituição determina que só os “cidadãos nativos” podem ocupar a Presidência. Há controvérsias quanto à interpretação deste ponto e elas podem ser usadas como argumento em favor de Obama, mas não tem sentido alegar ao mesmo tempo que há controvérsias e que a elegibilidade de Obama não é controvertida.

O FactCheck.org também cita o fato de que os pais de Obama (ele queniano; ela norte-americana) colocaram um anúncio em um jornal local, em 13 de agosto de 1961, anunciando o nascimento do filho.

O anúncio não diz onde nasceu o menino; só informa que os Obamas tiveram um filho e que sua residência era na rua tal, número tanto, em Honolulu – informação que por si já é mentirosa porque na data do parto mamãe Obama morava e estudava em Seattle, a duas mil milhas de Honolulu.

Colvin nem de longe menciona que a certidão original não é o único documento de Obama que continua inacessível. Desde o tempo em que era candidato, o atual presidente mantém sob estrito sigilo todos os papéis equivalentes aos que seu adversário teve de exibir ao Congresso: registros escolares, teses acadêmicas, exames médicos, passaportes (inclusive o misterioso passaporte, provavelmente indonésio, com que ele conseguiu entrar no Paquistão quando ali era proibida a entrada de americanos), etc. O único documento que veio à tona, além da malfadada “certification of live birth” e da matrícula numa escola indonésia, foi um alistamento militar obviamente forjado ou então miraculoso: assinado em 1988 num formulário que só veio a ser impresso em 2008.

O que torna os documentos faltantes ainda mais necessários, e a sua ocultação ainda mais inaceitável, é o fato de que Obama tem mentido sobre sua biografia com a constância de um mitômano. Ele disse que nunca recebeu educação islâmica (os papéis da escola indonésia provam que recebeu), que nunca militou num partido socialista (logo apareceu a carteirinha), que seu pai foi pastor de cabras (nunca foi), que seu tio participou da libertação de Auschwitz (só se fosse soldado russo), etc. etc. Sua mais recente e primorosa lorota foi pronunciada na homenagem aos astronautas da Apolo-11: com a maior cara de pau, o homem disse que, como tantos outros havaianos emocionados, havia assistido pessoalmente à descida da cápsula espacial nas praias de Honolulu. O problema é que, nesse dia, ele estava na Indonésia.

Para completar, a tropa-de-choque obamista, no desespero de desviar-se de perguntas irrespondíveis, tem recorrido aos argumentos mais incongruentes para dissuadir os curiosos. Por exemplo: funcionários do Registro Civil do Havaí asseguram que têm nos seus arquivos a certidão original de Obama (não a mostram nem informam o que está escrito lá), enquanto o presidente da CNN, tentando calar as perguntas do seu âncora Lou Dobbs, afirma que a questão está superada porque não existe mais certidão original – todos os arquivos do Registro Civil Havaiano foram destruídos em 2001.

Tanto o nascimento de Obama quanto sua vida inteira são histórias mal contadas, repletas de absurdidades e contradições. O autoritarismo arrogante e cego com que o governo e a grande mídia exigem que um povo inteiro aceite essas histórias sem fazer perguntas, sob ameaça de ser acusado de extremismo de direita, já basta para mostrar que algo de muito grave – seja a nacionalidade, seja lá o que for – está sendo deliberadamente escondido.

Que a mídia nacional faça eco servilmente a essa exigência arrogante, como se cada jornalista brasileiro fosse assessor de imprensa do presidente de uma nação estrangeira, é decerto um dos episódios mais deprimentes na vida de profissionais que já mostraram, no caso do Foro de São Paulo, sua disposição solícita de vender-se barato aos interesses políticos mais vis, a um conluio abjeto de ladrões, traficantes e assassinos.


P. S. Tão logo enviei este artigo ao DC, chegou a notícia de que a Sra. Chiome Fukino, a alta funcionária do Registro Civil havaiano que afirmara ter visto a certidão original de Obama nos arquivos da repartição, agora assegura que ele nasceu mesmo em Honolulu. Como antes ela se esquivava de dar essa informação porque a lei a proibia de revelar dados do documento sem autorização do próprio Obama, não se sabe se ela decidiu violar a lei ou se recebeu o sinal verde de Obama para falar. Nesta última hipótese, o caso fica mais nebuloso ainda: por que autorizar uma entrevista sobre o documento e continuar mantendo oculto o próprio documento? Quem, ao solicitar uma carteira de motorista, apresenta, em vez da certidão de nascimento, o testemunho de alguém que jura tê-la visto?

Veja com seus próprios olhos a diferença entre uma certidão de nascimento original e o resumo publicado por Obama.

Não podemos ser definidos pela cor da pele, afirma Demóstenes



A ação protocolada pela advogada Roberta Fragoso Menezes Kaufmann, a pedido do senador Demóstenes Torres e em nome do partido, solicitou que o Supremo Tribunal Federal (STF) suspenda imediatamente a política de cotas para estudantes negros e indígenas da Universidade de Brasília (UnB) e em outras universidades.

Demóstenes Torres tornou-se um dos principais opositores das cotas por corte étnico, na sua avaliação um critério que fere dispositivo constitucional que estabelece a igualdade entre todos os brasileiros. "É uma proposta discriminatória. Não podemos ser definidos pela cor da nossa pele", disse ele, assinalando que as cotas raciais podem dividir a sociedade brasileira.

Roberta Kaufmann explica que a ação propõe a inconstitucionalidade do sistema de cotas e avalia que é apenas “uma política simbólica”, que beneficia a classe média negra e não cria mais vagas na universidade pública. A advogada diz ser a favor de cotas sociais, mas não raciais e também deixa claro ser contra o racismo. “Práticas de racismo não podem ser toleradas. Devia ser crime hediondo. Uma pessoa racista deve ser banida socialmente e eticamente. (Cavaleiro do Templo: gostei do recado...)

Chávez desató la fuga de cerebros

Fonte: EL PAIS
Domingo 26.07.2009


Emigración de Venezuela. Escapan de las estatizaciones y la persecución a opositores | Los ricos se van a Miami y Panamá | 9.000 científicos residen en Estados Unidos, tras cortarles financiamiento

NUEVA YORK | NEWSWEEK

Por un momento, en los días iniciales de su presidencia, el venezolano Hugo Chávez parecía un sanador. "Pidamos la ayuda de Dios para aceptar nuestras diferencias y unirnos en diálogo", imploró a sus compatriotas enfrentados en 2002.

En cambio, los venezolanos tuvieron a un vengador. El gobierno toma empresas y establecimientos agropecuarios privados. Los sindicatos fueron aplastados. Los opositores políticos son asediados o procesados por Juzgados controlados por el chavismo. Ahora, después de una década de la llamada Revolución Bolivariana, decenas de miles de profesionales desilusionados están hartos. Artistas, abogados, médicos, gerentes e ingenieros abandonan el país en masa, mientras quienes ya se encuentran en el exterior descartan sus planes de retorno.

Los más ricos compran inmuebles en Miami y Ciudad de Panamá. Ingenieros especializados en petróleo trabajan en los pozos del Mar del Norte y cerniendo los esquistos bituminosos del oeste de Canadá. Los descendientes de europeos solicitan pasaportes a las tierras de sus antepasados. Las becas académicas se convirtieron en botes salvavidas. Se estima que un millón de venezolanos se mudaron al exterior en la última década, que coincide con la presidencia de Chávez.

El éxodo separa a las familias e interrumpe carreras profesionales, pero también sabotea el futuro del país. Mientras muchos países en vías de desarrollo logran atraer de vuelta a sus ciudadanos diseminados por el mundo, con la finalidad de incentivar a sus economías en recuperación e incorporarse a democracias vibrantes, la estampida del poder cerebral venezolano afecta a universidades y centros dedicados al estudio y análisis económico, político y social, deja tullidas a las industrias y acelera el desorden económico que amenaza destruir a uno de los países más ricos del hemisferio. Hay que olvidarse de los minerales, el petróleo y el gas natural porque la principal exportación de la Revolución Bolivariana es el talento.

La diáspora bolivariana revierte la tendencia histórica. A lo largo de la mayor parte del último siglo, Venezuela fue un santuario para inmigrantes que huían de la represión del Viejo Mundo. Refugiados del totalitarismo y la intolerancia religiosa de España, Italia, Alemania y Europa Oriental se encaminaron de manera masiva al país que está cobijado entre el Caribe y la cordillera de los Andes, y ayudaron a forjar una de las sociedades más vibrantes del Nuevo Mundo.

Al igual que la mayoría de las naciones en vías de desarrollo, Venezuela estaba dividida entre la masiva pobreza y una elite en un castillo. Pero, en las décadas de los `70 y `80, los venezolanos fueron la envidia de Latinoamérica. Ricos en petróleo, educados, con una tradición democrática sólida, vivían un nivel por encima de las sociedades crónicamente inestables de la región. "Teníamos un país bastante rico que ofrecía oportunidades y no había inseguridad. Nadie pensaba en irse", indicó Diego Arria, un ex embajador de Venezuela ante Naciones Unidas, que vive en Nueva York. "Ahora tenemos delincuencia incontenible, un sistema político represivo que linda con el apartheid y migración al revés. Venezuela pasó a ser un país de emigrantes".

Algo similar ocurre a lo largo del "Eje de Hugo", la constelación de nueve países en los Andes, Centroamérica y el Caribe que sigue a Chávez en la marcha hacia lo que él llama socialismo del siglo XXI.

En nombre del poder, la justicia y la abundancia para los desheredados, los líderes de la Alternativa Bolivariana en Bolivia, Ecuador y Nicaragua están reescribiendo sus Constituciones, intimidando a los medios de comunicación y encendiendo conflictos de clase y étnicos que ocasionalmente tienen explosiones de odio. El derrocamiento del presidente de Honduras, Manuel Zelaya, el 28 de junio, que es un aliado clave de Chávez, es el último ejemplo del efecto bumerán de la Revolución Bolivariana.

La clase media y los jóvenes sobrellevan al peso. Un estudio difundido por el Sistema Económico Latinoamericano indica que el flujo hacia el exterior de trabajadores altamente especializados, con edades de 25 y más años, de Venezuela a los países de la Organización de Cooperación Económica y Desarrollo (OCDE) creció 216% entre 1990 y 2007. Un estudio reciente realizado por la Universidad Vanderbilt, de Nashville, Estados Unidos, mostró que más de uno de cada tres bolivianos de menos de 30 años tiene planes de emigrar -hace una década era el 12%- mientras el 47% de los que tienen 18 indicaron que tienen intención de irse del país. Muchos profesionales ya tomaron la decisión. "Me pregunto si no soy suficientemente patriota", dijo Giovanna Rivero, una elogiada novelista boliviana, que emigra para asumir funciones docentes en la Universidad de Florida y no tiene intención de retornar. "Bolivia se está despedazando", agregó.

Las cifras
70% Son los venezolanos que según encuestas recientes defienden la propiedad privada, en medio de la ola de estatizaciones chavista.

33% Son los ciudadanos que tienen menos de 30 años que desean abandonar Bolivia. Casi la mitad de los que tienen 18 planean irse.

Profesionales rehacen sus vidas en el exterior
Emigración en Venezuela. Destacado productor de TV remató sus bienes y se fue a EE.UU. | Medios de comunicación acechados por el chavismo | Oposición denuncia amiguismo, corrupción y censura

AGOTADO. En Venezuela, Chávez embistió contra todos los que se niegan a aceptar la línea de su partido. Daniel Benaim era uno de los principales productores independientes de la televisión venezolana, quien realizaba programas de juegos y para horarios centrales en canales nacionales con Canal Uno, una productora líder. "Teníamos 160 empleados y trabajábamos las 24 horas del día y los siete días de la semana", señaló. Pero, después del frustrado golpe contra Chávez, en 2002, el gobierno comenzó a perseguir a los medios independientes y los presupuestos de programación se secaron.

En un mes, Canal Uno tenía apenas cuatro empleados y se encaminaba a la quiebra. Benaim reorientó su negocio para atender el mercado publicitario internacional, logrando prestigiosos premios mundiales, incluyendo varios Emmys. Pero, las oportunidades para los no chavistas en Venezuela habían desaparecido. Una tras otra, vio cómo abandonaban el país las personas que él había entrenado. "Hacía discursos furiosos sobre la fuga de cerebros. Ahora, tengo que morderme la lengua", admitió Benaim, quien también se va a vivir a Estados Unidos. "Tuvimos las mejores mentes de este negocio y ahora aquí no hay nada para ellos".

Gonzalo Bernal Ibarra era uno de los asociados de Benaim. Él también ascendió rápidamente en su carrera profesional en la televisión y hasta hace poco dirigía una red televisiva universitaria que llegaba a 100.000 jóvenes. Todo cambió a fines de 2007, cuando Chávez perdió el referéndum para modificar la Constitución y comenzó a perseguir a quienes lo criticaban desde los medios de comunicación, incluyendo a Bernal. Extraños en chaquetas y con bolsillos pesados -el código de vestimenta de la policía militar de inteligencia de Chávez- comenzaron a seguirlo día y noche. El Parlamento se aprestaba a aprobar una ley que establecía la obligatoriedad de enseñar el socialismo del siglo XXI en los colegios. "No quería que mi hija aprendiera ese disparate", dijo Bernal.

Hasta hacer las compras se convirtió en un desafío, debido a que la alta inflación y los controles de precios del gobierno vaciaron los supermercados de artículos esenciales como leche, huevos y carne.

Un día, a fines de 2008, Bernal abrió una botella de whisky e hizo un remate de sus bienes en el jardín de su casa. "Me emborraché y vi cómo se llevaban mi vida". Ahora, vive en Washington DC, con su señora y su hija de 6 años e intenta adaptarse. "Vivía en el país más hermoso, magnífico y divertido del mundo. Ahora, la tercera parte de mis amigos se fue. Dentro de diez años, Venezuela va a ser un país paralizado".

RETROCESO. Ningún sector industrial fue golpeado con tanta dureza por la fuga de talentos como el petrolero. Hace una década, Petróleos de Venezuela (Pdvsa) estaba en la nómina de las cinco principales empresas de energía del mundo. Todo cambió bajo Chávez, quien designó a un profesor universitario marxista y sin experiencia en el sector, para dirigir la empresa. Los empleados de Pdvsa se declararon de inmediato en huelga. Y paralizaron el país. Chávez respondió con 22.000 despidos casi de la noche a la mañana, incluyendo a los principales expertos petroleros.

Unos 4.000 funcionarios de elite de Pdvsa ahora trabajan en el exterior. "La empresa es un desastre", dijo Gustavo Coronel, ex miembro del Directorio de Pdvsa, quien en la actualidad trabaja en Washington DC como consultor petrolero. Hasta 2003, quienes se desempeñaban en el Centro de Investigación y Desarrollo Tecnológico de la empresa generaban entre 20 y 30 patentes por año. En 2008, no produjeron ninguna, pese a que el elenco se duplicó. Pdvsa producía 3,2 millones de barriles de petróleo por día cuando asumió Chávez. Ahora, bombea 2,4 millones, según estimaciones independientes.

La declinación se extendió a lo largo de la sociedad, afianzada por el amiguísimo, la corrupción y la censura. En mayo, con el pretexto de que científicos buscaban "oscuros" proyectos de investigación como "si hay vida en Venus", Chávez recortó los presupuestos en los centros científicos universitarios, donde se llevaba a cabo la investigación de vanguardia en materia de salud. Volcó los petrodólares a las misiones científicas oficiales, en las que los hilos son manejados por los aliados del gobierno. Ahora, los institutos de investigación más respetados del país se están rezagando.

Hace unos meses, Jaime Requena, un biólogo formado en la Universidad de Cambridge y en el Instituto de Estudios Avanzados, fue obligado a pasar a retiro y despojado de su jubilación, después que publicó un documento en el que denunció que la investigación científica en Venezuela está "en el punto más bajo en 30 años". El número de trabajos publicados por venezolanos en revistas científicas internacionales cayó casi un 15%, de 958 a 831, en los últimos tres años. A los 62 años, y con su madre de edad avanzada, Requena tiene pocas opciones: "A mi edad, no es fácil conseguir otro empleo. Si pudiera, me iría de Venezuela. Todos mis amigos y colegas lo han hecho".

Se estima que unos 9.000 científicos venezolanos viven en Estados Unidos, en comparación con 6.000 que trabajan en Venezuela. Una de las víctimas es un reconocido experto en ciencias vitales, quien renunció a su labor de jefe de un gran laboratorio de Caracas, para intentar suerte en Estados Unidos, en 2002, aunque siempre abrigó la esperanza de volver. "Presenté una serie de propuestas al gobierno, pero nunca me respondieron", reveló y pidió que su nombre se mantuviera en reserva por temor a represalias contra sus familiares que residen en Venezuela. "Ahora, todo está politizado. Si uno no está con Chávez, nunca recibe el financiamiento. Será objeto de persecución. Es una guerra contra los méritos". Sostuvo que las ciencias médicas en Venezuela están en la oscuridad. "El último informe epidemiológico en Venezuela se publicó en 2005", indicó. "Ni siquiera sabemos las enfermedades que tenemos y si están creciendo o disminuyendo. Este es el modelo cubano de mantener a la gente en la ignorancia".

La cifra
15.000 Son los emigrante venezolanos que partieron a Panamá. Su presencia se hace notar por los nuevo edificios construidos por ellos.

Escapan del nuevo socialismo
En los casos de las naciones que se enmarcan en la Revolución Bolivariana (Venezuela, Bolivia, Ecuador y Nicaragua), cuyos presidentes son los abanderados del llamado socialismo del siglo XXI, la fuga de cerebros de los que se oponen a las políticas que se implementan allí traerá, según los expertos, graves consecuencias en un futuro cercano. Ni siquiera las naciones del primer mundo pueden darse el lujo de perder a sus mejores y más brillantes mentes. Venezuela, Bolivia, Ecuador y Nicaragua cayeron en el Índice de Competitividad del Foro Económico Mundial. El Banco Mundial situó a los tres últimos en el cuarto más bajo de su relevamiento sobre facilidades para hacer negocios, junto con la mayor parte del continente africano. Pese a que se le dio gran importancia a la manera cómo los emigrantes del mundo en vías de desarrollo pueden mitigar el subdesarrollo mediante el envío a sus países de sus preciosos ahorros, las remesas no podrán cerrar la creciente brecha de talentos que está privando a estas sociedades de su gente más capaz y joven. "¿A quién le importa si un ingeniero veinteañero o especialista en computación se va del país? A nadie. Pero, en diez años, sentiremos la pérdida", dijo Raúl Maestres, un experto en recursos humanos que reside en la capital de Venezuela. Su hijo abandonó el país hace ya varios años para trabajar en un estudio arquitectónico situado en Estados Unidos. En tanto, su hija decidió emigrar de Caracas para estudiar publicidad en Buenos Aires. "Cuando uno piensa en las oportunidades que hemos perdido, dan ganas de sentarse a llorar", manifestó Maestres.

Estados Unidos, España, Colombia y América Central acogieron a miles de venezolanos que decidieron irse
Caracas | La diáspora bolivariana pa- rece empeorar poco a poco. Si bien los datos del Censo son dudosos, los analistas latinoamericanos dicen que la emigración de Venezuela, Bolivia y Ecuador generó enclaves de considerable tamaño en Estados Unidos, España, Colombia y América Central. Ciudad de Panamá brilla con nuevos edificios construido por emigrantes venezolanos adinerados, que ya suman 15.000, en tanto fueron pocos miles a comienzos de esta década.

Tantos venezolanos emigraron a Weston, un suburbio de Ft. Lauderdale, Florida (Estados Unidos), que los locales le llaman Westonzuela.

"Casi no hay una familia de clase media en Venezuela que no tenga a un hijo a una hija en el exterior", dijo Fernando Rodríguez, columnista del diario antichavista Tal Cual. En efecto, la emigración desde los países bolivarianos sería mayor si no fuera por la recesión global y la hostilidad a los extranjeros.

Los emigrantes venezolanos no califican como refugiados políticos y no gozan de ninguna ventaja en la fiera competencia por las 400.000 visas de trabajo H1B que emite Estados Unidos, cada año, destinadas a personas de alta especialización. Las tres cuartas partes van para ciudadanos de India, quienes tienen ventaja porque hablan en inglés. "Un motivo por el que no vemos más separación en estos países es porque muchas personas no tienen adónde ir", sostuvo Alejandro Portes, un sociólogo de la Universidad de Princeton, que estudia la migración global.

Latinoamérica vio este fenómeno antes. Casi toda la clase media cubana huyó a Estados Unidos después de la revolución de Fidel Castro, convirtiendo a Miami en un centro de negocios para Latinoamérica, mientras La Habana se estancó. La Guerra Fría, la estanflación, las sucesivas crisis de la deuda externa y el desempleo masivo, impulsaron la fuga de cerebros a lo largo de la década de los `80 -la década perdida de América Latina- especialmente desde Chile, Colombia, Argentina y Perú, así como a lo largo de América Central. A comienzos de este siglo, algunos de los países que estuvieron convulsionados por la dictadura y la insurgencia guerrillera, como son los casos de Chile y Perú, ya habían cambiado de rumbo, convirtiendo a sus sociedades en prósperas y seguras.

Pero, otros países lucharon para hacer retornar a sus emigrantes. En las décadas de los `80 y `90, Colombia se convirtió en sinónimo de cocaína, violencia criminal y guerra de guerrillas, todo lo cual expulsó de sus hogares a unas cuatro millones de personas. Al ser blanco de los secuestradores y los matones políticos, decenas de miles de profesionales de clase media abandonaron el país. En 2002, el presidente Álvaro Uribe declaró la guerra a las drogas y la delincuencia y ahora, ciudades que estuvieron dominadas por el delito como Cali, Medellín y Bogotá son más seguras que nunca y hasta se convirtieron en modelo para el resto de América Latina que está azotada por la delincuencia. Sin embargo, no se revirtió la fuga de cerebros. "O los emigrantes descubrieron el sueño americano o no se convencieron que hay seguridad para retornar", manifestó Jorge Rojas, de Codhes, un centro de estudios colombiano que sigue la evolución de los emigrantes. "Esto muestra lo difícil que es recuperar el talento perdido".

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".