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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Um primor de canalhice: Farc afirma que bases militares ianques são ato de alta traição à pátria em documento enviado para a mídia



Cavaleiro do Templo: não sei se rio ou choro. As FARC possuem um "parceiro" na mídia? Que "representação oficial" estas imundíces possuem para falar mal de um governo eleito e aceito pela imensa maioria da população? E que mídia é esta que aceita publicar material de sequestradores, assassinos confessos e que "ganham" armas que foram legalmente vendidas pela Suécia para a Venezuela/Hugo Chávez apreendidas lá na Colômbia, um outro país ainda por cima?

Seu Secretariando denuncia em comunicado enviado à redação de ANNCOL. Desmentem ter entregado dinheiro à candidatura de Rafael Correa (Cavaleiro do Templo: eu ficaria surpreso se não desmentissem) e de nenhum outro país vizinho. “Como nova cortina de fumaça e procurando agredir ao senhor presidente do Equador, Rafael Correa, Washington e Bogotá manipularam um vídeo das FARC mudando o contexto do documento” (Cavaleiro do Templo: como todo bom canalha não dizem qual seria o contexto exato ao invés da "interpretação" exposta), acrescentam.


ANNCOL


Segue, para o conhecimento de nossos leitores, a totalidade do documento da direção das Farc.

Comunicado das FARC:

A invasão (???) militar ianque.

1. A autorização presidencial para instalar 5 novas bases militares norteamericanas em território colombiano é um ato de alta traição à pátria, uma afronta à dignidade nacional e à memória de todos os mártires do exército libertador de Bolívar, que entregaram sua vida lutando contra a opressão do império colonial e pela independência.

2. Após contundente fracasso do Plano Colômbia e do acrescentado sentimento anticolonial que percorre a América Latina, não temos duvidas de que esta nova etapa da invasão ianque tem como objetivo principal a insurgência revolucionária, em tempo que se constitui na cabeça de praia de uma guerra, dirigida desde Washington, contra governos, países e povos irmãos que lutam consequentemente por um desenvolvimento soberano e pela integração latinoamericana.

3. Os anúncios sobre a escalada da invasão norteamericana na Colômbia são feitos em meio a novos escândalos de corrupção praticados pela quadrilha uribista desde o Palácio de Nariño, corruptelas que envergonham o país diante do mundo e que enchem de raiva e indignidade às futuras gerações (Cavaleiro do Templo: viram a inversão sociopática do sentido do tempo? O futuro já está indignado!!! Olha mais que coisa, como poderia isto? Só na cabeça de doentes mentais delirantes, claro) pelo ânimo sanguinário, o cinismo, a avareza e a impudicícia que caracterizam a máfia que hoje governa o país.

4. Como nova cortina de fumaça e procurando agredir ao senhor presidente do Equador, Rafael Correa, Washington e Bogotá manipularam um vídeo das FARC mudando o contexto do documento. Negamos, terminantemente, ter entregado dinheiro a nenhuma campanha eleitoral de nenhum país vizinho.

5. Nossa decisão de luta por uma paz democrática (Cavaleiro do Templo: aqui a inversão sociopática entre o sujeito e o objeto: os guerrilheiros são da paz, o s que atiraram depois em guerrilheiros é que são da guerra) e pela Nova Colômbia, está mais vigente do que nunca. O povo da Colômbia e de toda América Latina e Caribe saberá responder, como o evidência a nossa historia, diante desta nova agressão do império do norte e de seus servos.


A Pátria deve ser respeitada (Cavaleiro do Templo: e aqui, finalmente, a sociopática inversão da responsabilidade moral: a pátria deve ser respeitada sim, crimes contra a mesma deveria levar todos para a cadeia e, portanto, a quadrilha conhecida como FARC deveria estar todinha lá, na "cana"), fora ianques da Colômbia!

Secretariado do Estado Maior Central das FARC-EP
Montanhas da Colômbia, 25 de julho de 2009

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".