| BRASIL ACIMA DE TUDO
08 de outubro de 2008 | |
Por Aluisio Madruga de Moura e Souza
Em continuação, citaremos mais alguns exemplos da pregação da violência revolucionária por militantes e grupos do Partido dos Trabalhadores. “A revolução de 1964 foi benevolente, pois apesar de ter desbaratado as organizações que adotaram a luta armada, não chegou a extremos como na Argentina e Uruguai, países onde a repressão praticamente dizimou uma geração inteira de elementos ligados à esquerda. Este fato, ocorrido entre nós, permitiu que as organizações do passado voltassem a se agrupar de forma mais compacta, podendo tirar proveito dos ensinamentos deixados pelo fracasso sofrido”. Nessa mesma ocasião foi dito que: “terrorismo contra militar não era terrorismo e sim uma forma de luta contra o imperialismo”. (Flávio Koutzi, militante da Tendência Partidária Democracia Socialista (TP/DS), que deu origem ao P SOL, ao proferir palestra nas dependências do Plenário da Câmara Legislativa do Rio Grande do Sul, no 1º semestre de 1989).
Das resoluções do 1º Congresso do Partido Revolucionário Comunista (PRC), ocorrida em janeiro de 1984, extraímos os seguintes trechos: “... A revolução social do proletariado será necessariamente violenta. A luta armada é um componente essencial de sua realização...” “A luta de classes no Brasil ingressou num período novo, com episódios de rompimento da legalidade, de violação dos tecidos constitucionais, com ampliação sem precedentes das ações de massa e o seu ingresso na luta política. Está germinando a semente da revolução”.
Daí a necessidade da existência de 37 ministérios, com missões revolucionárias múltiplas, inclusive de repassar para o Partido, uma parcela do que seus militantes recebem pelo cargo que ocupam, já que o cargo é do partido e não do militante.
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Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Partido dos Trabalhadores: Seu desgoverno e as Forças Armadas - a Revolução Petista em marcha
NAZISMO TROPICALISTA
MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA, 01/10/2008
O PT de Hitler, Nazional Sozialism Deutsch Arbeit Partei – Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores da Alemanha, surgiu em 1920 e era oriundo do Deutsch Arbeit Partei – Partido dos Trabalhadores da Alemanha, fundado em 1904.
Entre os fatores que caracterizaram os inícios do Nacional-socialismo, cumpre ressaltar o papel relevante desempenhado pela ascensão espetacular e pela veneração quase religiosa do Führer. A estrutura organizacional e as atividades do movimento basearam-se completamente no princípio do líder. Ao centro de tudo encontrava-se a figura de Adolf Hitler e em termos de psicologia social ele representava o homem comum, de origem humilde, em posição de subordinação, ansioso para compensar seus sentimentos de inferioridade através da militância e do radicalismo político.
“Como você vê, eu apóio as Farc clandestinamente” - Albertão, 52 anos, ex-petista, vereador polêmico e candidato a prefeito pelo PSOL em Guarulhos
Já sei o que você quer saber: é sobre as Farc, adianta o ex-metalúrgico e professor de Educação Artística na rede estadual de ensino Edson Antonio Albertão, ao ver o repórter à sua frente, antes de o objetivo da visita ser explicitado. Na entrada da sala, cartazes e pôsteres das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia estão afixados nas paredes. Em outro canto, dezenas de fotografias em poses triunfalistas ao lado do comandante Raúl Reyes – o número 2 das Farc, morto em março – e de outros jovens guerrilheiros. “Como você vê, eu apóio as Farc clandestinamente”, ironiza Albertão, 52 anos, ex-petista, vereador polêmico e candidato a prefeito pelo PSOL em Guarulhos.
Albertão é um visitante freqüente das áreas montanhosas da Colômbia dominadas pela guerrilha. Já fez rifas e camisetas para ajudar a organização, da qual se aproximou há dez anos. Se considera um “socialista revolucionário”.
O candidato a prefeito rejeita o rótulo de representante ou “embaixador das Farc” no Brasil – título atribuído também ao padre Olivério Medina – e diz ser apenas um “amigo” dos camaradas guerrilheiros. “Sou UM DOS CONTATOS (Cavaleiro do Templo: ou seja, existem outros que já conhecemos, o FORO DE SÃO PAULO é um deles) que a guerrilha tem. Talvez o principal, o mais aberto, o mais público. Mas eu não represento as Farc. Elas não se fazem delegar. Se fazem representar por elas mesmas”, explica.
Albertão tem sido responsável por importantes contatos políticos dos guerrilheiros. Era amigo de Raúl Reyes – “ele foi assassinado da forma mais cruel possível: enquanto dormia”, lamenta – e foi portador até de uma carta da guerrilha endereçada ao presidente da República. “O Raúl me mandou entregar umas cartas a Lula. Eu disse que ia tentar. Voltei e pedi ao Suplicy (senador Eduardo Suplicy, do PT), que as encaminhasse. E o Suplicy entregou ao Frei Betto (ex-assessor da Presidência). Mas isso é uma coisa extremamente normal e corriqueira nas relações. A guerrilha estava parabenizando Lula pela eleição”, justifica.
Ele considera “bobagens” as denúncias da revista colombiana Cambio de que a guerrilha mantém contatos com autoridades do governo brasileiro. “Contatos são feitos, de forma aberta. Eu pedi, por exemplo, ao Plínio de Arruda Sampaio (ex-deputado petista, hoje no PSOL) para que me ajudasse a intermediar uma conversa com o Itamaraty no sentido de não espetacularizar a concessão de refúgio para o Medina quando ele estava preso”, afirma. “Nesse período, tive contatos com deputados de direita e do PSDB. Falei com todo mundo.” Crítico feroz do governo Uribe – “é um narcotraficante ligado ao paramilitarismo”, ataca –, Albertão acha que as Farc não devem recuar. “Os guerrilheiros não podem depor as armas sob pena de serem assassinados pelo regime de Uribe. Como aconteceu na década de 1980 com o assassinato de milhares de militantes, após a declaração unilateral do cessar-fogo”, relembra.
Missão Amazônia
General Heleno: Entrevista exclusiva com o Comandante Militar da Amazônia
Por Kaiser Konrad. Enviado Especial - Comando Militar da Amazônia
Manaus: É o maior comando militar em área de selva do mundo e o de maior extensão territorial da América Latina. Está situado numa região de constante tensão. No panorama externo é onde o Brasil faz fronteira com sete países, onde há forte presença de guerrilheiros, tráfico internacional de drogas, crimes ambientais, biopirataria e a cobiça internacional. No seu interior, a preocupação maior é com a agitação provocada pelos movimentos sociais e questão indigenista, que por vezes promovem ações e discussões que colocam em risco a segurança nacional e a soberania territorial.
O Comando Militar da Amazônia, sediado em Manaus, é hoje o comando de área com maior expressão no cenário nacional. Ele inclui seis estados e parte de outros dois numa área de responsabilidade operacional de 3 milhões e 600 mil km², reunindo um efetivo de 25 mil militares, podendo chegar a 28 mil com a instalação de três novos batalhões.
Seu comandante é General-de-Exército Augusto Heleno Ribeiro Pereira. Com um extenso e singular currículo militar, ele foi em 2004 o primeiro comandante da força militar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti. Polêmico ao criticar abertamente a política indigenista do Brasil, ele é hoje um dos militares mais admirados e reconhecidos na caserna e, principalmente fora dela, já que colocou na agenda nacional a discussão de um tema que está relacionado ao futuro de todos os brasileiros.
Defesanet esteve no Comando Militar da Amazônia. Acompanhe uma entrevista exclusiva com o General Heleno:
Transferência de unidades de outras regiões do País à Amazônia
General Heleno: Já tivemos três brigadas transferidas para o CMA. A mais antiga saiu de Petrópolis-RJ para Boa Vista, atualmente a 1ª Brigada de Infantaria de Selva. A 2º Brigada de Infantaria de Selva que saiu de Niterói-RJ está sediada em São Gabriel da Cachoeira, e a Brigada das Missões, que tinha sede em Santo Ângelo-RS foi para Teffé. Essas brigadas foram resultado de um esforço enorme do Exército para transferi-las à área amazônica, devido à crescente importância da região e a diminuição da importância estratégica em outras regiões do país.
Em termos de equipamentos, quais as necessidades do CMA?
General Heleno: Se nós verificarmos os nossos sistemas de armas, podemos começar pelo equipamento de uso individual, que precisa ser reformulado e aonde temos sérias deficiências. Usamos um fuzil que tem 43 anos. Existe a intenção de começar a raciocinar com o conceito de soldado do futuro, que usa uma equipagem leve e permite ao combatente acessar tecnologias sofisticadas. Se pensarmos em termos de artilharia antiaérea, nós temos muita coisa a acrescentar neste teatro de operações, assim como na artilharia de campanha. Devemos buscar também uma melhora considerável no sistema de armamento anticarro.
Existe a necessidade da aquisição de helicópteros de ataque?
General Heleno: É óbvio. No caso na Amazônia, raciocinando que na guerra moderna, além da Dissuasão, a estratégia mais importante é a da Projeção de Poder: a capacidade de colocar a força desejada no local escolhido dentro do menor tempo possível. E quando se fala nisso, ainda que vulnerável, a plataforma de combate necessária é o helicóptero. E obviamente os helicópteros de ataque são prioritários e eu os quero aqui com urgência.
Aeronaves de asa fixa?
General Heleno: Existe um estudo ao nível do Comando do Exército e Ministério da Defesa sobre a aquisição de aviões de Comando e Controle capazes de atender a determinados níveis de comando e que nos dariam uma mobilidade maior dentro de nossa área de atuação. Sobre outras aeronaves, entendo que o poder aeroespacial é responsabilidade da Força Aérea Brasileira e não queremos nada que possa interferir nas missões dela.
A possibilidade de acontecer uma guerra na região
General Heleno: A possibilidade é remota embora eu acredite que temos que nos preparar para isso. Se fizermos uma análise do nosso relacionamento com as nações vizinhas veremos que não temos nenhum problema, somente aqueles que são comuns. Eventualmente há alguma tensão, natural de países livres, independentes e soberanos, que podem ter interesses antagônicos mas que também podem ser resolvidos pelas vias diplomáticas. Com relação a outras potências que possam vir a se interessar num conflito com o Brasil, não vejo a curto-prazo esta possibilidade. Tenho dito que seria no mínimo imprudente achar que o Brasil não tenha que respaldar algumas decisões políticas num poder militar compatível com sua estatura estratégica.
Cobiça internacional da Amazônia
General Heleno: A cobiça internacional não é uma paranóia dos militares. Ela tem sido expressa nos discursos de autoridades de diferentes países, o que reflete uma cobiça que não é explícita e não tem endereço, ainda, mas é genérica. No momento que verificamos o potencial da Amazônia, tudo que ela já mostrou que tem e o que ainda não foi prospectado mas sabemos existir, tudo isso faz com que devemos nos prevenir contra esta cobiça internacional. A conquista desses objetivos extra-territoriais poderá ser atingida sem guerra, subreptíciamente, por ações políticas e de infiltração e, de repente, poderemos nos deparar com um cenário aonde já temos muita coisa usurpada sem que haja um conflito bélico. Esta é uma questão que nos traz muita preocupação. A presença do Estado brasileiro na região é fundamental para neutralizar quaisquer interesses escusos.
Política indigenista
General Heleno: Tudo que tinha que falar eu já falei. Algumas providências foram tomadas e vamos caminhar para encontrar uma solução ideal. É um tema polêmico e que tem que ser discutido não por poucos indivíduos, mas por toda a sociedade brasileira.
O futuro da presença das Forças Armadas na região amazônica
General Heleno: A presença militar na Amazônia tem um papel preponderante e sua importância pode ser sentida toda vez que nos afastamos das metrópoles regionais e vamos para as proximidades das fronteiras, onde a presença do Estado diminui, e a do Exército, com seu Braço Forte e Mão Amiga aumenta. A FAB realiza há décadas um papel fantástico em proveito das populações desassistidas da região, e a Marinha, que faz um trabalho essencial ao longo da calha dos rios navegáveis. Tenho certeza que esse papel não vai diminuir. O que queremos são parceiros e que eles se façam mais presentes, que é o caso da Polícia Federal, INCRA, IBAMA, Receita Federal e FUNAI, para que nos unamos no trabalho em prol da Amazônia.
Considerações
General Heleno: Quero registrar o orgulho e a honra que tenho por ser o Comandante Militar da Amazônia. Hoje, servir na Amazônia é questão de escolha e não castigo como outrora. Nossos melhores profissionais passam por aqui dando o máximo de si, pois sabem que esta área é importante para o futuro do Brasil.
http://www.defesanet.com.br/missao/am/gen_heleno.htm
Vídeo Guerreiros da Amazônia http://www.defesanet.com.br/missao/am/vi_1.htm
Também a expansão de Chávez no Paraguai. Conheça com exclusividade a versão editada em formato pdf, do Plan Operativo 2007. Documento do Ministerio de Relaciones Exteriores da Venezuela, que merece uma leitura atenta, mesmo que apresentado de forma esquemática.
http://www.defesanet.com.br/al1/py_abc_03out08.htm
Revelan plan venezolano de infiltración en el Paraguay
http://www.defesanet.com.br/al1/py_abc_27ago07.htm
Plan Operativo 2007 - pdf 4 MB
http://www.defesanet.com.br/docs1/Plan_Operativo_2007.pdf
A escória do mundo
Olavo de CarvalhoDiário do Comércio (editorial), 20 de maio de 2008
Vou resumir aqui umas verdades óbvias e bem provadas, que uma desprezível convenção politicamente correta proíbe como indecentes.
Todo comunista, sem exceção, é cúmplice de genocídio, é um criminoso, um celerado, tanto mais desprovido de consciência moral quanto mais imbuído da ilusão satânica da sua própria santidade.
Nenhum comunista merece consideração, nenhum comunista é pessoa decente, nenhum comunista é digno de crédito.
São todos, junto com os nazistas e os terroristas islâmicos, a escória da espécie humana. Devemos respeitar seu direito à vida e à liberdade, como respeitamos o dos cães e das lagartixas, mas não devemos lhes conceder nada mais que isso. E seu direito à vida cessa no instante em que atentam contra a vida alheia.
Nos anos 60 e 70, a guerrilha brasileira não foi nenhuma epopéia libertária, foi uma extensão local da ditadura cubana que, àquela altura, já tinha fuzilado pelo menos dezessete mil pessoas e mantinha nos cárceres cem mil prisioneiros políticos simultaneamente, número cinqüenta vezes maior que o dos terroristas que passaram pela cadeia durante o nosso regime militar, distribuidos ao longo de duas décadas, nenhum por mais de dois anos – e isto num país de população quinze vezes maior que a de Cuba. Nossos terroristas recebiam dinheiro, armas e orientação do regime mais repressivo e assassino que já houve na América Latina, e ainda tinham o cinismo de apregoar que lutavam pela liberdade.
Agora que estão no poder, enchem-se de verbas públicas e justificam a comedeira alegando que o Estado lhes deve reparações. O dinheiro do Estado é do povo brasileiro e o povo brasileiro não lhes deve nada. Eles é que devem aos filhos e netos daqueles que suas bombas aleijaram e seus tiros mataram.
Perguntem aos cidadãos, nas ruas: “O senhor, a senhora, acham que têm uma dívida a pagar aos terroristas, pelo simples fato de que a violência deles foi vencida pela violência policial? O senhor, a senhora, acham justo que o Estado lhes arranque impostos para enriquecer aqueles que se acham vítimas injustiçadas porque o governo matou trezentos deles enquanto eles só conseguiram, coitadinhos, matar a metade disso?”
Façam uma consulta, façam um plebiscito. A nação inteira responderá com o mais eloqüente NÃO já ouvido no território nacional.
É claro que os crimes que esses bandidos cometeram não justificam nenhuma barbaridade que se tenha feito contra eles na cadeia. Mas justifica que estivessem na cadeia, embora tenham ficado lá menos tempo do que mereciam. E justifica que, surpreendidos em flagrante delito e respondendo à bala, fossem abatidos à bala.
Mas eles não acham isso. Acham que foi um crime intolerável o Estado ter armado uma tocaia para matar o chefe deles, Carlos Marighela, confessadamente responsável por atentados que já tinham feito várias dezenas de vítimas inocentes; mas que, ao contrário, foi um ato de elevadíssima justiça a tocaia que montaram para assassinar diante da mulher e do filho pequeno um oficial americano a quem acusavam, sem a mínima prova até hoje, de “dar aulas de tortura”.
Durante a ditadura, muitos direitistas e conservadores arriscaram vida, bens e reputação para defender comunistas, para abrigá-los em suas casas, para enviá-los ao exterior antes que a polícia os pegasse. Não há, em toda a história do último século, no Brasil ou no mundo, exemplo de comunista que algum dia fizesse o mesmo por um direitista.
Sim, os comunistas são diferentes da humanidade normal. São diferentes porque se acham diferentes. São inferiores porque se acham superiores. São a escória porque se acham, como dizia Che Guevara, “o primeiro escalão da espécie humana”.
Eles têm, no seu próprio entender, o monopólio do direito de matar. Quando espalham bombas em lugares onde elas inevitavelmente atingirão pessoas inocentes, acham que cumprem um dever sagrado. Quando você atira no comunista armado antes que ele o mate, você é um monstro fascista.
Por isso é que acham muito natural receber indenizações em vez de pagá-las às vítimas de seus crimes.
Quem pode esperar um debate político razoável com pessoas de mentalidade tão deformada, tão manifestamente sociopática?
Um comunista honesto, um comunista honrado, um comunista bom, um comunista que por princípio diga a verdade contra o Partido, um comunista que sobreponha aos interesses da sua maldita revolução o direito de seus adversários à vida e à liberdade, um comunista sem ódio insano no coração e ambições megalômanas na cabeça, é uma roda triangular, um elefante com asas, uma pedra que fala, um leão que pia em vez de rugir e só come alface. Não existiu jamais, não existe hoje, não existirá nunca.
Site do PT defende aborto (mais uma vez)
O site do PT está defendendo a legalização do aborto, conforme resolução do 3º Congresso do Partido dos Trabalhadores, de 2007. Confiram:
http://www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=view&id=71219&Itemid=201
http://www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=view&id=15103&Itemid=201
A matéria permite deixar comentários. Seria bom lotar a caixa com mensagens protestando contra o abortismo petista.
Leia também:
O LIMIAR DA CRISE MUNDIAL
19/03/2008
Deus abençoe a América! A crise econômica que se desenha no grande país do Norte é daquelas que não terão solução nem curta e nem fácil. É uma crise sistêmica, que poderá levar a uma dramática crise no mercado mundial. Afinal, os EUA são os maiores compradores e vendedores do mundo e é o seu maior PIB o elemento dinâmico que permitiu a recente prosperidade nas chamadas economias emergentes.
A tragédia maior é que se nota a ausência de homens preparados para fazer o enfrentamento da crise. Não será uma simples crise econômica, portanto, mas também uma crise da ciência econômica e da ciência política. Tudo em que se acreditou em matéria de teoria econômica será posto em xeque. O feijão-com-arroz da administração dos juros, o que pateticamente tem sido feito pelo FED nos últimos meses, não apenas não resolve a crise, como logra agrava-la. Há uma carência científica na ação do FED. Porque a raiz da crise está no modo de funcionamento da economia norte-americana: vive de emissão de moeda sem lastro, que paga seus gigantescos déficits na balança comercial. Esse modelo esgotou-se. É como se os EUA cobrassem um imposto inflacionário sobre o resto do mundo na forma de emissão descontrolada de moeda. Foi possível manter isso por algumas décadas, quando o mundo precisava de uma moeda nacional forte para substituir o padrão-ouro. Depois do advento do Euro e da emergência formidável da China no mercado internacional esse modelo ficou inviável. Ninguém mais quer papel pintado desvalorizado pagando suas mercadorias. Nem a nossa bela Gisele Bündchen.
Por isso a crise é tão profunda. Ela obrigará a repensar os fundamentos da construção do Estado norte-americano. Seus governantes terão que elevar fortemente os impostos e, ao mesmo tempo, reduzir benefícios sociais. O discurso eleitoral distributivista está caduco. As duas coisas juntas, mais impostos e menos benefícios, terão que ser feitas, tal a gravidade da crise. Em um ano eleitoral como o que estamos é difícil sequer a um candidato discutir o assunto. O campeonato de discursos eleitorais que tenho visto é no sentido de ver quem promete mais facilidades e benesses para o homem-massa eleitor, essa noiva tão cortejada. Obviamente que, fechadas as urnas, o governante eleito terá que enfrentar a dura realidade de ter que combater a parasitagem oficial, ter que elevar a taxa de juros para estimular a poupança e repatriar capitais que fugiram do artificialismo do seu mercado financeiro e animar o investimento produtivo. Suas decisões farão quebrar os negócios inviáveis com longuíssimos períodos de retorno e provocarão redução na taxa de salários para torna-la competitiva com os países emergentes. Respeitar-se-á a máxima: “Homem, comerás o pão com o suor do teu rosto”. E – muito importante – criarão os meios para fazer retornar ao solo norte-americano as indústrias expulsas de lá por excesso de regulação e de custo de mão-de-obra.
Será tarefa para dez anos e no meio do caminho haverá muito choro e ranger de dentes. Privilégios centenários terão que ser abolidos. Gerações de vagabundos profissionais pendurados no Tesouro terão que voltar a trabalhar. Indústrias artificiais mantidas por barreiras alfandegárias estúpidas quebrarão. E a renda fácil de uma economia baseada na emissão descontrolada de moeda desaparecerá por força da crise. Trabalho duro e produtividade são as únicas receitas que eu conheço para fazer voltar a prosperidade. Mas, por si sós, não bastam, antes será necessário o saneamento de tudo que está errado.
Entendo que esse é o melhor cenário. Há um ainda pior, que é aquele em que os Estados militarmente hostis aos EUA, como China e Rússia, detentores de gigantescos superávits em dólares norte-americanos, poderão ficar tentados a jogar a pá de cal no que resta de equilíbrio monetário e saírem a comprar commodities e outras moedas usando seu enorme estoque de dólares. O dólar simplesmente viraria pó em poucos meses e a economia mundial rejeitaria a moeda norte-americana como a uma doença contagiosa. Um cenário desses certamente provocaria taxas negativas de crescimento de produto e elevada taxa de inflação. O pior dos mundos.
Em artigo publicado na Folha de São Paulo (“Jamais teremos um modelo perfeito de risco”) de ontem o antigo presidente do FED, Alan Greenspan, escreveu: “O problema essencial é que os nossos modelos tanto os de risco quanto os econométricos, por mais complexos que se tenham tornado, ainda assim são simples demais para capturar a ampla gama de variáveis que definem e propelem a realidade econômica mundial”. A cegueira tecnocrática não poderia ser mais bem exposta. Obviamente que a crise tem uma dimensão bancária, mas definitivamente não está aí a sua origem. A origem são os pilares estruturais que geram os gigantescos déficits gêmeos, que não mais poderão ser mantidos. O mundo não aceita mais pagar imposto inflacionário. No artigo não há uma palavra sobre isso, revelando que a elite tecnocrática, como de resto a empresarial, está atônita. O mundo como o construíram está desabando e eles não sabem o que fazer. Terão que descobrir o novo caminho da pior forma.
Em outras palavras, a realidade não é como Greenspan, no seu olhar convencional, pensa. Ele escreveu: “As bolhas nos preços dos ativos se acumulam e explodem hoje como o fazem desde o começo do século 18, quando os mercados competitivos modernos começaram a evoluir. É certo que tendemos a classificar essas respostas comportamentais como não racionais. Mas as preocupações de quem realiza previsões não deveriam se dirigir à racionalidade ou não das respostas humanas, e sim apenas ao fato de que elas sejam passíveis de observação, e sistemáticas. Esta, para mim, é a grande "variável explanatória" ausente tanto nos modelos de administração de risco quanto dos macroeconométricos. A prática atual envolve introduzir o conceito de "vigor animal", como diria John Maynard Keynes, na forma de "fatores de adição". As idéias de Keynes são as que menos podem ajudar, elas que levaram ao beco sem saída atual. As causas da crise são estruturais e o mercado de capitais apenas reflete seus desequilíbrios. Modelos de riscos são brincadeira de criança perto do que terá que fazer o próximo presidente eleito em matéria de impostos, gastos sociais e administração da moeda. O tal “vigor animal” só pode aturar se o ambiente institucional – moeda, gastos públicos, regulamentação – fizer a sua parte.
Economistas de várias escolas pensam que podem eliminar ou minimizar os riscos existenciais humanos pela simples manipulação de modelos. Vã tentativa! Não é possível congelar o futuro ao nosso talante. Sequer fazer previsões sem uma grande taxa de incerteza. Erros elementares na administração da moeda e do Estado não são tolerados pela realidade. Mesmo o gigante do Norte não escapará da lei da escassez, como parecia acontecer em algum momento. Estudar história é uma maneira de se preservar dos mesmos erros das gerações que se foram. Não foi isso que se viu, todavia. A arrogância prometéica de novo tomou conta dos governantes. Os graves conflitos bélicos da primeira metade do século XX foram precedidos de graves crises monetárias. Espero que o padrão, pelo menos este, não seja mantido.
Bonitinhas, mas ordinárias.
Elas escondem a foice e o martelo em bolsinhas da moda. Em vez de mostrar com orgulho o símbolo máximo do comunismo, usam e abusam das caras e bocas, da maquiagem leve, dos lencinhos indianos no pescoço, das bandeiras azuis e dos fundos rosa bebê. Não usam camisetas do Che, tampouco colocam a Internacional Socialista no fundo musical dos seus programas de TV. Dão, em tudo o que fazem, um capitalista toque fashion. Não lembram nem de longe La Passionaria (abaixo, à esquerda) ou Olga Benário (abaixo, à direita), mulheres-símbolo do comunismo internacional. Não saem pregando a luta de classes, a estatização ou as greves. Ângela Albino (acima, à direita) e Manuela D’Ávila (acima, à esquerda), respectivamente, são as candidatas do PCdoB para Florianópolis e Porto Alegre. São comunistas de carteirinha, lutam pelo comunismo, seguem a lógica cruel do comunismo que atrasa, aprisiona e ainda fuzila jornalistas e opositores. Mas você jamais vai ouvir uma delas dizer: “eu tenho orgulho de ser comunista”, pois elas são lobas em peles de ovelha. Escondem, dissimulam, falseiam, enganam. A ilha que Ângela Albino mais admira não é Florianópolis: é Cuba. A metrópole que Manuela D’Ávila idealiza é Pequim, não Porto Alegre. Por mais que tentem dissimular, elas continuam sendo comunistas agora roxas e verdinhas, não mais vermelhas. São bonitinhas, mas ordinárias.wibiya widget
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.

26 COMENTÁRIOS:
Coronel
Ordinárias? Isso pretendiam elas. Estão muito abaixo de cachorras. São merda Honoris Causa.
Essas comunistinhas fashion, fazem o patricinha look tem o arzinho mais de Dama das Camélias do que das comunistas brabas como La Passionaria ou Olga Benário. Inclusive, devem ter medo de baratas !!
Prezado Coronel,
Se tivéssemos candidatos à altura mostrariam nas campanhas que a inspiração dessa escória de esquerda é com o Império do Mal que agora cometeu mais um crime na Geórgia.
Mas isso é muito para essas cabecinhas, com somente, quando muito, aparência...haja visto o moLLLusco botocado...
Pobre banania!
Realista militante
Coronel, sugiro divulgar mais as realizações da esquerda,(publicado no blog do Reinaldo):
A Rússia, a Geórgia e a vergonha...
A Rússia disse ontem com clareza o que pretende: o que chama de “independência” da Ossétia do Sul e da Abkházia. Por unanimidade — acho o máximo essas unanimidades russas, chinesas... —, o Parlamento reconheceu que as duas regiões não pertencem mais à Geórgia. Sim, é isto mesmo: a Rússia foi lá e desmembrou um estado independente. E ponto final. Não seria a culpa daquele tal Jorjibúxi??? Vocês sabem: não fosse ele, os russos seriam mais cordatos. Aliás, não fossem alguns deploráveis líderes ocidentais, nem mesmo terrorismo islâmico haveria no mundo, certo?
A TV Cultura transmitiu ontem a entrevista da jornalista Samantha Power, ex-assessora de Obama, demitida por ter chamado Hillary Clinton de "monstro". Ela escreveu o livro Chasing the Flame – Sérgio Vieira de Mello and the Fight to Save the World (No Rastro da Chama – Sérgio Vieira de Mello e a Luta para Salvar o Mundo).
Lá pelas tantas, um dos entrevistadores perguntou à moça se não era incoerência de Bush condenar a ação russa na Geórgia depois de ter invadido o Iraque... A moça o olhou um tanto perplexa por alguns poucos segundos. E ensinou: se fôssemos usar sempre o que se fez antes como argumento, ninguém criticaria invasão nenhuma. Ademais, lembrou Samantha, as comparações eram indevidas. A tal suposta incoerência apontada ali faria sentido, disse, se Bush tivesse invadido o México para anexar partes do seu território.
Eu me enterrei na cadeira. De vergonha. Samantha deve ter entendido por que Vieira de Mello correu daqui.
Por Reinaldo Azevedo | 06:03
Coronel
Por que não viver em Cuba/Pequim?
Resposta mais provável: desejam o capitalismo socialista só para eleas.
Coronel, se realmente nas regioes que muitos pensam ser a mais desenvolvida do pais elas estao na frente,isso mostra que fica dificil esperar coisa boa pro futuro.Ja nao bastassem 28 anos de traiçao patrocinado pelo PT, 8 anos perdidos,tantos escandalos,mensalao,entreguismos e ainda tem gente que vota nisso ai?BABACAS,PTralhas,PTralhotarios e afins unidos jamais serao vencidos.
Talvez eles tenham razao.Pobres de nos.
Podem ser comunistas mas dão um bom caldo...
Boa tarde Coronel,
Aqui em Porto Alegre se depender do meu voto a patrícinha de araque não ganha.
Bem lembrado, se tívessêmos uma oposição de verdade, com certeza a patrícinha comunista não estaria em segundo lugar.
Como pode alguém no século 21 ainda ser comunista!
Coisa mas atrasada Meu Deus!!!
Será que elas sabem o que é realmente o comunismo?
Esse é o tipo de mulher babaca, burra e bonita.
O que este bando , pq naum existe palavra melhor para defino-los, quer, em suma uma, uma Dasha. E um zépovinho para poderem mandar para o paredón qdo encherem o saco deles. De resto, locupletemos todos, ou cai o império. É só o que querem.
Que nojo.
E a Joaninha PSTU Vermelha virou radical chique.Não é que a defensora de assassinos vermelhos, entre eles o italiano matador de crianças queimadas em apartamentos, está construindo uma casa de praia em Jaguaruna????
Não é lindo?Comunista construindo coisa de burguês??Logo ela que defende "abaixo a burguesia" e vote contra burguês???
Tá sobrando grana pra fazer casa de praia e não dá uma casa pra quem não tem????
Sei não,Coronel,as tais bonitinhas que citou acima, e outras não mencionadas, não têm nada de comunas da velha 'estirpe'.Acho que só usam a bandeira do esquerdismo porque vivemos uma época em que isso é muito fashion,é dar pinta de inteligente, de intelectual, de engajamento.Gostemos ou não é a postura que atrai votos e inibe outras falas que não pareçam simpáticas às 'causas sociais', ao mando do povo pelo povo, à inclusão, ao regate deas 'injustiças históricas'.
Nenhuma delas já viveu, nem experimentalmente,em condições comnistas de vida.As privações cubanas, chinesas,norte-coreanas.
Nunca viram escassez de comida, racionamento de tudo:sem sabonete, banho, só roupa única,sem frescurinhas de maquiagem e moda —que são as nossas penas de pavão negadas pela natureza pra nos enfeitar —, sem sequer papel higiênico(santa invenção americana)e sem absorventes( deve ser outra invenção americana),sem escolhas, sem direito de ir e vir, sem liberdade de escolha.
Não vivem aquilo que apregoam e defendem.Só usam o tema da moda.E a moda política é ser de esquerda.Quem se atreve a dizer coisa diferente pra ser visto, tachado de reaça,antiga,parada no tempo?como se o comunismo não fosse coisa antiga, mofada também?
Uma bonitinha que se candidate do 'outro' lado será tratada como burguesa inútil,madame desocupada,ratinha de academia de fitness.
Acredito tanto no comunismo dessa gente como creio em "treinamento no pensamento para atrair sorte e foturna em loterias".Zero.
Qto à tal Olga Benário...Getúlio não pensou duas vezes em entregar uma mulher grávida sabendo o que a esperava por ser comunista e judia.
Lula não entrega nem o Medina das Farcs.GG não dava arrego pra comunas, Lula dá arrego e grana.É muita ousadia querer colar a imagem deste com a daquele.São água e óleo.De semelhanças talvez tenham o viés centralizador e ditatorial.Mas Getúlio nunca comeria no prato do Chavez,nem entregaria nossas riquezas ao vizinhos em nome de uma Ursal qualquer.
Lia¬¬
Ao Anônimo 14:23,
Essas ordinárias são comunistas não porque é moda. São porque elas pretendem ocupar os cargos de comissárias do regime que, em qualquer país que sofre com o estatismo doentio, garantem o leite de pata a aproveitadores do povo, feito elas. Menos estado, menos mamatas. Elas não suportariam ter que trabalhar para viver, como todos que não mamam nas tetas do estado devem fazer.
Chega perto não Coronel. Aposto que não lavam direito.
Coronel,
Mandou bem...
Minha campanha:
"NÃO VOTE EM COMUNISTA NEM EM QUEM O MINISTÉRIO PÚBLICO JULGA CRIMINOSO"
Aqui em Sampa são CRIMINOSOS (de acordo com o MP): MARTA E MALUF
acho o cumulo da esperteza aqueles que se locupletam no capitalismo entrando pela esquerda , cuisp!! cuisp!! duas porquinhas !!!!
Há uma mentira (como sempre) que a comunistalha espalha: Olga Benário NUNCA foi mulher de Prestes. Quando enviada para cá pela KGB, PARA AJUDAR A IMPLANTAR O COMUNISMO, já era casada com um agente da agência de espionagem. Fonte: TERNUMA.
Por falar em KGB: NUNCA DEIXOU DE EXISTIR. O COMANDANTE É PUTIN. Existem cerca de 18 milhões de agentes da KGB ATIVOS e expalhados pelo mundo. Fonte: um ex-agente que fugiu para a Nova Zelândia em 1985, antes da queda do muro da vergonha. É bom que se diga: nunca se sabe quando um comunista diz a verdade. Uma coisa é certa: O COMUNISMO NÃO MORREU, nem mesmo na China, como tanto a mídia internacional quis fazer parecer na Olimpíada.
Por falar em mídia: em quase todo o mundo é comandada pelo comunista Rupert Murdoch (usem o Google), membro do Club Bilderberg e membro do CFR.
Coronel,
O comentário abaixo continua mais atual do que nunca!
"É divertidíssima a esquizofrenia de nossos artistas e intelectuais de esquerda: admiram o socialismo de Fidel Castro, mas adoram também três coisas que só o capitalismo sabe dar - bons cachês em moeda forte, ausência de censura e consumismo burguês; trata-se de filhos de Marx numa transa adúltera com a Coca-Cola..."
Roberto Campos, Ministro do Planejamento do governo Castello Branco
1966
Post brilhante,CORONEL!
Comunistas,ongueiros,ativistas,defensores dos DH,esta corja toda só tem fachada.Querem as benesses do Estado para se locupletarem,para ficarem bem na fita.
É o que tenho visto há anos.
Quem não os conhecem que os comprem.
ADORAM a burguesia e o capitalismo para eles.
Até quando vamos cair nesta esparrela? O pior é que atrasam o verdadeiro individualismo desenvolvimentista.
Abraços, ANA.
Ué???? eu vi um cricifixo na parede atrás da candidata comunista??????
Quais são os 3 maiores êxitos do socialismo Cubano ?
A educação, a saúde e o desporto
Quais são os 3 maiores fracassos do socialismo Cubano?
O café da manhã, o almoço e o jantar.
Coronel,
No blog do Polibio Braga tem uma matéria com o seguinte título:
Manuela pirateia fotos e responderá em juízo pelo crime.
A comunista usou fotos de uma livro de autoria do fot[ógrafo Eurico Salis, do livro Porto Alegre- Cenas Urbanas e Paisagens Rurais, sem consultá-lo.
Já começou bem a patricinha.
Faltou a Jandira Feghali do Rio de Janeiro... rss.
Na próxima edição a inclua
Coronel,
Quando o assunto e comunista, Dr Evil nao cansa de reler a melhor definicao que ja viu a respeito:
A escória do mundo
Olavo de Carvalho
Diário do Comércio (editorial), 20 de maio de 2008
“Cuanto más alto sube, baja al suelo.” (Frei Luís de León)
Vou resumir aqui umas verdades óbvias e bem provadas, que uma desprezível convenção politicamente correta proíbe como indecentes.
Todo comunista, sem exceção, é cúmplice de genocídio, é um criminoso, um celerado, tanto mais desprovido de consciência moral quanto mais imbuído da ilusão satânica da sua própria santidade.
Nenhum comunista merece consideração, nenhum comunista é pessoa decente, nenhum comunista é digno de crédito.
São todos, junto com os nazistas e os terroristas islâmicos, a escória da espécie humana. Devemos respeitar seu direito à vida e à liberdade, como respeitamos o dos cães e das lagartixas, mas não devemos lhes conceder nada mais que isso. E seu direito à vida cessa no instante em que atentam contra a vida alheia.
Nos anos 60 e 70, a guerrilha brasileira não foi nenhuma epopéia libertária, foi uma extensão local da ditadura cubana que, àquela altura, já tinha fuzilado pelo menos dezessete mil pessoas e mantinha nos cárceres cem mil prisioneiros políticos simultaneamente, número cinqüenta vezes maior que o dos terroristas que passaram pela cadeia durante o nosso regime militar, distribuidos ao longo de duas décadas, nenhum por mais de dois anos – e isto num país de população quinze vezes maior que a de Cuba. Nossos terroristas recebiam dinheiro, armas e orientação do regime mais repressivo e assassino que já houve na América Latina, e ainda tinham o cinismo de apregoar que lutavam pela liberdade.
Agora que estão no poder, enchem-se de verbas públicas e justificam a comedeira alegando que o Estado lhes deve reparações. O dinheiro do Estado é do povo brasileiro e o povo brasileiro não lhes deve nada. Eles é que devem aos filhos e netos daqueles que suas bombas aleijaram e seus tiros mataram.
Perguntem aos cidadãos, nas ruas: “O senhor, a senhora, acham que têm uma dívida a pagar aos terroristas, pelo simples fato de que a violência deles foi vencida pela violência policial? O senhor, a senhora, acham justo que o Estado lhes arranque impostos para enriquecer aqueles que se acham vítimas injustiçadas porque o governo matou trezentos deles enquanto eles só conseguiram, coitadinhos, matar a metade disso?”
Façam uma consulta, façam um plebiscito. A nação inteira responderá com o mais eloqüente NÃO já ouvido no território nacional.
É claro que os crimes que esses bandidos cometeram não justificam nenhuma barbaridade que se tenha feito contra eles na cadeia. Mas justifica que estivessem na cadeia, embora tenham ficado lá menos tempo do que mereciam. E justifica que, surpreendidos em flagrante delito e respondendo à bala, fossem abatidos à bala.
Mas eles não acham isso. Acham que foi um crime intolerável o Estado ter armado uma tocaia para matar o chefe deles, Carlos Marighela, confessadamente responsável por atentados que já tinham feito várias dezenas de vítimas inocentes; mas que, ao contrário, foi um ato de elevadíssima justiça a tocaia que montaram para assassinar diante da mulher e do filho pequeno um oficial americano a quem acusavam, sem a mínima prova até hoje, de “dar aulas de tortura”.
Durante a ditadura, muitos direitistas e conservadores arriscaram vida, bens e reputação para defender comunistas, para abrigá-los em suas casas, para enviá-los ao exterior antes que a polícia os pegasse. Não há, em toda a história do último século, no Brasil ou no mundo, exemplo de comunista que algum dia fizesse o mesmo por um direitista.
Sim, os comunistas são diferentes da humanidade normal. São diferentes porque se acham diferentes. São inferiores porque se acham superiores. São a escória porque se acham, como dizia Che Guevara, “o primeiro escalão da espécie humana”.
Eles têm, no seu próprio entender, o monopólio do direito de matar. Quando espalham bombas em lugares onde elas inevitavelmente atingirão pessoas inocentes, acham que cumprem um dever sagrado. Quando você atira no comunista armado antes que ele o mate, você é um monstro fascista.
Por isso é que acham muito natural receber indenizações em vez de pagá-las às vítimas de seus crimes.
Quem pode esperar um debate político razoável com pessoas de mentalidade tão deformada, tão manifestamente sociopática?
Um comunista honesto, um comunista honrado, um comunista bom, um comunista que por princípio diga a verdade contra o Partido, um comunista que sobreponha aos interesses da sua maldita revolução o direito de seus adversários à vida e à liberdade, um comunista sem ódio insano no coração e ambições megalômanas na cabeça, é uma roda triangular, um elefante com asas, uma pedra que fala, um leão que pia em vez de rugir e só come alface. Não existiu jamais, não existe hoje, não existirá nunca.
Coronel
Porque foi omitido no artigo o nome da Jandira, candidata a prefeitura do Rio? Porque é feia e nariguda? Se for tudo bem, mas na próxima coloque as comunistas feinhas também, rs.
SueliGuerra
FORA COMUNISTAS, ORDINÁRIOS!!!!