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sexta-feira, 25 de julho de 2008

Meias-verdades, mentiras e dezinformatsya: a quem interessa?

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Graça Salgueiro em 24 de julho de 2008


Resumo: No Brasil o terrorismo colombiano nunca foi tratado pela mídia com a seriedade devida, e nas pautas dos jornais o tema FARC esgotou-se com a libertação dos 15 reféns, no último 2 de julho. Este tema, entretanto, está longe de acabar e não se resume apenas às FARC.

© 2008 MidiaSemMascara.org

Escrevo este artigo no dia 20 de julho, data em que a Colômbia comemora sua Independência e que em todo o país ocorreram manifestações pedindo o fim dos seqüestros e dos atos terroristas. A França, que resolveu tomar para si uma vitória que não lhe pertence pois é genuinamente colombiana, também realizou uma manifestação tendo à frente a recém-libertada Ingrid Betancourt, acompanhada de sua intrigante e odiosa mãe Yolanda Pulecio, seus filhos e cantores populares.

Aqui no Brasil o terrorismo colombiano nunca foi tratado pela mídia com a seriedade devida, e nas pautas dos jornais o tema FARC esgotou-se com a libertação dos 15 reféns, no último 2 de julho, como se isto encerrasse o assunto de uma guerra que já ultrapassa quatro décadas. Este tema, entretanto, está longe de acabar e não se resume apenas às FARC. Diariamente encontro informes nos sites do Ministério da Defesa e do Comando das Forças Militares colombianas sobre baixas, capturas, deserções e desmobilizações voluntárias de guerrilheiros das FARC, ELN e bandos menores, além da desarticulação de bombas, minas anti-pessoa, apreensão de armamentos, material bélico e de comunicação, laboratórios de processamento de pasta base de coca e toneladas desta droga destruídos ou confiscados pelas Forças Militares, mais de 2.400 crianças libertadas das fileiras guerrilheiras. É um trabalho incessante, abnegado, silencioso.

Entre 2000 e 2007 o ELN seqüestrou 3.293 pessoas e mantém ainda em cativeiro 240. A maioria de suas vítimas são pequenos produtores cujo fim é essencialmente a extorsão pela cobrança de resgate. O presidente Uribe tem sido duro com relação a este bando e as Forças Militares têm agido com rigor em sua perseguição. No dia 15 pp., foi abatido em combate o segundo cabeça e chefe de finanças da frente “Heróis e Mártires de Anori”, condinome “Samir”, que era responsável pela cobrança do imposto” aos produtores e pela comercialização da pasta base de coca. Essas notícias, entretanto, não saem nos nossos jornais. E ainda há quem alardeie que a nossa imprensa é vigilante e presta relevantes informações com o jornalismo investigativo...

Durante o período em que Ingrid Betancourt esteve refém das FARC iniciou-se uma campanha mundial pela sua libertação como se ela fosse um “ícone do martírio”, mas muito dessa história foi fabricada para pressionar Uribe e para desmerecer o Governo e a excelência do trabalho da Inteligência e Forças Armadas colombianas. Quando ocorreu o seqüestro, em fevereiro de 2002, esta senhora, então candidata à presidência da Colômbia por um partido “ecologista”, tinha míseros 2% de intenção de votos e seria apenas mais um número nas estatísticas macabras do narco-terrorismo não fossem os bons ofícios de Dominique de Villepin, então chanceler da França. Em julho de 2003 Villepin, que fora amante das irmãs Ingrid e Astrid na época em que estudaram na França, armou uma desastrosa operação de resgate que foi abortada quando o avião teve que aterrisar em Manaus e descobriu-se que não carregava remédios e médicos mas militares. Posteriormente, em 2005, um emissário francês reuniu-se cinco vezes com as FARC nas selvas da Colômbia sem informar ao governo colombiano, causando muito desconforto na diplomacia dos dois países.

Com todo este interesse da França pela libertação de Ingrid, as FARC perceberam que ela tornara-se “a jóia da coroa” e que daí poderiam extrair grandes lucros. Ao mesmo tempo, discretamente foi-se construindo o “mito Ingrid” e colaboradores dos terroristas, como Chávez e Piedad Córdoba – e posteriormente os outros membros do Foro de São Paulo do qual as FARC são membros -, uniram-se às pressões, não para que as FARC a libertassem sem condições, mas para que Uribe cedesse às chantagens de desmilitarizar os estados de Pradera e Florida.

Inteligentemente Uribe não cedeu nem deu trégua aos combates, até que em meados do ano passado o presidente Sarkozy, a pedido de Villepin, resolveu também participar da farsa. Pediu ao presidente Uribe que libertasse unilateralmente Rodrigo Granda (membro do Secretariado das FARC) como prova de boa-vontade no processo de paz da Colômbia. Em troca as FARC não libertaram nenhum refém, tampouco pararam com o terror. O policial John Frank Pinchao, que conseguiu fugir do cativeiro, informou as condições sub-humanas em que vivem os seqüestrados fazendo um relato comovente, inclusive citando o uso de correntes nos presos para que não fugissem, apresentando a sua própria.

Em dezembro as FARC liberaram imagens e fotos de uma Ingrid debilitada e a partir desta foto “construiu-se” a história de que ela padecia de Hepatite B, Leishmaniosis e que “poderia morrer” caso não fosse libertada com urgência. A segunda parte do plano elaborado pelas FARC, Chávez e apoiado pelos filhos de Ingrid e dona Pulecio, era destruir a imagem de Uribe rotulando-o de “desumano” por não ceder aos apelos “humanitários” das FARC. Entretanto, a foto que a tornou famosa por sua “resistência ao martírio” fora tirada em outubro de 2007; seu marido declarou estranhar as doenças que diziam padecer sua mulher uma vez que ela havia se vacinado em 2001 contra malária e outras enfermidades; as correntes eram postas apenas à noite e só passaram a ser usadas depois da tentativa de fuga de Ingrid, ou seja: não foram 6 anos ininterruptos acorrentada pelo pescoço como se dizia.

Com relação às “doenças”, segundo o cabo William Pérez que foi seu enfermeiro no cativeiro, Ingrid padecia de depressão. Diz ele: “Ela estava muito fraca e tive que lhe dar muito soro, alimentá-la com cuidado porque não podia comer nada; tudo que comia vomitava”. E acrescenta: “Nas provas de sobrevivência que vocês viram e que escandalizaram o mundo, ela já demonstrava sinais de melhora; imaginem como ela chegou a ficar!”. Quer dizer, quando se falava na iminência de morte ela já estava praticamente recuperada e 9 meses depois, quando foi libertada, é natural que tivesse recobrado a aparência que todos viram no dia do resgate! Quanto à Hepatite B, o hospital francês que fez o checkup negou a existência ou resquício de tal enfermidade, acrescentando que seu estado de saúde era bom.

Esta senhora, que sempre foi de esquerda, agora cospe no prato que comeu e dá as costas ao povo que de fato lutou por sua libertação, pois menos de 24 horas depois da “Operação Xeque” embarcava no avião presidencial de Sarkozy rumo à França, onde se encontra até hoje. Lá, não tem poupado agradecimentos ao governo e povo francês por sua libertação, o que tem causado imensa decepção nos colombianos e nos militares que se arriscaram para salvá-la. Se havia alguma pretensão de nova candidatura presidencial, Ingrid acaba de dar um tiro no próprio pé com suas críticas a Uribe, com sua condescendência para com seus verdugos e com esta traição a quem realmente fez tudo por sua libertação.

O ministro da Defesa, Juan Manuel Santos, disse em entrevista no início do mês que a idéia do terceiro mandato não é do presidente Uribe mas que ele não a refuta. O medo que paira entre seus colaboradores é que Uribe não concorrendo, seja eleito alguém que não continue este combate tão exitoso contra os bandos terroristas e se instale, como no resto do continente, um governo comunista. Nas pesquisas de opinião Uribe subiu de 87% para 92%, e 74% apóia o terceiro mandato porque o povo colombiano não quer FARC, não quer terrorismos e rechaça a idéia de apoiá-los “com palavras amorosas”. Segundo o ministro Santos, se as FARC não se renderem por bem, vão receber todo o peso da pressão militar. Se até 2010 Uribe conseguir destruir as FARC e o ELN, ótimo; mas se não, quem conseguirá?

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Encruzilhada colombiana: revés guerrilheiro, “reconciliação” e desmobilização

D portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por CubDest em 18 de julho de 2008


Resumo: O tema da “reconciliação” na Colômbia vai-se transferindo de uma forma mais ou menos explícita ao centro dos debates e acontecimentos dentro desse país e em torno dele.

© 2008 MidiaSemMascara.org

Com a libertação inesperada e espetacular de 15 reféns das FARC, o povo colombiano e suas atuais autoridades ganharam o que até o momento constitui uma das mais importantes batalhas psicológicas, políticas e militares contra as narco-guerrilhas que assolam a Colômbia desde há quatro décadas. Não obstante, segundo destacam diversos observadores, a justificada alegria ante a possibilidade de aproximação da paz não deveria deixar perder de vista que ainda podem faltar outras etapas para que a Colômbia chegue a uma paz estável e duradoura, vencendo completamente a guerra.

A rápida mudança de opinião na linguagem da ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt, pouco depois de ser resgatada e posta em liberdade, serve de exemplo que ilustra a complexidade da psicologia humana e, ao mesmo tempo, serve de reflexão sobre eventuais mudanças análogas que possam se produzir não somente em nível individual como coletivo.

Deixando rapidamente para trás um primeiro momento de elogio às autoridades colombianas, e de justificação da arriscada ação de resgate, a Srª Betancourt passou a afirmar com ênfase que seu pensamento “sempre” será “de esquerda”, que é “necessária” uma negociação com as FARC e que as autoridades colombianas devem “abandonar a linguagem do ódio”; fez elogios a Chávez e chegou a justificar a existência das FARC com a velha tese de esquerda de que a causa da “violência” guerrilheira se encontraria na “injustiça social” e não nas próprias metas e métodos revolucionários, próprios de um sistema intrinsecamente perverso.

A ex-refém, que já é qualificada como “a Mandela colombiana”, como uma referência ao líder esquerdista sul-africano que, depois de sair da prisão chegou à presidência de seu país, foi mais longe ainda quando afirmou à BBC que “Uribe e não só Uribe, mas toda a Colômbia, devem corrigir algumas coisas”, no sentido do diálogo, da negociação e da reconciliação.

No contexto do pensamento da Srª Betancourt, essa “correção” que “toda a Colômbia” deveria realizar, nas atuais circunstâncias poderia redundar em uma perigosa desmobilização psicológica e ideológica de um país inteiro.

Neste momento, com relação à Colômbia, a palavra “reconciliação” está sendo pronunciada genericamente por diversas personalidades, desde setores diferentes, em nível nacional e internacional, embora sem que se especifique até o momento em que consistiria concretamente essa “reconciliação”. A ineludível interrogação que se coloca é: qual seria o significado que cada ator ou protagonista concede a essa palavra? Em seu sentido mais simples, “reconciliar-se” significa voltar a ser amigos aqueles que em algum momento, por alguma razão, deixaram de sê-lo.

Em que consistiria, concretamente, essa “reconciliação” em relação às FARC e a seus membros, conhecidos por sua crueldade e radicalização, os quais até o momento não deram nenhum sinal de arrependimento por seus crimes?

No plano religioso, Bento XVI, em suas primeiras palavras depois de ser informado da libertação dos 15 reféns, incluiu a meta da “reconciliação” na Colômbia, segundo transmitiu imediatamente à imprensa o Padre Lombardi, porta-voz da Santa Sé. O tema da “reconciliação” na Colômbia já havia sido abordado pelo Pontífice em diversas oportunidades, como por exemplo no Angelus de 3 de fevereiro pp., e também em mensagem aos bispos colombianos por ocasião do centenário da Conferência Episcopal desse país.

Por outro lado, em um plano que vai mais além do religioso e incursiona no sócio-político, os referidos bispos colombianos também têm insistido na reconciliação, e também no diálogo e na negociação. Pouco depois da libertação dos reféns, o até há pouco presidente da Conferência Episcopal da Colômbia, monsenhor Luis Augusto Castro Quiroga, dirigiu-se às FARC manifestando-lhes que estudassem “com muita seriedade” a possibilidade de “dialogar” com o governo e acrescentou que no momento atual “a saída negociada é o melhor” para os guerrilheiros.

Também no plano político internacional a primeira atitude do presidente Lula, do Brasil, quando se produziu a libertação de Betancourt, foi a de emitir uma nota na qual chama à “reconciliação entre todos os colombianos”.

O tema da “reconciliação” na Colômbia vai-se transferindo dessa maneira, de uma forma mais ou menos explícita, ao centro dos debates e acontecimentos dentro desse país e em torno dele. É um tema sumamente delicado porque, como já se disse, se precisaria saber o quê é que cada um dos promotores da “reconciliação”, e os eventuais atores em jogo, entendem por “reconciliação”.

A preocupação provém do fato de que esta palavra, em si mesma tão notável, pode adquirir significados ambivalentes “talismânicos”, que contribuam para desmobilizar os colombianos no momento em que a guerrilha atravessa uma situação especialmente difícil, e a abertura de processos de reconciliação, negociações e diálogo poderia dar-lhe tempo para cicatrizar suas feridas psicológicas, políticas e militares.

Tradução: Graça Salgueiro

domingo, 13 de julho de 2008

A soltura de Ingrid foi algo maravilhoso: PERMITE AO MUNDO REFLETIR SOBRE A MENTE ESQUERDOPATA, DA QUAL A DELA FAZ PARTE...

Série com três posts de blogs brasileiros, todos com material excelente para quem ainda não entendeu como a mente deturpada e estúpida de um esquerdopata "funciona". Estou falando, agora, da Sra. Ingrid Betancourt. Bravo Uribe, aprendemos mais sobre a arte de "ser estadista" contigo a cada dia, mais do que talvez tenhamos aprendido na última década, visto que os estadistas haviam desaparecido do continente. Soltar esta sociopata e deixá-la falar foi PERFEITO de novo. Tacada de mestre!!! Mestre URIBE, claro!!!


. Do blog do CONDE LOPPEUX DE LA VILLANEUVA

Ingrid Betancour, volte pra selva!

A senadora Ingrid Betancour, libertada pelo exército colombiano, depois de uma ação espetacular de resgate, não sabe compensar o esforço da opinião pública internacional, e mesmo do governo da Colômbia. Salvo pelo fato de que Álvaro Uribe conseguiu uma vitória militar e moral esmagadora contra as Farc e o presidente Hugo Chavez da Venezuela, do resto, dona Ingrid Betancour não faz jus ao preço pago para salvar sua vida. A senadora franco-colombiana fez declarações dignas de uma pessoa esquizofrênica. Ao invés de aprovar os esforços do Presidente colombiano Álvaro Uribe, para soltá-la das garras das Farc, ela faz justamente o contrário: elogia os esforços dos seus algozes. Ela não somente declarou querer “intermediar” a presença de Hugo Chavez, notório financiador da guerrilha, para negociar a “paz” na Colombia, como ainda elogiou os “esforços” do Presidente Lula, que não moveu um palha para sua salvação. Antes, o governo brasileiro promoveu a pantomima de Hugo Chavez para boicotar as ações de Uribe e salvar as Farc. Isso porque, lembremos, a diplomacia brasileira não reconhece as Farc como “terroristas”.

As asneiras da ex-refém não pararam por aí. Eis as suas palavras: "Há vezes em que a Colômbia vai na contramão em relação aos demais países da América Latina porque a situação da Colômbia é diferente da de todos os demais. É o único país que tem guerrilha e por isso estamos na extrema direita."


Ou seja, o problema da Colômbia não é o terrorismo de esquerda associado ao narcotráfico, e sim da direita malvada que o combate, porque estimula a reação violenta dos criminosos. De fato, este é o argumento maluco usado por alguns esquerdistas brasileiros defensores das Farc: a de que seqüestros são justificáveis, porque são uma forma de “resistência”. Porém, Ingrid tem outras pérolas:

"Quem elegeu Uribe foram as Farc. Se não existissem as Farc, não existiria Uribe. Os colombianos votaram em Uribe porque estão até o pescoço com as Farc."

Ingrid emite duas frases que se contradizem. Primeiro, porque Uribe foi eleito pelo povo colombiano, não pelas Farc. E se os colombianos estão até o pescoço com as Farc, elegeram Uribe, precisamente porque foi um dos poucos presidentes da república daquele país que tomaram medidas eficientes contra o narco-terrorismo. Não foram os Farc que elegeram Uribe. Foi o próprio Uribe que conseguiu se eleger pelos seus méritos, mostrando a competência e a ação dura que muitos presidentes não fizeram.

"Uribe concebe o problema colombiano como uma crise de violência, de segurança, e esta crise de segurança, esta violência, é o que cria um mal-estar social. Eu penso o contrário. Eu penso que é porque há um mal-estar social que há violência. Estas interpretações diferentes fazem com que as políticas para atacar o problema sejam diferentes."

Se dependesse de Ingrid Betancour, ela estaria sob o jugo das Farc ad infinito, até o dia em que os guerrilheiros resolvessem matá-la. Só faltou dizer que a culpa da guerrilha seqüestrar pessoas é de Álvaro Uribe. Patética definição da “extrema direita”, já que os governos da Colômbia e mesmo da França, (que não mediram esforços pela sua libertação e a salvaram), são de direita. Inclusive, Ingrid falsifica a perspectiva política: ela nega relação do esquerdismo e do terrorismo das Farc. Eis suas palavras:

"as Farc não são de esquerda. A mim, me parece que são da extrema direita de alguma esquerda de um tempo pré-histórico. Mas de esquerda não são".

Ingrid Betancour demonstra um esquerdismo tão paranóico quanto qualquer dos seus próprios pares. Em outras palavras, para ela, as Farc estão no mesmo nível de Álvaro Uribe, já que ambos são de “extrema-direita”. Esquerdismo, para ela, deve ser Lula e Hugo Chavez, os defensores morais e logísticos das Farc!

Todavia, essa esquizofrenia da senadora foi compartilhada por uma boa parte da esquerda intelectual, atordoada com a derrota humilhante das Farc. Um comentarista universitário afirmou na TV que o resgate de Ingrid Betancour foi uma “derrota” para Uribe. Mesmo sabendo-se, claro, que o presidente da Colômbia goza de quase unanimidade popular, com 91% de aprovação! Outros espalharam a mentira de que o governo colombiano pagou 20 milhões de dólares pela libertação da senadora, afirmando que o resgate foi uma “farsa”. Se houve ou não uma farsa, as últimas instituições que merecem ser condenadas são o exército colombiano e o governo Uribe. É o criminoso que cobra a extorsão que merece ser condenado, não quem paga. Só numa cabeça moralmente doente é que alguém pode ser condenado por salvar vidas.

A esquerda que chora de raiva pela libertação da senadora foi a mesmíssima que inventou a história da “negociação” de Hugo Chavez e Lula com as Farc. No intento de dar legitimidade ao grupo terrorista e impedir os esforços de Uribe de derrotar o narcotráfico, os governos do Brasil e da Venezuela intervieram nos interesses da Colômbia, para boicotar a ação repressiva do governo colombiano. Ingrid Betancour seria usada como mera moeda de troca para facilitar a interferência da Chavez e Lula nos interesses do país, usando o caso da senadora para desmoralizar um governo democrático. Muitos esquerdistas, de tão mentirosos, ainda espalharam boatos afirmando que Uribe tinha intenções de matar a senadora em uma ação de resgate. A família de Betancour colaborou nessa mentira, criticando duramente Uribe e dando total apoio ao governo venezuelano. E na campanha de desinformação, Chavez e Lula, como “mediadores”, seriam uma espécie de salvadores da pátria (ainda que alheia), quando na verdade usariam esse pretexto para abortar as operações militares do governo colombiano. A inversão era óbvia: o governo colombiano, pressionado pelos dois vizinhos, seria obrigado a negociar com a guerrilha como um grupo político respeitável, permitindo as chances de se fortalecer novamente. Entendamos a proposta esquerdista: a opinião pública elevaria os próprios aliados dos terroristas como negociadores idôneos e fora de qualquer suspeita! Tudo uma farsa! Meses depois, o exército colombiano mata o segundo chefão das Farc, Raul Reyes, no Equador e captura documentos comprovando as ligações do governo de Caracas com a narco-guerrilha. Com o apoio descarado do governo de Quito, que dava guarida aos guerrilheiros em suas fronteiras, para ataques terroristas ao país vizinho. Em um desses arquivos, apreendidos no laptop de Raul Reyes, foram encontrados registros de 300 milhões de dólares em doações da Venezuela à narco-guerrilha, além de armas e logística, contrabandeadas da Venezuela pela fronteira com a Colômbia.

Uribe, que até em dezembro de 2007, foi cercado e chantageado pelos governos do Brasil e Venezuela, com a ajuda do Equador e mesmo com o beneplácito da França, conseguiu uma reviravolta espantosa. Manteve a política dura de combate ao terror e humilhou seus adversários externos e internos. Está, virtualmente, aniquilando as Farc. Na verdade, o governo colombiano conseguiu aquilo que muita gente não queria ver: revelar o conluio internacional de partidos de esquerda na América Latina, unidos para destruir as democracias, com a existência do Foro de São Paulo.

Quanto a Ingrid Betancour, não se sabe por que abriu a boca para falar tolices. Por mais que tenha agradecido Álvaro Uribe pelo resgate, na prática, porém, suas declarações foram infames, estúpidas, demagógicas, ingratas, e direcionadas ao presidente que a salvou. Ela resolveu simplesmente elogiar seus carrascos. Estará com síndrome de Estocolmo? Provavelmente não. Será que ainda sonha com a presidência da Colômbia? Espera-se que não, porque demonstrou uma incompetência e uma irresponsabilidade assombrosa como senadora. Suspeita-se que a própria seja atraída pelo sensacionalismo. Antes de ser seqüestrada, em 2002, as autoridades colombianas diziam que ela poderia correr riscos se entrasse na zona de influência das Farc. Ela não deu ouvidos e isso custou seis anos de sua vida num cativeiro, enjaulada na selva amazônica. O esquerdismo de Ingrid Betancour não somente é confuso, delirante, destrutivo, como um mal de família. E agora, a senadora se oferece para agradar aos algozes de seu sofrido país, ainda que ela tenha caído fora para a França, cheia de publicidade. Será que ela valeu pelas 700 pessoas anônimas ainda seqüestradas na Colômbia? Pelo jeito, era melhor que voltasse para a selva!

. Do BLOG DA SUZY

Ingrid Betancourt, a "santa do pau oco"

Ingrid Betancourt deu uma entrevista ao Terra , onde, dentre outras "pérolas" próprias da esquerdalha, quando perguntada sobre o que se pode fazer sobre os demais reféns que permanecem cativos dos terroristas das FARC, disse que “coisas práticas” como “(...) No próximo dia 20, haverá uma caminhada simultânea em Paris e em Bogotá para implorar às Farc para parar. (...)”.

Bom, ela deve saber (mas se faz de desentendida) que passeatas não mudam nada, muito menos em se tratando de grupos a serviço do terror.
Mas o que mais me incomoda é a Sra. Ingrid IMPLORAR qualquer coisa a terroristas.

Ela demonstra que não aprendeu a lição mais básica no que diz respeito a qualquer seqüestro e que inclusive foi demonstrada na prática por Uribe quando da ocasião de seu resgate com mais 14 reféns: NÃO há negociação possível com terroristas.

A não ser que se queira ser sempre perdedor.

E quem assim procede, terrorista também é já que proporciona à corja uma “moral” que não têm e os incita a continuar com o comportamento próprio da escória do mundo.

Mas Ingrid parece que está tomada por algum "alucinógeno" e pensa estar imbuída de um "espírito de santidade". Tanto é assim, que já perdoou os narco terroristas que lhe roubaram seis anos, quatro meses e nove dias de vida, que matam e seviciam inclusive crianças, que promovem o assassinato para além de suas "fronteiras" por meio da tráfico de drogas, que não respeitam nada enfim.

E não satisfeita, a “santa” Ingrid ainda afirmou a importância do ditador Chàvez o qual teria convencido os venezuelanos por meio de "suas idéias e pelo seu carisma”....hahaha, surge na cena um "Gorilla Carismático" que na verdade não tem o menor pudor e pratica qualquer barbaridade contra a liberdade não só do povo venezuelano, mas também de todos os povos latino-americanos.

E na mente doente dessa fraude esquerdopata de nome Ingrid Betancourt tal ‘gorilla’ é o “messias das FARC” e o “herói da América Latina”.

Engraçado, Chàvez não é nenhum messias, mas o chefe verdadeiro do bando narco terrorista e a franco-colombiana só finge não saber. Finge e mente, como todo comuna, já que permaneceu tempo suficiente cativa e não é despreparada intelectualmente.

Bem sei que a comunalha (seja Ingrid, as FARC, Lula e todo o lixo que nos rodeia) não têm palavra e seu método de sobrevivência é a mentira deslavada.

Mas depois dessa demonstração da “santa” Ingrid, proponho que ela, tão politicamente correta e piedosa, retorne aos acampamentos das FARC e seja trocada pelos outros reféns que lá permanecem. Tenho certeza que dentre eles existirá ao menos um pelo qual valha a pena arriscar a vida numa operação de resgate.


. Do blog MOVCC

Betancourt virou Santa do Pau Oco

Betancourt pede à virgem de Lourdes pela liberdade dos reféns das FARC

La ex política acude al santuario donde reza y da gracias por su rescate. Ingrid Betancourt ha acudido al santuario de Lourdes, en el suroeste de Francia, donde se ha dirigido a la Virgen María para darle las gracias por su liberación y pedirle la libertad para los rehenes que siguen en manos de las FARC, una petición que ha sido calificada por la propia ex política como "milagro".

POLÊMICA: Clara Rojas não votaria em Betancourt 'Há coisas em Ingrid que me assustam', diz ex-seqüestrada.

Os guerrilheiros disseram a Clara que poderia ir embora, mas ela decidiu acompanhar Betancourt, em uma atitude que sua mãe, Clara González, avaliou como coerente com seu jeito de ser.

Apesar de ter um sentimento de "admiração e carinho", confessou que "há coisas em Ingrid que me assustam". "Tenho um sentimento de admiração e carinho por Ingrid, é claro, porque compartilhei tantas coisas com ela, mas já conhecendo uma parte de seu temperamento, há coisas que me assustam", frisou. "Me assusta essa incapacidade de Ingrid de fixar certos limites, essa sensibilidade com certas coisas, porque ela é uma coisa perante a mídia e outra em sua vida pessoal", alegou.

A respeito de uma eventual candidatura presidencial de Betancourt nas próximas eleições, sua ex-companheira de chapa e cativeiro disse que os colombianos também devem levar em conta e suspeitar de certas coisas.

"Acho que há uma experiência na forma de lidar com as relações humanas que deve melhorar, e como formar equipes", acrescentou, referindo-se a Betancourt, que no dia 2 de junho foi libertada após seis anos de cativeiro junto com outros 14 reféns em poder das Farc. Rojas também acusou o ex-refém e ex-congressista Luis Eladio Pérez, - confidente em cativeiro de Betancourt - de ter tecido uma "inimizade" entre ela e a mãe de Ingrid, Yolanda Pulecio.

Considero "incrível que isso aconteça", afirmou à RCN, pedindo "respeito por sua vida" (pessoal) e a dos antigos companheiros de seqüestro.
aqui

COMENTÁRIO - A falta de sensatez e de conexão com a realidade é de assustar. Betancourt tem decepcionado a muitos que acompanham suas entrevistas. Acho intolerável misturar "milagre" com ação de fato, que só a inteligência é capaz de produzir através da mente humana quando esta se torna divina. O fato é que Betancourt e os demais reféns foram libertados por homens do Exército oficial de Uribe, com a ajuda do serviço de inteligência americana e israelense, o resto é conversa mole de gente incapaz de absorver o que é real e imaginário.

O milagre de Nossa Senhora de Lourdes não iria conceder privilégios a alguns, entre tantos seqüestrados. Chega de loucuras que essa "religião" das pastorais da terra, aliados das FARC/MST trazem à
população de ingênuos. Na minha opinião essa Betancourt é louca de carteirinha, com profundas tendências à esquerda. Todos os seqüestrados devem ser libertados. Betancourt é comum demais nas suas idéias e ideais, e não merece estar no topo da mídia. É ingrata com os homens que a salvaram e complacente com os criminosos das FARC. Melhor ela continuar rezando e fechar a boca de vez.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".