Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
O FORO DE SÃO PAULO EXISTE SIM E AS FARC FAZEM PARTE DELE
Minhas lembranças do Muro de Vergonha: presságios da liberdade na Europa. Freiheit Berlin!
Eu tinha apenas doze anos em 1989. Era o dilema da Guerra Fria, da ameaça nuclear, dos destinos do mundo dividido entre dois sistemas radicalmente contrastantes, numa época de extremos políticos. O país engatinhava em sua primeira eleição presidencial, depois de vinte anos de ressaca ditatorial do regime militar, isto, numa realidade de destinos políticos incertos. A frágil democracia, renascida tal como fênix das cinzas, era uma muralha de incertezas como o próprio mundo, quando uma inflação devastava uma economia nacional em frangalhos. Lembro-me das opiniões de alguns dos meus professores de história ou geografia. Uma boa parte, formada pelos cânones marxistas das universidades públicas, repassava as maravilhas das “democracias populares” de Cuba e da União Soviética, em elogios rasgados da ditadura do proletariado no poder. Em contrapartida, eles adoravam criticar a democracia constitucional e capitalista do Ocidente, tachada de “ditadura burguesa”. Se para os professores, vivíamos numa ditadura, a explicação de todo mal da exploração estava na mais-valia, na suposta escravidão dos trabalhadores pelo empresariado, enquanto as liberdades civis e individuais eram o “fetiche” e a ilusão da sociedade capitalista.
Quando se criticava a ditadura do Partido Comunista e as perseguições políticas em massa do regime, os professores se limitavam a dizer que era “preconceito burguês” ou “mentirosa propaganda capitalista”. Em suma, muitos professores não eram educadores, mas doutrinadores, militantes, objetivando “fazer a cabeça” dos alunos, numa espécie sutil de lavagem cerebral (como muitos, aliás, o fazem hoje). Dentre todo esse agitprop, uma professora escapava desse lugar-comum, uma distinta conservadora evangélica que contava a história do Brasil sem as chatices tecnocratas dos pseudo-dialéticos marxistas. Ela contava história como se contava realmente uma história de pessoas vivas, de carne e osso, e não de sistemas impessoais e extravagâncias de forças abstratas.
Contudo, no meio de elogios comunistas, aquela ladainha não me convenceu. Não que eu entendesse de marxismo-leninismo ou de capitalismo. Não que eu entendesse de mais-valia ou de baixa tendencial do lucro. Porém, achava estranho um regime de partido único ser democrático. Ou, no mais, um sistema em que não existia liberdade política, religiosa ou oposição livre. Todavia, estranhos eram os comunistas me explicarem o porquê de um regime tão maravilhoso possuir um muro que proibisse seus cidadãos de se locomoverem em seu próprio país ou sair dele. Era pior, eles não tinham liberdade nem mesmo de se locomoverem em sua própria cidade. Este muro, como se sabe, era o famoso “Muro de Berlim”,onde a pobre cidade foi praticamente dividida ao meio, onde os bairros de uma mesma cidade e nação eram dois países diferentes, onde famílias inteiras de alemães foram separadas por décadas. Inexplicável é a permissão que os soldados tinham para atirar em seus próprios cidadãos se estes pulassem o muro. É espantoso como um regime tão lindo, tão democrático e tão maravilhoso ameaçava ficar só, já que se a população tivesse um mínimo de liberdade, fugiria em massa do paraíso para o inferno capitalista. O ditador comunista de plantão ainda declarava que o muro duraria “mais cem anos”.
Contudo, os professores diziam que eram “movimentos reacionários de sabotadores”, as manifestações isoladas de pobres civis vítimas do regime totalitário. Ou a explicação curiosa, eivada de estupro contra o raciocínio lógico, repassada pelos professores, de que nos países comunistas, a imprensa e os sindicatos não eram livres, porque nenhum povo pode ser contra o seu próprio governo. Ou que o proletariado não poderia ser contra a sua própria representação estatal de classe. Em outras palavras, o “povo estava no poder”. Se atualmente todo marxista diz que o stalinismo corrompeu a memória socialista, alguns fanáticos de 1989 diziam que as atrocidades stalinistas foram invencionices causadas pelos membros “revisionistas” do Partido e que Mikhail Gorbatchev estava traindo as idéias leninistas. Glasnost e Perestroika eram sinônimas de “revisionismo burguês”, nas fileiras de alguns setores do Partido Comunista. Malgrado isso, contrastando com a União soviética, alguns professores achavam que o modelo político mais próximo da realidade brasileira seria a implantação do socialismo “científico” albanês ou cubano.
Quando se tocava no assunto sobre a Primavera de Praga, os professores comunistas endossavam com uma candura estranha, as investidas dos tanques soviéticos sobre civis tchecos desarmados, que apenas pediam liberdade política e de pensamento. Esses mesmíssimos cães de guarda da tirania totalitária esbravejaram hipocritamente contra os “porões” da ditadura militar brasileira. Na boca de muitos deles, Stálin era o guia genial dos povos, o sanguinário Mao Tse Tung era retratado como “filósofo” e “poeta” e o demagogo facínora Fidel Castro, o libertador da América Latina. Pode-se dizer que naqueles tempos o patrulhamento ideológico era mais direto, declarado, dogmático, sectário. Qualquer oposição aos dogmas deles era caso de fuzilamento sumário. O pobre aluno seria estigmatizado dentro dos piores chavões possíveis: “reacionário”, “fascista”, “pequeno burguês”, “inimigo do povo”, etc. E naquela redoma de ideologias e idéias histriônicas, eu era talvez um desses alunos opositores, às vezes tachado de “conservador” e“burguês”. Se isso era todo o ideal da esquerda universitária, representada pelos professores, o seu candidato à Presidência da República era um sapo barbudo que esbravejava contra a“desigualdade social”, o FMI, o “imperialismo norte-americano”, ao mesmo tempo em que reafirmava a utopia socialista. Não nos moldes soviéticos, mas nos moldes cubanos, o que dava no mesmo. Hoje, o sapo barbudo, depois de muita insistência, é presidente da república. Continua a beijar a mão do seu ídolo Fidel Castro e agora, do novo tiranete do momento, Hugo Chavez.
Um evento inédito, porém, acabou por surpreender os falsos sonhadores e os incautos ilusionistas. O povo da Alemanha Oriental espontaneamente subiu ao muro e enfrentou pacificamente a polícia fronteiriça. O regime mandou atirar nos manifestantes, mas os próprios policiais nada fizeram, e alguns aderiram à rebelião pacífica. Os que eram alguns, tornaram-se muitos, e o muro que dividia o despotismo da liberdade, o “muro da vergonha”, foi tomado pela multidão, que chorava pela crença na liberdade. Aos poucos, flâmulas alemãs jorravam nas mãos dos manifestantes e o símbolo comunista era rasgado da bandeira.
Cidadãos aos montes atacavam a golpes de marreta a muralha, como que desforrando seu desprezo ao regime, e os pedaços do muro eram catados como souvenir de um passado oneroso ou de um fetiche glorioso de desafio a tirania. Era a queda do muro de Berlim. Era a queda do comunismo. Quando vi aquelas cenas, eu, que infelizmente não acreditava em Papai Noel, e felizmente tampouco cria nos meus professores, sorria maliciosamente, sadicamente. Toda aquela ladainha que meus professores pregavam caiu por terra, tal como cartas ao vento, tal como o próprio muro. Sorria maliciosamente da desmoralização de personalidades arrogantes, de muitos choros de desolação e ranger de dentes de raiva de pretensos intelectuais fundamentalistas e donos da verdade, ao revelar que eram, na prática, servos da mentira. A máscara havia caído.
De fato, a “propaganda capitalista” de denúncia ao regime falava a verdade, enquanto os professores mentiam para os outros e para si próprios; as “democracias populares” revelaram-se cruentas ditaduras; o “povo no poder” era, na realidade, uma burocracia autocrática no poder; os sábios ditadores e guias geniais eram criminosos de guerra em tempos de paz; e se a “liberdade burguesa” era “fetichista”, a liberdade comunista era vigiada e sufocada. Eram ventanias que jogavam as cartas de baralho das mentiras mal intencionadas, ocultadas por trás do muro. Eram ventanias da liberdade, que derrubavam os muros da opressão, que mobilizavam os povos contra a tirania. Ventanias que chegavam à Tchecoslováquia, Polônia, Romênia, Bulgária, Hungria e todo o Leste Europeu. E sobre o cadáver do muro da vergonha e do Partido Comunista, defronte do Portão de Brandenburgo, a música de Beethoven soava a palavra daqueles tempos imemoriais, em uma Alemanha unida pela liberdade e pela democracia: Freiheit, freiheit Berlin!
P.s: Quem quiser ver mais a respeito do Muro de Berlim, clique aqui, no site Realismo Socialista.
Tobias Warchavski: um militante comunista homossexual assassinado pelo Partido Comunista?
QUARTA-FEIRA, 9 DE DEZEMBRO DE 2009
• 1922 a 1954 – Primeira tentativa - Intentona Comunista: tomada do poder democrático através da violência.
• 1955 a 1964 – Segunda tentativa - Infiltração de comunistas no Estado, colaborando com os movimentos sociais e João Goulart na tentativa de transformar o país em uma “República Socialista”;
• 1964 a 1973 – Terceira tentativa - Estratégia baseada na criação de focos de resistência armada (teoria foquista) em diversas áreas do país;
• 1974 até hoje – Quarta tentativa - A mais perigosa estratégia, baseada na conquista da opinião pública (teoria gramsciana) através da infiltração de agentes comunistas na mídia, faculdades e governo, moldando aos poucos a opinião do cidadão e a sua maneira de observar o mundo, promovendo assim uma revolução cultural antes da revolução comunista.
Feitas estas considerações, chamamos a atenção para o caso Tobias Warchavski, um carioca de 17 anos militante da “Juventude Comunista” que foi assassinado em 1934 (durante a primeira tentativa). Este é um caso particularmente misterioso, pois não há evidências cabais sobre a homossexualidade do rapaz, sendo esta uma pressuposição nossa e, admitimos, totalmente baseada em evidências circunstanciais. Porém, há detalhes estranhos inclusos no "Projeto Orvil" que, ao menos, sugerem tal possibilidade e, por esta razão, colocamos aqui em discussão para aqueles interessados em também investigar o caso.
Recomenda-se a leitura deste documento militar, o qual lista os crimes da esquerda: http://www.4shared.com/file/134206468/8e75ee1c/Projeto_Orvil_completo.html
Peço ajuda para a tradução de um "comentário"
Vou ser breve e refutar rapidamente sua falta de imaginação devido a sua inversão do sentido do tempo para você o futuro hipotético não existe para garantir a realidade presente, pois você não vê futuro além de seus olhos não arquiteta nem planeja nada além do aqui e além de sofrer de inversão de sujeito e objeto o que faz com que camufle o agente, atribuindo a ação a quem a padece, ou seja, os trabalhadores e revolucionários vistos como seres inferiores e ignorantes são colocados aqui como imorais devido inversão da responsabilidade moral histórica, assim, vivência os crimes e crueldades sofridos pelos movimentos revolucionário como expressões máximas da virtude e da santidade de quem comeu os crimes a direita, fascista, nazista, e nacionalista pequeno-burguês travestidos de socialista/comunista e os esquizofrênicos.
Pronto. Agora a dialética colocou a psiqui-cavaleiro-fascista que esta errada na própria base perceptiva que a origina em seu devido lugar. No lixo. Paz do Senhor.
Viva o Comunismo única opção Humana para a sociedade.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Foro de São Paulo por Alejandro Peña Esclusa (fundador e presidente de UNOAMÉRICA) e Hugo Chávez comprovando com fatos
Fonte: institutomillenium
29 de abril de 2009
Fonte: KitKyre
7 de setembro de 2008
30 de maio de 2008
CORRUPÇÃO E REVOLUÇÃO
07 de dezembro de 2009
O livro vermelho de Antônio Paim
ARTIGOS - CULTURA

Acaba de surgir no meio especializado brasileiro uma obra pouco comum, gestada por longo período e que havia sido prevista, inicialmente, para lançamento no mercado livreiro português. Denomina-se "Marxismo e Descendência" e inaugura a Coleção História & Pensamento da Vide Editorial. Nasce da pena de um renomado professor de filosofia política, com trajetória intelectual capaz de tornar atraente e interessante um tema, em princípio, bastante difícil.
O livro está dividido em três partes: Doutrina marxista do Estado; Doutrina marxista da Sociedade e Doutrina marxista do Pensamento.
O livro está à venda no site www.videeditorial.com.br.
Mais de 130 igrejas foram fechadas desde 2004
2/12/2009 - 06h35
A CHANTAGEM SOBRE O CLIMA
QUARTA-FEIRA, 9 DE DEZEMBRO DE 2009
Por Arlindo Montenegro
O fiasco de Copenhague: a realidade se impõe
por Wall Street Journal em 18 de novembro de 2009

Barack Obama: retórica de campanha novamente não resiste aos fatos
pretendida reprise do Protocolo de Kyoto já é um fracasso antes mesmo de ser lançada, mas ainda não podemos respirar aliviados.
Mas sempre haverá uma desculpa ou outra, considerando que países em desenvolvimento, tais como a China e a Índia jamais serão suficientemente masoquistas a ponto de sujeitar suas economias às neuroses climáticas do Ocidente [Nos tristes trópicos, o Governador José Serra e o Presidente Lula, através da Ministra Dilma, foram “altruístas” e “vanguardistas”, revelando grande desprendimento: o primeiro já assinou lei estadual de restrição de emissões e o segundo diz que o Brasil vai a Copenhague com proposta de redução “para valer”. Mais uma vez, “o mundo” curva-se diante do Brasil; talvez de tanto rir]. Enquanto isso, a Europa provou, com o Protocolo de Kyoto, que as únicas cotas de emissões que aceitará são aquelas que na realidade não precisam ser atingidas.
É claro que a inutilidade da cúpula de Copenhague se transformará em parte do argumento do Sr. Obama de que o Senado deve infligir o Cap & Trade sobre os Estados Unidos, tanto quanto servirá de justificava para as súbitas e não democráticas ações punitivas da EPA [Agência de Proteção Ambiental],via regulamentos do Clean Air Act.
Porém, se ele e nós tivermos sorte, o Senado americano também não conseguirá agir, a EPA ficará atada nos tribunais, e a economia se recuperará mais rapidamente sem o pairar do espectro de mais impostos sobre a energia. [O contribuinte de São Paulo tem todo o direito de perguntar: E agora, Sr. Governador?]
LULA É VAIADO DENTRO DO CINEMA
No dia 18 de novembro, escrevi aqui sobre “Lula, O Filho do Brasil”:
“Nos cinemas, os trailers têm sido recebidos com uma vaia meio preguiçosa — um muxoxo, um ‘hannn’ de insatisfação”
A coisa já evoluiu. Em sua coluna, Ancelmo Goes informa que, no sábado, na sessão das 18h40 do Cine Leblon 1, no Rio, que exibia “Abraços Partidos”, de Almodóvar, foi aparecer o trailer da hagiografia lulesca, e o cinema explodiu numa “vaia monumental”.
TRINTA ANOS DE LULA: OS HOMENS ADMIRÁVEIS
Publiquei ontem alguns trechos da entrevista de Lula à revista Playboy em julho de 1979 e fiz uma pequena provocação intelectual: “O sindicalista é o pai do homem”. Acho que há mais trechos que os eleitores têm o direito de ler. Sacrifico-me por vocês. Como não está na Internet, tenho de digitá-los. Mas não me importo. Tudo pelo esclarecimento.
Os trechos que vocês lerão em vermelho são fortes, sim. Não fosse o Brasil, hoje, amigo de todas as ditaduras que há no planeta; não tivesse o governo Lula estendido o tapete vermelho para o um delinqüente como Mahamoud Ahmadinejad, censurado na ONU uma semana depois, com os votos de Rússia e China, mas sem o voto do Brasil; não tivesse flertado o Itaramaty, por vias oblíquas, até com o terrorismo das Farc, e a fala de Lula de 30 anos atrás não teria relevância. Mas, infelizmente, tem. Vamos lá.
(…)
Playboy – Há alguma figura de renome que tenha inspirado você? Alguém de agora ou do passado?
Lula [pensa um pouco]- Há algumas figuras que eu admiro muito, sem contar o nosso Tiradentes e outros que fizeram muito pela independência do Brasil (…). Um cara que me emociona muito é o Gandhi (…). Outro que eu admiro muito é o Che Guevara, que se dedicou inteiramente à sua causa. Essa dedicação é que me faz admirar um homem.
Playboy – A ação e a ideologia?
Lula – Não está em jogo a ideologia, o que ele pensava, mas a atitude, a dedicação. Se todo mundo desse um pouco de si como eles, as coisas não andariam como andam no mundo. (…)
Playboy – Alguém mais que você admira?
Lula [pausa, olhando as paredes] - O Mao Tse-Tung também lutou por aquilo que achava certo, lutou para transformar alguma coisa.
Playboy – Diga mais…
Lula – Por exemplo… O Hitler, mesmo errado, tinha aquilo que eu admiro num homem, o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer.
Playboy – Quer dizer que você admira o Adolfo?
Lula – [enfático] Não, não. O que eu admiro é a disposição, a força, a dedicação. É diferente de admirar as idéias dele, a ideologia dele.
Playboy – E entre os vivos?
Lula [pensando] – O Fidel Castro, que também se dedicou a uma causa e lutou contra tudo.
Playboy – Mais.
Lula – Khomeini. Eu não conheço muito a coisa sobre o Irã, mas a força que o Khomeini mostrou, a determinação de acabar com aquele regime do Xá foi um negócio sério.
Playboy – As pessoas que você disse que admira derrubaram ou ajudaram a derrubar governos. Mera coincidência?
Lula [rápido] – Não, não é mera coincidência, não. É que todos eles estavam ao lado dos menos favorecidos.
(…)
Playboy – No novo Irã, já foram mortas centenas de pessoas. Isso não abala a sua admiração pelo Khomeini?
Lula – É um grande erro… (…) Ninguém pode ter a pretensão de governar sem oposição. E ninguém tem o direito de matar ninguém. Nós precisamos aprender a conviver com quem é contra a gene, com quem quer derrubar a gente. (…) É preciso fazer alguma coisa para ganhar mais adeptos, não se preocupar com a minoria descontente, mas se importar com a maioria dos contentes.
Voltei
Que coisa, não? O único do grupo que não é um facínora, um assassino contumaz, um homicida frio, é Gandhi. Mas Gandhi, convenham, é a Portuguesa de Desportos das figuras ilustres da humanidade. Se a Portuguesa está em campo, e o adversário não é o nosso time, a gente torce pra quem?
Os outros… A referência a Hitler se presta a uma ironia sinistra: “O Hitler, mesmo errado, tinha aquilo que eu admiro num homem, o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer”. Sem dúvida, o homem era o senhor do fogo…
Lula mudou? Digamos que alguns facínoras foram acrescentados à sua galeria: Ahmadinejad, Khadafi, Omar Hassan Ahmad al-Bashir (o genocida do Sudão)… Fidel, bem…, a múmia, rejeitada até pelo diabo, continua objeto de culto…
De todas as admirações, esta que diz pouco se importar com ideologia é, sem dúvida, a mais perigosa. Afinal, 30 anos depois daquela entrevista, indagado se não se incomodava em receber Ahmadinejad, que nega o holocausto dos judeus, promovido por Hitler – aquele que “tinha o fogo de se propor a fazer alguma coisa”, Lula respondeu:
“Muito pelo contrário. Não estou preocupado com judeus nem com árabes. Estou preocupado com a relação do estado brasileiro com o estado iraniano. Temos uma relação comercial, queremos ter uma relação política”.
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- Lula e as mulheres: “O problema de mulher é você conseguir pegar na mão. Pegou na mão…”
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Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.





