Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O silêncio cúmplice da caterva pró-Farc

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA
CEL. LUIS ALBERTO VILLAMARÍN PULIDO | 23 NOVEMBRO 2009

Há um sério perigo de agressão armada. A explosão de duas pontes em Ragonvalia é a primeira prova fidedigna. Como a resposta colombiana foi diplomática, Chávez e seus comparsas interpretaram o fato como um gesto de debilidade. Nesse sentido, são iguais às FARC. Seu estilo de negociação política gira ao redor do terror, da intimidação e da chantagem.


À justificada crítica do editorial de
El Tiempo contra o silêncio cúmplice de Lula, Correa e os demais camaradas da UNASUL, complementado com a consuetudinária atitude ambivalente de Obama e suas Pelosis frente à realidade das constantes agressões de Chávez e sua caterva contra a Colômbia, soma-se a atitude sinistra dos mal chamados "Colombianos pela Paz" que desta vez fizeram vista grossa, enquanto por baixo dos panos alguns deles estão mancomunados com as FARC e outros são estúpidos funcionais dos comunistas chiques que, por estarem dedicados a planejar a queda de Uribe, sacrificam a Colômbia para salvar seu egoísmo.


É provável que a catarata de eventos ao redor do espinhoso tema, também contribua para escurecer ainda mais o panorama e evitar que haja claridade. Não é segredo para ninguém que por trás das palhaçadas de Chávez e da hipocrisia de Correa estão as mãos sinistras de Fidel Castro e em especial de Lula, para quem uma guerra entre a Colômbia e a Venezuela o catapultaria como o providencial salvador e único mediador com capacidade de meter o bedelho a favor das FARC.


Pela enésima vez os acontecimentos internacionais atinentes ao tema se encaixam com os nacionais, e em todos apontam a converter o presidente Uribe no "problema" e ao bandido do Palácio de Miraflores no justiceiro popular (Cavaleiro do Templo: como diz o professor Olavo de Carvalho, é a inversão revolucionária, a deturpação completa e total da realidade, o reino da mentira, como foi na Revolução Francesa, por exemplo, e seu "Liberdade, Igualdade e Fraternidade" QUE começou cortando cabeças, eliminando por completo o lema do "movimento" e mostrando a todos que, portanto, a coisa toda nunca se tratou destas três palavrinhas mágicas).


A descarada apologia às FARC feita por Teodora e seu parceiro de
Voz [1] durante o pró-fariano "encontro pelo acordo humanitário" em Cali, corroborado pela carta de Alfonso Cano [2], se articulam com as "bondosas" declarações de Marco Aurélio Garcia com a mediação do Brasil na fronteira colombo-venezuelana, a astúcia de Correa ao reabrir relações diplomáticas, sem oferecer a mais mínima explicação nem comprometimento para combater as FARC no Equador, e a grosseria desmedida de Chávez.


Enquanto isso a camarada Kirchner, o índio cocalero boliviano, o padre "reprodutor" paraguaio e o dissimulado Lula, continuam sem questionar às FARC por terem seqüestrados, não fazem nada para capturar os terroristas que vivem em seus territórios, nem muito menos dizem nada acerca da aleivosa conduta de Chávez. Tanto os camaradas da UNASUL como os da Colômbia, cobrem-se com o mesmo cobertor. Uns e outros são amigos das FARC e do terrorismo comunista como expressão de "luta popular". De forma descarada e linguaruda o ministro da Defesa equatoriano, cujo país tem a presidência pró-tempore da UNASUL, afirma que a pitoresca organização não pode fazer nada frente às agressões de Chávez contra a Colômbia porque tal ente internacional está em gestação até agora.


Em contraste, há poucas semanas este mesmo ente internacional, incapaz de colocar Chávez nos eixos - que na realidade opera como seu mentor -, armou uma tempestade em copo d'água e inclusive tentou armar uma emboscada para Uribe. Típica conduta comunista! São agredidos quando agridem e a única verdade válida é a que lhes convém. Os demais sempre estarão equivocados, enquanto não coincidam com o pensamento dos "camaradas".


Que interessante seria escutar Piedad Córdoba pedindo aos governos democratas do hemisfério que rompam relações com o governo venezuelano, devido a que abriga terroristas em seu território, organiza um complô contra a Colômbia e planeja uma guerra para apoiar o projeto
fariano da tomada do poder com o fim de implantar uma ditadura comunista.


Igualmente positivo seria escutar a mesma petição dos camaradas Petro, Navarro, Lozano, ou os estúpidos funcionais que manipulados por sua idiotice anti-uribista, não medem o perigo que se ameaça contra o país e nosso destino histórico, ao servir de joguetes para legitimar as FARC e elevar Chávez como o líder do Socialismo do Século XXI no continente.


Embora a diplomacia colombiana tenha começado tarde a "se mexer", a verdade é que falta muito por fazer. Todos os acomodados embaixadores e cônsules devem sair de seus cômodos gabinetes e denunciar por todos os meios possíveis que a Colômbia está no olho do furacão comunista. Que Lula e Fidel Castro manipulam Chávez e sua caterva de associados. Que a iminência de um ataque militar da Venezuela contra a Colômbia é uma realidade.


Por sua parte, as universidades, os meios de comunicação, as organizações civis, os prefeitos, os governadores, as empresas e em geral todos os líderes nos diferentes campos do poder nacional, devem enfileirar as baterias para a mobilização nacional com fins concretos. Não é um simulacro, nem uma hipótese distante. É uma realidade palpitante.


Há um sério perigo de agressão armada. A explosão de duas pontes em Ragonvalia é a primeira prova fidedigna. Como a resposta colombiana foi diplomática, Chávez e seus comparsas interpretaram o fato como um gesto de debilidade. Nesse sentido, são iguais às FARC. Seu estilo de negociação política gira ao redor do terror, da intimidação e da chantagem.


Está na hora de os magistrados da Corte Suprema de Justiça e os co-juízes do Conselho Eleitoral deixarem para trás a politicagem barata e a inveja corrosiva contra o presidente Uribe. Que pensem na Colômbia (talvez pela primeira vez!). Que lembrem que a Colômbia é o país que os viu nascer e que entendam que esse país está correndo o risco de ser agredido por um déspota sem escrúpulos e com alma de bandido.


Que pensem nos contribuintes que pagamos os impostos para que se sustentem em seus postos burocráticos de juízes e magistrados. Que lembrem do juramento que fizeram perante Deus e a Pátria de cumprir fiel e lealmente os deveres que lhes exige a Constituição, não nos interesse politiqueiros dos grupos aos quais pertencem ou com os quais comungam ideologicamente.


E, claro: está na hora de Teodora e seus comparsas dizerem com clareza ao país de que lado se encontram, ante a iminência de um ataque militar da Venezuela contra a Colômbia, destinado a apoiar a ofensiva final das FARC com o acompanhamento sinistro dos bandidos de colarinho branco, cujas evidências são precisas nos computadores de Raúl Reyes.


Não há mais lugar para as trapaças dos membros do Partido Comunista Clandestino incrustados em "Colombianos pela Paz", quer dizer, dos mesmos que obedecem ao pé da letra as ordens de seu "comandante" Cano, e na aparência buscam um "acordo humanitário". Está na hora do país e o mundo saberem qual é a farsa da boa-vontade em "mediar" para que as FARC libertem a conta-gotas e brinquem com a dor das vítimas e seus familiares.


E também está na hora de o Polo Democrático e suas figuras linguarudas de primeira ordem concretizarem de que lado estão, pois as evidências inclinam a balança para supor ou inferir que sua atuação se ajusta à linha de conduta do Plano Estratégico do Foro de São Paulo contra a Colômbia.

* Analista de assuntos estratégicos - www.luisvillamarin.com


Notas da Tradutora:


[1]
"Voz" é um semanário produzido pelo "Polo Alternativo Democrático", braço político não oficial das FARC.

[2] A esse respeito, ler também Por que Piedad Córdoba protege "Danilo"?


Tradução:
Graça Salgueiro


Mais um documentário sobre o holocausto comunista

Fonte: zonanueve



Camarada...simpatizante...curioso...enem igo...

El ideal de lucha constante, de permanencia en el tiempo, de continuidad doctrinal, nos obliga a utilizar todos los medios a nuestro alcance para perpetuar en el futuro, sin manipulaciones interesadas nacidas de la prepotencia de los vencedores, la ideologia socialista...los conceptos de IDENTIDAD, CULTURA se ven hoy ninguneados por la politica de globalizacion sionista...

Reclamamos para NOSOTROS y nuestros HIJOS el DERECHO INALIENABLE de contar con la herencia de nuestros antepasados, Queremos ser respetados como lo que somos, NO como un mercado comun economico vendido al capital judio norteamericano, empeñado al dios-dolar, sino como la TIERRA MADRE de una cultura pujante durante siglos, fecundadora del mundo, germinadora de ideas. Y asi, nos DECLARAMOS contra el sistema establecido, contra la cultura imperante, contra las ideas politicas vigentes, nos POSICIONAMOS por una America Latina unida por lazos de sangre, diferenciada en sus estados pero conjuntada en sus ideales, nos ERIGIMOS defensores de la herencia inmutable recibida de nuestros predecesores.

NUESTRO DERECHO ESTA EN NOSOTROS MISMOS...odianos, nos da igual, unete, se bienvenido.

De cualquier modo seguiremos ADELANTE...

Covardia do Estadão sobre a Confecom - A luta pela liberdade precisa se tornar uma mobilização de massa imediatamente!

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA
NIVALDO CORDEIRO | 23 NOVEMBRO 2009


A luta pela liberdade precisa se tornar uma mobilização de massa imediatamente.


A simples idéia de fazer a conferência é um mal em si; realizá-la é apenas um passo para a destruição do capitalismo de livre empresa no Brasil. Dizer que o contrário, como fez o editorial, é acariciar a cascavel antes do bote. Uma postura mais pusilânime diante da gravidade dos fatos seria impossível ao jornal.


Pode-se combater a ameaça de uma cascavel preparada para o bote acariciando-lhe a cabeça? Ou um leão caçando, afagando a sua juba? Pois foi mais ou menos isso que o jornal Estadão fez em dois editoriais sobre a CONFECOM, que quero aqui comentar. Na verdade, o título aqui mais apropriado seria algo da série que tenho escrito, do tipo "
Estadão mente sobre a CONFECOM". Faço a concessão porque sei que o Estadão, outrora tão odiado pelas esquerdas enquanto "barão da mídia", está morrendo de medo, como de resto todos os empresários do setor. A mídia, desde o início, devia ter sido a vanguarda de resistência contra a tomada do poder pelos leninistas, mas se acovardou. Agora está em xeque e sua própria sobrevivência como negócio sofre ameaça imediata, no estilo daquela feita por Hugo Chávez na Venezuela e pelo casal Kirchner na Argentina.


Pode-se ignorar voluntariamente a revolução em curso o quanto se queira, pode-se recusar a lhe dar combate, mas ela não ignorará ninguém, especialmente aqueles que estão envolvidos com os meios de comunicação. Como diriam os do meio sindical, "
é a hora da onça beber água". O interessante do momento em que vivemos é que acabou-se o tempo da desconversa e da fuga. O caminho desapareceu e só restar se virar para enfrentar a serpente do mal e o leão de fogo do comunismo internacional.


Voltemos aos editoriais. O de
24 de agosto começou narrando o fato de que os representantes das associações empresariais (seis das oito entidades) recusaram-se a indicar participantes do circo de sovietes armado pelo PT, no que muito bem fizeram. Seria dar-se voluntariamente ao carrasco. Antes um tímido e amedrontado "não" do que o "sim" conivente para a guilhotina. A simples realização do evento é, já em si, a derrota da livre iniciativa que está no setor. Indicar representantes seria de ingenuidade atroz.


Qual a posição do Estadão? A mais ridícula possível: "
A ideia de uma conferência para o setor não é má. Desde 2003, o governo federal já realizou eventos semelhantes para debater outras áreas, que vão da cultura à juventude, e eles foram úteis em apontar problemas, carências e demandas que podem ser resolvidos pelo poder público. A Conferência Nacional de Comunicação, no entanto, tem uma particularidade. O seu tema, "Construção de direitos e de cidadania na era digital", conforme estabeleceu o decreto de convocação, envolve não apenas os chamados "movimentos sociais", mas diz respeito, diretamente, às empresas que atuam na comunicação social. Se esse grupo se manifesta desconfortável com os rumos das discussões - a ponto de retirar-se dos preparativos da Confecom -, um sinal amarelo se acende".


Implicitamente, toma o lado do governo e condena a posição empresarial. A simples idéia de fazer a conferência é um mal em si; realizá-la é apenas um passo para a destruição do capitalismo de livre empresa no Brasil. Dizer que o contrário, como fez o editorial, é acariciar a cascavel antes do bote. Uma postura mais pusilânime diante da gravidade dos fatos seria impossível ao jornal. Na seqüência, passou a argumentar que a expressão utilizada no decreto de chamamento "
controle social da mídia" em termos jurídicos, como se ainda fosse o caso, se é que algum dia o foi. A CONFECOM não foi feita nem para combater oligopólios (tarefa do CADE e da SDE) e nem para respeitar a ordem estabelecida. Como escrevi anteriormente, é o brado do PT idêntico ao de Lênin: "Todo o poder aos sovietes".


O tom sonso e acovardado foi mantido no segundo editorial, publicado na data de
hoje (22): "A iniciativa foi oportuna, tanto pelo tema - a regulamentação dos meios de comunicação no Brasil - como pelo método". Só faltou dizer como Paulo Maluf dos bons tempos, antes de cair refém do PT: "Estupra, mas não mata". E, da forma mais sonsa possível, completou: "Esse tipo de conferência não pode - nem deve - substituir as instituições da democracia representativa, mas serve para arejar a administração pública". Ora, até a fuligem que cai na borda da Marginal do Tietê sabe que a CONFECOM foi feita para substituir as instituições. A quem o jornal agrada que essa encenação de covardia? Ou será conivência?


E ainda vestiu a carapuça da propaganda petista: "
Há tempos, o Estado critica as distorções antidemocráticas geradas pela presença dos monopólios - mais de fato que de direito - e dos oligopólios na TV e na radiodifusão. Portanto, se a conferência preparar o caminho para que esses anacronismos sejam corrigidos, tanto melhor". O Brasil está em véspera da tomada do poder total pelo PT e o Estadão veio com essa conversa de cerca-Lourenço. Inacreditável. Para, no final, ensaiar um tímido alerta: "Qualquer clamor autoritário é inadmissível quando se trata de regulamentar a comunicação social". Toda a CONFECOM, desde o princípio, desde a fala inaugural de Frei Betto no Fórum Social Mundial (ver documentos Para entender a CONFECOM) é um clamor mais do que autoritário, é um clamor totalitário.


Se nem um participante agigantado da mídia, como o é o Estadão, se defende, o que esperar?
Todo poder aos sovietes.


Origens da CONFECOM - A luta pela liberdade precisa se tornar uma mobilização de massa imediatamente!

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA
NIVALDO CORDEIRO | 21 NOVEMBRO 2009


A luta pela liberdade precisa se tornar uma mobilização de massa imediatamente.


Existe um problema da democratização dos meios de comunicação? Na cabeça dos revolucionários, sim, porque uma parte da cadeia produtiva do setor está na mão da iniciativa privada e o conteúdo produzido não está integralmente sob seu controle, nos termos propostos por Gramsci.


O que mais impressiona na CONFECOM são os seus números. Trata-se de um experimento de mobilização de massa que só tem paralelo nos tempos de eleição, com assembléias em todo o território nacional, organizadas nos níveis municipal e estadual, para culminar com o evento apoteótico do próximo dia 14. O encontro terá 1539 delegados, o triplo da nossa Câmara de Deputados. Segundo o último informativo do site
Pró-Conferência, são esperadas ao menos cinco mil "propostas" a serem examinadas, uma imitação barata de um processo constituinte, no qual os meros delegados dessa balbúrdia dão-se poderes de deputados.


A Comissão Nacional declarou, com todas as letras: "
Conquistada, defendida e organizada com ajuda e participação direta de entidades dos movimentos sociais, a Confecom leva em âmbito nacional o debate pela democratização da comunicação e a comunicação como direito humano. Dentre os movimentos sociais, entidades ligada a radiodifusão comunitária, ao movimento sindical e a comunicação livre elaboraram propostas para serem discutidas na Confecom". Existe um problema da democratização dos meios de comunicação? Na cabeça dos revolucionários, sim, porque uma parte da cadeia produtiva do setor está na mão da iniciativa privada e o conteúdo produzido não está integralmente sob seu controle, nos termos propostos por Gramsci.


Portanto, é apenas uma aparente falsa questão, que nada tem de tola. Foi conquistada? Sim, conquistada por um decreto! É de fazer rir quem lê o lengalenga revolucionário. Diante desse tom triunfalista fui pesquisar a origem e o porquê do processo ter chegado a esse nível de mobilização. A primeira pista está no próprio site da Comissão Nacional, que proclama que a CONFECOM foi "
Anunciada pelo atual Governo Federal durante o Fórum Social Mundial em Belém". Foi lá anunciada, mas a coisa toda já estava maquinada de antemão, em projeto de grande envergadura.


O anúncio referido está na boca de Frei Betto, conforme podemos ver no vídeo disponível no
Youtube. Obviamente que a fala foi de improviso, mas não a decisão, tomada adrede e devidamente planejada. Ele anunciou a CONFECOM nos termos que ela está sendo criada. Encerrou sua fala proclamando: "Voltarmos ao trabalho de base para fortalecermos os movimentos sociais". Aqui está o ponto. A CONFECOM não precisa produzir nada de prático, pois o produto do trabalho é o seu próprio processo. Como ninguém se deu conta, as pessoas sãs deixaram os alucinados revolucionários concluírem seu projeto. Todo o Poder Legislativo e o empresariado do setor foram afogados e atropelados pelo assembleísmo basista, que só PT tem condições de pôr em movimento. Uma vitória tática muito importante para os revolucionários.


A CONFECOM será a apoteose dessa mobilização basista, maluca, levando milhares de "propostas", cujo teor, se lidas com cuidado, pode ser resumido em algumas idéias-força: fim da empresa privada no setor, onde possível; onde não for, regulação intensíssima, elevação da tributação e especialmente a censura travestida de cotas por temas, raças, horários e outras infinidades de alucinações de "controle social" que, na prática, poderão decretar o fim da liberdade de comunicação e da livre empresa.


Se o PT fizer o sucessor, e parece que vai conseguir, o experimento deverá ser multiplicado por todos os temas considerados "estratégicos". De república sindical o Brasil será finalmente o paraíso dos sovietes.


CONFECOM - A sovietização do Brasil. A luta pela liberdade precisa se tornar uma mobilização de massa imediatamente!

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA
NIVALDO CORDEIRO | 17 NOVEMBRO 2009

Lamento não ter ouvido uma palavra da grande imprensa contra essa violência às instituições. As empresas do setor são vítimas coniventes. Nem um discurso no Congresso Nacional contra a usurpação do seu poder. Os representantes eleitos são coniventes. Certamente que essa omissão custará caro aos brasileiros.


A luta pela liberdade precisa se tornar uma mobilização de massa imediatamente.


No próximo dia 14 de dezembro acontecerá em Brasília um grande evento político, a
CONFECOM - Conferência Nacional de Comunicações. Quem olha o assunto pela primeira vez pode não se dar conta da importância do mesmo. Aqui não se trata meramente de um evento para tratar do setor de comunicações e nem mesmo se trata de preservar a liberdade de imprensa. O que está em jogo é um ensaio inovador de formulação de políticas públicas, a partir de um modelo basista - aos moldes dos sovietes leninistas - devidamente controlados por maioria do partido governante.


O que ganha o governo com isso? O que ganha o PT? Praticamente, se este ensaio der certo, ficará criada uma forma de decisão política paralela ao Congresso Nacional, cabendo a este apenas a figura homologatória de fazer a norma positiva. É uma ousadia sem precedentes do governo Lula, ensaiar essa sovietização do Brasil, passando por cima da Constituição e do Poder Legislativo. Mesmo que as tais recomendações do relatório final da CONFECOM sejam devidamente recusadas pelos legisladores, haverá a vitória política de Lula e do PT por ter levado a cabo a gigantesca mobilização, que está mexendo com gente de todos os recantos do Brasil. Um processo que certamente será repetido com outros temas no futuro. É uma tentativa de acabar com a democracia representativa como a conhecemos, mesmo sem alterações na Constituição.


Lamento não ter ouvido uma palavra da grande imprensa contra essa violência às instituições. As empresas do setor são vítimas coniventes. Nem um discurso no Congresso Nacional contra a usurpação do seu poder. Os representantes eleitos são coniventes. Certamente que essa omissão custará caro aos brasileiros. Tenho visto, há anos, aqueles que têm dinheiro e poder para enfrentar os revolucionários comunistas irem recuando a cada passo de avanço dos inimigos da sociedade aberta. Sempre preservando interesses particularistas e recebendo, em troca, concessões econômicas, nem sempre legítimas. O episódio do "Mensalão" revelou o grau de corrupção de que o sistema é capaz. Este método de cooptação, todavia, parece que foi esgotado e o partido de Lula resolveu agora implantar o modelo consagrado nos manuais de Lênin.
Todo o poder aos sovietes!


E bem sabemos o que são os sovietes: uma caricatura de democracia direta, em que os delegados "
livremente eleitos" são marionetes do partido e cumprem disciplinadamente as decisões tomadas dentro do chamado "centralismo democrático". Calar diante do que está acontecendo é mais do que omissão e covardia: é entregar o país aos celerados revolucionários. Não podemos subestimar o que estão fazendo. É hora dos que têm responsabilidade agir, em nome da liberdade da gente brasileira, em nome das gerações futuras.


O fato é tão importante que o a Executiva Nacional do PT baixou uma
resolução específica para o evento, para a qual convido você, meu caro leitor, fazer uma leitura atenta. Já no Preâmbulo do documento estão contidas todas as más intenções políticas do PT:


"
A Conferência Nacional de Comunicação convocada pelo governo Lula é uma importante conquista dos movimentos que lutam pela democratização do setor no Brasil. O PT apóia o conjunto de reivindicações desses movimentos, conforme resolução aprovada em conferência partidária realizada em abril de 2008. Na 1ª Confecom, a intervenção petista se dará de duas maneiras: uma, ao lado das lutas especificas de cada área; outra, mais ampla, na construção de um novo modelo legal para todo o setor das comunicações - sem o que dificilmente haverá avanços nas questões pontuais. A definição de um marco regulatório democrático estará no centro de nossa estratégia, tratando a comunicação como área de interesse público, criando instrumentos de controle público e social e considerando a mudança de cenário provocada pelas tecnologias digitais. O PT também lutará para que as demais ações estatais nessa área promovam a pluralidade e a diversidade, o controle público e social dos meios e o fortalecimento da comunicação púbica, estatal, comunitária e sem finalidade lucrativa. Mais do que combater os monopólios e todos os desvios do sistema atual, é preciso intervir para que eles não se repitam ou se acentuem nesse novo cenário tecnológico - que dentro de poucos anos superará completamente o antigo modelo".


A Conferência não é tida como um ato de rotina administrativa do governo, mas como "
conquista" dos movimentos, que todos sabemos são aparelhados pelo PT. No Capítulo Segundo, declara que o marco regulatório deve estabelecer, entre outras coisas: "Atribuições e limites para cada elo da indústria de comunicação (criação, produção, processamento, armazenamento, montagem, distribuição e entrega), impedindo que uma mesma empresa possa atuar nos mercados de conteúdo e infra-estrutura". No seu Capítulo Terceiro está escrito que o PT defenderá a criação do Conselho de Comunicação Social, a própria institucionalização da censura prévia, já rejeitada anteriormente pela sociedade. No Quarto, que a Internet deve ser regulada, ou seja, controlada politicamente. Não há dúvida de que os documentos que vão emergir desse conclave sovietizado estarão em sintonia com a vontade política expressa nessa resolução.


É a instância partidária se sobrepondo ao Estado, não apenas ao Poder Legislativo, como também ao Poder Executivo. Quem manda é o partido.


Há um
site pró-conferência, composto por entidades vinculadas aos militantes esquerdistas, que está à frente das mobilizações. O panfleto que sugere ser distribuído na mobilização é uma peça antimercado, anticapitalista e anti-sociedade aberta. Um clone do Manifesto Comunista aplicado às comunicações. Lá está escrito que "É dever do Estado garantir que todo mundo possa acessar e produzir conteúdos para se informar e se comunicar". Bem sabemos o que significa isso: o fim da liberdade de produzir e veicular notícias sem a censura prévia dos comissários do partido.


Fique atento, caro leitor: os sovietes já chegaram e estão agindo para tomar o poder total no Brasil. A luta pela liberdade precisa se tornar uma mobilização de massa imediatamente.

ASSISTA O FINAL DO FILME DO LULA!

Fonte: maguilavarig


Após sucessivas tentativas, conseguimos o pedaço final do filme BOMBA sobre a vida do Lula até seus 35 anos, antes dele ficar milionário.

Um furo sensacional!

Alô, "gringada" gaúcha

Fonte: COTURNO NOTURNO
SEXTA-FEIRA, NOVEMBRO 20, 2009




Comece a sua campanha para 2010. Recorte, envie, cole, divulgue. E você, não fique aí parado. Conhece um gaúcho de origem italiana? Mande pra ele!

Eis a última declaração de Tarso Genro, ministro da Justiça e candidato a trazer de volta o caos petista ao Estado do Rio Grande do Sul, para defender um assassino, um homicida, um matador de quatro italianos inocentes. Cuidado, "gringada", que ele pode querer mandar vocês de volta pra terra do "Nono"!

"A Itália não é um país nazista nem fascista, mas vem sendo constatado um crescimento preocupante do fascismo em parte da população italiana. O fascismo vem ganhando força inclusive em setores do governo."

A colônia de descendentes italianos é de 30% no Rio Grande do Sul. Todos tiveram direito a obter a sua dupla cidadania italiana, igualzinho à Primeira Dama Marisa Letícia. Nas próximas eleições, não esqueça, "oriundi"!

O erro organizado

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA
OLAVO DE CARVALHO | 17 NOVEMBRO 2009


Há anos penso em escrever um livro com o título ou subtítulo de Logica Brasiliensis, recenseando os modelos de argumentação mais em voga nas discussões de mídia neste país e mostrando como são, quase que invariavelmente, puras confusões mentais que adquiriram credibilidade de argumentos pela repetição obsessiva e por nada mais.

Nada de parecido, é claro, com os sofismas da lógica clássica nem com os esquemas de argumentação erística, ou falsa dialética, que Arthur Schopenhauer enumerou em Como Vencer um Debate Sem Precisar Ter Razão. Para fazer uso desses dois tipos de ardis é preciso ter alguma destreza que só a freqüentação habitual dos clássicos pode conferir -- uma condição que, na maior parte dos nossos opinadores públicos de hoje em dia, não se cumpre nem em sonhos, embora fosse comum entre muitos articulistas de quarenta ou cinqüenta anos atrás, autênticos escritores no sentido forte da palavra. Lendo um Álvaro Lins, um Júlio de Mesquita Filho, um Otto Maria Carpeaux, um Gustavo Corção, um José Guilherme Merquior, podia-se encontrar, ao lado de muitos arrazoados sólidos, um ou outro sofisma delicioso, quase inocente, fruto do puro ímpeto de criação literária que se sobrepunha por momentos ao desejo da verdade. Desmontá-los com toda a cortesia do mundo era um prazer que o crítico podia compartilhar até com o próprio autor do erro.

Hoje, não há mais nada disso. Quando algum dos mais notórios "formadores de opinião" atuais espreme seus últimos neurônios para dar ares de verossimilhança àquilo que sabe (ou deveria saber) que é falso, só o que consegue é deformar um pouco mais sua própria inteligência, junto com a do público, especialmente estudantil, que, levado pelo prestígio dessas criaturas, acaba por macaquear seus cacoetes mentais na esperança de dar boa impressão nos debates de botequim ou em alguma lista de discussões na internet. Agravados pela comichão de discutir, que é endêmica no ambiente nacional, a incapacidade e o desleixo, descendo dos mais vistosos modelos públicos até às conversas intergrupais e de família, vão espalhando pela sociedade novos padrões de confiabilidade intelectual aparente, cada vez mais baixos, cada vez mais torpes, até o ponto em que, no conjunto, se torna praticamente impossível entender qualquer coisa com base no que os brasileiros estão dizendo dela.

Pode parecer que estou carregando demais nas tintas, mas não esqueçam que venho coligindo exemplos de inépcia letrada desde os tempos do primeiro Imbecil Coletivo (1995). O mostruário de que hoje disponho permite não só apreciar o agravamento progressivo do estado de penúria intelectual reinante, mas também discernir, por trás da maçaroca de enormidades, algumas constantes mentais, alguns esquemas de pensamento errado e grosso que se repetem e, espontaneamente, se organizam numa espécie de sistema: o sistema das razões convencionais de credibilidade, todas elas sem credibilidade nenhuma, que se tornaram meios de prova altamente persuasivos e respeitáveis para a maioria dos brasileiros opinantes.

É a esse sistema que chamo logica brasiliensis. Ela constitui-se inteiramente de erros de leitura, distinção precária entre palavras e coisas, falta de senso das proporções, imprecisões monstruosas de vocabulário, confusões entre diferentes níveis de predicação, misturas de gêneros (e de gêneros com espécies), e demais calamidades da mesma ordem, as quais não denotam apenas ou propriamente falta de cultura e treino, mas falta daquele instinto lógico elementar que é próprio do ser humano enquanto tal e que até os mais iletrados possuem por natureza. Não se trata, pois, em geral, nem de desonestidade premeditada, nem de falha educacional, mas de uma autêntica deficiência mental, adquirida no processo mesmo de aquisição dos meios de expressão necessários ao ingresso nas classes ditas cultas.

É fenômeno caracteristicamente nacional. Não que similares erros de raciocínio não se observem na mídia estrangeira. É que em parte alguma eles são aceitos como meios de prova legítimos, nem muito menos desfrutam da respeitabilidade generalizada que, no Brasil, os eleva à categoria quase que de símbolos da autoridade intelectual. Por toda parte eles existem como anormalidades. No Brasil são normais e normativos, praticamente obrigatórios. Aquele que não os pratique com a naturalidade de quem respira e com a tranqüila certeza de que diz coisas sapientíssimas vê-se logo rejeitado como um excêntrico incompreensível ou mesmo como um tipo perigosamente anti-social. Isso basta para explicar que alguns dos melhores comentaristas políticos e culturais do país tenham sido banidos da "grande mídia" e só encontrem abrigo em sites da internet ou neste heróico Diário do Comércio. Muitas vezes o que os tornou indesejáveis em outros meios não foi nenhum preconceito ideológico: foi o mero desconforto que seus escritos espalham entre pessoas que desejariam ardentemente discuti-los mas só os conseguem entender pela metade.

Diário do Comércio, 17 de novembro de 2009

UM DOCUMENTÁRIO DE HITCHCOCK SOBRE CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO NAZISTAS!

Fonte: ViVerdeNovo

quinta-feira, 19 de novembro de 2009



Recebi por email

"Este filme de Hitchcock é para ser esfregado na cara do Ahmadinejad. Hitler, o fascista, foi muito bem instruido por Stalin, o comunista. As covas comuns seguem exatamente a prática que os soviéticos se utilizaram quando eliminaram os oficiais poloneses na floresta de Katyn em 1940, dentre tantos outros. Estas cenas originais em preto e branco, praticamente desconhecidas de todos nós, são fortes e cruéis ao extremo."


IMPRESSIONANTE DOCUMENTÁRIO DE ALFRED HITCHCOCK SOBRE CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO NAZISTAS!

1. Londres e Washington perceberam que teriam um problema perante a história: alguém, no futuro, tentaria negar que aquilo acontecera. A extensão da crueldade era tamanha - no número de vítimas e no ponto ao qual os nazistas levaram os sobreviventes - que nada parecia, de fato, muito crível. Decidiram produzir um filme. Em Londres, coletaram as cenas filmadas pelas tropas ocidentais nos campos e as puseram nas mãos de Sidney Bernstein, diretor do departamento de propaganda do exército britânico.

2. Quando Bernstein começou a produzir o filme, em maio de 1945, os Aliados ainda não tinham total noção do plano de Solução Final para o problema judaico de Adolf Hitler. Conheciam a crueldade, sabiam do genocídio, mas não tinham ainda levantado todos os documentos que provavam a intenção de eliminar uma etnia. Revisando as imagens que chegavam do continente, o cineasta da propaganda britânica percebeu que o trabalho talvez exigisse mãos mais hábeis que as suas.

3. Lembrou de um amigo dali mesmo de Londres, que durante a Guerra achou por bem se radicar nos EUA. Alfred Hitchcock. Os dois jamais terminaram o filme, batizado "Memória dos Campos", também lembrado como o 'documentário de Hitchcock sobre o Holocausto'. Hitchcock serviu como consultor no processo e orientou a edição. Se preocupou em inserir a maior quantidade possível de planos gerais. Temia que, só mostrando as pessoas de perto, alguém achasse que havia sido montagem.

4. Os planos gerais davam mostras das inacreditáveis montanhas de corpos esqueléticos, nus. Pois é que não há nudez escondida neste filme - nudez de gente viva e de gente morta, seios, sexos à mostra, em corpos cujos rostos por vezes lembram caveiras cobertas por um fino tecido. É um documentário cru, violento, muitas vezes difícil de ver. Os EUA logo abandonaram aquela que deveria ser uma co-produção entre eles e Inglaterra.

5. Alguém, ao ver as primeiras imagens montadas por Hitchcock e Bernstein também decidiu arquivar o projeto. Era duro demais. O mundo não estava preparado para ser exposto a estas imagens de terror. O 'documentário de Hitchcock sobre o Holocausto' terminou esquecido. Em 1985, a rede pública de tevê norte-americana PBS comprou do governo britânico a única cópia conhecida dos originais. As imagens, já editadas, não tinham som. Mas havia um roteiro que a equipe de Bernstein escrevera e texto para narração que acompanhava as imagens. Convidaram o ator Trevor Howard para colocar voz no filme. E o exibiram. Agora está na Internet.

Idade Média: no início analfabetismo geral; no fim triunfo das Universidades

Fonte: GLÓRIA DA IDADE MÉDIA
domingo, 22 de novembro de 2009


O esforço intelectual realizado pela Idade Média foi imenso. Para que se possa avaliar o que, em matéria intelectual, a Europa realizou durante a Idade Média, basta comparar a situação cultural em que ela se encontrava no início e no fim desse período histórico.

Barbarie e analfabetismo eram generalizados no inicio da Idade Média na Europa

É necessário voltar sempre à mesma consideração, que é fundamental no Estudo da Idade Média.

Por isso, lembro novamente aos senhores a situação em que as invasões bárbaras e o fragoroso desabamento do Império Romano do Ocidente deixaram a Europa.

Já tive ocasião de dizer aos senhores que os bárbaros eram totalmente analfabetos, e que, na generalidade, nem sequer seus reis sabiam ler e escrever.


Além de analfabetos, eram de tal maneira estranhos a qualquer idéia de civilização, que não eram capazes de compreender e de velar pelos tesouros artísticos e intelectuais que a civilização grego-romana acumulara.

Os bárbaros arrasaram a civilização. Roma

As invasões bárbaras foram grandes irrupções de analfabetismo, na Europa.

Depois de uma longa e penosa ascensão artística e intelectual a Europa, nos últimos séculos da Idade Média, se apresenta em situação diametralmente oposta a esta.

Numerosas e magníficas universidades se encontravam disseminadas por quase todos os países da Europa. Bastará citar as de Paris, Oxford, Cambridge, Salamanca, Heidelberz e Praga, para que os senhores possam ter uma idéia do desenvolvimento intelectual dos estudos superiores da Idade Média.

Grande parte, senão a quase totalidade destas universidades, ainda subsiste na Europa. E as antigas universidades medievais que ainda existem continuam a ser das mais famosas do mundo inteiro.

Deu-se com as universidades pouco mais ou menos o que se deu com as corporações. Depois de abandonadas em muitos países ‒ que as consideravam como pouco práticas ‒ começaram novamente a ser restauradas.

No Brasil, a fundação das recentes universidades entre as quais a nossa, é um índice bem expressivo de como vai conquistando terreno a idéia da formação dos grandes centros de cultura superior.

Não será ocioso que, em duas palavras, eu lhes lembre o que significa, sob o ponto de vista cultural e didático, uma universidade.

Antes da fundação da Universidade de São Paulo, que tínhamos aqui diversas escolas superiores, entre as quais a nossa Faculdade de Direito, Escola de Medicina e a Escola Politécnica.

Esses estabelecimentos de ensino superior não tinham entre si qualquer vínculo de união, vivendo cada qual sua vida própria e autônoma, sob a direção até de Poderes públicos diversos, pois que nossa Faculdade de Direito era federal e as duas demais escolas eram estaduais.


Com a criação da Universidade de São Paulo, a situação se transformou. A Faculdade de Direito foi "estadualizada", isto é, deixou de ser um órgão de ensino federal, para passar a ser estadual. E, tanto a Faculdade de Direito quanto a Escola de Medicina e a Escola Politécnica, passaram a fazer parte de um mesmo conjunto cultural, submetidas, sem prejuízo de sua autonomia, a uma alta direção comum, que é a Reitoria da Universidade.

No fundo dessa organização, há a idéia de que todos os estabelecimentos de ensino devem ter uma certa unidade de pensamento e de orientação, para que a cultura elaborada pelas escolas superiores seja homogênea nos mais diversos setores do saber humano. Essa homogeneidade é dada à Universidade pelo estudo da filosofia.

Ora esta concepção é, na sua essência, genuinamente medieval e escolástica. As grandes universidades medievais eram grandes centros de ensino superior, onde, à sombra da filosofia escolástica, e super-entendidas por ela, todas as ciências progrediam.

Como os senhores vêem, não apenas as corporações mas também as universidades entram novamente em voga. E isto atesta mais uma vez que a Idade Média não foi a época do obscurantismo e atraso que se costuma dizer...


A criação das universidades medievais foi poderosamente estimulada pelos Papas e pelos Reis. Especialmente os Papas trabalharam com afinco nessa obra, e grande número de universidades ainda hoje existentes foi fundado por decretos pontifícios.

As universidades deram à cultura medieval a magnífica unidade que a caracterizou. Em lugar de termos, como hoje, uma cultura fragmentária, em que muitos juristas elaboram suas concepções com bases filosóficas que eles repudiam no terreno de suas convicções íntimas ou pessoais, em lugar de termos princípios reputados verídicos em Direito e falsos em Medicina, poderíamos ter uma cultura única e uniforme, se uma filosofia comum reunisse os sufrágios de todas as inteligências, como a filosofia escolástica, na Idade Média, reuniu os espíritos.

(Fonte: Curso “História da Civilização”, preleção do Dr. Plinio Corrêa de Oliveira (Resumo ditado para exame). Colégio Universitário anexo à Faculdade de Direito do Largo São Francisco, por volta de 1940.)

O POLITICAMENTE CORRETO NA CLASSE JURÍDICA DOMINANTE DA ATUALIDADE

Fonte: MARCUS PAULO RYCEMBEL BOEIRA
QUINTA-FEIRA, 15 DE OUTUBRO DE 2009



Nosso tema de hoje cinge-se ao problema do politicamente correto. Há, hoje, em tempos de “liberdade de opinião, inúmeros grupos sociais articulados participando do espaço público, reivindicando para si a legitimidade sobre o poder e sobre as instituições. Ademais, fato é que uma boa parte desses grupos acredita possuir a solução para todos os problemas do Brasil e, em alguns casos, até da humanidade! Possuem aquilo que poderíamos chamar de “fórmula” para todos os problemas. Não obstante, quando adquirem alguma chance de colocar em prática suas idéias, promovem dois possíveis espetáculos: ou mostram um radicalismo bastante exagerado ou ainda se apropriam do espaço público com suas idéias “totalizantes”. É que, na esteira mesma desses grupos, a idéia de democracia não se coaduna com a democracia constitucional, formada pela manutenção do consenso em meio conflito, mas com um tipo de democracia inconstitucional, sem limites, cuja regra da maioria aceita a destruição da minoria. Sim, pois basta que um ou alguns desses grupos entrem no poder pela porta da frente e já começam a utilizar a porta dos fundos para implementar suas “reais pretensões”.

Para esses grupos, suas idéias representam não apenas uma alternativa dentre várias, mas “a” alternativa, a única possível, aquela que salvará o Brasil ou até mesmo a humanidade inteira. Para eles, não há oposição aceitável, já que eles detêm a fórmula da única saída possível. Suas ideologias ou conjunto de fórmulas não aceitam o diferente, o novo, o pluralismo, embora falem em “pluralismo” o tempo inteiro. São os primeiros a defender a democracia, mas não dizem “que tipo de democracia defendem”. Falam em Direitos Fundamentais, mas também silenciam sobre o que entendem por “Direitos Fundamentais”. Melhor: falam do Estado de Direito; contudo, só dizem o que ele significa quando chegam ao poder mediante eleições livres e universais. São aproveitadores da democracia constitucional: usam dela para chegarem ao poder e inverter a democracia em regra única da vontade da maioria, isto é, na vontade “deles”. O que deveria ser um espaço em que o consenso e o conflito não se invalidam, transforma-se na superação do conflito pelo único consenso possível, qual seja o consenso da ideologia predominante. E ainda mais: propõe tal ideologia como sendo a própria “verdade universal”, pois falam em nome da “vontade geral” à moda rousseauniana, invalidando toda e qualquer pretensão contrária.

Eis o politicamente correto: o tipo mais comum de nossa tão aclamada democracia atual! Eis o Direito Fundamental da atualidade: direito fundamental ao domínio sobre o espaço público, tudo isso em nome da “liberdade”! Vejam como o uso equívoco dos termos leva a um estado de total ignorância por parte de nossa classe jurídica para o que está acontecendo: nomes de renomados juristas do passado são esquecidos (de propósito) por essa nova classe dominante do pensamento jurídico brasileiro, que coloca os grupos sociais como verdadeiros agentes reivindicadores de idéias cujos propagadores são os papagaios operadores do direito da atualidade, que rezam a cartilha do politicamente correto promovido pelos mesmos membros dessa “nova classe jurídica”. Um círculo vicioso. De um para o outro, tudo em nome da democracia e dos direitos fundamentais!

Na verdade, hoje se repetem tanto essas palavras que, creio, a maior parte dos operadores do direito sequer sabem o que elas significam, mas como derradeiros “papagaios” saem a repetir o que ouviram desses novos propagadores do politicamente correto. São “pessoas maravilhosas”, que lotam os congressos da atualidade repetindo jargões que se sedimentaram em nossa cultura sem qualquer reflexão profunda, mas que por trás trazem uma equivocidade lexicográfica proposital, já que são em nome dessas palavras que as ideologias conseguem entrar na cultura sem um mínimo de barreira crítica.

Falam em nome de uma filosofia chamada “crítica” fazendo acusações exageradas contra o que eles chamam de “sistema dominante”, enquanto na verdade atacam a ordem e a estabilidade dos valores fundamentais da sociedade humana, isto é, à realidade política própria da existência histórica como tal. Criticam aspectos contingentes e específicos dos males do capitalismo dando aos mesmos um tratamento geral, amplo, abstrato, como se o capitalismo fosse só os males e não as benesses. Porém, nesses mesmos congressos em que promovem essas falácias, ocupam os melhores restaurantes e pedem os melhores vinhos após a balbucia intelectual. Dizem que o capitalismo é o grande culpado por todos os males da atualidade, inclusive pelos problemas existenciais deles mesmos, mas são os primeiros a usar do melhor que o capitalismo tem a oferecer: oferta e demanda. Criticam, criticam, criticam, mas correm para os congressos mais caros, para os hotéis de luxo e para os melhores produtos. Falam, falam, falam, mas não vivem, não vivem, não vivem!

A hipocrisia tomou conta de nossos chamados “atuais intelectuais”. A dissonância entre a vida e o que se fala é tanta que os pobres ouvintes desse pessoal nem sequer percebem o que está por trás disso: o uso de termos politicamente corretos para a implementação de uma ideologia específica, mas que por trás tem seus apetrechos preservados, os cargos garantidos, enfim, as posições do partido dominante apropriadas para essa mesma classe da intelligentsia!

Não podemos mais ficar calados diante disso. Precisamos reivindicar a verdadeira teoria dos Direitos Fundamentais, a verdadeira natureza da Democracia, o autêntico Estado de Direito. Não podemos nos contaminar com essas mentiras que estão lavando as mentes dos estudantes com ideologias totais e artificiais. Acordem: não permitam que o politicamente correto domine apenas porque seus anunciadores são “pessoas maravilhosas”.

La Contra-Cumbre en San Pedro Alejandrino

Fonte: FUERZA SOLIDARIA
23 Nov 2009







Mientras se realiza la reunión de partidos comunistas en Caracas, Peña Esclusa informa -desde Santa Marta, Colombia- que hoy comienza en esa ciudad el Congreso Anual de UnoAmérica, con participación de delegados de países latinoamericanos. UnoAmérica promueve la democracia y libertad en la región; y a la vez fomenta la integración iberoamericana. Estono se logra con voladuras de puentes y amenazas de guerra, sino construyendo grandes obras de infraestructura. El Congreso será clausurado en la Quinta San Pedro Alejandrino, donde murió Simón Bolívar.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".