Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Mobilização Nacional - ÇAI DA NÓÇA EMBACHADA - Participe

Fonte: FORA ZELAYA!



Fora Zelaya! V. está em nossa embaixada em Tegucigalpa não para resolver a crise de seu país pelas vias institucionais, mas para, com a cumplicidade de nosso governo, impor a Honduras uma rendição ao chavismo.

Fora Zelaya! Nossos compatriotas não querem ser envolvidos em conflitos que eles nunca buscaram, apenas porque o fanatismo ideológico de nossa diplomacia, para atender aos desígnios de Hugo Chávez, decidiu permitir que nossa embaixada fosse o quartel-general para organizar sua insurreição.


Fora Zelaya! É urgente que v. abandone o prédio de nossa embaixada e se entregue às autoridades do seu país para ser julgado pelos crimes de que é acusado e deixe de contar com a proteção de nosso governo para acobertar a ilegalidade.

Fora Zelaya! Honduras necessita de paz e de respeito à sua soberania e não de gritos de guerra partidos da embaixada brasileira em Tegucigalpa.

Fora Zelaya! É urgente que V. abandone a embaixada brasileira e deixe de fazer dela o quartel-general de onde lança seus apelos a uma insurreição que pode conduzir a uma luta fratricida entre hondurenhos.


Fora Zelaya! V. tem o apoio de nossa diplomacia, cooptada pelo chavismo, mas não de nosso povo, conservador e cristão, que deseja a harmonia política e social e o bom entendimento entre os povos irmãos da América Latina.

Fora Zelaya! É importante que Honduras, o Brasil e toda a América Latina fiquem a salvo das intrigas, das ameças, das incursões e de uma eventual hegemonia do “socialismo do século XXI”. Por isso saia logo de nossa embaixada.

Fora Zelaya! Sua presença em nossa embaixada, com a cumplicidade de nossa diplomacia, é uma ofensa a nosso povo, tradicionalmente pacato e avesso às ideologias de esquerda, que tantos confrontos, misérias e dores já causaram no mundo.


Fora Zelaya! Hugo Chávez, o caudilho venezuelano, se vangloria de o ter introduzido clandestinamente em Honduras e recomendado que se abrigasse em nossa embaixada, para daí iniciar um movimento de insurreição. Infelizmente nossa diplomacia se prestou a isso, mas nós os brasileiros somos totalmente contrários ao que aconteceu.

Fora Zelaya! Nós brasileiros sabemos perfeitamente que, primeiro, V. violou uma cláusula pétrea, o artigo 239 da Constituição de Honduras, quando tentou convocar um plebiscito para permitir-lhe eternizar no poder, numa manobra "chavista" ou bolivariana, e por isso foi deposto. V. não foi vítima de um golpe como alguns pretendem convencer a opinião mundial, mas foi deposto.

Fora Zelaya! Ainda é tempo de evitar um derramamento de sangue em sua pátria. Não desejamos ser o estopim e cúmplices de uma guerra civil em Honduras que poderá, depois, estender-se aos países vizinhos.

Fora! do Brasil, fora! de nossa Embaixada!
Fora!... Fora!...

Participe: Veja aqui como enviar uma mensagem ao Ministro Celso Amorim

Envie seu protesto acima, senão LULA vai ter que fazer assim:




Olha aí o felizardo!
Saiu o primeiro contemplado pelo programa Minha Casa, Minha Vida!


DEMOCRATA DENUNCIA ERRO TERRÍVEL DE LULA

Fonte: BLOG DO ALUIZIO AMORIM
Terça-feira, Novembro 10, 2009


Hugo Chávez com Ahmadinejad, o amigo de Lula

Lula da Silva recebe nesta terça o presidente israelense, Shimon Peres. Doze dias depois, é a vez de o líder que disse que quer varrer Israel do mapa e nega a existência do Holocausto visitar o país. O encontro entre o brasileiro e o iraniano Mahmoud Ahmadinejad é um "erro terrível".


Quem diz isso é o democrata Eliot Engel, de Nova York, presidente da subcomissão do Hemisfério Ocidental da Câmara dos Representantes (deputados federais) e líder do Brazil Caucus, a bancada de congressistas americanos que têm interesses no Brasil. Judeu, Engel tem na comunidade judaica do Bronx seu principal eleitorado.


Leia a seguir entrevista exclusiva que ele deu a Sérgio D'Ávila e está na Folha de São Paulo desta terça-feira. Transcrevo na íntegra:


FOLHA - Recentemente, durante audiência no Congresso sobre o aumento da presença do Irã na América Latina, o sr. se disse "desconcertado" e "preocupado" com a visita de Ahmadinejad ao Brasil. Por quê?


ELIOT ENGEL
- Está muito claro que Ahmadinejad é um tirano, que roubou uma eleição. Dissidentes e manifestantes no Irã têm sido presos e espancados. Uma coisa são certos líderes da América Latina como Hugo Chávez, que estão fazendo coisas para minar a democracia em seus próprios países, se encontrarem com alguém como ele. Mas é muito diferente o presidente do país mais importante da América do Sul, eleito democraticamente, encontrar Ahmadinejad. É um erro terrível do presidente Lula dar legitimidade ao iraniano e é isso que está fazendo ao permitir que ele vá ao Brasil. Ahmadinejad usará isso como propaganda para tentar mostrar que foi legitimado. O encontro também acontece num momento em que o Irã está tendo discussões delicadas com o resto do mundo sobre suas capacidades nucleares. Nós sabemos que o país vem mentindo sobre o propósito real do enriquecimento de urânio. Eles vinham escondendo várias instalações nucleares, acabamos de descobrir uma nova em Qom, e isso mostra que há más intenções. Some isso ao fato de Ahmadinejad dizer que quer varrer Israel da face da Terra e negar o Holocausto. E o de o governo iraniano ter conexões com o grupo que cometeu dois atentados a bomba em solo sul-americano, em Buenos Aires [nos anos 90]. E o de a pessoa que ele indicou para ministro da Defesa ser procurada pelo governo argentino devido a esses atentados.


FOLHA - O sr. disse no Congresso que isso poderia prejudicar as chances do Brasil de conseguir um assento permamente no Conselho de Segurança da ONU. Qual a relação?


ENGEL - Veja, eu sou um amigo do Brasil e apoio a busca do país pelo assento permanente, daí eu estar tão desapontado com o fato de Lula dar legitimidade a Ahmadinejad, um líder que é a antítese de tudo no que todos nós acreditamos em termos de democracia e coexistência. É uma situação terrível.

FOLHA - Ao mesmo tempo, em reunião do G-20 em setembro, Barack Obama disse ao presidente Lula que achava "positivo" que o Brasil falasse com o Irã. O sr. discorda dele?


ENGEL - Sim. Mesmo se concordasse, uma coisa é engajar o Irã em conversas em organismos internacionais, outra é dar acolhida para Ahmadinejad em seu país, todo o tratamento de chefe de Estado e conferir legitimidade a ele. Não discordo da necessidade de abrir diálogo com o Irã, mas é muito diferente do que Lula está fazendo. Claro, um chefe de Estado pode adotar a política que quiser e falar com quem quiser, ninguém precisa de minha permissão ou da permissão de outros, mas uma coisa é falar, e outra receber no país. Se fosse só o primeiro caso, eu não teria crítica nenhuma a fazer ao presidente Lula. O presidente Obama nunca receberia Ahmadinejad nos EUA. Ele pode vir a falar com o governo iraniano em termos de negociação, mas é só. Recebê-lo é errado.


FOLHA - Na mesma audiência, o sr. disse ter evidência de que o Hizbollah [grupo xiita libanês que tem laços com o Irã] está presente na região da Tríplice Fronteira (Brasil-Argentina-Paraguai).


ENGEL - Sim, há muita evidência disso, na audiência ouvimos como o Irã está tentando colocar os pés na América do Sul, abrindo mais embaixadas do que nunca na região, temos relatos de voos do Irã para a Venezuela, com passageiros que, segundo ouvimos, não são checados propriamente e têm vistos questionáveis.Quando se tem o histórico iraniano de financiamento e cumplicidade em atos terroristas que já aconteceram em solo sul-americano, é um alerta, está claro que o Irã não tem boas intenções em relação a esses contatos. Especificamente quando ouvimos sobre os contatos com o governo venezuelano, é muito perturbador, porque o mundo civilizado não deveria tornar mais fácil para o Irã construir sua bomba.

Enquete do Senado: Senado isenta-se de negligências culpando hackers

Fonte: JULIO SEVERO
10 de novembro de 2009


Imprensa esquerdista também acusa hackers usando como base a opinião do site homossexual ParouTudo, que publicou artigo defendendo pedofilia



Julio Severo


Em matéria intitulada “Hackers atacam enquete do Senado sobre lei contra discriminação de gays”, o Portal Imprensa diz: “Um resultado incomum em uma enquete do site do Senado Federal suscitou investigação do departamento de tecnologia da Casa nesta segunda-feira (9). Na última quarta-feira (4), foi aberta a votação referente a criação de uma lei que torna crime a discriminação homossexual. Em um hora e meia, a enquete obteve cerca de 250 mil votos”.


Embora não tenha dito que houve ataques de hackers de ambos os lados, o Portal Imprensa cita a opinião do “site ParouTudo, ligado às causas do movimento GLS em Brasília (DF)”. Na matéria, ParouTudo acusa que “a alternativa ‘não’ manteve absoluta liderança enquanto a questão esteve aberta à votação”.


Dois anos atrás, na mesma época em que meu blog foi fechado por alguns dias por causa de acusações e calúnias dos ativistas homossexuais, denunciei que o mesmo site ParouTudo havia publicado um artigo defendendo abertamente a pedofilia. (Veja o texto pedófilo aqui:http://juliosevero.blogspot.com/2007/07/pedofilia-e-homossexualismo.html) Eu pedi que as autoridades investigassem e se mobilizassem, mas hoje, mais de dois anos depois, absolutamente nada foi feito. Será que isso é o vale-tudo homossexual? A pedofilia só não é crime quando é defendida por homossexuais?


O site ParouTudo continua no ar, sem nenhum problema, mas paira sobre meu blog o risco de ser fechado pelo Ministério Público Federal. Esse é o Brasil de Lula, onde um site homossexual pró-pedofilia não enfrenta nenhum problema do MPF, enquanto meu blog que denuncia a pedofilia sofre acusações legais preconceituosas.


Com relação à enquete do Senado, se houve ataques de hackers, houve dos dois lados, mas duvido muito que o Senado e a imprensa se importassem se o ataque tivesse sido cometido apenas por hackers satisfazendo os caprichos pró-homossexualismo do governo.


E mesmo agora que o Senado invalidou as votações anteriores, a pergunta da enquete continua tendenciosa, Quando visitei a enquete ontem e hoje, havia problemas para votar e ver os resultados.


Suspeito que o Senado se sentiria mais tranqüilo se os brasileiros votassem em grande parte a favor do PLC 122 — o que é extremamente improvável, pois uma pesquisa realizada por um instituto ligado ao PT já comprovou que 99% dos brasileiros não aprovam o homossexualismo.


Receio que o Senado só ficará satisfeito quando hackers pró-homossexualismo inclinarem os resultados da enquete para dizer exatamente aquilo que o governo Lula quer ver. Aí as acusações e desculpas terminarão, e os resultados da enquete serão usados como evidência de que o povo brasileiro quer a aprovação de leis que punem as pessoas que têm opiniões contrárias ao homossexualismo.



Leia mais:

Enquete do Senado sobre PLC 122 fora do ar

“Pesquisa” no jornal O Globo indica: 99% dos brasileiros não aceitam o homossexualismo

Pedofilia e homossexualismo

Governo brasileiro diz que 99% de seus cidadãos são “homofóbicos” e precisam ser reeducados

Brasileiros não apoiam a homossexualidade

Bem típico III

A enquete sobre o PLC 122/2006 (http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0) continua fora do ar.

Para mim valeu então a votação quando estavámos com quase 500 mil votos. Já que ela não volta e zeraram o placar, fica a documentação que pode ser encontrada aqui.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

“As FARC entrarão no MERCOSUL junto com Chávez”



Sabado, 07 de Noviembre de 2009


Versión en español


São Paulo, 7 de novembro – Um comunicado [1] da Agência de Notícias Nova Colômbia (ANNCOL), que serve de conduto internacional para as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), propõe abertamente estabelecer um “bloco político-militar” com o governo de Hugo Chávez, segundo dizem, para “defender a Venezuela” das “bases militares gringas na Colômbia”.


Segundo o comunicado, publicado recentemente, essa organização narco-terrorista pretende “salvar a Venezuela” porque, do contrário, “se afundará todo o processo de emancipação latino-americano”. A nota termina com o mesmo lema que Chávez costuma usar: “Pátria, socialismo ou morte... Venceremos!”.


Trata-se de uma nova demonstração dos estreitos vínculos que o mandatário venezuelano mantém com o narco-terrorismo colombiano, embora o próprio Chávez já tenha se encarregado de mostrar sua aliança com as FARC, guardando publicamente um minuto de silêncio pela morte do falecido líder guerrilheiro, cognome Raúl Reyes, e permitindo uma estátua do chefe das FARC, Manuel Marulanda “Tirofijo”, em um bairro populoso de Caracas.


Por outro lado, os computadores de Raúl Reyes apreendidos no marco da Operação Fênix, realizada em 1º de março de 2008, registram os intercâmbios permanentes entre Chávez e os guerrilheiros colombianos e, inclusive, o apoio financeiro e logístico do governo venezuelano às atividades terroristas das FARC.


A União de Organizações Democráticas da América,
UnoAmérica, propõe aos honoráveis membros do Senado Federal do Brasil, considerar estes sensíveis aspectos na discussão que será realizada no próximo dia 11 de novembro, com motivo da possível incorporação da Venezuela ao MERCOSUL.


É evidente que o governo venezuelano viola os mais elementares preceitos da democracia, pelo qual não cumpre com os requisitos legais para entrar no MERCOSUL; porém, além de dar capacidade a Chávez nesse bloco aduaneiro, as FARC também entrarão junto com ele.


Confiamos que a sensatez e a prudência prevaleçam no plenário do próximo dia 11 de novembro, e que o honorável Senado decida adiar o ingresso da Venezuela ao MERCOSUL até enquanto não haja uma mudança de governo nesse país irmão.


Marcelo Cypriano Motta

Graça Salgueiro

Heitor De Paola

Delegados da UnoAmérica no Brasil


Alejandro Peña Esclusa

Presidente de UnoAmérica


[1]
“Patente de corso” ao imperialismo para invadir a irmã República da Venezuela”


A última canção de Ruben Blades dedicada à Colômbia, diz em um de seus estribilhos “vende-se um país portátil”, a metáfora de um país convertido em um porta-aviões do império sem que medeie nada diferente que o sequalismo da oligarquia vende-pátria colombiana, é uma realidade com a assinatura do novo tratado das bases militares.


A invasão da irmã República da Venezuela tem hoje com as 7 bases militares gringas, o posto de avançada na Colômbia, este desafio militar do império, restringem a margem de manobra da Venezuela desde o ponto de vista militar.


O reconhecimento do Status de Beligerância às FARC-EP vai mostrar com maior clareza para quê são finalmente as bases de Obama na Colômbia: roubar o hidrocarboneto venezuelano e a água do Amazonas. Ao mesmo tempo, se lhes termina o San Benito de estar chantageando constantemente os amigos da Paz da Colômbia. As montagens da Inteligência Militar nos computadores roubados do líder guerrilheiro, Raúl Reyes, assassinado no marco da Operação Fênix do 1º de março de 2008, são prova disso.


Se nos descuidamos, o império e seu peão de turno, Uribe Vélez, reeditará a Fênix com o bolivariano, Hugo Chávez Frias.


Com esta decisão histórica – o Status de Beligerância das FARC – é necessário construir um bloco político-militar para defender a irmã Venezuela. Salvamos a Venezuela ou se afunda todo o processo de emancipação latino-americano. E nessa defesa, a experiência adquirida pelas FARC-EP confrontando o Plano Colômbia, Plano Patriota e o agora chamado Plano Consolidação é imprescindível para a defesa da Pátria Grande.


As infiltrações dos organismos secretos colombianos na Venezuela se fazem mais descarados, a idéia está recopilando informação, cartografias de locais estratégicos e pontos fracos, como defender o lago Maracaibo? Como defender a faixa do Orinoco e suas reservas petroleiras? A maquinação yanqui de declarar a Venezuela como país terrorista?


O povo Venezuelano e Chávez tem a palavra.


Pela Pátria Grande, pátria socialismo ou morte... venceremos!


Em Bolívar nos encontramos todos.


Os Santanderes do regime colombiano não passarão.


Nota da Tradutora:
O texto das FARC publicado por ANNCOL traduzido acima, é gramatical e ortograficamente tão ruim que optei por traduzi-lo textualmente, com todos os erros constantes.


Tradução: Graça Salgueiro


A Verdade Doi: A Farsa Do Relatorio Goldstone

Fonte: deOlhonaMídia (dica do site do HEITOR DE PAOLA)


Questões que a grande mídia não pensa em abordar sobre o Relatório Goldstone. Mas que devem ser de conhecimento de todos. Traduzido do boletim do Honest Reporting para o De Olho na Midia pela nossa colaboradora, Irene Walda Heynemann

“Esta minuta de resolução me entristece porque ela só inclui alegações contra Israel ... Não há uma única frase condenando o Hamas, como fizemos no relatório. Espero que o conselho possa modificar o texto”.

Assim falou ninguém mais do que o próprio Juiz Richard Goldstone, ao jornal suiço Le Temps, na sexta-feira, antes que o Conselho de Direitos Humanos da ONU (UNHRC) aprovasse uma resolução (sem modificar o texto), endossando o Relatório Goldstone, abrindo caminho para discussão no Conselho de Segurança da ONU.

A resolução também condenava as atividades israelenses em Jerusalém Oriental e em Judéia e Samária, ainda que não fizessem parte do texto submetido à apreciação por Goldstone.

Será que Goldstone foi tão ingênuo a ponto de pensar que seu relatório não se tornaria uma arma política e legal a ser usada contra Israel pela UNHRC? O comentarista Robin Shepherd destaca a óbvia hipocrisia e iniquidade dos membros da UNHRC e de todos aqueles que votaram a favor da resolução:

Entre os que apoiaram a resolução, a presença de muitos países despóticos, bem como tantos outros que são classificados pela Freedom House (N.T. “Casa da Liberdade”, organização americana que promove os direitos humanos, a democracia, a economia de livre mercado, o estado de direito, etc.) como apenas “parcialmente livres”, fala por si própria. Países classificados como “não livres” pela Freedom House, no grupo, são: China, Cuba, Egito, Qatar, Rússia e Arábia Saudita. Países parcialmente livres no grupo são: Bahrain, Bangladesh, Bolívia, Djibouti, Jordânia, Nicarágua, Nigéria, Paquistão, Filipinas, Senegal e Zâmbia. Dos 25 países que votaram contra Israel, 17 (68%) são déspotas absolutos ou pseudodemocracias corruptas e de má reputação.

Como colocado pelo UN Watch (Observador da ONU), Hillel Neuer:

A resolução, escandalosamente unilateral, concede aos terroristas doHamas a vitória política pela qual eles ansiavam desesperadamente. Membros do Conselho como Paquistão, China, Cuba e Arábia Saudita foram novamente bem sucedidos, em sua estratégia de mirar em Israel, para esconder os reais abusos cometidos pelo mundo, especialmente os seus próprios. Sendo esta a sexta seção especial do Conselho sobre Israel – contra apenas 4 sobre o resto do mundo em conjunto – é trágico que mais uma vez a política está derrotando fraudulentamente os direitos humanos.


COMANDANTE MILITAR BRITÂNICO QUESTIONA A UNHRC:


Questionando a UNHRC, em nome do UN Watch, Coronel Richard Kemp, ex-comandante das forças Britânicas no Afeganistão, declarou:

Durante a Operação Chumbo Fundido, as Forças de Defesa de Israel fizeram mais para proteger os direitos dos civis em uma zona de combate do que qualquer outro exército do mundo na história das guerras.

Veja a declaração completa do Coronel Kemp, clicando abaixo:



Coronel Kemp disse ainda:

O Hamas, da mesma forma que o Hezbollah, é um especialista em direcionar a pauta da mídia. Ambos têm sempre gente pronta pra dar entrevistas, condenando as forças israelenses por crimes de guerra. Eles são muito competentes na arte de encenar e distorcer incidentes.

De fato, porque a mídia e, agora, a Comissão Goldstone, estão dispostos a considerar as alegações dos grupos terroristas e seus partidários sem argumentar, mas questionam a confiabilidade e até mesmo a honestidade de Israel?


GOLDSTONE RECUANDO?


Mas, e o que dizer sobre o próprio Richard Goldstone? Além da sua decepção com a resolução da UNHRC, a credibilidade de seu relatório foi ainda mais minada em uma entrevista que ele concedeu ao The Forward, onde ele declarou:

Se fosse em um tribunal, nada teria ficado provado. Eu não consideraria nem um pouco constrangedor se muitas das alegações acabassem sendo refutadas.

Escrevendo no The Sunday Times, R.W. Johnson diz:

O comportamento de Goldstone não surpreende quem seguiu sua carreira. Como estudante na África do Sul ele ficou do lado antiapartheid e muitos esperavam que ele fizesse o mesmo como advogado, já que um pequeno grupo especializado de advogados liberais foi crucial para a defesa dos oponentes políticos do regime. Em vez disso, Goldstone manteve a cabeça baixa e evitou aborrecer o governo apartheid, devotando-se às causas comerciais. Então, quando a situação política mudou, Goldstone também mudou. Encarregado pelo Presidente de Klerk de uma comissão para investigar os casos de violência, Goldstone aumentou provas prejudiciais ao regime apartheid, mas se recusou a investigar o braço armado do ANC (N.T. Congresso Nacional Africano, movimento de oposição ao apartheid e partido governante desde o estabelecimento da democracia não racial na África do Sul).

...

Por toda sua carreira, Goldstone tem sido acusado de cortar caminhos, movido a ambição, e críticos dizem que sua comissão em Gaza estabeleceu um novo ponto mínimo. Que um juiz judeu, proibido de entrar em Israel por aceitar presidir uma comissão preconceituosa contra o estado, escrevesse um relatório, amplamente baseado em entrevistas contra o Hamas, que favorece a opinião anti-sionista (ou mesmo anti-semita), parece imbatível.


REAÇÃO DA MÍDIA:


Sua mídia local percebeu? O Washington Times sim:

Não existe equivalência moral entre o Hamas e Israel mais do que existe entre a al Qaida e os Estados Unidos. No entanto, na lógica de Goldstone, terroristas e países soberanos são idênticos. As mortes de civis incidentais, não intencionais, que Israel causou durante o conflito em Gaza são condenadas como crimes de guerra; os ataques largamente difundidos e intencionais do Hamas a civis israelenses são basicamente ignorados. O modelo de Goldstone torna impossível para estados civilizados atingir efetivamente os bárbaros do mundo, que estão lutando uma guerra paralela contra a decência, que considera não-combatentes inocentes da mesma forma como alvos legítimos e como úteis escudos humanos.


As consequências do Relatório Goldstone afetarão Israel na mídia e na esfera diplomática pelo futuro previsível. Esteja preparado para agir, escrevendo para sua mídia local, apontando as falhas do Relatório Goldstone e a política suja e o preconceito anti-Israel da ONU e do Conselho de Direitos Humanos.

Bem típico II...

Pois é...

A enquete sobre o PLC 122/2006 (http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0) saiu do ar mais uma vez.

É aquele projeto que vai impedir sua mãe de 70 e poucos anos, avó de seus filhos, de reclamar de uma suruba homossexual na pracinha em frente à casa dela onde brincam os netos dela, seus filhos.

Basta perderem, será isto?

Basta que o próprio mundo mostre que a visão de mundo que possuem é psicótica que fazem igual criança, aquela coisa do "não quero mais brincar..." e saem batendo o pezinho no chão?

Ou será que teremos uma explicação plausível para tantos impedimentos ao registro da opinião da população online "dêsti paíz"?

Vamos esperar...

Bem típico: site do Senado JOGA FORA 500 mil votos da enquete sobre o PLC122/2006


Vocês vão ler abaixo mais detalhes, olhem agora o placar que tínhamos conseguido a nosso favor antes do "pêçoau" do site do Senado "jogar fora" mais de 500 mil votos, dos quais, quando ainda contavam pouco mais de 463 mil votantes, o placar pelo NÃO era 63% contra 37% pelo SIM.


Enquete do Senado sobre PLC 122 fora do ar

Fonte: JULIO SEVERO
7 de novembro de 2009

Cavaleiro do Templo: durante a surra que estavam levando os que querem dar direitos a um grupo sexual que nenhum outro grupo (sexual ou não) possue, a enquete foi retirada do ar. Já contavam mais de 500 mil votos como lerão abaixo. O bom é o seguinte: temos documentado como a coisa estava antes de SUMIREM OS 500 MIL VOTOS. Portanto, vale o que já ocorreu, o Brasil não quer leis para grupos, como se pode ver TAMBÉM no artigo anterior que fala sobre leis para cor de pele, onde a turminha dos idiotas-úteis perdeu por muito mais. Leiam abaixo.

Julio Severo


Quarta-feira de manhã fui informado sobre uma enquete do Senado sobre o PLC 122. Embora esse projeto, aprovado maliciosamente na Câmara dos Deputados no final de 2006, estabeleça, em nome dos direitos humanos, a opressão dos ativistas homossexuais sobre a sociedade, o Senado se limitou a fazer uma pergunta totalmente mascarada para sua enquete: “Você é a favor do PLC 122/06, que torna crime o preconceito contra homossexuais?”


A enquete não explica para os internautas que os militantes gays vêem como “preconceito” toda opinião médica, filosófica, moral ou religiosa contra o homossexualismo. A enquete também não revela para os votantes que toda manifestação contra o homossexualismo é considerada crime pelo PLC 122. Pregações contra o homossexualismo caem nessa categoria, e mesmo sem nenhuma lei semelhante ao PLC 122, pastores e padres já estão sendo ameaçados no Brasil. O Pr. Ademir Kreutzfeld, da Igreja Luterana de Santa Catarina, recebeu uma intimação em 2007 apenas por se opor ao homossexualismo.


A pergunta mais justa na enquete seria: “Você é a favor do PLC 122/06, que torna crime o direito de livre expressão contra o homossexualismo?” Mas longe do Senado ser acusado de justiça!


Mesmo assim, passei a quarta-feira (4 de novembro) incentivando as pessoas a votar na enquete e, se eu cresse em assombração, eu não teria escolha: havia fantasmas na enquete! De manhã, quando o “não” ao nocivo projeto subiu, a enquete saiu inexplicavelmente do ar. Quando voltou ao ar, lá estava o “sim” vencendo. De tarde, a mesma assombração.


Depois de uma nova virada do “não” na quinta e sexta-feira, atingindo o placar de 62% contra o PLC 122 e 38% a favor, o site do Senado tirou a enquete do ar e divulgou um comunicado:


Com participação recorde de internautas, a enquete colocada no ar pela Agência Senado e pela Secretaria de Pesquisas e Opinião Pública (Sepop) saiu do ar, momentaneamente, por problemas técnicos. Até o final da manhã desta sexta-feira (6), a pergunta “Você é a favor do PLC 122/06, que torna crime o preconceito contra homossexuais?” já tinha recebido mais de 500 mil respostas. Desde o início das votações, as opções “sim” e “não” se revezaram na dianteira, e a enquete segue equilibrada.

A enquete voltará ao ar ainda hoje, com aprimoramento do sistema de segurança. Os técnicos da Sepop investigam a possibilidade de burla no sistema. O resultado final será conhecido no fim do mês de novembro. As enquetes pela internet não utilizam métodos científicos, apenas colocam os temas em debate.

Fonte: Agência Senado


A enquete (que se encontrava neste link: http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0) voltou ao ar por uns poucos minutos da sexta-feira, e depois desapareceu completamente, levando a pique a última contagem de 58% contra o PLC 122 e 42% a favor.


Para ver o registro do que andou ocorrendo na enquete do dia 3 ao 6 de novembro, clique aqui.


A verdade é que, com ou sem enquete, os fantasmas da homossexualização estatal, que aprovaram o PLC 122 na Câmara dos Deputados, estão prontos para intervir contra o direito de livre expressão contra o homossexualismo, seja no governo, nas escolas, na sociedade e até mesmo nas igrejas.


Fonte:
www.juliosevero.com


Leia mais:


Pr Ademir Kreutzfeld é perseguido por alertar acerca da agenda homossexual

PLC 122: propaganda, fantasia e farsa na promoção do homossexualismo

PLC 122: Ditadura gay às portas do Brasil


Se a enquete voltar ao ar, você já sabe onde votar:
http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0

Cotas raciais: 3% dos votantes e só

Interessante esta enquete do site do Senado Federal, volto abaixo:

Sistemas de cotas

Em sua opinião qual seria a melhor opção para adoção do sistema de cotas para as universidades públicas?


Período: 01/05/2009 a 31/05/2009
Número de votos: 359.253


Interessante também é este dado fornecido pela Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva: 4% (quatro porcento) é a estimativa do número de SOCIOPATAS na população mundial.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

HONDURAS 1, HILLARY 0

Fonte: SACRALIDADE


Editorial The Wall Street Journal

A Secretária de Estado Hillary Clinton proclamou o resultado como um triunfo diplomático, mas é mais exato dizer que o acordo livrou-a e à Administração Obama do abismo em que caíam por fazerem o jogo de Zelaya.

O acordo hondurenho proporcionou para a Secretária de Estado Hillary Clinton uma elegante saída diplomática.

Se a Sra. Clinton quer chamar isto de vitória, de fato é uma vitória — para Honduras.



Version in English


O negociador Thomas Shannon, Sub-Secretario de Estado para assuntos latino-americanos, reconheceu que os hondurenhos tem o direito de escolher os seus próprios líderes

A grande novidade em Honduras é que a gente boa parece ter vencido o impasse político, que durou quatro meses desde o exílio do ex-presidente Manuel Zelaya. O atual presidente Roberto Micheletti concordou ontem em submeter o pedido de retorno ao poder do Sr. Zelaya à Suprema Corte e ao Congresso e, em troca, os Estados Unidos retirarão as sanções e reconhecerão as eleições presidenciais de novembro.

Não é provável que Zelaya — cujo mandato termina em janeiro próximo — seja reempossado, dado que a Suprema Corte por duas vezes decidiu contra o seu direito de permanecer no cargo. E o Congresso hondurenho, que aprovou em junho sua destituição, levará em conta a opinião da Suprema Corte para decidir se será ou não reconduzido ao poder.

Há o risco de que o venezuelano Hugo Chávez e outros aliados tentem comprar apoio para Zelaya e promovam outros distúrbios. Mas não é provável que os hondurenhos — que justamente resistiram à enorme pressão norte-americana para reintegrar Zelaya — agora se deixem intimidar.

A Secretária de Estado Hillary Clinton proclamou o resultado como um triunfo diplomático, mas é mais exato dizer que o acordo livrou-a e à Administração Obama do abismo em que caíam por fazerem o jogo de Zelaya. Os hondurenhos que depuseram o Sr. Zelaya atuaram inteiramente dentro do terreno da legalidade devido às ameaças de violência e às violações da Constituição de seu país feitas com o intuito de obter nova reeleição. Entretanto, os Estados Unidos se intrometeram e exigiram que o Sr. Zelaya fosse reintegrado.

Mas os hondurenhos não quiseram se dobrar. E o Departamento de Estado afinal concluiu que Honduras — com ou sem a concordância norte-americana — faria as eleições previstas. O acordo hondurenho proporcionou para a Sra. Clinton uma elegante saída diplomática.

Washington e a OEA prometeram enviar observadores e reconhecer as eleições; não haverá anistia para Zelaya quando responder por seus crimes; os zelaístas renunciam aos seus planos de convocar assembléia constituinte para reescrever a Constituição. Se a Sra. Clinton quer chamar isto de vitória, de fato é uma vitória — para Honduras.[1]

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Publicado no The Wall Street Journal em 31/10/2009.

Tradução : André F. Falleiro Garcia.


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Nota de Sacralidade:

[1] O jornal espanhol La Vanguardia neste domingo (01/11/09) publicou o artigo Zelaya amenaza con patear el tablero si no le restituyen de inmediato, de Joaquim Ibarz, que afirma: "Zelaya, apanhado na ratoeira brasileira, tinha poucas opções. Fontes diplomáticas de Tegucigalpa comentaram com La Vanguardia que Zelaya, como é evidente, sabia muito bem que firmava um documento que lhe era muito desfavorável, por deixar em mãos do Congresso, que o destituiu, seu eventual retorno à presidência, sem fixar nenhum prazo para essa decisão, apesar da proximidade das eleições; segundo essas fontes, o Sub-Secretário para a América Latina, Thomas Shannon, pressionou Zelaya para que assinasse o acordo, por que se não o fizesse, seu filho Héctor, que se encontra nos Estados Unidos, poderia ser julgado por narcotráfico".


Por sua vez, o jornal hondurenho El Heraldo acrescentou, ao publicar a notícia Zelaya fue obligado a firmar acuerdo político: "Não é a primeira vez que surge este tipo de acusação contra um dos filhos do ex-presidente. Em julho passado, poucos dias após sua deposição, o noticiário de Telemundo informou que o filho de Zelaya, Héctor, viajou com o grande chefe do narcotráfico mexicano, Joaquín 'Chapo' Guzmán. Estes supostos vínculos teriam sido o calcanhar-de-aquiles para que o ex-presidente firmasse o acordo que deixa sua restituição nas mãos do Congresso Nacional sob prévia análise jurídica do Poder Judiciário".

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".