Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

NOTALATINA - Continuando com as últimas informações sobre Honduras...


A grande Graça Salgueiro do NOTALATINA traz "notícias fresquinhas" de Honduras e Zé-laia. Leiam trecho abaixo, íntegra aqui. Cliquem, se não fosse trágico seria cômico...


"Sugiro que vocês consultem todos estes endereços para verificar o tamanho da canalhice de que esta gente é capaz. Parece até coisa de criança voluntariosa, que fica negando a realidade quando ela lhe é desfavorável. Mas não é isso não, pois no caso do comportamento infantil é apenas uma dificuldade de lidar com as frustrações que, se bem trabalhada, passa e tem conserto.

O caso de Zelaya e de todos os que o apóiam, incluindo aí Lula, MAG, Celso Amorim, Chávez, Ortega, Morales e toda esta gang de desordeiros que fazem coro com ele, é de psicopatia mesmo, e não tem solução, a não ser tirando-os do convívio com as pessoas normais."


Voltando e pegando carona no que disse a Graça, a Dra. Ana, que quem lê o Cavaleiro do Templo conhece bem, manda um recado:


Mas o psicopata não é um doente mental da forma como nós o entendemos. O doente mental é o psicótico, que sofre com delírios, alucinações e não tem ciência do que faz. Vive uma realidade paralela. Se matar, terá atenuantes. O psicopata sabe exatamente o que está fazendo. Ele tem um transtorno de personalidade. É um estado de ser no qual existe um excesso de razão e ausência de emoção. Ele sabe o que faz, com quem e por quê. Mas não tem empatia, a capacidade de se pôr no lugar do outro.”


Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva

Psiquiatra e escritora, diretora das clínicas Medicina do Comportamento, no Rio e em São Paulo, onde atende pacientes e supervisiona tratamentos.


Prêmio Nobel da P... peraí!

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA
CARLOS REIS | 14 OUTUBRO 2009
ARTIGOS - GLOBALISMO

O Prêmio Nobel mostrou toda a sua face criminosa, a sua desavergonhada servidão à Nova Ordem Mundial. Mas isso não é de hoje.

Diga-me quem te premiou e eu te direi quem és.



hopenosis

Hoje, um dos correspondentes do jornaleco Zero Hora escreveu que o Barack Hussein ganhou o Prêmio Nobel da Esperança. Gostei do veneno. Mas o tal jornalista, a essas horas, já deve estar na rua do jornaleco.

Continuo eu. Barack Hussein, o Obaminável (copyright Heitor de Paola), é o primeiro ganhador do Prêmio Nobel da Esperança, versão mais glamourizada do Prêmio Mundo Melhor, hoje banalizado por fóruns globalizados pacifistas mundo afora. Faz sentido. Em vez de inventar o Prêmio do Mundo Melhor da Paz, que renderia mais dinheiro para os vencedores, os empregados parlamentares e cartolas da Nova Ordem Mundial (NOM) inventaram esse Prêmio. Barack Hussein é o primeiro "Bandido Esperança" da NOM. E Barack Hussein repetiu o discurso mais emblemático de Lula, o Cara. Como não achar a premiação plenamente justificada? Não sei como se diz em inglês"nunca antes se fez tanto neste país como nóis ainda vamo fazê". Não exagero, está nos anais. Nos nossos anais, pelo menos! Agora está na boca do pseudo-americano Barack Hussein.


O Pacificador do Futuro, Prêmio Nobel Pré-Datado da Paz, Barack Hussein, acordou um milhão e tanto mais rico fingindo que nada sabia. Fico imaginando que, como ainda há tempo até o discurso de aceitação e recebimento da grana, ele pensará em fazer uma caridade com esse dinheiro. Terrível dilema: dará a grana para a ACORN, para as FARC ou o MST? Convidará Lula, o Cara (o maior invejoso do momento), para um barbacue milionário, tão torrado como um assado texano? Ele é capaz de qualquer dessas coisas. Mas, por favor, eu não estou criticando a escolha do Obaminável Barack Hussein. Pelo contrário, acho-a terrivelmente justa, inacreditavelmente meritória e absolutamente legítima. Afinal, nunca ninguém antes naquele país prometeu tanto e desejou tanto baixar as calças para o terrorismo internacionalista antiamericano, para o Talibã, Al Qaida, Irã, e todos os evil-doers de Bush.


Agora falando sério, sem ironias. O Prêmio Nobel mostrou hoje toda a sua face criminosa, a sua desavergonhada servidão à Nova Ordem Mundial. Mas isso não é de hoje. De fato, a lista de ganhadores suspeitos desse prêmio é longa, embora não seja contínua para não despertar suspeitas. Uma das manobras favoritas dos membros parlamentares do comitê de Oslo é premiar em conjunto e até, às vezes,
soi disant inimigos. Assim, Yasser Arafat recebeu o prêmio em 1994 juntamente com Yitzhak Rabin e Shimon Perez; Henri Kissinger dividiu o prêmio com o vietnamita Le Duc To. O fato de Yasser Arafat mandar para o cemitério milhares de pessoas em atentados terroristas nada diz ao instituto do Prêmio Nobel da Paz, ou à NOM.


Desde a sua criação a instituição do Prêmio Nobel foi um instrumento da Nova Ordem Mundial. É só conferir os seus ganhadores, e em todas as categorias. Por exemplo, o Dr. James Watson, um dos descobridores do DNA, foi também premiado pelo Instituto Karolinska de Stockholm em 1962. Na década seguinte teria participado de experiências criminosas em uma prisão em Huntsville, Texas. A experiência de vacinas (?) em presidiários redundou na criação da AIDS e do monstrengo biológico
Mycoplasm infectans incognitus, também conhecido como HIV1, e cuja patente (US Patent 5,242,820) requisitada posteriormente pelo cientista chinês Dr. Shyh-Ching Lo, está em nome do Exército Americano, como se lê em http://www.whale.to/m/mycoplasma5.html ehttp://freepatentsonline.com/5242820.


Esse pesquisador chinês durante anos tentou provar ao mundo que o vírus da AIDS, o HIV 1, sozinho, não era capaz de fazer tanto estrago. Evidências, testemunhos, e uma série de inexplicáveis coincidências apontam que a AIDS nasceu dessas experiências em Hunstville, ou continuou em Cold Spring Harbor, New York, local onde ocorreu a epidemia misteriosa do West Nile Virus, o mesmo instituto de pesquisas onde James Watson foi presidente até deixá-lo depois de suas declarações eugenistas e racistas em 2007. É fato notório que os Rockfeller e os assassinos da Carnegie foram os principais patrocinadores deste instituto. Não há que duvidar que eles eram e continuam sendo entusiastas da eugenia, da esterilização de mulheres, do aborto, e toda forma de genocídio. A revista
Veja na edição de 21 de janeiro de 2004, comentou o livro "O lado obscuro da América", e como cientistas dos Estados Unidos foram pioneiros nas práticas de "limpeza racial" (http://veja.abril.com.br/210104/p_108.html).


Anos após o cientista chinês ter tentado denunciar ao mundo que o vírus HIV não passava de uma combinação de um inofensivo parvovírus B19 com o
Mycoplasma infectans incognitus, o Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina foi dado ao francês Luc Montagnier, que nada mais fez do que copiar o trabalho do cientista chinês. Mas por que o Dr. Shyh-Ching Lo ficou quieto? Ele estava fazendo algo mais do que apresentar seu laudo de patologista-chefe do Exército Americano na autópsia de centenas de pessoas mortas pelo micoplasma, ou tentava esconder a técnica de criação do causador da AIDS? Como se sabe, quase uma centena de casos de Esclerose Lateral Amiotrófica, Esclerose Múltipla, paralisias terríveis, entre outras doenças, irromperam na época, todas elas com traços da presença do micoplasma, o agente bacteriano com gens transplantados de vírus. De qualquer forma o prêmio foi dado de novo.


Assim trabalha a instituição que premiou o Obaminável Barack Hussein em favor, não da humanidade, mas da Nova Ordem Mundial. Abaixo refiro alguns nomes de pessoas e instituições merecedoras do mesmo galardão da infâmia entre 2009 e 1977. Ganharam o dinheiro e a fama de humanistas e pacificadores por abominações e, afinal, por uma paz que nunca veio. Destaco em especial a premiação de Joseph Rotblat e a Pugwash Conference on Sciences and World Affairs em
http://zombietime.com/john_holdren_and_harrison_brown/, e a história da engenharia social ou bioética, ou o racismo mais descarado financiado pela Rockfeller Foundation e Carnegie Institution, que estão em http://www.thecuttingedgenews.com/index.php?article=11536&pageid=37&pagename=Page+One.


- 2007 - Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática - Al Gore, mentiroso internacional com o seu fajuto
man made global warming. O crime ambiental verdadeiro que está sendo feito para "esquentar" a fraude, eu comento em outro momento.


- 2006 - Muhammad Yunus, de Bangla Desh - fez um banco (!)


- 2005 - Agência Internacional de Energia Atômica, Mohamed El Baradei, por afrontar George Bush (o filho) e favorecer o programa atômico do Irã.


- 2002 - Jimmy Carter, pelo seu trabalho internacional pelo comunismo.


- 2001 - Nações Unidas e Koffi Anan; prêmio redundante e favorecimento de um ladrão.


- 1997 - Campanha Internacional para banimento das minas terrestres; homenagem à queridinha do
beautiful people, Lady Diana.


- 1995 - Joseph Roblat e a Pugwash Conference on Sciences and World Affairs (cujo parceiro, John Holdren, hoje Secretário de Obama, preconizava o aborto forçado e o genocídio de 1/3 dos habitantes do planeta).


- 1994 - Yasser Arafat (terrorista, agente da KGB); Shimon Peres, e Yitzak Rabin.


- 1993 - Nelson Mandela e Frederick de Klerk, respectivamente prisioneiro comunista e carcereiro racista.


- 1992 - Rigoberta Menchú Tum, guerrilheira comunista indígena. Acusada de falsidade ideológica.


- 1990 - Mikhail Gorbachev, líder comunista, KGB, fundador do Club de Roma e da Cruz Verde Internacional. Aquisição recente da NOM.


- 1988 - Forças de Manutenção da Paz da ONU (?) Sem comentários.


- 1987 - Oscar Árias Sánchez, ainda trabalha pelas FARC.


- 1984 - Bispo anglicano Desmond Tutu, agitador comunista.


- 1981 - Alto Comissariado das Nações Unidas pelos refugiados (das guerras que a ONU patrocina).


- 1980 - Adolfo Esquivel, comunista argentino; defensor dos direitos humanos dos montoneros.


- 1979 - Madre Tereza de Calcutá, ex-prostituta, guerrilheira comunista na Albânia, santificada na Índia.


- 1978 - Anwar el Sadat e Menachen Begin. O primeiro, ex-parceiro do comunista Gamal Abdel Nasser; o outro, terrorista na juventude quando matou soldados ingleses.


- 1977 - Henry Kissinger (um dos fundadores do Club Bilderberg); Le Duc To, ministro norte-vietnamita. Este último, como bom comunista, recusou o dinheiro.

Obama vs. Bastiat

Fonte: MÍDIA A MAIS
por João Luiz Mauad em 23 de setembro de 2009


Frédéric Bastiat: alertando para os fundamentos ocultos da economia de mercado

C


omo bem sabem os meus dezessete leitores, tenho grande admiração pelo trabalho de Frédèric Bastiat, intelectual e político francês que viveu na primeira metade do Século IXX. Seus insights econômicos são fabulosos, sempre escritos de forma simples e didática, voltada aos leigos. Sua parábola da “vidraça quebrada” é tão educativa que deveria ser leitura obrigatória na primeira aula de qualquer curso de introdução à economia. Há nela inúmeras lições econômicas que, infelizmente, malgrado um tanto óbvias, costumam ser desprezadas ou esquecidas por economistas e políticos.

Bastiat nos mostra, por exemplo, que destruição não é lucro. Também ensina que não podemos nunca esquecer os custos de oportunidade, ou custos de escolha. A principal lição, entretanto, diz respeito ao que os modernos economistas chamam de “Lei das consequências não intencionais”. Nas palavras do próprio mestre, esta lei nos diz que "na esfera econômica, um ato, um hábito, uma instituição, uma lei, não geram somente um efeito, mas uma série de efeitos. Dentre esses, só o primeiro é imediato. Manifesta-se simultaneamente com a sua causa. É visível. Os outros só aparecem depois e não são visíveis. Podemo-nos dar por felizes se conseguirmos prevê-los... Entre um bom e um mau economista existe uma diferença: um se detém no efeito que se vê; o outro leva em conta tanto o efeito que se vê quanto aqueles que se devem prever."

Se Bastiat fosse leitura obrigatória em todas as faculdades de economia, talvez se evitasse que alguns economistas, muitas vezes de prestígio, saíssem por aí dizendo bobagens e propondo leis e políticas estúpidas. (Na época do Furação Katrina, que devastou a cidade de Nova Orleans, por exemplo, cheguei a ouvir economista “graúdo” dizer que toda aquela destruição tinha o seu lado bom, já que a reconstrução da cidade incentivaria a economia local. Um raciocínio tão estranho e imbecil que, tomado a sério, nos levaria a pedir a Deus que enviasse um furação ou terremoto por mês, para que nos tornássemos mais prósperos).

Mas vamos ao que interessa. Recentemente, o governo norte-americano lançou um programa que, aparentemente, foi um grande triunfo. Com o pomposo nome de CARS – Car Allowance Rebate System -, mas conhecido mesmo como “Cash for Clunkers” ou simplesmente “C4C”, o programa, que o Presidente Obama considerou “um sucesso além da imaginação”, estabeleceu que o governo pagasse um incentivo entre US$ 3,550 e 4,500 a todos os proprietários de carros antigos que os trocassem por automóveis novos. De acordo com a lei, todos os carros trocados deveriam ser inutilizados através da infusão de um produto químico nos motores.

Em pouco menos de um mês, três bilhões de dólares dos pagadores de impostos foram transferidos para os bolsos dos felizes proprietários de automóveis velhos, enquanto a indústria automobilística vendeu cerca de 700.000 veículos novos e criou, ou manteve, cerca de 42.000 empregos diretos e indiretos. Concebido com o intuito de incentivar a combalida economia americana, mas também focado nas causas ambientalistas, já que os antigos modelos beberrões e emissores de quantidades maiores de CO2 seriam trocados por veículos modernos, mais econômicos e menos poluentes, o programa, em princípio, parece realmente ter sido um fulgurante sucesso. Seus idealizadores acreditam que, por decreto, conseguiram a proeza de acelerar o tal processo natural e paulatino do capitalismo, apelidado por Schumpeter de “destruição criadora”.

Se Bastiat fosse vivo, provavelmente diria que estes são os efeitos “que se vêem”. Porém, há também alguns efeitos que “não se vêem”. E esses últimos, que os economistas chamam de “consequências não intencionais”, nos levam a acreditar que, no fim das contas, o “C4C” produzirá uma penca de resultados negativos, em longo prazo, que irão superar, em muito, os benefícios imediatos.

Para começar, Bastiat teria nos lembrado de que todos os veículos inutilizados tinham valor, e faziam parte da riqueza da sociedade. Além disso, ele provavelmente lembraria que todo dinheiro que o governo dispõe provém da própria sociedade, seja pela cobrança de impostos, seja pela venda de títulos da dívida. Logo, se esse dinheiro não tivesse sido tirado de seus donos originais, ele teria sido gasto de outras maneiras, talvez mais eficientes.

Bastiat também nos falaria dos personagens ocultos da história. Lembraria que, além dos proprietários de carros velhos, dos empregados e acionistas das montadoras, dos donos e funcionários das distribuidoras e dos ferros-velhos, ainda há outros (terceiros) interessados (os sapateiros da história da janela quebrada), os quais provavelmente sairão muito prejudicados. Eis aqui alguns personagens ocultos que não devem estar nem um pouco satisfeitos:

1. Proprietários e empregados de oficinas mecânicas. Este é um nicho de mercado dos mais importantes dos Estados Unidos. Como a frota de veículos é enorme e a vida útil dos mesmos também, não apenas pela qualidade dos carros, mas também porque se trata do principal meio de transporte do país, utilizado até pela população mais pobre, existe uma infinidade de oficinas mecânicas espalhadas pelo território americano. Como os donos de carros mais velhos são seus principais clientes, parece óbvio que a inutilização de tantos veículos fará despencar a receita desses estabelecimentos;

2. Famílias pobres e consumidores jovens. Os carros velhos, vendidos muitas vezes a preço de banana, são o sonho de consumo dos mais pobres e dos jovens debutantes do mercado de trabalho. Com a destruição de tantos carros antigos, parece evidente que os preços desses veículos ficarão bem mais salgados, tornando muito mais difícil a sua aquisição pelos menos abastados. (Como diz o ditado: corda sempre rompe do lado mais fraco);

3. Instituições de Caridade. É muito comum na sociedade americana a doação de coisas velhas para instituições de caridade. Não estamos falando só de roupas, móveis, eletrodomésticos, mas também de carros. Sim, caro leitor, é corriqueira por lá a doação desses carros velhos às obras de caridade, que costumam vendê-los em rifas, bingos beneficentes, etc.

4. Pagadores de impostos e todos os demais setores da economia, não beneficiados direta ou indiretamente pelo programa. Como sabemos, o jogo do governo é sempre um jogo de soma zero. Todo o dinheiro de que dispõe foi retirado dos contribuintes pela força. Como bem lembrou Sheldom Richman, “o governo precisa quebrar vidraças antes de distribuir benefícios. Os políticos simplesmente movem os recursos escassos de um lado para o outro, desprezando as escolhas dos consumidores, cujo dinheiro que lhes foi tomado certamente serviria para que adquirissem alguma coisa no mercado”. Quantos empregos, em setores distantes do de automóveis, não foram destruídos junto com as sucatas produzidas pelo C4C?

Finalmente, há ainda o quesito ambiental. Malgrado toda empolgação de Obama e dos “verdes”, há estudos científicos sérios demonstrando que os benefícios ambientais estariam muito abaixo daqueles alardeados pelo governo e pelas ONGs ambientalistas. Além disso, haveria maneiras bem mais baratas e eficientes de conseguir os mesmos resultados.

A cor da pele II

Demétrio Magnoli falando mais sobre mais este assunto abusrdo levado a cabo pelo "nóçu prêsidenti" e sua turma.



A cor da pele...

Absolutamente imperdíveis as colocações nestes dois vídeos, principalmente as do autor do Livro, Demetrio Magnoli. De um lado existe pesquisa histórica, dados científicos e reflexões fantásticas, do outro lado temos coisas como as colocações do rapaz com longos cabelos.

É uma diferença absurda, militância e falta de preparo x competência e honestidade intelectual e acadêmica.



sábado, 17 de outubro de 2009

Log Cabin diz que vai cobrar Obama pelas promessas

Fonte: GAYS DE DIREITA
SEXTA-FEIRA, 16 DE OUTUBRO DE 2009


A “Marcha Nacional pela Igualdade”, um protesto de homossexuais ocorrido no último sábado (10/10/09) em Washington, conseguiu reunir cerca de 200 mil pessoas. Um dos principais pontos levantados pelo grupo de homossexuais republicanos Log Cabin é a política "Don't Ask, Don't Tell" (DADT). Esta foi a única organização gay que teve a iniciativa de mover um processo na justiça contra o governo por discriminação.

Conforme mencionamos na última sexta, Obama tinha a intenção de se aproveitar politicamente deste protesto, e foi justamente o que aconteceu. Durante um jantar entre ativistas de direitos civis, o presidente Obama disse que estava disposto a lutar para acabar com o DADT. O seguinte trecho do seu discurso arrancou aplausos da platéia: “Nós estaremos acabando com o DADT. Nós não deveríamos estar punindo americanos patriotas, que se apresentam para servir à pátria. Devíamos estar celebrando sua disposição e demonstração de coragem [inaudível] diante de seus compatriotas, especialmente quando estão combatendo numa guerra”.

Entretanto, Charles Moran, do Log Cabin Republicans, disse que este discurso ainda não convenceu os homossexuais. Em uma entrevista à MSNBC-NEWS, Moran afirmou que, após o discurso, o presidente teria conversado com sua equipe de governo no Departamento de Justiça para "lutar contra o processo judicial", ou seja, fazer de tudo para manter a política DADT. Assista abaixo a entrevista com Charles Moran e Brad Blakeman.



Criada no governo Clinton, a política DADT foi algo inédito. Sempre houve um conjunto de medidas disciplinares punindo atividades sexuais nas Forças Armadas Americanas. O que torna esta política tão agressiva é que uma mera suspeita de homossexualidade por parte de qualquer membro das Forças Armadas passa a ser investigada e pode resultar em expulsão do militar. Vários militares, tais como o Major-General do Exército Vance Coleman e o Capitão da Marinha Americana Joan E. Darrah, já condenaram publicamente no Congresso Americano tal política, já caracterizada como contraproducente, excessiva e inútil.

O jornal “O Estado de S. Paulo” divulgou uma nota curta sobre o assunto no dia 12/10, podendo esta levar o leitor a acreditar que há uma espécie de “paz imensa” entre os homossexuais americanos e o Presidente Obama, coisa evidentemente arquitetada para desinformar a população. O site oficial da Marcha foi bastante crítico em relação ao presidente americano, afirmando que Obama
“preferiu se dirigir a uma platéia restrita que pagou US$250 por cadeira no jantar do que enfrentar as vaias no lado de fora de uma multidão de milhões de furiosos”.

Recomendamos a leitura desta página:
http://equalityacrossamerica.org/blog/

Lenin: “Acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é!”

Quatro vídeos educativos. Mas antes, a Dra. Ana tem um recado:


“Mas o psicopata não é um doente mental da forma como nós o entendemos. O doente mental é o psicótico, que sofre com delírios, alucinações e não tem ciência do que faz. Vive uma realidade paralela. Se matar, terá atenuantes. O psicopata sabe exatamente o que está fazendo. Ele tem um transtorno de personalidade. É um estado de ser no qual existe um excesso de razão e ausência de emoção. Ele sabe o que faz, com quem e por quê. Mas não tem empatia, a capacidade de se pôr no lugar do outro.”

Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva
Psiquiatra e escritora, diretora das clínicas Medicina do Comportamento, no Rio e em São Paulo, onde atende pacientes e supervisiona tratamentos.




Os imbecis aí de cima dizem logo no início que "em um mundo que produz o dobro dos alimentos necessários para a população mundial, o capitalismo mata de fome 100.000 pessoas por dia". Ou seja, ter disponível o dobro da comida necessária deixa as pessoas com fome e muitas morrem disto, inclusive.

O vídeo é uma produção dos comunistas, veja aqui.

Pergunte a si mesmo? Quem mata é sistema econômico? Você já viu isto em algum lugar? Agora veja esta entrevista.



Agora SISTEMA POLÍTICO mata sim. Dá a ordem assinada para os assassinos. Veja quem são os verdadeiros assassinos em massa.


O Extermínio dos Ucranianos pelos comunistas no inverno de 1932-1933.

Sete milhões foram mortos pela fome

A humanidade nunca tinha visto um programa de extermínio tão eficiente como o realizado pelos comunistas.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Neutralização de Honduras - ataque ao Estado de Direito

Fonte: MOVIMENTO ORDEM VIGÍLIA CONTRA CORRUPÇÃO


OBSTRUÇÃO DO ESTADO AO CONGRESSO PARA SUBVERTER A DEMOCRACIA EM TEGUCIGALPA



Quando o decano da Faculdade de Direito de Yale, Harold Koh foi eleito como advogado-chefe do Departamento de Estado, nós escrevemos um editorial dizendo que era uma “proposta ofensiva". Explicamos que em seu programa declarado em várias ocasiões "Sr. Koh era contrário à tradição americana do direito originário do "consentimento dos governados”. Mal sabíamos que o Sr. Koh iria pisotear no consentimento dos governados de outros países também.


Agora, descobrimos que foi o parecer jurídico do Sr. Koh que apoiou a administração equivocada de Obama, imoral e, de fato, a decisão de punir a nação de Honduras. A administração estranhamente objetou os legisladores hondurenhos e os juízes na aplicação de sua própria Constituição contra o candidato a ditador, Manuel Zelaya, que tentou retalhar uma importante limitação constitucional contra um presidente que tenta um segundo mandato.
Editorial The Washington Times


Em agosto, a Biblioteca de Direito do Congresso concluiu que "os poderes judicial e legislativo aplicados à lei constitucional e legal, no caso contra o presidente Zelaya ... estava de acordo com o sistema legal de Honduras". No entanto, além da abjeção da administração de Obama, ele impôs sanções unilaterais contra Honduras. Inclusive James Kirchick da revista liberal da Nova República escreveu que "a política dos EUA tornou-se um erro na busca de uma razão de ser."


O senador Jim DeMint, republicano da Carolina do Sul, relatou que quando ele e os Reps Aaron Schock, Peter Roskam e Doug Lamborn (republicanos de Illinois, Indiana e Colorado, respectivamente) foram em uma missão a Honduras, a única pessoa lá além de qualquer partido ou interesse que afirmou que Zelaya deveria voltar ao poder foi o Embaixador americano Hugo Llorens, que poderia ter citado que a fonte de sua postura foi o ditame jurídico do Sr. Koh.


Acontece que o Sr. DeMint e 15 outros senadores vêm pedindo desde 8 de julho para o Departamento de Estado citar a fonte da sua análise jurídica. Sua carta protestando contra a postura do governo foi enviada à Secretária de Estado Hillary Rodham Clinton. Em uma imerecida bofetada na cara, a resposta do departamento não veio de Hillary Clinton, mas - lentamente 14 dias mais tarde - de Richard R. Verma, o secretário adjunto para assuntos legislativos. A carta do Senador Verma ignorou completamente o pedido da análise jurídica. Os relatórios do Sr. DeMint mostram que todas as tentativas posteriores no Congresso para ver as análises jurídicas escritas pelo Sr. Koh ou qualquer outra pessoa foram rejeitadas como "comunicações privilegiadas" Isto é ilegal. Não existe tal privilégio.


O jurista Miguel Estrada, que nasceu em Honduras, tem se perguntado por que o Sr. Koh parece "não ter coragem para expor seu processo de raciocínio e as conclusões ao escrutínio público." Talvez seja porque as conclusões do Sr. Koh vão prejudicar o governo de Honduras que inclusive o Senador Verma reconhece ser "um importante parceiro comercial [e] um aliado na luta contra os cartéis do tráfico de drogas e do crime organizado".


O Ex-promotor federal Andrew C. McCarthy, escrevendo para a National Review, colocou o problema de forma melhor: "Agora, ao abrigo das regras de Obama, temos de dizer a Al Qaeda o que são as nossas táticas de interrogatório, mas não podemos dizer ao povo americano por que o governo de Obama fez uma determinação política de apoiar a um [marxista] brigão em detrimento da lei do governo de Honduras”. A obstrução é inaceitável. Assim é a política que ele apóia. The Washington Times



COMENTÁRIO

Existe uma orquestração criminosa contra a Constituição de Honduras. Não bastasse as obstruções aos pedidos do Congresso para que o Departamento de Estado apresente sua análise jurídica sobre os fatos, agora também a ONU - na figura do execrável secretario Geral, Ban Ki-Moom - soltou um
comunicado oficial tentando “minimizar” os efeitos da repercussão do Relatório do Departamento de Assuntos Políticos - da própria ONU - que reconheceu a constitucionalidade do ato de deposição de Zelaya.


A ONU hoje é de nenhuma utilidade para nós, mas de uso significativo para os inimigos. É preciso acabar com ela. Por Arthur/Gabriela.

Profecia do sertanista Orlando Villas Boas

Veja este vídeo e leia abaixo o artigo do Olavo. São complementares e mostram, mais uma vez, a cara "dêsti govêrnu".

Fonte: prosaepolitica

Para quem não viu, o P&P traz aqui a reportagem da Band TV, do jornalista Fábio Pannuzio, que está se mostrando um dos melhores, senão o melhor do país, onde mostra a profecia realizada há 6 anos pelo sertanista Orlando Villas Boas, no Dia Mundial do Meio Ambiente.

Pouco antes de morrer, Orlando Villas Boas denunciou interesses estrangeiros na Amazônia e fez uma profecia sobre o futuro de terras indígenas na região. Veja na reportagem de Fábio Pannuzio, que em uma reportagem anterior já denunciava a presença ostensiva de estrangeiros na região.

Auxílio-reclusão é amostra do alinhamento com estratégias revolucionárias.



Olavo de Carvalho - 13/10/2009 - 20h44


Leio no site da Previdência Social: "O auxílio-reclusão é um benefício devido aos dependentes do segurado recolhido à prisão, durante o período em que estiver preso sob regime fechado ou semi-aberto."


Ou seja: no Brasil você pode matar, roubar, sequestrar ou estuprar, seguro de que, se for preso, sua família não passará necessidade. O governo garante. Se, porém, como membro efetivo da maioria otária, você não faz mal a ninguém e em vez disso prefere acabar levando dois tiros na cuca, quatro no estômago ou três no peito, ou então uma facada no fígado, esticando as canelas in loco ou no hospital, aí o governo não garante mais nada: sua viúva e seus filhos podem chorar à vontade na porta do Palácio do Planalto, que o coração fraterno da República solidária não lhes concederá nem uma gota da ternura estatal que derrama generosamente sobre os bandidos.


É, as coisas são assim. Se elas o escandalizam, é porque você está muito desatualizado. Afagar delinquentes, estimular o banditismo, é uma das mais antigas e veneráveis tradições do movimento revolucionário, que o nosso partido governante personifica orgulhosamente.


Veja o que pensavam alguns dos mentores revolucionários mais célebres:


Mikhail Bakunin, líder anarquista: "Para a nossa revolução, será preciso atiçar no povo as paixões mais vis."


Serge Netchaiev, terrorista que Lênin adotou como um de seus gurus: "A causa pela qual lutamos é a completa, universal destruição. Temos de nos unir ao mundo selvagem, criminoso."


Willi Münzenberg, o gênio organizador da propaganda comunista na Europa Ocidental e nos EUA: "Vamos corromper o Ocidente em tal medida, que ele acabará fedendo."


Louis Aragon, poeta oficial do Partido Comunista Francês: "Despertaremos por toda parte os germes da confusão e do malestar. Que os traficantes de drogas se atirem sobre as nossas nações aterrorizadas!"


V. I. Lênin: "O melhor revolucionário é um jovem desprovido de toda moral."


De tal modo a paixão pelo crime se impregnou na mente revolucionária, que acabou até produzindo fenômenos paranormais. Em 8 de março de 1855, o poeta Victor Hugo, um ídolo dos revolucionários, recebeu numa sessão espírita, para satisfação aliás de suas próprias expectativas, esta mensagem do além: "A verdadeira religião proclama o novo evangelho: é uma imensa ternura pelos ferozes, pelos infames, pelos bandidos."


Os exemplos poderiam multiplicar-se indefinidamente. E nada disso ficou no papel, é claro. Nem se limitaram aquelas almas cândidas a cantar em prosa, verso e filme as virtudes excelsas da criminalidade (v. meu artigo "Bandidos e Letrados", de 26 de dezembro de 1994, em www.olavodecarvalho.org/livros/bandlet.htm). Já em 1789 os revolucionários franceses abriram as portas das prisões, libertando indiscriminadamente milhares de assassinos, ladrões e estupradores que em poucos dias espalharam o caos nas ruas de Paris (mesmo na célebre Bastilha não havia um só prisioneiro político: só delinquentes).


Logo após a tomada do poder pelos comunistas na Rússia, a política oficial era fomentar o sexo livre, criando assim uma geração de jovens sem família para incentivar a criminalidade juvenil e liquidar pela confusão o que restasse da "ordem burguesa". A idéia foi de Karl Radek (o chefe de Willi Münzenberg), que, ironia cruel, ao cair em desgraça perante Stalin acabou sendo assassinado a murros e pontapés por jovens delinquentes numa prisão.


O voto de Louis Aragon foi cumprido à risca a partir dos anos 50, quando a URSS começou a treinar agentes para que se infiltrassem nas então incipientes redes de tráfico de drogas - especialmente na América Latina - e as dominassem por dentro, criando uma futura fonte local de subsídios para o movimento revolucionário, que estava saindo caro demais para o bolso soviético.


Essa foi a origem remota das Farc, Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, que hoje dominam o narcotráfico no continente. A história é contada em detalhes pelo general tcheco Jan Sejna, que participou pessoalmente da operação (v. Joseph D. Douglass, Red Cocaine. The Drugging of America and the West, London, Harle, 1999).



Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

ONU – Zé-laia é o bandido, o golpista

Fonte: HONDUDIARIO

13/10/2009 - 18:22.


Abaixo o original em espanhol. GRAÇA SALGUEIRO, do NOTALATINA, já traduziu e analisou estes novos fatos. Se quiser ler em português e muitas outras novidades, inclusive mais informações sobre a farsa da blogueira cubana clica abaixo.

NOTALATINA:
A ONU volta atrás e reconhece legitimidade do Governo Constitucional de Honduras


Expertos de la ONU concluyen que no hubo Golpe de Estado en Honduras


El estudio de la crisis en Honduras coincide con el realizado por la Biblioteca del Congreso de Estados Unidos


*** El estudio de la crisis política en Honduras fue refrendado con información oficial que recibieron los expertos de la ONU en su visita al país, la semana pasada que coincidió con los cancilleres de la OEA.


Washington, Estados Unidos.


Un estudio del Departamento de Asuntos Políticos de la Organización de las Naciones Unidas (ONU) sobre la causas que provocaron la crisis en Honduras, concluyó que la destitución del ex presidente Manuel Zelaya, "fue constitucional y de acuerdo las leyes del país", confirmaron fuentes oficiales de ese organismo.


Esta version fue conocida oficialmente éste martes por altos funcionarios de la ONU, que también coincide con el estudio elaborado por la Biblioteca del Congreso de Estados Unidos, que analizó por su lado, la situación que generó y mantiene en una crisis política en Honduras.


El documento del estudio del Departamento de Asuntos Políticos de la ONU, se fundamento con otra información (la otra verdad) recibida en la última visita a Honduras, donde convergieron con representantes de la Organización de Estados Americanos (OEA) y aprovecharon para “conocer otros escenarios que no estaban claros”.


La información sobre esta resolución colegiada de estos expertos, fue proporcionada a hondudiario.com, por fuentes oficiales que coligen las estrategias y presiones que promueven la ex canciller Patricia Rodas y el representante permanente de Venezuela en el Consejo Permanente para pedir más sanciones contra Honduras y exigir la restitución del ex presidente Zelaya, que advirtió “un ultimátum” para éste 15 de octubre.


“Estos señores están presionando y han invocado a una Asamblea Especial ante el Consejo de Seguridad, pero no se ha dado ninguna respuesta hasta la fecha, porque estaban esperando los resultados de sus propios estudios sobre la situación en Honduras, que ha mantenido dividido a Washington”, refirió el entrevistado.


“La conclusión del informe dice claramente que la destitución del ex presidente Zelaya fue constitucional. Lo que confirma que no hubo golpe de Estado y refuerza la posición del presidente Barack Obama, que nunca se precipitó a juzgar la situación hondureña, como lo hizo la secretaria de Estado Hillary Clinton que corrió a condenar al pueblo hondureño, presionada por los cancilleres de la OEA”, agregó.


Las exigencias de la ex canciller Rodas en Washington, según los expertos, se han fundamentado en pedir “a la comunidad internacional más sanciones contra el régimen de facto”, y reclamó además “firmeza” a los países para que no reconozcan al gobierno golpista bajo ningún concepto.


“La mayoría de los Estados miembros de las Naciones Unidas, después de conocer otros escenarios e información, ahora coinciden en que no apoyarían ninguna resolución de la Asamblea General de la ONU que solicitara sanciones para Honduras”, resumió al referirse a este estudio del Departamento de Asuntos Políticos de la ONU, que concluyó que la destitución del ex presidente Zelaya fue constitucional, que el mismo estudio coincide en la mayoría de los puntos con el estudio elaborado por la Biblioteca del Congreso de Estados Unidos. hondudiario

Fidel Castro califica de 'positiva' la concesión del Nobel a Obama

Fonte: CUBAENCUENTRO

10/10/2009




Cavaleiro do Templo: se a DINASTIA CASTRO gostou do prêmio dado ao OBAMA, não precisamos dizer mais nada, correto? Este prêmio deve ser uma piada cósmica, seres de outro planeta devem rir disto e contar nos butecos intergalácticos alguma coisa assim: Sabem da última lá da Terra? Deram um prêmio mundial para um cara que nasceu para a vida pública ontem e antes nunca fez nada para seus parentes favelados tanto no país onde ele diz que nasceu quanto no outro país onde dizem que ele nasceu!!! Eu conto esta para todos.

Trecho:

"Muchos opinarán que (Obama) no se ha ganado todavía el derecho a recibir tal distinción. Deseamos ver en la decisión, más que un premio al presidente de Estados Unidos, una crítica a la política genocida que han seguido no pocos presidentes de ese país, los cuales condujeron el mundo a la encrucijada donde hoy se encuentra", afirma Castro."

Voltando, o próximo prêmio deveria ir para Fidel. Ou melhor, poderia ir direto pro Capeta, assim premia-se logo o chefe desta turma, não acham?

‘Tropa de elite’ de Rodney tumultuou ação da PM na detenção de sargentos



No episódio da detenção do sargento Heber Valêncio (foto), o então subsecretário de Segurança, Fernando Francischini, fomentou desrespeito de militares subalternos a oficiais.


Da Redação
Foto capa: Arquivo SD

Está repleto de inverdades e mistificações o relato de Carlos Eduardo Lemos e Rodney Miranda, no livro “Espírito Santo”, sobre a passagem da equipe do coronel Marcos Aurélio por um posto de gasolina de Cariacica, quando conduzia o sargento Heber Valêncio. Os autores usaram o tumulto ali provocado com o incentivo do então subsecretário de Segurança, Fernando Francischini, como pretexto para muito depois insinuar, sem conseguir apresentar uma única prova, que haveria cumplicidade entre o oficial, então diretor adjunto da Divisão de Inteligência da PM, e Heber Valêncio.

Pouco antes desse episódio, Marcos Aurélio conseguira evitar outro espetáculo de arbitrariedades e exibicionismo, este comandado pelo capitão Renato Cristianes Lacerda, também integrante do grupo que se convencionou chamar “tropa de elite” de Rodney Miranda. Sem o conhecimento do comando do 4º Batalhão da PM, Renato Cristianes mobilizara uma força armada daquela unidade, fazendo também presente uma equipe de repórteres, nas cercanias da residência do sargento Heber Valêncio. Neste, como também no caso do posto de gasolina, a intenção dos auxiliares de Rodney era fazer da prisão do sargento um carnaval, com o risco de conflitos armados entre colegas de farda e situações constrangedoras para a imagem pública da corporação, não tinha mandado de prisão nem de busca e apreensão. Legalmente nada poderiam fazer.


Mas Marcos Aurélio agiu prontamente, ordenando a retirada da tropa do local e assumindo, ele próprio, a missão de deter o sargento, determinando que ele o acompanhasse. O que fez em seguida, marcando com ele, pelo telefone celular, um encontro em frente ao supermercado Champion, em Cariacica, para apresentação espontânea do sargento, que se tivesse culpa no caso não compareceria ao encontro, muito menos levaria consigo a arma que Lumbrigão roubara do juiz Alexandre e supostamente lhe confiara.


Com Valêncio sob sua guarda, Marcos Aurélio – acompanhado na missão pelo subtenente Boa Ventura Fagundes, da P2 do 4º BPM, que o ajudara na localização do detido – atendeu a um pedido deste para ser levado à presença de sua esposa, que trabalhava num posto de gasolina na beira da estrada em que passavam dirigindo-se à Sectretaria de Segurança. Valêncio. queria simplesmente comunicar à esposa o que estava lhe acontecendo. Nada mais que isso. Entretanto, no livro “Espírito Santo”, esse fato ganhou dimensões de conspiração, de conluio entre o detido e o coronel. Não há preso sem mandado de prisão escrito e assinado, e sem estar em flagrante. Relata o livro que “quatro policiais que estavam no local, sob o comando do cabo Adauto, e que sabiam que Heber estava sendo procurado, o identificam. Estranham que ele circule pelo posto, livremente. Aproximam-se e o flagram ao lado de um balcão tomando café, no bar do posto, e conversando com o tenente-coronel Áureo Macedo Carmelo – que portava uma pistola ponto quarenta de cor preta, aberta, ou seja, com o ferrolho rebatido para trás, não municiada – portanto, inepta para pronto emprego – e segurava um carregador da pistola na outra mão”.


Admitindo como verdadeira a informação de que os tais quatro policiais estavam no local por puro acaso, cabe perguntar o que o livro não esclarece: que faziam eles ali? Isto vai ficar claro mais adiante, quando falarmos do principal personagem desse episódio, o então subsecretário de Segurança, o agente de Polícia Federal Fernando Francischini. Há outra informação mentirosa no livro que a presença de Francischini igualmente clareia: Adauto disse não saber que o oficial nomeado no livro como “Áureo Macedo” era um tenente coronel de sua corporação. Se realmente não soubesse dessa condição do oficial, por que assistiu, então, passivamente à cena em que ele supostamente manuseava duas armas de fogo na companhia de um sargento que estava sendo procurado pela polícia?


É evidente que Adauto sabia que Valencio estava sendo conduzido pelo diretor adjunto da Dint. Também evidente é o fato de que ali ele se encontrava por ordem de Francischini, que chefiava os homens da tal “tropa de elite” de Rodney, da qual faziam parte Adauto e seus homens. Segundo o livro, Adauto, ao saber que estava diante de um oficial superior, telefonou para Francischini, relatou os fatos e disse que também estava presente no posto o sargento Ranilson Alves da Silva. Então, recebeu do subsecretário a ordem de que Ranilson também deveria ser preso. Ranilson estava acompanhando Valencio espontaneamente. Os dois são amigos e serviam no mesmo batalhão. Convidado pelo coronel Marcos Aurélio, Ranilson também o acompanhou espontaneamente.


O livro omite o fato mais grave ocorrido nesse episódio. Foi quando Adauto apontou sua pistola para a cabeça de Valêncio e deu-lhe voz de prisão, ouvindo do sargento a informação de que já estava detido sob a guarda do coronel Marcos Aurélio. Para que apontar uma arma de fogo para a cabeça de um colega de farda, já desarmado? E dar voz de prisão a um sargento, sendo ele, Adauto, um cabo? Isto só se explica mesmo como intenção de criar um grande tumulto e provocar no local riscos de um confronto armado, de conseqüências imprevisíveis. Mas esse detalhe do uso desnecessário de uma arma de fogo pelo cabo Adauto – provado sobejamente na documentação a respeito – foi solenemente ignorado pelos autores do livro.


Para refrescar a memória de quem acompanha o caso, convém recordar que o agente Francischini (é muito estranho que o segundo homem da Secretaria de Segurança não tivesse qualificação profissional para ser o segundo homem em qualquer unidade da Polícia Federal) veio a protagonizar, tempos depois, o episódio dos grampos ilegais pelos quais a Polícia Civil capixaba fora responsabilizada, na gestão de Rodney. Episódio que se transformou em escândalo nacional, quando se descobriu que um dos grampos atingira em cheio a privacidade dos profissionais e da direção da principal rede de comunicação do Estado, a Rede Gazeta. Uma CPI foi instalada na Assembléia Legislativa para apurar os fatos, mas teve seus trabalhos torpedeados pelo governo do Estado. Tudo o que foi apurado desapareceu dos anais da CPI. Por causa dos grampos, Rodney caiu – foi trabalhar em Pernambuco – e com ele também desabou o sub-reinado de Francischini no Espírito Santo. Agente da Polícia Federal, ele voltou para Brasília, de onde viera trazido por Rodney, que, como se sabe, é delegado federal.


Esse pequeno histórico sobre a dupla Rodney-Francischini esclarece muita coisa do episódio no posto de gasolina. Já naquela época, portanto, Francischini andava mexendo nos botões do Guardião, equipamento de escuta telefônica da Secretaria de Segurança usado no escândalo dos grampos ilegais. Nas ações que comandou por determinação de Rodney, esse funcionário federal fez largo uso do grampo, o que explica a presença da “tropa de elite” no posto de gasolina quando lá pararam Marcos Aurélio, sua equipe e o detido Valêncio. Francischini estava monitorando os passos do coronel Marcos Aurélio e deles deu ciência ao cabo Adauto e seus homens.


Como já foi dito no início desta série, os autores do livro mentem, inventam, distorcem e deturpam a realidade. No relato desses fatos envolvendo o coronel Marcos Aurélio, eles ultrapassaram todos os limites do absurdo e invadiram o movediço terreno da calúnia, da injúria e da difamação. Por isso é que estão sendo processados judicialmente e denunciados com base no Código de Ética do Executivo estadual pelo atual corregedor da Polícia Militar.


Nas suas ações em defesa da própria honra e da dos policiais militares vitimados por Carlos Eduardo e Rodney, o corregedor da PM vai usar documentos que não deixam de pé uma única assertiva dos autores no seu livro “Espírito Santo”. Uma das principais peças de sustentação das denúncias do oficial – senão a principal – é o resultado do Inquérito Policial Militar (IPM) conduzido pelo coronel Jonas de Brito Silva e que mereceu despacho favorável do então comandante da corporação, coronel Luiz Carlos Giuberti, em 27 de janeiro de 2005.


Depois de historiar, em resumo, o que foi levantado no IPM, o comandante resolveu:


“ – Concordar e acolher em todos os termos o relatório e o parecer do Oficial Encarregado do IPM, já que, analisando detidamente o Inquérito, que conta com 07 volumes e 1.290 páginas, não subsiste qualquer elemento que testifique as condutas imputadas ao TEN CEL MARCOS AURÉLIO CAPITA DA SILVA, de maneira irresponsável por parte dos Militares CB PM ADAUTO LUIZ DE SOUZA e SD PM HÉLIO ZEFERINO DE SOUZA. Não obstante o cotejo dos elementos obtidos com a investigação, faz crer que houve uma certa orquestração por parte de agentes públicos mal intencionados, os quais pretendiam desacreditar Oficiais e a própria Corporação, tudo com respaldo, infelizmente, de Militares da própria Polícia Militar, já que as fls 1.271 a 1.224, subsiste cópia de documentação oriunda da Polícia Federal, onde se verifica que no dia 24-03-2003, o SD PM WAGNER WELLINGTON DE SOUZA LIMA prestou declarações ao DELEGADO ANDRÉ LUIZ CUNHA PEREIRA, fazendo acusações de que Oficiais da Corporação estariam forjando provas em inquéritos para prejudicá-lo e aos militares CB PM REF. ADAUTO LUIZ DE SOUZA e CB PM CLÁUDIO HACKBARTH AZAMBUJA DA SILVA, sendo que, embora a insistência do Encarregado do IPM em conseguir cópia legível da documentação atinente ao fato, não obteve qualquer resposta por porte daquele Delegado, motivo pelo qual esse Comandante resolve determinar a instauração de outro IPM para apurar especificamente esse caso, inclusive para que o novo Encarregado, se necessário, solicite à Justiça acesso às informações.


2 – Determinar a instauração de Processo Administrativo Disciplinar em desfavor dos Militares CAP PM RENATO CRISTIANES LACERDA, CB PM REF. ADAUTO LUIZ DE SOUZA, CB PM SALVADOR GONÇALVES BASTOS E SD PM HÉLIO ZEFERINO DE SOUZA.


3 – Remeter cópia das peças necessárias ao Ministério Público Federal para fins de análise quanto à conduta do Agente de Polícia Federal FERNANDO DESTITO FRANCISCHINI.


4 – Encaminhar também cópia das peças necessárias ao Departamento de Polícia Federal para fins de apreciação administrativa das irregularidades apontadas pelo Encarregado do IPM na conduta do Agente de Polícia Federal FERNANDO DESTIDO FRANCISCHINI.


5 – Remeter os autos ao MM Dr. Juiz Auditor da Justiça Militar Estadual, na forma da legislação em vigor.


6 – Remeter cópia do Relatório e de Solução ao Cel PM Diretor de Inteligência da Polícia Militar.


7 – Publicar a presente Solução em Boletim Reservado do Comando Geral (BRCG).


8 – Arquivar cópia do Relatório e da Solução na C/4 da Corregedoria, para futuras consultas.


9 – Registrar que o comportamento dos Militares indiciados não está amparado na Lei Complementar número 166/99. visto que o evento não configurou atendimento de ocorrência.”



Na próxima edição, o desmonte de outra farsa contida no livro: a apreensão da arma furtada do juiz.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".